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BSB, 04/01/13- O brasileiro gastou 0,29% a mais para construir neste mês de dezembro, segundo informações do Índice Nacional de Custo da Construção INCC-M) da Fundação Getulio Vargas (FGV). A variação é 0,06 ponto percentual maior do que a registrada em novembro, quando o índice ficou em 0,23%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, já tem variação de 7,23%. O grupo materiais, equipamentos e Serviços registrou variação de 0,26% este mês, resultado maior ao apurado em novembro, de 0,22%. No que diz respeito ao grupo mão de obra, a variação foi de 0,31% em dezembro. No mês anterior havia sido de 0,24%. No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado em dezembro foram dos tubos e conexões de PVC (1,19%), engenheiro (0,44%) e servente e ajudante especializado, ambos com 0,30% de alta.   
BSB, 31/12/12- Medidas que desonerem a folha de pagamento são pleitos antigos dos setores produtivos, particularmente daqueles que possuem maior intensidade no fator trabalho. Neste caso, o setor da Construção, diante do grande peso que a mão de obra representa em seu processo construtivo, é considerado um segmento intensivo em mão de obra. Em circular, a CBIC informa o andamento da questão da desoneração da folha de pagamento no setor da construção e os pontos que estão sendo avaliados pela área técnica do Ministério da Fazenda, no sentido de não prejudicar as empresas ou mesmo gerar insegurança jurídica no setor. Alguns questionamentos já foram encaminhados anteriormente ao governo, no sentido de obter mais esclarecimentos sobre o assunto (cópias das cartas enviadas aos associados). A previsão é de que a Medida Provisória que trata da desoneração sobre a folha de pagamento seja publicada no Diário Oficial da União (DOU) até o próximo dia 31 de dezembro. O recesso parlamentar termina no dia 2 de fevereiro de 2013, data em que inicia a contagem de prazo para emendas de medidas provisórias publicadas durante o recesso).   
BSB,26/12/12- Alvo de um dos mais recentes movimentos do governo federal para impulsionar o desempenho do País, o setor imobiliário figura como uma das apostas da presidente Dilma Rousseff para colocar a economia de volta nos trilhos, mas o segmento pode ver nos preços elevados um fator limitador do crescimento no próximo ano. Embora o consumo no País tenha começado a se recuperar na segunda metade de 2012, após sofrer desaceleração generalizada desde o fim de 2011, a população se encontra diante de um cenário de alto endividamento e inadimplência em patamares elevados, resultando em maior cautela e numa possível inibição da demanda no mercado imobiliário. Segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com o Ibope, 60% da população brasileira pretende reduzir o consumo porque teme uma retração da economia. Também conforme a CNI, 41% das pessoas possuem dívidas, sendo que 42% delas já alcançaram o limite de comprometimento do orçamento. O índice FipeZap de preços de imóveis anunciados no Brasil avançou 13,8% nos 12 meses até novembro de 2012, após quase dobrar nos últimos três anos. Ainda que representantes do setor sejam unânimes em afirmar que os preços de imóveis não caem, as recentes medidas de incentivo divulgadas pelo governo podem contribuir para que eles parem de subir. O governo divulgou no início de dezembro um pacote de medidas para a construção civil, que incluiu desoneração da folha de pagamento, redução de impostos e linha de capital de giro com taxas de juros mais baixas. Tais medidas tendem a se refletir principalmente em menor pressão de custos para as construtoras, que vêm lutando para equacionar estouros de orçamento causados, em grande parte, pela escassez de mão de obra qualificada. Apesar de serem apontadas como positivas para o setor, as medidas apresentadas - e ainda não detalhadas - resultaram em incertezas entre agentes do setor que não conseguem dimensionar o real impacto para as empresas e para o mercado como u   
BSB, 24/12/12-Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) do dia 18/12 a Portaria Interministerial nº 598, do Ministério das Cidades, que aprova a liberação de R$ 3,02 bilhões de recursos do Orçamento Geral da União (OGU), no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2), para execução de obras de macrodrenagem, prevenção de enchentes, enxurradas, alagamentos e contenção de encostas. Desse total, R$ 835,4 milhões serão executados pela Secretaria Nacional de Acessibilidade e Programas Urbanos (SNAPU) para obras de contenção de encostas, e R$ 2,18 bilhões pela Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental (SNSA), para obras de macrodrenagem, prevenção de enchentes, enxurradas e alagamentos. Os recursos serão destinados aos principais municípios atingidos por eventos naturais críticos. As regiões beneficiadas com os investimentos são Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Pernambuco, Piauí, Paraná e Rio Grande do Sul.   
BSB, 22/12/12– Um simulador online, criado pela empresa de tecnologia KMA2, calcula o custo e a quantidade de materiais necessários para se construir ou reformar um imóvel. A ferramenta é gratuita e é capaz de preparar um relatório detalhado para o usuário a partir de informações a respeito da reforma ou da construção que pretende fazer. O "Arquitecasa Inteligência", que nasceu na incubadora Cietec (Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia da Universidade de São Paulo), informa tudo o que vai ser necessário para que a reforma ou construção seja realizada sem desperdício de dinheiro e de material. Ferramenta pode ser acessada em www.arquitecasa.com.br (Marcelo Camargo/ABr) Segundo informou a KMA2, além de dados sobre construção e reforma, a ferramenta também fornece informações sobre decoração residencial, além da possibilidade de solicitar conteúdos sobre financiamentos imobiliários. O Arquitecasa Inteligência pode ser acessado em www.arquitecasa.com.br.   
BSB, 20/12/12- A atividade da construção civil caiu pelo sétimo mês consecutivo, em novembro, informou a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O número de empregados no setor também recuou em novembro, indica pesquisa da confederação. De acordo com o documento Sondagem da Indústria da Construção, o nível efetivo da atividade da construção registrou 46,3 pontos no mês passado ante os 47,3 pontos do mês anterior. A escala usada na pesquisa da CNI varia de 0 a 100. Índices acima de 50 indicam atividade acima do usual. O baixo nível de atividade efetiva foi comum, no mês passado, a todos os portes de empresas, atingindo tanto as pequenas (44,8 pontos) quanto as médias (47,8) e as grandes (45,9 pontos). O indicador que mede o nível de atividade do setor ficou em 49,1 pontos em novembro ante 50,1 pontos, em outubro, o que significa desaceleração. O número de empregados caiu em novembro para 47,6 pontos. Em outubro, chegou a 49,6 pontos. A Utilização da Capacidade de Operação (UCO), que, segundo a CNI, reflete o uso dos equipamentos e da mão de obra, ficou em 71% em novembro, praticamente no mesmo patamar de outubro, quando registrava 70%. Na avaliação da CNI, o comportamento na construção civil “reflete” o desaquecimento da economia como um todo. Apesar do recuo na atividade, os empresários da construção se mantêm otimistas com relação à expectativa para os próximos seis meses. A sondagem, feita em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), foi realizada entre 3 e 13 de dezembro com 455 empresas, das quais 146 de pequeno porte, 198 médias e 111 grandes.   
BSB, 19/12/12- Fazer uma obra não é tarefa fácil. É necessário pensar nos materiais que serão utilizados e também na mão de obra para realizar o trabalho. Pensar nos profissionais adequados para a realização do serviço é dever do responsável pela construção do empreendimento, visto que a boa escolha pode minimizar o valor final da obra. O custo da mão de obra na construção civil e o valor do metro quadrado registraram alta no último trimestre, segundo o Índice Nacional de Construção Civil (Sinapi), que desde 2002 é usado como referência para delimitar os custos de execução de obras públicas. A pesquisa foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com a Caixa Econômica Federal (CEF). A alta da mão de obra foi a vigésima subida consecutiva. A pesquisa registrou que houve uma variação média no valor da mão de obra de 1,26%. Assim, o custo médio do metro quadrado chegou a R$ 845,10 e deste total, R$ 449,30 são relativos a materiais de construção e o restante à mão de obra. Assim, R$ 395,80 são da mão de obra. A professora Danuska Tokarski, do Instituto de Capacitação ensino profissionalizante (ICEP), afirma que as demandas de mercado tendem a puxar cada vez mais o valor da mão de obra. “Definir um preço médio é difícil porque varia de profissão para profissão dentro da construção civil, mas com essa grande procura do mercado, a tendência é que o valor da mão de obra continue crescendo”. Há alguns anos o índice de desemprego era considerável, mas com o crescente número de lançamentos nas capitais, as incorporadoras ofertam cada vez mais vagas. “As pessoas estão percebendo que esse nicho de mercado está em alta e por isso procuram cada vez mais os cursos profissionalizantes voltados para o setor”, conta Danuska. No ICEP o número de matrículas vem crescendo a cada ano. “É impressionante a quantidade de pessoas que procuram os cursos. Legal perceber que a construção civil está cada vez mais em alta”, diz a professora. O setor da   
BSB, 12/12/12– O projeto arquitetônico multiresidencial L23 – Latitude Vinte e Três, localizado em Ubatuba – litoral paulista – ganhou o prêmio cinco estrelas do International Property Awards, na categoria “melhor projeto arquitetônico multiresidencial das Américas”. Conforme informaram seus idealizadores, o empreendimento foi projetado sob um minucioso estudo de orientação solar e captação de iluminação e ventilação naturais, com o objetivo de proporcionar eficiência energética e conforto ambiental – o que deu ao empreendimento o bom desempenho na premiação. Ainda sobre sustentabilidade, foi ressaltado no L23 a aplicação de um sistema de captação de águas da chuvas. Empreendimento também contém spa com hidromassagem, sala de cinema conversível em auditório e brinquedoteca (Divulgação/Atmosfera Desenvolvimento Imobiliário) O L23 possui quatro edifícios projetados “de acordo com padrões de sustentabilidade”, informou a assessoria de imprensa da Atmosfera Desenvolvimento Imobiliário. O complexo está localizado em frente à praia de Itaguá, um dos cartões postais de Ubatuba, situado em um terreno de 12 mil m² – cortado pelo Trópico de Capricórnio na latitude 23º27’00’’ – surgindo assim o nome L23. Nas quatro torres do empreendimento há apartamentos de 92m² a 233m², de 2, 3 e 4 dormitórios. Das 214 unidades, já foram entregues 100. Segundo informou a assessoria de imprensa da Atmosfera, o valor médio do metro quadrado sai aproximadamente por R$ 6.000.   
BSB, 11/12/12- Mais um empreendimento destinado para baixa renda do DF foi aprovado pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano (Conplan). Em reunião nesta quinta-feira (06/12) os conselheiros deram o aval do Conselho para o projeto habitacional que será implantado na cidade do Recanto das Emas e beneficiará 1.586 famílias com renda familiar mensal de até R$ 1,6 mil. Para tanto, serão construídas as quadras 117 e 118. Sendo a primeira composta por 27 conjuntos, contendo quatro tipos básicos de uso e ocupação dos lotes: uso misto, residencial unifamiliar (casa) - permitido comércio de bens e serviços, equipamento público comunitário e uso residencial multifamiliar. Já a quadra 18, ao lado do terminal rodoviário, será composta por sete conjuntos, também contendo quatro tipos básicos de uso e ocupação dos lotes: uso misto; residencial unifamiliar- permitido comércio de bens e serviços; equipamento público comunitário e uso residencial multifamiliar (apartamentos). O colegiado aprovou o projeto destacando a importância do ato “para que este parcelamento cumpra sua função social no que se refere às políticas de parcelamento e uso do solo, tendo em vista que se trata de projeto de Expansão do Recanto das Emas, tendo sido transformada em ZEIS pela Lei Complementar nº 854/2012, e verificando que a área se encontra sem embaraços de regularização fundiária, ambiental e urbanística”.   
BSB, 09/12/12- No penúltimo mês do ano, os preços da construção civil no Distrito Federal aumentaram 0,04% em comparação a outubro. É o que aponta o custo unitário básico do Distrito Federal (CUB-DF/m²), divulgado na quarta-feira, 5 de dezembro, pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF). Em novembro, o CUB-DF/m² foi de R$ 951,22. O levantamento é baseado no padrão R8-N (residência multifamiliar padrão normal - garagem, pilotis e 8 pavimentos). No mês em análise, as despesas com mão de obra chegaram a R$ 481,10 (50,58%). Referente aos materiais, o valor ficou em R$ 391,98 (41,21%); as despesas administrativas fecharam em R$ 66,83 (7,03%); e os equipamentos contabilizaram R$ 11,31 (1,19%). Em novembro, dos 29 insumos que participam da pesquisa, dez apresentaram aumento em seus preços, nove registraram redução e 10 permaneceram com seu preço estável. O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) apresentou variação positiva de 0,03% e o Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) ficou em 0,23% em novembro. Nos últimos 12 meses, o CUB-DF apresentou variação acumulada de 7,61%, enquanto a variação acumulada do IGP-M foi de 6,96% e do INCC-M foi de 7,30%, no mesmo período. No Distrito Federal, o CUB/m² é calculado e divulgado mensalmente pela Comissão de Economia e Estatística do Sinduscon-DF, presidida pelo engenheiro Marcus Peçanha. O índice acompanha a evolução dos preços de 25 materiais de construção, salários de três categorias de mão de obra (pedreiro, servente e engenheiro) e um equipamento (aluguel de betoneira).   
BSB, 07/12/12- Dados da Sondagem da Construção, realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), revelam que no trimestre fechado em novembro a confiança do setor da construção recuou 3,1% frente ao mesmo período do ano passado, a menor retração desde que o indicador começou a ser apurado, em setembro de 2011. Em outubro, a queda havia sido de 5,1%. Segundo a coordenadora da sondagem, Ana Castelo, a diminuição na queda da confiança dos empresários da construção sinaliza que o setor vai reforçar seu crescimento em 2013. "É natural um recuo porque o Índice de Confiança da Construção começou a ser medido no momento em que o setor passava pelo melhor momento. A aproximação com o patamar de 2011 é um sinal de melhora", afirma. Sua expectativa é que o setor de construção repita em 2013 o crescimento de 4% estimado para 2012, mas com uma importante diferença. Ao contrário do que se viu neste ano, a previsão é que 2013 comece fraco e termine forte, deixando uma herança de aceleração para 2014. O estudo da FGV mostra que, no segmento de edificações, o custo da mão de obra aparece como o terceiro maior gargalo, ficando atrás somente de escassez de mão de obra qualificada e da competição no próprio setor. Os dados da sondagem ainda revelam que houve piora na confiança dos empresários do segmento de edificações e também do ramo de preparação de terreno, o que indica certa cautela no mercado. "Preparação de terreno é um segmento antecedente. A sinalização é de que a retomada da construção será lenta, devendo ganhar ritmo no decorrer de 2013." O segmento que deve puxar a construção no fim deste ano e início do próximo é o de infraestrutura. Na passagem de outubro para novembro, a confiança no ramo de obras viárias apresentou forte aceleração, subindo de 3,2% para 7,8% na média trimestral comparada ao mesmo período de 2011. A confiança do segmento de edificações, entretanto, que já havia caído 4,7% em outubro, baixou 5% em novembro, nas mesmas bases de comparação.   
BSB, 05/12/12- A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta terça-feira (4) uma série de medidas que têm como objetivo estimular o setor da Construção. O comunicado aconteceu no Palácio do Planalto, durante cerimônia que comemorou a entrega de 1 milhão de moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida e a marca de 2 milhões de unidades contratadas. O evento contou com a presença de ministros, parlamentares, movimentos sociais e representantes do setor. O presidente da Cbic, Paulo Simão, também participou da cerimônia. Em seu pronunciamento, a presidenta salientou que as medidas têm o objetivo de aquecer a economia e vão conferir maior competitividade à indústria da construção civil. A presidenta também lembrou que o Minha Casa, Minha Vida tem a meta de contratar e entregar - até o final de 2014 – mais 2,4 milhões de unidades. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, na mesma solenidade, deu detalhes das medidas preparadas pelo Governo para a Construção, que estão reunidas em três eixos principais: desoneração da folha de pagamentos; redução de tributos; e acesso a capital de giro durante o período de construção das habitações. Na oportunidade o ministro Mantega destacou a importância da indústria da construção para o desenvolvimento brasileiro: “O setor é responsável por quase metade do investimento que nós fazemos no país. Portanto, estimular esse segmento é estimular o investimento no Brasil”. Além disso, o ministro ressaltou a representatividade da construção no universo de empregos formais gerados no país (mais de 7,7 milhões de postos de trabalho em toda a cadeia produtiva). O setor de Construção Civil deixará de pagar a contribuição previdenciária patronal de 20% e passará a recolher 2% sobre o faturamento bruto. Essa medida vai representar uma desoneração de R$ 2,85 bilhões. O tema é crucial para a Indústria da Construção e a ação do Governo deve representar uma desoneração de aproximadamente 50% dos custos das empresas. A medida também implica em um maio   
BSB, 05/12/12- A alíquota do RET foi reduzida de 6% para 4% sobre o faturamento. Isso significa uma redução nas alíquotas de impostos federais: IRPJ, CSLL e PIS/Cofins. Para o setor, além de reduzir os impostos federais em 1/3, a medida também representa um estímulo ao aquecimento do mercado na medida em que os compradores também se beneficiam diretamente com a redução do custo final do imóvel. Uma vez que a cobrança é feita no momento da venda, é natural que os consumidores passem a ser imediatamente contemplados. O Governo elevou de R$ 85 mil para R$ 100 mil o valor de imóvel residencial de interesse social dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida, que tem alíquota do RET de 1% sobre o faturamento. Essa ação do Governo incorpora um número maior de imóveis à faixa do RET e vai contribuir diretamente para viabilizar a continuidade do Programa Minha Casa, Minha Vida em várias localidades onde o preço das unidades excedia o limite anterior e representa um estímulo para que estados e municípios façam um aporte maior de recursos ao programa. A Caixa Econômica Federal passará a operar uma linha de financiamento para capital de giro com recursos de R$ 2 bilhões. A entrada da Caixa neste segmento era uma demanda antiga das empresas do setor da construção, em especial das pequenas e médias. Serão beneficiadas empresas com faturamento de até R$ 50 milhões anuais. O prazo é de até 40 meses, com taxa de 0,94% ao mês para todos os prazos e clientes. Considerando a natureza da atividade do setor, onde o retorno dos investimentos acontecem a longo prazo, a medida representa um novo fôlego para essas empresas buscarem, inclusive, novos investimentos a um custo mais baixo e viabilizarem empreendimentos que de outro modo não seriam possíveis.   
BSB, 04/12/12- Após anos de pujança acima dos níveis da economia brasileira, o Produto Interno Bruto (PIB) do setor da construção civil deve apresentar um aumento de 3,5% a 4% em 2013, no mesmo patamar do PIB previsto para o País no ano que vem, conforme estimativas divulgadas pelo Sinduscon-SP em parceira com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). "Estamos no fim de um ciclo de entrega de obras e início de outro", justificou Ana Maria Castelo, coordenadora de estudos da construção da FGV. A pesquisadora avaliou que a expansão do setor em 2013 deverá ser sustentado por uma melhora no ritmo de execução das obras de infraestrutura, que apresentaram uma evolução abaixo da esperada neste ano em função da queda dos investimentos do setor público para infraestrutura e paralisação temporária de serviços no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). As estimativas apontam que a taxa de investimentos do País em 2013 alcance 18,8% do PIB, sendo que a parcela da construção no investimento é prevista para um nível de 42%. Em 2012, a taxa de investimentos do País deve bater nos 17,5%, com 45% em construção. Mercado imobiliário - Em relação ao setor imobiliário, que teve uma forte queda no volume de lançamentos em 2012, há uma expectativa de expansão no ano que vem. "Os lançamentos e vendas no mercado imobiliário devem se fortalecer", disse Ana Maria. Segundo ela, essa retomada deve ser encabeçada pelas obras de imóveis enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida, que passou por ajustes recentemente. O vice-presidente de economia do Sinduscon-SP, Eduardo Zaidan, acredita em um acúmulo de lançamentos entre o fim deste ano e o primeiro trimestre de 2013, pois muitos projetos foram adiados devido a dificuldades na obtenção de licenças. País - A economia brasileira registrou crescimento de apenas 0,6% no terceiro trimestre deste ano quando comparada com o segundo trimestre, muito abaixo do esperado pelo mercado, com a pior retração dos investimentos em mais   
BSB, 02/12/12- Depois de um ano marcado por incertezas, muito pelo desenrolar da instabilidade financeira mundial, as construtoras brasileiras entram em 2013 otimistas: a perspectiva do mercado é que o crescimento do setor ano que vem seja de 4% e os investimentos somem o equivalente a 19% do Produto Interno Bruto (PIB) para o ano, ante aos 17,5% de 2012. O número, no entanto, ainda fica aquém da perspectiva do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), que defende aportes na casa 22% para o segmento. No fim do ano passado, a entidade previa que o setor alcançasse um crescimento da ordem de 5% em 2012, mas as oscilações no mercado resultaram em alta de 4%, crescimento menor do que o registrado em 2011, quando a alta chegou a 4,8%. Segundo Arnaldo Santos Pereira, professor de Economia da Universidade de São Paulo (USP), o resultado apresentado em 2012 está ligado aos medos dos empresários em 2011. "O reflexo da crise mundial demora um pouco a aparecer na construção. Isso tudo porque o segmento trabalha com projetos de longo prazo", disse ele, lembrando que muitas empresas pisaram no freio ano passado na hora de fechar contratos muito grandiosos. Além da redução dos investimentos das empresas, a queda dos aportes públicos para infraestrutura, o baixo ritmo de contratação de moradias para a faixa 1 do programa Minha Casa Minha Vida e a morosidade da concessão de licenciamentos imobiliário também contribuíram para o crescimento a baixo do esperado para 2012.   
BSB, 30/11/12- O setor da construção civil teve um ano de crescimento menor do que o previsto. Com isso, as empresas esperam que, em 2013, haja os investimentos que ainda não ocorreram. A infraestrutura e as obras de mobilidade são um exemplo de segmentos que devem crescer com mais força, de acordo com o SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). Segundo a economista da FGV (Fundação Getulio Vargas) Ana Maria Castelo, algumas mudanças deste ano terão reflexo em 2013. — O reajuste dos valores do programa Minha Casa, Minhas Vida, o lançamento do programa de investimentos em logística e a desoneração das PPPs [Parceria Púbico-Privadas] são exemplos de mudanças positivas deste ano. Esperamos que, em 2013, os investimentos em infraestrutura cresçam mais fortemente e que os lançamentos e as vendas no mercado imobiliário voltem a crescer. A economista afirmou ainda que, por enquanto, as obras para os grandes eventos esportivos que o Páis receberá se concentraram mais nas arenas do que na mobilidade urbana. O Sinduscon divulgou no último dia 28 os resultados da 53ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção Civil. Nela, os empresários do setor demonstram cautela em relação ao crescimento econômico.   
BSB, 28/11/12- O brasileiro gastou 0,23% a mais para construir no mês de novembro, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta segunda-feira (26). A variação é 0,01 ponto percentual menor do que a registrada em outubro, quando ficou em 0,24%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, já tem variação acumulada de 7,30%, enquanto que no ano a alta é de 6,93%. O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,22% este mês, resultado inferior ao apurado em setembro, de 0,49%. Dos subgrupos, o maior resultado foi em Materiais e Equipamentos, 0,26% em novembro; enquanto Serviços variou 0,10% neste mês. No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,24% em novembro. No mês anterior, a variação havia sido de 0,01%. No geral, as maiores influência positivas para o resultado apurado em novembro foi dos condutores elétricos (1,38%) e elevador ( 0,39%). Por outro lado, as maiores influências negativas foram do gesso (-0,28%), vergalhões e arames de aço ao carbono ( -0,19%) e carreto para retirada de entulho (-0,17%).   
BSB, 27/11/12- A redução no ritmo de aumento de preços de materiais e serviços da construção levou também a uma desaceleração na taxa do Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M), segundo a Fundação Getúlio Vargas. O INCC-M saiu de uma alta de 0,21% na segunda prévia de outubro para um aumento de 0,17% na prévia divulgada na última semana. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços subiu 0,24% na segunda prévia de novembro, após registrar aumento de 0,42% na mesma prévia do mês anterior. O índice que representa o custo da mão de obra teve uma taxa de 0,11% na prévia divulgada hoje, após ter ficado estável na segunda prévia de outubro.   
BSB, 25/11/12- A cadeia da construção cresceu em ritmo mais lento em 2011, reflexo da crise internacional iniciada desde 2008. Apesar do cenário, a produção e a geração de renda e emprego na indústria de materiais e equipamentos para o segmento continuaram em elevação. É o que aponta o Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais, estudo anual elaborado pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). No ano passado, a cadeia produtiva somou R$ 315,3 bilhões – o que representou 8,9% do PIB nacional. De acordo com o estudo, que traz uma radiografia do setor, os dados relativos à geração de valor e emprego mostram a perda de produtividade na indústria de materiais, mas que o emprego permaneceu em alta. No ano passado, foram criados 31 mil novos postos de trabalho. Todos os segmentos da cadeia foram responsáveis por um total de 12,8 milhões de ocupações. A construção civil foi a que mais se destacou, com uma geração de receita de R$ 204,1 bilhões (65% do PIB da cadeia) e o maior número de ocupados, totalizando 9,2 milhões de trabalhadores (71,4% do total). A indústria de materiais apareceu como a segunda na cadeia, com a geração de R$ 53,1 bilhões, seguida pelos produtores de máquinas e equipamentos, que geraram R$ 5,2 bilhões para a cadeia. Os dois segmentos responderam por 18,5% do PIB da cadeia, com 773 mil ocupações. O comércio de materiais e os prestadores de serviços responderam por 8,0% e 6,5% do PIB da cadeia, respectivamente. Para a Abramat, o resultado mostra que a indústria de materiais reagiu de forma positiva aos desafios da economia brasileira a partir de setembro do ano passado. A análise lembra a alta da taxa cambial, com a desvalorização do real em mais de 15% em relação ao dólar.   
BSB, 24/11/12- A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou nesta semana substitutivo ao PL 178/2011, que estabelece o prazo máximo de 180 dias, para a entrega de imóvel adquirido em incorporação, contados a partir da data fixada para a entrega das chaves. Prevê, ainda, que caso o incorporador não cumpra o prazo estabelecido, deverá pagar multa de valor correspondente a 1% do valor total já pago pelo adquirente e uma multa penal moratória no valor correspondente a 0,5% ao mês (ou fração). Os valores das multas devem ser atualizados monetariamente pelo mesmo índice previsto no contrato e poderão ser deduzidas das parcelas a vencer após o prazo previsto para a entrega do imóvel. Obriga, ainda, as empresas incorporadoras a avisar o adquirente, com seis meses de antecedência, a respeito de possíveis atrasos na entrega do imóvel, salvo casos fortuitos ou de força maior. Os adquirentes de imóveis deverão, ainda, receber do incorporador informações mensais sobre o andamento das obras. O projeto segue para apreciação da Comissão de Defesa do Consumidor (CDC).   
BSB, 22/11/12- – O edifício mais alto do mundo começará a ser construído às margens do rio Xiangjiang na cidade de Changsha, na China. No entanto, o maior espanto é a duração da construção – apenas 90 dias. De acordo com o portal Discovery News, a torre, denominada Sky City One terá 220 andares em 838 metros de altura. A obra está sob responsabilidade da BSB (Broad Sustainable Building), a mesma empresa chinesa que construiu um hotel de 30 andares em Dubai no período recorde de 15 dias. O segredo de tanta rapidez é o uso de estruturas pré-montadas para levantar a torre - que representam 95% da obra - e conforme prometeu a BSB, terá a velocidade de construção de cinco andares ao dia. O Sky City One irá ultrapassar o arranha-céu Burj Khalifa, considerado o mais alto do mundo. Localizado em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o líder do ranking tem 828 metros e 160 andares. Também conhecido como Burj Dubai, a estrutura levou 20 vezes mais tempo para ser construída, conforme relatou o Discovey News. A monstruosa Sky City One será ligada por 104 elevadores e, segundo informações do próprio site da Broad Sustainable Building, o prédio será capaz de economizar cinco vezes mais energia que os edifícios tradicionais, usando por exemplo, lâmpadas de LED em seu interior. A BSB já é conhecida pelos seus edifícios sustentáveis como o New Ark Hotel, (também localizado na cidade de Changsha) que teve seus 15 andares prontos em apenas uma semana. O custo estimado da futura torre mais alta do mundo é de US$ 628 milhões.   
BSB, 19/11/12- A Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (Comat) da CBIC encerrou o período de inscrições do Prêmio CBIC de Inovação e Sustentabilidade. Foram inscritos 63 produtos e sistemas inovadores que concorrerão às categorias de Novos Materiais, Sistemas Construtivos e Pesquisa. O número de inscritos é um recorde na história da iniciativa. Em sua 19ª edição, o Prêmio é um dos mais importantes da categoria e disponibiliza um acervo de cerca de 350 trabalhos catalogados em seu site para todos aqueles que desejarem conhecer, pesquisar e colocar inovação em prática. Os 76 projetos serão agora avaliados pela comissão julgadora para a nova etapa do concurso. Os responsáveis pelos projetos selecionados no Júri farão uma apresentação pessoal e individual dos seus trabalhos. A comissão julgadora será composta por representantes do setor da construção civil; indústria de materiais de construção; governo federal ou estadual; agente financeiro; entidade de fomento à inovação; entidade de pesquisa e entidade de classe. Os vencedores do prêmio serão conhecidos no próximo mês de dezembro, durante a festa confraternização da CBIC, em Brasília. Os interessados em conhecer, pesquisar e colocar inovação em prática podem acessá-lo no site da organização.   
BSB, 17/11/12- O acesso ao crédito, somado ao crescimento da renda dos brasileiros, fez com que o número de construções civis aumentasse nos últimos anos. Segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), nas capitais e regiões metropolitanas o índice de crescimento nos últimos doze meses foi de 8,1% — número muito acima da indústria (0,9%), dos serviços (3,2%) e do comércio, que teve uma queda de 0,7%. Essa elevação causa impacto direto na geração de empregos no setor terceirizado, cada vez mais requisitado pelas empresas da construção. "Existem especificidades no setor que diferem dos demais", justifica Antônio Carlos Mendes Gomes, presidente da Comissão de Política de Relações Trabalhistas (CPRT), da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic). "Em razão disso, é que se tem um grande numero de empresas especializadas, congregando os profissionais qualificados. Assim, existe a possibilidade de um vínculo permanente", detalha. Pintor há 20 anos, Otávio Ferreira, 27, é trabalhador terceirizado em uma empresa especializada somente em pintura. "O bom desse emprego é que não falta serviço, pois termina-se uma obra e logo tem outra nos esperando. Isso é vantajoso pelo fato de diminuir o risco de desemprego", exemplifica o pintor. Otávio prefere não seguir o trabalho por conta própria devido ao receio de perder garantias trabalhistas. "Com carteira assinada, se eu sofrer um acidente, por exemplo, terei uma segurança maior", avalia.   
BSB, 17/11/12- A qualificação para desempenhar um bom serviço, avalia o deputado Arthur Maia (PMDB-BA), depende do próprio trabalhador, para que possa haver um aumento salarial. "A terceirização não é um mal por si mesma, depende de como ela é feita. Uma empresa especializada tende a procurar uma equipe qualificada e competente. Os trabalhadores com capacidade de cumprir as obrigações fortalecem as terceirizadas, e se manterão no emprego, pois a empresa não vai querer perdê-lo. Com esse raciocínio lógico há uma possibilidade no aumento salarial", acredita. De acordo com o presidente da Cbic, Paulo Safady Simão, é necessário encontrar alternativas para modernizar e evoluir a formulação atual do país. "A terceirização da mão de obra já deveria estar pacificada. A sociedade está mais madura. E o modelo eleva o índice de rotatividade do trabalhador". O ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Guilherme Caputo Bastos endossa: "A empresa não vai manter na obra um profissional capacitado para exercer uma função que ela não precisa mais. No entanto, se eles estão em uma empresa especializada para aquele tipo de serviço, estarão em permanente atividade", ressalta.   
BSB, 16/11/12– Tempos atrás era possível construir oito ou mais vezes na área de um terreno, porém, hoje, isso não é mais possível. “Cada vez mais a legislação impõe mais limites para o uso e ocupação do solo na cidade de São Paulo e isso acarreta na diminuição do aproveitamento dos terrenos, tendo como consequência o a elevação dos preços dos imóveis”, afirma o vice-presidente de Legislação Urbana do Secovi-SP (Sindicato de Habitação de São Paulo), Ricardo Yazbek. Yazbek conta que em 2002, o Plano Diretor Estratégico (revisão da prefeitura de São Paulo aplicada nos terrenos para estipular qual o potencial de construção na área) reduziu os coeficientes de aproveitamento básico do solo, estabelecendo novos limites de construção, que variam de 1,0 até 2,0, dependendo da região da cidade, pelas normas de zoneamento urbano. “A ideia era baratear os preços dos terrenos, o que não ocorreu. Ao contrário, o preço da terra subiu”, diz. "2013 será a grande oportunidade de corrigir aquilo que se mostrou equivocado no último Plano Diretor Estratégico", diz especialista do Secovi-SP Se o empreendedor não compra um potencial adicional de construção da prefeitura (cota que permite expandir o tamanho da obra, no caso de um edifício, o número de andares), ele vai ficar com menos espaço para a expansão das obras. Sendo assim, o empreendimento terá menos unidades, ao passo que os preços serão mais altos, além de encarecer o valor do condomínio. Em muitos lugares onde foi possível expandir as unidades graças aos potenciais adicionais, o mercado imobiliário cresceu. Com tal crescimento, os estoques “a mais” fornecidos pela prefeitura ficaram em seu limite ou então se esgotaram. Segundo Yazbek, de um total de 6,9 milhões de m², 49% já foram absorvidos e muitas regiões ficaram com seus potenciais de construção zerados, “impondo urgentes medidas”, alerta o especialista. Yazbek conta que o desafio do mercado imobiliário é equilibrar a oferta e a demanda, oferecendo imóveis com preços   
BSB, 15/11/12- O mercado imobiliário brasileiro está em franca expansão, sendo uma aposta de alto interesse para investimentos vindos do exterior. A afirmação tem como base o estudo semestral “Real Estate Report”, realizado pela Ernst & Young Terco. Segundo a pesquisa, atualmente, o setor conta com o montante de capital estrangeiro entre R$ 5 bilhões a R$ 10 bilhões. Os números são verdadeiros recordes, embora ainda muito menores do que o necessário. Prova disso é que para que seja reduzido o déficit acumulado será preciso, até o ano de 2030, um total de R$ 18 bilhões em investimentos anuais. O cenário nacional, no entanto, tem se mostrado cada vez mais atraente para olhares estrangeiros, destacando o fato de que o Brasil aparece à frente de países como China, EUA, Alemanha, França e Canadá. Entre as vantagens oferecidas, a alta lucratividade é um dos principais diferenciais para quem decide construir no país. A margem bruta operacional do mercado imobiliário nacional chega a ser quase 50% maior do que nos EUA e na China, por exemplo. Outro aspecto positivo é o fato de que o sistema de financiamento habitacional no Brasil é uma opção segura para investimentos no setor, oferecendo boas condições para quem deseja receber investimentos. Enquanto nos países desenvolvidos há grande concentração de capital, restrições de mão de obra e baixa rentabilidade, o Brasil chama a atenção como um mercado emergente. Além disso, o país é caracterizado pela estabilidade econômica, pela segurança institucional e por ser uma boa fonte de renda, resultando em uma relação de risco x retorno favorável aos investidores estrangeiros. Outro ponto a favor do mercado nacional foi o anúncio de eventos de alcance mundial, como a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, aliado a oportunidades como a exploração do petróleo e do pré-sal geram expectativas ainda maiores para o setor, reforçando a imagem positiva do Brasil no exterior.   
BSB, 12/11/12- O Índice de Confiança da Construção (ICST) caiu 5,1% no trimestre finalizado em outubro, de acordo com pesquisa divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta terça-feira (6). O resultado, apesar de negativo, apresenta evolução pelo terceiro mês consecutivo e sinaliza aumento no ritmo de atividade no setor. Em setembro, o recuo foi de 7,8%. Os segmentos construção de edifícios e obras de engenharia civil e aluguel de equipamentos foram os que tiveram melhora expressiva na comparação interanual. O primeiro passou de -7,4% em setembro para -4,3% no último mês e o segundo, de -7,3% para -5,6%. Nenhum dos segmentos registrou queda. De acordo com a FGV, houve avanço na percepção das empresas em relação ao momento atual e nas expectativas para os meses seguintes.   
BSB, 10/11/12- A qualidade e produtividade, quando bem executadas, são sinônimos de melhorias para o setor da Construção Civil. Para obter esse bom resultado, cerca de 100 pessoas estiveram, nesta quinta-feira, 8 de novembro, na décima edição do Fórum Técnico - Gestão do Processo Construtivo. O tema deste ano foi “Produtividade: Mais rápido e melhor”. O evento foi promovido pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF), por meio de sua Comissão de Materiais e Tecnologia (Comat). Na oportunidade, engenheiros, arquitetos, técnicos e outros profissionais que trabalham no setor participaram de debates, visando soluções para a melhoria da produtividade em todo o setor da Construção Civil. O presidente da Comat/Sinduscon-DF, Dionyzio Klavdianos, abriu o ciclo de palestras ressaltando a relevância do fórum, que buscou trazer, por meio dos palestrantes, experiências tanto teóricas como também práticas. “Este ano é comemorativo. Durante esses dez anos, conseguimos trazer pessoas da maior importância da cadeia produtiva. Procuramos trazer os melhores profissionais para que haja de fato essa reciclagem e troca de experiências”, destacou. O presidente do Comitê de Incentivo às Pequenas Empresas (Cipe/Sinduscon-DF), Antônio Ribeiro Borges, ministrou a palestra sobre as tecnologias inovadoras no Projeto Minha Casa Minha Vida. Borges ficou surpreso com a repercussão do fórum. “É um método novo e o retorno está sendo positivo. Espero participar nos próximos anos, já com novas ideias”, complementou.   
BSB, 08/11/12- Um conjunto de projetos de urbanização e paisagismo, estimadas em cerca de R$ 360 milhões, revitalizarão toda a área central da cidade, num raio de 3km do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. As propostas foram discutidas na quarta-feira (7/11) em audiência na Novacap e seguirão agora para processo licitatório. Durante a audiência, que recebeu ampla aprovação popular, foi feita uma apresentação de slides, com fotos, plantas e projeções futuras, para mostrar como esse conjunto de obras atenderá às necessidades da capital federal. As obras vão melhorar o fluxo de pedestres, ciclistas e veículos, integrar áreas do Entorno que hoje estão isoladas e contribuir com a sustentabilidade em toda a região. Entre as intervenções, estão previstos dois túneis para pedestres e ciclistas: o primeiro para ligar o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães e, o segundo, entre o Clube do Choro e o Parque da Cidade. Além disso, serão construídas novas calçadas com acessibilidade no Eixo Monumental e nos setores hoteleiros Norte e Sul, ciclovias e, até, uma interligação para veículos entre a W4 Norte e a W5 Sul, chegando até o Centro Universitário de Brasília (Uniceub).   
BSB, 05/11/12- O Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), aumentou de 0,21%, em setembro, para 0,24%, em outubro. No acumulado desde janeiro, a taxa apresenta alta de 6,68% e, nos últimos 12 meses, de 7,59%. O aumento registrado na passagem de setembro para outubro reflete reajustes no grupo de despesas materiais, equipamentos e serviços (de 0,42% para 0,49%). Em mão de obra, praticamente não houve alteração, com o índice em 0,01%. No entanto, quando se analisam os resultados acumulados, os gastos com os trabalhadores nas obras tiveram o maior peso. De janeiro a outubro, a taxa atingiu 8,96% e, em 12 meses, 10,27%. Nesses mesmos períodos, os materiais, equipamentos e serviços tiveram elevações de 4,4% e 4,92%, respectivamente. Das sete capitais pesquisadas, cinco indicaram acréscimos: Brasília (de 0,13% para 0,32%); Belo Horizonte (de 0,26% para 0,28%); Recife (de 0,15% para 0,48%): Rio de Janeiro (de 0,21% para 0,22%) e Porto Alegre (de 0,1% para 0,28%). Nas demais localidades, houve redução do índice. Em São Paulo, o INCC-M passou de 0,23% para 0,2%. Em Salvador, o decréscimo foi mais expressivo, de 0,26% para 0,14%. O índice é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.   
BSB, 29/10;12- Os maiores gastos das famílias brasileiras na construção civil são com a contratação de serviços, como pedreiros e pintores (42,4%), de acordo com levantamento da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção). Em segundo lugar está a compra de materiais da indústria de transformação, como cimento, tintas e materiais sanitários, com 36,7%. Essas despesas correspondem a quase metade dos gastos das famílias com renda mensal de até R$ 840.   
BSB, 26/10/12- O total de empregos na construção civil brasileira segue crescendo, mas em um ritmo menor que o verificado no ano passado, de acordo com pesquisa divulgada nesta quinta-feira pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O total de vagas na construção cresceu 0,4% em setembro ante agosto, com a contratação de 13,7 mil novos trabalhadores com carteira assinada no País. Já em setembro de 2011, a alta foi de 1,02%, com a contratação de 31,5 mil trabalhadores. No acumulado entre janeiro e setembro, o número de contratações no setor aumentou 7,81%, com 247,9 mil novas vagas. O desempenho também foi inferior ao registrado em igual período de 2011, quando a expansão foi de 10,5%, com mais 298,5 mil contratações. "Embora a desaceleração no ritmo de crescimento persista, o número de novos postos de trabalho formais criados pela construção brasileira no ano ainda é expressivo", afirmou em nota o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe. Com as novas contratações, a construção brasileira empregava até o final de setembro 3,422 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Destes, cerca de 1,723 milhão estava no Sudeste; 727,6 mil no Nordeste; 478,5 mil no Sul; 275,8 mil no Centro-Oeste e 216,2 mil no Norte. No Estado de São Paulo, o número de contratações na construção caiu 0,14% no mês passado, com o fechamento de 1,2 mil vagas. Em setembro de 2011, as contratações haviam somado mais 2,7 mil trabalhadores, alta de 0,34%. Apesar do declínio no comparativo mensal, no acumulado de janeiro a setembro de 2012 as vagas na construção paulista avançaram 5,51%, com a contratação de 45 mil trabalhadores. Assim como no restante do País, o resultado é inferior ao registrado em igual período do ano anterior. Entre janeiro e setembro de 2011, o setor havia contratado mais 59 mil trabalhadores, alta de 7,9%.   
BSB, 24/10/12- Termina no próximo dia 31 de outubro o prazo para inscrição no Prêmio CBIC de Inovação e Sustentabilidade. Os interessados podem concorrer nas categorias Novos Materiais, Sistemas Construtivos e Pesquisa. Em sua 19ª edição, o prêmio busca ideias que possam contribuir para a industrialização, o aumento da produtividade na construção civil, a sustentabilidade, a segurança e a qualidade do trabalhador, além de reduzir custos. Até nove projetos poderão ser premiados. O objetivo é que eles apresentem soluções nas áreas de materiais, componentes e elementos destinados às diversas etapas da construção de edificações residenciais, serviços e infraestrutura; sistemas e subsistemas – em um conjunto de elementos combinados – destinados às diversas etapas da construção de edificações residenciais, serviços e infraestrutura; sistemas de produção e gestão de obras – sistemas ou processos construtivos destinados às diversas etapas da construção de edificações residenciais, serviços e de infraestrutura; formação dos princípios do desenvolvimento sustentável, e habilidades profissionais envolvidas na construção civil. Como critérios de avaliação, serão observados o potencial de industrialização do projeto, sua originalidade, sustentabilidade, funcionalidade, impacto social e viabilidade da inovação. A comissão julgadora será composta por representantes do setor da construção civil, da indústria de materiais de construção, do Governo Federal, do segmento financeiro, de entidades de fomento à inovação, do setor de pesquisa e de entidades de classe.   
BSB, 19/10/12- O mercado imobiliário residencial será debatido na sexta edição do Cityscape Latin America, que a IBC vai promover nos dias 29, 30 e 31 de outubro, em São Paulo. A questão a ser observada nos empreendimentos residenciais é a tendência do mercado: observamos uma consolidação ou uma saturação do segmento? Para debater questões como entrega, capacidade construtiva e demanda, o mercado para os corretores, a precificação de produtos na região de SP e a atuação das empresas de intermediação, os organizadores do Cityscape convidaram o coordenador do índice FipeZap, Eduardo Zylberstajn, o diretor da GID International Group, Leandro Abreu, o CFO da Cipasa Urbanismo, Pedro Lodovici, o diretor presidente da Rodobens Negócios Imobiliários, Marcelo Lopez Borges de Oliveira, e o diretor da Brasil Brokers SP, José Roberto Federighi. A elevação de 2,6% no primeiro semestre do ano está abaixo da expectativa do SECOVI-SP, que era de 10% no fechado de 2012. É bom observar que o Secovi manteve a previsão de que os lançamentos em 2012 sejam 21% inferiores ao resultado do ano passado, sendo que 70% das 30 mil unidades previstas devem ser lançadas até dezembro. Diante deste cenário, fica a pergunta que será respondida no evento: estamos em um momento de saturação ou de consolidação do mercado residencial? Para os interessados em saber mais sobre o Cityscape Latin America, os detalhes do evento estão no site www.cityscapelatinamerica.com.br AGENDA: 6ª. edição do Cityscape Latin America Data: de 29 a 31 de outubro de 2012. Horário: Das 9h às 18h Local: Amcham Business Center - Rua da Paz, 1431 - São Paulo, SP Organização: IBC, empresa do Informa Group Informações: 11-3017-6808 ou O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. www.cityscapelatinamerica.com.br   
BSB, 15/10/12- A construção civil deve crescer 4% em 2013, de acordo com a coordenadora de construção civil da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Ana Maria Castelo. A análise foi apresentada durante a Reunião de Conjuntura da Diretoria do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), na última quarta-feira (3). Em relação à economia brasileira, Ana Maria Castelo acredita que o crescimento em 2013 será entre 3,5% e 4%. “A mudança da taxa de juros foi muito importante e a perspectiva é que ela se mantenha baixa. O governo quer manter investimentos”, afirma. O Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer mais de 3%. De acordo com Ana Maria, o Governo Federal está utilizando as parcerias e concessões à iniciativa privada para realizar investimentos em infraestrutura. Porém, ela afirma que a taxa de investimento da economia precisa ser maior que 22% para um crescimento sustentável. A economista recomendou medidas como a redução tributária e a redução dos encargos previdenciários. A construção contribui com 3,9% de seu faturamento para a Previdência Social - pouco, em sua visão.   
BSB, 09/10/12- A inflação medida pelo Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou forte recuo e fechou setembro em 0,25%. No mês anterior, a taxa chegou a 0,79%, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (5/10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O custo da construção, por metro quadrado no país, passou de R$ 845,10 em agosto para R$ 847,18, em setembro. Os materiais de construção apresentaram inflação de 0,15% em setembro, abaixo do 0,38% de agosto, representando R$ 449,99 do custo em setembro. Já o custo da mão de obra subiu 0,35% e chegou a R$ 397,19 em setembro. Em agosto, a inflação foi 1,26%. O Sinapi acumula taxas de 4,64% no ano e de 5,55% nos últimos 12 meses.   
BSB, 07/10/12- A reunião da Comissão de Obras Públicas (COP) da CBIC com representantes da Caixa Econômica Federal será realizada no próximo dia 24 de outubro, a partir das 14h30, na sede da entidade, em Brasília, e visa discutir os gargalos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Para a reunião, a COP/CBIC elaborou e enviou aos associados da entidade a Pesquisa PAC. A ideia é obter das empresas do setor da construção, em nível nacional, os gargalos do PAC, exclusivamente dos contratos que têm a Caixa como agente repassador dos recursos federais. O questionário enviado às entidades associadas à CBIC deve ser reproduzido às empresas afiliadas e devolvido via e-mail diretamente à Secretaria da COP/CBIC (diretoria@apeop.org.br) até, no máximo, o dia 15 de outubro.   
BSB, 04/10/12- O Índice de Confiança da Construção (ICST) recuou 7,8% no trimestre encerrado em setembro na comparação com um ano antes, de acordo a Sondagem Conjuntural da Construção divulgada pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado apresenta uma melhora em relação ao trimestre até agosto, uma vez que o índice havia cedido naquele mês 9,8% no mesma tipo de comparação. "O índice apresenta a segunda melhora consecutiva após quatro mesesem queda, resultado que pode sinalizar o início de um movimento de aceleração do setor", afirmou a FGV em nota. O indicador médio dos três meses até setembro ficou em 121,5 pontos, contra 131,7 pontos no mesmo período do ano anterior. No trimestre encerrado em agosto, o Índice de Confiança da Construção havia ficado em 122 pontos. Destaques Os destaques no trimestre finalizado em setembro foram Aluguel de Equipamentos, cuja variação foi de -7,3%, contra -11% por cento em agosto, e Construção de Edifícios e Obras de Engenharia Civil, com -7,4%, ante -9,9% em agosto. No trimestre encerrado em setembro, o Índice da Situação Atual (ISA-CST) apresentou queda de 9,4%, contra variação negativa de 11,8% em agosto. Já o Índice de Expectativas (IE-CST) caiu 6,4%, ante queda de 8,1% no mês anterior. Na terça-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que a produção industrial brasileira subiu 1,5% em agosto frente a julho, melhor resultado desde maio de 2011. ¦ Reuters   
BSB, 02/10/12- Após passar por cidades como Belo Horizonte e São Paulo, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) traz para Brasília a 5ª Oficina do Programa Inovação Tecnológica (PIT). Desenvolvido desde 2007, o programa analisa e define diretrizes para o desenvolvimento e difusão de inovação tecnológica na Construção Civil. Na versão brasiliense, a oficina abordará o tema “Cidades (Infraestrutura Urbana, Gestão Habitacional e Real Estate)”. Serão cinco oficinas, com diferentes focos, que têm como objetivo buscar um consenso político sobre Ciência, Tecnologia e Inovação para a Construção Civil no país. Realizada pela Cbic e pela Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído (Antac), o evento conta com a participação de representantes de universidades, governo federal, empresas e entidades setoriais, que debaterão os desafios acerca do tema para o setor. O evento será realizado na sede do Sinduscon DF, dia 3 de outubro, às 9h30. Para mais informações, ligue (61) 3327-1013 ou envie e-mail para comat@cbic.org.br.   
BSB, 30/09/12- A atividade das empresas do setor da construção recuou em agosto, aponta a Sondagem Indústria da Construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador de atividade ficou em 48,1 pontos em agosto, abaixo da linha divisória de 50 pontos. Os indicadores variam de zero a cem. Abaixo de 50 revelam variação negativa. O pior desempenho foi verificado entre as pequenas empresas, segmento em que o indicador de nível de atividade ficou em 46,3 pontos. O indicador de utilização da capacidade de operação subiu 1 ponto percentual de julho para agosto e ficou em 70%. Essa alta foi puxada pelas médias e pelas grandes empresas, mas entre as pequenas houve recuo de quatro pontos percentuais, de 66% em julho para 62% em agosto. A pesquisa foi realizada entre 3 e 14 de setembro e ouviu 475 empresas do setor, sendo 176 pequenas, 186 médias e 113 grandes.   
BSB, 29/09/12- A Caixa Econômica Federal anunciou redução nas taxas de juros da Construcard, linha de financiamento de materiais de construção. As ações fazem parte do Programa Caixa Melhor Crédito, que tem como objetivo facilitar o acesso ao crédito. As novas condições apresentam juros de 0,90% ao mês + TR, além de prazo de 72 meses para pagar. A taxa começa a valer no dia 1º de outubro. De acordo com a Caixa, o volume mensal de contratação da Construcard cresceu 409% após o lançamento do Programa Caixa Melhor Crédito, chegando a R$ 647 milhões no mês de agosto. No final de julho, o banco havia anunciado a redução de taxas da Construcard. A taxa mínima, por exemplo, foi de 1,96% para 1,40% ao mês. Além disso, o prazo de pagamento foi ampliado para 96 meses.   
BSB, 28/09/12- Empresários de diversos estados brasileiros que integram a Comissão de Obras Públicas (COP) da CBIC participaram de uma reunião com representantes do Ministério do Planejamento, do Ministério das Cidades e da Caixa Econômica Federal para debater sobre estratégias a serem adotadas para agilizar as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em especial aquelas relacionadas aos setores de saneamento básico e de moradia. A reunião foi coordenada pela diretora de Infraestrutura Social e Urbana do PAC, Maria Caldas, que ressaltou a importância desse diálogo iniciado no 84º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic) realizado em Belo Horizonte no último mês de agosto. “O Governo está aberto para debater com empresários e com os órgãos de controle medidas para agilizar o andamento das obras”. Os empresários apresentaram na reunião exemplos de problemas operacionais que têm sido obstáculo para a evolução do ritmo das obras nos estados. A reunião definiu como desdobramento a realização de um próximo encontro no dia 25 de outubro para debater de modo mais aprofundado questões relacionadas ao Regime Diferenciado de Contratação (RDC) e à necessidade de que o país vive de formulação de projetos nas áreas de saneamento e moradia. “O problema do país não é a falta de recursos, mas a falta de projetos de qualidade”, afirmou a diretora Maria Caldas. Também estiveram presentes, pelo Governo: a secretária de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães; o secretário nacional de Saneamento Ambiental, Oswaldo Garcia; o vice-presidente de Governo da Caixa, José Urbano Duarte e de José Carlos Medaglia, superintendente da Caixa.   
BSB, 26/09/12- A criação de vagas de trabalho (contratações menos demissões) na construção civil em todo o País atingiu 12,7 mil em agosto, um crescimento de 0,37% em relação a julho. Os números mostram que o nível de emprego no setor continua avançando, mas em um ritmo menor. Em julho, a alta havia sido de 1,27%, de acordo com a pesquisa divulgada nesta terça-feira pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Nos primeiros oito meses de 2012, a criação de postos no Brasil aumentou 7,38%, com a contratação de mais 234,2 mil trabalhadores. O resultado foi menor do que o registrado no mesmo período de 2011, quando o emprego cresceu 9,44%, com 267 mil contratações. "A desaceleração no ritmo de criação de vagas mostra que a expansão da atividade da construção continua, embora em um ritmo mais moderado", afirmou em nota o presidente do Sinduscon-SP, Sergio Watanabe. "Em pequena parte, esse ritmo de crescimento mais contido também resulta de incremento na produtividade, fruto de investimentos em treinamento", completou. Em entrevista recente à Agência Estado, Watanabe disse que o ritmo de recuperação da economia brasileira é lento e preocupante, afetando negativamente o setor da construção. Na ocasião, ele também lembrou que o Sinduscon-SP já diminuiu suas projeções de crescimento do setor de 5% para 4% neste ano em função da desaceleração da economia, que tem mostrado muita instabilidade. Outra reclamação é sobre o baixo nível de investimentos no País, que gira em torno de 18% do Produto Interno Bruto (PIB). Com as novas contratações, a construção brasileira empregava até o final de agosto 3,408 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Destes, algo em torno de 1,719 milhão estava no Sudeste; 721,5 mil no Nordeste; 477,7 mil no Sul; 276,7 mil no Centro-Oeste e 213,6 mil no Norte. Em agosto, o emprego na construção cresceu em relação a julho em todas as regiões do País,   
BSB, 26/09/12- Segundo o especialista em Gestão Empresarial, Guilherme Machado, a expectativa é de que as construtoras e incorporadoras voltem a lançar novos empreendimentos que tendem a estar cada vez mais personalizados de acordo com o perfil do futuro comprador e da região. O Portal do Corretor de Imóveis (www.soucorretordeimoveis.com.br) lança no mercado a primeira feira virtual do Brasil para recrutamento no mercado imobiliário. Em exposição online até 15 de novembro, durante 24 horas por dia, para participar da Expo RHMI os interessados devem acessar o site (http://www.rhmi.com.br/) e fazer um cadastro, o que vai permitir a visita aos estandes, assistir palestras e obter descontos em cursos. O sistema é gratuito e permite interação direta – via chat online - com as imobiliárias presentes no evento. Além disso, para oferecer diversidade nas ofertas de emprego foram selecionadas empresas com os mais variados perfis justamente para que o visitante possa optar pela imobiliária que mais se adéqua ao seu perfil. Também é possível agendar as entrevistas com os expositores. Segundo Betina Meyer Pflug, diretora do Portal do Corretor, o objetivo é oferecer profissionalização a quem deseja se tornar corretor de imóveis. “Somente no estado de São Paulo há cerca de 120 mil profissionais e a demanda do mercado é de, pelo menos, o dobro”, explica. A executiva destaca ainda que as pessoas também poderão obter desconto de quase 40% no curso online de TTI (Técnico em Transações Imobiliárias) durante o período da feira.   
BSB,24/09/12- O termo sustentabilidade tem se tornado cada vez mais comum com o passar do tempo. Usar métodos e técnicas para diminuir riscos de impacto ambiental faz parte do processo de conscientização e reeducação também dos canteiros de obras. As construtoras aproveitam o crescimento da tecnologia para colocar em prática ações de redução de gastos de energia e equipamentos que favorecem o sistema. Uma das grandes preocupações das construtoras é saber como fazer uso dos materiais essenciais de construção como cimento, aço, madeira, entre outros, sem causar grandes danos à natureza. A má utilização ou distribuição desses itens dentro das construções podem trazer problemas ambientais, além de prejuízos financeiros. Por esse motivo, as construtoras investem em serviços que ajudam a acelerar o crescimento das obras e ainda colaboram com o projeto sustentável. A adequação dos canteiros de obras nas grandes construções envolvem algumas ações que caracterizam o sistema de sustentabilidade. Desde que haja participação de colaboradores e uma estrutura apropriada é possível investir nesse processo em busca de melhores resultados. Entre os serviços possíveis de se trabalhar nas construções visando menos degradação destacam-se a redução de energia, a reutilização da água da chuva e a gestão de resíduos. Para entender melhor sobre esse processo, o diretor técnico da Tecpro Engenharia, Marcelo Guido (foto), explica como o trabalho é feito dentro da construção. De início, ele destaca a importância de trabalhar com a gestão de resíduos provenientes da obra, uma vez que é notória a quantidade de entulho gerado durante as construções. O processo funciona com o reaproveitamento de itens como cimento, aço, madeira e até mesmo os plásticos como o PVC; todos materiais que podem ser reaproveitados em outros serviços.   
BSB, 24/09/12- Outra característica de trabalho sustentável nos canteiros de obras é a utilização de água da chuva e o aproveitamento maior de energia solar. Marcelo Guido comenta que é possível aproveitar com facilidade a água que vem do céu em alguns processos da construção. Após o acúmulo da água em reservatórios próprios, destina-se a utilização em jardins, lavagem de garagens e até mesmo para vasos sanitários. Com relação à energia, o diretor da Tecpro fala que o planejamento de economia funciona desde um projeto bem-feito dos canteiros de obras até o próprio edifício pronto. O sistema de automação, por exemplo, permite a utilização apenas em horários específicos com ativação de sensores de presenças, além de poder ser usado em garagens, portarias, corredores, etc. Os elevadores também recebem sistemas de economia de energia e, não menos importante, a energia solar. Marcelo acrescenta que existe, ainda, a construção seca. É um tipo de empreendimento que caracteriza-se pela não utilização de água e cimento durante a execução das obras. Ele fala que o cimento é um grande vilão ambiental justamente por gerar gases que comprometem a atmosfera. “ “Sem a utilização do material (cimento) na construção o impacto é menor. Além de haver outros ganhos, como produtividade, e mais rapidez. Gera-se menos desperdício de mão de obra”, aponta o diretor técnico. Comprometidas a gerar menos impacto ambiental, as construtoras buscam formas de colaborar para manter a saúde do planeta. Ações de economia de energia, redução de resíduos pesados e sistemas de aproveitamento de água da chuva, configuram parte do que pode ser feito nas obras visando o bem-estar e uma maior qualidade de vida.   
BSB, 24/09/12- Tendo em vista essas ações, a construção civil busca cada vez mais iniciativas para continuar na trajetória de fazer mudanças em relação à degradação ambiental. Por meio de serviços úteis à sociedade, práticas de aprimoramento do sistema sustentável aparecem como ferramentas primordiais nas grandes edificações. Comprometida a gerar menos impacto ambiental nas construções com redução de resíduos, economia de energia, utilização de produtos ambientalmente corretos, a Brookfield Incorporações procura empregar nos canteiros de obras iniciativas sociais voltadas para escolas de alfabetização e as escolas técnicas, voltadas ao desenvolvimento dos seu colaboradores. “Entendemos a nossa responsabilidade com o desenvolvimento das cidades onde atuamos e, mais especificamente, com as pessoas que viverão nos nossos empreendimentos ou que já vivem no seu entorno”, conta Adriana Pusch, diretora de marketing institucional e responsabilidade social da Brookfield. Como projeto de destaque desenvolvido pela Incorporadora está o Jardins do Cerrado, em Goiás, onde encontra-se em construção o maior empreendimento enquadrado no Minha Casa, Minha Vida no Centro-Oeste, e, recentemente lançado, o projeto de mobilização comunitária com o Instituto Brookfield. O programa Ambientes Saudáveis busca dar instrumentos à comunidade para que seja criada uma agenda sustentável, com iniciativas voltadas à melhoria da qualidade de vida. Adriana ressalta que o cuidado da Brookfield dentro do desenvolvimento social é maior quando se trata de projetos do segmento econômico. A diretora explica que a experiência de trabalhar com gestão e articulação de parcerias é importante para fortalecer mobilizações fundamentais para garantir a qualidade de vida dos moradores.   
BSB, 23/09/12- As vendas de materiais de construção no Brasil cresceram 1,7% em agosto na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou a associação que representa o setor no país, Abramat. Em relação a julho, o salto foi maior, de 8,2%. Nos oito meses até agosto, porém, as vendas acumulam alta de apenas 2,1%, abaixo da estimativa da entidade para o ano, de crescimento de 3,4%. “Embora agosto apresente uma reação nas vendas, superando julho, o fraco resultado no acumulado do ano coloca um enorme desafio para alcançarmos a previsão de fechamento do ano”, afirmou o presidente da Abramat, Walter Cover, em nota. A Abramat esperava alta de 4,5% nas vendas de materiais em 2012 e diminuiu a estimativa para 3,4%.   
BSB, 21/09/12- A queda do volume de lançamentos de imóveis e os impactos sobre a venda de unidades pode levar a incorporadora Cyrela Brazil Realty a revisar sua meta de vendas em 2012, de acordo com o vice-presidente-financeiro da companhia, José Florêncio. "No momento, a meta de vendas ainda é factível, mas vamos esperar as próximas semanas para ter um cenário melhor", disse ele a jornalistas nesta tarde, durante evento promovido pela Abecip. Questionado, o executivo admitiu a possibilidade de um corte nas projeções. "Mas não será nenhuma revisão grande, [de corte] pela metade", acrescentou. De acordo com Florêncio, a Cyrela não enfrenta problemas de demanda, mas de lançamento de projetos. O executivo disse que há R$ 8 bilhões em volume geral de vendas (VGV) represados com empreendimentos que tiveram o lançamento postergado. Desse montante, metade do VGV se refere a projetos na cidade de São Paulo, onde empresários têm reclamado de dificuldades para obter licenças. Outro tema abordado pelo executivo foi a perspectiva da procura por imóveis residenciais no País continuar forte este ano, apoiada em fatores como a alta do crédito e o crescimento da classe C. Segundo ele, a população do País deve avançar 12% entre 2010 e 2030, enquanto o número de lares deve aumentar 42%. "A decisão de compra de um apartamento é de longo prazo, e o consumidor tem mostrado confiança em que manterá seu emprego nos próximos anos", disse.   
BBSB, 20/09/12- Soluções eficientes que provoquem o menor impacto ambiental e com melhor gestão de resíduos. Esse é um dos eixos em debate durante o V Seminário Pernambuco de Construção Sustentável, que teve início ontem e segue até amanhã no Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Pernambuco (Sinduscon-PE). Ontem, no primeiro dia do evento, foi apresentado o protótipo de uma casa sustentável, construída para o evento a partir de soluções sustentáveis desde a construção até a sua operação e até o fim de sua vida útil. Uma casa só é sustentável se, ao fim de sua vida útil, puder ter seus materiais reciclados , destaca o diretor de tecnologia do Sinduscon-PE e organizador do seminário, Serapião Bispo. Hoje, a discussão gira em torno da eficiência energética, com a palestra sobre iluminação e eficiência energética nas arenas que estão sendo construídas para a Copa de 2014 e a apresentação sobre etiquetagem de edificações quanto à eficiência energética. À tarde, haverá a discussão sobre ordenamento urbano sustentável, com a participação da arquiteta e especialista em arquitetura sustentável do escritório inglês Forster + Partners, Filomena Russo, como palestrante, e do professor de arquitetura da Universidade Federal de Pernambuco Luiz Priori Junior como debatedor. Embora as soluções apresentadas no seminário já estejam no mercado há mais de dez anos e sejam aplicadas na Europa e nos Estados Unidos. O presidente do Sinduscon, Gustavo de Miranda, ressalta que o setor de construção civil no Estado tem se transformado a partir das discussões iniciadas desde 2002 nos fóruns realizados no Sinduscon e que este ano criou o Movimento Vida Sustentável (MVS) em parceria com a Revista Construir Nordeste. Durante o seminário, também será lançado o portal do MVS.   
BSB, 19/09/12- O governo federal poderá exigir um percentual mínimo de produtos manufaturados nacionais e serviços nos contratos das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), de acordo com a Medida Provisória 580, publicada ontem no Diário Oficial da União. Segundo a MP, o governo federal vai estabelecer regras e condições para caracterizar os produtos e os serviços e indicar as normas técnicas brasileiras específicas a serem atendidas na fabricação dos produtos. Também será definido o percentual mínimo de produtos e serviços nacionais e a forma com que será feita a aferição e a fiscalização. O governo federal ainda vai acompanhar e avaliar periodicamente a implantação da exigência da aquisição de uso de um percentual mínimo de produtos nacionais em contratos dos PAC, sob a modalidade de execução direta ou descentralizada. As obras do PAC executadas com base em transferências obrigatórias aos Estados, Distrito Federal e aos municípios também poderão fixar a exigência de um percentual mínimo de produtos e serviços nacionais. A MP 580 trata ainda de prorrogação do prazo de contratos de terceirizados da empresa pública Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica (Ceitec). Os contratos poderão ser estendidos por mais 12 meses, a contar da data de seu encerramento, por deliberação do conselho de administração da empresa.   
BSB, 16/09/12- O Senai-BA inaugurou recentemente a Escola Móvel de Construção Civil. A iniciativa é resultado de ações do grupo de capacitação para inovação do programa inovação tecnológica (PIT) da CBIC, coordenado pelo vice-presidente da CBIC, Vicente Mattos, juntamente com os Sinduscons da Bahia, Ceará e Rondônia e parceria da SH e da Votorantim. “A iniciativa é uma conquista do PIT e beneficiará os estados da Bahia, Ceará e Rondônia”, comemora Vicente Mattos. A escola levará aos canteiros de obra cursos e palestras para aperfeiçoamento profissional visando facilitar a incorporação de inovações no setor de Construção Civil. A unidade é equipada com uma biblioteca para consultas, ferramentas para aulas práticas e um laboratório de informática. Os cursos serão desenvolvidos com   
BSB, 15/09/12- A indústria brasileira de materiais de construção deve voltar a ser mais competitiva a partir de 2013, com as importações no setor começando a perder forças após terem disparado entre 2005 e 2011, segundo estudo do setor divulgado ontem. "As importações serão menores de 2013 para frente, não devem crescer mais", disse o presidente da associação que representa o setor no país, Abramat,Walter Cover. "Haverá crescimento, mas em potencial menor... (o ano de) 2012 representa um ponto de inflexão importante." A competitividade da indústria de materiais diminuiu em 35% de 2005 a 2011, período em que as importações aumentaram em média 15,5% ao ano, conforme levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) em parceria com a Abramat. No ano passado, a participação das importações na oferta local do setor chegou a 6,2%, contra 5,2% e 4|% em 2008 e 2005, respectivamente. Os segmentos mais afetados por este avanço incluem equipamentos de distribuição e controle de energia, vidro, siderurgia e produtos cerâmicos. "A competitividade diminuiu essencialmente por uma questão de preço", assinalou Cover. Isso porque a forte desvalorização da taxa de câmbio entre 2005 e 2011 deixou os produtos importados mais baratos. No período de 2008 a 2011, por exemplo, as importações brasileiras de materiais de construção cresceram 13,3%, ficando bem próximas do resultado para as importações totais do país, que aumentaram 13,4% no mesmo intervalo. Já a balança comercial do setor tem sido negativa desde 2010. No ano passado, o déficit superou US$ 1 bilhão e, para 2012, a estimativa é de que o saldo seja negativo em US$ 1,2 bilhão, considerando importações de US$ 4,9 bilhões e exportações de US$ 3,7 bilhões. "Uma das formas da indústria reagir é com melhora de produtividade", disse Cover, ressaltando entre os fatores que devem contribuir para a reversão do cenário para o setor a valorização da taxa de câmbio e a desoneração de impostos.   
BSB, 15/09/12- O setor de materiais conquistou a desoneração até o fim de 2013, mas ainda pleiteia a extensão da lista de produtos beneficiados. Outra medida de incentivo adotada recentemente pelo governo, de elevar a alíquota do Imposto de Importação de 100 produtos, também deve favorecer a indústria de materiais, que teve itens como vidros e materiais elétricos incluídos na lista. A entidade pleiteia agora a inclusão de outros itens na segunda lista, que será anunciada em outubro, contendo mais 100 produtos que também terão o imposto de importação elevado. "Estamos discutindo com o governo a entrada de vergalhões de aço e metais sanitários", disse Cover, se referindo a produtos que têm forte participação nas importações. Embora tais medidas não tenham efeito imediato, a perda de competitividade nos últimos anos já começou a ser parcialmente revertida no primeiro semestre deste ano, quando houve alta perto de 11%. Vendas em queda O faturamento da indústria de materiais vem perdendo força desde 2011 e, este ano até julho, acumula alta de 2,2%, abaixo da previsão da Abramat para 2012, de crescimento de 3,4 %. "Existe a tendência de revisão para baixo após os dados de agosto", afirmou Cover. A Abramat já reduziu a projeção para este ano, que era inicialmente de aumento de 4,5%. Segundo ele, o varejo, que responde por cerca de 25% das vendas do setor, vem contribuindo para que o desempenho não seja pior. "Essa é a parte (varejo) que vai indo bem no mercado de materiais", disse. As vendas de materiais no varejo subiram 9,3% no primeiro semestre e, de acordo com projeção da Abramat, devem fechar 2012 com alta de 9,2%.   
BSB, 14/09/12- O Produto Interno Bruto (PIB) variou 0,4% no segundo trimestre de 2012, em relação ao primeiro trimestre deste ano. O resultado ficou abaixo do esperado pelo mercado, que esperava uma variação de 0,5% a 0,6%. Três das quatro atividades industriais consideradas no indicador registraram variações negativas, dentre elas, a Construção Civil, com queda de 0,7%. A expectativa era de que mesmo com crescimento menor, o setor poderia ajudar na recuperação da área industrial. O resultado também surpreendeu negativamente o mercado. A expectativa, agora, é de que com as recentes medidas adotadas pelo Governo, os resultados ao longo dos últimos meses do ano sejam melhores. Na comparação com o segundo trimestre de 2011, o PIB cresceu 0,5%. A Construção civil registrou alta de 1,5%. De acordo com o presidente da Câmera Brasileira da Construção Civil (CBIC), Paulo Simão, a expectativa é de que neste segundo semestre, a economia brasileira apresente melhores percentuais, estimulada pela continuidade da queda dos juros, pelo novo patamar da taxa de câmbio e pelas medidas de estímulo à economia. São esperadas mudanças como desoneração da folha de pagamento, concessão e investimento em infraestrutura, além da possibilidade de retomada das contratações do programa Minha casa, Minha Vida na faixa 1 e incentivos à aquisição bens de consumo semiduráveis via redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).   
BSB, 13/09/12- Quando uma nova obra ou reforma está para começar e é chegado o momento de encontrar funcionários da construção civil disponíveis, há problemas à vista. Este é o drama de quem vive da entrega de obras: construtoras, empreiteiras e incorporadoras. As razões passam por diversas pendências, desde a falta de uma melhor educação básica para as classes mais baixas, de onde normalmente são recrutados esses funcionários, até a estagnação econômica brasileira dos anos 1980 e 1990, que levaram muitos profissionais do setor a abandonar martelos, colheres de pedreiro, prumos e outros equipamentos. “Esse trabalhador que deixou a construção civil não está voltando, ele procurou outra função para garantir sua subsistência. Durante muito tempo, não se investiu em escolas profissionalizantes, não tinha mercado de trabalho também”, explica Valter Souza, presidente do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias da Construção Civil de Porto Alegre. O resultado da grande debandada é que, quando a atividade no setor se intensificou, em 2005, as empresas tiveram que contratar pessoas sem experiência e formá-las em meio às obras.   
BSB, 13/09/12- Se já é complicado ensinar alguém durante o trabalho, a tarefa torna-se ainda mais difícil quando o novo funcionário tem pouca instrução. O operário da construção civil, na maioria dos casos, tem baixo grau de escolaridade e não é comum encontrar funcionários com dificuldade para ler e escrever. “Recordo de um pedreiro que me dizia que sabia todas as letras, só não conseguia juntá-las. Espero que o Brasil possa melhorar a sua educação básica, porque a construção civil vai seguir contratando pessoas de menor escolaridade, mas já teremos um patamar melhor do que o de hoje”, considera Paulo Garcia, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS). Outra dificuldade enfrentada pelas empresas é manter o quadro de funcionários. A rotatividade é altíssima. O setor contrata cerca de 1,5 milhão de novos trabalhadores por ano, mas dispensa outros 1,5 milhão por ano também. “É praticamente um por um”, indica Paulo Garcia. Esse troca-troca de capacetes acontece por vontade dos próprios operários, que pedem para ser dispensados ou forçam uma demissão. Uma vez livre, o trabalhador se torna apto a receber benefícios do governo, como o seguro-desemprego e pode, ao mesmo tempo, procurar “bicos” para aumentar o orçamento. “O bom trabalhador pede para ser demitido prometendo voltar para a empresa num futuro próximo. O mau trabalhador começa a faltar, deixa de produzir e acaba dispensado também. A legislação trabalhista brasileira é antiquada e induz para isso”, salienta Garcia.   
BSB, 13/09/12- Assim como os operários de construção civil, os engenheiros também tiveram que se adaptar durante o longo período de estagnação do setor. Muitos passaram a atuar na área financeira, fugindo da sua área de formação. “Nas últimas duas décadas, o desejo de cursar uma faculdade de engenharia estava num segundo plano, porque a construção civil não estava na sua plenitude. As pessoas que se formavam não conseguiam se sustentar no mercado de trabalho”, ressalta Carlos Alberto Aita, diretor administrativo da incorporadora gaúcha Nex Group e integrante da comissão técnica da Sociedade de Engenharia do Rio Grande do Sul. Com o grande aumento da demanda, os engenheiros que se mantiveram na profissão no período em que havia pouco emprego estão valorizados. Mas eles são poucos para atender à necessidade do mercado. Por isso, as empresas estão recrutando estagiários recém-aceitos na faculdade para contratá-los logo após a formatura já com experiência. “Na década de 1970, quando eu fiz faculdade, eu já sabia que iria me formar empregado. E agora isso voltou”, indica Aita. No segundo semestre de 2011, o mercado da construção civil desacelerou, embora continue extremamente aquecido na comparação com a demanda de seis anos atrás. E agora, além do mercado imobiliário, há planos de governo que garantem emprego para engenheiros de diversas áreas. “Obras de saneamento, estradas, pontes e até ferrovias no País garantem novos mercados para o engenheiro desenvolver o seu trabalho”, conclui Carlos Alberto Aita.   
BSB, 12/09/12- O Sinduscon-DF promove nesta quinta-feira (13), em sua sede, em Brasília, evento do Projeto “Indicadores do Concreto”. Há mais de dois anos o processo de concretagem no DF está sendo mapeado, no que se refere à logística de fornecimento e à qualidade. De iniciativa do Sindicato, os índices obtidos são disponibilizados para consulta pública. O projeto visa, entre outros: fornecer subsídios para aprimoramento da pesquisa estatística implantada a partir do projeto piloto; buscar as razões dos índices obtidos e propor soluções para melhorá-los/sub-projeto Canteiro Modelo; promover uma cultura de troca franca e aberta de experiências entre os canteiros de obras; sensibilizar construtoras e concreteiras para assinatura de contratos de compra de concreto com base em descontos e penalidades com base nos índices do projeto; incentivar a utilização dos indicadores como ferramenta de gestão nos canteiros, e reciclar e melhorar o conteúdo técnico do profissional de engenharia utilizando eventos técnicos. Nesta quinta-feira serão realizadas as seguintes palestras: “Especificação, recebimento e controle do concreto em obras convencionais para garantir o desempeno projetado da estrutura” e “Avanços na tecnologia do concreto e sua repercussão na vida útil das estruturas”. Mais informações no site www.projetoconcreto.org.br.   
BSB, 11/09/12- O Índice de Confiança da Construção (ICST), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), voltou a cair, na média do trimestre de junho a agosto, ao passar de 135,2 para 122 pontos, um recuo de 9,8% em relação a igual período do ano passado. No trimestre anterior, o resultado havia sido negativo em 9,9%. A pesquisa Sondagem Conjuntural da Construção mostra que esse resultado é reflexo, em grande parte, das quedas nos seguintes setores: aluguel de equipamentos de construção e demolição, com operador, que teve queda de 11% ante a de 3,9%, e obras de acabamento, que passou de -4,1% para -5%. Em dois segmentos, também houve redução, mas a queda foi menor do que no período anterior: obras de instalações (de -9,3% para -8,4%) e construção de edifícios e obras de engenharia civil (de -10,1% para -9,9%). Houve uma piora na percepção dos empresários sobre as condições atuais, com o Índice da Situação Atual (ISA-CST) em -11,8% ante -10,6%. De um total de 704 empresas consultadas, 29,2% classificaram como bom o momento atual. Em igual trimestre de 2011, 41,7% dos entrevistados tinham essa avaliação. Para 11,1%, o quadro é ruim, ante 8,3% que tinham a mesma percepção há um ano. Quanto ao Índice de Expectativas (IE-CST), ocorreu queda de 8,1%. Porém, o resultado foi um pouco melhor do que o da pesquisa passada (-9,2%).   
BSB, 10/09/12- A maior parte das incorporadoras que têm ações negociadas em bolsa está arrumando a casa depois dos anos de euforia que tomou conta do mercado imobiliário. Esses ajustes explicam, em parte, os números registrados no primeiro semestre. Entre eles, está o volume de lançamentos que despencou 38% e o de vendas que recuou 17% em relação ao mesmo período do ano passado. Com isso, a margem bruta do setor voltou para o piso histórico, de 22%, enquanto a margem Ebitda e a margem líquida chegaram ao menor patamar, de 8% e 2%, respectivamente. Não é de se espantar que a dívida líquida sobre o patrimônio líquido tenha crescido 17 pontos percentuais comparativamente ao primeiro semestre do ano passado, chegando a 80%. No caso da Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI), a relação chega a 170%. Já quando o assunto é banco de terrenos, o estoque acumulado do setor atingiu R$ 209,4 bilhões.   
BSB, 09/09/12, Os custos de mão de obra e o custo médio do metro quadrado na construção civil registraram altas, segundo o Índice Nacional de Construção Civil (Sinapi) do mês de agosto, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com a Caixa Econômica Federal. Em relação à mão de obra, esta é a vigésima alta consecutiva. O custo médio do metro quadrado em agosto chegou a R$ 845,10. Desse total, R$ 449,30 são relativos a materiais de construção e R$ 395,80 à mão de obra. Segundo a pesquisa, a variação média da mão de obra foi 1,26%, ante 0,54% no mês de julho. A variação dos materiais de construção ficou em 0,31% ante 0,07%, e o custo médio variou 0,79%. A variação do Sinapi em 2012 chegou a 4,38%. No acumulado dos últimos 12 meses o índice registra alta de 5,49%. O maior custo por metro quadrado no país foi registrado no Rio de Janeiro, com o total de R$ 951,86. A maior alta no mês foi em Mato Grosso, com 5,17%, atingindo R$ 866,38. Desde 2002, o Sinapi é usado como referência para delimitação dos custos de execução de obras públicas.   
BSB, 08/09/12- Os preços da construção civil no Distrito Federal aumentaram 0,53% em agosto, em comparação a julho. É o que aponta o Custo Unitário Básico do Distrito Federal (CUB-DF/m²), divulgado na quarta-feira (5) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF). No mês em análise, o CUB-DF/m² foi de R$ 946,89. O levantamento é baseado no padrão R8-N (residência multifamiliar padrão normal - garagem, pilotis e 8 pavimentos). Em agosto, as despesas com mão de obra chegaram a R$ 481,10 (50,81%). Referente aos materiais, o valor ficou em R$ 390,50 (41,24%); as despesas administrativas fecharam em R$ 68,63 (7,25%); e os equipamentos contabilizaram R$ 6,66 (0,70%). Neste mês, 10 dos 29 insumos que participam da pesquisa apresentaram aumento em seus preços, 10 registraram redução e nove insumos permaneceram com seu preço estável. Entre os materiais que apresentaram aumento em seus preços, destacaram-se: placa cerâmica (azulejo) de dimensão 30 cm x 40 cm; PEI II, cor clara, imitando pedras naturais; emulsão asfáltica impermeabilizante; e fio de cobre antichama, isolamento 750 V, # 2,5 mm². O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) apresentou variação positiva de 1,43% e o Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) ficou em 0,32% em agosto. Nos últimos 12 meses, o ¬CUB-DF apresentou variação acumulada de 8,85%, enquanto a variação acumulada do IGP-M foi de 7,72% e do INCC-M foi de 7,48%, no mesmo período. O CUB-DF/m² é calculado e divulgado mensalmente pela Comissão de Economia e Estatística do Sinduscon-DF, presidida pelo engenheiro Marcus Peçanha. A entidade acompanha a evolução dos preços de 25 materiais de construção, salários de três categorias de mão de obra (pedreiro, servente e engenheiro) e um equipamento (aluguel de betoneira).   
BSB, 07/09/12- Voltadas para a compra de material de construção, as contratações da linha Construcard, da Caixa Econômica Federal, tiveram alta de 409% entre abril e agosto de 2012. Segundo os dados da Caixa, em abril o valor contratado pelo Construcard foi de R$ 127 milhões. Em agosto, chegou a R$ 647 milhões. Em julho, o banco cortou os juros cobrados para financiar material de construção. A taxa mínima, que era de 1,96% ao mês, passou para 1,4% ao mês. A máxima, que era de 2,35% ao mês, agora é de 1,85% ao mês. Na mesma época, a Caixa também ampliou o prazo máximo de financiamento, de 60 meses para até 96 meses. Desde que as mudanças foram feitas, o volume médio contratado diariamente aumentou quase cinco vezes. O valor, segundo o banco, passou de R$ 5,8 milhões para R$ 27,7 milhões por dia. Só em agosto, cerca de 35 mil pessoas contrataram o financiamento. Em cinco anos, o Construcard foi usado por 1,2 milhão de famílias. O financiamento pode ser contratado em lojas de material de construção conveniadas com a Caixa. A lista pode ser consultada no site do banco e não é direcionada somente para a compra de material de construção, mas também pode ser usada pelo cliente para a aquisição de móveis embutidos. Segundo o vice-presidente de Pessoa Física da Caixa, Fábio Lenza, "os números demonstram o sucesso no reposicionamento do produto, reafirmando que a Caixa garante as melhores formas de acesso ao crédito para seus clientes e, no caso do Construcard, permite condições muito mais atrativas para construir ou reformar a casa".   
BSB, 06/09/12– Os moradores da região Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel no mês de agosto. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quarta-feira (5), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 879,65, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 845,10 no mês passado. Em seguida estão as regiões Sul, onde o valor do metro quadrado alcançou R$ 860,50; Centro-Oeste, onde os custos atingiram R$ 858,83; e Norte, com o metro quadrado a R$ 852,49. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 791,02. Em relação ao maior aumento de custo em agosto, na comparação com julho deste ano, a região Centro-Oeste se destacou ao mostrar um avanço de 3,08%. Já a região Sul, por sua vez, foi a que teve o maior aumento em 2012, avançando 7,07%, se comparado com 2011. Ao analisar os dados por estado, o Mato Grosso registrou a maior variação mensal, de 5,17%. Já na comparação anual, o Paraná registrou a maior variação de 2012, de 8,70%. Na outra ponta, as menores elevações ficaram com Sergipe, com alta de 0,01%. Piauí (-0,02%), Pernambuco (-0,83%), Minas Gerais (-0,06%) e Rio de Janeiro (-0,10%) apresentaram percentual negativo em suas taxas. Com relação ao estado mais caro para se construir, o Rio de Janeiro ficou novamente em primeiro lugar, com R$ 951,86. Por outro lado, o Espírito Santo registrou o menor custo, de R$ 737,32.   
BSB, 04/09/12- O INCC (Índice Nacional da Construção Civil), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a CEF (Caixa Econômica Federal), apresentou variação de 0,79% em agosto, resultado 0,50 ponto percentual menor que o obtido em julho, quando o índice ficou em 0,29%. Em agosto do ano passado, a variação foi de 0,14%, o que revela que no mês passado houve aumento de 0,65 p.p na comparação anual. De acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (5), o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 845,10 no mês passado, dos quais R$ 449,30 se referem aos materiais de construção e R$ 395,80 à mão de obra. Os custos dos materiais apresentaram variação de 0,38% em agosto, alta de 0,72 ponto percentual em relação a julho (0,07%). O índice referente à mão de obra teve variação de 1,26%, com aceleração de 0,72 ponto percentual em relação ao mês anterior. No ano, a mão-de-obra subiu para 8,95%, enquanto os materiais registraram 0,66%. Os acumulados em doze meses foram: 10,54% (mão-de-obra) e 1,41%(materiais). A região Centro-Oeste, com alta de 3,08%, ficou com a maior taxa regional em agosto. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 1,54% (Norte), 0,08% (Sudeste), 1,92% (Sul) e 0,32% (Nordeste).   
BSB 25/01/12- O faturamento resultante da venda de materiais de construção no mercado interno fechou o ano de 2011 em alta, apresentando um crescimento de 2,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Tal elevação também pode ser observada nas vendas de dezembro de 2011, em que um crescimento de 4,9% foi notado na comparação com 2010. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (18) e fazem parte de uma pesquisa divulgada mensalmente pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção). De acordo com o levantamento, o problema se deu na comparação com novembro deste ano, quando o faturamento do mês de dezembro apontou uma queda de 5,9%. O faturamento deflacionado com as vendas de materiais básicos recuou 6,7%, em relação a novembro de 2011. Já na comparação com dezembro de 2010, no entanto, houve aumento de 5,9%. Quanto ao acumulado do ano, em 2011, um crescimento de 0,2% se deu em relação ao mesmo período do ano anterior nos materiais básicos. Já em relação aos materiais de acabamento, o levantamento apontou uma expansão de 10,1% em dezembro, na comparação anual, e queda de 4,6%, no confronto mensal. No acumulado do ano, houve alta de 8%. Para 2012, a expectativa da Abramat aponta para um crescimento de 4,5% em relação a 2011, considerando as projeções de vendas no varejo, o ritmo previsto para as obras do PAC e do Minha Casa, Minha Vida.   
BSB, 09/01/12– O INCC (Índice Nacional da Construção Civil), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a CEF (Caixa Econômica Federal), apresentou variação de 5,65% em 2011, resultado 1,71 ponto percentual menor que o obtido em 2010, quando o acumulado ficou em 7,36%. Em dezembro, a variação foi de 0,12%, recuando 0,25 ponto percentual sobre o resultado de novembro (0,37%) e redução de 0,14 p.p em relação a dezembro de 2010 (0,26%). De acordo com informações divulgadas, o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 809,65 no mês passado, dos quais R$ 446,35 se referem aos materiais de construção e R$ 363,30 à mão de obra. Os custos dos materiais apresentaram variação de 0,22% em dezembro, queda de 0,21 ponto percentual em relação a novembro (0,01%). O índice referente à mão de obra teve variação nula, com desaceleração de 0,82 ponto percentual em relação ao mês anterior. No ano, os materiais subiram 2,64% e a mão-de-obra 9,60%. A região Centro-Oeste, com alta de 8,06%, ficou com a maior taxa regional em 2011. Os demais resultados foram: 6,96% (Sul), 6,13% (Nordeste), 5,52% (Norte) e 4,35% no Sudeste.   
BSB, 06/01/12- Os preços da construção civil paulista ficaram quase estáveis em dezembro, ao registrar leve alta de 0,01%, na comparação com novembro, segundo dados divulgados nesta pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). O CUB (Custo Unitário Básico) reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil. No mês passado, ele foi de R$ 955,11 por metro quadrado. Em dezembro, o custo das construtoras com insumos de construção teve queda de 0,05%, enquanto que os custos com mão de obra apresentaram alta de 0,06% e as despesas administrativas não variaram. Em 2011, o CUB acumulou alta de 5,86%. Os gastos com material variaram 2,15%, os custos com mão de obra aumentaram 8,76% e os custos administrativos ficaram 9,52% mais caros. Alta dos preços Dos 41 itens de material de construção analisados, no último mês do ano, as maiores altas foram encontradas no impermeabilizante normal tipo vedacit 18 litros, com alta de 1,64%, no tubo PVC-R rígido para esgoto 150 mm, com alta de 1,12%, e no vidro liso transparente 3mm sem colocação, cuja alta foi de 0,79%. Acompanhando o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), que apresentou queda de 0,12% no mês, o tubo de ferro galvanizado recuou 2,47%, sendo o produto com a maior queda no mês. Em seguida, aparece o bloco de concreto 19x19x39cm, com queda de 1,05%, e o saco de 50 quilos de cimento CPE-32, com queda de 0,68%.   
BSB, 28/12/11- Foi publicado na último dia 26 pelo governo federal, no Diário Oficial da União, o decreto 7.660/2011, que prorroga a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para materiais de construção até o final de 2012. O presidente da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), Cláudio Conz, que participou do anúncio da medida em 2 de agosto deste ano, em Brasília, afirmou que a volta do IPI poderia encarecer ainda mais os produtos para o consumidor final. “Desde o início do ano, o setor de material de construção não vinha tendo o desempenho esperado. Tivemos que rever as nossas expectativas de crescimento, em função deste desempenho aquém do previsto. Uma eventual volta do IPI poderia encarecer ainda mais os produtos ao consumidor final e isso acarretaria possivelmente maior queda de vendas”, explica. Segundo Conz, o decreto era uma medida importante, que o próprio governo acreditava que iria ajudar o setor. “Estávamos apenas aguardando a publicação do decreto, mas a presidente Dilma Rousseff e o ministro Guido Mantega já tinham manifestado que a desoneração era uma das medidas necessárias para garantir incentivo ao desempenho do setor e para não atrapalhar os contratos do Minha Casa, Minha Vida”, comenta.   
BSB, 29/11/11- O brasileiro gastou 0,50% a mais paraconstruir no mês de novembro, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas). A variação é 0,3 ponto percentual maior do que a registrada em outubro, quando ficou em 0,20%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,84%, e no acumulado do ano a taxa é de 7,21%. O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,27% este mês, resultado levemente superior ao apurado em outubro, de 0,25%. Três dos quatro subgrupos de Materiais e Equipamentos apresentaram acréscimos em suas taxas de variação. No caso do subgrupo materiais para estrutura, a taxa foi de 0,22%; em materiais para instalação houve queda de 0,19%; em materiais para acabamento houve alta de 0,36%; e em equipamentos para transporte de pessoas a taxa foi de 0,93%. No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,73% este mês, maior frente à taxa de 0,16% verificada no décimo mês do ano. Já Serviços ficou em 0,30%, contra 0,34% registrado no mês anterior. No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de novembro foram as seguintes: ajudante especializado (de 0,24% para 0,81%), servente (de 0,08% para 0,95%), pedreiro (de 0,22% para 0,75%), carpinteiro (de 0,16% para 0,72%) e elevador (de 0,59% para 0,93%). Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos condutores elétricos (de -2,06% para -1,31%), tubos e conexões de PVC (de 0,03% para -0,27%), rodapé de madeira (de 0,65% para -0,77%), tábua de 3 (de 0,16% para -0,43%) e aluguel de máquinas e equipamentos (de 0,07% para -0,08%).   
BSB, 20/11/11– Reclamações contra construtoras que estariam comercializando imóveis de forma indevida dentro do Programa Minha Casa Minha Vida aumentaram cerca de 300% nos últimos 12 meses. A informação é do site Reclame Aqui, veículo que permite a qualquer pessoa manifestar seu descontentamento contra qualquer tipo de produto ou serviço adquirido. De acordo com a assessoria de imprensa do portal, em outubro de 2010, houve 205 reclamações contra as construtoras. No mesmo mês deste ano, o volume de queixas subiu foi para 615. As construtoras mais mencionadas no Reclame Aqui, entre as queixas envolvendo o programa habitacional do governo, foram MRV Engenharia, Goldfarb Incorporações e Construções, Tenda Construtora, Direcional Engenharia e Construtora Altana. Entre as reclamações encontradas nos sites, as vítimas se queixam que os corretores afirmam que os imóveis entram no programa, mesmo que o valor seja superior ao mínimo estipulado, de R$ 130 mil. Como muitos compradores não sabem as exigências do programa, acabam caindo no golpe dos corretores e observando o erro só após o contrato estar fechado, tendo de arcar com os prejuízos. A MRV Engenharia, por exemplo, informou que “só coloca à venda pelo programa habitacional do governo federal, o Minha Casa, Minha Vida, unidades que se enquadrem às regras do programa”. A assessoria da PDG, por sua vez, disse que a construtora está analisando cada queixa especificamente, pois “cada caso é um caso”. A Direcional também negou que exista qualquer irregularidade. “A Direcional Engenharia informa que todos os empreendimentos comercializados dentro do Minha Casa, Minha Vida estão dentro do teto permitido pelo programa”, explicou em nota. Já a Altana questionou o fato de ter sido mencionada na pesquisa do Reclame Aqui. “A Construtora Altana não teve qualquer menção de reclamação nesse sentido no site Reclame Aqui”, afirmou em nota. A Tenda, por sua vez, informou que “apenas comercializa imóveis pelo Programa Minha Cas   
BSB, 6/11/11- As vendas no varejo de material de construção fecharam o mês de outubro com queda de 7%, na comparação com o mês anterior. Trata-se da primeira baixa registrada no ano, segundo revelou um estudo realizado pela Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), em parceria com o Ibope Inteligência, e divulgado no início de novembro. Ao analisar as categorias, os dados revelam que o cimento teve a maior queda nas vendas, com 7,3%. Metais e argamassas também apresentaram forte baixa, ambos com baixa de 6,%, seguidos pelo segmento de interruptores, plugues e tomadas, com redução de 3,5%. Para o presidente da Anamaco, Cláudio Conz, o desempenho de outubro surpreendeu a todos no mercado, pois geralmente este é um dos melhores meses para o varejo do setor. “O interessante é que, também em outubro de 2010, tivemos uma expressiva queda nas vendas, assim, na comparação entre outubro deste ano e do ano passado, o número ficou estável, não havendo crescimento”, disse. Para a Anamaco, um dos principais responsáveis pelo baixo desempenho foi a greve dos bancos. “Está claro que a greve dos bancos fez fluir menos dinheiro na economia, criando dificuldades para se efetuar pagamentos e saques de maior valor”, afirma o presidente da entidade. Com isso, completa ele, como o setor é influenciado diretamente pelas vendas à vista, o que corresponde a 50% do total, a falta de dinheiro circulante prejudicou o andamento das obras. Por fim, os dados revelaram que o resultado, em outubro, inverte todas as tendências dos últimos 12 meses. Ao se analisar o período de novembro de 2010 a outubro de 2011, o setor registra alta de 4,5%. De janeiro a outubro de 2011, o setor acumula expansão de 4%. Com este resultado, a previsão de crescimento para 2011 foi reduzida para 5%, já que se mantém a expectativa de recuperação em novembro, tradicionalmente o segundo melhor mês do ano.   
BSB, 26/10/11- O brasileiro gastou 0,20% a mais para construir no mês de outubro, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta quarta-feira (26). A variação é 0,06 ponto percentual maior do que a registrada em setembro, quando ficou em 0,14%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,70%, e no acumulado do ano a taxa é de 6,68%. O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,25% este mês, resultado levemente inferior ao apurado em setembro, de 0,27%. Três dos quatro subgrupos de Materiais e Equipamentos apresentaram acréscimos em suas taxas de variação. No caso do subgrupo materiais para estrutura, a taxa foi de 0,28%; em materiais para instalação houve queda de 0,20%; em materiais para acabamento houve alta de 0,23%; e em equipamentos para transporte de pessoas a taxa foi de 0,59%. No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,16% este mês, maior frente à taxa de 0,01% verificada no nono mês do ano. Já Serviços ficou em 0,34%, contra 0,42% registrado no mês anterior. No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de outubro foram as seguintes: projetos (de 0,71%% para 0,50%), refeição pronta no local de trabalho (de 1% para 1,09%), ajudante especializado (de 0,01% para 0,24%), elevador (de 0,21% para 0,59%) e pedreiro (de 0% para 0,22%).   
BSB, 15/10/11– No segundo trimestre de 2011, entre todos os estados brasileiros, o custo médio daconstrução residencial, por metro quadrado, foi mais caro em São Paulo e no Rio de Janeiro. De acordo com dados de um estudo realizado pela Abramat, em parceria com a FGV (Fundação Getúlio Vargas) e divulgado na última quinta-feira (13), o custo médio da construção residencial no Rio de Janeiro foi de R$ 897,4. Esse valor apresentou alta de 4% frente ao custo médio do primeiro trimestre deste ano. Em São Paulo, segundo maior custo do Brasil, o valor da construção por metro quadrado foi de R$ 862,5 no segundo trimestre deste ano, alta de 2,4% frente aos primeiros três meses de 2011. Vale destacar que no Brasil o custo médio foi de R$ 788,6, com alta de 2,2% na passagem trimestral. O relatório mostra que, se por um lado o Sudeste tem os dois estados com os maiores custos médios do Brasil, ele também fica com o Estado com o menor custo, o Espírito Santo. Por lá, o custo médio da construção residencial, por metro quadrado, foi de R$ 691,3 no segundo trimestre deste ano, alta de 0,9% frente ao primeiro trimestre do ano. O segundo estado brasileiro a registrar o custo mais baixo da construção foi o Rio Grande do Norte, com custo médio de R$ 699,3. Os dados ainda mostram que foi no Mato Grosso do Sul onde houve o maior aumento no custo médio da construção, entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano, de 4,3%, atingindo R$ 784,2. Outros estados que mostraram fortes altas foram: Bahia (+3,9%), Goiás (+3,9%), Paraíba (+3,8%), Sergipe (+3,5%), Santa Catarina (+3,2%) e Rondônia (+3,2%). Por outro lado, as menores altas foram observadas em Roraima (+0,2%), Piauí (+0,5%), Minas Gerais (+0,5%), Tocantins (+0,5%) e Pernambuco (+0,6%). O Sudeste é a região onde o custo da construção por metro quadrado foi o mais alto (R$ 800,20) no segundo trimestre, acima da média nacional, de R$ 788,60.   
BSB, 27/9- O brasileiro gastou 0,14% a menos para construir no mês de setembro, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta terça-feira (27). A variação é 0,02 ponto percentual menor do que a registrada em agosto, quando ficou em 0,16%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,64%, e no acumulado do ano a taxa é de 6,46%. O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,27% este mês, resultado levemente superior ao apurado em agosto, de 0,25%. Três dos quatro subgrupos de Materiais e Equipamentos apresentaram acréscimos em suas taxas de variação. No caso do subgrupo materiais para estrutura, a taxa foi de 0,21%; em materiais para instalação houve queda de 0,19%; em materiais para acabamento houve alta de 0,55%; e em equipamentos para transporte de pessoas a taxa foi de 0,21%. No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,01% este mês, menor frente à taxa de 0,06% verificada no oitavo mês do ano. Já Serviços ficou em 0,42%, contra 0,50% registrado no mês anterior. No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de setembro foram as seguintes: projetos (de 1,30% para 0,71%), refeição pronta no local de trabalho (de 0,13% para 1%), tinta a base de PVA (de 0,04% para 1,81%), tijolo/telha cerâmica (de 0,56% para 0,43%) e elevador (de 0,27% para 0,21%). Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos condutores elétricos (de 1,66% para -1,44%), compensados (de 0,10% para -0,19%), carreto para retirada de entulho (de 0,82% para -0,36%), ladrilhos e placas para pisos (de -0,01% para -0,32%) e eletrodutos de PVC (de -0,15% para -0,09%).   
BSB, 27/9- O brasileiro gastou 0,14% a menos para construir no mês de setembro, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta terça-feira (27). A variação é 0,02 ponto percentual menor do que a registrada em agosto, quando ficou em 0,16%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,64%, e no acumulado do ano a taxa é de 6,46%. O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,27% este mês, resultado levemente superior ao apurado em agosto, de 0,25%. Três dos quatro subgrupos de Materiais e Equipamentos apresentaram acréscimos em suas taxas de variação. No caso do subgrupo materiais para estrutura, a taxa foi de 0,21%; em materiais para instalação houve queda de 0,19%; em materiais para acabamento houve alta de 0,55%; e em equipamentos para transporte de pessoas a taxa foi de 0,21%. No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,01% este mês, menor frente à taxa de 0,06% verificada no oitavo mês do ano. Já Serviços ficou em 0,42%, contra 0,50% registrado no mês anterior. No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de setembro foram as seguintes: projetos (de 1,30% para 0,71%), refeição pronta no local de trabalho (de 0,13% para 1%), tinta a base de PVA (de 0,04% para 1,81%), tijolo/telha cerâmica (de 0,56% para 0,43%) e elevador (de 0,27% para 0,21%). Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos condutores elétricos (de 1,66% para -1,44%), compensados (de 0,10% para -0,19%), carreto para retirada de entulho (de 0,82% para -0,36%), ladrilhos e placas para pisos (de -0,01% para -0,32%) e eletrodutos de PVC (de -0,15% para -0,09%).   
BSB, 23/9/11– O faturamento resultante da venda de materiais de construção no mercado interno em agosto cresceu 6,79%, em relação a julho deste ano, segundo dados divulgados pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção). Já na comparação com o mesmo período de 2010, o crescimento nas vendas foi de 6,07%. No acumulado do ano, a expansão foi de 1,57%. Já na avaliação dos últimos 12 meses, o crescimento observado foi de 2,38%, em relação a setembro de 2009 e agosto de 2010. De acordo com a entidade, os resultados apresentados encontram-se abaixo das perspectivas do setor, por conta das reações do mercado às medidas de contenção da inflação e do aumento das importações. “Esses resultados estão relacionados principalmente com o crescente aumento das importações de materiais de construção e com o menor ritmo de crescimento da economia como um todo”, informa o presidente da Abramat, Melvyn Fox. O faturamento deflacionado com as vendas de materiais básicos avançou 6,49%, em relação a julho deste ano. Na comparação com agosto de 2010, o aumento registrado foi de 3,76%. No acumulado do ano, houve retração de 1,97%, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Em relação aos materiais de acabamento, o levantamento apontou expansão de 10,35% em relação a agosto do ano anterior, de 7,31%, ante julho, e de 8,67% no acumulado dos oito primeiros meses do ano. Nos últimos 12 meses, de setembro de 2009 a agosto de 2010, a alta foi de 10,55%.   
BSB, 21/9/11- O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, disse que o crédito imobiliário deve atingir 15% do PIB na próxima década. "Sou entusiasta do setor imobiliário no Brasil", afirmou em palestra no Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP), realizada na última sexta-feira. Hoje, tal modalidade de financiamento alcança 5% do Produto Interno Bruto. De acordo com o presidente do Banco Central, a expansão da classe média no Brasil, que agregou 35 milhões de pessoas nos últimos oito anos, ajuda a expandir a demanda por crédito imobiliário, mas tal processo está ocorrendo de forma saudável. "O crédito imobiliário terá protagonismo na evolução do crédito no País", disse durante o evento. "Muito se fala que o crédito no Brasil está crescendo muito rápido. Temos um sistema bem capitalizado, provisionado para perdas, e com capacidade para resolver seus problemas", destacou. "Estamos num sistema bem preparado para crescer, moderado na margem, de forma sustentável", disse. "Nossa regulação é boa e permite que empresas tenham capacidade de absorver eventuais perdas", destacou o presidente. Tombini disse que concorda com a avaliação de empresários do setor, segundo a qual é preciso ampliar o leque de alternativas de funding para o setor de longo prazo. "O financiamento da poupança lá na frente pode registrar alguns limites", disse, sem entrar em detalhes, mas consciente que os recursos são limitados.   
BSB, 18/9/11– Os empresários da construção civil estão mais otimistas. Um estudo realizado pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e pela FGV (Fundação Getulio Vargas), em agosto, revela que o indicador que mede a percepção dos empresários sobre o desempenho atual das construtoras atingiu 54,72 pontos, o que representa uma leve alta de 0,83% no trimestre. Na comparação com agosto de 2010, houve queda de 7,6%. Já as perspectivas de desempenho futuro apresentaram queda de 0,44%, mas ainda ficando em 56,96 pontos. E a expectativa em relação ao crescimento econômico baixou 6,26%, chegando a 47,17 pontos. É importante ressaltar que, em uma escala de 0 a 100 pontos, os resultados acima de 50 pontos denotam otimismo ou percepção favorável e abaixo de 50 pontos pessimismo ou perspectiva desfavorável. Entre os indicadores que permaneceram abaixo dos 50 pontos estão a perspectiva de evolução dos custos, com 43,55 pontos, inflação reduzida (38,54 pontos) e condução da política econômica (47,5 pontos). "A pesquisa foi feita antes da decisão do Banco Central de baixar os juros", explicou o vice-presidente de Economia do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan. "Ainda é cedo para avaliar o impacto do corte de juros na opinião dos empresários da construção sobre a condução da política econômica. Mas certamente a mudança de atitude da autoridade monetária, confiando numa política fiscal mais austera por parte do governo federal, deve ser saudada por todo o setor produtivo brasileiro. É inimaginável que o Brasil tenha que manter a maior taxa de juros real do planeta por tanto tempo sem pagar um preço alto em termos macroeconômicos", conclui.   
BSB, 2/9/11- Os preços da construção civil paulista ficaram praticamente estáveis em agosto, com aumento de apenas 0,06%, na comparação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (1) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). O CUB (Custo Unitário Básico) reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil. No mês passado, ele foi de R$ 952,43 por metro quadrado. Em agosto, o custo das construtoras com mão de obra, na comparação com julho, não subiu. Por outro lado, o de materiais de construção aumentou 0,06%. De janeiro a agosto deste ano, o CUB acumula alta de 5,56%. Considerando os últimos 12 meses terminados em agosto, os custos registraram aumento de 5,13%. Dos 41 itens de materiais de construção analisados, no oitavo mês do ano, apenas três registraram inflação maior que a do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que apresentou acréscimo de 0,44%. A maior alta, de 1,15%, foi verificada na placa de gesso para forro sem colocação. Esquadrias de correr quatro folhas de alumínio e bloco de concreto 19x19x39cm também tiveram acréscimo, de 0,71% e 0,53%, respectivamente.   
BSB, 26/8/11– O custo da construção desacelerou e subiu menos em agosto, na comparação com julho, segundo revela o INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção), da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta sexta-feira (26). De acordo com o levantamento, neste mês, o brasileiro gastou 0,16% a mais para construir, uma variação 0,43 ponto percentual menor do que a apurada em julho, quando os preços aumentaram 0,59%. Nos últimos 12 meses, a inflação dos materiais, que é calculada com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, apresenta variação de 7,71% e, no acumulado do ano, a alta é de 6,31%. O conjunto de produtos e serviços do grupo Materiais e Equipamentos ficou 0,18% mais caro neste mês, resultado menor que o de julho, que foi de 0,37%. Todos os quatro subgrupos componentes apresentaram recuo em suas taxas de variação: materiais para estrutura (0,35% para 0,11%), materiais para instalação (0,40% para 0,33%), materiais para acabamento (0,31% para 0,21%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,64% para 0,27%). No que diz respeito ao grupo Serviços, a variação dos preços foi de 0,50% este mês, maior frente a taxa de 0,25% verificada em julho. Neste grupo, serviços técnicos foi o responsável pelo aumento, ao passar de 0,26% para 1,30%.   
BSB, 18/8/11 – Prorrogação da redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para materiais de construção se tornou um incentivo a mais para o consumidor que deseja reformar ou construir. Durante a reunião do GAC (Grupo de Avanço da Competitividade), realizada na última quarta-feira (10), em Brasília, que contou com a participação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, representantes do setor de materiais de construção reinvindicaram redução do IPI para mais produtos. De acordo com o presidente da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), Melvyn Fox, “essa redução permite que o consumidor possa usar o que economizou para realizar outras obras ou retoques no final da construção”, explica. Segundo o presidente, foi enviada para o governo uma nova listagem de produtos que não foram incluídos na redução de IPI para que, agora, com mais um ano de vigência, eles possam ser beneficiados. “O ministro avisou que o pedido foi recebido e que eles vão avaliar. Pelo que foi percebido, esse anúncio pode ser dado ainda este mês. Estamos bem confiantes”, conta. Setor também reivindica a entrada no Plano Brasil Maior, com a desoneração na folha de pagamento, porém, Fox explica que o governo ainda deve fazer um teste de um ano, antes de incluir outros setores. "Deve-se tomar cuidado nos cálculos, pois não podemos substituir um tributo por outro. Desde que se reduza a carga tributária e se tenha subsídio da união, a desoneração será vantajosa para o setor", afirma.   
BSB, 15/8/11– Prorrogação da redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para materiais de construção se tornou um incentivo a mais para o consumidor que deseja reformar ou construir. Durante a reunião do GAC (Grupo de Avanço da Competitividade), realizada na última quarta-feira (10), em Brasília, que contou com a participação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, representantes do setor de materiais de construção reinvindicaram redução do IPI para mais produtos. De acordo com o presidente da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), Melvyn Fox, “essa redução permite que o consumidor possa usar o que economizou para realizar outras obras ou retoques no final da construção”, explica. Segundo o presidente, foi enviada para o governo uma nova listagem de produtos que não foram incluídos na redução de IPI para que, agora, com mais um ano de vigência, eles possam ser beneficiados. Setor também reivindica a entrada no Plano Brasil Maior, com a desoneração na folha de pagamento, porém, Fox explica que o governo ainda deve fazer um teste de um ano, antes de incluir outros setores. "Deve-se tomar cuidado nos cálculos, pois não podemos substituir um tributo por outro. Desde que se reduza a carga tributária e se tenha subsídio da união, a desoneração será vantajosa para o setor", afirma. Na reunião também foi pedido, pelo setor de materiais de construção, que os produtos importados que não atendem as exigências de qualidade impostas pelo Brasil, que tenham classificação errada ou preço muito baixos tenham uma atenção especial do governo. Não só o mercado de materiais de construção, mas o consumidor também pode ser prejudicado com esses materiais. Fox explica que “não são todos os produtos importados que são ruins”, porém, “o consumidor deve ficar atento aos que possuem preços muito abaixo do praticado no mercado”, completa.   
BSB, 8/8/11- Os moradores da região Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel, no mês de julho. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta sexta-feira (5), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 837,88, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 800,02 no mês passado. Em seguida estão as regiões Norte, onde o valor do metro quadrado alcançou R$ 799,81; Centro-Oeste, onde os custos atingiram R$ 799,49; e Sul, com o metro quadrado a R$ 797,43. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 755,56. Em relação ao maior aumento de custo em julho, na comparação com junho deste ano, a região Sul se destacou ao mostrar um avanço de 2,43%. Já as regiões Centro-Oeste e Nordeste, por sua vez, foram as que tiveram o menor aumento, avançando 0,17% na mesma base de comparação. Ao analisar os dados por estado, o Paraná registrou a maior variação mensal, de 5,22%, devido à pressão exercida pelo reajuste salarial decorrente de acordo coletivo. Já a segunda maior elevação foi no Norte, com o Acre, que registrou variação de 3,84% no mês passado, na comparação com junho. O estado do Amazonas também apresentou taxa elevada (3,49%). Na outra ponta, as menores elevações ficaram com Rio Grande do Sul e Alagoas, de 0,01% e 0,02%, respectivamente. Rio Grande do Norte, Pernambuco, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul não apresentaram qualquer variação. Com relação ao estado mais caro para se construir, o Rio de Janeiro ficou novamente em primeiro lugar, com R$ 898,85. Por outro lado, o Rio Grande do Norte registrou o menor custo, de R$ 699,89.   
BSB, 27/7- O brasileiro gastou 0,59% a mais para construir em julho, segundo a inflação dos materiais de construção medida pelo INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção), da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta terça-feira (26). No período, o indicador foi 0,84 ponto percentual menor na comparação com junho, quando os preços aumentaram 1,43%. Nos últimos 12 meses, a inflação dos materiais, que é calculada com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, apresentou variação de 7,78% e, no acumulado do ano, a alta foi de 6,15%. O conjunto de produtos e serviços do grupo Materiais e Equipamentos ficou 0,37% mais caro neste mês, resultado menor que o de junho, que foi de 0,42%. Dois dos quatro subgrupos componentes apresentaram queda em suas taxas de variação: materiais para estrutura (0,45% para 0,35%) e materiais para acabamento (0,60% para 0,30%). No que diz respeito ao grupo Serviços, a variação dos preços foi de 0,25% este mês, menor frente à taxa de 0,37% verificada em junho. Neste grupo, aluguéis e taxas apresentaram a maior queda, passando de 0,52% para 0,28% Já em Mão de Obra, o reajuste ficou em 0,84% em julho. No mês passado, a taxa havia sido de 2,46%. No mês, os principais resultados positivos foram: engenheiro (de 2,23% para 0,70%), pedreiro (de 2,18% para 0,85%), servente (de 2,22% para 0,79%) e ajudante especializado (de 2,21% para 0,78%). Por outro lado, os produtos que influenciaram negativamente foram: vergalhões e arames de aço ao carbono (de 0,55% para -0,48%), tubos e conexões de ferro e aço (de 0,72% para -0,26%) e tinta a base de óleo (de 0,93% para -0,08%).   
BSB, 20/7/11– O faturamento das vendas de material de construção no Brasil em 2011 cresceu 0,58% no primeiro semestre, informou nesta terça-feira (19) a Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção). O comparativo foi feito com base no mesmo período de 2010. Já no acumulado dos últimos 12 meses (de julho/2010 a junho/2011), o crescimento registrado foi de 3,19%, em relação ao igual período anterior. Para o segundo semestre, a expectativa do setor se mantém positiva. Contudo, uma redução de dois pontos percentuais ainda é aguardada na previsão de crescimento, que passará de 7% para 5%, em virtude dos baixos resultados acumulados no primeiro semestre. As vendas de materiais de construção no mercado interno, em junho deste ano, apresentaram um crescimento de 0,61% em relação ao mesmo mês de 2010. Já no confronto com o mês anterior, o faturamento teve alta de 0,76%. Os materiais de base apresentaram queda de 0,55% nas vendas em relação ao mês de maio deste ano. A baixa se manteve na comparação com junho do ano passado, em que foi registrada uma redução de 3,19%. Em contrapartida, a indústria de acabamentos se destacou pela alta apresentada. No confronto de junho com maio, o faturamento das vendas internas avançou 3,20%. Na comparação com junho do ano passado, este crescimento foi ainda mais acentuado, de 8,30%. No acumulado do primeiro semestre do ano, houve avanço de 7,93%. Já o número de empregados na indústria de materiais apresentou alta de 6,27% em junho deste ano, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Em relação a maio, o crescimento verificado foi de 0,39%. Na indústria de materiais básicos, o número de empregados em junho cresceu 7,42% ante o mesmo período de 2010. Em relação a maio deste ano, houve alta de 0,53%. O número de funcionários na indústria de materiais de acabamento avançou, em junho, 3,93% em relação ao mesmo mês de 2010, e na comparação com maio, registrou um aumento de 0,11%.   
BSB, 19/7/11- As inscrições estão abertas e as empresas tem até o dia 29 de julho para cadastrar suas obras em uma das modalidades do prêmio Construir Brasília, lançado em 7 de julho. Podem participar as empresas associadas ao Sinduscon-DF, à Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco) e à Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-DF). Outro pré-requisito para concorrer ao prêmio no segmento de incorporação imobiliária é possuir carta do habite-se da obra, emitido entre o período de 1º de julho de 2010 a 30 de junho de 2011. No segmento de obras públicas, a empresa deve apresentar o termo de recebimento provisório, emitido no período de 1º de julho de 2010 a 30 de junho deste ano.   
BSB, 11/7/11 – Mais uma vez, moradores da região Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel no mês passado. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 836,29, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 795,64 em junho. Em seguida estão as regiões Centro-Oeste, onde o valor do metro quadrado alcançou R$ 798,12; Norte, onde os custos atingiram R$ 790,10; e Sul, com o metro quadrado a R$ 778,48. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 754,27. Em relação ao maior aumento de custo em junho, na comparação com maio deste ano, a região Centro-Oeste se destacou ao mostrar um avanço de 1,73%. Já a região Norte, por sua vez, foi a que teve o menor aumento, avançando 0,19% na mesma base de comparação. Ao analisar os dados por estado, o Mato Grosso registrou a maior variação mensal, de 5,26%, devido à pressão exercida pelo reajuste salarial. Já a segunda maior elevação foi no Sul, com Rio Grande do Sul, que registrou variação de 3,83% no mês passado, na comparação com maio. O estado de Alagoas também apresentou taxa elevada (2,54%). Na outra ponta, as menores elevações ficaram com Roraima, Ceará e Rio de Janeiro, sendo o primeiro de 0,01% e os dois últimos de 0,05%. Com relação ao estado mais caro para se construir, o Rio de Janeiro ficou novamente em primeiro lugar, com R$ 898,87. Por outro lado, o Rio Grande do Norte registrou o menor custo, de R$ 699,89. O Índice Nacional da Construção Civil engloba o preço da mão-de-obra, que ficou 1,14% mais cara em junho, e materiais, que ficou 0,17% mais caro no mês passado.   
BSB, 28/6/11- O brasileiro gastou 1,43% a mais para construir em junho, segundo a inflação dos materiais de construção medida pelo INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção), da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta segunda-feira (27). No período, o indicador foi 0,60 ponto percentual menor na comparação com maio, quando os preços aumentaram 2,03%. Nos últimos 12 meses, a inflação dos materiais, que é calculada com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, apresentou variação de 7,81% e, no acumulado do ano, a alta foi de 5,52%. O conjunto de produtos e serviços do grupo Materiais e Equipamentos ficou 0,42% mais caro neste mês, resultado maior que o de maio, que foi de 0,43%. Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimos em suas taxas de variação: materiais para estrutura (0,26% para 0,45%), materiais para acabamento (0,59% para 0,60%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,18% para 0,57%). Apenas materiais para instalação apresentou decréscimo em sua taxa de variação, passando de 0,98% para -0,07%. No que diz respeito ao grupo Serviços, a variação dos preços foi de 0,37% este mês, menor frente à taxa de 0,53% verificada em maio. Neste grupo, serviços técnicos apresentaram a maior queda, passando de 1,01% para 0,28% Já em Mão de Obra, o reajuste ficou em 2,46% em junho. No mês passado, a taxa havia sido de 3,70%. No mês, os principais resultados positivos foram: ajudante especializado (de 3,72% para 2,21%), servente (de 3,79% para 2,22%), pedreiro (de 3,72% para 2,18%) e carpinteiro (de 3,52% para 2,74%). Por outro lado, os produtos que influenciaram negativamente foram: condutores elétricos (de 0% para -2,52%), madeira para telhados (de 0,13% para -0,11%) e rodapé de madeira (de 0,68% para -0,34%).   
BSB, 22/6/11– A indústria da construção civil empregou mais de 2 milhões de profissionais em 2009, conforme mostra Pesquisa Anual da Indústria da Construção, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O número, na comparação com 2008, cresceu 13,4%. Naquele ano, 1,806 milhão de pessoas atuavam no setor. O aumento do número de vagas desse segmento está relacionado à nova dinâmica do setor, que vem crescendo nos últimos anos. Diante do cenário e aumento da demanda, o número de empresas que atuam no setor passou de 57 mil para 64 mil entre 2008 e 2009. Esse aumento de demanda elevou também os salários dos profissionais do setor em 9,2%, em média, de R$ 1.095 em 2008 para R$ 1.196 em 2009. Em termos de salários mínimos mensais, porém, houve queda de 2,7 para 2,6 salários mínimos. Para os pesquisadores, essa ligeira retração não deve ser entendida como perda do poder aquisitivo, mas como consequência do reajuste de 12,6% do valor do salário mínimo, que obteve ganho real de 7,9% entre 2008 e 2009. Segundo a pesquisa, o gasto total com o pessoal ocupado correspondeu a 30,3% do total dos custos e despesas das empresas de construção em 2009. Em 2008, eram 29,2%. Considerando os gastos com salários, retiradas e outras remunerações, a participação nos gastos totais passou de 19,4% para 20% no período. De um montante de R$ 159,171 bilhões em custos e despesas do setor, R$ 31,8 bilhões foram em salários, retiradas e outras remunerações. No ano anterior, foram destinados R$ 25,717 bilhões de um total de R$ 132,830 bilhões. De acordo com os pesquisadores, na atividade de edificações e no setor de obras de infraestrutura, os valores gastos com salários, retiradas e outras remunerações mantiveram o padrão observado no ano anterior e atingiram um montante de R$ 11,1 bilhões e R$ 15,4 bilhões, nesta ordem. Os serviços especializados para construção chegaram a R$ 5,4 bilhões – o que representou 3,4% do total dos custos e despesas.   
BSB, 14/6/11- As vendas de material de construção caíram 6% em maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado, apontou uma pesquisa da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) em parceria com o Ibope Inteligência nesta quarta-feira. Na comparação com com abril, o índice se manteve estável. No acumulado de 2011, o setor apresenta crescimento de 2,5%; no acumulado dos último 12 meses, o crescimento foi de 7,5%. O presidente da Anamaco, Cláudio Elias Conz, afirmou que "para o nosso setor começa a ficar claro que a dose para segurar a economia pode ter sido exagerada. Os segmentos estão reagindo diferente uns dos outros", disse em nota. O setor de fios e cabos resgistrou o maior aumento, de 2,5%. Já os setores de cimento, argamassas e tubos e conexões tiveram queda na comparação com abril. Em 2010, o setor apresentou um desempenho 10,6% superior a 2009, atingindo um faturamento de R$ 49,80 bilhões. "Nossa estimativa ainda é a de fechar o ano de 2011 com 8,5% de crescimento sobre 2010, até em função da construção de 2 milhões de casas pelo Minha Casa Minha Vida e a aceleração prevista do PAC, que darão sustentação às vendas no segundo semestre", afirmou em nota.   
BSB, 2/6/11 - Os preços da construção civil paulista subiram 3,33% em maio, segundo dados divulgados nesta terça-feira (1) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). A variação positiva no mês é resultado do aumento de 5,78% no custo das construtoras com mão-de obra e de 0,19% com materiais de construção, em comparação com abril deste ano. O CUB (Custo Unitário Básico) reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil. Nos primeiros cinco meses, o CUB acumulou alta de 4,11%. Considerando os últimos 12 meses terminados em abril, os custos registraram aumento de 6,52%. No mês passado, o custo da construção civil paulista (R8-N) foi de R$ 939,37 por metro quadrado, sendo R$ 509,50 (54,24%) referentes à mão de obra e R$ 403,85 (42,99%) aos materiais. As despesas administrativas responderam por apenas R$ 26,02 (2,77%). Em relação a abril, o CUB relativo ao material permaneceu praticamente estável, atingindo 123,58 pontos no quinto mês do ano. Os custos relativos à mão de obra registraram 145,64 pontos, alta de 7,96 pontos percentuais, enquanto os custos de despesas administrativas ficaram em 141,11 pontos (+9,95 pontos percentuais). Entre os 41 itens de materiais de construção analisados, 11 registraram em maio aumento de preço acima do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que foi de 0,43%. Entre os materiais, os destaques são Tubo PVC-R rígido para esgoto (+1,76%), Tubo de PVC rígido rosca água (+1,70), cerâmica esmaltada 20x 20 cm PEI III (+1,60%) e placa cerâmica (azulejo) 15x15 1ª linha PEI II (+1,54%). Em contrapartida, 10 materiais apresentaram queda em maio. As maiores baixas foram apresentadas por prego 18x27 com cabeça (-2,16%), tábua de madeira de 3ª p/constr. (-0,80%) e fio cobre ant-chama isol. 750 V (-0,52%).   
BSB, 30/5/11– O nível de atividade da construção civil apresentou pequena queda em abril, na comparação com março, segundo a Sondagem da Construção Civil realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e sindicatos da construção civil e divulgada nesta quinta-feira (26). O indicador do nível de atividade marcou 50,2 pontos, o que representa uma queda de apenas 0,3 ponto frente ao terceiro mês de 2011. O número está no limite da linha divisória de 50 pontos. Nas grandes e médias empresas, o nível de atividade chegou a 52,4 pontos e 49,7 pontos, respectivamente, enquanto nas pequenas ficou em 48,4 pontos. Vale lembrar que indicadores acima de 50 pontos indicam crescimento e abaixo deste patamar, queda. Na medição do nível de atividade efetivo em relação ao usual, o índice foi de 48,3 pontos em abril. Como o indicador está abaixo dos 50 pontos, isso denota que o setor está desaquecido. As médias empresas apresentaram indicador de 50 pontos. Nas pequenas e grandes, foram registrados 46,8 pontos e 47,6 pontos, respectivamente. Com relação às expectativas para o futuro, a perspectiva de nível de atividade é de 59,7 pontos para maio, índice 1,1 ponto menor do que o que era esperado para abril. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários. O otimismo é maior entre os empresários das grandes empresas, cujo indicador ficou em 61,9 pontos, seguidos pelos das médias empresas, com 59,2 pontos, e das pequenas, com 57,9 pontos. Em relação aos novos empreendimentos e serviços, os empresários tiveram diminuição do otimismo, com o indicador marcando 59 pontos para maio, contra 61,1 pontos um mês antes. As empresas de grande porte são novamente as mais confiantes (61,9 pontos), enquanto as médias e pequenas registraram 57,8 e 57,2 pontos, respectivamente. Quanto ao índice de compras de insumos e matérias-primas, ele pas   
BSB, 3/5/11- Os preços da construção civil paulista subiram 0,22% em abril, na comparação com março, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (2) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). A variação positiva no mês é resultado do aumento de 0,46% no custo dos materiais de construção. O custo da mão de obra ficou praticamente estável no período, com leve alta de 0,04%, enquanto os custos administrativos mantiveram-se inalterados. Nos primeiros quatro meses, o CUB (custo unitário básico) - que reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil - acumula alta de 0,76%. Considerando os últimos 12 meses terminados em abril, os custos registram aumento de 5,59%. O custo da construção civil no estado de São Paulo ficou em R$ 909,09 por metro quadrado. Entre os 41 itens de materiais de construção analisados, nove registraram em abril aumento de preço acima do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que foi de 0,45%. Os destaques vão para prego 18x27 c/cabeça (1,99%), aço 10mm (0,99%), placa cerâmica (azulejo) 15x15cm (0,94%), emulsão asfáltica com elastômero para impermeabilização (0,82%), tubo de PVC-R rígido para esgoto 150 mm (0,81%), fio de cobre antichama isolante (0,61%), esquadrias de correr quatro folhas de alumínio 2,0x1,4m (0,6%) e vidro liso transparente 3mm sem colocação (0,47%).   
BSB, 27/4/11- O brasileiro gastou 0,75% a mais para construir no mês de abril, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta terça-feira (26). A variação é 0,31 ponto percentual maior do que a registrada em março, quando ficou em 0,44%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,01%, e no acumulado do ano a taxa é de 1,96%. O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,36% este mês, resultado inferior ao apurado em março, de 0,60%. Todos os quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimos em suas taxas de variação: materiais para estrutura (0,63% para 0,50%), materiais para instalação (0,91% para -0,01%), materiais para acabamento (0,66% para 0,54%) e equipamentos para transporte de pessoas (0,29% para 0,12%). No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 1,16% este mês, maior frente à taxa de 0,27% verificada no terceiro mês do ano. Já Serviços, ficou em 0,21% contra 0,46% registrado no mês anterior. No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de abril foram as seguintes: ajudante especializado (de 0,43% para 1%), servente (de 0,32% para 1,17%), pedreiro (de 0,21% para 1,41%), carpinteiro (de 0,20% para 1,19%) e engenheiro (de 0,16% para 1,24%). Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos condutores elétricos (de 1,83% para -2,11%), impermeabilizante (de 0,62% para -1,64%), compensados (de -0,26% para -0,52%), rodapé de madeira (de 1,57% para -0,76%) e argamassa (de 0,35% para -0,06%).   
BSB, 19/4/11- O prefeito Gilberto Kassab (do recém-criado PSD) enviou à Câmara projeto de lei criando o IPTU proporcional, que antecipa cobrança maior do imposto de imóveis reformados, ampliados ou construídos no decorrer do ano. Desde 1966, o IPTU é calculado com base na situação do imóvel em 1º de janeiro de cada ano -qualquer alteração ou construção de imóvel ao longo do ano só é tributada a partir do ano seguinte. Pelo projeto, a prefeitura passa a contabilizar o imposto complementar sobre a nova situação do imóvel já após o fim da obra. Ainda será definido se o valor extra começará a ser pago logo depois do fim da reforma ou acrescido no total do ano seguinte. A mudança na coleta do IPTU está embutida em "projeto-combo", que inclui medidas tributárias e que ostenta como vitrine a criação da Nota Fiscal Paulistana. Nele, Kassab amplia o parcelamento de impostos atrasados, reduz alíquotas de ISS (Imposto Sobre Serviços), cria cupom semelhante ao da zona azul para estacionamentos e valets, entre outros. A gestão não sabe quantos serão atingidos pelo IPTU proporcional, mas a cobrança é sugerida em um dos melhores momentos do setor imobiliário nos últimos anos. No ano passado, a prefeitura arrecadou R$ 4,05 bilhões com o imposto. Para identificar os imóveis alterados, o governo se valerá de fiscalizações e da necessidade de a obra precisar de autorização da prefeitura para ser iniciada e da expedição do habite-se ao seu término. Também será exigido da construtora ou profissional, ao pedir a certidão de quitação do ISS relativo à obra, que forneça detalhes do que foi feito no imóvel. Outra exigência é que concessionárias como Eletropaulo e Sabesp forneçam dados cadastrais dos imóveis para serem cruzados com os da prefeitura. Se um imóvel constar como terreno para o governo, mas tiver ligação de água e luz, será alvo de diligência. Segundo o secretário de Finanças, Mauro Ricardo Costa, o IPTU proporcional não existe em nenhuma outra cidade. Ele vê paralelo, p   
BSB, 15/4/11- As construtoras continuam dando sinais de mercado mais desaquecido no começo deste ano, embora os números de vendas e lançamentos estejam acima do primeiro trimestre do ano passado. Esse crescimento, no entanto, é natural para um setor que projeta expansão na casa de 20% a 30% ano a ano. A MRV, maior companhia do setor no mercado de baixa renda, teve queda de velocidade de vendas: de 33% em média no ano passado para 21% nos três primeiros meses de 2010. Rubens Menin, presidente da companhia, informa que a queda aconteceu em função dos estoques elevados no começo do ano - cerca de 20 mil unidades - em função do forte lançamento no quarto trimestre. "O segundo trimestre costuma ser muito melhor em função do Feirão da Caixa Econômica Federal ", diz. A MRV vendeu, no primeiro trimestre, R$ 830,8 milhões (7.421 unidades), um crescimento de 13,4% em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com o quarto trimestre, houve queda de 27,7%. Os lançamentos da companhia mineira somaram R$ 1,04 bilhão (o equivalente a 8.214 unidades), alta de 72,1% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. No quarto trimestre, a companhia havia lançado R$ 1,85 bilhão. A MRV atingiu 18% das projeções de lançamento para o ano. O primeiro trimestre é considerado o mais fraco e o último, o mais forte, e é justamente quando as companhias fazem a maior parte de seus lançamentos. Ontem, Rossi e Even também divulgaram resultados operacionais. As vendas da Even somaram R$ 369 milhões no primeiro trimestre deste ano, valor 14% inferior ao registrado nos últimos três meses de 2010, com velocidade de vendas de 32%. As vendas contratadas da Rossi somaram R$ 758 milhões.   
BSB, 1/4/11– O forte crescimento do número de empreendimentos imobiliários nos últimos anos trouxe consigo outro dado expressivo: a quantidade de processos judiciais contra as construtoras aumentou quase 400% em São Paulo entre 2008 e 2010. De acordo com um levantamento do escritório de advocacia Tapai Advogados, especializado na área imobiliária, o número de processos contra essas empresas saltou de 147 em 2008 para 727 no ano passado, o que significa um aumento de 394,56%. As duas construtoras que mais possuem processos em andamento são a Tenda (que faz parte do grupo Gafisa), com 293, e a própria Gafisa, com 157 processos. Em 2008, elas tinham 57 e 44 processos, respectivamente. Procuradas, a Tenda e a Gafisa afirmaram não reconhecer os números de processos indicados na pesquisa e que os dados não condizem com o volume de processos ativos, identificados pelo departamento jurídico das companhias. Em terceiro lugar entre as construtoras com maior número de processos aparece a MRV, com 133, um aumento de mais de 1.100% em relação a 2008, quando estavam registrados 11 processos. De acordo com a Diretora Executiva da área Jurídica da MRV, Maria Fernanda Menin, o aumento do número de reclamações é esperado, à medida que a empresa está em um ritmo de crescimento acelerado. Com 63 processos, a Cyrela aparece em 4º lugar entre as construtoras com maior número de processos judiciais em 2010. Em 2008, a construtora tinha 22 processos, de acordo com a pesquisa do Tapai. Já a Ecoesfera aparece com 50 processos judiciais, ante 8 processos registrados em 2008. Por fim, aparece a Fit, que foi incorporada pela Tenda em 2008 e que registrou 31 processos judiciais no ano passado.   
BSB, 1/4/11- O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o novo presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, deve manter concentração na ampliação do crédito à população de baixa renda e ao acompanhamento do Programa Minha Casa, Minha Vida. "É um trabalho diuturno, para que a gente possa cumprir as metas e objetivos que o governo estabeleceu", afirmou Mantega, segundo a Agência Brasil. De acordo com o ministro, os principais desafios do novo presidente serão a habitação popular, o fornecimento de crédito à população de baixa renda e o acompanhamento do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Mantega recomendou a Hereda que mantenha o trabalho da ex-presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho. "Você tem a nossa confiança e terá o nosso apoio para fazer com que a Caixa fique ainda melhor do que conseguiu ser em 2010 e, daqui quatro anos, teremos a Caixa Econômica brilhando e competindo em todos os mercados financeiros", afirmou o ministro. Entre as realizações de Maria Fernanda, Mantega destacou o aumento de crédito para pessoas físicas e jurídicas e o papel do banco na rápida superação da crise financeira internacional. Já na área imobiliária, o ministro destacou o avanço do financiamento, que passou de R$ 5 bilhões para R$ 75 bilhões ao ano.   
BSB, 25/3/11- O nível de atividade da construção civil teve pequena alta fevereiro, na comparação com janeiro, aponta a sondagem da construção civil realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e sindicatos da construção civil e divulgada nesta sexta-feira (25). O indicador do nível de atividade marcou 49 pontos, o que representa aumento de 1,8 ponto frente a janeiro de 2011. O número está um pouco abaixo da linha divisória de 50 pontos. Nas grandes e médias empresas, o nível de atividade chegou a 49,4 pontos, enquanto nas pequenas ficou em 47,9 pontos. Vale lembrar que indicadores acima de 50 pontos indicam crescimento e abaixo deste patamar, queda. Na medição do nível de atividade efetivo em relação ao usual, o índice foi de 50,1 pontos em fevereiro, sendo este o primeiro mês da série iniciada em dezembro de 2009 em que a atividade não ficou acima do usual. As grandes empresas apresentaram indicador de 49,4 pontos. Nas pequenas e médias, foram registrados 49,3 pontos e 51,4 pontos, respectivamente. Com relação à expectativas para o futuro, a perspectiva de nível de atividade é de 61,1 pontos para março, índice 1,9 ponto menor do que o que era esperado para fevereiro. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários. O otimismo é maior entre os empresários das grandes empresas, cujo indicador ficou em 63,9 pontos, seguidos pelos das médias empresas, com 60,1 pontos, e das pequenas, com 59,2 pontos. Em relação aos novos empreendimentos e serviços, os empresários tiveram diminuição do otimismo, com o indicador marcando 61,4 pontos para março, contra 63,3 pontos um mês antes. As empresas de grande porte são novamente as mais confiantes (63,1 pontos), enquanto as médias e pequenas registraram 61,5 e 59,4 pontos, respectivamente. Quando ao índice de compras de insumos e matérias-primas, o índice passou de   
21/03/2011 - O governador Agnelo Queiroz se encontrou, no último dia 15, com representantes do segmento imobiliário e do novo Governo do Distrito Federal (GDF). Na ocasião, ele anunciou que o BRB abriu uma nova linha de crédito para o setor, com o objetivo de fomentar a economia na região do DF e reduzir os preços das moradias. Para que isso seja possível, o BRB passará por mudanças. A principal delas será a abertura de uma linha de crédito para as empresas do ramo imobiliário. “Essa linha é específica para o empresariado da construção civil, para que possamos apoiar a edificação de novos empreendimentos imobiliários. A linha, em torno de R$ 300 milhões a R$ 400 milhões, foi formulada com redução da taxa de juros, ampliação dos prazos de carência e retorno dos financiamentos, de forma que a gente possa ampliar a oferta de imóveis no Distrito Federal”, explicou o presidente do BRB, Edmilson Gama. Segundo ele, se houver necessidade, essa linha de crédito pode ser expandida, a partir de captação de recursos da caderneta de poupança e de letras hipotecárias. Para contemplar ainda a outra ponta da relação de consumo, aqueles que desejam adquirir imóveis, o Banco de Brasília (BRB) iniciou o procedimento para se credenciar a financiar imóveis pelo programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, atualmente feito exclusivamente pela Caixa Econômica Federal. O BRB está também em negociação com a Caixa para que os consumidores possam voltar a utilizar recursos do FGTS no pagamento de imóveis, como era feito até 2008.   
BSB, 2/3/11- Os preços da construção civil paulista subiram 0,16% em fevereiro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (1) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). A variação positiva no mês é resultado do aumento de 0,36% no custo das construtoras com os materiais de construção, em comparação com janeiro deste ano. O CUB (Custo Unitário Básico) reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil. No primeiro bimestre, o CUB acumulou alta de 0,44%. Considerando os últimos 12 meses terminados em fevereiro, os custos registraram aumento de 5,64%. No mês passado, o custo da construção civil paulista (R8-N) foi de R$ 906,19 por metro quadrado, sendo R$ 480,98 (53,08%) referentes à mão de obra e R$ 400,84 (44,23%) aos materiais. As despesas administrativas responderam por apenas R$ 24,37 (2,69%). Em relação a janeiro, o CUB relativo ao material aumentou 0,36%, atingindo 122,68 pontos no segundo mês do ano. Os custos relativos à mão de obra se mantiveram em 137,48 pontos, enquanto os custos de despesas administrativas ficaram em 132,16 pontos. Entre os 41 itens de materiais de construção analisados, oito registraram em fevereiro aumento de preço acima do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que foi de 1%. Entre os materiais, os destaques vão para tábua de madeira de 3ª para construção E=2,5 cm (2,33%), batente p/ pintura 3,5x14x70x210 cm (1,53%), impermeabilizante normal tipo vedacit 18l (1,50%), fio cobre anti-chama isol. 750 V 2,5 mm² (1,36%), bloco cerâmico p/ alv vedação 9x19x19cm (1,34%), locação de betoneira elétrica 320 l (1,33%), emulsão asfáltica c/ elastômero p/ imperm. (1,32%) e tubo de cobre 15 mm classe industrial. Apenas três materiais apresentaram queda em fevereiro: chapa compensado plastificado 18 mm (-0,04%), placa cerâmica 15x15 1ª linha PEI II (-0,13%) e prego 18x27 c/ cabeça (-1,09%).   
BSB, 24/2/11- O brasileiro gastou 0,39% a mais para construir no mês de fevereiro, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta quarta-feira (23). A variação é 0,02 ponto percentual maior do que a registrada em janeiro, quando ficou em 0,37%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 7,46% e no acumulado do ano a taxa é de 0,76%. O grupo Materiais e Equipamentos e Serviços registrou alta de 0,54% este mês, resultado superior ao apurado em janeiro, de 0,22%. A maior contribuição para o resultado do grupo veio do subgrupo materiais para instalação, que passou de 0,76% para 1,34% no período analisado. O subgrupo materiais para acabamento também apresentou aceleração em fevereiro, passando de 0,32% para 0,77%. No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,12% este mês, menor frente à taxa de 0,32% verificada no primeiro mês do ano. No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no mês de fevereiro foram as seguintes: condutores elétricos (de 4,11% para 4,92%), taxas de serviços e licenciamentos (de 2,85% para 2,12%), vale transporte (de 4,87% para 2,46%), vergalhões e arame de aço ao carbono (de -1,20% para 0,87%) e engenheiro (de 0,51% para 0,74%) Por outro lado, as maiores influências negativas foram de massa de concreto (de 0,34% para -0,58%), tubos e conexões de PVC (de 0,31% para -0,16%), tábua de terceira (de 0,39% para -0,27%), produtos de fibrocimento (de 0,33% para -0,21%) e ladrilhos e placas para pisos (de -0,24% para -0,05%).   
BSB, 24/2/11- O nível de atividade da construção civil se retraiu em janeiro, na comparação com dezembro, aponta a sondagem da construção civil realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e sindicatos da construção civil e divulgada nesta quarta-feira (23). O indicador do nível de atividade marcou 47,2 pontos, o que representa queda de 3,8 pontos frente a dezembro de 2010. É a primeira vez, desde o início da pesquisa, que o indicador de evolução do nível de atividade ficou abaixo de 50 pontos. Na avaliação por setor, todos os segmentos tiveram queda, com destaque para o de serviços especializados, que despencou de 51 pontos em dezembro de 2010 para 46,2 pontos em janeiro deste ano. Entre as grandes empresas, o nível de atividade chegou a 49 pontos, enquanto nas médias ficou em 47,8 e nas pequenas, em 44,6. Vale lembrar que indicadores acima de 50 pontos indicam crescimento e abaixo deste patamar, queda. Segundo o levantamento, em janeiro, o nível de atividade acima do usual ficou em 51,6 pontos. As grandes empresas apresentaram indicador de 53,4 pontos. Nas pequenas e médias, foram registrados 48,5 pontos e 52,6 pontos, respectivamente. Apesar do recuo no nível de atividade atual, os empresários da construção civil estão mais otimistas para o futuro, já que a expectativa deles sobre o nível de atividade para os próximos seis meses passou de 61,9 pontos em janeiro para 63 pontos em fevereiro. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários. O otimismo é maior entre os empresários das grandes empresas, cujo indicador ficou em 66,8 pontos, seguidos pelos das médias empresas, com 62,2 pontos, e das pequenas, com 59,7 pontos. Em relação aos novos empreendimentos e serviços, os empresários também estão mais otimistas, com o indicador marcando 63,3 pontos em fevereiro, contra 62,8 pontos um mês antes. As   
BSB, 18/2/11- Desafiada a atrair mão de obra especializada, a construção civil começa a competir de igual para igual com os demais setores da indústria. Com maior infraestrutura nos canteiros, investimentos em tecnologia, capacitação e presença de mulheres, o setor tenta reduzir os efeitos gerados pelo déficit de trabalhadores. Considerada um dos motores da economia brasileira, a construção civil vem registrando forte expansão, impulsionada pelo aumento do crédito e da renda da população. Em 2010, quando o setor cresceu 8,7% no Estado, em relação a 2009, a venda de imóveis na capital gaúcha superou em 1 mil unidades o número de lançamentos. Como reflexo do descompasso entre o ritmo de obras e o crescimento do mercado imobiliário, as construtoras ampliaram os prazos para entrega dos lançamentos. Conforme o diretor de engenharia da MJP Engenharia, Julio Penna Diniz, a empresa executava as obras no período médio de 15 meses, mas precisou alongar a entrega dos imóveis para, no mínimo, 24 meses. A medida foi adotada para evitar desgastes com clientes pelo não cumprimento dos prazos explica.   
BSB, 17/2/11- Empresas que financiam pela CEF devem construir em locais urbanizados. Depois de anunciar o reajuste no valor máximo para os imóveis financiados pelo programa habitacional Minha casa, minha vida, ainda não oficializado pelo conselho curador do Ministério das Cidades, a Caixa Econômica Federal (CEF) resolveu restringir a liberação de crédito imobiliário para os projetos construídos com recursos de empreendedores e vendidos através do programa. Agora, os financiamentos só serão concedidos pelo banco aos empreendimentos cuja localização já disponha de um plano de urbanização, com vias pavimentadas e estrutura de abastecimento de água, fornecimento de energia elétrica e rede de saneamento básico. Nesse caso, ponto para o consumidor final, aquele que sonha com uma moradia digna, foco do programa federal. A Caixa oferece duas modalidades para a venda dos imóveis pelo programa: quando a própria instituição financia a obra por completo ou no caso da oferta de crédito para a compra, com o empreendimento sendo bancado pelo empreendedor. Na primeira situação, segundo a CEF, já era exigida a urbanização no local das futuras moradias. Deste modo, as ressalvas se estendem ao segundo exemplo. A informação pode significar uma ducha de água fria nos planos de famílias que contam com o programa para comprar um imóvel. Para o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Pernambuco (Sinduscon-PE), porém, a extensão da regra pela Caixa vai beneficiar os consumidores, que necessitam de habitações com o mínimo planejamento urbano. "O problema está em projetos menores onde empreendedores usam o teto do programa para erguer imóveis em locais sem estrutura, principalmente os populares", diz Avelar de Castro, diretor de assuntos imobiliários, obras privadas e instalações do Sinduscon-PE. Em nota, a CEF informou que a alteração possibilita tratamento igualitário e garante qualidade e condições de habitabilidade dos imóveis   
BSB, 14/2/11– O setor de construção civil prevê crescimento de 6% este ano. A afirmação foi feita pelo presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), Paulo Safaty, nesta sexta-feira (11), após o encontro com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Conforme publicado pela Agência Brasil, de acordo com ele, o setor crescerá “mais que a indústria como um todo e acima do índice esperado para o Produto Interno Bruto”. Entre os fatores que irão para contribuir com esta expansão, estão as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a Copa do Mundo e a Olimpíada, que acontecerão no País em 2014 e 2016. Durante o encontro com a ministra, a CBIC discutiu alguns projetos, como o programa de saneamento estaduais e municipais, denominado de Sanear é Viver, a implementação de programas de capacitação profissional de beneficiários do Bolsa Família, por meio do projeto Próximo Passo, e a proposta sobre a recuperação da Esplanada dos Ministérios. Sobre o Sanear é Viver, uma das sugestões da CBIC é a criação de um fundo federal para ajudar as companhias de saneamento a planejar a ampliação da infraestrutura, com compensações por recursos recebíveis e isenções tributárias. Em relação ao programa de capacitação, Safady diz que a falta de mão de obra qualificada é um dos gargalos apresentados pelo País.   
BSB, 11/2/11- - O INCC (Índice Nacional da Construção Civil), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a CEF (Caixa Econômica Federal), apresentou variação de 0,27% em janeiro, alta de apenas 0,1 ponto percentual sobre o resultado de dezembro (0,26%). Em relação a janeiro de 2010 (0,42%), o índice apresentou desaceleração de 0,13 ponto percentual. De acordo com informações divulgadas nesta terça-feira (8), o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 768,44 em janeiro, dos quais R$ 436,29 se referem aos materiais de construção e R$ 332,15 à mão de obra. Os custos dos materiais apresentaram variação de 0,32% no mês passado, recuando 0,11 ponto percentual em relação ao mês anterior. O índice referente à mão de obra passou de 0,5%, em dezembro, para 0,20%, verificado no mês passado. No mês passado, a maior variação mensal ficou com a região Nordeste (+0,46%). Já a variação do Sul foi a menor do mês, de 0,14%. No Norte o índice variou 0,37%; no Centro-Oeste, 0,21%; e no Sudeste, 0,16%.   
BSB, 11/2/11- As vendas no varejo de material de construção fecharam 2010 com crescimento de 10,6%, na comparação com o ano anterior. Segundo levantamento realizado pela Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), em parceria com o Ibope Inteligência, e divulgado nesta terça-feira (8), o faturamento do setor atingiu R$ 49,80 bilhões. Entre os fatores que aqueceram o setor, estão a desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), o programa Minha Casa Minha Vida e o aumento do crédito e dos financiamentos. Quanto aos preços, divulgou também a Anamaco, o INCC (Índice Nacional da Construção Civil), medido pela FGV (Fundação Getulio Vargas), acumulou alta de 7,77% em 2010. Materiais e equipamentos subiram 5,02%, e enquanto o custo da mão de obra aumentou 10,41% no ano. Já a inflação dos serviços na construção passou de 5,36% para 6,7%, de um ano para o outro. Em relação às vendas de janeiro, os dados revelam que o setor registrou queda de 5,3%, no confronto com dezembro do ano passado. De acordo com o estudo, trata-se do segundo mês de queda consecutivo registrado. Apenas o setor de aço registrou crescimento no período, de 3,5%. Para fevereiro, os varejistas entrevistados pela pesquisa indicam pessimismo, já que 50% deles acreditam que as vendas devem apresentar uma queda de até 10%, em média. Apesar da previsão para o segundo mês do ano, a Anamaco está otimista para 2011. A expectativa é de crescimento de 11%. O cenário positivo pode ser explicado pelo programa Minha Casa, Minha Vida e pelo aumento do consumo das classes de baixa renda.   
BSB, 3/2/11- Os preços da construção civil paulista subiram 0,28% em janeiro, segundo dados divulgados nesta terça-feira (1) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). A variação positiva no mês é resultado do aumento de 0,40% no custo da mão de obra, em comparação com dezembro do ano passado. O CUB (Custo Unitário Básico) - que reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil - atingiu 130,18 pontos no mês passado. Em dezembro, a pontuação havia sido de 129,82 pontos. Considerando os últimos 12 meses terminados em janeiro, os custos registraram alta de 5,61%. No mês passado, o custo da construção civil paulista (R8-N) foi de R$ 904,75 por metro quadrado, sendo R$ 480,98 (53,16%) referentes à mão de obra e R$ 399,40 (44,14%) aos materiais. As despesas administrativas responderam por apenas R$ 24,37 (2,69%). Em relação a dezembro, o CUB relativo ao material aumentou 0,14%, atingindo 122,24 pontos no primeiro mês do ano. Os custos relativos à mão de obra ficaram em 137,48 pontos. Já os custos de despesas administrativas se mantiveram em 132,16 pontos. Entre os 41 itens de materiais de construção analisados, o único que registrou em janeiro aumento de preço acima do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) foi o tubo de cobre de 15 milímetros, classe industrial: 0,99%, contra 0,79% do índice inflação. Entre as altas de preço, destacam-se no mês passado as da brita 2 (0,68%), porta lisa para pintura 3,5x70x210cm (0,67%) e emulsão asfáltica com elastômero para impermeabilizante (0,67%). Entre os itens que apresentaram deflação estão o concreto FCK=25 MPa (-0,09%), o batente para pintura 3,4x14x70x210 cm (-0,14%), o prego 18x27 com cabeça (-0,65%) e o aço CA-50 10mm (-0,66%).   
BSB, 3/2/11- As construtoras imobiliárias já deram por encerrada a discussão sobre o método contábil de reconhecimento de receita de venda de imóveis na planta, depois de terem obtido apoio da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para continuar a registrar esse faturamento no decorrer da obra, e não apenas na entrega das chaves. Mas, apesar do respaldo do órgão fiscalizador do mercado de capitais, elas correm sério risco de levar uma ressalva dos auditores nos seus balanços, o que pode criar a primeira incompatibilidade relevante entre os normativos contábeis brasileiros e o padrão internacional IFRS. Os auditores não concordam com a argumentação que consta da Orientação nº 4, aprovada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e ratificada pela CVM no fim do ano passado, disseram ao Valor pessoas que participaram da discussão. Pelo teor do documento, aprovado por maioria no CPC após quase um ano de debates entre empresas, auditores e CVM, houve o entendimento de que, pela natureza dos contratos usados no Brasil, a maior parte das empresas locais poderia manter o sistema atual de reconhecimento da receita, que ocorre conforme o percentual de execução da obra. As empresas querem evitar a mudança porque isso pode significar queda 43% nos lucros e de 25% no patrimônio líquido, segundo estudo do Credit Suisse. Os auditores, entretanto, discordam da conclusão do CPC. Para eles, quem compra um apartamento na planta não assume nem o controle, nem riscos e benefícios significativos do imóvel até a entrega das chaves. Diante disso, as principais firmas de auditoria do país estão discutindo em conjunto de que forma devem ser apresentadas as "modificações" no parecer sobre os demonstrativos financeiros das incorporadoras. Por modificação entenda-se ressalva, parecer adverso ou abstenção de opinião. Uma ressalva no parecer significa que há um erro no balanço. As outras alternativas são ainda piores.   
BSB, 3/2/11- Uma das possibilidades é dizer que o balanço está de acordo com os padrões contábeis brasileiros, mas que não segue o IFRS. Mas há questionamento se haveria a necessidade de se fazer dois pareceres ou apenas um. Outra dúvida que fica é o caso da empresa que preferir evitar a ressalva no balanço em IFRS e reconhecer a receita somente na entrega das chaves. Ela estaria contrariando as normas da CVM? Procurado, o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon) não confirmou as informações apuradas pelo Valor, mas afirmou que tem participado de discussões sobre o tema, também fora do país, uma vez que as dificuldades encontradas não são exclusivas do Brasil. A entidade deve fazer uma orientação técnica para os associados sobre esse assunto. O tema entrou na agenda de discussão do Comitê de Interpretações do IFRS, órgão conhecido como Ifric que integra a estrutura do Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade (Iasb, na sigla em inglês). Segundo Amaro Gomes, membro do conselho do Iasb, as questões objetivo de discussão envolvendo a implementação do IFRS em diversos países são encaminhadas ao Ifric. Por pedido de auditorias do Brasil, Malásia e Indonésia, o debate sobre essa questão foi incluído na agenda da próxima reunião do órgão, marcada para 10 e 11 de março. No entanto, não está garantido que o Ifric irá mesmo se manifestar nessa data, já que a discussão pode levar mais tempo. Além disso, o prazo limite para a publicação dos balanços referentes ao exercício de 2010 é 30 de março, o que deixa pouco tempo de sobra.   
BSB, 3/2/11- Se o Ifric tiver o mesmo posicionamento das empresas, os auditores ficarão tranquilos em dizer que os balanços conferem com o IFRS. Caso contrário, esse entendimento será apresentado ao CPC e à CVM, para que eles possam avaliar se é o caso de mudar de posição. Questionada sobre o assunto, a autarquia afirmou apenas que não há como "fazer qualquer manifestação sobre o tema ao mercado, enquanto não tiver o posicionamento oficial do Ifric e, depois, do CPC". O tema reconhecimento de receita é um dos que está em discussão no processo de convergência entre o IFRS e o padrão contábil americano (US Gaap). No entanto, pelo que se tem de informação até agora, o mais provável é que sistema usado nos Estados Unidos sofra mais mudanças, e não o internacional. O que deve ocorrer no IFRS, segundo o presidente do Iasb, David Tweedie, é a reunião, em uma só nova norma, das regras que estão dispersas hoje em dois pronunciamentos e em uma interpretação.   
BSB, 24/1/11- Enquanto o número de mortos em decorrência das fortes chuvas que atingiram a região serrana continuam aumentando, um grupo de construtoras anunciou a união de forças para viabilizar a construção de 2 mil casas populares. As empresas MRV, RJZ/Cyrela, Gafisa, PDG, Rodobens e Rossi, que integram o programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal, selaram acordo com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, para a construção das unidades nos sete municípios afetados pela tragédia (incluindo Areal, que não registrou mortos), para serem doadas às vítimas das enchentes. O anúncio oficial será quinta-feira, em encontro com a presidente Dilma Rousseff no Palácio Guanabara. A parceria prevê que o governo do Estado dê os terrenos e a infraestrutura. "Na próxima semana, vamos começar os trabalhos de topografia e sondagem no terreno da Fazenda da Laje, de cerca de 2 milhões de m². Ele fica no distrito de Conselheiro Paulino, em Nova Friburgo, e foi desapropriado pela prefeitura", afirmou o vice-governador e secretário de Obras, Luiz Fernando Pezão, que esteve, sexta-feira, com Cabral, no encontro com os diretores das construtoras. Segundo Pezão, a ideia é construir 6 mil unidades habitacionais. "Também em Nova Friburgo, estamos em entendimentos com o proprietário de um terreno onde pretendemos erguer 800 moradias", afirmou o vice-governador. Pezão disse ainda que vai se reunir na terça-feira com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, a secretária nacional de Habitação, Inês Magalhães, e o subsecretário-executivo de Obras do Estado, Hudson Braga, para tratar da construção de casas populares na região serrana.   
BSB, 24/1/11- As vendas do varejo de materiais de construção cresceram 6,96% em dezembro na comparação com o mesmo mês em 2009, de acordo com levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). No acumulado de 2010, o setor de materiais apurou alta de 12,14% no faturamento. Em relação a novembro, no entanto, houve retração de 8,88%. De acordo com a entidade, no último mês do ano passado, as vendas de itens de acabamento foram 17,9% maiores, enquanto aquelas de materiais básicos aumentaram apenas 1,4% ano a ano. Em 2010 como um todo, as vendas de insumos de acabamento também foram superiores às dos materiais de base, com crescimento de 15,15% e 10,62%, respectivamente. Para 2011, a Abramat estima elevação anual de 9%, já considerando efeitos da prorrogação na desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). No final de novembro passado, o governo federal prorrogou para até 31 de dezembro de 2011 a desoneração do IPI para 45 itens de materiais de construção.   
BSB, 15/1/11- As obras decorrentes da Copa de 2014 deverão dobrar o preço dos imóveis em Cuiabá e Várzea Grande. Com o aumento no número de construções no 2 municípios, a maior demanda por trabalhadores e materiais serão os responsáveis pela valorização imobiliária. A constatação é do diretor do Sindicato da Indústria da Construção de Mato Grosso (Sinduscon-MT), Júlio Miranda. Ele explica que esse cenário já começou, e que escassez de mão de obra tem influenciado o preço das moradias. Miranda ressalta que ainda há espaço para novos investimentos. Conforme ele, o déficit habitacional ainda existe, principalmente nas classes mais baixas. "Mas as construtoras precisam continuar analisando o mercado". O gerente da construtora Gerencial, Paulo Di Sério, acredita que o preço dos imóveis irá dobrar até 2014 por conta das melhorias, especialmente dos imóveis próximos às áreas onde ocorrerá intervenções. A advogada especialista em direito Imobiliário, Rita Aleixes é contrária e diz que o mercado mato-grossense não comporta novas majorações. De acordo com ela, o preço atual do metro quadrado, avaliado entre R$ 2 mil e R$ 3 mil, já indica que os imóveis estão custando o preço máximo. Ela ressalta que o consumidor precisa ficar atento na hora de adquirir o bem. Os prazos alongados para pagamento, junto às taxas de juros que variam de 5% a 12% devem ainda indicar cautela. "A pessoa pagará o mesmo produto por até 30 anos". Desapropriações - A advogada alerta também os moradores e empresários que serão desapropriados com as obras estruturais para a Copa. Conforme ela, as pessoas devem começar a se mobilizar e acompanhar junto com o governo todas as fases de desapropriação. O diretor da Agecopa, Agripino Bonilha, explica que nos próximos 20 dias serão enumerados os imóveis que serão desapropriados. Ele explica que está sendo montado um grupo que avaliará o preço dos imóveis e terrenos. "Quem não estiver de acordo com o valor poderá entrar na Justiça". As principais mudanças o   
BSB, 3/1/11- A construção civil foi a área que mais cresceu, com 14,4% de aumento no número de postos de trabalho entre janeiro e novembro deste ano. O setor, em 2009, também figurou entre os principais destaques da economia brasileira, já que registrou crescimento de 10,9% no mesmo período. De todo modo, os setores de serviços, comércio e indústria de transformação, na análise dos números absolutos, criaram o maior número de postos de trabalho no ano. Nos 11 primeiros meses de 2010, os três setores foram responsáveis por pouco mais de 2 milhões dos 2,5 milhões de empregos gerados no ano, conforme informações da Agência Brasil. Segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho, foram empregados 939,4 mil trabalhadores no setor de serviços, até novembro. Com 638 mil empregos gerados no período, a indústria de transformação aparece em seguida. Comércio com 505 mil postos de trabalho fecha a lista dos três primeiros. Em quarto lugar, a construção civil criou 333 mil vagas criadas em 2010. Os números de dezembro ainda não foram contabilizados pelo ministério. Nos últimos oito anos foram criados cerca de 15 milhões de postos de trabalho, sendo que o número total de trabalhadores celetistas no Brasil é de mais de 35 milhões. Na avaliação do diretor técnico do Dieese (Departamento Intersindical de Estudos e Estatística Socioeconômico), Clemente Ganz Lúcio, a geração de emprego com carteira assinada representa mais proteção social ao trabalhador. “Isso significa redução do desemprego por um lado e uma formalização da proteção social e da participação no sistema previdenciário por parte dos trabalhadores”, disse.   
BSB, 28/12- Em 2010, o brasileiro gastou 7,58% a mais para construir, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta segunda-feira (27). No ano, o custo do grupo Materiais, Equipamentos e Serviços acumulou alta de 5,45%, sendo que o subgrupo Materiais e Equipamentos registrou acréscimo de 5,11%, enquanto Serviços teve aumentos de 6,76%. Já o grupo Mão de Obra terminou o ano com acréscimo de 9,91%. Em dezembro, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, apresentou variação é 0,23 ponto percentual maior do que a registrada em novembro, 0,59% e 0,36%, respectivamente. O grupo Materiais e Equipamentos e Serviços registrou alta de 0,13%, resultado inferior ao apurado um mês antes, de 0,15%. A maior contribuição para o resultado do grupo veio do subgrupo Serviços, que passou de 0,48% para 0,25% no período analisado. O subgrupo Materiais e Equipamentos, por outro lado, apresentou aceleração no décimo segundo mês do ano, passando de 0,07% para 0,09%. No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 1,08% este mês, frente a 0,59% no décimo primeiro mês do ano. Aqui, as maiores contribuições para o avanço vieram dos itens auxiliar e especializado, cujos índices ficaram em 1,21% e 1,28%, nesta ordem. No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no último mês de 2010 foram as seguintes: ajudante especializado (de 0,59% para 1,41%), servente (de 0,66% para 0,89%), pedreiro (de 0,57% para 0,78%), carpinteiro (fôrma, esquadria e telhado) (de 0,55% para 0,82%) e engenheiro (de 0,62% para 1,05%). Por outro lado, as maiores influências negativas foram de massa de concreto (de 0,71% para -0,21%), tubos e conexões de PVC (de 0,79% para -0,16%) e aluguel de máquinas e quipamentos (de 0,42% para -0,05%)   
BSB, 28/12- Em 2010, o brasileiro gastou 7,58% a mais para construir, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta segunda-feira (27). No ano, o custo do grupo Materiais, Equipamentos e Serviços acumulou alta de 5,45%, sendo que o subgrupo Materiais e Equipamentos registrou acréscimo de 5,11%, enquanto Serviços teve aumentos de 6,76%. Já o grupo Mão de Obra terminou o ano com acréscimo de 9,91%. Em dezembro, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, apresentou variação é 0,23 ponto percentual maior do que a registrada em novembro, 0,59% e 0,36%, respectivamente. O grupo Materiais e Equipamentos e Serviços registrou alta de 0,13%, resultado inferior ao apurado um mês antes, de 0,15%. A maior contribuição para o resultado do grupo veio do subgrupo Serviços, que passou de 0,48% para 0,25% no período analisado. O subgrupo Materiais e Equipamentos, por outro lado, apresentou aceleração no décimo segundo mês do ano, passando de 0,07% para 0,09%. No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 1,08% este mês, frente a 0,59% no décimo primeiro mês do ano. Aqui, as maiores contribuições para o avanço vieram dos itens auxiliar e especializado, cujos índices ficaram em 1,21% e 1,28%, nesta ordem. No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no último mês de 2010 foram as seguintes: ajudante especializado (de 0,59% para 1,41%), servente (de 0,66% para 0,89%), pedreiro (de 0,57% para 0,78%), carpinteiro (fôrma, esquadria e telhado) (de 0,55% para 0,82%) e engenheiro (de 0,62% para 1,05%). Por outro lado, as maiores influências negativas foram de massa de concreto (de 0,71% para -0,21%), tubos e conexões de PVC (de 0,79% para -0,16%) e aluguel de máquinas e quipamentos (de 0,42% para -0,05%)   
BSB, 13/12- A construção civil deve fechar 2010 com crescimento de 11%, de acordo com o presidente do SindusCon-SP (Sindicato da Construção), Sérgio Watanabe. Porém, para 2011, o setor está menos otimista e prevê crescimento de apenas 6%. "Não podemos negar que o crescimento visto este ano está diretamente ligado ao crescimento do crédito, que deve atingir mais de R$ 70 bilhões em 2001. É um crescimento muito expressivo, que nos beneficiou bastante", afirmou a coordenadora de projetos da FGV (Fundação Getulio Vargas), Ana Maria Castelo. Porém, Ana não acredita que o mesmo cenário será visto no próximo ano. "Nós sabemos que esse crescimento já carrega um grande desafio, que é sustentar essas taxas daqui para frente. Esse é um dos pontos críticos que teremos que enfrentar em 2011", completa. Para Watanabe, além do crédito, outros problemas serão enfrentados pelo setor daqui para frente: “entre os nossos desafios para o próximo ano cito a continuidade de programas habitacionais; o desenvolvimento de novas fontes de financiamento para habitação e infra-estrutura; inovações tecnológicas; custo da terra e escassez de mão de obra”. No entanto, o presidente afirma que também devem haver vários fatores impulsionando a construção no próximo ano. “Mesmo prevendo um ritmo menos acelerado de crescimento, acredito que teremos investimentos públicos e privados, por meio do PAC 2, Minha Casa, Minha Vida 2 e as obras relativas à preparação da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 que impulsionarão a construção”, completou. Segundo o diretor de economia da entidade, Eduardo Zaidan, é importante que o governo continue reduzindo a carga de tributos e encargos da construção e reduza a burocracia no licenciamento de empreendimentos imobiliários. “Essas medidas são essenciais para elevar a produtividade da construção, de modo que ela possa continuar contribuindo com o crescimento do PIB”’, afirma. Ainda de acordo com o SindusCon-SP, sondagem entre empresários aponta que e   
BSB, 8/12- O número de reclamações de paulistanos contra construtoras cresceu 123% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2009, segundo o Procon-SP (Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor). Essa alta é bem maior do que a do número de unidades comercializadas no mesmo período -variação de 18,3% entre os primeiros semestres de 2009 e de 2010, segundo o Secovi-SP (sindicato do setor imobiliário). No primeiro semestre deste ano, quando foram vendidas 17 mil unidades novas, o Procon-SP recebeu 1.569 reclamações -a maioria sobre atraso na entrega de imóveis adquiridos na planta. "A cada 200 compradores prejudicados, só um pede indenização", contabiliza o procurador da Justiça Paulo Sérgio Cornacchioni. Compradores que se sentem lesados vão além das queixas. O número de processos judiciais contra construtoras aumentou 50% de 2009 a setembro de 2010, aponta pesquisa da Tapai Advogados em fóruns. Segundo a Tapai e o Procon-SP, as que têm mais queixas são Tenda, Gafisa (do mesmo grupo empresarial) e Cyrela, que não reconhecem os dados levantados pelo escritório de advocacia. Não há regra fixa para punir a construtora que não cumpre o prazo de entrega. A indenização varia caso a caso e só ocorre quando o comprador inicia uma ação judicial. Ainda que exista uma cláusula no contrato de compra que autorize atraso de até seis meses, o consumidor pode recorrer, pois esse prazo de tolerância é nulo, segundo uma portaria de 1998 do Ministério da Justiça. A relações-públicas Cristina Santos, 28, aguarda há 18 meses a entrega de um imóvel da Tenda. Para reclamar, criou o blog www.tendato fora.blogspot.com. À Folha, a Tenda disse que a assembleia de entrega do empreendimento ocorreu em 19 e 20 de novembro, não restando pendências para o repasse das unidades.   
BSB, 2/12- “Depois de muitas décadas, o setor que estava parado, andando de lado, está deslanchando”. A afirmação é do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que participou do 9º Congresso Brasileiro da Construção, nesta segunda-feira (29), e aproveitou a ocasião para anunciar a prorrogação, por mais um ano, do IPI reduzido para o setor. “O PIB do setor da construção teve um crescimento de 13% no ano”, afirmou o ministro, ao declarar que “2010 será o melhor ano para a construção civil”. Em seu discurso, Guido Mantega afirmou também que devemos fechar o ano com recorde de financiamento habitacional, próximo de 1 milhão de contratações. “Ainda não temos um número definitivo. No ano passado, foram cerca de 860 mil”. “Fico muito satisfeito de verificar que o setor de construção, hoje, é um dos principais motores do desenvolvimento brasileiro, contribuindo para o crescimento de 7,5% do PIB, que devemos ter esse ano”, disse. “Um dos maiores dos últimos tempos e que merece ser comemorado”, completou. Segundo o ministro, o setor contribui com geração de emprego formal e para o atendimento de necessidades da população brasileira, carente de habitação, além de contribuir para a formação bruta de capital fixo. “É um setor que reúne todas as virtudes”, destacou.   
BSB, 9/11- O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) pretende inserir o Brasil no rol dos países que se preocupam com a eficiência energética nas edificações. Até o dia 13, o instituto lançará em consulta pública regras para etiquetagem das construções residenciais, informou à Agência Brasil o coordenador do PBE (Programa Brasileiro de Etiquetagem), Marcos Borges. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, esse tipo de construção (residencial) responde por 22,1% de toda a energia consumida no País. O coordenador ainda explicou que o mesmo programa já existe há mais de um ano nos prédios comerciais, públicos e de serviços, envolvendo cerca de 30 edifícios, dos quais 14 apresentam projetos etiquetados. Com essas regras, o Inmetro espera agitar o mercado imobiliário, ao passo que um comprador, ao pesquisar as qualidades de um imóvel, poderá levar em consideração o consumo eficiente de energia. Segundo Borges, o programa de eficiência alinhará o Brasil aos principais países da Europa, além de Estados Unidos e Austrália, que já adotam esse procedimento há muitos anos. Após a adoção do selo de eficiência energética, a economia de energia nos edifícios registrados pode variar entre 30% e 50%, projeta o coordenador. Nos edifícios comerciais, por exemplo, existe uma estimativa de que o custo da avaliação de eficiência energética de um projeto varie de R$ 15 mil a R$ 20 mil. O regulamento final do Inmetro sobre a questão será publicado até dezembro. Feito isso, as construtoras já poderão elaborar projetos e fazer adequações de acordo com as regras. Em um primeiro momento, a etiquetagem será voluntária. No entanto, aponta Borges, alguns dos 30 programas do PBE começaram como voluntários e terminaram obrigatórios, em função da demanda da própria sociedade.   
BSB, 4/11- Os preços da construção civil paulista recuaram 0,12% em outubro, segunda queda consecutiva, já que em setembro os preços caíram 0,15%, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (3) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). A variação negativa no mês é resultado da queda de 0,28% dos preços de materiais de construção, em comparação com setembro. O CUB (Custo Unitário Básico) - que reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil - atingiu 130,00 pontos no mês. Em setembro, a pontuação havia sido de 130,16. Considerando os dez primeiros meses do ano, os custos registram alta de 5,63% e, nos últimos 12 meses, de 5,74%. Em outubro, o custo da construção civil paulista (R8-N) foi de R$ 903,50 por metro quadrado, sendo R$ 479,04 (53%) referentes à mão de obra e R$ 400,09 (44,3%) aos materiais. As despesas administrativas responderam por apenas R$ 24,37 (2,70%). Em relação a setembro, o CUB relativo ao material diminuiu 0,28%, atingindo 122,45 pontos em outubro. Já os custos relativos à mão de obra não variaram, ficando em 136,93 pontos. O mesmo ocorreu com as despesas administrativas, que mantiveram os 132,16 pontos. Entre os 41 itens de materiais de construção analisados, todos apresentaram aumento de preços inferiores ao IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), que variou 1,01%. Entre as altas de preço, destacam-se no mês passado as da bacia sanitária (0,95%), vidro liso transparente 4 mm (0,91%), cimento CPE-32 saco 50kg (0,70%), areia média lavada (0,63%) e bloco de concreto 19x19x39 cm (0,53%).   
BSB, 7/10- O Custo Unitário Básico (CUB/m²) no Distrito Federal, referente ao mês de setembro de 2010, apresentou variação negativa de -0,28% em relação a agosto deste ano. Com esse resultado, o custo do metro quadrado de construção no DF (R8-residência multifamiliar padrão normal) passou de R$ 832,57 para R$ 830,23 neste mês. Neste mês, dos 29 insumos pesquisados, treze apresentaram redução em seus preços, nove registraram aumento e os demais permaneceram estáveis. Entre os materiais com maior representatividade na composição do CUB, que apresentaram redução no custo destacam-se locação de betoneira 320 l; porta interna semi-oca para pintura 0,60 x 2,10 m e tinta létex PVA. O custo com a mão de obra representou 44,01% dos gastos e permaneceu com o mesmo valor dos três últimos meses: R$ 365,34. O desembolso com material (46,75% da composição) diminuiu de R$ 389,65 em agosto para R$ 388,17 em setembro. Há no cálculo do CUB, ainda, os gastos com equipamentos e com as despesas administrativas. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) apresentou variação positiva de 1,15% em setembro deste ano. Nos últimos 12 meses, o CUB-DF apresentou variação acumulada de 11,16% enquanto a variação acumulada do IGP-M foi de 7,77% no mesmo período. O CUB/m² é calculado e divulgado mensalmente pelo Sinduscon-DF, que acompanha a evolução dos preços de 25 materiais de construção, salários de três categorias de mão-de-obra (pedreiro, servente e engenheiro) e um equipamento (aluguel de betoneira).   
BSB, 30/9- 0s empresários da construção civil estão mais otimistas, já que a expectativa deles sobre o nível de atividade para os próximos seis meses passou de 63,7 pontos em agosto para 65,3 pontos em setembro. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários. O otimismo é maior entre os empresários das grandes empresas, cujo indicador ficou em 68,8 pontos, seguidos pelos das médias empresas, com 65,7 pontos, e das pequenas, com 60,9 pontos. Os dados fazem parte da pesquisa realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e os sindicatos da construção civil e divulgada nesta segunda-feira (27). Em relação aos novos empreendimentos e serviços, os empresários estão menos otimistas, com o indicador marcando 63,1 pontos em setembro, contra 64,4 pontos um mês antes. As empresas de grande porte são novamente as mais confiantes (65,1 pontos), enquanto as médias e pequenas registraram 63,5 e 60,5 pontos, respectivamente. Apesar da queda no otimismo, as empresas do setor não pretendem diminuir as compras de matérias-primas: o índice de expectativa cresceu de 63,1 para 64,2 pontos entre agosto e setembro. As grandes empresas se destacam na compra de insumos, com este indicador chegando a 68,8 pontos. As médias empresas marcaram 64,3 pontos e as pequenas, 59 pontos. O indicador de evolução do nível de atividade atingiu 56 pontos em agosto, após recuar 1,1 ponto, ao ser comparado com julho. O destaque ficou com as grandes empresas (58,9 pontos), seguidas pelas médias (57 pontos), enquanto nas pequenas o nível de atividade atingiu 51,7 pontos. Segundo o levantamento, em agosto, o nível de atividade acima do usual ficou em 55 pontos. As grandes empresas apresentaram indicador de 57,3 pontos. Nas pequenas e as médias, foram registrados 50,5 pontos e 56,5 pontos, respectivamente.   
BSB- 21/9- A pressa das construtoras em entregar seus imóveis e a nova onda de apartamentos flexíveis - nos quais o morador escolhe o modelo da planta - está movimentando o segmento de drywall, as paredes de gesso. Com um consumo ainda muito baixo no Brasil quando comparado a outros países, e mais restrito ao alto padrão, os fabricantes procuram investir em novas tecnologias e aplicações, além da parceria com as construtoras para disseminar o uso do produto no Brasil. De qualquer forma, a resposta da demanda já reflete no aumento das vendas e até na ampliação da capacidade produtiva de algumas fábricas. No país, são três multinacionais que atuam no setor e dividem o mercado com participações muito próximas, na casa de 30% : a francesa Lafarge, a alemã Knauf e a Placo, do também francês Saint Gobain. Uma quarta fabricante, de capital nacional e menor porte, a Trevo Drywall, opera em Juazeiro do Norte (CE) e não integra a associação do setor no país. Para este ano, a meta da indústria é fechar com aumento de 25% a 30% nas vendas. A Lafarge, há 15 anos no mercado brasileiro, pretende crescer 15% este ano no país. Segundo Mário Castro, presidente da divisão de gesso da Lafarge, as construtoras já representam 25% das vendas e foi o canal que mais cresceu no ano passado, com um aumento de 40%. A empresa criou uma equipe de vendas própria para atender o segmento. A divisão de gesso tem um faturamento equivalente a 10% do grupo Lafarge, o que representa cerca de R$ 150 milhões no Brasil este ano. A companhia francesa tem duas fábricas no Brasil, ambas localizadas em Pernambuco, nas cidades de Petrolina e Araripina. A Placo, que também está há 15 anos no país, espera crescimento entre 15% e 20% este ano. A empresa, que já havia ampliado em 15% a capacidade produtiva de sua fábrica em Mogi das Cruzes (SP) no ano passado, vai atingir uma expansão de 50% este ano, chegando a 22 milhões de m2 de placas de gesso por ano. A empresa vai investir 35% do seu faturamento anual -   
BSB, 21/9- Já a Knauf, última entre as multinacionais a chegar ao Brasil, começa a estudar planos de expansão, que podem ser executados em dois anos. Por enquanto, de acordo com o presidente da companhia alemã, o complexo industrial de Queimados (RJ), inaugurado em 1999, tem capacidade instalada para atender à demanda crescente - hoje, as linhas podem produzir 13 milhões de metros quadrados ao ano. Além disso, a Knauf tem concentrado cada vez mais suas vendas no mercado interno, uma vez que as exportações deixaram de ser interessantes sob as atuais condições de câmbio. Apesar da perspectiva positiva, os produtores sabem que têm um árduo trabalho pela frente: derrubar o estigma de que o drywall é um produto caro e não oferece resistência e isolamento adequados. Além de ser uma construção mais rápida e limpa - sem a formação de entulhos e portanto, também, mais sustentável - a parede de gesso é mais fina e leve que a alvenaria convencional, o que diminui o gasto com estruturas e fundações. São justamente essas vantagens para as construtoras que fazem com que o produto ainda encontre uma certa resistência no mercado. Parede fina passa a impressão de isolamento acústico menor. Para mudar essa imagem, as empresas comemoram o fato de o drywall ter sido o primeiro sistema construtivo a atender as normas térmicas e acústicas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), criadas este ano. O mercado estima que o índice de adoção do sistema drywall no mercado imobiliário residencial esteja entre 10% e 15% em relação aos sistemas tradicionais de alvenaria, principalmente no médio e alto padrão. Se considerados também os projetos de baixa renda - onde o produto ainda é pouco usado - essa participação não passa de 5%. Já nos imóveis corporativos, as paredes de gesso representam 80% das divisórias internas.   
BSB, 15/9– O emprego na construção civil do País aumentou 1,68% em julho, ante o mês anterior, o que equivale à contratação de mais 45,7 mil trabalhadores com carteira assinada. Em junho, a alta foi menos intensa, de 1,12%. Somente nos sete primeiros meses do ano, o nível de emprego no setor cresceu 12,79%, com a contratação de 314,2 mil trabalhadores formais. De acordo com a pesquisa mensal do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e da FGV Projetos, o resultado marca um novo recorde de 2,771 milhões de trabalhadores com carteira assinada no setor – o mais alto da série histórica. O desempenho do emprego em 12 meses também se manteve em alta. Nesta comparação, o nível aumentou 16,67%, o que corresponde a 396 mil trabalhadores. O levantamento também revela que, em julho, o nível de emprego no setor da construção cresceu em todas as regiões do País. O Norte foi o destaque, com alta de 2,66% na criação de empregos, seguido do Nordeste, que avançou 2,41% na mesma base comparativa:   
BSB, 7/9- Os empresários da construção civil estão menos otimistas, já que a expectativa deles sobre o nível de atividade para os próximos seis meses passou de 65,2 pontos em julho para 63,7 pontos em agosto. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários. O otimismo é maior entre os empresários das grandes empresas, cujo indicador ficou em 68,1 pontos, seguidos pelas médias empresas, com 63,3 pontos, e pequenas, com 59,5 pontos. Os dados fazem parte da pesquisa realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e os sindicatos da construção civil e divulgada nesta segunda-feira (30). Também diminuiu a confiança dos empresários em relação aos novos empreendimentos e serviços, com o indicador marcando 64,4 pontos em agosto, contra 66 pontos um mês antes. As empresas de grande porte são as mais confiantes (70,4 pontos), enquanto as médias e pequenas registraram 63,6 e 58,9 pontos, respectivamente. Devido à queda no otimismo, as empresas do setor pretendem diminuir as compras de matérias-primas: o índice de expectativa caiu de 63,9 para 63,1 pontos no período analisado. As grandes empresas se destacam na compra de insumos, com este indicador chegando a 67,6 pontos. As médias empresas marcaram 62,4 pontos e as pequenas, 59 pontos. O indicador de evolução do nível de atividade atingiu 54,9 pontos em julho, o que representa alta de 1,1 ponto ao ser comparado ao mês anterior. O destaque ficou com as grandes empresas (57,4 pontos), seguidas pelas médias (54,8 pontos), enquanto nas pequenas o nível de atividade atingiu 52,4 pontos. Segundo o levantamento, em julho, o nível de atividade acima do usual ficou em 55,4 pontos. As grandes empresas apresentaram indicador de 57,9 pontos. Nas pequenas e as médias, foram registrados 54,4 pontos e 54,1 pontos, respectivamente.   
BSB, 30/8– Um aporte de R$ 3 bilhões em recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) será destinado à habitação popular e permitir o financiamento de cerca de 75 mil imóveis. Segundo decisão do conselho curador do fundo, a verba vai para os programas Carta de Crédito Individual, Carta de Crédito Associativo e Apoio à Produção de Habitações. De acordo com a Caixa Econômica Federal, o recurso vai permitir à instituição “a continuidade de contratações em habitação para o público-alvo do FGTS”. Ao todo, o conselho aprovou a verba suplementar de R$ 6 bilhões. Os outros R$ 3 bilhões vão para saneamento e infraestrutura urbana. Nessas áreas, está o Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana – Pró-Transporte, que permitirá a inclusão de projetos de Pavimentação e Qualificação de Vias Urbanas. Com esse aporte de recursos, o novo orçamento para operações de empréstimo em Habitação Popular, Saneamento Ambiental e Infraestrutura Urbana passa para R$ 41,5 bilhões, aponta a CEF em comunicado. Somados aos orçamentos já definidos para aplicações no FI-FGTS, descontos concedidos e investimento nas Carteiras Administradas de Habitação, Saneamento Ambiental e Infraestrutura Urbana, o orçamento total alcança o recorde histórico de R$ 71,6 bilhões.   
BSB, 18/8- Os balanços corporativos das construtoras brasileiras referentes ao segundo trimestre deste ano evidenciam que o segmento de baixa renda tem ficado cada vez mais importante para os negócios no mercado imobiliário. Parte desse resultado pode ser atribuído a programas sociais como o Minha Casa, Minha Vida. Segundo a Cyrela, por exemplo, as vendas da Living Construtora – braço da companhia voltado à baixa renda – responderam por 35,2% do valor geral de vendas, totalizando R$ 396,5 milhões – um crescimento de quase 70% em relação ao ano passado. Até o dia 30 de junho, haviam sido submetidos pela Living quase 40 mil unidades ao programa. Metade desse total foi contratada para financiamento na CEF (Caixa Econômica Federal) e 4,4 mil já foram repassadas aos clientes. Já a Gafisa, que centraliza na Tenda suas operações para essa classe, afirma que focou seu plano de negócios no trimestre que encerrou para melhorar a postura mais agressiva de vendas e lançamentos para a segunda metade do ano, em linha com a forte demanda no setor de baixa renda. No segundo trimestre, enquanto 45% dos lançamentos da Gafisa foram com preço inferior a R$ 500 mil, quase 75% dos lançamentos da Tenda foram de unidades com preço inferior a R$ 130 mil. A média de preços da Tenda foi de R$ 109 mil no período. O segmento de baixa renda também tem sido estratégica para a Tecnisa. A Linha Flex foi responsável por 51% dos lançamentos da construtora no trimestre que encerrou em junho. “A linha Tecnisa Flex deverá corresponder a 50% do volume de lançamentos nos próximos três anos”, adiantou a companhia.   
BSB, 6/8- O emprego na construção civil do País aumentou 1,12% em junho, ante o mês anterior, o que equivale à contratação de mais de 30.067 trabalhadores com carteira assinada. Em maio, a alta foi mais intensa, de 1,7%. Somente nos seis primeiros meses do ano, o nível de emprego no setor cresceu 10,93%, com a contratação de 268,4 mil trabalhadores formais. De acordo com a pesquisa mensal do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e da FGV Projetos, o resultado marca um novo recorde de 2,725 milhões de trabalhadores com carteira assinada no setor – o mais alto da série histórica. O desempenho do emprego em 12 meses também se manteve em alta. Nesta comparação, o nível aumentou 16,54%, o que corresponde a 386,7 mil trabalhadores. O levantamento também revela que, em junho, o nível de emprego no setor da construção cresceu em todas as regiões do País. O Nordeste foi o destaque, com a criação de 9.176 vagas, seguido do Sudeste, com mais 7.711 postos de trabalho:   
BSB, 2/8- Os empresários da construção civil estão menos otimistas, já que a expectativa deles sobre o nível de atividade para os próximos seis meses passou de 67,8 pontos em junho, para 65,2 pontos em junho. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários. O otimismo é maior entre os empresários das grandes empresas, cujo indicador ficou em 69,3 pontos, seguidos pelos das médias empresas, com 64,7 pontos, e das pequenas, com 61,2 pontos. Os dados fazem parte da pesquisa realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e os sindicatos da construção civil e divulgada nesta sexta-feira (30). Os empresários estão menos otimistas em relação aos novos empreendimentos e serviços, com o indicador marcando 66 pontos em julho, contra 67,1 pontos um mês antes. As empresas de grande porte são as mais confiantes (71,4 pontos), enquanto as médias e pequenas registraram 65,6 e 60,6 pontos, respectivamente. Devido à queda no otimismo, as empresas do setor pretendem diminuir as compras de matérias-primas: o índice de expectativa caiu de 67,1 para 63,9 pontos entre junho e julho. As grandes empresas se destacam na compra de insumos, com este indicador chegando a 67,9 pontos. As médias empresas marcaram 63,4 pontos e as pequenas, 60 pontos. O indicador de evolução do nível de atividade atingiu 53,8 pontos em junho, após recuar 2 pontos, ao ser comparado com maio. O destaque ficou com as médias empresas (55,3 pontos), seguidas pelas grandes (55,1 pontos), enquanto nas pequenas o nível de atividade atingiu 50,4 pontos. Segundo o levantamento, em junho, o nível de atividade acima do usual ficou em 54,6 pontos. As grandes empresas apresentaram indicador de 59,3 pontos. Nas pequenas e as médias, foram registrados 53,7 pontos e 50,6 pontos, respectivamente.   
BSB,29/7- No primeiro trimestre do ano e em relação a igual período de 2009, beneficiada pelos aumentos das operações de crédito para habitação e das ocupações no setor, a construção civil cresceu 14,9% em participação no Produto Interno Bruto (PIB), que alcançou a cifra de 826,4 bilhões, com elevação de 9%. O crescimento do setor que aproxima dos 30% a participação no PIB é recorde histórico desde a criação da série, em 1995, com importante contribuição para a elevação da formação bruta de capital fixo (FBCF), de 26%, igualmente recordista. Impressionante é a participação, na formação da riqueza brasileira, de um milhão de profissionais inscritos no Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, através dos Conselhos Regionais de Engenharia e Arquitetura (Sistema Confea/Crea). Na forma de projetos, passam pelas mãos daqueles profissionais serviços e bens que representam 70% da produção do país, segundo dados do Crea/MS. Em números do trimestre (2010), significa que o passar de mão em mão de engenheiros, arquitetos, projetistas, agrônomos movimentou R$ 568,48 bilhões.   
BSB, 25/7- O presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Distrito Federal (Crea-DF), Francisco Machado da Silva, visitou o canteiro de obras da sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que está sendo construída pelo consórcio Via Engenharia e OAS. O consorcio será parabenizado pela recente certificação ISO 14001 do empreendimento, se tornando a primeira obra do Distrito Federal a possuir esta marca. “O consorcio Via Engenharia e OAS trabalha forte para que a nova sede do TSE seja uma das mais modernas do país e ambientalmente responsável, assim como todos os empreendimentos da Via. A certificação ISO 14001 é fruto deste trabalho e de nossa consciência ambiental”, afirmou o presidente da Via Engenharia, Fernando Queiroz. A certificação ISO 14001 tem como foco a proteção ao meio ambiente e a prevenção da poluição, equilibrada com as necessidades socioeconômicas do mundo atual. A norma especifica as diretrizes de um sistema de gestão ambiental, promovendo uma revisão em todo o processo produtivo, identificando as atividades poluidoras e o desperdício de matérias-primas e energia, além de organizar uma metodologia de monitoramento do sistema de gerenciamento ambiental.   
BSB, 21/7 O governador Rogério Rosso e vice-governadora Ivelise Longhi assinaram contrato com o Consórcio Brasília 2014, formado pelas empreiteiras Via Engenharia e Andrade Gutierrez, para a reforma e ampliação do Estádio Mané Garrincha. A nova arena receberá os jogos do Mundial de 2014 e passará a se chamar Estádio Nacional de Brasília. Haverá lugar para 70 mil torcedores, quase 25 mil a mais do que a capacidade atual. Orçado em R$ 692 milhões, a previsão é que esteja pronto em dezembro de 2012 e possa também ser uma das sedes da Copa das Confederações, marcada para julho de 2013. Os trabalhos já começaram. Há dois meses, 80 funcionários da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), que também é responsável pela obra, concentram-se na limpeza, demolição e remoção da parte que será extinta do Mané Garrincha, como instalações elétricas, arquibancada e pista de atletismo. Na próxima semana, as empreiteiras contratadas começam as obras no local. A nova concepção do maior estádio da capital federal também mudou. Segundo o governador, o local não servirá apenas para jogos de futebol, mas será também um espaço multiuso destinado a outras atividades esportivas e eventos culturais No dia 15 de julho, o governador sancionou projeto de crédito suplementar aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), em 30 de junho. A medida garantiu a liberação de R$ 80 milhões – primeira parcela de um total de R$ 692 milhões – para o início da reforma do Estádio Mané Garrincha. Os recursos foram remanejados da Terracap.   
BSB, 18/7- O emprego na construção civil do País aumentou 1,70% em maio, na comparação com abril, o que equivale à contratação de mais de 45.031 trabalhadores com carteira assinada. Somente nos cinco primeiros meses do ano, o nível de emprego no setor cresceu 9,7%, com a contratação de mais 238.417 trabalhadores formais. De acordo com a pesquisa mensal do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e da FGV Projetos, o resultado marca um novo recorde de 2,695 milhões de trabalhadores com carteira assinada no setor – o mais alto da série histórica. O desempenho do emprego em 12 meses também se manteve em alta. Nesta comparação, o nível aumentou 16,27%, o que corresponde a mais de 377.064 trabalhadores. O levantamento também revela que, em maio, o nível de emprego no setor da construção cresceu em todas as regiões do País. O Norte foi o destaque, com alta de 4,34%, seguido pelo Centro-Oeste (2,57%). Em número de empregados, o maior aumento ocorreu na região Sudeste (mais 13.631 vagas).   
BSB, 14/7- O crédito imobiliário deslanchou. Desde abril, o saldo total de recursos para habitação cresce a taxas superiores a 50% em relação a igual período de 2009, puxado por prazos longos dos financiamentos, juros menores e, especialmente, pela recente investida de bancos e construtoras para popularizar os empréstimos. Já há empresas com estandes de vendas de imóveis nos supermercados. Outras anunciam empreendimentos na embalagem de pizza. Os bancos também reduziram a burocracia: cortaram de 40 para 5 o total de documentos exigidos para aprovar os empréstimos e descentralizou a aprovação do crédito, criando escritórios avançados. Até maio deste ano, o total de empréstimos habitacionais somava R$ 102,4 bilhões, apontam dados do Banco Central, elaborados pela RC Consultores, nas várias modalidades de crédito imobiliário. A perspectiva é de que essa taxa de crescimento seja mantida até dezembro, prevê o diretor da consultoria, Fabio Silveira, ressaltando que se trata de uma estimativa conservadora. Nas suas contas, o total de empréstimos deve atingir R$ 131 bilhões no fim deste ano, ante R$ 87,4 bilhões alcançados em dezembro de 2009. Dois dados novos sobre o crédito imobiliário que devem ser anunciados nos próximos dias ratificam essa taxa vigorosa de crescimento. A Caixa Econômica Federal, o maior banco financiador de imóveis, fechou o primeiro semestre deste ano com volume de financiamentos de cerca de R$ 33 bilhões, com crescimento de 50%. Em maio, os recursos da caderneta de poupança destinados à habitação e contabilizados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) somaram R$ 4,25 bilhões. O resultado de maio é 87% superior ao mesmo mês de 2009 e, no ano, acumula alta de 75%. Para Celso Petrucci, economista chefe do Secovi- SP, o resultado do crédito imobiliário está superando todas as expectativas, tanto é que a Abecip já revisou de R$ 50 bilhões para R$ 55 bilhões as projeções de empréstimos para 2010. Perfil. "   
BSB, 14/7- Se for considerado só o fluxo de novos empréstimos mês a mês, a participação dos financiamentos de imóveis no total do crédito a pessoa física (recursos livres) já representa 31,8% do total de novos empréstimos fechados de janeiro a maio deste ano, enquanto a fatia do crédito pessoal é de 68,2%. Já em 2009 e 2008, a parcela dos empréstimos para compra da casa própria era bem menor, de 13,5% e 17,3%, respectivamente. "O crédito imobiliário vai crescer para todo mundo", afirma o diretor da área de Empréstimos e Financiamentos do Bradesco, Nilton Pelegrino. O banco trabalha com a expectativa de encerrar o ano com saldo de empréstimo 35% maior que em 2009, bem superior à média do crédito em geral (20%). Às vésperas de divulgar os resultados do segundo trimestre, o Bradesco registrou um acréscimo de 180% no fluxo de novos financiamentos no primeiro trimestre em relação a igual período de 2009 e, segundo o executivo, esse desempenho vem sendo mantido. Para agilizar a aprovação de novos financiamentos, o banco apostou em duas frentes. Criou novas centralizadoras, espécie de escritórios avançados que trabalham em parceria com as imobiliárias para aprovar o crédito mais rapidamente. Até o fim deste mês, 41 centralizadoras estarão em funcionamento, prevê Pelegrino. A Caixa é outra instituição financeira que investiu nessa estratégia. Hoje o banco tem 5.499 correspondentes imobiliários espalhados pelo País. A outra aposta do Bradesco para a acelerar a liberação dos empréstimos foi reduzir as exigências de documentos. Quase 30 anos atrás, eram necessários 40 documentos do comprador e do vendedor para aprovar o negócio, lembra Pelegrino pelo fato de ele mesmo ter se submetido a isso quando comprou um imóvel. "Hoje são cinco. Havia documentos desnecessários."   
BSB, 7/7- Pesquisa feita em maio pelo Datafolha revela que os salários na construção civil subiram, em média, 8,07%. Para se ter uma ideia dos adicionais, um engenheiro que ganhe a soma de R$ 6.120 passa a receber, com o reajuste, R$ 6.700. A diferença é maior que um salário mínimo no Brasil. Uma variação de 9% foi obtida dos patrões pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Afins do Estado de São Paulo. "A demanda (por mão-de-obra) da construção civil está aumentando. O GDF, por exemplo, tem investido em obras para a melhoria da região e, consequentemente, isso beneficia todos os que trabalham na construção. Mas ainda temos poucos profissionais qualificados. Então, para os poucos que se tem, os salários pagos são bons", diz Paulo Henrique Paranhos, arquiteto e presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB/DF). Paulo Henrique Paranhos diz que as obras feitas pelo GDF têm cooperado para a altaFoto: Sandro Araújo Paulo Henrique Paranhos diz que as obras feitas pelo GDF têm cooperado para a alta Especialistas afirmam que o reaquecimento da economia e o aumento da oferta de vagas estão permitindo que os candidatos a um novo emprego possam escolher entre várias oportunidades. A abundância é tanta que o candidato qualificado pode até optar por vagas com salários maiores e com menos horas por semana e mais perto de casa. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Simão, acha que o dinamismo do setor é que impulsiona a alta dos salários. "Estamos com falta de mão-de-obra e no mês de maio houve muitas convenções trabalhistas. Uma pressão natural de oferta e procura se explica", conclui. Ele acredita que o Brasil está voltado para a construção civil, pois vive um momento de muitas obras. "Os programas do governo federal, de construção de moradias, por exemplo, e a Copa do Mundo que será sediada por nós ampliam as possibilidades para o setor e trazem uma preocupação com a falta de mão-de-obra qual   
BSB, 3/6- Após um pequeno intervalo de incertezas decorrentes da crise financeira internacional de 2008, as vendas das construtoras crescem de forma consistente e a estimativa de empresas líderes, como PDG Realty, MRV e Rossi, é de um aumento da ordem de 50% nas vendas neste ano. Também o lucro, que na média do setor subiu 85% no ano passado, segue em rota crescente. A Even Construtora e Incorporadora, por exemplo, registrou lucro líquido de R$ 44 milhões no primeiro trimestre, um avanço de nada menos que 283% sobre o mesmo período de 2009. Outra das grandes do setor com expressiva expansão nos seus negócios foi a Gafisa. No primeiro trimestre, além de ampliar em 495% o número de lançamentos, a construtora e incorporadora apresentou crescimento de 53% nas vendas, que saltaram de R$ 558 milhões no primeiro trimestre de 2009 para R$ 857 no mesmo período deste ano. Com tudo isso, também o lucro líquido da Gafisa teve alta de 76%. E as perspectivas para os próximos anos também são animadoras. "Também o segmento de imóveis para a classe média, na faixa dos R$ 500 mil, e até os de alto padrão, apresentam uma retomada muito consistente na demanda", comenta Eduardo Cytrynowicz, diretor de finanças corporativas da Even. "Estamos bastante confiantes em relação a futuro, pois o cenário é de manutenção do atual ritmo de crescimento do país, em virtude do aumento da confiança dos consumidores", acrescenta Antonio Ferreira, diretor de incorporação da Gafisa. Os principais motivos para essa fase de expansão dos negócios, segundo as empresas líderes, são: maior disponibilidade de crédito para todas as faixas de renda, alongamento dos prazos dos financiamentos, redução dos juros, aumento da confiança do consumidor em razão da estabilidade econômica e do menor risco de desemprego e maior competição entre os bancos por financiar os clientes. "Comprar um imóvel é algo que a pessoa só faz se tiver plena confiança na manutenção do seu emprego e na sua fonte de renda. E hoje essa confi   
BSB, 3/6- Embalada por esse bom momento, a Cyrela, maior empresa brasileira do setor, planeja dobrar de tamanho até 2012, quando alcançaria um total de vendas anuais de R$ 9,7 bilhões. "É claro que existem as dores do crescimento. Poderemos enfrentar, de forma momentânea, alguma falta de mão de obra, além de certa elevação nos preços de materiais, mas é um movimento que o próprio mercado se encarregará de equilibrar", diz Luis Largman, diretor de relações com investidores da Cyrela. E já há, efetivamente, um leve aumento nos preços de materiais usados pelo setor. No acumulado de janeiro a maio deste ano, o INCC - Índice Nacional da Construção, da Fundação Getúlio Vargas estava em 4,47%, contra uma inflação oficial, medida pelo IBGE, de 3,09% no mesmo período. No médio e longo prazos, alguns analistas enxergam novas pressões de custos para o setor. "Acredito que em função das grandes obras de infraestrutura que o país necessita, inclusive para a realização da Copa do Mundo de 2014, deveremos ter uma maior disputa por produtos como cimento e aço", afirma Mauricio Kerbauy, da Dextron. Outro gargalo que já pode representar certo limite aos investimentos futuros das incorporadoras é o sinal de escassez de terrenos necessários aos empreendimentos, com a consequente elevação dos preços do insumo básico da indústria da construção. Algumas regiões metropolitanas como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília e Fortaleza já sentem o problema e, em alguns casos, os preços dobraram de valor em menos de um ano.   
BSB, 3/6- Fatores como esses, aliados a uma possível elevação maior dos preços de insumos podem acender uma luz amarela na questão dos custos, afetando também outra variável correlata, que é a das dívidas. Segundo cálculos da Dextron, o nível de endividamento médio das construtoras brasileiras listadas na bolsa estava, na média, em 21% em 2007, subindo para 34% no ano seguinte e atingindo os 43% em 2009. "Endividamento não é necessariamente ruim, pois as empresas só crescem se contrair alguma dívida. Agora, o endividamento não pode é crescer de forma desordenada", afirma Kerbauy. Apesar desses alertas, a maior parte dos analistas e executivos do setor está certa de que a situação de carência crônica de MORADIA, aliada às condições excepcionais de crédito e de confiança do consumidor devem sustentar a expansão dos negócios ainda por um bom tempo. Além do déficit histórico de casas, um estudo feito pela Ernst & Young apontando que anualmente um contingente de 1,5 milhão de novos lares são formados, ampliando a necessidade de novas moradias.   
BSB, 30/6- As indústrias do setor de construção civil registraram em maio - pelo quarto mês consecutivo - crescimento no ritmo de produção. A informação consta da Sondagem da Construção Civil, divulgada ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a entidade, o indicador de evolução do nível de atividade no setor subiu para 55,8 pontos em maio ante os 53,9 pontos de abril. Índices acima de 50 pontos indicam expectativa positiva dos empresários. O nível de atividade também ficou acima do usual para o mês de maio, alcançando 55,6 pontos. Em abril, este índice estava em 53,8 pontos. As pequenas empresas obtiveram destaque na sondagem, pelo desempenho que tiveram, avançando dos 49,9 pontos registrados em abril - o que indica estabilidade na atividade - para 54,3 pontos em maio, o que indica expansão. Para os técnicos da CNI, a melhora do setor acabou aumentando também o otimismo dos empresários com os próximos seis meses, principalmente os de pequeno e médio portes, dos setores de edifícios e de serviços especializados. Em junho, a expectativa quanto ao nível de atividade do setor alcançou 67,8 pontos, ante aos 66,4 pontos registrados em maio. A pesquisa foi feita entre 31 de maio e 22 de junho, com 376 empresas.   
BSB, 27/6- O faturamento resultante da venda de materiais de construção no mercado interno em maio cresceu 21,29% em maio, em relação ao mesmo mês de 2009, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (24) pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção). No acumulado do ano, a expansão foi de 20,54%, ante mesmo período do ano passado. Na comparação com o mês anterior, também houve alta de 5,88%. Segundo a entidade, o número superou a média de crescimento prevista para 2010, na comparação com 2009, que era de 15%. O faturamento com as vendas de materiais básicos avançou 23,7%, em relação ao quinto mês do ano passado. No acumulado do ano, as vendas registraram alta de 21,89%, frente ao mesmo período de 2009. Já nos últimos 12 meses, foi registrado recuo de 1,24%. Quanto aos materiais de acabamento, o levantamento também apontou expansão, de 16,76%, em relação ao ano anterior. Nos primeiros cinco meses do ano, o faturamento apresentou crescimento de 17,86% ante o mesmo período do ano passado. Nos últimos 12 meses, houve expansão de 5,4%. Em relação ao nível de emprego na indústria de materiais de construção, o levantamento mostra avanço de 10,07%, em relação a maio de 2009. Na comparação com abril deste ano, houve baixa de 0,27%. Na indústria de materiais básicos, o número de empregados em maio cresceu 12,05% ante o mesmo período de 2009. Em relação a abril, houve alta de 0,71%. Já na indústria de materiais de acabamento, o número de funcionários em maio avançou 6,27% em relação a maio de 2009. Na comparação com o mês anterior, houve crescimento de 0,64%.   
BSB, 23/6- A ausência de terrenos com características propícias para erguer um prédio na região central de São Paulo está levando as construtoras a buscar oportunidades em regiões mais distantes. Bairros que antes eram periféricos começam a surgir mais requintados. A zona leste de São Paulo é um exemplo que se enquadra no perfil. Ubirajara Spessoto, diretor de incorporações da Cyrela, concorda que já não há tanta divisão física nos bairros. Ele diz até que também não existe mais divisão entre os 38 municípios que compõem a região metropolitana de São Paulo. "É indiferente para mim, do ponto de vista mercadológico, se vou empreender em São Paulo, Osasco, Guarulhos ou São Bernardo. A divisão física existe mais", diz. O executivo também garante que não há falta de demanda em nenhum dos novos polos. Bairros como Perdizes, Pinheiros, Moema e Itaim são os que, segundo as construtoras, terão cada vez menos lançamentos de novos imóveis, apesar de ainda haver forte demanda por essas regiões. A demanda e o ritmo de novas ofertas têm sido tão ligeiros que, para o diretor da Cyrela, nos próximos 20 ou 25 anos, a tendência é não haver divisão física entre São Paulo, Jundiaí e Campinas. "Não tratamos a cidade de São Paulo separada das outras cidades que formam a Grande São Paulo", avalia. Questionado sobre se os preços na capital paulista continuarão em alta, Ferraro, da Obracil, diz que a tendência é haver uma estabilização. "Estamos chegando ao topo dos preços. Acredito que subirá ainda um pouco mais, mas não vamos passar muito do atual limite", diz. Ele explica que a forte valorização se explica pelo fato da ausência de lançamentos das construtoras antes de 2006. Os especialistas garantem que, apesar do cenário atual, o mercado está longe de ficar saturado. "Há muitas regiões para serem exploradas", diz Ferraro. "Temos 5,2 milhões de lares na Grande São Paulo. Se considerarmos que 20% disso é subhabitação, teremos 4,2 milhões de lares aproximadamente. Se o mercado cres   
BSB, 19/6- Impulsionada pelo crescimento da renda familiar e do emprego, a Indústria da Construção apresentou avanço entre 2007 e 2008, registrando alta de 25,3%. Segundo dados da PAIC (Pesquisa Anual da Indústria da Construção), divulgada, nesta sexta-feira (18), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o aumento nas operações de crédito direcionadas à habitação, a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) de diversos insumos da construção, o crescimento de mais de 5% da economia, bem como os programas de financiamento e apoio a projetos de infraestrutura nas áreas de energia elétrica, renovável, petróleo e gás natural, logística e telecomunicações também favoreceram o resultado do setor. Ainda conforme o IBGE, todos os grupos de produtos e serviços que compõem o setor apresentaram alta entre 2007 e 2008. A maior delas foi verificada em Edificações Industriais, Comerciais e Outras Edificações não Residenciais, de 28,8%, destacando-se os avanços de 408% em estações de embarque (rodoviárias, aeroportos, portos, estações de metrô e trens), 41,9% em edifícios comerciais, 14,9% em edificações industriais e 22,1% em serviços de reforma ou manutenção em edifícios não residenciais. A segunda maior alta foi do grupo Obras de Infraestrutura, 27,1%, influenciada, especialmente, pelos resultados de plantas e instalações industriais (tubulações, redes de facilidades, etc), com expansão de 199,6%, e de pavimentação de rodovias, auto-estradas e outras vias não urbanas, com acréscimo de 48,3%. No que diz respeito aos grupos Serviços Especializados e Edificações Residenciais, os crescimentos foram de 21,1% e 20,7%, respectivamente. Nestes casos, as principais influências vieram de fundações (105,9%) e edifícios residenciais (21,2%), nesta ordem.   
BSB, 14/6- Um ano após sua estreia no mercado de crédito imobiliário, o Banco do Brasil assegurou às maiores construtoras do país a oferta de um total de R$ 5 bilhões - volume que, se for convertido em operações concretas de crédito, colocará a carteira do BB no mesmo nível dos concorrentes privados. Novato no segmento, o banco tende a se beneficiar das altas taxas de crescimento do crédito imobiliário, a carteira que mais cresce no país. Nos primeiros três meses do ano, o banco aprovou 18 projetos, que somam R$ 360 milhões. O número de empreendimentos dobrou em relação ao mesmo período do ano passado. No segmento de financiamento à pessoa física, a carteira do BB já é maior. Em março, o volume de crédito concedido somava perto de R$ 1,9 bilhão. O potencial, levando-se em conta a funding do banco, é de cerca de R$ 7 bilhões. A meta do BB é conquistar a liderança no financiamento à construção nos próximos anos. Para acelerar os processos, os acordos fechados pelo BB foram feitos com base em um modelo considerado inovador. Para evitar análises a cada novo projeto, o banco oferece um teto de crédito para as companhias, baseado no histórico de desempenho dessas empresas, e a liberação se dá a cada novo empreendimento. Isso garante maior agilidade na concessão das operações, afirma o diretor de crédito Walter Malieni. "Funciona como uma espécie de conta garantida. Confiamos no padrão mercadológico das companhias e ganhamos em velocidade de análise", afirma Malieni. O empréstimo para a construção é estratégico para o crescimento da carteira imobiliária, não só pela operação em si, bastante rentável, mas principalmente pelo acesso ao mutuário final. A importância se mostra nos números. No Bradesco, de uma carteira de R$ 8,3 bilhões, em março de 2010, mais de R$ 5 bilhões são de recursos destinados às empresas. Já no Santander, líder de mercado, as construtoras ficam com aproximadamente 45% dos R$ 9,6 bilhões do saldo da instituição no negócio da habitação.   
BSB, 14/6- Ao contrário do financiamento à casa própria, onde a Caixa é o principal agente, com 70% do mercado, no parcelamento da obra os bancos privados ainda dominam o relacionamento com as grandes incorporadoras. Aos poucos isso começa a mudar. A Caixa já ampliou sua participação no ramo e agora é a vez do BB reforçar a ofensiva. O BB aposta também nas operações fora dos grandes centros, onde a participação de mercado da instituição é maior do que em muitas capitais. Como exemplo, ele cita que a segunda maior concessão de empréstimos imobiliários hoje está em Goiás, com doze empreendimentos financiados pelo banco, atrás apenas de São Paulo. Nessas regiões, todos os negócios analisados pelo Banco do Brasil incluem uma sociedade entre uma grande incorporadora, que entra com o conhecimento e parte do capital, e uma construtora de pequeno porte, que geralmente é a dona do terreno. Com as áreas metropolitanas apresentando saturação, há uma migração natural das maiores empresas para mercados mais periféricos. O BB tem fechados acordos, estruturadas em sociedades de propósitos específicos, para tocar a obra.   
BSB, 8/6- Entre janeiro e abril deste ano, o setor da construção civil abriu 4 mil novos postos de trabalho na região metropolitana de Porto Alegre, uma alta de 7,3% no contingente de empregados em relação a igual período do ano anteiro. Ao lado da indústria calçadista, ostentou os maiores percentuais de crescimento do nível de emprego no quadrimestre, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). "Estamos enfrentando um bom problema", comenta o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado (Sinduscon-RS), Ricardo Sessegolo. Segundo ele, o setor está crescendo graças à maior oferta de crédito, ao aumento da renda da população e a programas governamentais como o Minha Casa Minha Vida. Só a Goldsztein Cyrela, empresa da qual Sessegolo é diretor financeiro, tem 53 obras residenciais e comerciais em andamento na região metropolitana, um recorde na história da companhia. Com isso, a estimativa da entidade é que 25 mil novas vagas serão abertas em todo o Estado neste ano ? até abril foram 9,1 mil. O Sinduscon mantém, com o Senai e o sindicato dos trabalhadores do setor, uma escola de formação de mão de obra em Porto Alegre, que capacita em média 80 pessoas por ano Mas o volume não supre a demanda e a entidade montou, no ano passado, um "centro de captação" de trabalhadores, que são contratados e enviados como serventes para treinamentos de 60 dias em canteiros de obras antes de assumir funções de maior responsabilidade. "O posto recebe 40 a 50 pessoas por semana, em média, com idade acima dos 30 anos", revela Sessegolo. Mesmo assim, a oferta de trabalhadores segue insuficiente e agora o Sinduscon prepara uma campanha publicitária, que será veiculada em jornais e rádios populares da região, focada na valorização do trabalho na construção civil. O orçamento e o período de veiculação ainda não estão definidos, mas o público-alvo, sim. "Temos que atrair os jovens e quem está desempregado", diz o executivo. O piso salarial   
BSB, 6/5- Apesar de o governo estimar uma desaceleração do mercado interno a partir do segundo trimestre do ano, este não parece ser o cenário provável para a construção civil. O setor continua otimista e a perspectiva para os próximos seis meses é de expansão tanto no que se refere a novos empreendimentos e serviços quanto à compra de insumos e matérias-primas. Mas as limitações só vão aumentar diante da escassez de materiais básicos como areia, argila (insumo do tijolo) e brita. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, destaca que os estados de São Paulo e Rio de janeiro estão enfrentando grandes problemas na extração de areia. “Nesses locais, a questão é mais grave do que em outras regiões. A demanda está cada vez maior e, no Rio, há algumas semanas, foi proibido retirar areia de vários locais”, relata. Apesar de evitar o tom alarmista, Simão admite que a falta dos materiais vai influenciar nos custos. “Vai bater nos preços finais e nos prejudicar bastante, mas vamos ter que enfrentar”, reconheceu. Os entraves burocráticos no caso dos materiais básicos de construção são um agravante adicional. O setor reclama que o processo para obter a permissão ambiental para explorar novas jazidas de argila ou areia é muito lento e não atende a velocidade crescente da demanda.   
BSB, 6/5- O problema mais sério que o setor deve enfrentar, segundo avaliação do presidente da CBIC, é a falta de mão de obra especializada. “Temos esse gargalo no país inteiro. Faltam profissionais e os que conseguimos capacitar não são suficientes para suprir a necessidade”, reconhece. O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos (Dieese) estima que sejam criadas no Distrito Federal 5.865 vagas para o setor, apenas este ano. O número é quase um terço do total de postos de trabalho abertos na região, no primeiro quadrimestre, por todos os segmentos da economia (16.741), segundo registro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). De acordo com o levantamento do Ministério do Trabalho, a construção civil foi responsável, apenas no mês de abril, pela abertura de 38.418 vagas com carteira assinada no Brasil. Nos quatro primeiros meses do ano, já são 166.112 novos postos no setor. Entretanto, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima um deficit de 28 mil profissionais na construção em todo o país, até o fim do ano. Toda essa escassez se reflete em mais custos para o segmento. De acordo com o pequeno construtor Antônio Izaias da Silva, os salários tiveram que se adequar à realidade do mercado. “O salário mínimo, no setor da construção, não serve mais nem como referência”, diz. Patrão de 22 funcionários, ele conta que não consegue mais contratar um bom pedreiro por menos de R$ 80 por dia e nem mesmo os serventes aceitam trabalhar por menos de R$ 30 por dia.   
BSB, 1/6- – Os empresários da construção civil estão mais otimistas, já que a expectativa deles sobre o nível de atividade para os próximos seis meses passou de 66 pontos em abril, para 66,4 pontos em maio. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários. O otimismo é maior entre os empresários das grandes empresas, cujo indicador ficou em 71,3 pontos, seguidos pelos das médias empresas, com 66,1 pontos, e das pequenas, com 61,3 pontos. Os dados fazem parte da pesquisa realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e os sindicatos da construção civil e divulgada nesta segunda-feira (31). Por outro lado, os empresários estão menos otimistas em relação aos novos empreendimentos e serviços, com o indicador marcando 66 pontos em abril, contra 67,7 pontos um mês antes. As empresas de grande porte são as mais confiantes (71,3 pontos), enquanto as médias e pequenas registraram 65,6 e 60,8 pontos, respectivamente. Devido à queda no otimismo, as empresas do setor pretendem diminuir as compras de matérias-primas. As grandes empresas são destaque na compra de insumos, com este indicador chegando a 70,6 pontos. As pequenas apresentaram indicador de 58,9 pontos e as médias, de 65,3 pontos. O indicador de evolução do nível de atividade atingiu 53,9 pontos em maio, redução de 1,9 ponto ao ser comparado com abril. O destaque ficou com as grandes (56,6 pontos) e médias empresas (54,7 pontos), enquanto nas pequenas o nível de atividade foi de 49 pontos. Segundo o levantamento, a atividade do setor mantém-se aquecida. Em abril, o nível de atividade acima do usual havia ficado em 53,8 pontos. As grandes empresas apresentaram indicador de 57,4 pontos. Nas pequenas e as médias, foram registrados 49 pontos e 54,4 pontos, respectivamente.   
BSB, 26/5- Em maio, o brasileiro gastou 0,93% a mais para construir, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta quarta-feira (26). A variação é 0,24 ponto percentual menor do que a registrada em abril, quando o índice ficou em 1,17%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 6,06% e, passados cinco meses de 2010, a taxa é de 3,46%. No quinto mês do ano, o grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou alta de 0,51%, resultado menor do que o apurado um mês antes, de 0,73%. A maior contribuição para a desaceleração do grupo veio do subgrupo materiais para instalação, que passou de 1,45% para 0,22% no período analisado. O subgrupo serviços se manteve estável em 0,36% em maio. No que diz respeito ao grupo Mão-de-Obra, a variação foi de 1,41% este mês, frente a 1,73% no quarto mês do ano. Aqui, a maior contribuição para a desaceleração foi do item auxiliar, cujo índice ficou em 1,12%. No geral, as maiores influências negativas para o resultado apurado no quinto mês de 2010 foram as seguintes: vergalhões e arames (de -1,22% para -0,92%), materiais para instalações hidráulicas (de 0,46% para -0,31%), massa corrida para parede - PVA (de -0,06% para -0,64%), madeira para telhados (de 0,49% para -0,13%) e taxas de serviços e licenciamentos (de 0,16% para -0,06%). Por outro lado, as maiores influências positivas foram de servente (de 1,62% para 1,71%), ajudante especializado (de 1,77% para 0,74%), pedreiro (de 1,93% para 1,53%), carpinteiro (de 1,64% para 1,56%) e cimento portland comum (de 0,53% para 1,95%). Considerando as sete capitais estudadas pela FGV, no quinto mês de 2010, seis capitais apresentaram desaceleração, enquanto São Paulo teve aceleração no período.   
BSB, 24/5- O faturamento resultante da venda de materiais de construção no mercado interno em abril cresceu 20,91%, em relação ao mesmo mês de 2009, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (21) pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção). No acumulado do quadrimestre deste ano, a expansão foi de 20,31%. Segundo a entidade, o número superou a média de crescimento prevista para 2010, na comparação com 2009, que era de 15%. O faturamento com as vendas de materiais básicos avançou 24,90%, em relação ao quarto mês do ano passado. No primeiro quadrimestre também houve alta, de 21,40%, ante os quatro primeiros meses do ano passado. Já nos últimos 12 meses, foi registrado recuo de 4,5%.Quanto aos materiais de acabamento, o levantamento também apontou expansão, de 13,30%, em relação ao ano anterior. Nos primeiros quatro meses do ano, o faturamento apresentou crescimento de 18,16% ante o mesmo período do ano passado. Nos últimos 12 meses, houve expansão de 3,45%. Para os próximos meses, as expectativas da Abramat apontam para a continuidade do crescimento, apoiadas na desoneração do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados), no crescimento da oferta de crédito imobiliário, e nos avanços dos Programas Minha Casa Minha Vida e no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).   
BSB, 22/5- A economia brasileira tem sido uma inserção na economia mundial. O economista Luís Fernando Melo Mendes, assessor Econômico da CBIC falou sobre a conjuntura brasileira e os impactos no setor da construção. Durante o debate do Conselho de Administração da Câmara Brasileira da Indústria e Construção, Luís Fernando, sugeriu que a construção civil permanecesse como vetor do desenvolvimento econômico nacional, pelo seu grande potencial de geração de emprego e renda e por afetar pouco as contas externas, além de estimular outros setores da indústria nacional e ajudar a resolver gargalos importantes como o déficit habitacional e a deficiência de infraestrutura.   
BSB, 15/5- Apesar dos reflexos da crise financeira internacional no país e de seu impacto na construção civil, os trabalhadores do setor conseguiram reajustes salariais acima da inflação em 94% das 68 negociações coletivas feitas no ano passado. O resultado é inferior ao verificado em 2008, ano em que 97% dos acordos salariais analisados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) na construção obtiveram aumentos reais. Os reajustes conquistados pelos operários do setor no ano passado são melhores, no entanto, se comparados às negociações de outras categorias profissionais acompanhadas pelos técnicos do Dieese. Em 2009, 80% dos 692 acordos conseguiram aumentos reais. Os dados constam de estudo setorial da construção divulgado ontem e levam em conta os reajustes concedidos em comparação à inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). O indicador, calculado pelo IBGE, é o mais usado nos acordos. Das 68 negociações dos trabalhadores da construção civil no ano passado, 64 ficaram acima do INPC; uma teve desempenho igual ao indicador e três não conseguiram repor as perdas da inflação -duas delas foram na região Centro-Oeste e uma na região Norte. A remuneração média de um trabalhador (com carteira assinada) da construção civil no país é de R$ 1.282,30, segundo a Rais (Relação Anual de Informações Sociais) de 2008, do Ministério do Trabalho. O valor é inferior à remuneração média paga no Brasil, de R$ 1.570. No ano passado, foram criados 177.185 empregos com carteira assinada no setor da construção civil -resultado menor do que o verificado em 2008, quando a criação de vagas formais chegou a 197.868 e o setor teve o maior crescimento dos últimos 11 anos (11,94%).   
BSB, 15/5- O incentivo a reutilização dos resíduos da construção será debatido durante o Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), que será realizado no mês de junho em Maceió. O objetivo da palestra é disseminar o uso do processo de reciclagem de resíduos classe A em canteiros de obras, de acordo com as considerações técnicas, econômicas e ambientais. Segundo a Câmara Brasileira de Indústria e Construção (CBIC), foram realizadas três experiências de reciclagem em canteiros de obras na cidade de Salvador, que permitiram estruturar e validar a metodologia de reciclagem de resíduos classe A em canteiros de obras, além de comprovar a viabilidade de reciclar estes resíduos em canteiros. Os interessados em participar do Enic ainda podem efetuar suas inscrições pelo site www.enic.org.br   
BSB, 10/5- O Nordeste foi a região brasileira que apresentou o maior crescimento percentual no nível de emprego na construção civil em março. O número de trabalhadores com carteira assinada subiu 3,11%, com relação a fevereiro, para 519.824. No acumulado do primeiro trimestre, o emprego no setor no Brasil cresceu 6%, com a contratação de mais 147.517 trabalhadores formais, segundo estudo do SindusCon-SP e da FGV. O aquecimento no Nordeste está relacionado ao aumento das edificações, com investimentos em deslocamento industrial, segundo Sergio Watanabe, presidente do SindusCon-SP. A demanda maior por mão de obra preocupa empresários. A união entre PDG e Agre é exemplo de como as empresas do setor se agigantam e apontam para uma demanda ainda maior por mão de obra, segundo Watanabe. "O maior receio é a ameaça de inflação setorial. O alto crescimento da contratação também gerou uma necessidade de treinamento e capacitação da mão de obra, que vai ter que ocorrer para atender o grande movimento." O emprego aumentou em todos os segmentos, em obras e serviços.   
BSB, 7/5- As construtoras venderam R$ 22 bilhões em imóveis em 2008, R$ 26 bilhões no ano passado e já anunciaram planos ambiciosos para este ano: as maiores falam de expansão entre 30% e 50%. Quase todas essas obras já começaram a ser erguidas ou estão perto de sair do papel. A dúvida é se haverá braços para atender tamanha demanda. Os mais alarmistas já temem um apagão de mão de obra. Está difícil contratar profissionais qualificados e com experiência. Em diferentes proporções e diferentes segmentos, a percepção é a mesma. "O problema não é a quantidade, mas a qualidade", diz Rodrigo Pádua, diretor de RH da Gafisa. "Servente, que é o primeiro escalão, é fácil contratar, mas mão de obra boa, que consegue entregar produtividade já está muito complicado, especialmente em São Paulo", diz Daniel Amaral, diretor financeiro da Direcional. A empresa, que atua na baixa renda, resolveu efetivar todos os funcionários antes terceirizados, criou um plano de carreira e instituiu até remuneração variável para o pessoal de obra. Segundo o Sinduscon, 40% dos que trabalham em obras são serventes e 60%, qualificados. As empresas acreditam que o Bolsa Família e o próprio aquecimento do mercado nordestino provocaram a redução das migrações do Nordeste. Para ter gente suficiente e bem treinada, as empresas adotam as mais diferentes estratégias. Na maioria das construtoras, os canteiros viraram escolas. Entre um tijolo e outro, os funcionários fazem uma pausa para participar de cursos de capacitação ou mesmo alfabetização. A corrida por estagiários de engenharia civil e os programas de trainee também se tornaram comuns no setor. O efeito direto dessa falta de mão de obra se vê nos salários: o piso do setor varia entre as cidades, mas um ajudante ganha, em média, R$ 770. Um mestre de obras ganha mais de R$ 4 mil, chegando a quase R$ 10 mil no mês do pagamento da participação nos lucros.   
BSB, 4/5- Após amargar retração de 6,3% no ano passado, o PIB da construção deve apresentar forte expansão neste ano. De acordo com estudo elaborado pela RC Consultores, o setor irá registrar crescimento de 8% neste ano e de 5% no ano que vem. "A manutenção dos juros reais em patamar relativamente baixo e a expansão contínua do crédito e da massa real de rendimentos irão impulsionar o crescimento", afirma Fábio Silveira, sócio da RC. De 2004 a 2009, o PIB da construção apresentou crescimento médio anual de 3%. O aumento da confiança, aliado à ampliação da oferta de crédito, levou ao aquecimento da demanda por imóveis residenciais, de acordo com a RC. A consultoria estima que o financiamento imobiliário pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) deve dobrar em 2011. No ano passado, o volume foi de R$ 34 bilhões e no ano que vem deve chegar a R$ 66,4 bilhões. O bom dinamismo do mercado de imóveis comerciais, sobretudo fora do eixo São Paulo-Rio, e o avanço de obras de infraestrutura também aquecem o setor, de acordo com Silveira.   
BSB, 3/5- O aquecimento da construção no primeiro trimestre do ano fez com que a atenção dos empresários se voltasse ainda mais para a dificuldade de obter mão de obra qualificada. Segundo sondagem do setor realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a falta de trabalhador qualificado passou de segunda para primeira preocupação dos empregadores neste começo de ano, comparado ao último trimestre de 2009. Nos últimos três meses do ano passado, o primeiro lugar era ocupado pela elevada carga tributária. "Em dezembro de 2009, nossa pesquisa piloto mostrava que a carga tributária era o maior problema para o setor da construção. Hoje é contratar pessoas qualificadas, que vai desde o pedreiro ao gerente de obra", explica Renato da Fonseca, gerente-executivo da Sondagem da Construção Civil. A evolução do emprego é calculada de três em três meses. A expectativa é de que o problema se agrave no curto prazo, mas que aos poucos se normalize, como resultado de investimentos das próprias empresas em qualificação desde que o setor começou a ficar mais aquecido no ano passado. "Essa questão dificulta o crescimento de imediato, faz as obras andarem mais devagar, mas tem muita gente se especializando, fazendo os cursos necessários", diz.   
BSB, 3/5- A pesquisa da CNI mostra que o nível de atividade da construção se intensificou no primeiro trimestre de 2010. Em março, o indicador do setor ficou em 55,8 pontos, onde números acima de 50 pontos indicam aumento da atividade. O índice está 2,6 pontos acima do resultado de fevereiro. Isso significa que mais empresas responderam que a atividade cresceu mais em março do que no mês anterior. Também há mais empresas neste começo de ano dizendo que contrataram mais que no último trimestre de 2009. Segundo a sondagem, o indicador sobre evolução do número de empregados ficou em 56,4 pontos, ante 53,6 no período anterior. "O índice acima de 50 pontos mostra que há mais empresas contratando do que demitindo e a expectativa é de que o ritmo de contratações aumente mais", diz o gerente da pesquisa. O índice que mostra a disposição das empresas continuarem contratando ficou em 66,2 pontos em março, mesmo nível de janeiro deste ano (66,8 pontos). As contratações devem ser mais forte por parte das grandes companhias, grupo em que o indicador de expectativa de emprego ficou em 74,1 pontos.   
BSB, 1/5- A avaliação é da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), que divulgou a informação ontem, 30/4, como prévia para o 1º de Maio, Dia do Trabalhador, um estudo mostrando algumas das características do segmento, especialmente concentrado na realidade dos trabalhadores que atuam nos canteiros de obras. Tendo por base levantamentos feitos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Ministério do Trabalho, o estudo da CBIC mostra que, além do aumento da escolaridade dos funcionários do setor, há uma “crescente melhoria das condições de trabalho” e da formalização dos empregos. Segundo a Cbic, são os próprios empregadores que estão incentivando o estudo de seus funcionários, inclusive instalando bibliotecas e salas de aula dentro dos espaços das construções. Dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do IBGE, mostram que, em 2002, 63,6% dos trabalhadores da construção civil sequer haviam concluído o ensino fundamental, tendo menos de oito anos de estudo. E apenas 36,1% tinham conseguido chegar ao ensino médio. Já em 2010, o percentual de trabalhadores que estudaram mais de oito anos subiu para 47,8%, e cerca de 26,6% dos funcionários empregados no setor – o que representa 442,8 mil profissionais – têm mais de 11 anos de estudo. Em 2002, eram apenas 256,3 mil trabalhadores (ou 19%) com esse perfil. De acordo com a Cbic, em 2002, 8% (107,9 mil) tinham frequentado a escola pelo período máximo de um ano. Segundo a pesquisa mais recente, este índice caiu para 5% em 2010. Este percentual equivale a 83,2 mil pessoas. A maior escolaridade, afirma o estudo, veio acompanhada de salários cada vez maiores.   
BSB, 1/5- A pesquisa utiliza dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) para mostrar que o salário médio inicial dos trabalhadores formais do setor aumentou 35% entre 2003 e 2010, percentual que desconta a inflação do período. Com isso, o salário de quem ingressa na atividade passou de R$ 651,74, em valores reais, deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de março de 2010, para R$ 884,01, em janeiro deste ano. A Cbic afirma que, no último ano, o ganho salarial dos trabalhadores do setor superou em 5,8% a inflação e que, mesmo durante a crise mundial, o setor continuou gerando empregos. Entre fevereiro de 2009 e fevereiro de 2010, o número de trabalhadores da construção civil aumentou 8,1%, enquanto os outros mercados de trabalho registraram um crescimento de apenas 3,4%. O incremento nas contratações é, segundo a CBIC, acompanhado de uma elevação da formalização dos empregos. Nos três primeiros meses de 2010, foram criados 127.694 empregos formais. Isso representa 19% do total de empregos criados em todos os segmentos econômicos, segundo dados do Caged. O estudo conclui, ainda, que a participação das mulheres é cada vez maior na construção civil. Com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), que é divulgada anualmente pelo IBGE, a CBIC afirma que, entre 2006 e 2008, 69 mil mulheres passaram a trabalhar em canteiros de obras, passando de 171 mil para 240 mil trabalhadoras. Apesar do crescimento na participação, elas representam apenas 3,4% do total de trabalhadores do segmento.   
BSB, 29/4- Em abril, o brasileiro gastou 1,17% mais para construir, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado no dia 27. A variação é 0,72 ponto percentual maior do que a registrada em março, quando o índice ficou em 0,45%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 5,35% e, passados quatro meses de 2010, a taxa é de 2,51%. Em março, o grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou alta de 0,73%, resultado maior do que o apurado no terceiro mês do ano, de 0,45%. A maior contribuição para o aumento do grupo veio do subgrupo materiais para estrutura, que passou de 0,29% para 0,67% no período analisado. O subgrupo serviços teve uma queda de 0,30%, em relação ao mês anterior (0,66%), indo para uma taxa de 0,36% em abril. No que diz respeito ao grupo Mão-de-Obra, a variação foi de 1,73% em abril, frente a 0,40% um mês antes. Aqui, a maior contribuição para a aceleração foi do item especializado, cujo índice ficou em 1,87%. No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no quarto mês do ano foram as seguintes: ajudante especializado (de 0,45% para 1,77%), servente (de 0,38% para 1,62%), pedreiro (de 0,51% para 1,93%), carpinteiro (de 0,34% para 1,64%) e engenheiro (de 0,75% para 1,93%). Por outro lado, as maiores influências negativas foram de vergalhões e arames (de -1,22% para 0,82%), ladrilhos e placas (de -0,62% para 0,82%), materiais elétricos (de -0,12% para 0,88%), ferragens para esquadrias (de -0,04% para 0,10%) e massa corrida para parede / PVA (de -0,06% para -0,59%). Considerando as sete capitais estudadas pela FGV, no quarto mês de 2010, o valor gasto para construir subiu mais no Rio de Janeiro (4,65%) e em Salvador (3,42%), conforme é possível ver na tabela a seguir:   
BSB, 28/4- As expectativas positivas quanto ao fechamento das vendas de abril no mercado interno predominam entre empresários da indústria de materiais de construção, segundo revela a Sondagem de Expectativas das Indústrias de Materiais de Construção da Abramat (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção) O índice de expectativas positivas é de 88%. Apenas 12% das empresas acreditam que as vendas serão regulares e nenhuma acredita que serão piores. Quanto às vendas ao mercado externo, as expectativas positivas somam 55%, as regulares, 10%, e as pessimistas, 35%. Em relação ao quinto mês de 2010, as projeções para as vendas ao mercado interno são otimistas também em 88% dos casos. As perspectivas regulares somam 12%. No que se refere ao mercado externo, para maio, a expectativa geral continua regular (36%), com diminuição do otimismo para 45%, aumento da expectativa regular para 25% e diminuição da expectativa pessimista para 30%. O levantamento apontou que as empresas têm boas expectativas em relação às ações do governo para o setor da construção civil nos próximos 12 meses, com o índice apresentando alta de 78% em abril.O otimismo ainda pode estar relacionado às ações governamentais de desoneração do IPI ( Imposto sobre Produtos Industrializados) para os materiais de construção, pelo programa Minha Casa, Minha Vida e pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Já as pretensões de investimentos nos próximos 12 meses diminuíram no período analisado, passando de 70% em março, para 66% em abril. No que diz respeito ao nível de utilização da capacidade instalada, em abril, houve estabilidade em relação ao mês anterior, de 87%.   
BSB, 22/4- “Como a tecnologia pode auxiliar a fomentar a construção sustentável” será tema de debate da Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (Comat) da CBIC no dia 10 de junho, por ocasião do 82º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic). A reunião será das 14h45 às 15h25, no Centro de Convenções Ruth Cardoso, em Maceió (AL). A apresentação será feita por Marcus Vinicius Domenici, da TOTVS. Outros importantes assuntos também serão tratados como o Projeto de Inovação Tecnológica, onde serão apresentados os resultados do programa. Mais informações sobre o 82º Enic estão disponíveis no site da CBIC, no link do evento.   
BSB, 20/4- O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou ontem a manutenção das alíquotas reduzidas para 30 produtos. Segundo Mantega, os consumidores estão concentrando as compras destes materiais para aproveitar o benefício o que vem causando pressão sobre os preços. “A construção civil é um negócio de médio prazo. As compras agora podem ser feitas ao longo de um tempo maior”, diz Mantega. Fabricantes e varejistas já haviam avisado o ministro que muitas lojas e construtoras estavam formando estoques dos materiais, como forma de se precaver contra a alta de preços que ocorreria quando a redução do IPI acabasse. “O problema é que essa prática poderia acarretar em falta de produtos nas lojas. Isso os deixaria mais caros, porque não há como controlar preços quando há falta de mercadorias”, explica Claudio Conz, presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco). Conz estima que, com o fim do corte do IPI, a alta dos preços seria de 8%, o que elevaria o custo das obras quase na mesma proporção - daí a pressa das empresas e dos consumidores em garantir a compra antes de 31 de junho. Mas nem mesmo as alíquotas reduzidas do IPI têm conseguido segurar os preços dos materiais de construção. De acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), medido pelo IBGE, a maioria dos materiais de construção subiu nos últimos 12 meses - período em que vigora o IPI reduzido. Além do preço dos produtos, os custos de mão de obra também têm encarecido as reformas e construções.   
BSB, 19/4- O Bradesco prevê grande crescimento na demanda por crédito direto ao consumidor de baixa renda para aplicação em reforma e construção de moradias. Nilton Pelegrino, diretor do Departamento de Empréstimos e Financiamento do banco, cita a Operação João de Barros que o Bradesco realiza desde 2004. O executivo prevê que sua área registrará este ano uma evolução entre 20% e 25%. A operação é um convênio com a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção e tem consolidado mais de 300 mil contratos que somam R$ 1 bilhão em financiamento. O crédito é liberado conforme a capacidade de endividamento do cliente, o valor mínimo é de R$ 500, juros de 1,89% ao mês e o pagamento em até 48 prestações. Pelegrino diz “que há 15 mil lojas de material de construção credenciadas pelo Bradesco. A maioria é de pequeno porte, localizadas em todos os municípios brasileiros”.   
BSB, 11/4- Moradores do Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel no mês passado. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quinta-feira (8), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 767,22, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 727,94 no terceiro mês do ano. Em seguida estão as regiões Norte, com valor de R$ 737,57; Sul, com metro quadrado a R$ 707,03; e Centro-Oeste, com R$ 692,86. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 689,49. A região Nordeste, apesar do menor custo, foi a que apresentou maior alta em relação a fevereiro. No mês passado, os moradores da região gastaram com a construção 1,30% a mais do que no mês anterior. Os brasileiros da região Sudeste também sentiram a alta dos custos que, em março, variaram 0,73%. Os brasileiros do Centro-Oeste sentiram uma alta de 0,54%, enquanto os moradores do Norte e do Sul presenciaram os menores aumentos nos preços na hora de construir, de 0,39% e 0,25%, respectivamente, ficando abaixo da média nacional, que registrou variação de 0,76% em março. Analisando os dados por estado, Bahia e Rio de Janeiro registraram as maiores variações mensais, de 3,78% e 3,62%, respectivamente, devido aos reajustes salariais. Na outra ponta, as menores elevações ficaram com Pernambuco, onde os custos registraram alta de 0,05%, Roraima (0,09%) e Minas Gerais (0,10%). No acumulado de doze meses, Rondônia foi destaque, visto que registrou a maior alta, de 16,24%, nos custos do metro quadrado de construção, seguido pelo Maranhão (9,35%) e Acre (9,18%). No mês passado, o estado com o metro quadrado mais caro foi o Rio de Janeiro. Para se construir lá foi preciso desembolsar R$ 826,30. No mesmo mês, o valor médio no Espírito Santo foi o menor: R$ 644,59.   
BSB, 9/4- O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a Caixa Econômica Federal, apresentou variação de 0,76% em março, uma alta de 0,33 ponto percentual sobre o resultado de fevereiro, quando o índice variou 0,43%. Segundo o Instituto, a alta é decorrente da pressão exercida pelos reajuste salariais nos estados da Bahia e Rio de Janeiro. Em relação a março de 2009, porém, o índice desacelerou, uma vez que naquele mês foi registrada uma variação de 0,94%. Nos últimos 12 meses, a variação de 5,81% ficou levemente abaixo dos 6% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Já no acumulado deste ano, o custo da construção civil variou 1,62%, índice bem próximo aos 1,66% registrados entre janeiro e março de 2009. De acordo com informações divulgadas nesta quinta-feira (8), o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 727,94 em março, dos quais R$ 416,76 se referem aos materiais de construção e R$ 311,18 à mão-de-obra. O aumento dos custos dos materiais nesse período foi de 0,01 ponto percentual, passando de 0,34% em fevereiro para 0,35% em março. O índice referente à mão-de-obra apresentou alta de 0,75 p.p., ficando em 1,31% no mês passado, frente ao 0,56% do segundo mês do ano. Em 12 meses, os materiais acumulam alta de 3,54% e a mão-de-obra, de 9%. No acumulado deste ano, o aumento para o primeiro item foi de 1%, enquanto que o segundo variou 2,46%. No terceiro mês do ano, a maior variação mensal ficou com a região Nordeste (+1,30%). Já a variação da região Norte foi a menor do mês, de 0,39%. No Sudeste, o índice variou 0,73% e as regiões Centro-Oeste e Sul apresentaram variações de 0,54% e 0,25%, nesta ordem. No acumulado dos últimos 12 meses, as regiões Norte e Nordeste foram os destaques, registrando alta de 7,81% e 6,20%, respectivamente, ao passo que a menor variação acumulada ficou com a região Sul (5,01%). No mesmo período, as regiões Sudeste e Centro-Oeste registrar   
BSB, 6/4- A classe média popular vai dominar o mercado residencial brasileiro nos próximos anos, segundo recente estudo da MB Associados. De acordo com as projeções da MB, a classe C, com renda familiar de três a dez salários mínimos, terá uma demanda habitacional potencial por 10,4 milhões de imóveis até 2016. A demanda potencial, segundo o trabalho, é medida pelo número de novas famílias que surgem em cada classe, incluindo-se aí pessoas que partem para morar sozinhas, como um filho que sai de casa ou um divorciado. A consultoria excluiu o déficit habitacional - condições precárias e coabitação, que atingem 7 milhões de famílias, 80% das quais nas classes D e E - do cálculo de demanda potencial. As novas famílias vão buscar imóveis para morar, sejam novos, usados ou alugados. Sérgio Vale, economista da MB Associados, crê que grande parte da demanda potencial se direcione para a compra de imóveis novos, dada a rápida expansão do crédito imobiliário e o aquecimento desse mercado. A demanda potencial da classe C é, inclusive, maior que a demanda potencial total de todas as classes, que é de 9,5 milhões até 2016. O fenômeno se explica pela migração prevista, para a classe C, de famílias das classes D e E, com a continuidade do processo de crescimento econômico e redução da pobreza. Como as classes D e E vão diminuir, elas apresentarão uma demanda negativa de 2,4 milhões naquele período - isto é, essa será a redução do número de famílias nas duas classes mais pobres. Já o aumento do número de famílias das classe A e B (acima de dez mínimos) será de 1,6 milhão até 2016.   
BSB, 3/4- Os preços da construção civil paulista aumentaram 0,19% entre fevereiro e março, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (1) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). O CUB (Custo Unitário Básico) - que reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil - atingiu 123,67 pontos no mês. Em fevereiro, a pontuação havia sido de 123,43. Considerando o primeiro trimestre do ano, os custos registraram alta de 0,49% e, nos últimos 12 meses, de 3,52%. Em março, o custo da construção civil paulista (R8-N) foi de R$ 859,52 por metro quadrado, sendo R$ 446,19 (51,91%) referentes à mão-de-obra e R$ 390,52 (45,43%), aos materiais. As despesas administrativas responderam por apenas R$ 22,81 (2,65%). Em relação a fevereiro, o CUB relativo ao material aumentou 0,34%, atingindo 119,52 pontos em março. Já os custos relativos à mão-de-obra subiram apenas 0,07%, para 127,54 pontos. As despesas administrativas, por sua vez, mantiveram o mesmo nivel do mês anterior, com 123,70 pontos. Entre os 41 itens de materiais de construção analisados, apenas 6 tiveram aumento de preços superior ao IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) dos últimos 12 meses. As maiores variações foram observadas na Brita 2 (5,87%), areia média lavada (3,27%) e disjuntor tripolar 70 A (3,05%). O IGP-M do período foi de 1,94%. Entre as maiores quedas de preço, estão a da Cimento CPE-32 saco 50 kg (-4,98%), fio de cobre antichama isol. 750 V 2,5 mm2 (-3,26%) e Prego 18x27 c/cabeça (-3,22%).   
BSB, 31/3- Os empresários da construção civil seguem otimistas, já que o índice de nível de atividade para os próximos seis meses atingiu 67,3 pontos em março. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam aumento na atividade. O otimismo é maior entre os empresários das grandes empresas, cujo indicador ficou em 70 pontos, seguidos pelas pequenas empresas, com 66,8 pontos, e as médias, com 65,3 pontos. Os dados fazem parte da pesquisa realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e os sindicatos da construção civil e divulgada nesta segunda-feira (29). Os empresários estão otimistas também em relação aos novos empreendimentos e serviços, com o indicador marcando 67,4 pontos – uma queda frente ao mês anterior, sendo que as empresas de maior porte estão mais confiantes (70,9 pontos), enquanto as pequenas e médias registraram 65,7 e 65,6 pontos, respectivamente. Devido ao crescimento esperado, as empresas do setor pretendem aumentar as compras de matérias-primas. As grandes empresas são destaque na compra de insumos, com este indicador chegando a 69,6 pontos. As pequenas apresentaram indicador de 65,8 pontos e as médias, de 66,4 pontos. O indicador de evolução do nível de atividade atingiu 53,2 pontos em fevereiro. O destaque ficou com as grandes empresas (55,4 pontos), seguidas pelas pequenas (52,4 pontos), enquanto nas médias o nível de atividade ficou em 51,9 pontos.   
BSB, 29/3- A Gafisa, uma das maiores construtoras e incorporadoras do país, lidera pelo segundo ano seguido o Ranking ITCnet – As 100 Maiores da Construção, uma das mais importantes premiações do setor. Com 5,8 milhões de m2 em construção no ano de 2009, foi recordista da premiação e se destaca pelo volume de obras em andamento, 459, que englobam as marcas Gafisa e Tenda, recentemente incorporada em sua totalidade pela companhia. A sexta edição do ranking aconteceu no dia 9 de março, na sede do Secovi-SP, e destacou empresas em 11 categorias. Além da recordista em metragem quadrada construída, as empresas que mais construíram em 2009 de acordo com os princípios das ações ambientais também foram premiadas em categoria recém-criada. Organizado pelo ITCnet, empresa de pesquisa com mais de 30 anos de atuação, o ranking é uma das poucas fontes de informações atualizadas sobre obras no país.   
BSB, 28/3- O setor da construção gerou 30 mil postos de trabalho nas regiões metropolitanas do país em fevereiro deste ano, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No acumulado dos últimos 12 meses as vagas criadas somam 125 mil. Ao todo, 1.664 mil brasileiros trabalham no setor nas regiões metropolitanas do Rio de janeiro, de São Paulo, de Porto Alegre, de Salvador, de Recife e de Belo Horizonte. O volume representa 7,7% do total de ocupados nestas capitais. A participação dos trabalhadores da construção no mercado de trabalho nacional está aumentando. Em fevereiro do ano passado, os funcionários do setor representavam 7,3% do total de ocupados nas regiões. O resultado da construção ajudou a segurar o desempenho do mercado de trabalho. De acordo com o IBGE, a taxa de desemprego aumentou no mês passado – passou de 7,2% para 7,4% entre janeiro e fevereiro.   
BSB, 23/3- O Brasil registrou recorde na geração de empregos no mês de fevereiro. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, indicam saldo de 209.425 empregos formais. O resultado é 52% maior do que a média dos melhores registros do Caged em fevereiro. No primeiro bimestre do ano foram gerados 390.844 postos de trabalho. Esse resultado supera em 66% a média dos melhores desempenhos ocorridos no mesmo período de referência entre 2003 e 2008. Nos últimos 12 meses, foram criados 1.478.523 postos de trabalho. O setor da construção foi um dos que mais contribuiu para a expansão do nível de emprego no país, com a geração de 34.735 vagas, registrando um crescimento de 1,5% do estoque de trabalhadores em relação ao mês anterior. No ano, o setor foi o que mais gerou empregos. Foram 89.065 novas vagas com carteira assinada, crescimento de 3,94%. Nos 12 meses encerrados em fevereiro, a construção gerou 252.084 novas vagas. Houve um crescimento de 12,88% de seu estoque, seguido pelo comércio que cresceu 5,16%.   
BSB, 19/3- - A população está retomando o poder de compra, afirmou o presidente da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), Cláudio Conz, o que pode influenciar no setor de construção. Segundo Conz, há uma "grande demanda por construção", já que 77% das 55 milhões de moradias do Brasil precisam de algum tipo de reforma ou construção, além do déficit habitacional de 6,273 milhões de moradias. O presidente ainda lembra que a redução de IPI (Imposto sobre Produto Industrializado) estará em vigor para os produtos do segmento de construção até 30 de junho. "O consumidor tem um tempo razoável para se programar e realizar a sua reforma, sobretudo agora que acabaram as dívidas de início de ano, como IPVA, matrícula dos filhos etc.", disse Conz. Conz afirmou que o excesso de chuvas no primeiro bimestre deste ano, principalmente na região Sudeste, aumentou o número de pequenas reformas, fazendo com que a retomada de obras seja uma tendência. No ano passado, o setor de construção cresceu 4,2% sobre o ano de 2008, com um faturamento de R$ 45,04 bilhões. Em fevereiro, o crescimento foi de 4,9% sobre janeiro e de 12% na comparação com o mesmo período de 2009.   
BSB, 16/3- O varejo do setor de material de construção apresentou, no mês de fevereiro, alta de 12% na comparação com o mesmo mês de 2009. No confronto com o mês anterior, houve crescimento de 4,9%. Em relação a janeiro, o setor iniciou o ano com expansão de 4% sobre dezembro do ano passado e de 11,2% sobre janeiro de 2009. Os dados fazem parte da pesquisa realizada e divulgada pela Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção) nesta segunda-feira (15). “Temos uma conjuntura favorável com a combinação de diversos fatores, como início das obras visando a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016, o Programa de Aceleração do Crescimento e o Minha Casa, Minha Vida, que deve liberar 700 mil casas até junho deste ano”, explicou o presidente da Anamaco, Cláudio Conz. Conz afirmou ainda o segmento da construção civil é muito dependente de crédito e, em 2010, o País deverá bater todos os recordes de financiamento habitacional com recursos da poupança, ultrapassando R$ 40 milhões.   
BSB, 15/3- Uma pequena rebelião sacudiu a construção civi. O setor não aceita a queda de 6,3% no PIB da construção civil, anunciada pelo IBGE. "A metodologia do instituto está errada. Nunca isso ficou tão claro como agora", reagiu Paulo Simões, presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). A preocupação do setor é que indicadores equivocados gerem efeitos negativos em decisões de investimento. Ontem mesmo o conjunto da construção civil brasileira anunciou que pedirá a abertura de uma discussão entre técnicos do IBGE, do governo e do setor para a revisão da metodologia. "Queremos uma discussão com o IBGE. Se o equívoco for nosso, assumimos. Mas tenho absoluta certeza de que estamos certos e queremos a revisão", disse Simões. O problema, segundo o setor, está nos indicadores usados para o cálculo. Na primeira versão do índice, o IBGE considera a evolução da produção de material de construção, que, de fato, caiu em 2009. "A questão está aí. O IBGE não considera o valor agregado gerado pela cadeia da construção, que, no limite, não é formada só pela produção do material de construção." Segundo Cláudio Conz, presidente da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), houve crédito e geração de emprego recorde. "Já sabíamos da falha na metodologia, mas esse dado anunciado ontem é um equívoco enorme. A situação agora ficou gritante", disse Conz. A expectativa era de crescimento de 6% e não de queda. O IBGE refutou a afirmação de que utilize metodologia equivocada. Segundo Cláudia Dionísio, economista de contas nacionais do instituto, o cálculo considerou os dados de produção dos insumos utilizados na construção e esse indicador demonstrou queda em 2009. Os dados poderão, segundo Dionísio, ser revisados no fim de 2011 com a incorporação de indicadores mais completos, mas "não irão transformar números negativos em positivos".   
BSB, 13/3- Se o governo não der prosseguimento às obras públicas quando as que estão em andamento começarem a ser concluídas no Distrito Federal, poderá haver uma crise econômica na Capital. O alerta veio do presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON), Elson Ribeiro e Póvoa, que se reuniu ontem com o governador interino Wilson Lima. Ele acrescentou que há cerca de três meses algumas empresas estão sem receber dinheiro do GDF. Apesar do não pagamento a essas empresas, Póvoa disse que a situação das obras do GDF permanece em estado de normalidade, apesar da crise política. "A Linha Verde e a Epia, por exemplo, estão em pleno andamento. Mas acontece que Brasília não pode parar. Quando essas obras forem concluídas, devem ser substituídas por outras. Por isso viemos conversar com o governador", esclareceu Póvoa. Segundo o secretário de Obras, Jaime Alarcão, o setor de construção civil é responsável hoje por 65 mil empregos diretos e há 2.034 obras públicas em andamento. "É preciso manter esses empregos. Essas pessoas devem continuar trabalhando. As obras já foram licitadas, temos recursos federais e internacionais e as empresas podem ser contratadas a qualquer momento, pois já passaram por licitação", explicou o presidente do SINDUSCON. Wilson Lima, de acordo com o presidente do SINDUSCON, respondeu que faria de tudo para cumprir o cronograma de obras já acertado. "O governador se disse animado para continuar no cargo até 31 de dezembro. Ele disse que irá conversar com assessores para que haja novas licitações e posteriores contratações", disse Póvoa.   
BSB, 9/3- A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulga hoje (9), às 10h, a Sondagem da Construção Civil de janeiro. A pesquisa contém dados do nível de atividade na construção civil e as expectativas do empresariado para os próximos seis meses sobre o desempenho do setor, as compras de matéria-prima e novos empreendimentos. O gerente executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, estará disponível por telefone para esclarecimentos adicionais sobre a sondagem a partir das 10h30.   
BSB, 8/3- O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a Caixa Econômica Federal, apresentou variação de 0,43% em fevereiro, índice apenas 0,01 ponto percentual maior do que o registrado em janeiro, quando o índice variou 0,42%. Em relação a fevereiro de 2009, porém, o índice acelerou, uma vez que naquele mês foi registrada uma variação de 0,32%. Nos últimos 12 meses, a variação de 6% ficou levemente acima dos 5,88% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Já no acumulado deste ano, o custo da construção civil variou 0,86%, índice 0,15 p.p. acima dos 0,71% registrados entre janeiro e fevereiro de 2009. De acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (5), o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 722,47 em fevereiro, dos quais R$ 415,31 se referem aos materiais de construção e R$ 307,16 à mão-de-obra. O aumento dos custos dos materiais nesse período foi de 0,03 ponto percentual, passando de 0,31% em janeiro para 0,34% em fevereiro. O índice referente à mão-de-obra apresentou desaceleração de 0,02 p.p., ficando em 0,56% no mês passado, frente ao 0,58% do primeiro mês de 2009. Em 12 meses, os materiais acumulam alta de 3,91% e a mão-de-obra, de 8,97%. No acumulado deste ano, o aumento para o primeiro item foi de 0,65%, enquanto que o segundo variou 1,14%.   
BSB, 5/3- O custo unitário básico (CUB/m2) da Construção Civil no Distrito Federal, referente ao mês de janeiro de 2010, apresentou variação positiva de 1,21% em relação ao mês de dezembro de 2009. Com esse resultado, o custo do metro quadrado no DF ficou um pouco mais caro, passando para R$ 772,24. O CUB do metro quadrado é calculado e divulgado mensalmente pelo Sindicato da Construção Civil do DF (Sinduscon/DF). Nos últimos 12 meses, o CUB-DF apresentou variação acumulada de 1,68%, enquanto a variação acumulada do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) foi de - 0,67% no mesmo período. Neste mês em análise, apurou-se que seis dos 29 insumos que participaram da pesquisa apresentaram redução em seus preços, entre eles a bacia sanitária com caixa acoplada e a bancada de pia de mármore branco. Quinze registraram aumento, sendo que os que mais aumentaram foram o concreto e a fechadura para porta interna, tráfego moderado, tipo IV, em ferro. Os demais produtos que participaram da pesquisa continuaram com os preços estáveis. Além dos preços dos materiais de construção, o salário de três profissionais da construção civil também fizeram parte da pesquisa (pedreiro, servente e engenheiro) e o aluguel de um equipamento para uso na construção (aluguel da betoneira).   
BSB, 3/3- Estímulos governamentais à economia permitiram a ampliação do nível ocupacional em diversos setores no ano passado, apesar da crise mundial. Um exemplo é a Construção Civil, que apresentou um incremento no quadro de trabalhadores de 10,2% no segundo semestre do ano, frente à primeira metade de 2009, com aumento no número de assalariados e na formalização. Os dados estão no Boletim Trabalho e Construção, divulgado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) nesta segunda-feira (1) e que conta com dados da PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego), realizada nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e também no Distrito Federal. Entre julho e dezembro do ano passado, 103 mil pessoas foram incorporadas ao contingente de trabalhadores da Construção Civil. Na comparação com o segundo semestre de 2008, o número de ocupados apresentou um aumento de 12,4% nos seis últimos meses de 2009. De acordo com os dados, houve uma elevação no número de profissionais assalariados na Construção Civil no segundo semestre de 2009, frente à primeira metade do ano. O destaque fica por conta das regiões metropolitanas de Porto Alegre (22%), Recife (20%) e Distrito Federal (19,2%). No Distrito Federal e nas regiões metropolitanas de Porto Alegre, Recife e São Paulo, o crescimento do número de assalariados foi em um ritmo superior ao verificado para a ocupação no segundo semestre, o que remete à formalização dos vínculos empregatícios dos trabalhadores. Porém, quando analisados os rendimentos desses assalariados, só houve aumento na região metropolitana de São Paulo (11%) e Porto Alegre (8%) no período em questão. Por outro lado, eles decresceram em Belo Horizonte (13,7%), Recife (8,9%) e Salvador (6,2%). No Distrito Federal, a queda foi menos acentuada, de 1,1%. Frente ao segundo semestre de 2008, também São Paulo e Porto Alegre registraram aumento dos rendimentos, de 1,6% e 6,1%, respectivamente.   
BSB, 1/3- O volume de resíduos gerados pela construção civil já supera o de lixo doméstico em algumas capitais. Em Salvador, a quantidade de entulho recolhida em obras e reformas quase chega a 60% do lixo da cidade. Em Goiânia (GO) e Porto Alegre, esse índice fica em 55%. No DF, 50% dos resíduos sólidos são provenientes da construção civil, de acordo com pesquisa feita pela UnB. A universidade tem um Projeto de Gerenciamento de Resíduos em Canteiros de Obras, comandado pela professora de arquitetura Raquel Blumechan. O projeto tem o objetivo de trabalhar junto com as construtoras para o treinamento dos profissionais a fim de construírem de forma a evitar desperdício dos materiais. A maioria das construtoras realiza algum tipo de prática para reaproveitar os resíduos da construção durante a obra. Um dos principais focos da Via Engenharia, De Brasília, é evitar o desperdício dos materiais durante a obra Por recomendação do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), todos os estados da Federação e o DF devem criar uma área especifica para a destinação final dos resíduos. De acordo com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a empresa está em processo de criação de um plano de gerenciamento integrado que irá atender todas as construtoras do DF. Segundo a instituição, serão criadas áreas que irão abrigar esse material em pequena, média e grande quantidades com um enfoque voltado para a reciclagem.   
BSB, 27/2- O faturamento resultante da venda de materiais de construção no mercado interno em janeiro apresentou crescimento de 13,84% em relação ao mesmo mês de 2009, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira (26) pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção). Na comparação com o mês de dezembro do ano passado, houve alta de 2,61%. No entanto, o resultado acumulado nos últimos 12 meses registrou queda de 10,30%. Os dados apresentados no primeiro mês do ano está alinhado com as perspectivas otimistas do setor, que apontam crescimento de 15% nas vendas de material de construção ante o faturamento atingido em 2009. O faturamento com as vendas de materiais básicos teve alta de 12,89% em relação ao primeiro mês do ano passado. Na comparação com dezembro, também foi registrado crescimento de 2,98%. Porém, o resultado acumulado nos últimos 12 meses apresentou queda de 13,55%. Quanto aos materiais de acabamento, o levantamento também apontou expansão de 15,77%, em relação ao ano anterior. No confronto de janeiro com dezembro, foi observado crescimento de 1,87%. Nos últimos 12 meses, houve queda de 3,14%. Em relação ao nível de emprego na indústria de materiais de construção, o levantamento mostra avanço de 4,08%, em relação a janeiro de 2009, e de 0,49%, na comparação com mês anterior. Na indústria de materiais básicos, o número de empregados, em janeiro, cresceu 3,09%, ante o mesmo período de 2009. Em relação a dezembro, houve alta de 0,45%. Já na indústria de materiais de acabamento, o número de funcionários em janeiro apresentou alta de 6,14% em relação a janeiro de 2009. Na comparação com o mês anterior, houve crescimento de 0,57%.   
BSB, 24/2- Em fevereiro, o brasileiro gastou 0,35% a mais para construir, segundo informações do INCC-M ( Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta terça-feira (23). A variação é 0,17 ponto percentual menor do que a registrada em janeiro, quando o índice ficou em 0,52%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, tem variação acumulada de 3,49% e, passados dois meses de 2010, a taxa é de 0,87%. Em fevereiro, o grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou alta de 0,47%, resultado maior do que o apurado no primeiro mês do ano, de 0,44%. A maior contribuição para o aumento do grupo veio do subgrupo materiais e equipamentos, que passou de 0,23% para 0,40% no período analisado, com destaque para esquadrias e ferragens, que subiu 1,20%. O subgrupo serviços teve alta de 0,76%, recuo de 0,52 pontos percentuais, em relação ao mês anterior (1,28%). No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,22% em fevereiro, frente a 0,60% um mês antes. Aqui, a maior contribuição para a desaceleração foi do item técnico, cujo índice ficou em 0,17%. No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado no segundo mês do ano foram as seguintes: servente (0,46%), vale transporte (3,13%), mesa de concreto (0,96%), argamassa (1,03%) e tijolo/ telha cerâmica (0,90%). Por outro lado, as quedas nos preços de produtos como vergalhões e arames de aço ao carbono (-0,34%), tubos e conexões de ferro e aço (-0,27%), compensados (-0,34%) e elevador (-0,03%) ajudaram a conter a alta do índice.   
BSB, 22/2- Os números relativos à evolução do emprego formal no país, apurados pelo Ministério do Trabalho, têm oscilado bastante nos últimos meses. Em novembro, eles surpreenderam ao revelar uma aceleração brutal na abertura líquida de vagas (o saldo entre as admissões e as demissões). Em dezembro, eles foram decepcionantes, pois o fechamento de vagas foi mais intenso do que costuma ser no mês final do ano. Já os números de janeiro, divulgados ontem, foram de novo claramente positivos -e sugerem que a retomada das contratações tende mesmo a sustentar um ritmo forte nos próximos meses. A geração líquida de 181 mil vagas foi muito superior à dos meses de janeiro entre os anos de 2001 e 2008 (quando o saldo positivo médio foi de 85 mil vagas) - sem falar no resultado muito ruim de janeiro de 2009 (quando, sob o impacto da grande incerteza gerada pela crise financeira global, houve fechamento líquido de quase 102 mil postos de trabalho). O setor com desempenho mais destacado foi sem dúvida o da construção civil. Ele abriu em janeiro, em termos líquidos, mais de 54 mil vagas. Foi, de longe, o resultado mensal mais forte já registrado pelo setor (desde que o cadastro do Ministério do Trabalho teve início, em 1992). O setor foi aquele no qual o emprego formal teve a menor desaceleração em 2009 e reforça-se a perspectiva de que em 2010 suas contratações líquidas se acelerarão.   
BSB, 19/2- A indústria da construção civil fechou 2009 aquecida e otimista com as perspectivas de expansão do setor nos próximos seis meses. Os dados constam da primeira sondagem da construção civil realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), entre 4 e 22 de janeiro com 283 empresas do setor de construção civil. A pesquisa mostra indicador de expectativa de atividade para os próximos seis meses em 70,6 pontos. O maior patamar de atividade no fim de 2009 foi apurado entre grandes empresas, 56,8 pontos. Enquanto isso, companhias médias tiveram índice de 53,1 e pequenas mostraram queda na atividade, com o indicador em 49,3. A elevada carga tributária foi o principal problema enfrentado pelas empresas. A questão foi levantada por 60,7% das empresas em sondagem dirigida, seguido da falta de trabalhador qualificado e por condições climáticas. Para as grandes empresas, o maior problema está na falta de oferta de trabalhadores qualificados.   
BSB, 12/2- Nos 10 meses de vigência do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), a Caixa Econômica Federal contratou R$ 16,7 bilhões. Foram 275 mil unidades imobiliárias aprovadas, das 656 mil apresentadas. Em matéria veiculada nesta sexta-feira, dia 5, no jornal Brasil Econômico, o presidente da CBIC, Paulo Simão, destaca que só não foram aprovados mais projetos porque em 2009 a Caixa ficou três meses de greve. “Mas acho que depois disso eles se organizaram e deram mais agilidade ao processo, tanto que em dezembro foram aprovadas 90 mil unidades", explica Simão. A média mensal, no ano passado, foi de 60 mil unidades contratadas por mês. Segundo Paulo Simão, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, disse que na segunda quinzena de março vai lançar o PAC2, e o setor está se organizando para fazer uma proposta para um novo programa habitacional.   
BSB, 12/2- A construção civil contratou mais 213 mil profissionais no ano passado, uma alta de 10,21% frente ao ano anterior. No último mês de 2009, o setor atingiu a marca recorde de 2,298 milhões de empregados. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (11) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), que realiza o estudo em parceria com a FGV (Fundação Getulio Vargas). “A construção civil serviu de mola-mestra da economia brasileira, por conta de seu potencial gerador de obras e empregos em todo o País”, afirmou o presidente do SindusCon-SP, Sérgio Watanabe. Para 2010, o que se espera é um aumento do PIB (Produto Interno Bruto) da construção civil próximo a 9%, com a contratação de mais 180 mil trabalhadores. Desta forma, o setor deve fechar o ano com saldo de mais de 3 milhões de empregos. Apesar do resultado positivo no ano, em dezembro, as contratações no setor tiveram saldo negativo de 53,5 mil em todo o Brasil, o que representa queda de 2,28% no nível de emprego, na comparação com novembro. O Centro-Oeste foi o que registrou maior queda em dezembro (-5,23% e -9.035 vagas), seguido do Norte (-4,32% e -5.170 vagas), Sul (-2,53% e -8.210 vagas), Sudeste (-2,03% e -26.196 vagas) e Nordeste (-4,32% e -4.914 vagas). No estado de São Paulo, o setor demitiu 8,8 mil pessoas em dezembro. Mesmo assim, fechou o ano com mais 58,2 mil vagas de trabalho. O saldo de empregos na construção civil paulistana é de 319,3 mil pessoas. Na capital, foram gerados 33,8 mil postos de trabalho no ano, apesar do saldo negativo de 3,9 mil pessoas em dezembro.   
BSB, 10/2- Os empresários da construção civil começaram o ano otimistas, já que o índice de nível de atividade para os próximos seis meses atingiu 70,6 pontos. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam aumento na atividade. O otimismo é maior entre os empresários das grandes empresas, cujo indicador ficou em 78,8 pontos, seguido pelas pequenas empresas, com 63,2 pontos, e as médias, com 69,3 pontos. Os dados fazem parte da pesquisa realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e os sindicatos da construção civil e divulgada nesta terça-feira (9). Os empresários estão otimistas também em relação aos novos empreendimentos e serviços, com indicador marcando 70 pontos, sendo que as empresas de maior porte estão mais confiantes (76,6 pontos), enquanto as médias e pequenas registraram 71,4 e 60,9 pontos, respectivamente. Devido ao crescimento esperado, as empresas do setor pretendem aumentar as compras de matérias-primas. As grandes empresas são destaque na compra de insumos, com este indicador chegando a 78,9 pontos. As pequenas apresentaram indicador de 61,4 pontos e as médias, de 68,2 pontos. Nos próximos seis meses, os empresário do setor também pretendem contratar mais empregados, já que o indicador de expectativa para este item ficou em 66,8 pontos. A previsão de aumento da mão-de-obra é mais disseminada entre as empresas de médio e grande porte, que alcançaram 69,2 e 70,3 pontos, respectivamente, seguidas pelas pequenas, com 59,9 pontos.   
BSB, 9/2- Pequenos e médios empresários já estão sentindo dificuldades em comprar equipamentos para a construção civil. Segundo Mário Humberto Marques, diretor executivo da área de equipamentos da Andrade Gutierrez, o prazo de entrega de determinadas máquinas pode chegar a até três meses. "Mas acho que, em um primeiro momento, isso não vai resultar em atrasos nas obras", afirma. De acordo com estudo divulgado no fim do ano passado pela Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção (Sobratema), devem ser comercializados, este ano, no Brasil, 48 mil equipamentos, incluindo máquinas da linha amarela (pela cor característica), caminhões basculantes, gruas, entre outros. Esse número é 24% maior do que o registrado em 2009, quando as vendas caíram, coincidentemente, 24%. Mesmo com a queda nas exportações por causa da crise econômica, podem faltar máquinas no país, segundo Brian Nicholson, economista e consultor da Sobratema. E é neste hiato que entram os equipamentos chineses, que são mais baratos do que os brasileiros. "Com a crise nos Estados Unidos e na Europa, estão sobrando máquinas no mercado internacional, e com o câmbio favorável à importação pode ser que as matrizes de grandes fabricantes prefiram exportar para o Brasil."   
BSB, 7/2- Moradores do Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel no mês passado. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quinta-feira (5), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 760,46, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 719,37 no primeiro mês do ano. Em seguida estão as regiões Norte, com valor de R$ 720,16; Sul, com metro quadrado a R$ 704,60; e Centro-Oeste, com R$ 687,80. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 676,40. A região Nordeste foi a que apresentou maior alta em relação a dezembro. No mês passado, os moradores da região gastaram com a construção 0,77% a mais do que no mês anterior. Os brasileiros da região Norte também sentiram a alta dos custos que, em novembro, variaram 0,64% na localidade. Moradores do Sudeste e do Sul sentiram os menores aumentos nos preços na hora de construir, de 0,21% e 0,30%, respectivamente - ficando abaixo da média nacional, que ficou em 0,42%. Já os moradores do Centro-Oeste sentiram alta de 0,46% em janeiro. Analisando os dados por estado, dois ultrapassaram a barreira do 1% de alta. Piauí apresentou a maior variação do mês, com acréscimo de 4,89% nos custos, seguido por Amapá, que registrou 3,3% de variação entre dezembro e janeiro. A menor variação ficou com Pernambuco, onde houve alta de apenas 0,09%.   
BSB, 4/2- O Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) vai começar a elaborar um banco de dados sobre roubos e furtos em canteiros de obras. O objetivo é ajudar o Deic (Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado) a prevenir e identificar os roubos. O sindicato pede que todas as construtoras comuniquem os roubos ocorridos para que haja atualização permanente do banco. Para isso, as empresas devem entrar em contato com a coordenadora do setor institucional do sindicato, Marcia Laurino, pelo e-mail mlaurino@sindusconsp.com.br ou pelo telefone (11) 3334-5619.   
BSB, 3/2- Os preços da construção civil paulista aumentaram 0,15% em janeiro deste ano, na comparação com dezembro de 2009, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (1) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). O CUB ( Custo Unitário Básico) - que reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil - atingiu 123,25 pontos no primeiro mês de 2010. Considerando os últimos 12 meses, os custos registraram alta de 3,51%. Em janeiro, o custo da construção civil paulista (R8-N) foi de R$ 856,65 por metro quadrado, sendo R$ 445,74 (52,03%) referentes à mão-de-obra e R$ 388,17 (45,31%), aos materiais. As despesas administrativas responderam por apenas R$ 22,74 (2,65%). Em relação a dezembro, o CUB relativo ao material caiu pela oitava vez consecutiva (-0,12%), atingindo 118,80 pontos em janeiro. Já os custos relativos à mão-de-obra registraram alta, de 0,39%, chegando aos 127,41 pontos. As despesas administrativas apresentaram estabilidade pela segunda vez seguida, ficando em 123,32 pontos no primeiro mês do ano. Ainda na comparação mensal, dentre os materiais de construção, o SindusCon-SP destaca os aumentos de 1,38% da Brita 2, de 0,1,07% da locação de betoneira elétrica 320 l e de 0,56% do bloco de concreto 19x19x39 cm. Entre as maiores quedas de preço do mês, estão a do tubo de cobre (-1,17%), do prego 18x27 com cabeça (-0,87%) e da chapa compensado resinado 12 mm (-0,68%).   
BSB, 2/2- O Sinduscon-SP e a FGV Projetos, com apoio da CBIC, deram início aos trabalhos da primeira Sondagem Nacional da Indústria da Construção Civil de 2010. Os interessados tem até o dia 19 de fevereiro para responder à pesquisa. Nesta 42ª edição, serão avaliadas a percepção do setor sobre o desempenho recente das construtoras e as perspectivas dos empresários da construção em relação ao ano de 2010. A sondagem é um importante instrumento de avaliação e divulgação da opinião do setor. Seus resultados servem para o planejamento das construtoras, e fortalecem o conhecimento dos seus agentes e as relações entre os sindicatos da construção em todo o país. Quanto mais empresários responderem, mais fielmente a sondagem refletirá a situação e as expectativas do setor. A pesquisa também é vista por governos, empresários, consultorias e imprensa como uma fonte fidedigna do desempenho do setor e de suas perspectivas. Maiores informações no site www.cbic.org.br   
BSB, 22/1- O faturamento resultante da venda de materiais de construção no mercado interno em 2009 apresentou queda de 12,27% em relação a 2008, de acordo com dados divulgados na quarta-feira (20) pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção). Considerando somente o último mês do ano, o índice registrou queda de 10,18%, em relação a novembro. Já na comparação com dezembro de 2008, houve crescimento de 4,5%. O resultado do faturamento de 2009, segundo a Abramat, ficou dentro das últimas previsões da Análise Anual, que apontavam para queda de 12%. O faturamento com as vendas de materiais básicos caiu 15,44% ante 2008. Em dezembro, por sua vez, também foi registrada queda, de 8,46%, na comparação com novembro. Frente ao mesmo mês de 2008, as vendas avançaram 5,14%. Quanto aos materiais de acabamento, o levantamento também aponta recuo em 2009, de 5,28%, em relação ao ano anterior. No confronto de dezembro com novembro, foi observada queda de 13,37% e, frente ao mesmo mês de 2008, alta de 2,53%.   
BSB, 20/1- O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Melvin Fox, afirmou esta semana que os projetos de obras da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016 poderão ficar comprometidos por falta de mão-de-obra no setor da construção civil. Em entrevista concedida à Agência Brasil, ele relatou que serão necessários mais de 600 mil trabalhadores para suprir as necessidades de mão-de-obra do setor. “Estamos trabalhando nisso há dois anos, porque nossa preocupação é qualificar, profissionalizar esse trabalhador. Infelizmente, a construção civil sempre foi vista pelo trabalhador como forma de resolver um problema imediato, de poder ter um serviço sem ter uma qualificação”, disse Fox. Os nove milhões de funcionários que trabalham na construção civil não conseguiram suprir as necessidades que surgirão com os eventos que se aproximam. Dentre esses que fazem parte do setor, segundo Fox, dois terços estão na informalidade e não possuem boa qualificação. “Isso é muito prejudicial, porque temos uma mão-de-obra pouco qualificada, a um custo mais baixo, mas, quando se olham os resultados finais, a produtividade é baixa”, observou. Segundo Fox, a perspectiva para os próximos dois anos no setor é de crescimento entre 7% e 8% ao ano. Grande parte desse crescimento será motivada principalmente pelas obras da Copa do Mundo de 2014, do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e das Olimpíadas de 2016.   
BSB, 19/1- O emprego na construção civil do País fechou novembro com mais um recorde, registrando 2,351 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Em outubro, os 2,327 milhões de empregados do setor já era considerado como um número recorde. Na comparação entre os dois meses, o número de empregos cresceu 1,02%. De acordo com a pesquisa mensal do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e da FGV Projetos, somente no décimo primeiro mês de 2009 foram criadas 23,7 mil vagas no setor, número menor que as 30 mil vagas abertas em outubro. Com o resultado, o setor contratou 266,3 mil empregados formais de janeiro a novembro de 2009. No acumulado do ano, a alta foi de 12,78%. Nos últimos 12 meses, contados até novembro último, 179 mil trabalhadores foram contratados, um aumento de 8,2% frente aos 12 meses anteriores. Para o presidente do sindicato, Sergio Watanabe, o resultado mostra que o setor está aquecido, já que novembro costuma ser um mês de poucas contratações. Com isso, ele espera que, neste ano, sejam contratados 180 mil trabalhadores no setor. O levantamento também revela que, em novembro, o nível de emprego no setor da construção caiu apenas na região Centro-Oeste, onde 629 trabalhadores perderam seus empregos. Por outro lado, todas as outras regiões do País registraram altas, frente a outubro, sendo que o Nordeste registrou a maior variação positiva, de 3,29%, com a contratação de 14.179 trabalhadores,   
BSB, 13/1- As cidades que sediarão a Copa de 2014 poderão utilizar R$ 9 bilhões em recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para obras de infraestrutura de transporte urbano para a Copa de 2014. Em reunião nesta terça-feira, o conselho do FGTS aprovou a ampliação de R$ 1 bilhão para R$ 8 bilhões do total de recursos que serão emprestados neste ano. Mais R$ 1 bilhão que estava previsto para essas obras no ano passado serão utilizados em 2010. De acordo com o ministro Márcio Fortes (Cidades), os valores serão empregados em projetos nas 12 cidades-sede, como a construção de corredores exclusivos para ônibus, VLTs (Veículo Leve sobre Trilhos) e obras viárias. Não foram incluídos obras em metrôs porque, segundo o ministro, não havia projetos com tempo hábil de execução. "Todos os projetos que selecionamos são prazos confortáveis. É por isso que não tem metrô, se não ficar pronto, ao invés de solução, vai ser problema", completou. Os recursos serão contratados neste ano pelos municípios ou Estados junto à Caixa Econômica Federal e terão 20 anos para pagar --com 4 anos de carência-- a taxas de até 9% ao ano. Segundo Fortes, o governo decidirá o valor máximo de financiamento por obra e o prazo para a contratação.   
BSB, 12/1- O governo, de olho no crescimento do país, está desenvolvendo uma política sustentável para as futuras moradias daqueles que estão inscritos no programa. O projeto prevê a inclusão de um sistema de aquecimento solar nas casas, gerando uma redução substancial nos gastos dos moradores com energia elétrica. E quem ganha com isso não são apenas os moradores. Com a instalação dessa política de sustentabilidade, o governo preserva o meio ambiente e fortalece a economia do país. O governo criou um grupo de trabalho com representantes dos ministérios do Meio Ambiente, de Minas e Energia, das Cidades, além da Caixa Econômica Federal, do Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial (Inmetro) e empresários do setor. Segundo o Art. 82 da Lei nº 11.977, de 7 de julho de 2009, disposta sobre o programa Minha Casa, Minha Vida, fica autorizado o financiamento para aquisição de equipamento de energia solar e contratação de mão-de-obra para sua instalação em moradias cujas famílias tenham renda de no máximo seis salários mínimos. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, lembrou que o programa Minha Casa, Minha Vida, que prevê a construção de um milhão de casas para a população de baixa renda, demonstra que no governo ações focadas no socioambientalismo já são uma realidade. “O governo está incorporando, aos poucos, políticas que respeitam o clima, a saúde do trabalhador e os empregos verdes”, afirmou Minc. Os moradores beneficiados serão capacitados para a instalação e manutenção dos sistemas de aquecimento de água, gerando mais “empregos verdes”.   
BSB, 11/1- Incentivos governamentais, financiamentos imobiliários, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas no Rio de Janeiro deram à construção civil uma das maiores expectativas de contratações no primeiro trimestre de 2010. Os dados são da Pesquisa de Expectativa de Emprego, realizada pela Manpower, empresa de recursos humanos que oferece serviços para todo o ciclo de negócios e emprego das companhias. A pesquisa mostra que a expectativa líquida de emprego melhorou desde o último trimestre em seis dos oito setores analisados. A expectativa para o setor da construção civil pulou de 7% no último trimestre de 2009 para 46% no primeiro de 2010. O setor de finanças foi de 31% para 43%. Os empregadores da área de serviços apontaram um otimismo de 40% contra 33%. O levantamento avaliou a expectativa de mais de 71 mil empresas de 35 países quanto à empregabilidade nos primeiros três meses do próximo ano. No Brasil, quase mil empregadores foram ouvidos. No total, a expectativa líquida de emprego no Brasil está em 31%, dez pontos percentuais acima do resultado do último trimestre. O ritmo acelerado na construção civil vem só aumentando. De acordo com dados de empregabilidade no DF, apontados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a construção civil, entre todos os setores, teve o maior crescimento nos últimos 12 meses. “A construção civil concentra cerca de 65 mil trabalhadores. Entre os anos de 2008 e 2009, o setor cresceu 30%, pois empregou 15 mil pessoas, atingindo o maior crescimento dos últimos 12 meses. Atribuo isso à quantidade de obras públicas, a isenção de alguns impostos nos materiais de construção, por exemplo, e a abertura de novos espaços para o setor imobiliário”, explica o economista do Dieese-DF, Thiago Oliveira.   
BSB, 9/1- O governo, de olho no crescimento do país, está desenvolvendo uma política sustentável para as futuras moradias daqueles que estão inscritos no programa. O projeto prevê a inclusão de um sistema de aquecimento solar nas casas, gerando uma redução substancial nos gastos dos moradores com energia elétrica. E quem ganha com isso não são apenas os moradores. Com a instalação dessa política de sustentabilidade, o governo preserva o meio ambiente e fortalece a economia do país. O governo criou um grupo de trabalho com representantes dos ministérios do Meio Ambiente, de Minas e Energia, das Cidades, além da Caixa Econômica Federal, do Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial (Inmetro) e empresários do setor. Segundo o Art. 82 da Lei nº 11.977, de 7 de julho de 2009, disposta sobre o programa Minha Casa, Minha Vida, fica autorizado o financiamento para aquisição de equipamento de energia solar e contratação de mão-de-obra para sua instalação em moradias cujas famílias tenham renda de no máximo seis salários mínimos. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, lembrou que o programa Minha Casa, Minha Vida, que prevê a construção de um milhão de casas para a população de baixa renda, demonstra que no governo ações focadas no socioambientalismo já são uma realidade. “O governo está incorporando, aos poucos, políticas que respeitam o clima, a saúde do trabalhador e os empregos verdes”, afirmou Minc. Os moradores beneficiados serão capacitados para a instalação e manutenção dos sistemas de aquecimento de água, gerando mais “empregos verdes”.   
BSB, 5/1- As incorporadoras voltadas para a baixa renda registraram crescimento recorde em 2009. Para 2010, elas não esperam voltar a bater o recorde, mas as previsões de expansão também não são modestas. A HM, por exemplo, espera dobrar o número de lançamentos em 2010, como explica o diretor Henrique Bianco. ''Depois desse crescimento de 2009 e 2010, muito acima da média, acredito uma expansão de 30% ao ano no setor. Se mantivermos o ritmo, acredito que em dez anos será possível praticamente zerar o déficit habitacional do país''. A HM, empresa de baixa renda comprada em 2007 pela Camargo Corrêa, teve um aumento na demanda de 300% após o lançamento do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, lançado em abril de 2009. O Minha Casa, Minha Vida, que impulsionou as vendas na baixa renda, termina no fim de 2010. Até lá, o objetivo é entregar um milhão de moradias. Se a meta for cumprida, o déficit habitacional brasileiro ainda será de sete milhões de casas. Por isso, as incorporadoras acreditam que o crescimento do setor ainda vai durar alguns anos. Para André Sampaio, da Asa, é por este cenário que a empresa pretende dobrar os lançamentos de 2009 para R$ 400 milhões. ''Acreditamos que o momento está favorável'', afirma. Fábio Cury, presidente da Cury, é cauteloso em relação a 2011, o primeiro ano após o fim do programa. ''Estamos aguardando definições para 2011. Afinal o programa foi muito bem aceito por todos, foi um projeto habitacional que já pode ser considerado um divisor de águas''.   
BSB, 30/12- Para o Sinduscon-SP, o artigo 47 da Medida Provisória 472, publicada no Diário Oficial da União em 16 de dezembro, deveria ser revogado. O artigo cria uma espécie de cadastro negativo, em que as construtoras que não cumprirem os prazos de entrega das obras ou não concordarem em cobrir os custos de vício nos imóveis já construídos serão proibidas de operar com recursos públicos, crédito via bancos oficiais e dinheiro do SFH (Sistema Financeiro da Habitação). O CNPI (Cadastro Nacional de Pessoas Físicas e Jurídicas Impedidas de Operar com os Fundos e Programas Habitacionais Públicos ou Geridos por Instituição Pública e com o Sistema Financeiro da Habitação) poderá incluir construtores, responsáveis técnicos por obras ou sociedades construtoras (bem como seus diretores e acionistas controladores e os responsáveis técnicos pela empresa ou obra). O objetivo do governo é evitar que as construtoras que já tenham tido problemas na entrega de obras continuem tendo acesso a novos recursos. Para o presidente do Sinduscon-SP, Sergio Watanabe, porém, o cadastro cria um novo foco de insegurança jurídica na atividade da construção. Watanabe afirma ser largamente conhecido o fato de que obras podem atrasar por uma série de motivos, independentemente da vontade de seus responsáveis: burocracia retardando a expedição de licenças e alvarás, problemas no abastecimento de material de construção, chuvas excessivas etc. Para o presidente do SindusCon-SP, o governo deveria revogar o artigo 47 da MP 472 e discutir a questão com mais profundidade com o setor da construção.   
BSB, 28/12- Mais de 220 mil contratos já foram assinados para a aquisição da casa própria por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal. O ministro das Cidades, Márcio Fortes, afirmou que a maior parte desses contratos (132 mil moradias) beneficia famílias com renda de até três salários mínimos. “É uma grande surpresa para muitos. Todo mundo achava que as empresas de construção só iam querer construir para famílias com renda entre seis e dez salários”, disse o ministro à Agência Brasil. Do restante dos contratos, 71 mil foram para famílias na faixa entre três e seis salários mínimos e apenas 17 mil foram de famílias com renda de seis a dez salários. Fortes também fez declarações sobre Saneamento Básico no Brasil. Segundo o ministro, R$ 38 bilhões estão sendo investidos pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), mas ainda faltam R$ 230 milhões para completar o investimento necessário para solucionar o problema.   
BSB, 19/12- Índice divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o preço do metro quadrado (m²) na capital federal ficou bem acima da inflação em 2009. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo(IPCA) variou 3,93% de janeiro e a novembro. Mas construir ou reformar ficou 5,11% mais caro no período, segundo o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi). O m² na cidade custa, em média, R$ 737,43, o sexto mais caro do país, e cada m² custa quase R$ 25 mais do que na média nacional . O aumento dos salários pagos aos trabalhadores puxou o reajuste. Em média, a mão de obra no DF está 7,31% mais cara desde o início do ano. Mas os materiais também encareceram, apesar da redução tributária concedida pelo governo federal desde abril deste ano. O aumento foi de 3,83%, segundo o IBGE. A tendência é que os preços continuem subindo, já que, com a demanda em alta, os trabalhadores têm grandes chances de conseguir percentuais ainda mais generosos em 2010. "É a lei da oferta e da procura. À medida que cai a oferta de mão de obra, a tendência é que os trabalhadores tenham maior margem de negociação salarial. A construção civil ficou muitos anos parada, o que levou a uma fuga de profissionais para outras regiões. Agora, os empresários têm que buscar esses profissionais", afirma o gerente do Sinapi, Luiz Fernando de Oliveira Fonseca.   
BSB, 17/12- O ministro do Turismo, Luiz Barretto, disse nesta quarta-feira que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai anunciar em janeiro uma linha de financiamento no valor de R$ 1 bilhão especialmente para a rede hoteleira. A finalidade é facilitar a reforma e modernização do parque hoteleiro do País, além da expansão do número de quartos no Sudeste. Ele também destacou que os bancos regionais vão oferecer linhas especiais no Norte e no Nordeste. "Estamos terminando de formatar a linha", disse o ministro durante a divulgação do Plano Aquarela com estratégias de promoção do turismo até 2020, no Rio. Com a nova linha de crédito, o governo pretende expandir a capacidade hoteleira do País e preparar o Brasil para atender turistas durante a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.   
BSB, 15/12- A mão de obra qualificada para a construção civil em 2010 deve ser escassa, segundo estudo elaborado pela Fundação Getúlio Vargas a pedido da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). O mesmo problema foi enfrentado no cenário posterior a crise econômica mundial. As informações são do jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira. Segundo o levantamento, 180 mil trabalhadores devem ser contratados no próximo ano, aumento de 8% na oferta. O setor deve fechar o ano com 2,35 milhões de trabalhadores contratados com carteira assinada, e prevê crescimento de 8,8% no faturamento para 2010. "Pelo ritmo de recuperação da cadeia da construção civil, esse problema da falta de mão de obra qualificada será enfrentado novamente em 2010", disse o professor da FGV Fernando Garcia.   
BSB, 11/12- O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em parceria com a Caixa Econômica Federal, apresentou variação de 0,33% em novembro, índice 0,48 ponto percentual menor do que o registrado em novembro do ano passado, quando o índice variou 0,81%. Em relação a outubro, o índice não apresentou variação, uma vez que naquele mês também ocorreu alta de 0,33%. Nos últimos 12 meses, a variação de 5,93% ficou abaixo dos 6,44% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. No acumulado de 2009, o índice atingiu 5,28%, bem abaixo dos 11,05% registrados no mesmo período do ano passado. De acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (9), o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 712,50 em novembro, dos quais R$ 410,82 se referem aos materiais de construção e R$ 301,68, à mão-de-obra. O aumento dos custos dos materiais nesse período foi de 0,19 ponto percentual, passando de 0,22% em outubro para 0,41% em novembro. O índice referente à mão-de-obra apresentou queda, de 0,27 p.p., ficando em 0,22% no mês passado, frente ao 0,49% do décimo mês de 2009. No acumulado do ano, tanto os materiais como a mão-de-obra registraram alta, com variações de 3,83% e 7,31%, respectivamente. Em 12 meses, os materiais acumulam alta de 4,48% e a mão-de-obra, de 7,97%. No décimo primeiro mês do ano, a maior variação mensal ficou com a região Nordeste (+0,46%). Já a variação da região Sul foi a menor do mês, de 0,10%. No Norte, o índice variou 0,38% e as regiões Sudeste e Centro-Oeste apresentaram variações de 0,33% e 0,30%, nesta ordem. No acumulado do ano, as regiões Norte e Nordeste foram os destaques, registrando alta de 5,79% e 5,76%, respectivamente, ao passo que a menor variação acumulada ficou com a região Sudeste (4,93%). No mesmo período, as regiões Sul e Centro-Oeste registraram altas de 5,08% e 5,42%, respectivamente.   
BSB, 9/12- O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil brasileira deve crescer cerca de 1% neste ano. A projeção foi divulgada hoje (2) pelo Sindicato da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP). De acordo com o balanço do Sinduscon-SP, de janeiro a setembro de 2009, o nível de emprego cresceu 7,3%, quando comparado com igual período de 2008. No final de setembro, os trabalhadores com carteira assinada na construção civil eram 2,297 milhões, dos quais 212 mil foram contratados nos primeiros nove meses do ano. De acordo com os dados do Sinduscon-SP, o setor imobiliário cresceu 4,82%, enquanto o de infraestrutura apresentou elevação de 8,08%. Segundo a economista Ana Maria Castelo, da Fundação Getulio Vargas, os resultados são muito melhores do que se esperava no início do ano. “A crise afetou o setor da construção civil principalmente em relação ao crédito e ao capital de giro. O governo reagiu oferecendo linhas para o capital de giro e, com o programa Minha Casa, Minha Vida, as expectativas de que as vendas e as obras não tivessem continuidade se reverteram.” Ela explicou que por conta disso as empresas continuaram trabalhando em ritmo acelerado com expectativas boas para o final de 2009 e início de 2010. Ana Maria ressaltou que a parte das empresas continuou evoluindo bem durante o ano graças às medidas anticíclicas do governo, mas a outra parte – a indústria e o varejo – sentiu mais a crise. “E o PIB da construção civil é a soma dessas duas partes. Então, a taxa de crescimento deste ano vai ser refletida por isso”. Ana Maria ressaltou que o crescimento do PIB do setor em 2010 deve ser de 8,8% o que é atribuído ao aumento dos investimentos de forma generalizada. De acordo com as estimativas do Sinduscon-SP, os investimentos imobiliários devem passar de R$ 170 bilhões, em 2009, para R$ 202 bilhões, em 2010. O PIB da construção civil deve chegar a R$ 150 bilhões e os postos de trabalho com carteira assinada devem crescer 8%.   
BSB, 3/12- O setor de construção civil prevê alta de 8% no nível de emprego com carteiras assinadas em 2010, o que representa 180 mil vagas a mais do que neste ano, segundo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). "Isto significa que deveremos chegar a 2,4 milhões de empregos formais no ano que vem", afirmou o presidente da SindusCon-SP, Sérgio Watanabe, durante apresentação do balanço e das perspectivas do setor, nesta quarta-feira (2). Entre janeiro e setembro de 2009, a taxa de emprego na área cresceu 7,3%, na comparação com o mesmo período de 2008. Ao final de setembro, havia 2,297 milhões de trabalhadores com carteira assinada, sendo 212 mil contratados nos nove primeiro meses do ano. De acordo com estimativas do sindicato, no próximo ano, o PIB (Produto Interno Bruto) da construção civil deverá crescer cerca de 1% neste ano, e 8,8% em 2010. Para o presidente da entidade, a taxa de investimento será em torno de 20% do PIB, sendo que as inversões passarão de R$ 476 milhões para R$ 625 bilhões. Os setores que receberão mais recursos serão o imobiliário residencial e o energético, sendo que o primeiro passará de R$ 170 bilhões em 2009 para R$ 202 bilhões em 2010. Segundo os resultados da pesquisa 41ª Sondagem Nacional da Construção, os empresários não se preocupam mais com a crise financeira e estão satisfeitos com o desempenho atual das construtoras. Os entrevistados afirmaram que a inflação não é problema premente, mas estão atentos aos custos setoriais que voltaram a crescer. De acordo com o levantamento, o crédito imobiliário aumentará, assim como a captação das empresas no mercado de capitais. O estudo destacou também que o número de lançamentos de imóveis ampliará, com destaque para empreendimentos voltados para famílias de baixa e média renda.   
BSB, 25/11- Um ranking elaborado pela consultoria Economatica e divulgado nesta quarta-feira aponta que o Brasil tem 12 das 20 construtoras de capital aberto mais lucrativas da América Latina e Estados Unidos no terceiro trimestre deste ano. A liderança também é de uma empresa brasileira, a Cyrela Realty, que teve lucro líquido de US$ 148,531 milhões no período. Em segundo lugar aparece a empresa americana NVR, com ganhos de US$ 72,127 milhões. As outras brasileiras da lista são PDG Realty (US$ 63,942 milhões), Agra Incorporadora (US$ 61,94 milhões), MRV (US$ 57,697 milhões), Gafisa (US$ 35,834 milhões), Rossi Residencial (US$ 34,733 milhões), Brookfield (US$ 30,935 milhões), Even (US$ 29,191 milhões), Eztec (US$ 28,452 milhões), Inpar (US$ 19,024 milhões), Tecnisa (US$ 18,334 milhões) e Direcional (US$ 16,319 milhões). Segundo a Economatica, o levantamento foi feito com empresas do setor construção de edifícios residenciais e de empreendimentos imobiliários, convertendo os lucros divulgados para o dólar do dia 30 de setembro (no caso do Brasil foi usado a Ptax do Banco Central). Além de 12 brasileiras, o levantamento conta com quatro empresas mexicanas, três americanas e uma peruana. "A amostra das empresas dos EUA é entre as 1.200 maiores por valor de mercado. Já na América Latina a cobertura e de 100% das empresas de capital aberto", informou a Economatica.   
BSB, 23/11- O faturamento resultante da venda de materiais de construção no mercado interno em outubro apresentou alta de 2,44%, em relação a setembro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira(19) pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção). De acordo com a Associação, esta é a sexta alta consecutiva nas vendas, na comparação mensal, o que reflete a retomada do crescimento do setor, após os efeitos negativos da crise financeira internacional do último trimestre do ano passado. No acumulado dos últimos 12 meses, contudo, houve queda, frente ao mesmo período do ano anterior, de 13,10%. O mesmo comportamento foi registrado na comparação com o décimo mês de 2008, já que o índice registrou retração de 14,81%, e no acumulado do ano, ante o período de janeiro a outubro do ano passado (-12,59%). No mercado interno, o faturamento com as vendas de materiais básicos aumentou 1,62% em outubro, frente ao mês anterior. Já em relação ao mesmo período do ano passado, o recuo foi de 17%. O resultado acumulado entre janeiro e outubro também apresentou queda, de 18,09%, se comparado a igual período do ano anterior. Já nos últimos 12 meses, houve decréscimo de 15,66%. No que diz respeito às vendas internas dos materiais de acabamento, no mês de outubro, o faturamento cresceu 4,15% sobre setembro. Em contrapartida, frente ao mesmo mês de 2008, houve queda de 2%. No acumulado dos últimos 12 meses, a retração foi de 7,52%, e no acumulado dos dez primeiros meses de 2009, o recuo foi de 7,42%, em relação ao mesmo intervalo de tempo de 2008. Já na relação anual, houve crescimento de 1,12% na indústria de acabamento e queda de 6,44%. Diante dos resultados obtidos, as expectativas do setor foram revisadas para baixo, com estimativa de atingir um resultado 5% inferior ao do ano passado.   
BSB, 19/11- A indústria da construção no Brasil deve crescer 6,5% entre 2009 e 2014 e 3,4% de 2014 a 2020, segundo a pesquisa "Perspectivas para a Construção Global 2020", lançada pela Universidade de Oxford. A expansão deve ser impulsionada pela Copa de 2014, pelos Jogos Olímpicos de 2016 e por programas de incentivo à construção residencial. No entanto, o país deve cair da 12ª para a 14ª posição entre os maiores mercados de construção do mundo até 2020. O crescimento projetado para o setor no Brasil está bem abaixo da média mundial, que deve atingir 70% na próxima década. Entre os países emergentes, a alta deve ser de 110%, mais de três vezes o esperado para os países desenvolvidos. O nível de crescimento do setor nos países pesquisados na América Latina - Brasil, Argentina, México e Colômbia - deve ser o mais baixo entre os mercados emergentes incluídos no estudo. Nenhuma nação da América Latina estará no ranking dos 10 países com maior crescimento na próxima década. De acordo com um dos consultores da pesquisa, Mike Betts, Diretor-executivo e analista de construção global do JP Morgan, os países da América Latina serão superados por outros como China, Índia, Vietnã, Turquia e Polônia. O setor de construção mundial só deve voltar a crescer em 2011, devido à crise econômica, cujos efeitos atingiram proporções épicas, segundo os pesquisadores. Hoje o valor estimado do mercado de construção é de US$ 7,5 trilhões (R$ 12,9 trilhões). Em 2020, a cifra deve atingir US$ 12,7 trilhões (R$ 21,9 trilhões). Entre os países desenvolvidos, a maior taxa de crescimento deve ser registrada nos Estados Unidos, principalmente entre 2011 e 2013. O setor de construção residencial americano deve crescer 60% entre 2009 e 2014, apesar dos efeitos da crise dos financiamentos imobiliários. O menor crescimento entre os países desenvolvidos deve ser o do Japão. A pesquisa foi realizada em 35 países, que representam mais de 85% do PIB mundial.   
BSB, 14/11- O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em parceria com a Caixa Econômica Federal, apresentou variação de 0,33% em outubro, índice 0,62 ponto percentual menor do que o registrado em outubro do ano passado, quando o índice variou 0,95%. Em relação a setembro, quando o índice ficou em 0,20%, houve alta de 0,13 ponto percentual. Nos últimos 12 meses, a variação de 6,44% ficou abaixo dos 7,09% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. No acumulado de 2009, o índice atingiu 4,93%, bem abaixo dos 10,15% registrados no mesmo período do ano passado. De acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (11), o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 710,15 em outubro, dos quais R$ 409,13 se referem aos materiais de construção e R$ 301,02 à mão-de-obra. A queda dos custos dos materiais nesse período foi de 0,04 ponto percentual, passando de 0,26% em setembro para 0,22% em outubro. O índice referente à mão-de-obra apresentou alta, de 0,37 p.p., ficando em 0,49% no mês passado, frente ao 0,12% do nono mês de 2009. No acumulado do ano, tanto os materiais como a mão-de-obra registraram alta, com variações de 3,41% e 7,08%, respectivamente. Em 12 meses, os materiais acumulam alta de 5,15% e a mão-de-obra, de 8,24%. No décimo mês do ano, a maior variação mensal ficou com a região Norte (+1,27%). Já a variação da região Sudeste foi a menor do mês, de 0,05%. No Nordeste, o índice variou 0,67% e as regiões Sul e Centro-Oeste apresentaram variações de 0,09% e 0,26%, nesta ordem. No acumulado do ano, as regiões Norte e Nordeste foram os destaques, registrando alta de 5,39% e 5,28%, respectivamente, ao passo que a menor variação acumulada ficou com a região Sudeste (4,59%).   
BSB, 13/11- Os consumidores do Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel no mês passado. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quarta-feira (10), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 749,68, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 710,15 no décimo mês do ano. Em seguida estão as regiões Norte, com valor de R$ 711,28; Sul, com metro quadrado a R$ 700,22; e Centro-Oeste, com R$ 679,77. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 666,34. A região Norte foi a que apresentou maior alta em relação a setembro. No décimo mês do ano, os moradores da região gastaram com a construção 1,27% a mais do que no mês anterior. Os brasileiros da região Nordeste também sentiram a alta dos custos que, em outubro, variaram 0,67%. na localidade. Moradores do Sudeste e do Sul sentiram os menores aumentos nos preços na hora de construir, de 0,09% e 0,05%, respectivamente. Já os moradores do Centro-Oeste sentiram alta de 0,26% em outubro, enquanto que variação média nacional ficou em 0,33% no período. Analisando os dados por estado, dois ultrapassaram a barreira do 1%. Pernambuco apresentou a maior variação do mês, com acréscimo de 3,22% nos custos, seguido pelo Pará, 3,06%. A menor variação ficou com São Paulo, já que os paulistas sentiram uma alta de 0,04%. No acumulado de doze meses, o estado de Pernambuco foi destaque novamente, visto que registrou a maior alta, de 11,03%, nos custos do metro quadrado de construção, seguido pela Paraíba, onde a alta foi de 9,97%. No mês passado, o estado com o metro quadrado mais caro foi Roraima. Para se construir lá foi preciso desembolsar R$ 810,55. No mesmo mês, o valor médio no Rio Grande do Norte foi o menor: R$ 611,72. O Índice Nacional da Construção Civil engloba o preço dos materiais, que ficaram 0,22% mais caros em outubro, e   
BSB, 9/11- Estamos há dois meses do fim do ano e, neste período, muita gente aproveita para dar uma renovada e começar o próximo ano de casa nova. Contudo, na ânsia de mudar, muitos acabam metendo os pés pelas mãos e gastando mais do que o necessário com a tão sonhada reforma. Segundo o diretor da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), Iroshi Shimuta, dependendo do cômodo e do projeto imaginado pelo morador, os custos de uma reforma variam, em média, de R$ 2 mil a R$ 2.500 por metro quadrado. Dessa forma, para que os gastos não sejam ainda maiores, calcular a quantidade certa de materiais e fazer um bom contrato com prestadores de serviços são as atitudes ideais. No caso de uma pintura, por exemplo, na hora de adquirir o produto, é preciso levar em consideração as classificações econômica, standard e premium, que indicam o rendimento mínimo que a tinta proporciona. Além disso, conforme explica o coordenador de produtos da Tintas Futura, William Hammam, é interessante medir a área de cada parede do ambiente, o que pode ser feito multiplicando a altura da parede pelo comprimento da superfície que irá receber a tinta, sempre verificando o rendimento indicado na embalagem do produto escolhido. "Como medidas de porta e janela não são subtraídas para o cálculo da área a ser pintada, já contamos com um percentual de sobra de tinta. Porém, se a superfície tiver portas e janelas muito grandes, deve-se então subtrair essas medidas (...). No caso de texturas, o desperdício é maior principalmente quando o efeito tem mais profundidade e relevo. Nesse caso, deve-se considerar grande desperdício de tinta, em média, de 20% a 30%", explica Hammam.   
BSB, 3/11- A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) fechou uma parceria com o Ministério da Cidades para destinar R$ 30 milhões a projetos de pesquisa inovadores em habitação e saneamento básico. A idéia é desenvolver tecnologias que ajudem a baratear o custo de novas habitações, como as do programa do Governo Federal "Minha Casa, Minha Vida", que prevê a construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda mensal de até 10 salários mínimos. Ao todo, serão destinados R$ 15 milhões para cada segmento. A chamada "Área 1", de saneamento básico, contempla os seguintes temas: tratamento de águas de abastecimento; tratamento terciário de esgoto sanitário; tratamento de lixiviados provenientes de aterros sanitários; manejo de águas pluviais; consumo de água e energia elétrica nos sistemas urbanos de abastecimento de água e tratamento do lodo de fossas sépticas. Já a "Área 2", destinada a habitação, é voltada para os segmentos de tecnologia da informação e comunicação aplicadas à construção; uso racional da água, geração de energia renovável e aumento da eficiência energética na habitação de interesse social; avaliação de desempenho de tecnologias inovadoras; e soluções tecnológicas aplicadas à produção e à montagem de componentes e de sistemas produtivos. Podem se candidatar instituições científicas e tecnológicas (ICT's), públicas ou privadas sem fins lucrativos, aptas ao desenvolvimento de pesquisa inovadora nas áreas definidas. O edital já está disponível no site da FINEP e recebe as propostas de pesquisa até o dia 11 de dezembro de 2009, por meio de formulário. A divulgação das instituições selecionadas será realizada no dia 24 de março de 2010. Na segunda etapa da seleção, as ICT's selecionadas irão formar as Redes Cooperativas de Pesquisa. O resultado final dos projetos será apresentado a partir do dia 18 de agosto de 2010.   
BSB, 28/10- O programa habitacional do governo federal, Minha Casa, Minha Vida, deve ter a contratação da construção de 1 milhão de moradias concluídas até o final do ano que vem, segundo prevê o vice-presidente da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), José Carlos Martins. Martins também disse, conforme publicado pela Agência Brasil, que grande parte das casas do programa devem ser entregues até o final de 2011 e somente uma parte residual ficará 2012. Lançados em abril deste ano, até agora a Caixa já contratou mais de 89 mil unidades por todo o País e avalia a viabilidade técnica de mais de 355 mil novas moradias projetadas. Os números, apresentados pelo vice-presidente do banco, Jorge Hereda, e pela superintendente da Caixa, Bernadete Coury, deixaram Martins otimista. "Nos deixa mais otimistas quanto ao andamento dos financiamentos, embora haja todo um processo burocrático, um arcabouço legal, que impede maior agilidade (...) Sentimos a disposição dos dirigentes da Caixa no sentido de acelerar as contratações".   
BSB, 24/10- O cenário da construção civil, definitivamente, mudou de direção. A crise - que causou sérios estragos em algumas companhias - já começa a ficar para trás e abre espaço para uma nova rodada de anúncios de vendas recordes. A prévia de resultados operacionais divulgada pelas empresas com ação em bolsa também mostra uma nova tendência: o conservadorismo que pautou o discurso das empresas ao longo de todo o ano dá lugar a um tom mais otimista - refletido no aumento dos lançamentos, que estavam estacionados para que as construtoras pudessem desovar estoques, e em novas projeções de vendas. O exemplo mais agressivo dessa mudança de rota é a mineira MRV , que atua na baixa renda e aumentou sua previsões de vendas para este ano, podendo chegar a R$ 3 bilhões. Em 2010, a companhia estima vender entre R$ 3,7 bilhões e R$ 4 bilhões. Beneficiada pelo programa do governo, a companhia anunciou vendas recordes - que atingiram R$ 789,4 milhões, alta de 85,8% sobre o mesmo período do ano passado. Os lançamentos da companhia mineira no terceiro trimestre subiram 28,2%, atingindo R$ 650 milhões. A Rodobens Negócios Imobiliários, que também constrói imóveis populares, vendeu R$ 150 milhões entre julho e setembro, alta de 46% sobre os mesmos meses de 2009. No acumulado do ano, as vendas somam R$ 380 milhões, 15% acima dos nove primeiros meses do ano passado. "O mercado está com perspectiva muito positiva, a receptividade tem sido muito boa", afirma Eduardo Gorayeb, presidente da companhia. "A oferta de crédito para capital de giro também aumentou", afirma. Os lançamentos somaram 3011 unidades, recorde histórico da companhia, e somaram R$ 182 milhões, alta de 21% sobre o trimestre anterior.   
BSB, 24/10- Empresas que atuam na baixa renda estão reduzindo preços para se enquadrar no plano habitacional do governo e, por conta disso, precisam vender mais unidades para não comprometer o faturamento- essa equação deve começar a aparecer nos próximos balanços. "Temos que produzir mais e o esforço, que era de vendas, passou a ser de produção", afirma Gorayeb. O preço médio da Rodobens caiu de R$ 103 mil no segundo trimestre para R$ 73 mil no terceiro. Quem atua em residencial para a classe média e alta e em imóveis comerciais, como Helbor e Even, também venderam mais. As vendas da Helbor somaram R$ 314 milhões, alta de 182% sobre o terceiro trimestre de 2008. A Even teve vendas recordes de R$ 426 milhões no terceiro trimestre, alta de 36% sobre 2008. A única exceção é a Agre, junção da Abyara, Agra e Klabin Segall, que está se estruturando em uma única companhia. Vendeu R$ 541 milhões entre julho e setembro, contra R$ 994 milhões das três companhias juntas no ano passado.   
BSB, 16/10- No fim do ano, muitos consumidores planejam reformar a casa e se preparar para as festas. Com isso, as vendas de material de construção acabam registrando índices elevados. Somente em setembro, as vendas cresceram 4%, frente ao mesmo mês do ano anterior, e 4,5%, frente a agosto. Os dados são do levantamento realizado pela Anamaco (Associação Nacional de Comerciantes de Material de Contrução), divulgado nesta quinta-feira (8). Segundo a entidade, o crescimento indica que os consumidores estão retomando as obras. No acumulado do ano, de janeiro a setembro, o aumento é de 3% e a expectativa é que 2009 feche com alta de 6,5% nas vendas, superando o recorde registrado em 2008, quando o setor faturou R$ 43,23 bilhões. De acordo com o levantamento, somente os setores de cerâmica e acabamentos em geral, incluindo tintas, apresentaram crescimento de 6,5% em setembro, frente ao mesmo mês de 2008. "Temos que lembrar que nessa época do ano as pessoas já começam a preparar a residência para as festas de fim de ano, então é natural que os setores de acabamento tenham destaques nas vendas", explica o presidente da Associação, Cláudio Conz. Segundo ele, o próximo ano será ainda melhor que 2009. "Para 2010, projetamos um crescimento de 10% sobre 2009", acredita.   
BSB, 9/10- O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em parceria com a Caixa Econômica Federal, apresentou variação de 0,20% em setembro, índice 1,1 ponto percentual menor do que registrado em setembro do ano passado, quando o índice variou 1,30%. Em relação a agosto, quando o índice ficou em 0,20%, não houve alteração. Nos últimos 12 meses, a variação de 7,09% ficou abaixo dos 8,26% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. No acumulado de 2009, o índice atingiu 4,58%, bem abaixo dos 9,11% registrados no mesmo período do ano passado. De acordo com informações divulgadas nesta quinta-feira (8), o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 707,78 em setembro, dos quais R$ 408,23 se referem aos materiais de construção e R$ 299,55 à mão-de-obra. A queda dos custos dos materiais nesse período foi de 0,03 ponto percentual, passando de 0,29% em agosto para 0,26% em setembro. O índice referente à mão-de-obra apresentou alta, de 0,05 p.p., ficando em 0,12% no mês passado, frente ao 0,07% de agosto. No acumulado do ano, tanto os materiais como a mão-de-obra registraram alta, com variações de 3,18% e 6,55%, respectivamente. Em 12 meses, os materiais acumularam alta de 6,47% e a mão-de-obra, de 7,95%. No nono mês do ano, a maior variação mensal ficou com o Nordeste (+0,30%), frente aos 0,26% registrados em agosto. Já a variação da região Centro-Oeste ficou em 0,15%, sendo que no mês anterior o índice era de 0,46%. No Norte, o índice variou de 0,42% para 0,24%. As regiões Sudeste e Sul apresentaram a mesma variação, de 0,16%. No mês anterior, o Sudeste apresentou variação de 0,11% e o Sul de 0,06%. No acumulado, as regiões Sul e Centro-Oeste foram os destaques, registrando alta de 4,88% e 4,83%, respectivamente, ao passo que a menor variação acumulada ficou com a região Norte (4,07%).   
BSB, 5/10- O Governo Federal teria terceirizado as análises técnicas de engenharia das obras do programa Minha Casa, Minha Vida, com o objetivo de acelerar a construção das casas. Isso deve excluir do programa os 973 engenheiros e arquitetos concursados da Caixa Econômica Federal, que seriam encarregados das análises em grandes obras. Um comunicado de 13 de agosto, determina que a análise técnica deve ser exercida por 3.682 funcionários terceirizados cadastrados pelo banco. O comunicado informa que a Caixa tem um compromisso com o Governo Federal com essa determinação. A terceirização da avaliação de obras não seria uma novidade, pois a Caixa já teria recorrido a este método porque o quadro fixo de engenheiros e arquitetos não daria conta das demandas. Uma política da Caixa, entretanto, implicaria na delegação de análises apenas de obras sem grande impacto social, o que não seria o caso dos grandes programas federais como as obras do Programa de Acelaração do Crescimento (PAC) e do Minha Casa, Minha Vida. Em casos urgentes, as obras seriam monitoradas por um engenheiro contratado pela Caixa, mas o comunicado atribuiria esse monitoramento apenas aos gerentes e supervisores técnicos. As mudanças foram recebidas com protestos pelos engenheiros do quadro fixo, que alegam sobrecarga de trabalho dos gerentes e esvaziamento das suas funções, além de apontar um possível "descontrole no uso de dinheiro público".   
BSB, 1/10- A retomada da economia agravou o problema da escassez de mão de obra treinada no mercado, considerado um dos gargalos mais sérios e objetivos que o Brasil deverá enfrentar nos próximos anos. Apesar de existência de quase dois milhões de desempregados, apenas nas seis principais regiões metropolitanas do País, faltam profissionais especializados, sobretudo em setores estratégicos, como petróleo e gás, construção civil e agronegócio. No Distrito Federal, mais de 60% das vagas oferecidas pelas agências do Trabalhador não são preenchidas. Empresas e governo correm para se antecipar a uma demanda que vai ficar cada vez maior e investem na formação e treinamento de pessoal. A exploração das jazidas de petróleo e gás na área do pré-sal, por exemplo, torna ainda mais difícil a busca por profissionais qualificados. O cenário não é muito diferente na construção civil, cuja atividade não sofreu tanto impacto da crise financeira mundial como outros setores. A demanda das construtoras por mão de obra especializada vai ficar cada vez maior para atender ao programa de habitação popular Minha Casa, Minha Vida o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as obras para a Copa do Mundo. A escassez de profissionais especializados está se generalizando. O problema é que não faltam PhDs, mas pessoal para funções básicas, como soldador ferramenteiro, serralheiro, operador de retroescavadeira, oficial de manutenção predial , mecânico de refrigeração e até padeiro e açougueiro. Isso porque as pessoas mais experientes já estão empregadas e os jovens ou não estão qualificados ou não se interessam por essas vagas. Em muitos casos, as empresas aça bam flexibilizando as exigências. As construtoras, no entanto, deparam se com outro problema. Sob a regência da lei da oferta e da procura, o trabalhador qualificado passa por um momento de valorização que abre espaço para aumento de salários e melhoria das condições. De acordo com levantamento feito pelo Departamento Inter   
BSB,29/9- O setor da construção civil foi fortemente beneficiado pelas medidas anticrise adotadas pelo governo. "A partir do segundo trimestre deste ano, passamos a registrar desempenho positivo, após o anúncio do programa Minha Casa, Minha Vida. Ajudou muito a propaganda realizada pelo governo na mídia, a fim de divulgar o programa. Isso deu mais segurança aos compradores de imóveis", explicou o presidente do Sinduscon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Sergio Watanabe. O nível de emprego bateu recorde em agosto, com 2,26 milhões de trabalhadores, de acordo com uma pesquisa mensal divulgada esta semana pelo Sinduscon-SP. Trata-se do segundo recorde consecutivo, uma vez que, em julho, o número de empregados do setor havia somado 2,216 milhões. O número registrado em agosto supera em 2,03% o estoque de empregos registrado no mês imediatamente anterior. De acordo com Watanabe, o Minha Casa, Minha Vida foi importante porque "contemplou a população de baixa renda, faixa da pirâmide social brasileira que ainda não tinha sido atingida pelas medidas do governo contra a crise". Ainda segundo ele, os efeitos do programa já se fazem sentir em 2009, porém os "efetivos ou mais importantes" serão sentidos somente em 2010. Em agosto, foram criados 44.922 empregos na construção civil brasileira, o melhor saldo mensal de emprego no setor desde dezembro de 2000. Com relação ao estado de São Paulo, especificamente no fim de agosto, os empregos do setor somavam 641.958, o que corresponde a 28,39% do total do País. Em relação a julho, o crescimento foi de 1,72%. Apenas na capital, o estoque de trabalhadores era de 313,106 mil em agosto, com alta de 1,86% ante o sétimo mês do ano.   
BSB, 21/9- Entre 1998 e 2008, o número de trabalhadores na Construção Civil cresceu 26%, com a incorporação de 198 mil novos profissionais. Para os próximos anos, mesmo com o impacto no Brasil da crise econômica mundial, o setor deve consolidar sua importância como grande empregador de mão-de-obra e setor-chave para o País. Isso porque o setor conta com investimentos públicos e privados previstos para os anos de 2007 a 2010, a exemplo do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e dos incentivos gerados pelo programa federal Minha Casa, Minha Vida, segundo concluiu estudo do Dieese divulgado nesta quinta-feira (17). Com essas medidas, a Construção Civil passou bem pela crise, o que se reflete no emprego. No primeiro semestre deste ano, a ocupação no setor cresceu 2,1% nas regiões da PED (Pesquisa de Empregados e Desempregados), o que corresponde a 21 mil pessoas. No total, o setor chegou a 1,023 milhão de trabalhadores, assalariados com e sem carteira, autônomos ou conta própria, além de pessoas com outras formas de inserção no setor. Diante disso, o estudo mostra que "não é improvável que o setor da Construção Civil siga crescendo nos próximos anos", devido aos investimentos público e privado, mas também pelas modalidades de crédito e financiamento do setor, que devem apresentar forte expansão pela queda dos juros. O déficit habitacional e a necessidade de infraestrutura indicam que a demanda estará em forte expansão.   
BSB, 21/9- Os dados de 1998 a 2008 mostram que as ocupações geradas pelo setor foram heterogêneas, sendo que uma parcela expressiva dos assalariados é formada por contratados de modo irregular, sem carteira de trabalho, e por trabalhadores que, embora se anunciem autônomos, contam com muita pouca liberdade, pois trabalham para um contratante e não detêm seus meios de produção. A jornada de trabalho praticada no setor está, de maneira geral, no patamar legal de 44 horas semanais. Em 2008, a jornada média foi maior na Região Metropolitana de Recife (45 horas) e menor na de Belo Horizonte (42 horas). Mas ela não vem acompanhada de grandes rendimentos. Entre 1998 e 2008, à exceção da capital mineira (+7,6%), as demais regiões apresentaram queda no salário médio dos profissionais, variando de 4,9% em Salvador a 21,4% em São Paulo. Uma característica do setor é a alta rotatividade da mão-de-obra, maior entre os trabalhadores contratados do que entre aqueles que trabalham por conta própria na maioria das regiões. Entre 1998 e 2008, porém, o tempo médio de permanência no emprego passou de 41 para 65 meses. A análise mostra ainda que uma parcela grande dos profissionais que atuam no setor não possui proteção social. Em 2002, 58,5% não contribuíam para a Previdência Pública no Distrito Federal, por exemplo, percentual que cai para 58,4% em São Paulo, 58% em Recife, 56,1% em Porto Alegre, 54,2% em Salvador e 49,2% em Belo Horizonte.   
BSB, 16/9- Os consumidores do Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel no mês passado. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quinta-feira (10), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 748,11, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 706,36 no oitavo mês do ano. Em seguida estão as regiões Norte, com valor de R$ 700,68; Sul, com metro quadrado a R$ 698,45; e Centro-Oeste, com R$ 676,99. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 659,92. A região Centro-Oeste foi a que apresentou maior alta em relação a julho. Em agosto, os moradores da região gastaram com a construção 0,46% a mais do que no mês anterior. Os brasileiros da região Norte também sentiram a alta dos custos que, no oitavo mês do ano, subiram 0,42%. Os nordestinos pagaram 0,26% a mais para construir, enquanto que os que vivem no Sudeste do País desembolsaram 0,11% mais. Os moradores do Sul foram os que menos sentiram a alta nos preços, que variaram 0,06% na região no mês passado. A variação média nacional ficou em 0,20% em agosto.   
BSB, 10/9- Para afastar de vez o fantasma da crise mundial, que ainda ronda muitos países, o setor de construção civil já se prepara para transformar o Brasil em um grande canteiro de obras visando a Copa do Mundo de 2014. E para que tudo saia a contento, muito há o que se construir, adequar ou reformar. Diversos leitores já devem estar se perguntando: serão gerados muitos empregos? A resposta é sim. Milhares deles, uma vez que as empresas da área começam a se recuperar do golpe sofrido no último bimestre de 2008 - quando foram registradas 109.086 demissões - e, agora, garantem que o segmento passará por um significativo aumento de contratações, justamente para atender à grande demanda gerada. Especialistas estimam que a cada R$ 1 milhão em investimentos na construção civil são criados 58 empregos, sendo 33 diretos e 25 indiretos. Assim, o evento seria responsável pela criação de pelo menos 3,5 milhões de vagas. O otimismo das empresas tem como base o volume de investimentos prometidos para o setor, que varia de R$ 60 bilhões a R$ 100 bilhões. Para o diretor do setor de construção civil da Associação Brasileira de Engenharia Industrial (Abemi), Edenir Artur Veiga, apenas em 2010 o segmento deverá gerar entre 800 mil e 900 mil empregos. O setor da construção civil como um todo (infraestrutura, hotéis, estádios etc.) é que originará o maior número de novos postos motivados pela Copa de 2014, sendo que a concentração maior deverá ocorrer no segundo semestre de 2011, e até meados de 2014. Uma probabilidade seria 10% em 2010, 20% em 2011, 30% em 2012 e 40% em 2013. Estimamos que 80% desses empregos estarão alocados nos grandes centros. Entretanto, é prevista uma migração do país inteiro para o atendimento a essa demanda - prevê o diretor da associação, que reúne algumas das principais empresas de engenharia de projeto, construção civil, montagem industrial e indústrias de bens de capital do país.   
BSB, 10/9- As cidades-sede (Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo) e as de apoio serão as mais beneficiadas. Porém, os municípios limítrofes e os turísticos não medirão esforços para melhorar sua infraestrutura e atrair o imenso contingente de turistas que assistirão aos jogos - diz Jaime Martins, diretor de Recursos Humanos para a América Latina da CH2M HILL, empresa de engenharia, construção, gerenciamento, operações e meio ambiente para clientes governamentais e privados, nos setores de infraestrutura, industrial e de energia. Quando se fala em remuneração, o diretor da Abemi acredita que ela não deva sofrer muitas variações durante o período de contratações. A expectativa é que a média salarial praticada em 2008 venha a ser mantida, com eventuais incrementos para novas funções requeridas e decorrentes da falta de mão de obra especializada. Já o diretor de RH da CH2M HILL garante que, devido à forte demanda por alguns profissionais, a média salarial deverá subir: - Como benefícios adicionais, será comum a prática de bônus por conclusão de projetos no tempo e custo estimado - prevê Martins. No momento, está em andamento junto às 117 empresas associadas da Abemi um rigoroso levantamento sobre as necessidades de contratações de cada um. Portanto, quem quiser garantir uma vaga de emprego nestes preparativos para a Copa de 2014 não deve perder o ânimo, já que, segundo o presidente da associação, será possível contar com informações mais consistentes sobre as contratações dentro de alguns meses.   
BSB, 9/9- O CB-02 (Comitê de Construção Civil) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) reativou a Comissão de estudo de Coordenação Modular para Edificações visando a criação de uma nova norma. A perspectiva é que a normativa esteja pronta no prazo máximo de um ano, a partir de agora. “O indutor para a reativação da comissão foi o programa “Minha Casa, Minha Vida”, que demandará a construção de uma grande quantidade de habitações populares”, afirma Carlos Alberto Borges, superintendente do CB-02 da ABNT. O objetivo, de acordo COM Borges, é revisar todas as normas de coordenação modular brasileiras, que estão em vigor desde os anos 1970 e 1980. “Vamos criar uma norma única para eliminar a redundância e simplificar o trabalha das construtoras”, disse Borges. A nova norma modular terá base em seis normas internacionais. São elas: a ISO 1791:1983, que define os termos necessários para a concepção e construção de edifícios de acordo com a coordenação modular; ISO 1006:1983, que estabelece o valor do módulo básico para ser usado na coordenação modular de edifícios; ISO 2848:1984, princípios e regras da coordenação modular; ISO 6513:1982, séries de medidas multimodulares preferíveis para dimensões modulares; ISO 6514:1982, que determina os valores dos incrementos submodulares; e ISO 1040:1983, que define as medidas dos multimódulos para dimensões coordenadoras horizontais. Apesar de a Associação Brasileira de Normas Técnicas estipular o prazo médio de um ano para a conclusão do novo texto, Borges acredita que a normativa poderá ficar pronta ainda em 2009. “Como é prioridade, a nova norma pode ser entregue em seis meses. A ideia é fazer o quanto antes”, finaliza o superintendente do CB-02.   
BSB, 5/9- O setor da construção civil no Brasil poderá fechar 2009 com um aumento estimado de 2% de seu Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas), mesmo percentual esperado para Minas Gerais. Se a projeção se confirmar, será o sexto ano consecutivo de crescimento do setor no Estado. Essa é a expectativa indicada por empresários da Câmara da Indústria da Construção (CIC) da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), em um ano marcado por uma crise econômica e por várias iniciativas para driblá-la, como a maior oferta do crédito imobiliário, diminuição da taxa de juros, alargamento dos prazos de pagamento, redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para material de construção e o lançamento de programas para combater o déficit habitacional, como o “Minha Casa, Minha Vida”, do Governo federal. Os dados foram divulgados ontem, durante a abertura do 6º Encontro Unificado da Cadeia da Construção (Minascon) e Feira Internacional da Construção (Construir Minas 2009), no Expominas, e que vai até 5 de setembro. Em Minas Gerais, no primeiro trimestre de 2009, a construção civil cresceu 2,02%, menor resultado trimestral registrado desde o quarto trimestre de 2006, quando aumentou 1,08%. De acordo com a CIC, o crescimento médio da construção civil mineira nos últimos anos foi superior ao verificado no país. Além da área habitacional, o setor foi impulsionado em Minas por obras públicas como o Pró-Acesso - de asfaltamento de rodovias no interior -, Pró-MG - de recuperação de estradas -, a Linha Verde, duplicação da Avenida Antônio Carlos e a Cidade Administrativa no Bairro Serra Verde, em Belo Horizonte. Para o futuro do setor no Estado e no país, ainda segundo informações da CIC, o otimismo se sustenta por conta da demanda por investimentos em infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014.   
BSB, 3/9- No acumulado dos oito primeiros meses do ano, as 30 ações do setor de construção civil listadas na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) tiveram valorização de 184,26%, comportamento bem superior aos 50,43% acumulados pelo Ibovespa no período. Segundo estudo da consultoria Economatica, o desempenho é o melhor entre todos os segmentos. No estudo, o conceito de rentabilidade considera a reaplicação de dividendos e juros sobre capital próprio. O segundo melhor resultado ficou com os 11 papéis do segmento de eletroeletrônicos, com rentabilidade de 106,1%, seguidos pelas duas ações de Bolsas de valores e commodities, com 98,39%. Na ponta inferior, o pior desempenho ficou com o setor de agronegócio e pesca, cuja rentabilidade das ações foi de 6,27%, seguido pelo segmento de instituições de intermediação de crédito, com alta de 7,56% no período. De acordo com a Economatica, entre os 23 setores pesquisados, 13 apresentaram rentabilidade superior ao Ibovespa e 10 tiveram desempenho inferior. De janeiro a agosto, entre as ações que compõem o Ibovespa, as mais rentáveis foram as ordinárias (com direito a voto) da Rossi Residencial (222,7%), as ON da mineradora MMX (203,2%) e as ON da Gafisa (163,1%). No sentido oposto, as que menos renderam foram as preferenciais (com preferência no recebimento de dividendos) da Brasil Telecom Participações (-5,2%) e as PN da Telemar Norte Leste (-0,2%).   
BSB, 1/9- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, nesta terça-feira, às 20h, da abertura do 81º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), no Hotel Windsor Barra, no Rio de Janeiro. O objetivo do evento é discutir os desafios e os caminhos para que o setor se mantenha como forte elemento de estabilidade econômica e social. O 81º Enic, que será realizado até quinta-feira, reunirá cerca de 1.200 profissionais de toda a cadeia produtiva da indústria da construção civil, que é promovido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), o mais antigo sindicato do Brasil, que comemora 90 anos de fundação. Nos três dias de evento, serão realizados dois grandes painéis: 'A construção de um país sustentável: uma visão econômica' e 'A construção de um país sustentável: uma visão política'. Na quarta-feira, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) fará a entrega do Prêmio CBIC de Responsabilidade Social, Edição 2009, aos mais importantes projetos desenvolvidos por entidades e empresas da indústria da construção. A premiação é dividida em três categorias: 'Entidade', 'Empresa' e 'Destaque Social'. Segundo o CBIC, o objetivo da premiação é fortalecer e estimular o desenvolvimento de ações sociais no setor da indústria da construção e do mercado imobiliário.   
BSB, 30/8- Para Alcides Leite, professor de Finanças da Trevisan Escola de Negócios, crê no fortalecimento do setor de construção civil no Brasil. "O mercado é de franca expansão, porque com a redução da taxa de juros e o aumento no prazo de financiamento, tornando mais acessível para a média classe a para a classe média baixa. A tendência é de crescimento do setor", afirma Alcides. Vale lembrar que hoje, a taxa básica de juros está fixada pelo Banco Central do Brasil (BC) em 8,75% ao ano, o menor patamar da história brasileira. Para os analistas, as empresas acreditam no bom fechamento do ano, não só por conta da estratégia do governo de incentivar o mercado, mas também na necessidade das empresas de entregar capital e retorno de capital para os investidores. Eles entendem que o mercado imobiliário voltou com um aquecimento maior. No segundo semestre e no último trimestre, as empresas estão vendo uma possibilidade de repetir o ano de 2008 com os mesmos números, ou seja, os fechamentos, os orçamentos, as comercializações. A meta das empresas é virar 2009 como viraram o ano passado, e 2008 foi um ano muito bom para o setor imobiliário.   
BSB, 30/8- Quanto à consolidação do setor, que era uma aposta na fase pré-crise, Alcides Leite acredita que deva ocorrer breve. "Agora que as coisas estão melhorando e parece que o País está saindo da crise, aquelas operações de fusão e aquisição previstas para o segundo semestre do ano passado e para o primeiro semestre de 2009 devem voltar a ocorrer", acredita o professor. Para Alcides, o principal motivo para que as operações de fusão voltem, é por conta dos bons preços das ações das companhias e a promessa de crescimento do segmento. Atualmente, as principais operações de aquisições e também de fusões é realizada através da troca de ações. No pregão desta quarta-feira da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&F Bovespa) as ações ordinárias da Klabin Segall encerraram com valorização de 6,05%. As ações da Tenda subiram 6,79% e os papéis da Rossi Residencial tiveram elevação de 4,79%. Todas as empresas do setor fecharam o pregão em alta.   
BSB, 26/8- A redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas tornará mais cara a construção das habitações do programa Minha Casa Minha Vida e poderá ter impacto nos valores das prestações da unidades, segundo estimativa divulgada pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). A previsão foi apresentada durante debate no plenário da Câmara entre empresários e trabalhadores. As construtoras alertaram para o risco de o governo não conseguir atingir a meta de 1 milhão de moradias, caso a proposta de emenda constitucional (PEC) para reduzir a jornada seja aprovada. Considerando os custos de uma casa de dois dormitórios em Mato Grosso do Sul, o estudo apresentado pela CBIC aponta que a redução de quatro horas exigiria aumento de 4,8% no preço de cada unidade, que hoje sai por R$ 26.030,54. Dezenas de empresários e mais de mil sindicalistas lotaram as galerias e salões da Câmara com faixas e adesivos favoráveis e contrários à matéria. Defensor da redução, o ministro Carlos Lupi (Trabalho) argumentou que o impacto da medida não seria tão grande, pois o custo dos salários, que hoje respondem em média por 22% do preço final dos produtos, passaria para 23,9%. "Essa história de prejuízos não é o mundo real. Em 1988 a Constituinte alterou de 48 para 44 horas e ninguém quebrou." A proposta também eleva a remuneração das horas extras de 50% para 75% do valor da hora normal. Mas, segundo sindicalistas, os trabalhadores podem abrir mão desse ponto para alcançar um acordo que permita a votação ainda em 2009.   
BSB, 24/8- No dia 26 de agosto, o Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF) e a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do DF (Ademi-DF) celebram o início de mais uma gestão dentro das entidades. A posse conjunta das diretorias recém eleitas das duas entidades ocorre no Auditório da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A diretoria do Sinduscon-DF foi reeleita durante a eleição realizada em maio deste ano. A entidade, que já contou com a gestão do presidente Elson Ribeiro e Póvoa no período de junho de 2007 a maio de 2009, terá agora mais dois anos de trabalho do empresário em prol do setor. Para Póvoa, a chapa única, chamada Sinduscon Unido, eleita pelas empresas associadas, mostrou unidade e apoio à atual gestão. “Houve consenso e harmonia na decisão dos nossos associados. Cabe a nós, reeleitos, a responsabilidade e o compromisso de levar adiante os projetos de fortalecimento do setor”.   
BSB, 20/8- No próximo sábado (22/8) será realizada, no Sesi de Ceilândia, a 3ª edição do Dia Nacional da Construção Social. Na data será realizado um mutirão solidário voltado para a assistência e cidadania dos trabalhadores da construção civil, do mercado imobiliário e seus familiares. O evento será realizado ao mesmo tempo em 21 cidades brasileiras. No Sesi, eles terão atendimento médico e odontológico, orientações sobre alcoolismo, drogas e sobre a gripe A (H1N1), cursos rápidos de panificação e revestimento de cerâmica, mural com oportunidades de emprego, orientação sobre previdência social e defesa do consumidor. Além disso, os participantes poderão se inscrever no programa Habitar Bem – Minha Casa, Minha Vida, no Distrito Federal. O cadastro poderá ser feito em um posto avançado da Companhia de Desenvolvimento e Habitação do Distrito Federal (CODHAB/GDF). Serviço Data: 22 de agosto de 2009 Horário: 9h às 17h Local: Sesi Ceilândia - QNM 27 Módulo B Área Especial   
BSB, 19/8- No melhor resultado do ano, o mercado de trabalho formal registrou em julho a criação de 138.402 vagas, sob influência principalmente da recuperação do emprego na indústria -setor mais afetado pela crise mundial- e do aumento das contratações na construção civil. O resultado, no entanto, é 32% inferior ao do mesmo mês de 2008. Os dados, que fazem parte do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), foram motivo de comemoração ontem no governo, pois seria o primeiro sinal corroborando as expectativas de que o emprego formal apresentará forte reação neste semestre, indicando o fim do ciclo de retração na economia. Para o ministro Carlos Lupi (Trabalho), neste mês deverão ser gerados mais de 150 mil postos O saldo de vagas acumulado até julho é de 437.908 postos. O número é quase um terço do saldo de vagas criadas nos sete primeiros meses de 2008, antes do impacto da crise global. No total de 2008, o emprego formal registrou a marca de 1,452 milhão de postos gerados. No mês de julho, o setor que se destacou pelo maior saldo de vagas criadas foi a construção civil. Foram gerados 32.175 postos, o melhor resultado do setor para meses de julho e o segundo maior da série do Caged, que foi criado em 1992.   
BSB, 19/8- Na comparação com outros setores, o número da construção civil em julho destoa dos dados históricos, pois o setor tradicionalmente fica atrás do comércio, serviços e indústria. No mês também surpreendeu o resultado da indústria. De 2.001 postos criados em junho deste ano, o setor pulou para um saldo de vagas de 17.354. O aumento das contratações nas áreas de têxteis, química e de calçados garantiu a recuperação do emprego industrial, embora o setor ainda esteja cauteloso com a recuperação. No acumulado do ano, porém, a indústria continua no vermelho, com fechamento de 127.123 postos. "Aí está o nó [na indústria]. Esse é o primeiro crescimento forte, e definitivamente a indústria saiu da crise", comentou Lupi. O emprego na indústria extrativa mineral e no setor de calçados também acumula resultado negativo no ano, mas o ministro acha que isso será superado já no Caged deste mês. O setor com o maior saldo positivo em 2009, até agora, é o de serviços (263.090 vagas). Para Lupi, embora o mercado tenha mostrado maior vigor em julho, o governo precisa continuar adotando medidas para permitir o aumento da oferta de emprego. "Os juros precisam continuar baixando. Isso é fundamental. Também é preciso continuar o monitoramento da indústria e adotar novas medidas, se necessário."   
BSB, 18/8- Afetadas pela crise de crédito no final do ano passado, as empresas de construção civil voltaram a registrar crescimento nas vendas de imóveis novos e a computar lucros consideráveis no segundo trimestre de 2009. Segundo levantamento da consultoria Economática, o setor teve lucro líquido de R$ 577 milhões no segundo trimestre, resultado 3% superior aos R$ 561 milhões do mesmo período do ano passado, ainda antes da crise e em plena expansão no setor. O estudo considerou os resultados financeiros de 16 empresas com ações na Bolsa. Impulsionado por programas do governo federal como o "MINHA CASA, MINHA VIDA", o aumento nas receitas do setor veio principalmente do segmento de baixa renda, o primeiro a se recuperar ainda no início do ano.   
BSB, 18/8- Para a corretora Brascan, as construtoras focadas na baixa renda foram as que tiveram melhor desempenho financeiro no segundo trimestre. Líder na baixa renda, a Tenda teve alta de 32% no lucro líquido, bastante acima da média de 3% do setor, na comparação com o segundo trimestre de 2008. Mas a margem de ganho líquida da empresa caiu de 9,6% para 9%, nessa comparação. Segundo Cassio Audi, diretor financeiro da construtora Rossi, as vendas de imóveis de média e alta rendas também mostram sinais de recuperação, mas isso só aconteceu em meados do segundo trimestre. A construtora teve lucro líquido de R$ 51,2 milhões, resultado estável em relação ao mesmo período de 2008 e 79% maior do que no primeiro trimestre. No levantamento da Economática, as receitas das construtoras saltaram 35,8% -passaram de R$ 3,122 bilhões para R$ 4,239 bilhões do segundo trimestre do ano passado para o mesmo período deste ano. Apesar desse forte aumento das receitas, o setor viu encolher suas margens de ganhos operacionais. O estudo mostra que houve redução dessas margens de 22,7% para 18,7%, do segundo trimestre de 2008 para o mesmo trimestre de 2009. Para os próximos meses, a Brascan espera melhora nas margens, com acomodação dos incentivos do governo para baixa renda e recuperação maior das vendas na alta e média rendas. "Melhores margens deverão ser apresentadas. As quedas nas taxas de juros, aliadas a uma maior confiança por parte de compradores, deverão fazer com que o segmento volte a performar em níveis elevados como vistos no pré-crise."   
BSB, 12/8- Pelo menos 700 mil unidades habitacionais devem estar construídas ou em fase de construção até julho de 2010, dentro do Programa Minha Casa, Minha Vida. A afirmação é do presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, e foi divulgada ontem, dia 9 de agosto, na Revista Exame/BR. Segundo balanço da Caixa Econômica Federal do último dia 24 de julho sobre o PMCMV, apenas 157 dos 950 projetos apresentados por construtoras à Caixa tinham sido aprovados. Eles somam 22.812 moradias previstas, cerca de 2% da meta do governo. De acordo com Paulo Simão, nesta primeira fase, 200 mil unidades devem ser erguidas por 11 grandes empresas, como MRV, Tenda e Odebrecht; outras 200 mil por 25 construtoras de médio porte, como a Cury e a Direcional, e o restante por cerca de mil construtoras pequenas, sediadas em cidades com até 50 mil habitantes.   
BSB, 10/8- O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE registrou variação de 0,48% em julho, aceleração de 0,13 ponto percentual em relação a junho (0,35%). Frente ao resultado de julho de 2008, que havia ficado em 1,03%, o índice atual (0,48%) apontou significativa redução. No ano, o índice nacional acumulou alta de 4,17%, abaixo dos 6,36% observados em igual período de 2008. O resultado dos últimos 12 meses situou-se em 9,43%, também inferior aos 10,03% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores.O custo nacional da construção por metro quadrado, que no mês de junho assinalou R$ 701,62, passou para R$ 704,97 em julho. Deste total, R$ 405,99 são relativos aos materiais e R$ 298,98 à mão-de-obra.A parcela dos materiais, no confronto com o mês anterior, teve uma aceleração de 0,21 ponto percentual, passando de 0,14% para 0,35%. Já a componente mão-de-obra repetiu a taxa mensal do mês anterior (0,65%).No ano, os materiais acumularam alta de 2,61%, bem abaixo dos 6,13% observados em igual período de 2008. A mão-de-obra acumulou 6,35% neste ano contra 6,67% do anterior. Em 12 meses, os resultados foram 10,01% (materiais) e 8,64% (mão-de-obra).O Sul, pressionado pelo estado do Paraná, ficou com a maior taxa mensal (1,62%), acompanhado da região Norte, com alta de 0,99%, influenciada pelo índice do Amazonas. As demais regiões registraram variações abaixo da média nacional (0,48%): Nordeste (0,34%); Centro-Oeste (0,17%); e Sudeste (0,13%).No ano, o Sul teve também a maior variação (4,65%), ficando com a região Norte o destaque nos últimos doze meses (10,52%).A região Norte ficou com o menor acumulado no ano (3,39%) e o Centro-Oeste com o menor nos últimos doze meses (8,75%).Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 747,30 (Sudeste); R$ 698,06 (Sul); R$ 697,78 (Norte); R$ 673,87 (Centro-Oeste); e R$ 658,18 (Nordeste).   
BSB, 8/8- A construção civil do Estado de São Paulo conseguiu no primeiro semestre deste ano recuperar plenamente as vagas fechadas por conta da crise, e a construção brasileira está próxima dessa recuperação. É o que mostra a pesquisa mensal de emprego do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) feita em parceria com a FGV Projetos. Em junho, a construção paulista abriu 3.472 vagas com carteira assinada (alta de 0,56% em relação a maio), totalizando a abertura de 28.803 novos empregos no primeiro semestre. Com isso, superou as 17.950 demissões ocorridas em novembro e dezembro de 2008. Este desempenho foi mais acentuado no município de São Paulo, onde foram fechados 6.875 empregos na construção em novembro e dezembro de 2008, mas abertos 15.829 de janeiro a junho de 2009; destes, 2.442 foram criados no mês de junho (alta de 0,82% em relação a maio). Já a construção civil brasileira abriu em junho mais 20.372 empregos (crescimento de 0,94% em relação a maio), totalizando 94.580 no primeiro semestre. Segundo nota do SindusCon, falta pouco para recuperar os 109.086 postos de trabalho fechados nos dois últimos meses de 2008.   
BSB, 8/8- O presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, diz em nota que "se por um lado os números confirmam que as construtoras seguem com um ritmo de atividades elevado em 2009, por outro, uma leitura mais atenta mostra mudanças importantes em relação a 2008, especialmente no ritmo e na dinâmica do crescimento". No que diz respeito ao ritmo, houve uma sensível desaceleração. No primeiro semestre de 2009, os 94,6 mil novos empregados representaram um crescimento de 8,4%. No mesmo período de 2008, o ritmo de crescimento do emprego formal era quase o dobro: o número de trabalhadores contratados passava de 185 mil, a taxa acumulada no ano até junho era de 16% e vinha em ritmo crescente. Watanabe lembra que nos últimos meses de 2008 e nos primeiros de 2009 houve uma parada nos mercados imobiliários provocada pela queda drástica das vendas. Em decorrência, os lançamentos também caíram. De janeiro a junho, o número de lançamentos realizados na região metropolitana de São Paulo foi 55% menor que o do mesmo período de 2008. "O efeito dessa retração sobre o emprego deverá ser percebido com mais intensidade a partir do segundo semestre", afirma. Outra mudança importante nesse semestre ocorreu na dinâmica do crescimento: as obras de infraestrutura passaram a gerar mais empregos, segundo o presidente do SindusCon-SP. "Em 2008, 45% das vagas geradas no primeiro semestre ocorreram na área imobiliária e apenas 22% foram geradas na área de infraestrutura. Em 2009, essa relação quase se inverte: 29% das vagas, o que representa 27,6 mil empregos, foram criadas na área imobiliária, e 32%, ou 30,7 mil, no segmento de infraestrutura. Nos dois últimos meses, o início das obras de Jirau fez o emprego na região Norte aumentar 6%." O presidente do SindusCon-SP destaca que a desaceleração esperada da área imobiliária pode ser revertida com o início das obras do Programa Minha Casa, Minha Vida. "Mas isso dependerá da velocidade de aprovação dos projetos e do início das obras", completa.   
BSB, 5/8- O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse nesta quinta-feira que a nova carteira de investimentos (já apelidada de PAC 2), que o atual governo deixará para o seu sucessor, será importante para preparar o País para a Copa do Mundo de 2014, que ocorrerá no Brasil. “Os aeroportos terão que estar tinindo”, disse, em entrevista ao programa Bom Dia Ministro da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC). Segundo ele, a Copa será uma grande vitrine para projetar a imagem do Brasil no exterior e atrair turistas. “Queremos fazer um planejamento. Contratar o projeto, como de um aeroporto, e, quando o próximo presidente assumir, estará adiantado”, disse. Bernardo disse que o governo ainda está fazendo um levantamento dos empreendimentos que entrarão nesta carteira de investimento, a ser executada a partir de 2011. Mas ele antecipou que o novo PAC deve ter também um viés forte de investimento em hidrovias. O ministro voltou a explicar que, em dois anos de preparação para as obras do PAC, o governo descobriu que tinha muitos problemas, como questões ambientais e a interferência do Ministério Público. “Nós precisamos fazer a revisão dos procedimentos que existem sem maltratar a área ambiental. Mas tem algumas coisas que deixam de ser razoáveis”, defendeu. Segundo ele, o Ministério Público processou criminalmente o presidente do Ibama, com pedido de sequestro de bens, por estar concedendo licenças ambientais para algumas obras. Bernardo disse que é possível resolver os problemas ambientais em torno da construção da Usina Hidrelétrica de Estreito, uma das principais obras previstas no PAC. “Temos condições de solucionar de forma correta, sem dano ambiental. Vamos fazer, sim”, afirmou. Uma decisão da Justiça anulou a licença de instalação concedida pelo Ibama. Ele admitiu lentidão também na implementação do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, anunciado este ano. Segundo Bernardo, o País precisa resolver o déficit habitacional de 7,2 milhões de moradias.   
BSB, 3/8- Os advogados das entidades associadas à CBIC se reunirão no próximo dia 5 de agosto, na sede da entidade, em Brasília. A reunião do Fórum de Advogados da CBIC será das 10h30 às 17h. Confirmações de presenças devem ser feitas com a Assessoria Jurídica da entidade até segunda-feira, dia 3, pelo telefone (61) 3327-1013. Na pauta, temas como: ação judicial a ser intentada junto ao STF pela Confederação Nacional da Indústria (a pedido da Firjan e Sinicon) argüindo a inconstitucionalidade da cobrança de ISS sobre materiais e subempreitada; vantagens para Pequenas e Micro Empresas nas licitações públicas em decorrência da Lei Complementar 123/2006; questões envolvendo as Empresas de Pequeno Porte e Micro-Empresas nas licitações; legalidade ou não das ações regressivas impetradas pelo INSS contra as construtoras (inclusive sobre os seguros de trabalho); Convenção 158 da OIT (obriga as empresas a justificarem a demissão dos trabalhadores). Processo em julgamento no STF que decidirá sobre a constitucionalidade ou não dessa Convenção e a sua consequente ratificação pelo Brasil; Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da redução da jornada de trabalho e aumento do percentual de horas extras; recursos Repetitivos (IPTU e Tabela Price, entre outros), e a Lei 11.977/09, (na parte que alterou a lei de registros públicos), além de outros temas jurídicos de interesse do setor.   
BSB, 1/8- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, participaram, no último daí 31, na Serraria Souza Pinto, em Belo Horizonte, da formatura de 457 beneficiários do Programa Bolsa Família, alunos do Plano Setorial de Qualificação - Construção Civil (Planseq - Bolsa Família). Será a primeira formatura do programa no país. Os 457 alunos são da região metropolitana de Belo Horizonte - além da própria capital mineira, Betim, Florestal, Matozinhos, Nova Lima, Rio Acima e Rio Manso. Há, ainda, outros 746 alunos da região metropolitana que já estão em sala de aula. No país, segundo o último levantamento da Casa Civil, há 25 mil beneficiários do Bolsa Família em curso pelo Planseq nas áreas de Construção Civil e Turismo. Também estarão presentes na solenidade os ministros Dilma Rousseff (Casa Civil), Patrus Ananias (Desenvolvimento Social), Carlos Lupi (Trabalho e Emprego) e Luiz Barretto (Turismo), o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, e o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda. São aguardadas ainda as participações dos ministros Márcio Fortes (Cidades), Hélio Costa (Comunicações), e Luis Dulci (Secretaria Geral da Presidência).   
BSB, 31/7- Empresas do setor imobiliário listadas na BM&FBovespa deverão recorrer ao mercado de capitais a partir de agosto diante da expectativa de expansão da construção civil e da necessidade de recursos para fazer frente ao crescimento esperado, afirmam especialistas. Profissionais descartam, contudo, um novo "boom" de ofertas de ações do setor e apontam que a participação das construtoras na retomada do mercado acionário deve ser mais tímida do que a observada em 2007, ano histórico para a Bovespa. Com investidores mais seletivos em razão da crise financeira, empresas cujas ações possuem mais liquidez e que atuam no segmento de baixo e médio padrão deverão encontrar melhor aceitação em Bolsa. Como pano de fundo para a aposta em tais companhias aparece a retomada das vendas de imóveis no segundo trimestre, conforme sinalizado por prévias operacionais divulgadas recentemente. "A forte valorização das ações do setor neste ano impõe cautela, mas ainda haveria espaço (para emissões) por companhias com mais liquidez e maior porte, se o setor mostrar crescimento no segundo semestre", afirma o analista Eduardo Silveira, da Fator Corretora.   
BSB, 31/7- No ano até segunda-feira, os papéis das três construtoras que integram o Ibovespa --Cyrela, Gafisa e Rossi Residencial-- acumulam ganhos de 105,5%, 136% e 188,4%, ante valorização de 45,3% do principal índice da Bolsa paulista. Em 2009, MRV Engenharia e BR Malls já realizaram ofertas de ações. A Gafisa, que tinha planos para uma nova oferta primária, suspendeu a operação que levaria para seu caixa de R$ 600 milhões a R$ 700 milhões, em razão de "condições do mercado". Ainda assim, para especialistas, a Gafisa ainda seria candidata a uma nova oferta de ações. O que teria sido o principal fator de pressão sobre os preços do papel na operação suspensa --o descumprimento de um compromisso financeiro estabelecido junto a debenturistas-- já foi contornado. "Com a renegociação do covenant (de limite de endividamento), tudo indica que a Gafisa poderia conseguir um preço mais atraente na oferta", diz Silveira, da Fator. Outra companhia indicada como potencial candidata é a Cyrela. Conforme circulou no mercado recentemente, a empresa poderia acessar a Bolsa por meio de uma nova oferta de papéis de sua emissão ou ainda via oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) da Living, empresa do grupo para baixa renda. A Cyrela, contudo, nega por meio de sua assessoria de imprensa planos de listar a Living na Bolsa paulista. De acordo com o diretor-geral da Brazilian Mortgages, Fábio Nogueira, algumas das 21 construtoras e incorporadoras que abriram capital em 2007 --movimentando mais de R$ 14,5 bilhões-- já previam um "follow on" naquela ocasião. "Já teve início a nova onda de ofertas de ações do setor", diz Nogueira. "As empresas precisam de caixa para tocar projetos e investidores voltam a mostrar interesse no setor."   
BSB, 31/7- A CBIC promove nos dias 1, 2 e 3 de setembro, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, a 81ª edição do Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic). O evento, que será realizado pelo Sinduscon-Rio, conta com apoio da Ademi-RJ e do Seconci-Rio. A solenidade de abertura do encontro, considerado o maior da América Latina, será no dia 1º, às 20h, no auditório do Hotel Windsor Barra. No mesmo dia, das 14h às 16h será realizada a reunião da Coopercon CBIC e das 16h às 18h as reuniões do Conselho de Administração e da Assembléia Geral da entidade. Participe do encontro. Mais informações no site da CBIC, no link do 81º Enic.   
BSB, 29/7- Um reality show para acompanhar as obras do PAC e do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. É isto que a Caixa Econômica Federal está organizando ao preparar um pregão eletrônico para comprar imagens de satélite e somá-las às 538 bases cartográficas de municípios brasileiros já adquiridas pela instituição neste ano. Assim, além de aumentar os mecanismos de controle interno, a CEF poderá abrir ao público, através da internet, o andamento das principais obras financiadas pelo banco. A previsão é de que o pregão eletrônico aconteça em três meses, com toda a estrutura do monitoramento das obras no ar até o fim do ano que vem. A depender do nível de resolução de imagens que a CEF desejar, existe a possibilidade até mesmo de um satélite semelhante ao que municiou o exército americano durante a Guerra do Golfo ser utilizado. Atualmente, no Brasil, duas empresas comercializam essas imagens com maior resolução, a Space Imaging e a Imagem. As duas representam companhias americanas no país, respectivamente, a Geoeye e a Digital Globe. A imagem mais próxima do solo que a CEF poderá adquirir permite a visualização de um objeto de 50 centímetros quadrados. A fase de monitoramento e, por consequência, o acesso do andamento das obras pela população através da web é a última etapa do projeto Caixa SimBrasil Geo. Ele consiste num conjunto de medidas para qualificar melhor a área de análise da CEF por meio de geoprocessamento. Antes da aquisição das imagens, é preciso passar pela fase de planejamento, que está acontecendo agora. Nessa etapa, as bases cartográficas estão sendo acrescentadas aos dados que a CEF dispõe de Estados e municípios, como o tipo de moradia, terrenos disponíveis, infraestrutura presente na região, perfil da população e escoamento sanitário, entre outros. Assim, com essa integração, a CEF verifica a viabilidade e as necessidades de cada projeto, fazendo com que a liberação do crédito seja mais criteriosa.   
BSB, 27/7- Para o presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), João Crestana, o programa habitacional do Governo, Minha Casa, Minha Vida, impulsiona o mercado a se reinventar. No entanto, o desafio é atender às famílias de baixa renda. "Um dos maiores desafios do setor para os próximos anos é colaborar com a implantação do programa, sugerir aperfeiçoamentos e correções aos entraves e transformá-lo em política perene de habitação para o País", afirmou Crestana. O setor imobiliário movimenta 11,3% do PIB (Produto Interno Bruto) e os segmentos da população com renda mais baixa podem incrementar ainda mais essa movimentação. No entanto, o vice-presidente de Comercialização e Marketing do Sindicato, Elbio Fernández Mera, acredita que o setor tem ainda muito potencial de crescimento, já que as classes mais baixas ainda não acreditam que seja possível realizar o sonho da casa própria. Para o presidente do sindicato, apesar das dificuldades, somente o fato de o Governo ter ouvido os representantes do setor, ao implantar o programa habitacional, já foi um avanço que beneficia o consumidor, "por meio de subsídios e juros menores". Ainda segundo Crestana, o setor também sai ganhando, pois, para atender a um perfil de consumidor que busca imóveis mais econômicos, é preciso que o mercado mude. "Precisamos nos preparar com inovações de produtos, marketing e financiamento". Crestana ressalta também que o setor imobiliário é um dos pilares que auxiliam o País na "dinâmica macroeconômica". "O momento é de união e demonstração do poder aglutinador desse segmento, que gera emprego e renda".   
BSB, 23/7- Somam pelo menos R$ 79,4 bilhões os investimentos em obras de infra-estrutura necessários para que o Brasil se coloque em condições de receber a Copa do Mundo em 2014, segundo levantamento do Portal G1, feito com base em informações fornecidas pelas prefeituras e governos de estado dos 12 locais escolhidos como sedes – Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. O portal realizou ainda uma comparação para dar, ao internauta, ideia do investimento. De acordo como o G1, o valor é quase 30% superior ao investimento da Petrobras, maior empresa brasileira, no ano passado (R$ 53,8 bilhões, segundo dados da estatal). As obras previstas nos 12 municípios contemplam infra-estrutura esportiva, com construção de estádios e centros de treinamento, reforma de aeroportos, projetos de incentivo ao turismo, saneamento básico, energia, saúde, segurança e adequação do sistema de trânsito e transportes às exigências da Fifa, a federação internacional de futebol.   
BSB, 21/7- O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, manifestou hoje (20) apoio à reivindicação de trabalhadores da construção civil de São Paulo que cobram mais segurança nas obras. Na manhã desta segunda-feira, cerca de 8 mil operários do setor, segundo o Sindicato da Construção Civil de São Paulo, fizeram uma passeata no centro da capital paulista para protestar contra a situação. “É uma reivindicação justa dos trabalhadores. Estamos à disposição para ajudá-los, mas não há fiscais para todas as obras”, disse Lupi, após participar do 1º Fórum Estadual de Aprendizagem, no Rio. “Precisamos de uma compreensão maior do setor empresarial. Muitos trabalhadores estão em cima de andaimes sem capacete e sem equipamentos de proteção.”   
BSB, 21/7- Balanço da Caixa Econômica Federal sobre o Programa Minha Casa, Minha Vida revela que até o último dia 10 foi contratada a construção, em todo o país, de 18.687 unidades habitacionais. O banco já recebeu propostas de construção de 145 mil moradias. Se todas forem aprovadas e realizadas, garantirão o cumprimento de 14,5% da meta oficial. Para o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, o programa está indo bem. "Em dois meses, estará tudo nos eixos", diz Simão. Segundo ele, 700 mil moradias estarão em construção ou concluídas em julho de 2010. Matérias sobre o assunto foram publicadas nesta sexta-feira 17/7, nos jornais Correio Braziliense (DF) e do Jornal do Commercio (RJ).   
BSB, 19/7- O Fórum dos Seconcis se reunirá durante o 81º Encontro Nacional da Indústria da Construção (Enic), que será realizado de 1º a 3 de setembro, no Hotel Windsor Barra, no Rio de Janeiro. Durante o evento, o Fórum promoverá debates sobre os temas "Profissionalização dos Trabalhadores"; "Plano de Ação em Saúde e Segurança no Trabalho"; "Sustentabilidade Ambiental", e "Resultados de ações positivas". Além disso, os interessados terão a oportunidade conhecer a sede do Seconci-Rio. Mais informações sobre o encontro, considerado o maior da América Latina, estão disponíveis no site www.cbic.org.br, no link do 81º Enic.   
BSB, 15/7- Construir ou reformar um imóvel na capital do país está 3,59% mais caro desde o início do ano. Os custos da construção civil no Distrito Federal subiram mais do que a inflação em 2009 e no acumulado dos últimos 12 meses, apesar da contribuição fiscal concedida pelo governo federal %u2014 desde março, diversos produtos da cesta da construção tiveram reduzidos os percentuais de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), benefício estendido até dezembro. O incremento registrado neste ano é superior à inflação acumulada no período, de 2,57%, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Ainda assim, os aumentos são inferiores aos registrados no mesmo período do ano passado. De janeiro a junho de 2008, os preços e salários aumentaram, em média, 5,51%, segundo dados do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos últimos 12 meses, os materiais de construção civil e a mão de obra ficaram 10,03% mais onerosos, enquanto a inflação foi de 4,80%. Com o reajuste verificado pelo IBGE, o metro quadrado no DF está em R$ 726,82, o quinto mais caro do país. O acréscimo, no entanto, foi ainda maior do que o constatado até agora pelo IBGE. Como os dados se referem à contabilização feita até junho deste ano, não entrou na conta o reajuste negociado pelos trabalhadores do segmento com os patrões. Desde o início de julho, eles estão recebendo o aumento de 6,5% na remuneração e de 7,0% no piso salarial. Os valores são retroativos a maio, mês da data-base da categoria.   
BSB, 15/7- Apesar do custo mais alto, as lojas de materiais de construção, as construtoras e os trabalhadores comemoram tempos melhores no setor. Os comerciantes devem festejar vendas 5% superiores às de 2008. Um bom resultado, considerando que a economia brasileira deve, pelo menos, estabilizar neste ano, segundo as perspectivas econômicas mais otimistas. As construtoras esperam um faturamento 15% superior neste ano, puxadas pelas obras públicas e pelos prédios residenciais, como os de Águas Claras, segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon), Elson Ribeiro e Póvoa. Mais obras, mais empregos. O número de contratados no segmento é 14% superior ao de 12 meses atrás, o que significa 7 mil pessoas a mais, pelos dados da PED. O bom resultado das lojas se deve principalmente ao benefício da redução fiscal, segundo o presidente do Sindicato Varejista de Materiais de Construção, Cecin Sarkis. Ele contesta que os preços estejam subindo acima da inflação. %u201CCom a redução do IPI, a indústria diminuiu os preços e nós repassamos para os consumidores. O mercado está bem aquecido, estamos vendendo para todas as classes. As pessoas estão aproveitando para reformar suas casas%u201D, afirma. Os números da Codeplan mostram que as famílias mais carentes do Distrito Federal estão reformando ou planejando fazer reparos em seus domicílios. Nas 10 regiões administrativas com menor renda, pelo menos um terço das famílias revela que as casas necessitam de consertos. Em algumas cidades, até 11,5% delas estão sendo modificadas, como verificou o órgão no Riacho Fundo II. Na Estrutural, é onde há maior necessidade de reformas. Dois terços das residências precisam ser reparadas.   
BSB, 14/7- O ano começou sob o signo de uma crise financeira que abalou vários setores econômicos. À exceção ficou por conta da construção civil, que continuou crescendo e superando expectativas. Em 2008 o crescimento foi de 25% e as perspectivas para 2009 ficam entre 20% e 25%. O número significativo de obras públicas em andamento, dentro do programa do GDF, e a manutenção do nível de lançamentos imobiliários do setor privado ajudaram a formar a bolha que isolou o setor e o manteve a salvo da crise financeira global. A construção civil ganhou importância e começou a se destacar nas atividades industriais desde que o governo adotou novas medidas, conduzindo o setor à inevitável busca pela sua organização. O presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi), Adalberto Cleber, acha que o setor “não tem mudanças significativas, apenas um enorme esforço dos empresários e do GDF em manter o nível de atividade e o crescimento estimado”. “Esperamos que o ano seja promissor. Se conseguirmos, e é o que pretendemos, teremos contribuído para reduzir o déficit habitacional em todas as classes sociais, melhorando a qualidade de vida da população do DF”, afirmou. Existem hoje cerca de 11,3 mil pessoas empregadas no setor, o que aumenta as perspectivas do crescimento.   
BSB, 14/7- O mercado do Distrito Federal tem características peculiares que ajudam o setor da construção civil local a se manter em franco crescimento. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) estima crescimento nacional de 9,5%, enquanto em Brasília o setor deverá avançar 15%. É o que calcula Elson Ribeiro, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF( Sinduscon-DF). O maior canteiro de obras, Águas Claras, deverá impulsionar o setor com a construção de novos prédios residenciais e comerciais. A cidade investe em projeções comerciais e de infraestrutura, sendo o maior investimento na construção civil, oferecendo empreendimentos de luxo e acessíveis ao orçamento da classe média. Vários fatores animam os empresários da construção civil, como o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. A Caixa, até agora, já teria negociado contratos de financiamento para a aquisição de 5.625 imóveis residenciais, totalizando R$ 375,8 milhões. Mas a grande expectativa dos empresários está nas obras para a Copa do Mundo de 2014. Eles já fazem planos para iniciar um novo ciclo de crescimento com grande número de projetos. Definida Brasília como uma das 12 cidades que sediarão a Copa, os investimentos em Brasília deveram ficar entre R$ 60 milhões e 100 bilhões. Mas o governo federal ainda precisar definir as obras de infraestrutura exigidas para receber o evento. Além das obras, os empregos serão outro ponto forte, já que a cada um milhão de reais investidos nas obras significará a criação de 33 empregos diretos e 25 indiretos.   
BSB, 13/7- Fortaleza recebe de 19 a 22 de agosto a ExpoConstruir – Feira de Materiais e Sistemas Construtivos. A feira ocorre no Centro de Convenções do Ceará e reunirá toda a cadeia produtiva da construção civil. A ExpoConstruir apresentará as principais tendências e novidades do segmento da construção civil, com a participação de mais de 6 mil pessoas entre empresários, pesquisadores, estudantes, engenheiros e arquitetos, além de muitas empresas e fornecedores. O evento celebra os avanços do mercado da construção civil no Nordeste, destaque para o cearense que está altamente aquecido com a concretização de grandes projetos de infra-estrutura, que representam investimentos de cerca de R$ 1,5 bilhão. Mais informações e a programação completa estão no site: www.expoconstruir.com.br   
BSB, 12/6- A CBIC fez um levantamento junto às entidades associadas sobre as convenções coletivas de trabalho já realizadas ao longo deste ano, com destaque para o valor percentual do reajuste adotado; benefícios incorporados, e os valores do piso salarial para pedreiro e servente. O principal objetivo é ajudar os sindicatos que ainda estão em processo de negociação coletiva, a fim de dar um parâmetro do que está ocorrendo no resto do país.   
BSB, 9/7- Nos primeiros seis meses do ano, as vendas de cimento no Brasil se mantiveram nos mesmos níveis do ano passado, apesar da crise. O que pode ser considerado um avanço em comparação à demanda mundial - que vive uma queda acelerada no consumo. A estabilidade brasileira e a retração de países importantes, como Espanha, Rússia e Japão, fizeram com que, em apenas dois anos, o Brasil subisse cinco posições no ranking mundial, de nono lugar em 2007 para o quarto este ano, atrás da China, da Índia e dos Estados Unidos. Levantamento do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC) mostra que as vendas de cimento para o mercado interno no primeiro semestre atingiram 23,9 milhões de toneladas, ante 24,3 milhões de toneladas de janeiro a junho do ano passado. Em junho, as vendas tiveram queda de 2,3% sobre o mesmo mês de 2008. Segundo José Otávio Carvalho, secretário-executivo do sindicato, o país deve fechar o ano com 51,4 milhões de toneladas vendidas, exatamente a mesma marca de 2008. Para empatar com 2008, o país terá que aumentar as vendas no segundo semestre e alcançar 27,5 milhões de toneladas de julho a dezembro. "O segundo semestre é sazonalmente melhor, pois há menos chuvas e menos feriados", diz Carvalho. O cimento tem uma característica peculiar: não há estoque do produto e as vendas são feitas à medida que haja necessidade nos canteiros de obras.   
BSB, 6/7- A Etiqueta de Eficiência Energética, lançada nesta semana, classifica os prédios comerciais de acordo com o seu consumo de energia e já existem previsões de incluir no projeto prédios residenciais. Com isso, o valor dos imóveis pode sofrer acréscimo. A previsão é do presidente do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo), Sergio Watanabe. Como o objetivo do programa é fazer com que os projetos dos edifícios explorem ao máximo as alternativas de geração de energia é provável que haja o encarecimento, já que tais alternativas ainda são caras. Para se ter uma ideia, gerar energia por meio de tecnologias como a heiotérmica (que utiliza o calor solar) e por meio de placas (que utilizam a luz do sol) custam entre US$ 300 e US$ 500 o quilowatt/hora, enquanto que as hidrelétricas produzem energia a um custo de US$ 100 o quilowatt/hora. No entanto, Watanabe também acredita que esse incremento será recompensado no futuro. "Apesar do valor subir no primeiro momento, os edifícios economicamente sustentáveis devolverão esse aumento de preço durante a manutenção da edificações em seu período de vida útil", afirmou.   
BSB,3/7- O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) prevê que a construção civil deverá ser o primeiro a se recuperar dos efeitos da crise econômica entre os setores que compõem a formação bruta de capital fixo (FBCF) no Brasil. "As razões para isso estão no estímulo a ser gerado por uma série de medidas do governo, como a introdução de novas linhas de financiamento imobiliário; a isenção de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre os produtos ligados ao setor; o programa para a construção de casas para a população de baixa renda; e os investimentos no âmbito do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento)", diz a Carta de Conjuntura, divulgada ontem pelo Instituto.   
BSB, 1/7- Se o setor da construção civil foi uma das principais vítimas da crise, agora está entre os mais otimistas. Cerca de 33% de seus executivos já acreditam que 2009 vai registrar um crescimento do PIB de até 2%. A conclusão é de levantamento realizado pela Fama Investimentos, empresa de administração de recursos de terceiros. Foram consultados profissionais de cem companhias líderes em seus segmentos, em abril e maio. Para Bruno Piacentini, sócio da Fama, o resultado mostrou uma esperança dos executivos com relação às medidas do governo para salvar o setor. Os mais pessimistas são os executivos de agronegócios, com 17% esperando uma queda superior a 2% do PIB em 2009. Nos serviços, cerca de 18% aguardam alta superior a 2%. "As empresas que dependem do mercado interno aparecem mais otimistas. Já os setores de commodities e de agronegócios estavam mais preocupados." No cenário geral, dois terços dos altos executivos do país têm expectativa de melhoria no ambiente de negócios para os próximos seis meses.   
BSB, 30/6- Depois de puxar a desvalorização na Bovespa no final do ano passado, as empresas do setor imobiliário e de construção civil ensaiam uma recuperação. O Imob, índice que reúne as empresas mais representativas do setor na Bovespa, acumula alta de 86,5% desde o início do ano, contra 38,85% do Ibovespa. O Imob fechou ontem em 572,5 pontos, ainda distante do pico de 996,9 pontos atingido em maio do ano passado, mas deixando para trás o fundo do poço, de 213 pontos, registrado em 21 de novembro do ano passado. "As más notícias cessaram, mas a dúvida é saber quando virão as boas notícias", afirma o analistas da Fator Corretora, Eduardo Silveira. Para os analistas, nem mesmo o programa do governo, Minha Casa Minha Vida, que promete uma injeção de R$ 34 bilhões no setor, fará com que as empresas exibam balanços espetaculares este ano. "Não vai ter volume de vendas suficiente para sustentar as megaempresas que as construtoras se transformaram depois das aberturas de capital", avalia João Rocha Lima Junior, professor do Núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da USP. Uma das estrelas da onda de abertura de capital, o setor levantou algo como R$ 20 bilhões apenas com as ofertas iniciais de ações (IPO). Para Lima Junior, as empresas foram precificadas por um padrão de eficiência muito difícil de alcançar. "Aquela eficiência prometida lá atrás nos prospectos dos IPOs admitia uma relação entre o valor do terreno, o custo das obras e o preço de venda que não vai acontecer", diz Lima Junior. "Essa precificação do passado virou pó. Ela envolvia uma fantasia de crescimento perene a taxas espetaculares que não aconteceu."   
BSB, 30/6- Para os analistas, porém, a fase mais aguda da crise foi superada com a onda de fusões e aquisições desde o final do ano passado, com operações como a compra da Tenda pela Gafisa e as aquisição da Klabin Segall e da Abyara pela Veremont Participações, em sociedade com a Agra. Com o caixa apertado para as obras e a queda na demanda, as empresas também diminuíram lançamentos e resolveram trabalhar a venda de estoques existentes. "A maior parte dos problemas financeiros foi resolvida", avalia Silveira. "Agora, as empresa terão de entregar resultados." Na avaliação dos analistas, as ações das empresas do setor imobiliário estão hoje em trajetória de alta por duas grandes razões: a queda da taxa de juros e o programa Minha Casa Minha Vida. "Os juros estão caindo e a perspectiva macroeconômica é boa", afirma Silveira, da Fator. O pacote habitacional do governo federal, lançado no final de março, deu uma injeção de ânimo para o setor. Mas o mercado está bastante seletivo. Levantamento feito pela Economática mostra que foram as empresas com maior foco no segmento de baixa renda que tiveram maior valorização. Desde o início do ano, as ações da PDG, controladora da Goldfarb, subiram 95%. As da MRV Engenharia, 181%, e as da Tenda, 200%.   
BSB, 30/6- Tida como uma das estrelas do momento, a MRV conseguiu captar R$ 722 milhões na Bolsa na semana passada. A Gafisa também pretendia captar outros R$ 700 milhões, mas resolveu adiar a oferta para "quando as condições de mercado estiverem adequadas". "A Gafisa está com necessidade de caixa no curto prazo, mas o mercado está pedindo um desconto, pois ela é vista como muito dependente do segmento de média e alta renda", diz Cristiano Hess, analista da Brascan Corretora. Para tentar aproveitar a demanda pela baixa renda, as empresas estão adequando seus portfólios. "Empresas que sempre tiveram o foco na alta renda, como Cyrela e Gafisa, estão fazendo esforços maiores para a baixa renda", afirma Hees. A Cyrela, por exemplo, resolveu dar mais autonomia à subsidiária Living, voltada para empreendimentos mais populares. A Rossi, que começou mais popular e depois se voltou para as rendas média e alta, lançou a marca Ideal, que deve representar até 70% de seus lançamentos este ano. A Gafisa, que adquiriu a Tenda, indicou que a empresa deve responder por mais de 50% das vendas consolidadas do grupo.   
BSB, 28/6- A presença das construtoras no mercado imobiliário das cidades-satélites do Distrito Federal tem sido cada vez mais forte. As facilidades de compras oferecidas aos clientes, como a redução dos juros, tem proporcionado a muitas pessoas o sonho da casa própria. E para dar continuidade a essa nova etapa, explorar esses canteiros de obras, as empresas de construção do Distrito Federal prometem novos lançamentos para o segundo semestre do ano. O presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Adalberto Valadão, explica que no passado o mercado imobiliário era voltado para a classe média-alta. Por isso, os financiamentos bancários, por exemplo, não eram vantajosos para a classe baixa. Mas, com as alterações no sistema de financiamento e, principalmente, com a chegada do programa Minha Casa, Minha Vida, a procura dessa classe por moradia tem aumentado, o que consequentemente atraiu mais construtoras para as cidades-satélites. “Esse é o principal motivo para o atual aquecimento dessas áreas”, ressalta. Os moradores das satélites podem ficar despreocupados, pois mesmo com a chegada do novo setor, o Noroeste, as empresas da construção civil não vão abandonar esse canteiro, que tem rendido bons frutos. “São públicos com perfis distintos. O Noroeste chega para suprir a saturação do mercado do Plano Piloto. São empreendimentos para a classe média-alta. As construtoras vão investir nos dois mercados, aumentando o nível de atividades. Enquanto tiver demanda, haverá novos lançamentos”, acredita Adalberto Valadão.   
BSB, 27/6- Campanha realizada pela CBIC arrecadou recursos para auxiliar as famílias dos municípios atingidos pelas enchentes de novembro do ano passado em Santa Catarina. A doação, convertida em telhas, foi entregue na última segunda-feira aos prefeitos das regiões de Itajaí. O valor arrecadado junto a entidades do setor da construção, associadas à CBIC, servirá para a cobertura de 126 casas, beneficiando os municípios de Camboriú (40 casas); Itajaí (36); Luiz Alves (30) e Navegantes (20). A solenidade de entrega foi no último dia 22, na secretaria de Desenvolvimento Regional de Itajaí, na qual a CBIC esteve representada pelo vice-presidente de área de política e relações do trabalho do Sinduscon-PR, Euclesio Manoel Finatti. O evento contou também com a presença de secretários municipais de Habitação, prefeitos, parlamentares e líderes comunitários. De acordo com dados do governo de Santa Catarina, a tragédia deixou 9.390 desalojados e 2.637 desabrigados. A CBIC agradece as entidades associadas que contribuíram para a doação: Ademi-DF, Asbraco, Sinduscon-BA, Sinduscon-DF, Sinduscon-JP, Sinduscon-MG, Sinduscon-MS, Sinduscon-PR, Sinduscon-Rio, Sinduscon-RS e Sinduscon-SP.   
BSB, 25/6- A Caixa Econômica Federal flexibilizou as regras para concessão da linha de capital de giro para as empresas construtoras. De acordo com o vice-presidente da CBIC, José Carlos Martins, as novas regras já devem estar nas agências da instituição. Caso haja necessidade, os interessados devem entrar em contato com a CBIC (www.cbic.org.br).   
BSB, 24/6- Movimentos paulistas ligados à moradia popular acreditam que as casas do programa habitacional do Governo, "Minha Casa, Minha Vida", destinadas às famílias com renda de até três salários mínimos, seriam maiores e teriam um preço menor se fossem construídas em sistema de autogestão pelas cooperativas. Esse sistema foi proposto na última terça-feira (23), quando os movimentos entregaram à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, reivindicações ligadas ao programa, de acordo com a Agência Brasil. Para eles, os imóveis ficam mais caros quando há envolvimento das construtoras por conta do BDI (Benefícios e Despesas Indiretas). "A regulamentação do programa diz que na faixa até três salários mínimos a previsão é construir um apartamento de 42 metros quadrados no valor de R$ 52 mil", afirmou José Carlos Ferreira, um dos integrantes do movimento. "Conseguimos produzir um de 49 metros quadrados pelo mesmo valor, desde que seja em autogestão". Ao receber as propostas, a ministra afirmou que as construtoras têm maiores condições de construir as casas com mais agilidade, mas se mostrou interessada em conhecer as moradias que os integrantes dos movimentos afirmaram ter sido construídas em 11 meses por meio de cooperativa.   
BSB, 23/6- Processo consistente de queda da taxa de juros, pacote de medidas do governo de estímulo ao setor e déficit habitacional historicamente alto. Esse tripé forma o cenário ideal para o crescimento das construtoras no país e, consequentemente, para suas ações. Depois de sofrerem muito em 2008 com a crise internacional, esses papéis neste ano registram valorizações relevantes, em parte refletindo o terreno fértil para o setor. No ano até sexta-feira, o Índice Imobiliário (Imob), formado pelas ações de maior liquidez das construtoras, acumula alta de 80,07%, mais do que o dobro da valorização de 36,81% do Índice Bovespa no mesmo período. Alguns papéis registram altas de mais de 100% neste ano. As ações ordinárias (ON, com direito a voto) da Tenda, por exemplo, já subiram 221,55%, as ON da MRV se valorizaram 169,71% e as ON da Helbor, 117,95% . Apesar desse desempenho, a expectativa é que os papéis ainda tenham potencial para novos movimentos de alta. "As ações ainda precisam subir para compensar toda a queda do ano passado; além disso se espera que as construtoras entreguem resultados crescentes neste e nos próximos anos", diz o sócio da Polo Capital Marcos Duarte. Os papéis de construtoras tiveram quedas significativas no ano passado. As ON da Tenda caíram 88,68%, as da MRV se desvalorizaram 74,18% e as da Helbor, 75,80%. As ofertas iniciais (IPOs, em inglês) das construtoras ocorreram nos últimos anos, quando o mercado ainda estava no auge, e a grande maioria a preços altos. Os investidores estrangeiros foram os grandes compradores dos papéis. No entanto, com a crise, eles se desfizeram em massa desses ativos, embolsaram os ganhos e voltaram para os seus países.   
BSB, 23/6- Neste momento em que a crise parece dar uma trégua, mais uma vez são os investidores internacionais que apostam as fichas no cenário promissor das construtoras. "São eles principalmente que estão comprando as ações, enquanto o brasileiro olhou muito, agiu pouco e agora chupa o dedo vendo o quanto elas já subiram", diz Duarte. Ele, no entanto, pegou carona com os estrangeiros e colocou nos fundos da Polo ações de dez construtoras que caíram muito e apresentam boas perspectivas. "Comprando um leque de papéis, eu acabo diluindo o risco de possíveis perdas", diz o gestor. Os fundos da Polo têm hoje entre 4% e 15% do capital social dessas companhias. Na opinião de Duarte, um dos temores do investidor local é que os ativos, como terrenos e prédios, estejam lançados por valores inflados dentro dos balanços das companhias. No entanto, nos últimos meses, várias construtoras venderam bens pelo valor patrimonial ou acima, o que comprova que os preços nas demonstrações financeiras não eram irreais, explica Duarte.   
BSB, 23/6- Não faltam bons motivos para imaginar que as construtoras terão anos de crescimento pela frente, mas um dos mais importantes, sem dúvida, é o recente processo de queda da taxa de juros. Uma boa parte da venda de imóveis depende dos financiamentos imobiliários de longo prazo, que são altamente impactados pela baixa da Selic. "Um financiamento de 10 anos, com Taxa Referencial (TR) mais 8% ao ano é algo que nunca tinha se visto e hoje já existe", lembra o gestor da Polo. O financiamento imobiliário no Brasil ainda é incipiente. Aqui as hipotecas representam cerca de 3% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto nos EUA são 70%, afirma Duarte. Os reflexos positivos do pacote de medidas do governo de estímulo ao setor também já podem ser sentidos, com um aumento de demanda por imóveis, o que deve provocar a continuidade de crescimento da receita das companhias. "As vendas atuais só irão se refletir integralmente nos balanços das construtoras daqui dois ou três anos, quando os imóveis forem entregues; os bons resultados que as companhias apresentam agora ainda são das vendas feitas anos atrás", diz Duarte.   
BSB, 22/6- A Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) apontou que de 2006 para 2007 as construções tiveram crescimento real de 10,9%, segundo divulgou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de geografia e Estatística (IBGE). Ainda em 2007, o setor era formado por 110 mil empresas, onde trabalhavam cerca de 1,8 milhão de pessoas, ganhando, em média, 2,3 salários mínimos por mês. O segmento de edificações residenciais, que tem o maior peso no setor, teve expansão nominal de 13,9% na comparação entre os dois anos. Embora tenham perdido participação no pessoal ocupado e nos salários pagos pela indústria da construção desde 2003, as regiões Sul e Sudeste ainda concentravam mais de 60% dessas duas variáveis em 2007. As empresas de construção realizaram neste mesmo período obras e serviços no valor de R$ 128 bilhões e obtiveram receita operacional líquida de R$ 122,7 bilhões . As construções executadas cresceram 16,9%. Do montante investido, R$ 51,3 bilhões foram destinados ao setor público, o equivalente a 40,1% do total das construções executadas, percentual abaixo do observado em 2006 (42,5%).   
BSB, 22/6- Em 2007, 110 mil empresas do segmento davam emprego a mais de 1,8 milhão de pessoas e tiveram gastos totais com o pessoal ocupado de R$ 30,6 bilhões, dos quais 20,7 bilhões foram em salários, retiradas e outras remunerações. Os investimentos brutos da indústria da construção em ativos imobilizados totalizaram aproximadamente R$ 5,1 bilhões. A aquisição de máquinas e equipamentos foi o principal investimento (44,2%). Em seguida, vieram os gastos com meios de transporte (23,1%); as compras de terrenos e edificações (21,3%); e outras aquisições, como móveis, microcomputadores e ferramentas (11,4%). O principal material de construção adquirido foi o cimento, que representou 27,4% do valor dos produtos pesquisados na atividade, seguido pelo asfalto (20,6%), concreto usinado (20,5%), vergalhões (20,4%) e tijolos (11,1%).   
BSB, 21/6- O governo foi responsável por 40,1% do faturamento de empresas de construção no Brasil em 2007. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da receita operacional líquida de R$ 122,7 bilhões das construtoras, R$ 51,3 bilhões é proveniente de obras para o setor público. Este percentual é menor que o de 2006, quando 42,5% da receita das construtoras no País era com obras públicas. De acordo com o estudo, em 2007 o Brasil possuía cerca de 110 mil empresas neste setor, que empregavam 1,8 milhão de pessoas. Em relação aos gatos com material, O principal adquirido foi o cimento, que representou 27,4% do valor dos produtos pesquisados na atividade, seguido pelo asfalto (20,6%), concreto usinado (20,5%), vergalhões (20,4%) e tijolos (11,1%). Os dados constam da Pesquisa Anual da Indústria da Construção relativa ao ano de 2007, divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento apresenta informações sobre as características estruturais do segmento da construção no País, como número de empresas, de pessoas ocupadas, salários e benefícios pagos, produtividade.   
BSB, 21/6- A expansão do setor em 2007 esteve em linha com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de bens e serviços produzidos no país. Enquanto o crescimento do PIB foi de 5,7%, o desempenho da atividade da construção foi de 5%. Também ficou sintonizada com a formação bruta de capital fixo (investimentos das indústrias em máquinas e equipamentos), que assinalou o maior acréscimo (13,5%) desde o início da série histórica, em 1996. Segundo o estudo do IBGE, a atividade de construção civil foi beneficiada pela variação da taxa básica de juros (Selic), que apresentou queda de 8,5 pontos percentuais, ao passar dos 19,75% registrados em setembro de 2005 para 11,25%, em setembro de 2007. Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado como referência para o regime de metas de inflação, cresceu 4,46% em 2007. No ano anterior esse índice esteve em 3,14%. A meta da inflação era de 4,5%. Os investimentos brutos realizados em ativos imobilizados (compra de máquinas e equipamentos) pelas empresas do setor chegaram a cerca de R$ 5,1 bilhões em 2007. Desse total, 44,2% corresponderam à compra de máquinas e equipamentos, configurando este como o principal investimento de 2007. Em segundo lugar ficaram os gastos com meios de transporte (23,1%) e outras aquisições - como móveis, microcomputadores e ferramentas -, com uma representação de 11,4% do total.   
BSB, 21/6- O estudo observou, entre 2003 e 2007, algumas mudanças na estrutura do pessoal ocupado e dos salários, retiradas e outras remunerações de empresas com cinco ou mais funcionários durante a análise por grandes regiões e unidades da federação. Nas regiões Sudeste e Sul foi identificada redução nessas participações. Em parte, explicada pelo desenvolvimento da Zona Franca de Manaus e pela instalação de indústrias no Nordeste, atraídas por incentivos fiscais e pelo menor custo de terrenos e de mão de obra. Mesmo assim, as regiões Sul e Sudeste continuaram sendo responsáveis por mais de 60% dessas variáveis em relação ao resto do país. Na Região Sul houve uma perda de participação tanto do pessoal ocupado - que passou de 15,3% em 2003 para 13,3% em 2007 - quanto dos salários pagos, que caiu de 14,1% para 12,2% no mesmo período. Também foi identificada redução de pessoal ocupado na região Sudeste entre 2003 e 2007, de 52,1% para 51%. O estado mais afetado da região foi o Rio de Janeiro, com 2,2 pontos percentuais, seguido de São Paulo, com 1 ponto percentual. Já Minas Gerais e Espírito Santo tiveram aumento de suas participações em 1,4 e 0,9 pontos percentuais, respectivamente. O crescimento de pessoal ocupado mais expressivo foi registrado na região Norte, que subiu de 6% para 7,1%. Foi registrado crescimento também na região Centro-Oeste, que passou de 7,4% para 8,4% no quesito pessoal ocupado, e de 6,8% para 7,8% no referente a salários pagos. Na mesma avaliação, a região Nordeste subiu de 19,1% para 20% sua participação no pessoal ocupado, e de 15,1% para 16,1% no referente a salários pagos.   
BSB, 19/6- O Brasil ainda está atrasado em termos de utilização da tecnologia da informação (TI) e comunicação como ferramenta na construção civil. Embora existam empreendedores, construtoras e contratantes públicos que sabem como essa tecnologia pode ajudar na implantação de processos. A avaliação é do presidente da Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído (Antac), professor Francisco Ferreira Cardoso, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP). "A tecnologia está disponível, mas ainda é novidade para a grande maioria dos empreendimentos e dos projetistas isolados", disse. O presidente da Antac destacou que hoje em dia, mesmo as construções habitacionais mais simples são complexas e a produção corre em ritmo acelerado. Para Cardoso, além de agilizar a troca de informações, a tecnologia da informação aumenta a qualidade do projeto e dá mais confiabilidade às decisões tomadas. Ou seja, "diminui as chances de erros". O professor lembrou que o uso dessa ferramenta pode contribuir para a redução do custo inicial do empreendimento. "Tudo o que concorre para a melhoria dos processos gerenciais tende a reduzir custos. Ela não vai mexer no produto em si: na casa, no prédio que vai ser construído. Mas, vai trazer elementos para aqueles que trabalham no projeto e na construção acelerarem o processo", comentou. Francisco Cardoso lembrou, por outro lado, que a TI pode ajudar na redução de outro custo fundamental, ligado à operação e à manutenção das construções. "Construções que tenham erros de projeto vão ter chance de funcionar mal ao longo do uso. Ou coisa até pior. São o que a gente chama de manifestações patológicas". Isso significa que um prédio ou uma casa mal projetados e mal construídos podem apresentar "doenças" posteriormente, como problemas de passagem de luz, isolamento malfeito, trincas, acarretando ônus aos futuros moradores. "Isso representa custo para consertar o problema".   
BSB, 18/6- O Distrito Federal e a região do Entorno ganharam mais R$ 412 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. O reforço para obras de infraestrutura e construção de moradias foi anunciado nesta segunda-feira (15) pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, durante encontro com o governador José Roberto Arruda no Palácio do Buriti. Até 2010, DF e Entorno devem receber R$ 9,4 bilhões para obras do PAC, sendo R$ 7,2 bilhões para o Distrito Federal e R$ 2,2 para o Entorno. Do total recebido, R$ 311 milhões serão destinados ao Pró Moradia, programa de construção de casas para a população de baixa renda que beneficiará 40 mil famílias. O GDF entrou com a contrapartida de R$ 15,5 milhões. O restante do dinheiro vai para o programa Saneamento Para Todos, que conta com R$ 10 milhões de contrapartida do DF e que irá beneficiar cem mil famílias.   
BSB, 17/5- Matéria publicada nesta segunda-feira (15), no jornal O Estado de S.Paulo, destaca o setor da construção como o grande motor da economia brasileira nos próximos cinco anos. A previsão é de que, com as obras da Copa do Mundo e do Programa Minha Casa, Minha Vida, o setor reinicie o ciclo de crescimento, interrompido pela crise econômica financeira mundial no segundo semestre do ano passado. No caso do programa habitacional, a expectativa é de aprovar projetos de 600 mil unidades até julho de 2010, num total de R$ 45 bilhões, segundo projeção do presidente da CBIC, Paulo Safady. Até o início do mês, a Caixa já havia recebido das incorporadoras 385 projetos imobiliários (65 mil unidades), mas apenas 40 deles já haviam sido aprovados.   
15/6- Atendendo a uma sugestão do setor da construção, o valor de avaliação dos terrenos no programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida” estará limitado ao registrado na matrícula da última negociação nos casos de transações nos últimos seis meses, e não mais 12 meses, como consta do manual da Caixa. A mudança atende a uma série de pleitos encaminhados pelo Sinduscon-SP e outros Sinduscons por meio da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). O vice-presidente de Governo da Caixa, Jorge Hereda, também informou já ter orientado as Gidurs (Gerências de Filiais de Apoio ao Desenvolvimento Urbano) da Caixa para liberarem empreendimentos do “Minha Casa” próximos a empreendimentos do PAR (Programa de Arrendamento Residencial). De acordo com o Sinduscon-SP, alguns Estados como Piauí, Alagoas, Pernambuco e Paraíba se negavam a aceitar empreendimentos do “Minha Casa” próximos a obras do PAR por receio de que a inadimplência aumente nesses locais, em razão da diferença do valor da prestação do imóvel. Sobre os casos de doação de terreno ao FAR (Fundo de Arrendamento Residencial), a Caixa prometeu ao sindicato divulgar detalhes em normativa, diante da preocupação das construtoras de não serem questionadas posteriormente pelo Ministério Público. Segundo Hereda, quando a Prefeitura realizar o processo licitatório para escolha da empresa que será indicada à Caixa, o processo é da Prefeitura e a instituição financeira exigirá apenas que a empresa tenha análise de risco vigente na Caixa. As construtoras que tiverem questionamentos poderão enviá-los para o e-mail vsobrinho@sindusconsp.com.br, para posterior encaminhamento à Caixa, via CBIC.   
BSB, 13/6- O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentou elevação de 1,30% em maio, depois de subir 0,32% um mês antes. Essse é o impacto dos reajustes salariais devido às datas bases das categorias profissionais ligadas ao setor da construção civil. Em maio de 2008, o indicador avançou 1,87%. O custo nacional por metro quadrado passou de R$ 690,19 em abril para R$ 699,15 em maio. Do total mais recente, R$ 404,03 se referem às despesas com materiais e R$ 295,12 são relativos ao gastos com mão-de-obra, com elevação de 0,13% e 2,94%, respectivamente, ante o segundo mês de 2009. No acumulado do ano, a alta do custo da construção foi de 3,31% e, nos últimos 12 meses, chegou a 10,99%. Segundo o levantamento, a maioria das regiões do país registraram aceleração no índice, com exceção do Nordeste, onde recuou de 0,64% em abril para 0,26% em maio. A maior taxa mensal foi verificada no Sudeste (2,16%), enquanto a menor foi observada no Norte (0,61%). Os números são calculados pelo IBGE, em convênio com a Caixa Econômica Federal, a partir do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi), criado em 1969.   
BSB, 11/6- A construção civil brasileira está superando aos poucos o pessimismo imposto pela crise mundial, revelam os resultados da 39ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção Civil, realizada em maio pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e pela FGV Projetos, com o apoio da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). Foram entrevistados 241 empresários da construção de todo o país. Tanto no estado de São Paulo quanto em nível nacional, a Sondagem notou menos pessimismo na avaliação do ambiente de negócios da construção como resposta a um conjunto de fatores, especialmente à série de medidas governamentais favoráveis ao setor. Mas é importante destacar que, apesar das boas expectativas, os números da Sondagem continuam influenciados pela crise na comparação anual. A ação do governo no sentido de garantir capital de giro logo no início da crise se somou mais recentemente à desoneração de materiais e ao programa Minha Casa, Minha Vida. Também contribuiu para a melhoria do humor do empresariado o cenário macroeconômico observado a partir de abril. O indicador de desempenho nacional avançou quase 10% entre fevereiro (data da última edição da Sondagem) e maio, refletindo um desempenho menos negativo das empresas no trimestre. Contudo, o indicador de desempenho atual das empresas da construção ainda está abaixo de 50, denotando um desempenho não favorável. No caso do Estado de São Paulo, esse avanço foi ainda mais expressivo, chegando a quase 12%. Nos dois níveis, o comparativo com maio de 2008 ainda apresenta queda expressiva. Mas esse era um resultado esperado, uma vez que há um ano o setor estava em forte expansão.   
BSB, 11/6- A melhora mais expressiva foi registrada no item perspectivas de desempenho. Isso mostra que os empresários acreditam na aceleração da atividade econômica nos próximos meses. Mais uma vez, esse otimismo relativo foi maior em São Paulo do que na média nacional. Os empresários relataram também melhora nos indicadores de dificuldades financeiras e de custos. No caso dos custos, é preciso relativizar a aparente piora observada na comparação trimestral, resultado que foi influenciado pelas negociações salariais que ocorreram no Estado de São Paulo. Por conta disso, a comparação anual é mais precisa e mostra forte evolução, resultado do recuo dos preços de materiais verificado nos últimos meses. A Sondagem destaca ainda a avaliação dos empresários sobre o ambiente macroeconômico. A melhora foi resultado de um ajuste de expectativas que minorou o pessimismo excessivo registrado nas rodadas anteriores da pesquisa. Entre fevereiro e maio, melhorou muito a avaliação do setor quanto à política econômica e às perspectivas de inflação baixa. No caso desta última variável, o avanço ocorreu também na comparação anual, com um pouco menos de otimismo no Estado de São Paulo em relação à média nacional. As boas perspectivas com relação ao crescimento econômico avançaram, embora permaneçam no campo pessimista (abaixo do valor 50).   
BSB, 10/6- As construtoras terão que continuar sendo seletivas nos lançamentos de imóveis até 2010, em um ambiente de recuperação econômica ainda incerta, avalia a agência de classificação de risco Fitch. "O número de lançamentos de projetos tem caído dramaticamente desde setembro de 2008, após muitos anos de atividade intensa. Como resultado de uma demanda mais fraca, o Ebitda e as margens operacionais devem se enfraquecer nos próximos dois anos e a liquidez vai permanecer sob pressão", segundo a Fitch. Na avaliação da diretora-associada da Fitch Fernanda Rezende, o fluxo de caixa livre das construtoras continuará, de maneira geral, negativo até 2010, quando o setor pode começar a experimentar um fluxo positivo.   
BSB, 8/6- Construtores ainda não sabem se moradias populares são viáveis. A classe empresarial da construção civil ainda reclama dos preços de R$ 40 mil, fixados pelo programa habitacional federal para execução de moradias para públicos com renda familiar de até três salários mínimos mensais, em praças como São Paulo. Esse preço é impossível e o governo vai perceber isso daqui a pouco, quando a Caixa revelar que ou não recebeu projetos para essas faixas, na Capital, ou que o montante é insignificante", diz o presidente de uma construtora de médio padrão. Para fazer caber o orçamento das casas para faixas de até três salários mínimos do pacote habitacional no caixa das construtoras, há quem esteja querendo criar uma nova classificação de produto: o baixa-baixa renda. "Já me questionaram, mais de uma vez, se era possível entregar a casa sem aplicação de massa fina e pintura. E ainda disseram assim: mas deixo o reboco lisinho!", diz um gerente regional da Caixa. No contato com empresários, o gerente também tem visto terrenos com topografias muito prejudicadas, com alta declividade, por exemplo, e cuja reforma tornaria ainda mais inexequível o valor da obra. A secretária nacional de habitação, Inês Magalhães, repassou, para os empresários da construção civil, parte da responsabilidade pela ausência de terrenos nas grandes metrópoles brasileiras. "Se o setor tivesse assumido para si, de fato, as Zeis - Zonas Especiais de Interesse Social -, teríamos um banco de terras muito mais expressivo para prover a demanda que se viabiliza agora de uma maneira mais rápida e acessível, em contraposição aos custos de áreas que hoje permitem viabilizar habitações sociais." Representante da Secretaria de Estado da Habitação de São Paulo afirmou que "o plano habitacional traz, para dentro do processo de construção de habitações populares, muitas pessoas que antes (ou nunca) participaram desse mercado, abrindo desafios de diálogo e interesses".   
BSB, 5/6- Construtoras já entregaram à Caixa Econômica Federal pedidos de empréstimo para a construção de 65 mil casas no programa "Minha Casa, Minha Vida". A informação foi dada ontem pela presidente da Caixa, Maria Fernanda Coelho, que comemorou o aumento do interesse das incorporadoras pela habitação popular. A liberação do crédito para as famílias que querem comprar essas unidades, no entanto, ocorre em ritmo distinto. Por enquanto, apenas 5% dessas casas - pouco mais de 3 mil - tiveram financiamento para a aquisição liberado pela Caixa. Ao todo, a Caixa recebeu propostas de incorporadoras interessadas em construir 385 projetos, que somam 65 mil unidades, a um custo de R$ 4,2 bilhões. Desses, 40 empreendimentos já estão com o financiamento aprovado e o crédito já foi contratado pelas construtoras. Outros 54 estão com a documentação completa e aguardam que o banco analise as condições para liberar o dinheiro. Nessas operações, a Caixa financia a construção do empreendimento para a incorporadora. Enquanto o ritmo das operações com as construtoras é motivo de comemoração na direção do banco, a velocidade de aprovação dos empréstimos para famílias que querem comprar as casas do programa federal ainda é bastante discreta. Até 31 de maio, foram fechados contratos para o financiamento de 3.347 casas, o equivalente a apenas 5% das unidades que as construtoras querem levantar com a ajuda da Caixa. Juntos, esses financiamentos contratados por pessoas físicas somam R$ 152 milhões, o que dá uma média de R$ 45 mil por unidade. A cada balanço, a direção da Caixa comemora a evolução dos números do "Minha Casa, Minha Vida". A avaliação do banco é que o grande interesse das famílias tem acelerado o fechamento de contratos com Estados, municípios e construtoras, que precisam aderir ao programa para ter acesso às condições especiais de financiamento e garantia em caso de inadimplência.   
BSB, 4/6- As vendas no varejo do setor de material de construção cresceram 4,5% em maio, em relação ao mesmo período de 2008. O levantamento da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco) revelou que, com este resultado, as vendas nos cinco primeiros meses do ano, comparativamente com o mesmo período de 2008, empataram em desempenho. "No acumulado do ano, o crescimento foi de 0% quando comparado ao mesmo período de 2008. Mantivemos os mesmos índices, mas consideramos este dado muito positivo, visto que no ano passado tivemos recorde de faturamento, correspondente a R$ 43,23 bilhões, 9,5% a mais que em 2007", explica Cláudio Conz, presidente da Anamaco. A pesquisa aponta que nos meses de abril e maio, com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidente sobre 30 itens do setor, produtos como o cimento, tinta e cerâmica tiveram uma redução média nos preços de 8,5%. "Foi necessário vender fisicamente maior quantidade para alcançarmos este faturamento", afirmou Conz. "Estes números são muito importantes para o setor, se levarmos em conta que iniciamos o ano com queda de 12% nas vendas em janeiro e fevereiro. Em março, abril e maio tivemos crescimento constante e isto nos permite ter segurança em afirmar que poderemos fechar 2009 com crescimento total de 5% sobre 2008", completa.   
BSB, 2/6- Depois de dois meses consecutivos de queda, o Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil do Estado de São Paulo voltou a se elevar. Em maio, subiu 1,54%, comparado a abril. O CUB é o índice oficial, calculado pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) e pela FGV Projetos, que reflete a variação dos custos do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil paulista. Para o resultado, contribuíram os aumentos dos custos com os salários dos engenheiros (+3,72%) e com a mão de obra (+2,80%), resultantes do acordo coletivo firmado com o sindicato dos trabalhadores do setor na capital paulista. O custo dos materiais de construção manteve-se praticamente inalterado (+0,08%). A média ponderada entre essas variantes resultou na elevação (+1,54%) do CUB Representativo da construção civil paulista (R8-N) em maio, equivalente ao custo de R$ 842,15 por metro quadrado. Com isso, o CUB registra aumento acumulado de 1,97% no ano de 2009 e de 8,99% no acumulado dos doze meses encerrados em maio.   
BSB, 1/6- Foi realizado, na última quinta-feira quinta-feira (28/5) o seminário "Minha Casa, Minha Vida: ajustes e avanços", organizado pelo Sinduscon do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Participaram do evento a superintendente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Bernadete Coury; o presidente do Sinduscon-RS, Carlos Alberto Aita,, o presidente da Câmara Brasileira da construção Civil (CBIC) Paulo Simão Safady além diversos empresários do setor, deputados estaduais, vereadores e prefeitos da região metropolitana da capital gaúcha. Em entrevista coletiva antes do seminário, o presidente da CBIC lembrou que o Minha Casa, Minha Vida é o primeiro programa habitacional do país voltado 100% para a iniciativa privada. "Agora, depende muito mais de nós tomarmos a iniciativa e fazer com que o projeto dê certo", afirmou. Bernadete Coury atualizou os presentes com os números mais recentes de empreendimentos apresentados à Caixa para participação no MCMV. Já estão em análise, pelo banco, pouco mais de 73 mil unidades (de 405 projetos). "Já temos alguns projetos até mesmo assinados e aprovados", revelou a superintendente. Nessa situação mais adiantada, há 3,3 mil unidades. A previsão de entrega das primeiras casas é de dez a doze meses. Paulo Simão elogiou a participação da Caixa nas reuniões feitas pela CBIC com associados em todo o país para explicar melhor o Minha Casa, Minha Vida - e também sanar problemas locais que por ventura possam surgir no âmbito do programa. "A interação da CBIC com a Caixa e o Ministério das Cidades é fundamental para vencermos os gargalos do programa. Estamos viajando o Brasil para isso, para resolver as pendências", afirmou Simão. O presidente da CBIC apontou a greve de engenheiros da Caixa como um problema. "É uma questão grave que o governo precisa superar. Ainda não afetou diretamente o Minha Casa, Minha Vida porque o programa ainda está no início. Mas em breve pode ser um entrave", disse.   
BSB, 29/5- Depois de entrar no mercado de cimento, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) quer chegar em 2010 com uma linha completa de produtos de aço para o setor de construção civil, tentando se beneficiar da demanda esperada com iniciativas públicas na área de habitação e de infraestrutura. Entre o final de 2009 e o começo de 2010, a CSN pretende lançar dois produtos baseados em aço plano voltados ao setor imobiliário, no esforço de roubar espaço de itens mais tradicionais usados por construtoras como fibrocimento, concreto e alumínio, disse o diretor comercial da siderúrgica, Luis Fernando Martinez. "O grande objetivo da CSN é aumentar o tamanho do bolo do mercado de aço ao entrarmos em outros segmentos."   
BSB, 27/5- Com uma ação inusitada para o tipo de produto que comercializa, a Cauê, braço produtor de cimento do Grupo Camargo Corrêa, começa nesta semana uma promoção em que cupons presentes nas embalagens de cimento podem ser trocados por brindes nas lojas de construção. Os prêmios vão desde canecas e camisetas até kits de ferramenta e tocadores de MP3. A promoção, que está prevista para seguir até o final deste ano, será levada para cerca de 200 pontos de venda, ou metade da rede em que a Cauê Cimentos atua: nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná, principais mercado da empresa. Nas lojas participantes, o diretor comercial da Cauê, André Schaeffer, calcula um crescimento de 10% no volume de vendas este ano - mesma variação que a empresa alcançou no ano passado, quando fez um primeiro teste do modelo em Minas Gerais. Em algumas lojas do estado, o consumidor podia trocar os cupons por sandálias da Dupé, marca da Alpargatas, empresa também pertencente ao Grupo Camargo Corrêa. "A experiência deu certo, e resolvemos ampliar o alcance e o número de prêmios", explicou Schaeffer. Na média total de vendas, a expectativa da Cauê é de verificar um crescimento alinhado ao mercado, que, na previsão Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (Snic), será de 4% em volume neste ano. "Mais do que ao consumidor, nossa ação é voltada à revenda", explicou Schaeffer. "A promoção aumenta o tráfego de pessoas nas lojas, uma forma de fidelizar nossos clientes", disse o diretor.   
BSB, 25/5- Representantes das construtoras integrantes do pólo brasiliense da Comunidade da Construção, além de outros interessados, poderão participar, na próxima quarta-feira, 27 de maio, do workshop sobre o sistema construtivo Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto. A palestra, que terá entrada franca, tem o objetivo de nivelar os conhecimentos sobre o tema. Esse encontro faz parte do 3º ciclo do projeto que, em Brasília, conta com a parceria do Sinduscon-DF e da ABCP-CO para desenvolver a competitividade das empresas locais. O ministrante será Engo Arnoldo Wendler, consultor e projetista em alvenaria estrutural. Ele virá à cidade especialmente para proferir a palestra que será feita no auditório Arino Oton de Lima, no Sinduscon-DF, localizado no SIA Trecho 2, lote 1.125. O horário é das 14h às 18h. O evento é do primeiro de uma série que compõe as atividades do pólo da Comunidade na capital federal, as quais se iniciam em 2009 e só terminam no próximo ano (confira o calendário completo no site www.sinduscondf.org.br). Os trabalhos terão como principal assunto o desenvolvimento de projetos e obras em que se utiliza o sistema construtivo da alvenaria estrutural com blocos de concreto. Mais informações pelo telefone (61) 3234-8310.   
BSB, 23/5- O valor médio dos financiamentos destinados à construção de imóveis está em queda, segundo revelou a Abecip (Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Isso indica, de acordo com a entidade, que o setor de incorporações começa a se voltar para as faixas de renda mais baixas, onde é maior o déficit de habitações. De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (22) pela Abecip, na comparação entre abril de 2008 e 2009, registrou-se um crescimento de 16% nos empréstimos a empresas da construção civil, destinados à construção de habitações. Pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular revelou que a maior demanda no mercado imobiliário está na base da pirâmide social. Todo o ano, surgem no Brasil 1,2 milhão de novas famílias, sendo 80% delas nas classes C, D e E. Além disso, o mercado popular é o que mais cresce no Brasil, com uma renda que aumentou R$ 163 milhões entre 2002 e 2008. "No Brasil, temos uma característica importante nas famílias da base da pirâmide social: quanto menor a renda, mais gente mora na mesma casa e isso, por si, já distingue bem o mercado imobiliário das classes C, D e E daquele dos consumidores do topo da pirâmide social", afirmou o sócio-diretor do Data Popular, Renato Meirelles.   
BSB, 21/5- O ano de 2009 veio para comprovar mais uma vez que a crise tem passado longe do mercado imobiliário do Distrito Federal. Desde 2008, mesmo depois que a crise mundial se agravou, a capital vive um boom sem precedentes. Segundo dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil Sinduscon-DF, foram lançados no ano passado 91 empreendimentos, entre prédios de apartamentos, comerciais e garagens, totalizando 10.480 unidades. Foi um recorde histórico em volume simultâneo de obras, só superado por São Paulo. Mas não bastou e o estoque de oferta, que em dezembro de 2007 era de 10.960 unidades, caiu para 5.925 em dezembro de 2008, o pior dos últimos 20 anos, causando imediata alta de preços. Assustado com a crise, o voraz consumidor brasiliense comprou 15.405 unidades no período, afetando o estoque. Aproveitando o bom momento, a JCGontijo lançou recentemente o Living – Superquadra Park Sul. O mega-empreendimento está situado entre a Asa Sul e o Sudoeste, um região consolidada e com valorização ascendente. O Living ocupará uma área de 62,5 mil metros quadrados e custará R$ 215 milhões. As obras já estão em andamento e geram 1700 empregos diretos e outros 8.500 indiretos. O Living é uma prova concreta de como o ramo imobiliário está em alta. Em menos de 60 dias, 758 das 1152 unidades que estavam disponíveis, foram vendidas. A expectativa inicial era lançar a 1º etapa e pós 3 semanas a 2º, porém em dois dias todas as unidades da 1º etapa foram vendidas. No final de abril, foi colocada a venda a 3° e última etapa do Living – Superquadra Park Sul, e até agora mais de 180 unidades já foram vendidas. Até agora já foram vendidas em 2 meses e 15 dias, 71,4% do empreendimento, o que significa 222 unidades. As obras estão a todo vapor e a fundação dos dois primeiros blocos já estão prontas.   
BSB, 21/5- Desde o começo das vendas Wildemir Demartini, presidente da Lopes Royal, não escondia a satisfação pelo sucesso de vendas do Living, que em duas semanas, apresentando só as carteiras de clientes das empresas, vendeu mais de um terço das unidades. “Em 34 anos de mercado e dos 443 empreendimentos que lançamos, o Living é sem dúvida o maior e o melhor empreendimento lançado em Brasília”. Consolidada como uma das maiores e melhores empresas da construção civil do Brasil, a JCGontijo Engenharia sempre primou por respeitar o projeto originalmente elaborado por Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, como as superquadras que foram desenvolvidas com o intuito de melhorar a vida da população do Distrito Federal. E foi pensando nisso que a JCGontijo mais uma vez trabalha para construir uma Capital Federal de acordo com os padrões que fazem de Brasília uma cidade modelo. O Living além de proporcionar conforto e qualidade de vida também visou contribuir com o desenvolvimento sustentável. Introduziu dispositivos que favorecem o uso racional da água, o aproveitamento dos recursos naturais e o equilíbrio ambiental, como o sistema de aquecimento solar de água com compensação a gás, gás canalizado, medição individual de água por apartamento, isolamento térmico de coberturas, melhor aproveitamento da luz natural com janelas e projeto arquitetônico que favorecem a circulação de ar. Além de economia de energia com ar-condicionado e iluminação, vaso sanitário com seletor para suas vazões, torneiras com controle de vazão nas áreas comuns, paisagismo com pomar com árvores frutíferas e minihorta para educação ambiental infantil, poço artesiano para irrigação das áreas verdes, sistema automatizado para irrigação das áreas verdes, uso de madeira de reflorestamento nos halls sociais, processo seletivo na coleta de resíduos sólidos para reciclagem e recuperação de áreas degradadas.   
BSB, 19/5- Enquanto o Governo do Rio Grande do Norte planeja para junho próximo avaliar uma série de áreas para aquisição dentro do programa 'Minha Casa, Minha Vida', construtores privados encontram dificuldade para participar do projeto que propõe construir 1 milhão de casas no Brasil e 19.200 no RN até 2010. O valor cobrado pelos terrenos é um dos obstáculos que construtores têm encontrado para 'emplacar' o primeiro projeto na Caixa Econômica. O outro obstáculo é produzir a documentação exigida pela instituição. Quase um mês e meio depois de seu lançamento, nenhum protocolo de recebimento de projeto havia sido gerado pelo setor responsável do banco, que instalou um escritório especialmente para isso no sexto andar da superintendência da Caixa Econômica, no centro da cidade. Desde então, uma média de seis construtores comparecem por dia para tirar dúvidas sobre o programa. 'Desde que ele foi lançado, percebemos que os proprietários de áreas na região metropolitana aumentaram muito suas pedidas', disse Carlos Luiz Cavalcanti, construtor ligado à CNH, cooperativa habitacional com foco na produção de imóveis para a classe média. Segundo ele, a CNH já procurou a Caixa para propor um gerenciamento de projetos afim de dar mais agilidade ao programa no Estado. Isso incluía, entre outras providências, a aquisição em conjunto de glebas para as futuras edificações.   
BSB, 16/5 - A NBR 15.696, que dispõe sobre “Formas e escoramentos para estruturas de concreto - Projeto, dimensionamento e procedimentos executivos”, começa a ter validade a partir de sexta-feira, 15 de maio. Com 27 páginas, a norma, publicada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) em 15 de abril, fixa os procedimentos e condições que devem ser obedecidos na execução das estruturas provisórias que servem de formas e escoramentos para as estruturas de concreto moldadas na obra. A NBR 15.696 foi elaborada pelo CB-02-Construção Civil, coordenado pelo conselheiro do Sinduscon-SP Carlos Alberto de Moraes Borges. A norma pode ser adquirida pela Internet através do endereço: www.abntnet.com.br .   
BSB, 16/5- O programa, que pretende viabilizar a construção de pelo menos um milhão de moradias nos próximos anos, foi lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 25 de março, mas sua operação começou oficialmente em13 de abril. A maior parte dos projetos no programa Minha Casa, Minha Vida estão concentrados na região Sudeste. O presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, disse que a expectativa do setor é que nos próximos 60 dias a Caixa esteja analisando contratos de aproximadamente 300 mil unidades habitacionais. "Em 60 ou 90 dias teremos cerca de 300 mil unidades em andamento na Caixa", disse o empresário. Os dados da Caixa Ecônomica, atualizados até o dia 8 de maio, mostram que os 270 projetos em estudo se referem ao financiamento de 46.859 moradias. Segundo a Caixa, os dados da CBIC são mais atualizados. Dos projetos em estudo, 37 pedem o financiamento de 11.198 moradias para mutuários com renda entre zero e três salários mínimos. Nessa modalidade, o subsídio do governo federal é quase total. O mutuário paga uma prestação mínima de R$ 50,00 e ainda tem garantia de não perder o imóvel mesmo que fique inadimplente. Outros 120 projetos em análise pela Caixa pedem o financiamento de 18.581 moradias para mutuários com renda entre três e seis salários mínimos. Para esse grupo de mutuários, o programa subsidia o valor da prestação, e a taxa de juros do financiamento varia entre 5% e 6% ao ano. Esses mutuários também têm acesso ao fundo garantidor, que permite inadimplência por até 36 meses. Outros 113 projetos do total de 270 em análise pela Caixa pedem financiamento de 17.354 habitações para mutuários com renda entre seis e dez salários mínimos. Nesse caso, o programa federal pretende financiar com juros subsidiados 200 mil moradias.   
BSB, 16/5- O presidente da CBIC elogiou o desempenho inicial do programa e disse apostar que até a metade do ano que vem a Caixa estará analisando o financiamento de pelo menos 600 mil habitações. "Nossa previsão é que tenhamos entre 600 mil e 650 mil unidades em andamento na Caixa, com contratos em análise. Isso falando por baixo", afirmou. Segundo ele, a greve em algumas áreas da banco não está afetando o programa na área de análise até agora, mas as construtoras enfrentam dificuldades em outros projetos. "A greve na Caixa Econômica Federal que está atrapalhando um pouco, mas não na avaliação dos projetos habitacionais. Mas as áreas ligadas à engenharia, medições e fiscalização estão paradas", reclamou. Para o empresário, o programa não vai parar quando atingir o objetivo de se construir um milhão de moradias. "Nosso objetivo é não ficar no um milhão de moradias. Queremos atender a demanda de 7,5 milhões de unidades, que é o déficit total do Brasil. Nós achamos que o programa Minha Casa, Minha Vida é o começo de um projeto nacional. Foram abertos os caminhos jurídicos e fiscais para isso", analisou.   
BSB, 14/5- O programa "Minha Casa, Minha Vida", lançado pelo governo federal no fim de março, ainda provoca dúvidas entre as construtoras que esperam encontrar na baixa renda uma oportunidade de aumentar suas receitas. Ontem ocorreu em São Paulo um encontro entre o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, o superintendente do banco em São Paulo, Válter Nunes, e representantes de empresas de construção civil. A reunião foi organizada pela Votorantim Cimentos. Mais de 30 construtoras participaram,, entre elas, Gafisa, Afinco, Norcon, Tecnum e BKO. Segundo Válter Nunes, os representantes das construtoras querem, principalmente, ter uma ideia de qual é a expectativa do banco em relação à oferta de imóveis e à procura Nunes está animado com o programa federal e aposta que a Caixa vai bater o recorde de orçamento para habitação em 2009. No primeiro quadrimestre, a instituição já destinou R$ 10 bilhões para moradia em todo o País, e a dotação para este ano é de R$ 27 bilhões. Para se ter uma ideia da ordem de grandeza, lembra o superintendente paulista, em 2003 a dotação foi de R$ 5 bilhões, metade do que foi desembolsado nos primeiros quatro meses deste ano. Se a demanda for maior que a oferta, a direção da Caixa tem a opção de recorrer ao Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou fazer captações de poupança pela própria tesouraria. Apesar de alguns empresários da construção reclamarem do alto preço dos terrenos nas capitais, o superintendente da Caixa acredita que não haverá falta de áreas para a execução dos projetos do Minha Casa Até agora, segundo Nunes, foram apresentadas à Caixa 50 mil unidades habitacionais que se enquadram no Minha Casa. São 12 mil para a faixa de renda de até três salários mínimos, 21 mil para a faixa de 3 a 6 salários e 18 mil para a faixa até 10 salários. Os projetos ainda estão sob avaliação dos executivos da instituição.   
BSB, 14/5- As habitações populares, impulsionadas pelos incentivos do governo federal, são a esperança da construção civil para este ano, tanto em volume de vendas como em geração de empregos. Apesar de, em março, o número de novas vagas no setor quadruplicar em relação a fevereiro, com total de 16.123, o resultado do primeiro trimestre de 2009 representa queda de mais de 70% em relação a março do ano passado. As informações são do Sindicato da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON), que registrou queda de 50% no acumulado de 12 meses até março, em comparação com 2008. No entanto, segundo o diretor executivo do SINDUSCON, Antônio Carlos Gomes, as expectativas de retomada do crescimento no setor foram alimentadas pela ampliação dos recursos de financiamento da casa própria, com subsídios da União e do FGTS: - Estamos apostando no programa "Minha casa, minha vida" e nas possibilidades de financiamento. O feirão da Caixa Econômica e a redução do IPI para materiais de construção também estão animando o setor e os próximos resultados já devem ser melhores. A indústria de cimento também espera recuperar o ritmo de crescimento com base nas construções populares. Segundo o vice-presidente do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento, José Otávio Carvalho, o setor não teve queda, porque obras iniciadas antes da crise continuam. Mas os lançamentos caíram e podem representar recuos nos próximos meses: - Registramos crescimento de 0,5% em abril, em relação ao ano passado. Agora, esperamos que o PAC Habitacional e outros incentivos do governo impulsionem o setor.   
BSB, 14/5- Nesta sexta-feira, 15 de maio, o Sinduscon-DF realiza a eleição da nova diretoria, conselho fiscal e delegação federativa para o período de 1º de junho de 2009 a 31 de maio de 2011. Os representantes das empresas associadas ao sindicato são convidados a votar. A participação de todos é fundamental para demonstrar a união e o fortalecimento do setor. A votação será na sede do Sinduscon-DF, de 8h às 18h.   
BSB, 12/5- Mesmo com a crise econômica que atingiu importantes setores da economia, o número de emprego na construção civil cresceu 0,87% em março deste ano, segundo pesquisa realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV Projetos), com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. De acordo com o estudo, mais de 18 mil brasileiros tiveram suas carteiras assinadas na área da construção civil. Com o resultado, cerca de 36 mil novas vagas formais foram abertas no setor, no primeiro trimestre de 2009, o que significa uma elevação de 1,76%, em comparação a dezembro do ano passado. Segundo o diretor de Economia do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan, os resultados precisam ser vistos com cautela e não como um processo de recuperação da crise econômica. Para ele, o emprego até pode continuar crescendo por mais alguns meses, mas só se manterá se, no segundo semestre, os juros baixarem mais e se houver uma recuperação dos investimentos. A Região Centro-Oeste foi a que registrou a maior alta proporcional no emprego na construção civil. Foram empregados mais 2.139 trabalhadores no setor, alta de 1,37% sobre fevereiro. Em seguida, veio a Região Sudeste, com alta de 1,2%. A redução ocorreu apenas na Região Norte, que demitiu 1.495 trabalhadores e houve uma queda de 1,57%.   
BSB, 10/5- A inflação da construção apresentou desaceleração em abril deste ano, de acordo com o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado nesta sexta-feira (8). O índice registrou alta de 0,32%, 0,62 ponto percentual menos do que em março, quando a alta havia sido de 0,94%. O indicador é calculado pelo instituto em convênio com a Caixa Econômica Federal. Segundo o IBGE, o resultado teve influência dos preços menores dos materiais de construção e do ritmo menor dos reajustes salariais pelo país.   
BSB, 10/5- Depois de acumular uma queda de 12% nos dois primeiros meses do ano, em relação ao mesmo período de 2008, o varejo de material de construção se recuperou em março com um crescimento de 1,5% sobre março de 2008. Apesar de prejudicado, em abril, pelo excesso de feriados, o as vendas do mês passado foi compensada pela queda nos preços dos produtos desonerado, resultando em um crescimento de 4,5% em abril. Os dados são da Anamaco, que estima um aumento perto de 8% para maio, que não terá a influência grande de feriados. De acordo com a entidade, o setor ainda não conseguiram recuperar, entre janeiro e abril as perdas do primeiro bimestre de 2009.   
BSB, 8/5- As vendas de cimento para o mercado interno tiveram queda de 4,1% em abril, comparado a mesmo período do ano passado, mesmo este sendo o primeiro mês em que passou a vigorar a redução de IPI determinada pelo governo aos materiais de construção. No caso de cimento, o imposto caiu de 4% para zero. Foram comercializadas 3,9 milhões de toneladas no mês, segundo o Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic). No acumulado de janeiro a abril, as vendas chegaram a 15,6 milhões de toneladas, praticamente estável em relação a um ano antes, com alta de 0,5%. As vendas médias por dia útil também ficaram estáveis em abril, com alta de 0,3%.   
BSB, 7/5- A queda no preço de materiais de construção encoraja os juizforanos a retomarem obras paralisadas em função da crise e empurra o Custo Unitário Básico da Construção Civil (CUB) para a maior baixa dos últimos 12 meses, 0,74%. Itens como aço e cimento, que apresentaram arrefecimento de respectivamente 2,7% e 3,61%, estão entre os principais atrativos para os consumidores, que começam a retornar as lojas. Os índices foram registrados no levantamento realizado mensalmente pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), que, em abril, apontou CUB de R$ 680,06, contra R$ 685,11 no mês imediatamente anterior. O presidente do Sinduscon, Leomar Pereira Delgado, afirma que a alteração nos valores dos materiais de construção é reflexo da crise e está atrelada a 'velha' lei de mercado. 'Com uma demanda mais baixa, os preços tendem a cair'. Ele também destaca o impacto da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O presidente do Sinduscon detecta uma mudança de postura por parte dos consumidores. 'Eles estavam esperando para ver o que ia acontecer, o que só colaborou para o agravamento da situação. Agora, as pessoas estão vendo que a crise não é tão grave quanto se falava e estão retomando seus projetos. Entre os itens que apresentaram cortes mais significativos nos preços estão: tubo de PVC rígido para esgoto (-14,58%), fio de cobre (-10,83%), bacia sanitária com caixa acoplada (-4,56) e bloco cerâmico vedação (-4,11%). Além da cotação dos materiais de construção, que registraram queda de 1,4% em abril, o CUB é calculado com base no valor da mão-de-obra e das despesas administrativas (que não registraram alteração nos índices) e também de equipamentos, único item que apresentou leve alta, 0,29%.   
BSB, 5/5- A Caixa Econômica Federal vai implantar nesta semana as novas regras para a compra de material de construção. Por determinação do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o Construcard FGTS e as linhas para reforma de imóveis e compra de lotes urbanizados passaram por alterações no limite de financiamento e na renda familiar. No Construcard FGTS, o limite de renda familiar subiu de R$ 1.900 para R$ 4.900 nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e em municípios com mais de 500 mil habitantes. Nas demais cidades, o valor passou para R$ 3.900. Desde março passado, a linha deixou de exigir a garantia de fiança e aval e ampliou de 96 para 120 meses o prazo de amortização. O valor máximo de financiamento é de R$ 25 mil e a taxa de juros varia entre 5% e 8,16% ao ano, de acordo com a renda do tomador do empréstimo. Também é possível incluir 15% dos custos de mão de obra no valor financiado. Acompanhando as mudanças, a Caixa ampliou o prazo de pagamento da linha que financia materiais de construção com recursos da poupança. Desde o último dia 22/4, o prazo passou de 42 para 60 meses. Nesta modalidade, o cliente tem entre dois e seis meses de carência para fazer as compras, período em que paga apenas os juros sobre o valor utilizado. A dívida só começa a ser amortizada após esta fase. Juntas, as etapas de compra e amortização, antes fixadas em até 42 meses, foram alteradas para 60 meses, de acordo com a escolha do cliente.   
BSB, 5/5- O valor máximo de financiamento varia conforme a capacidade de pagamento aprovada para o tomador do empréstimo. A taxa de juros mensal é de 1,59% a.m.+ TR. Somente em 2008, a modalidade movimentou R$ 1 bilhão em compras no setor da construção civil. Com a recente medida governamental que reduziu de 3% a 5% o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de 30 itens de materiais de construção, o banco espera que os consumidores antecipem reformas e construções. Além do Construcard, a Conselho Curador do FGTS alterou ainda as modalidades de reforma de imóveis. O limite de financiamento passou de R$ 70 para R$ 80 mil. A renda familiar foi ampliada de R$ 3 mil para R$ 4.900 nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal e em municípios com mais de 500 mil habitantes. Para as demais cidades do país, a soma do rendimento familiar deve chegar, no máximo, a R$ 3.900. O prazo de amortização é de até 30 anos e as taxas de juros variam de 5% e 8,16% ao ano, de acordo com a renda do tomador do empréstimo.   
BSB, 3/5- Para o setor da construção civil, o 1º de Maio ocorreu em um cenário de mão-de-obra escassa, diferente do de muitos outros setores que não foram fomentados com redução de impostos, planos de construção de infra-estrutura e medidas que incentivaram a criação de um verdadeiro canteiro de obras no país. A Copa do Mundo de 2014, que terá jogos disputados em 12 cidades brasileiras, abre ainda a perspectiva de criação de cerca de 30 mil postos de trabalho. Pessoas que vão atuar na ampliação dos aeroportos, shopping centers, hotéis e reformas de estádios. Nesse contexto, o objetivo da categoria é principalmente aumento de salários, redução da jornada e qualificação. De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP), Antônio de Sousa Ramalho, muitas empresas iniciaram os projetos de qualificação de seus profissionais de olho na Copa. No início da semana, os trabalhadores da construção civil foram às ruas em São Paulo em manifestação para pedir aumento de 5,5% no salário e redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. Sabendo das boas perspectivas para o setor, os trabalhadores também incluíram na lista de reivindicações a participação no lucro das construtoras. Os trabalhadores do setor também propõem uma mudança na Constituição Federal para determinar que 2% da arrecadação da União, 1% da dos estados e 1% da dos municípios sejam destinados a programas de construção de casas.   
BSB, 1/5- O presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, avalia que o crescimento do setor em 2009 será de 3%. A previsão foi feita nesta quarta-feira (29/04), em palestra realizada no Fórum Abrafati da Indústria de Tintas - Revisão 2009. "Ainda que tenhamos dificuldades, a previsão é de crescimento de 3%. Nosso setor tem ótima desenvoltura e podemos ter uma performance melhor do que a média dos demais setores", afirmou. Segundo Simão, o setor imobiliário certamente não atingirá o patamar de 2008, mas ainda assim "não vamos fazer feio", com o crédito atingindo um resultado acima dos R$ 25 bilhões. O presidente da CBIC embasa sua previsão em três fatores: a melhora da execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em seu terceiro ano de vigência, o lançamento do Minha Casa, Minha Vida, programa habitacional do governo federal, e o início das obras de infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014. "Depois que forem definidas as cidades-sedes da Copa, terão início os trabalhos. As primeiras obras deverão ser as de mobilidade urbana, que já tem projetos prontos", disse. Diversos expositores participaram do fórum. O consultor Juan Jensen, da Tendências Consultoria, fez palestra sobre a economia brasileira em meio à crise internacional. Ele abordou o tema da construção que, segundo a previsão da Tendência, crescerá em 2009. "Acreditamos, sim, que haverá recuperação do setor da construção. O resultado só não vai ser melhor porque a queda no primeiro trimestre foi muito alta. O programa habitacional lançado pelo governo recentemente contribuirá para o crescimento", afirmou.   
BSB, 1/5- No dia 15 de maio deste ano, serão eleitos integrantes da Diretoria, do Conselho Fiscal e Delegação Federativa para o período de 1º de junho de 2009 a 31 de maio de 2011. A votação poderá ser feita das 8h às 18h, no Sinduscon-DF. Os representantes de todas as 327 empresas associadas ao sindicato são convidados a votar.   
BSB, 1/5- A Caixa Econômica Federal publicou no Diário Oficial da União de 30/4, circular com a definição da distribuição de recursos do orçamento operacional do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) neste ano. No total serão distribuídos R$ 24,6 bilhões. A circular estabelece a aplicação de, no mínimo, 50% dos recursos em habitação popular, por meio de operações de crédito para produzir ou comprar imóveis novos. Serão aplicados R$ 2,5 bilhões em financiamentos vinculados a imóveis novos, situados em municípios integrantes de regiões metropolitanas ou regiões integradas de desenvolvimento, municípios-sede de capitais estaduais e municípios com população urbana igual ou superior a 100 mil habitantes. Outros R$ 3,7 bilhões, no mínimo, serão destinados a financiamentos vinculados a imóveis situados em áreas urbanas. Serão ainda aplicados, R$ 450 milhões em financiamentos destinados a famílias com rendimento mensal bruto de até R$ 760. Desse montante, pelo menos R$ 350 milhões vão para financiamentos contratados, sob a forma coletiva, para fins de construção de unidades habitacionais. Foram estabelecidos ainda os seguintes limites: R$ 840 milhões para compara de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), R$ 7, 8 bilhões para aplicação no Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FI-FGTS. Esse valor adicionado ao montante aplicado em 2008 de quase R$ 9,3 bilhões totaliza R$ 17,1 bilhões.   
BSB, 1/5- Outros R$1 bilhão vai para aplicação nas condições especiais de financiamento a trabalhadores detentores de conta vinculada do FGTS, até R$ 3 bilhões para a compra de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário e de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios e debêntures, além de CRI. Até R$ 4 bilhões para a realização da aquisição de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário e de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios e debêntures, além de CRI, sendo R$ 3 bilhões para o setor de saneamento e R$ 1 bilhão para infra-estrutura. Na aplicação dos recursos alocados à área orçamentária de saneamento básico, serão observados os seguintes dispositivo: até R$ 3,9 bilhões para operações de crédito com mutuários do setor público; até R$ 700 milhões para operações de crédito com mutuários do setor privado. As operações de crédito vinculadas aos recursos da área orçamentária de infra-estrutura urbana ficam limitadas ao valor de R$ 1 bilhão.   
BSB, 29/4- O retorno gradual do volume de emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), com reajustamento das taxas cobradas pelas securitizadoras e oferecidas aos investidores, pode estimular empresas que atuam na construção e incorporação de imóveis a atuar diretamente em securitização. A atuação "casada" não é novidade, mas estava sendo incrementada com o boom imobiliário brasileiro e, especialmente, o aumento de empresas focadas em projetos "built to suit" (construção sob encomenda para locação) e "sale and leaseback" (venda seguida de locação pelo então proprietário). Com um volume bilionário de recebíveis negociados, a carteira da Cyrela é cortejada por todos os grandes securitizadores independentes. Mas, segundo um executivo dessas empresas, a postura do fundador e controlador da incorporadora, Elie Horn, é que, se a securitizadora lucra com o negócio, por que a empresa mesmo não fica com esse lucro? Por enquanto, a companhia mantém a carteira em casa, utilizando o rendimento dos recebíveis para quitar os serviços de dívida, equilibrando o resultado financeiro. Mas o pensamento de Horn é exatamente a tônica que estimulou outros pares no mercado a operar na securitização. Uma securitizadora independente compra uma carteira de recebíveis que rende IGP-M mais 12% e vende o CRI com rendimento do índice mais 10%, por exemplo, tendo a diferença de dois pontos percentuais como receita. Esse rendimento dos CRIs se mantém atrativo para compra porque é isento de Imposto de Renda para pessoa física, ao mesmo tempo em que é acima da média de índice mais 6% da meta atuarial de fundos de pensão - dois importantes compradores dos certificados. A idéia do braço próprio para fazer o serviço é capitalizar a incorporadora mas ao mesmo tempo ficar com essa fatia de rentabilidade no "empacotamento" dos créditos.   
BSB, 26/4- Os trabalhadores da construção civil de São Paulo vão realizar uma greve de um dia na próxima segunda-feira, informa o sindicato da categoria. Segundo o presidente da entidade, Antonio de Sousa Ramalho, será uma paralisação de advertência para "colocar um fim à indiferença patronal que vem sendo verificada nas negociações da Convenção Coletiva de Trabalho", com data base em 1º de maio. Até agora, as empresas não entraram em acordo com os trabalhadores sobre aumento.   
BSB, 25/4- O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady, disse que não haverá, por parte das construtoras, resistência por contratar, como fiscais das obras, os próprios beneficiados do Minha Casa, Minha Vida, o programa habitacional do governo. A sugestão havia sido apresentada em abril pelo presidente do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), Marcos Túlio de Melo. Até o final de 2010, cerca de 650 mil habitações já deverão estar contratadas dentro do programa Minha Casa, Minha Vida. Em entrevista, Safady disse que o Minha Casa, Minha Vida é o ponto de partida de um projeto muito maior. Segundo o presidente da Cbic, o governo está cumprindo com o papel que cabe a ele. “Agora temos a obrigação de fazer a coisa vingar. Depois, partiremos para a extensão do número de habitações. Isso envolverá, além do governo e a Cbic, o movimento sindical, as secretarias estaduais e municipais, agentes financeiros, a cadeia produtiva e o Congresso Nacional”, disse. Safady acredita que não haverá, no Congresso Nacional, dificuldades para aprovar o projeto apresentado pelo governo. Para ele, não há riscos relativos à falta de material para a grande demanda que aguarda o setor. “Nesse aspecto o problema é zero. As indústrias estão preparadíssimas. Já no que se refere à mão-de-obra, certamente teremos algum problema, mas também estamos nos preparando para isso”, avaliou. A Cbic desenvolve, em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, um curso de capacitação profissional visando a formação de 185 mil pessoas ligadas ao Bolsa Família para atuarem na construção civil. “Isso já está em andamento e temos 65 mil pessoas sendo preparadas para atuar nas obras ligadas ao PAC”, informou.   
BSB, 24/4- Depois dos resultados negativos registrados nos dois primeiros meses do ano, o Índice de Vendas de março elaborado pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) aponta para o crescimento de 16,9% nas vendas internas de materiais de construção na comparação com fevereiro. O bom resultado ainda não foi influenciado pela desoneração do IPI, anunciada no dia 30 de março. Contudo, o Termômetro Abramat, sondagem realizada entre as empresas associadas à entidade, já aponta para o otimismo do mercado com a redução do imposto em abril. A pesquisa indica que 74% das indústrias têm boas expectativas para o programa de incentivo ao setor. 'Nenhum entrevistado se mostrou pessimista em relação a ações do governo. Os empresários acreditam que poderão atender tranquilamente à demanda aquecida, uma vez que o nível de utilização da capacidade instalada se mantém em 80% há dois meses', comenta o presidente da Abramat, Melvyn Fox. Fox acredita que a redução do imposto deverá surtir efeito favorável nas vendas a partir do segundo trimestre de 2009. De acordo com o Termômetro, 48% dos associados estão otimistas quanto aos resultados do faturamento em maio. Nos últimos 12 meses, o Índice de Vendas também aponta crescimento de 6% nas vendas. No mesmo período, o número de funcionários contratados pela indústria cresceu 1,7%. Em março os resultados das vendas dos materiais básicos superaram os atingidos pelos materiais de acabamento. O faturamento aumentou 22% em relação ao mês anterior. O mesmo desempenho foi observado nos últimos 12 meses, quando houve um crescimento de 10%. Já as vendas dos materiais de acabamento aumentaram 7,4% em comparação a fevereiro. Segundo Fox, o IPI zero deve impactar de forma positiva o desempenho dos próximos meses. A entidade mantém a previsão de crescimento de 5% para o setor neste ano.   
BSB, 21/4- O governo publica no Diário Oficial da União (17/4) mais uma medida para conter os efeitos da crise financeira internacional e estimular a economia. O Decreto n.º 6.823 isenta várias mercadorias do setor da construção civil da cobrança do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI). O texto inclui, entre outros materiais, telhas de aço, ladrilhos e placas para pavimentação ou revestimento, cadeados, fechaduras e ferrolhos, chaves, torneiras, válvulas, artigos para canalização, caldeiras e reservatórios.   
BSB, 21/4- O Governo Federal anunciou a isenção, por 90 dias, do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide sobre materiais da indústria ceramista - uma alíquota que hoje gira em torno de 5%. A medida atende a uma reivindicação da Associação Paulista das Cerâmicas de Revestimento (ASPACER) e dos prefeitos da região do polo ceramista de Santa Gertrudes, que envolve as cidades de Rio Claro, Limeira, Cordeirópolis, Piracicaba, Ipeúna, Araras e a própria Santa Gertrudes. Esse polo responde por 85% da produção estadual de revestimentos e é considerado o maior das Américas e o segundo do mundo. "A indústria de cerâmica é o principal setor produtivo de Santa Gertrudes. Devido aos reflexos da crise econômica mundial, está passando por grandes dificuldades e com isso, demitindo. Hoje, Santa Gertrudes depende desse setor e esperamos que esta medida venha a evitar uma crise ainda maior ao município", disse João Carlos Vitte, prefeito de Santa Gertrudes. Já o presidente da Apacer, João Oscar Bergstron, acredita que a isenção do IPI para os revestimentos cerâmicos, mesmo que de forma temporária, demonstra a importância da indústria ceramista para as políticas públicas de geração de emprego e renda. "Nosso setor, que gera mais de 200 mil empregos diretos e indiretos, é sem dúvida uma das principais forças industriais do Estado e do Brasil", concluiu.   
BSB, 19/4- O governo reajustou em até 30% o valor que pagará às construtoras que fizerem apartamentos para a população com renda de até três salários mínimos (R$ 1.395), dentro do programa habitacional que promete entregar 1 milhão de moradias. Nas casas, o reajuste chega a até 20%. No programa que existia anteriormente, o PAR (Programa de Arrendamento Residencial), foram feitas somente 268 mil casas em dez anos. Um dos principais motivos para o programa não ter decolado foi o preço pago pela União às construtoras para que fizessem os imóveis. "Antes, os preços pagos eram muito baixos, não tinha como construir. Agora, estão bem razoáveis", disse o presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), Paulo Safady Simão. Os maiores aumentos foram nos municípios paulistas de Jundiaí, São José dos Campos e Jacareí e também abrangeram o Distrito Federal e cidades do entorno da capital. O menor valor a ser pago, proporcionalmente, será na cidade do Rio de Janeiro. Antes, o montante previsto era de R$ 48 mil. Pela nova tabela, os valores passam a ser de R$ 51 mil (apartamento) e R$ 47 mil (casa). Para o presidente da CBIC, não é possível comparar os valores pagos no novo programa àqueles do PAR. No novo pacote habitacional, há redução de custos: o governo baixou impostos para as construtoras de 7% para 1% e também cortou as tarifas de registro em cartório em mais de 75%. Isso aumenta ainda mais a remuneração das construtoras, uma vez que no programa anterior esses custos estavam incluídos no valor de compra da casa pelo governo. Para acelerar as primeiras obras do pacote habitacional, o governo considerou como imóveis novos as construções que receberam"habite-se" depois de depois de 26 de março, data de lançamento do programa. Com isso, apartamentos e casas que não eram destinados ao programa e puderem ser adaptados passarão a receber subsídio do governo.   
BSB, 16/4- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que autoriza a União a dispensar a Caixa Econômica Federal do recolhimento de parte dos dividendos e dos juros sobre capital próprio, referentes aos exercícios de 2008 a 2010. Mas, pela lei, terá que ser respeitado o recolhimento mínimo de 25%. O valor que seria recolhido será utilizado para a cobertura de 35% do risco de crédito de novas operações de empréstimo de capital de giro, destinadas às empresas de construção civil. A lei estabelece que a cobertura do risco será destinada somente para operações que tenham por objeto a construção habitacional. A partir de 2011, os recursos não-oferecidos em garantia deverão ser transferidos ao Tesouro Nacional, com taxa de juros a ser definida pelo CMN. A lei também estabelece que os contratos de financiamento habitacional formalizados até 5 de setembro de 2001, no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), sem a cobertura do Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS) e que apresentem desequilíbrio financeiro poderão ser renegociados, de comum acordo entre as partes contratantes. As renegociações podem ser feitas no prazo de 12 meses contados da data em que a lei entrou em vigor, no caso dos contratos sem a cobertura do FCVS e dos que originariamente contavam com essa cobertura, mas que a perderam até o início da vigência da norma. Para os contratos que perderem a cobertura do FCVS depois que a lei entrar em vigor, o prazo é de 180 dias contados da data em que o agente financeiro comunicar formalmente o mutuário da possibilidade de negociação do saldo devedor, por meio de correspondência a ser enviada pelo correio para o endereço do imóvel financiado, com aviso de recebimento.   
BSB, 16/4 - O consumo de tintas e vernizes teve crescimento recorde em 2008, passando de 351,5 milhões de galões em 2007 para 376,2 milhões, o que representa elevação de 7%. Em 2007, o consumo do produto cresceu 6% e em 2006, 3,4%, segundo dados divulgados hoje pelo Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo (Sitivesp). O faturamento do setor em 2008 teve crescimento de 21%, chegando a US$ 3,34 bilhões, puxado, principalmente, pela desvalorização do dólar frente ao real. O incremento do mercado foi notado também nas exportações, que avançaram 18% no ano, totalizando US$ 167,4 milhões, contra US$ 141,8 milhões em 2007. Em volume, as vendas externas cresceram 6,38%. O valor das importações também teve alta, passando de US$ 165,5 milhões em 2007, para US$ 230,3 milhões em 2008, com alta de 39%. Em toneladas, o aumento foi de 21%. As transações realizadas com os países do Mercosul cresceram 21% na mesma base de comparação. Foram exportados US$ 73,4 milhões e importados US$ 13,1 milhões. Já para 2009, é estimado que o setor crescerá pouco mais que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, ficando pouco acima de 0%. O segmento de habitação é responsável por cerca de 65% das vendas do setor.   
BSB, 12/4- A redução da alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos materiais de construção veio em boa hora, principalmente para os consumidores da região Sudeste. A Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quarta-feira (08), mostra que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 728,08, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio n O custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 681,58 (fevereiro) para R$ 688,00 (março), sendo R$ 402,52 relativos aos gastos com materiais e R$ 285,48 com a mão-de-obra. A parcela dos materiais subiu 0,71% em março, acima da taxa de fevereiro (0,49%), interrompendo a trajetória de desaceleração observada a partir de outubro do ano passado. Por outro lado, a componente mão-de-obra apresentou forte aceleração com alta de 1,28% devido aos reajustes salariais ocorridos nos três estados citados. Em fevereiro, o componente mão-de-obra havia ficado praticamente estável, com apenas 0,08% de variação. Estes resultados ficaram acima daqueles registrados em março de 2008 (0,60% e 1,16%, respectivamente). Já no acumulado do ano de 2009, os materiais de construção registrou alta de 1,74% e, em doze meses, 13,54%. Nestes mesmos períodos, a mão-de-obra registrou acumulados de 1,55% e 9,14%.   
BSB, 10/4- O aumento nos preços dos produtos da construção civil ficou acima da inflação no primeiro trimestre e equivale a mais que o dobro da variação calculada nos últimos 12 meses. Somente em março, o metro quadrado de um imóvel novo ficou 0,94% mais caro, de acordo com o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi). No acumulado do ano o incremento foi de 1,66%, acima da inflação média medida pelo órgão no período, de 1,23%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Erguer um imóvel já está 11,67% mais caro que há um ano, enquanto a inflação acumulada nos 12 meses está em 5,61%. No Distrito Federal, o acréscimo foi de 12,23%. A redução do imposto, no entanto, deve dar um alívio aos consumidores e a expectativa é que os valores sofram reajustes mais tímidos nos próximos meses. A queda dos preços começa a ser repassada, segundo empresários do setor e a expectativa é de melhora nas vendas. “A redução do IPI já deve ter impacto no preço final”, aposta o gerente do Sinapi, Luiz Fernando de Oliveira Fonseca. Na média brasileira, o custo de um metro quadrado está em R$ 688. O brasiliense gasta um pouco mais. Segundo o IBGE, em média, o valor do metro quadrado na capital federal é de R$ 710,66, o quinto mais alto do país . Da quantia, cerca de 40% se refere a mão de obra e 60% a materiais de construção. No primeiro trimestre a alta dos materiais na média nacional atingiu 1,74%, e a mão de obra 1,55%. A redução do IPI sobre alguns itens da construção, que vai vigorar por três meses, deve ajudar a reduzir os preços dos materiais. Os fabricantes, no entanto, defendem uma extensão do benefício a toda a cadeia. Depois de cinco meses registrando recuo nas vendas, os lojistas do Distrito Federal já começaram a sentir uma reação em março, de acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Materiais de Construção do DF, Cecin Sarkis.   
BSB, 8/4- O Sinduscon-SP promove nos dias 14, 15 e 16 de abril, das 18h às 22h. em São Paulo, a 3ª Semana Tributária da Construção Civil. O objetivo é debater conceitos contábeis e tributários aplicáveis à construção civil. O evento é destinado a diretores, administradores, gerentes, contadores e demais profissionais ligados à gestão empresarial na construção civil. Na programação, destaque para as últimas atualizações e novidades do INSS para construção civil; regras práticas da nova Sefip/Gip 8,4 na Construção Civil, e PIS/Cofins na Construção Civil. Mais informações pelo telefone (11) 3334-5600.   
BSB, 8/4- Boa notícia para o setor da construção civil. O Programa Minha Casa, Minha Vida, lançado no dia 25 de março pelo governo federal vai contemplar também as cidades de pequeno porte, com menos de 100 mil habitantes. A decisão foi tomada na semana passada, em São Paulo, durante reunião entre representantes do governo e do setor da construção civil. "As autoridades do governo deixaram claro que não há exclusividade para cidades com população superior a 100 mil habitantes, mas que a prioridade é para os municípios onde haja necessidade de geração de emprego", afirmou o presidente da CII/CBIC e do Secovi-SP, João Crestana. Participaram da reunião, pela CBIC, o presidente Paulo Safady Simão, o vice-presidente José Carlos Martins, os presidentes da Comissão de Obras Públicas (COP), Arlindo Moura, e da Comissão da Indústria Imobiliária (CII), João Crestana, e Celso Petrucci (Secovi-SP). Pelo governo, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff; a sub-chefe de Articulação e Monitoramento da Casa Civil, Miriam Belchior; o ministro das Cidades, Mário Fortes; a secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, e a presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda.   
BSB, 7/4- O setor de construção civil retomou, em fevereiro, o nível de emprego registrado em junho e julho de 2008, antes do acirramento da crise financeira internacional, segundo levantamento mensal do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e da FGV Projetos, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego. No fim de fevereiro, o total de empregados pelo setor de construção no País somava 2,103 milhões, acumulando alta de 0,88% no primeiro bimestre e de 10,16% no período de 12 meses. No mês de fevereiro, o setor contratou 4.114 trabalhadores com carteira assinada. No Estado de São Paulo, foram contratados 1.625 trabalhadores com carteira assinada em fevereiro. Na comparação com janeiro, o número de empregados aumentou 0,27%. No fim de fevereiro, a construção paulista empregava 601,7 mil pessoas, o que representa crescimento de 11,5% em 12 meses. Houve contratações na maioria das regiões do interior do Estado, com destaque para Santos e São José dos Campos. Foram registradas demissões em São José do Rio Preto e Santo André. Na cidade de São Paulo, havia 290 mil empregados no setor em fevereiro, 11,62% a mais que no mesmo mês do ano passado.   
BSB, 5/4- A CBIC deu início ao processo de recadastramento dos associados da entidade. Em razão disso, enviou esta semana aos afiliados o "Formulário de Recadastramento/2009" e a "Relação de Empresas Associadas". Os documentos devem ser preenchidos e enviados à Secretaria Geral da CBIC até o próximo dia 17, por meio do e-mail: secretariageral@cbic.org.br. Mais informações pelo telefone (61) 3327-1013, com Alexandre Fernandes.   
BSB, 5/4- Os consumidores interessados em construir ou reformar vão se surpreender com as promoções praticadas pelas grandes redes de material de construção. Além dos 30 itens que tiveram o tributo zerado ou reduzido, há preços menores em vários produtos da cesta de construção. A orientação do presidente da Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), Cláudio Conz, é a pesquisa de preço. Ele ressalta que o gasto com materiais representa 60% do custo da obra de um imóvel. Para uma unidade de 45 metros quadrados, de R$ 60 mil, a economia será de R$ 2 mil com a redução do imposto. A estudante Luiza Emmerich, 21 anos, foi com sua mãe Miriam, 52, comprar tinta e ficou surpresa com a redução do IPI. Redes e bancos também oferecem condições especiais de pagamento. Em algumas lojas, há parcelamento em até 10 vezes sem juros e, nos agentes financeiros como o Banco do Brasil, Bradesco e Caixa Econômica Federal, linhas de crédito exclusivas para compra de material de construção, armários planejados e aquecedores. No Banco do Brasil, o prazo de pagamento da primeira parcela foi ampliado de 59 para 180 dias (6 meses) o pagamento da primeira parcela. Os juros variam de 1,74% a 2,99% ao mês, e prazo de pagamento em 48 meses. O valor máximo do empréstimo é de R$ 20 mil. O Bradesco oferece financiamento com juros a partir de 1,89% ao mês, por meio do convênio ‘João de Barros’, da Anamaco. Na Caixa, há empréstimos com dinheiro do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), com juros entre 5% e 7,16% ao ano mais TR (Taxa Referencial). A linha, conhecida como Construcard FGTS, atende trabalhadores com renda mensal até R$ 1.900. O limite do empréstimo passou de R$ 7 mil para R$ 25 mil.   
BSB, 4/4- A Votorantim Cimentos informou que, desde a zero hora do dia 2 , o preço dos produtos já saem das fábricas com a redução de alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Conforme Decreto No. 6809, de 30/03/2009, publicado no Diário Oficial da União na terça-feira, dia 31/03/2009, ficam reduzidas as alíquotas de IPI do cimento (de 4% para 0%) e da argamassa (de 5% para 0%) no período de 01/04/2009 a 30/06/2009. Vale salientar que, no caso de revenda, o percentual de redução do preço final será maior que 4%, uma vez que o IPI compõe a base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para substituição tributária (ICMS-ST). No caso dos outros clientes (construtoras, concreteiras, entre outros), a redução do preço pode ser abaixo de 4% (ex. preço FOB), visto que, nestes casos, não incide substituição tributária. O IPI (0%) compõem a base de cálculo do ICMS normal onde a alíquota é 17%, 18% ou 19% de acordo com a legislação dos estados. A Votorantim Cimentos é uma das dez maiores empresas de cimento, concreto e agregados do mundo. Possui 40 unidades de produção de cimento, adições e agregados (32 unidades no Brasil, 7 na América do Norte - Estados Unidos e Canadá - e 1 na Bolívia), operando ainda mais de 70 centros de distribuição e 105 centrais de concreto no País e mais de 150 centrais de concreto e 12 terminais de cimento na América do Norte. São cerca de 12 mil funcionários e 73 anos de história de sucesso - a empresa foi fundada em 1936 com a inauguração da fábrica Santa Helena, na cidade de Votorantim, interior de São Paulo. A companhia detém 40% de participação do mercado, onde comercializa mais de 40 produtos nos segmentos de cimento, argamassa, rejuntamento, cal, calcário agrícola, concreto e agregados, com destaque para as marcas Votoran, Itaú, Poty, Tocantins, Aratu e Engemix.   
BSB, 2/4- A construção paulista ficou mais barata no mês passado, segundo apuração do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP ). Em março, o Custo Unitário Básico (CUB) subiu 0,10% se comparado com fevereiro, correspondendo a R$ 830,32 por metro quadrado. O CUB é o índice oficial, calculado pelo sindicato e a pela FGV Projetos, que reflete a variação dos custos do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil paulista. Para o resultado, contribuíram as variações negativas nos custos dos materiais de construção (-0,18%), da mão de obra (-0,02%) e dos salários médios dos engenheiros (-0,05%). Com isso, o CUB acumula inflação de 0,54% no primeiro trimestre de 2009 e de 10,83% em doze meses encerrados em março.   
BSB, 1/4- A redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos materiais de construção estava sendo pleiteada pelos empresários e assinalada pelo governo desde o início de janeiro, e chegou até a ser descartada em um pronunciamento do ministro Guido Mantega, há três semanas. Seu anúncio, agora, anima o setor e completa uma série de medidas que já vinham sendo aplicadas para a construção civil - uma das áreas que mais empregam no País e que encolheram mais rapidamente frente à crise. "O governo tem realizado medidas que estão trazendo resultados muito positivos para nós, e o anúncio do IPI com certeza será uma injeção forte para o comércio", disse o presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Conz. Entre as medidas já anunciadas pelo governo desde o início do ano, estão a ampliação do uso do FGTS para R$ 25 mil nas compras de material de construção e o megaprojeto de R$ 34 bilhões para a construção de 1 milhão de casas populares até 2010. Conz lembra ainda que, com a redução do imposto industrial, o preço final fica ainda menor - em seu cálculo, para cada 5% de redução no preço de fábrica, o preço final fica 8,5% mais barato, já que outros impostos e custos, como ICMS, PIS, Confins e mesmo transporte e comissão dos vendedores, incidem sobre o preço de origem. "É uma medida forte, importante e será imediata. O consumidor irá receber isso nos próximos dias. As lojas estão desabastecidas e irão repor os estoques já com os preços novos", disse o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Melvyn Fox.   
BSB, 1/4- O pacote da habitação vai reduzir a carga tributária sobre as construtoras. Hoje, elas têm um Regime Especial de Tributação (RET), pelo qual recolhem 7% sobre o valor da venda dos imóveis e com isso quitam o Imposto de Renda, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e o PIS/Cofins. Essa alíquota será reduzida para 1%, nos empreendimentos construídos pelo programa Minha Casa, Minha Vida. O corte na tributação vai constar de Medida Provisória (MP) que será divulgada hoje, disse o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. Ele não informou o valor da renúncia fiscal. A desoneração do produto final era uma antiga reivindicação das empresas, ressaltou o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão. O governo descartou, porém, outro corte de impostos que chegou a ser analisado durante a elaboração do pacote: "zerar" o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos materiais de construção. Hoje, a maior parte dos itens recolhe 5%. Essa "bondade" faria a arrecadação do tributo cair cerca de R$ 1,1 bilhão, valor considerado excessivo. O pacote também prevê a redução do principal tributo estadual, o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). No caso das prefeituras, poderá haver cortes no Imposto Sobre Serviços (ISS) e no Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Este último é pago pelo mutuário, e vai de 2% a 3% do valor do imóvel. Compromissos com o corte desses tributos poderão figurar nos termos de adesão que prefeitos e governadores vão assinar com a Caixa. Poderá ainda haver compromissos com a doação de terrenos e aportes financeiros de Estados e municípios. Inicialmente, as casas serão distribuídas conforme o déficit habitacional, mas a divisão pode mudar para favorecer prefeituras e Estados que mais colaborarem.   
BSB, 31/3- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira que quer que a construção civil seja "a mola propulsora" de geração de empregos no Brasil. Em seu programa de rádio semanal Café com o Presidente, ele disse que o pacote habitacional lançado pelo governo na semana passada irá ajudar a reduzir os efeitos da crise financeira internacional no País. Lula se referiu ao programa Minha Casa, Minha Vida como uma estratégia "ousada" e "bem elaborada". Ele destacou a redução do valor do seguro de vida para quem financia uma moradia e também a garantia do refinanciamento em casos de trabalhadores que percam o emprego durante o pagamento das prestações. "Estou convencido de que esse programa vai resolver parte dos problemas habitacionais no Brasil", disse, ao ressaltar que o pacote é voltado, sobretudo, para atender regiões metropolitanas e cidades com mais de 100 mil habitantes. "É onde está o núcleo nervoso do déficit habitacional brasileiro", acrescentou. Lula classificou a promessa de 1 milhão de casas construídas como "uma experiência inédita" e que será cumprida, uma vez que o programa foi "pactuado" com todos os setores envolvidos na construção de moradias no Brasil.   
BSB, 31/3- Após o anúncio do pacote habitacional, feito pelo governo na quarta-feira (25), construtoras que mantêm negócios direcionados ao segmento econômico registraram recorde no movimento de interessados em adquirir um imóvel. De acordo com a Tenda, o aumento de cadastros no site da empresa no dia do anúncio foi de mais de sete vezes (641%). O número saltou de uma média de 525 por dia para 3.890 somente na quarta. O acesso ao portal cresceu 85%, de 10 mil diários para 18,4 mil há dois dias. Outra construtora que também percebeu uma resposta rápida do brasileiro foi a Rossi. "Houve aumento expressivo, tanto no site quanto nas ligações, assim como nos estandes de venda. No final de semana, certamente deve ter mais consultas do que vínhamos tendo", afirmou o diretor de RI (Relação com Investidores) e CFO (diretor-financeiro) da Rossi, Cássio Audi. Com o novo pacote, o segmento de baixa renda se tornou ainda mais atrativo para as construtoras. A Rossi, que direcionou 13% de seus lançamentos de 2007 para a baixa renda, e 29% em 2008, anunciou nesta sexta-feira (27) que as unidades nesse segmento devem responder por metade das colocadas no mercado este ano. "Com o plano, pode ser maior ainda", disse Audi. Em relação ao pacote, o diretor da Rossi afirmou que é "ambicioso" e que é positivo para o setor da construção civil, principalmente no que diz respeito à geração de empregos. A gerente-geral da Lello, Roseli Hernandes, disse que o pacote, direcionado para a baixa renda, é "ousado". Porém, ela enxerga com "bons olhos" a iniciativa. Ela afirmou que essa população está bastante atenta às novas medidas.   
BSB, 30/3- O Conselho Monetário Nacional (CMN) prorrogou o prazo de vigência da Medida Provisória 445 que dá fôlego de R$ 3 bilhões para a Caixa Econômica Federal (CEF) conceder empréstimo às construtoras. A MP vencia em no próximo dia 31, sem que nenhum empréstimo tivesse sido concedido. Representantes do setor de construção criticaram o excesso de exigências para conseguir a liberação dos recursos. A MP acabou sendo prorrogada até 31 de dezembro deste ano. O vice-presidente de governo da Caixa, Jorge Hereda, afirmou que há demanda de R$ 1 bilhão, porém não garantiu se os recursos serão liberados. O CMN ampliou o leque de instituições financeiras que poderão operar no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). Financeiras, cooperativas de crédito e bancos múltiplos estavam fora desse mercado e agora poderão começar a operar com o sistema.   
BSB, 29/3- A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) aprovou, na reunião de ontem, uma agenda de debates sobre vários temas relacionados à infraestrutura do País. Entre os assuntos a serem abordados pelos senadores da Comissão estão recursos energéticos; telecomunicações; infraestrutura e políticas públicas; tecnologia da informação; fármacos e medicamentos; agências reguladoras; saúde e regulação; integração da América do Sul e, por último, incluído na reunião de ontem, o plano de habitação popular lançado pelo governo federal, batizado de Minha Casa, Minha Vida. Alguns dos temas serão discutidos com outras comissões, como é o caso de telecomunicações, que será debatido com a Comissão de Ciência e Tecnologia, assim como fármacos e medicamentos, que será debatido junto à Comissão de Assuntos Sociais (CAS).   
BSB, 27/3- O programa "Minha Casa, Minha Vida" é um projeto para a construção de 1 milhão de moradias. O governo ficou devendo as medidas de desoneração tributária e desburocratização para a fabricação de insumos, afirma Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). "Não foi anunciado um pacote. Foi apresentado um projeto de obras. Os pedidos de redução de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e a desburocratização para compra de material de construção não foi atendido, entretanto, ainda temos expectativa que essas medidas sejam contempladas nos próximos dias", disse. Segundo ele, o setor produtivo continua em discussão com o governo, que não encerrou definitivamente o debate, para conseguir enfrentar os impactos da crise. "O programa é excelente e muito bem elaborado. Vai gerar muitos resultados positivos como o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a geração de emprego e renda. Ou seja, terá um efeito econômico e social muito importante. Porém, não será uma saída de combate a crise no curto prazo", avalia. Fox revela que em nenhum momento o governo se negou a atender aos pedidos, mas não consegue entender do que depende para atender ao setor. "A expectativa de que as medidas serão atendidas continua, porque o governo nunca se mostrou contrário a elas, mas é difícil entender o porque de tanta demora. A equipe econômica ainda deve estar trabalhando em cima desses pontos. Pode ser que hoje eles queriam colocar foco no programa de construção de casas para baixa renda", conclui.   
BSB, 25/3 - A Caixa Econômica Federal disponibilizou R$ 20 milhões para financiar a compra de materiais de construção em Juiz de Fora. O valor será destinado ao programa Carta de Crédito FGTS, voltado para famílias que possuem renda que varia de R$ 465 a R$ 1.900. Além do investimento, o banco anunciou alterações no serviço, para facilitar a contratação do financiamento. Entre as principais mudanças estão a redução das taxas de juros, que variam entre 4,5% e 7,5% ao ano, aumento do prazo de amortização, que passou de 96 para 120 meses, além da dispensa de fiança/aval. A gerente da Superintendência Regional Sudeste Minas, Elza de Oliveira Coimbra, diz que as medidas foram tomadas para adequar o produto ao mercado. Ela lembra que o teto máximo financiado pelo Construcard FGTS passou de R$ 7 mil para R$ 25 mil, em novembro do ano passado. 'O valor praticado anteriormente não era o suficiente para realizar uma obra, o que causava uma baixa procura pela linha de crédito. Com a mudança, foi necessário fazer reformulações no serviço, como por exemplo, a ampliação do prazo de pagamento.' Elza observa que a flexibilização da linha de crédito é uma resposta da Caixa ao cenário econômico e vai ao encontro de ações realizadas pelo Governo Federal - que tem foco na baixa renda - para enfrentar a crise. Para atender a demanda, a Caixa irá abrir mais cedo durante esta semana. Entre 9h e 11h, o atendimento será exclusivo para o serviço. Os interessados devem levar documentos de identidade, CPF, comprovante de residência e três últimos comprovantes de renda. No caso de renda informal, é importante levar extratos bancários e fatura dos três últimos meses do cartão de crédito.   
BSB, 24/3- O setor de materiais para construção começou o ano em queda de 18,47% no primeiro bimestre em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira da indústria de Materiais de Construção (Abramat). As vendas no varejo tiveram redução de 12%, de acordo com a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). Associações representantes de vários seguimentos da construção atribuem a tendência de baixa à crise financeira internacional. “Nós viemos de um ano extraordinário, com crescimento expressivo em 2008, e sofremos um impacto nos dois primeiros meses do ano”, afirmou o presidente da Anamaco, Cláudio Conz. Agora, o setor concentra todas as expectativas no plano de habitação que deverá ser lançado pelo governo federal nesta semana. A principal medida do pacote habitacional é a construção de 1 milhão de casas, anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na semana passada. Outra medida do plano habitacional que deve ajudar o mercado é a ampliação e facilitação do crédito para reformar e construir. A liberação de linhas de financiamento com juros baixos e longo prazo atende a demanda de pessoas de baixa renda. Apesar de o governo já ter dado reposta negativa, os empresários da construção ainda tem esperança de que aconteça uma redução no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o setor.   
BSB, 22/3- Apesar de ter sido negado pelo ministro da Fazenda, benefício poderá constar do pacote habitacional que o Governo anuncia na semana que vem O plano de estímulo à habitação pode ser anunciado na próxima semana, e o setor de Construção Civil aguarda que nele esteja a redução de impostos. De acordo com a Agência Brasil, a desoneração do IPI sob os materiais de construção ainda é muito esperada, apesar das negativas do ministro da Fazenda, Guido Mantega. “Estamos pleiteando IPI zero para todos o materiais de construção num período de dois anos, porque entendemos que esse é o caminho mais forte para atingir tanto o setor de varejo quanto o de construções edificadas”, afirmou o presidente executivo da Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), Melvyn Fox. Apesar das investidas do setor, Mantega já anunciou que, entre as medidas, não está a redução do IPI para materiais de construção. Ele afirmou que o plano visa, essencialmente, a facilitar a compra da casa própria. “O pacote se concentrará no subsídio para o comprador com recursos do orçamento e do FGTS.” O secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Dyogo Henrique de Oliveira, já adiantou que as medidas serão conjunturais, no sentido de lidar com o momento econômico atual. Segundo ele, para isso, o setor de Construção terá papel importante. “O Governo está decidido a fazer da indústria de Construção Civil, principalmente o mercado residencial, a mola propulsora da retomada do crescimento.” O anúncio do plano está previsto para a próxima segunda-feira. Nele estarão as medidas que estimularão os setores de Construção Civil e Imobiliário, para driblar a crise que atingiu o setor, a fim de gerar empregos e conceder crédito para a compra do imóvel a famílias de baixa. Fox, da Abramat, calcula que 500 mil empregos serão gerados por ano, caso sejam construídas 1 milhão de casas, até 2010, como propõe o Governo.   
BSB, 21/3- A Caixa Econômica Federal (CEF) adotou novas regras para a compra de material de construção por meio do programa Carta de Crédito FGTS. Entre as novidades, estão a dispensa da garantia de fiança/aval e a ampliação do prazo de amortização, que passou de 96 para 120 meses. O intuito é aumentar a atratividade da linha, racionalizar os procedimentos e aumentar o número de contratações. "Mais uma vez a Caixa sai na frente e dá a sua resposta à sinalização do Governo Federal, no apoio ao desenvolvimento e à geração de emprego e renda", destacou a superintendente Nacional de Habitação do banco, Bernadete Maria Pinheiro Coury. A contratação do Construcard FGTS é simplificada e permite a inclusão de até 15% dos custos de mão-de-obra no valor financiado. Atualmente, a renda máxima para esta modalidade é de R$ 1.900. Quem possui rendimento superior a esta faixa pode contratar o Construcard Caixa, com recursos do banco, cujo valor mínimo a ser financiado é de R$ 1.000. As novidades na linha com recursos do FGTS já estão disponíveis em todas as unidades.   
BSB, 19/3- A crise econômica derrubou a procura dos brasileiros por materiais de construção. A queda em relação a 2008 foi de 21,4% em fevereiro e de 18,5% no acumulado do primeiro bimestre. Os números, divulgados nesta quarta-feira (18/03) pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), mostram que o recuo nas vendas foi verificado tanto nos materiais de base, quanto nos de acabamento. Os primeiros tiveram 20,3% menos demanda e os segundos, 14,6%. Apesar do resultado negativo, no acumulado dos últimos 12 meses houve crescimento nas vendas de 7,4%. O setor aposta em uma recuperação com o anúncio do pacote de incentivo à construção civil pelo governo federal nos próximos dias e ainda levanta a bandeira de isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) por dois anos. “A falta de uma decisão sobre as condições do pacote e a data de seu anúncio cria uma indefinição para o setor. Mas a isenção geraria uma redução de custos dos materiais em média de 7%, beneficiando de imediato a baixa renda. Se as medidas não forem tomadas já, caminharemos para uma difícil recuperação”, afirma o presidente da Abramat, Melvyn Fox. Na expectativa do pacote e da possível recuperação que ele resultaria, o setor prevê um crescimento de vendas neste ano de 5% em relação a 2008. No Distrito Federal, os números também mostram uma radiografia pessimista do setor, de acordo com o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Materiais de Construção do DF (Sindmac-DF), Cecin Sarkis. Em janeiro deste ano, o resultado ficou estável em relação ao mesmo mês do ano passado, mas, em fevereiro, as vendas despencaram 9 Apesar da queda na demanda, os preços dos materiais de construção estão subindo acima da inflação, segundo números da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Os materiais de construção estão 0,66% mais caros no acumulado de 2009, enquanto o Índice Geral de Preços 10 (IGP-10) registra deflação de -0,62%.   
BSB, 17/3- A construção civil voltou a contratar em janeiro deste ano, após demissões no final de 2008. Foram empregados 14.278 trabalhadores no setor em todo o País. O Estado de São Paulo é responsável por metade dos postos de trabalho criados, com 7.657 vagas. O bom desempenho do mês de janeiro está dentro da sazonalidade da geração de empregos da construção civil, segundo Eduardo Zaidan, diretor de economia do Sindicato da indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). ?A contratação no início de ano é algo normal no setor, assim como as demissões no final de ano. A questão é que os cortes foram acima do esperado em novembro e dezembro de 2008, o que mostra uma recuperação em janeiro com o crescimento de 0,65% no número de postos de trabalho no País em relação ao mês anterior?, diz. Na comparação com janeiro do ano passado, o crescimento do emprego no setor é de 11,76%, impulsionado por Estados como São Paulo, que é responsável por 29% dos empregos na construção civil em todo o País. O Estado obteve crescimento de 1,29% no número de empregos na área em comparação a dezembro e 13% em relação a janeiro do ano passado, voltando à marca de 600 mil trabalhadores. A Capital foi responsável por 4.326 vagas abertas no mês , totalizando 289,9 mil empregos no segmento na cidade, uma alta de 13,62% em relação ao mesmo período de 2008. Para este trimestre, Zaidan prevê crescimento nas contratações. ?Temos muitos negócios vendidos no final de 2006 e 2007 que estão em construção nesse momento. Por isso o emprego continua em alta no setor?, explica. O economista afirma que os próximos três meses devem apresentar estabilidade no nível de emprego, mas os reflexos da diminuição dos lançamentos iniciados no final de 2008, junto com a crise, deve pesar no mercado de trabalho na segunda metade do ano. ?É uma previsão, caso o ritmo de lançamentos atual se mantenha.   
BSB, 16/3- Depois do encerramento da parceria com a incorporadora Gafisa na Bairro Novo, empresa para construção, incorporação e comercialização de condomínios de imóveis populares, Paul Altit, presidente da Odebrecht Empreendimentos Imobiliários, começa a desenhar novos planos. A Bairro Novo deve manter sua marca e lançará 30 mil unidades até meados de 2010. Além disso, a empresa está de olho nas parcerias com o setor público. Para a expansão da Bairro Novo o executivo não quer um novo sócio e conta com as medidas que o governo deve anunciar para o setor. Caso as medidas realmente sejam aprovadas, Altit espera reduzir o prazo que envolve todas as fases de um empreendimento - compra, desenvolvimento, licenciamento e vendas - de 36 para 15 meses. Criada em 2007, a proposta da Bairro Novo é construir condomínios de casas e apartamentos com até 5 mil unidades e preços entre R$ 50 mil e R$ 100 mil. A companhia considera os condomínios verdadeiros bairros já que as ruas dos projetos são asfaltadas e sinalizadas e contam com estrutura de lazer e comércio. O público alvo destes empreendimentos são clientes com renda entre quatro e dez salários mínimos. Para a comercialização dos produtos, a empresa conta com força de vendas própria, composta por 20 corretores, além de contar com empresas parceiras locais. "Essa equipe de corretores é deslocada de empreendimento em empreendimento", explica Altit. O fim da parceria com a Gafisa aconteceu depois que a incorporadora comprou 60% das ações da Construtora Tenda, especializada em baixa renda. Agora, é nesta empresa que a Gafisa concentra seus projetos populares.   
BSB, 14/3- - O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, apresentou hoje ao Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) uma proposta para simplificar o prazo para concessão de licenciamento ambiental para projetos de habitação popular em Estados e municípios. O objetivo é acelerar o anúncio do esperado plano de habitação para estimular a economia brasileira e reduzir os impactos da crise internacional no mercado interno. O prazo será reduzido para 30 dias, em média. Hoje o Ibama e órgãos de estados e municípios responsáveis pelas licenças levam em média entre seis meses e um ano para concederem tal autorização. O pedido e urgência foi feito pelo presidente Lula que quer acelerar as medidas de estímulo à economia, como as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). No caso do esperado pacote habitacional, a proposta do governo é construir 500 mil moradias destinadas a baixa renda apenas este ano, em regiões de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, dentre outras. O pacote habitacional para baixa renda será uma parte do PAC Habitação. Na prática, a proposta, que dará origem a uma nova Resolução na legislação de licenciamento ambiental, vai estender a lei de simplificação do prazo para a maioria dos estados e municípios. Minc acredita que entre 80% ou 90% dos municípios brasileiros, ao redor de 5,6 mil, poderão ser beneficiados. A lei existe hoje apenas no Rio de Janeiro e São Paulo. No estado paulista, por exemplo, o Ibama e órgãos estaduais e municipais levam apenas 20 dias em média para conceder tal licença.   
BSB, 11/3- Apesar de o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ter divulgado que o Produto Interno Bruto (PIB) da construção brasileira cresceu 8% em 2008, abaixo da projeção do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), a entidade mantém a previsão de crescimento de 10% no ano passado em relação a 2007. Segundo o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, quando o PIB de 2008 for recalculado pelo IBGE no fim de 2009 ou início de 2010, o desempenho da construção deverá incorporar outros dados de pesquisas nacionais que não estão sendo considerados agora, como a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC) e a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), bem como informações das Declaração do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (DIPJ) da Receita Federal. Além desses novos dados, o cálculo irá incorporar novos indicadores da construção, como os dos chamados serviços não-típicos (projetos, topografia, terraplenagem etc.). Em 2008, para um crescimento de 5,1% do PIB, o IBGE calculou um aumento de 8% para a construção, a maior alta de toda a indústria, que cresceu 4,3%. Segundo o IBGE, o crescimento da construção foi influenciado por obras públicas e pelo aumento, em termos nominais, de 30,4% das operações de crédito direcionadas à habitação. Para este ano, o presidente do SindusCon-SP estima que o desempenho da construção será menor. Num cenário básico, o nível de investimento seria menos afetado, principalmente na construção civil. Neste caso, o PIB deveria crescer 3,8% e a construção civil 4,7%.   
BSB, 8/3- O governo não tem a intenção de comprar construtoras por intermédio da Caixa Econômica Federal — embora a Lei 11.908, que entrou em vigor anteontem, preveja essa possibilidade. Um integrante da equipe econômica informou que o governo quis manter essa opção em aberto porque os efeitos da crise econômica mundial são desconhecidos e era de interesse manter instrumentos para socorrer setores em dificuldades. A lei autoriza a Caixa a criar um braço investidor, que poderá comprar participação em construtoras ou em empresas de qualquer outro setor. No limite, o banco poderia ser convertido em um ´pronto-socorro´ de empresas. Não é essa, porém, a intenção do governo. Nos bastidores, a avaliação é que o setor de construção civil, que passava por sérias dificuldades em outubro do ano passado, quando a lei foi proposta, tem conseguido equacionar os problemas. Além disso, elas receberão impulso importante com lançamento do pacote da habitação. As empresas do setor de construção civil, porém, não estão totalmente convencidas com esses argumentos. Elas admitem que o governo Luiz Inácio Lula da Silva não queira comprar construtoras por intermédio da Caixa. No entanto, nada impede que administrações posteriores tenham uma opinião diferente. As construtoras temem uma concorrente atrelada à Caixa porque o banco tem muito poder sobre o setor. Além de concentrar os recursos para financiamento, cabe ao banco elaborar a maior parte dos normativos da área habitacional. Elas acham que uma construtora da Caixa seria um concorrente desproporcionalmente mais forte. A Lei 11.908 foi enviada ao Congresso Nacional na forma de uma Medida Provisória, a de número 443, a chamada ´MP anticrise´. Ela autoriza Caixa e Banco do Brasil a comprar outras instituições financeiras em dificuldades.   
BSB, 7/3- A Volvo Equipamentos de Construção da América Latina (Volvo CE) vai iniciar a produção no Brasil de alguns modelos de sua linha de máquinas de construção para compactação, nivelamento e pavimentação. A produção da nova linha começará em junho deste ano. A fábrica brasileira da Volvo - situada em Pederneiras, interior de São Paulo - vai produzir dois modelos de compactadores de solo: o SD105F e o SD105DX. Esses modelos - que são voltados principalmente para trabalhos em construção de rodovias, vias urbanas e barragens -- têm a maior força de impacto dinâmico da categoria. "Este benefício nos diferencia bastante do que é oferecido atualmente na área de máquinas de construção", avaliou. Mesmo iniciando mais dois modelos na produção, a empresa vai continuar comercializando no Brasil os outros 15 modeles de compactadores de solo e de asfalto que são importados de outras fábricas. Atualmente, Volvo CE produz no Brasil carregadeiras, motoniveladoras, caminhões articulados, escavadeiras e minicarregadeiras. Além disso, a empresa lança no Brasil a sua linha de retroescavadeiras e miniescavadeiras. "Estas máquinas chegam para complementar a linha de equipamentos da Volvo e com todos os benefícios de suporte ao produto já conhecidos pelo mercado brasileiro", disse o diretor do Hub Brasil da Volvo CE LA, Amaury Tartari.   
BSB, 6/3- A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, conversaram com empreiteiros ligados à Câmara Brasileira da Indústria de Construção (CBIC). Na ocasião, os empresários propuseram aos ministros a redução de 7% para 1% das alíquotas dos impostos federais que compõem a cesta de produtos da construção civil. Antes os empresários propunham que as alíquotas fossem zeradas. Segundo o vice-presidente da CBIC, Adalberto Valadão, nem Dilma nem Mantega deram uma resposta final sobre a proposta. O empresário confirmou que os subsídios para a população carente será diretamente proporcional à renda do beneficiado, num teto que chegará aos dez salários mínimos. O tema também foi pauta da reunião da coordenação política mas, até o momento, apesar dos debates intensos, não há prazo para o anúncio do programa. "A ministra Dilma disse que está ultimando as conversas" confirmou o ministro da coordenação política, José Múcio Monteiro. O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Melvyn Fox, participa do comitê anticrise que reúne representantes do setor privado e do governo e afirma que o atraso na aprovação das medidas de estímulo ao setor é resultado da falta de consenso entre governos federal e estaduais. "O governo federal quer ter o suporte dos Estados para anunciar as medidas, mas como a arrecadação de tributos caiu, está havendo resistência", afirma, referindo-se à negociação para redução da alíquota de ICMS incidente sobre materiais de construção e à cessão de terrenos para a construção de 1 milhão de casas populares. Fox observou que as vendas de materiais de construção caem há três meses consecutivos, tendo registrado queda de 15,27% em janeiro, 4,5% em dezembro e 4% em novembro. ,   
BSB, 6/3- Nas mãos delas, os rejuntes são aplicados sem falhas e o ambiente, depois do trabalho, fica sempre limpo e organizado. Por causa dessas características, as mulheres estão conquistando cada vez mais um setor que para elas, até então, era predominantemente masculino: o da construção civil. A construtora Emplavi, do DF, é a favor da contratação de mulheres no mercado da construção civil. “O número de operárias está crescendo porque as mulheres têm demonstrado capacidade e habilidade para atuar nesse setor”, afirma a técnica de edificações da Emplavi, Deusimar Oliveira. Trabalhando na construtora desde 2006, a técnica diz que atua na área por que gosta deste tipo de serviço Mesmo ainda sendo minoria dentro das obras, as mulheres sabem se impor diante de um contexto de trabalho marcado pelo machismo. Mas não fazem distinções quando é necessário ter pulso firme e dar um tratamento mais sério para os homens. “Exerço um cargo de chefia e, às vezes, é difícil para os homens aceitarem isso”, diz Deusimar. O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo. Até mesmo na construção civil, tida como um setor que absorve rapidamente um grande contingente de desempregados é difícil conseguir um emprego. “Mas nós mulheres estamos ganhando mais espaço, e nosso modo de fazer as coisas é que nos garante uma vaga”, explica Maria Alves, 45 anos, responsável pela manutenção dos apartamentos modelos da Emplavi. Porém, independentemente do trabalho, Deusimar e Maria não abrem mão da vaidade. O serviço não impede que os cabelos estejam sempre limpos e cheirosos e as unhas estejam pintadas e bem cuidadas. "Temos que nos cuidar", justificam.   
BSB, 4/3- A Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da CBIC se reúne nesta sexta-feira (6), das 10h30 às 17h, na sede do Sinduscon-GO, em Goiânia. Na pauta, destaque para os seguintes assuntos: Plano Diretor e Licenciamento Ambiental; Visão de Mercado X Crise nos últimos seis meses; Agência de Habitação; Terreno de Marinha; Uso do FGTS direto, entre outros assuntos. Confirmações de presença devem ser feitas pelos e-mails eloiza@secovi,com.br e celsopetrucci@secovi.com.br   
BSB, 3/3- O setor privado terá dificuldades para cumprir a meta de produzir 1 milhão de moradias até 2010, com foco no segmento de baixa renda, uma das principais medidas do pacote habitacional a ser anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As dúvidas surgem por causa da demora no anúncio do pacote, da preocupação de que não haja mão de obra qualificada para suprir a demanda e do diagnóstico do setor de que o dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) não será suficiente para financiar 1 milhão de unidades em tão pouco tempo. Na avaliação do presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), João Crestana, a viabilidade da produção de 1 milhão de moradias depende de que recursos do Orçamento Geral da União (OGU) também sejam utilizados para essa finalidade. Também preocupa o setor a falta de planejamento de longo prazo. O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Sergio Watanabe, defende um projeto consistente para a habitação popular, que determine um horizonte de longo prazo de atuação no segmento pelo setor privado. Outra dificuldade para que o volume de moradias a ser anunciado no pacote seja produzido é o prazo necessário para a aprovação de licenças dos projetos pelos órgãos municipais. Em meados de 2007, o atraso na liberação de licenças por órgãos públicos dos projetos das incorporadoras de capital aberto provocou o atraso do lançamento de alguns empreendimentos.Embora hoje não haja mão de obra qualificada suficiente para construir 1 milhão de moradias, o setor garante que tem capacidade de cumprir a meta. De acordo com o presidente do Secovi-SP, seriam necessários de quatro a seis meses para treinamento dos trabalhadores e para a retomada de produção de matéria-prima por empresas que reduziram os volumes ou fecharam fábricas recentemente.   
BSB, 2/3- Estão abertas as inscrições para a "Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos". O evento será realizado de 12 a 15 de maio, em Salvador, na Bahia. Na oportunidade, serão tratados temas como: "Ensaios Não Destrutivos (END)"; "Inspeção"; "Integridade de Equipamentos"; "Análise de Falhas"; "Corrosão & Pintura"; "Análise Experimental de Tensões", e "Comportamento Mecânico de Materiais". Mais informações pelo e-mail coteq@abende.org.br ou pelo telefone (11) 5586-3172.   
BSB, 2/3- A CBIC, por meio do seu Fórum de Ação Social e Cidadania (Fasc), promoverá o Dia Nacional da Construção Social este ano no dia 22 de agosto. O evento reúne profissionais em vários Estados na prestação de atendimento de diversas áreas para o trabalhador da construção civil e seus familiares. Além de um dia festivo, a ação é um momento de comemoração e celebração da parceria entre empresários, trabalhadores e fornecedores. O objetivo é reforçar uma estratégia para promover o desenvolvimento, crescimento e qualidade de vida, o que gera motivação e criatividade. Em 2008, o evento foi realizado em 19 Estados, envolvendo mais de 70 mil trabalhadores e seus familiares. Foram prestados 338 mil atendimentos. As entidades interessadas em promover o Dia Nacional da Construção já podem formalizar sua adesão junto à Assessoria de Ação Social e Cidadania da CBIC, por meio do e-mail social@cbic.org.br ou telefone (61) 3327-1013. Integra de matéria sobre o assunto, publicada nesta sexta-feira no Jornal da Cidade (Aracajú/SE), está disponível no CBIC Na Mídia.   
BSB, 28/2- Foi publicada no último dia 25, no Diário Oficial, a Resolução 3684/09 do Banco Central, que dispõe sobre a cobertura de risco de crédito às operações de empréstimo de capital de giro destinadas às empresas de construção civil. A Resolução altera prazos constantes na Resolução 3635 de 13/11/2008, nos seguintes termos: A cobertura de risco aplicar-se-á a operações que atendam as seguintes características: I - tenham como objeto a construção habitacional; II - sejam contratadas entre a data de publicação desta Resolução e 31 de dezembro de 2009, e III - tenham realizado o registro da incorporação imobiliária no competente cartório de registro de imóveis em data anterior a 30 de junho de 2009.   
BSB, 26/2- A Daewoo Engineering & Constrution, maior construtora da Coreia do Sul, perdeu a apelação de uma multa de US$ 50,6 milhões imposta devido ao que o governo norte-americano chamou de fraude em um contrato para a construção de uma rodovia em Palau. A Daewoo, ao apresentar uma oferta de US$ 88,6 milhões, ganhou o contrato em 1998 para construir uma estrada de 85 km na ilha de Babeldaod (Palau) no oceano Pacífico. Mais tarde, a empreiteira pediu outros US$ 13,3 milhões para cobrir custos adicionais até dezembro de 2001 e mais US$ 50,6 milhões para cobrir despesas futuras. A empresa afirmou que precisaria de mais tempo e recursos para concluir a obra devido ao clima chuvoso e os solos úmidos de Palau. A justiça federal dos Estados Unidos defendeu que a Daewood apresentou falsas alegações para receber mais fundos, impôs uma multa de US$ 50,6 milhões e invalidou o direito da companhia sobre os outros US$ 13,3 milhões. A corte rejeitou as alegações da Daewoo segundo as quais o governo norte-americano teria incluído informações falsas nas especificações da obra e que o contrato era "impossível de ser cumprido". O argumento de que o valor da multa era injusto também foi rejeitado pela corte federal dos EUA. Thomas McLish, advogado da Daewoo, com sede em Seul, não retornou uma mensagem para comentar o tema. Charles Miller, porta-voz do Departamento de Justiça, que representa os EUA nesta questão, também não fez comentários.   
BSB, 25/2- Na ânsia de fazer deslanchar o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) e estimular a construção de imóveis para a baixa renda, o governo federal decidiu aumentar o limite de financiamento do setor público para obras de habitação e saneamento básico. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a elevação do limite do Programa de Atendimento Habitacional por meio do Poder Público (Pró-Moradia) de R$ 4 bilhões para R$ 5,5 bilhões. A decisão está em linha com o pacote de incentivo a construção de imóveis para baixa renda que deve ser anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva dentro de 15 dias. O objetivo é viabilizar a construção de um milhão de casas até o fim de 2010. Preocupado com a falta de capital de giro para os empreendimentos, o CMN flexibilizou os prazos para que as incorporadoras recorram à Caixa para solicitar o empréstimo. A previsão era de que o banco público liberasse R$ 3 bilhões em crédito para as construtoras, porém, até o momento, esse número não passou dos R$ 300 milhões. Foi autorizado que as empresas que tenham feito o registro em cartório do empreendimento até 30 de junho também se candidatem ao empréstimo. Antes, era permitido apenas para companhias com registros até 1º de outubro de 2008. Além disso, o prazo para contratação passou de 31 de março para 31 de dezembro de 2009. No caso do saneamento, o limite de crédito para as operações do setor público subiu de R$ 12 bilhões para R$ 14,2 bilhões. O secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Cleber Ubiratan de Oliveira, explicou que a mudança dos tetos para financiamento foi necessária para evitar a paralisação de projetos. Isso porque, o setor público já estava próximo de ultrapassar os limites.   
BSB, 25/2- O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma série de medidas de estímulo à economia, deixando claro que a crise econômica está durando muito mais do que a previsão inicial do governo. O programa de linha de capital de giro para as construtoras - que conta com R$ 3 bilhões da Caixa Econômica Federal - teve o prazo das contratações ampliado. O Programa de Intervenções Viárias (Provias), executado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que financia a compra de máquinas e equipamentos novos pelas prefeituras, ganhou mais R$ 500 milhões. Por fim, os limites do Programa de Atendimento Habitacional (Pró-Moradia) subiram de R$ 4 bilhões para R$ 5,5 bilhões e o teto disponível para obras de saneamento dos Projetos Multissetoriais Integrados (PMI) aumentou de R$ 12 bilhões para R$ 14,2 bilhões. O CMN ampliou prazo para contratação de linhas de capital de giro para as construtoras, conforme regras estabelecidas com a publicação da Medida Provisória 445, de novembro do ano passado. A regra original determinava que só poderiam ser atendidos projetos que tivessem sido registrados até 1º de outubro de 2008, ou seja, somente obras planejadas antes da publicação da MP. O CMN decidiu ontem que serão aceitos projetos que forem registrados até 31 de junho de 2009, ou seja, atende novas incorporações. A data limite da contratação da linha, que acabava em 31 de março, foi prorrogada para 31 de dezembro. O coordenador-geral de mercado de capital e crédito da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Esteves Pedro Colnago, admitiu que apenas 10% do total de R$ 3 bilhões que deveria ser negociado nessa linha pela Caixa foi efetivamente contratado   
BSB, 24/2- A Aço Riber, única fornecedora de telhas, perfis estruturais e bobinas de Ribeirão Preto (SP), investiu R$ 1,3 milhão na inauguração de um novo prédio e adquiriu máquinas para a fabricação de mais dois novos modelos de telhas. A previsão de aumento da capacidade produtiva é de até 50%. Focada no setor de construção civil, a Aço Riber representa hoje 15% da fatia do mercado da microrregião de Ribeirão Preto, beneficiando 600 toneladas de aço por mês destinadas a edificações de grande porte como ginásios de esportes, postos de combustíveis e indústrias. 'Apesar de um crescimento perene no setor de construção civil previsto para 2009, estamos muito otimistas. O segmento é um dos primeiros a serem atingidos por crises, mas também, o primeiro a se levantar', afirma o diretor administrativo da empresa, Tiago Roberto Batista, ainda colhendo os frutos do 'boom' imobiliário de 2007 e 2008. A atuação da empresa também teve destaque no ano passado na fabricação de usinas e caldeiras para o setor de açúcar e álcool, tendo sido a responsável pela cobertura de mais de 30 fábricas, indústrias de manutenção e caldeiras em Sertãozinho, Guariba e Jaboticabal, e também fornecendo chapas para isolamento térmico, condução de vapor e filamentos de tubos para o segmento. O novo prédio da Aço Riber começa a funcionar no início de março e a empresa espera aumentar seu quadro de colaboradores em até 20%.   
BSB, 22/2- A expectativa pelo pacote de benefícios à construção civil - que o governo deve lançar na semana seguinte ao carnaval - colocou tanto a indústria quanto o varejo de materiais de construção em compasso de espera, e acabou intensificando ainda mais a paralisia das vendas no início do ano. Para Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materias de Construção (Abramat), a espera por um IPI menor foi uma forte razão, somada à demanda já abalada, para a queda de 15,7% que o setor teve em janeiro, ante mesmo mês do ano passado. Foi a terceira queda consecutiva nesse tipo de comparação, e a maior, depois de um ciclo de 29 meses seguidos de crescimento. Em novembro já havia sido registrada redução, de 4%, que se repetiu em dezembro, com vendas 4,5% menores que um ano antes. No varejo, há a mesma preocupação. "Estamos aguardando esse pacote desde o início de janeiro, e isso desandou o mercado nos últimos 40 dias", disse o presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Conz. "Causou uma retração natural do consumidor em relação à loja; e uma retração ainda maior das lojas em relação à indústria." De acordo com a Anamaco, a venda de materiais de construção nas lojas em janeiro caiu 11,5% em relação a janeiro de 2008. "É difícil saber o quanto disso é crise, e quanto é o adiamento de compras", disse Conz.   
BSB, 19/2- A Carbone Construtora e o fundo TRX Realty descobriram uma lacuna no mercado imobiliário: a construção de empreendimentos de logística, galpões para indústrias leves e lojas de varejo sob encomenda, com valores entre R$ 5 milhões e R$ 35 milhões. "O segmento era muito mal atendido. Ou as empresas contratavam os grandes players e pagavam caro ou elas mesmas bancavam as obras. Elas também tinha a opção de fazer negócio com os proprietários dos terrenos, mas isso era muito raro", afirma José Alves, diretor da TRX. A parceria, que já dura um ano, tem rendido bons frutos. As companhias possuem atualmente R$ 60 milhões na operação de três projetos para empresas que faturam mais de R$ 1 bilhão ou estão em um grupo que possuem esse faturamento anual - dois em São Paulo e um em Fortaleza. E a meta é atingir R$ 500 milhões em operações imobiliárias nas principais cidades do País - São Paulo e entorno, Salvador, Fortaleza, Rio de Janeiro e Florianópolis. Alves explica que esses locais foram escolhidos por causa da demanda. "Queremos concentrar 50% dos nossos esforços no Sudeste, 22% no Sul e o restante no Nordeste", afirma o diretor da TRX. Em São Paulo, as empresas já têm mais de 1 milhão de metros quadrados nas rodovias Dutra e Régis Bittencourt e na região de Cabreuva. "É uma vantagem competitiva porque temos os terrenos para oferecer para os clientes. É como um cardápio com as melhores localizações", diz Alves. Alves acrescenta que com a crise fazer empréstimos bancários se torna uma operação muito cara e é quase impossível mexer no caixa, porque as companhias precisam de capital de giro. "É por isso que as soluções built-to-suit, que não são consideradas como gastos, são cada vez mais procuradas."   
BSB, 18/2- Atendendo pleito da CBIC, o Ministério das Cidades publicou nesta sexta-feira (13) a Portaria 66, que altera itens do Manual de Instruções para aprovação e execução dos Programas do Ministério inseridos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Dentre eles, destaque para os seguintes: a Caixa deverá observar o prazo de até 10 (dez) dias úteis, contados da formalização da solicitação pelo Ente Federado, para aferir a medição dos serviços executados; os recursos destinados à execução dos Termos de Compromisso deverão ser mantidos bloqueados em conta específica e poderão ser desbloqueados em parcelas quando da apresentação do correspondente Boletim de Medição; no momento da aferição, pela Caixa, se for constatada divergência entre o Boletim de Medição da parcela anterior e o respectivo valor desbloqueado, a diferença a título de glosa será automaticamente descontada do Boletim de Medição imediatamente posterior, de modo que o pagamento dos valores glosados fique suspenso até regularização das pendências; caso o valor da glosa efetuada pela Caixa seja superior ao valor indicado no Boletim de Medição imediatamente posterior, não haverá desbloqueio dos recursos enquanto essa situação se mantiver; a última parcela do Termo de Compromisso somente poderá ser desbloqueada após a aferição do Boletim de Medição pela Caixa com os devidos ajustes oriundos de eventuais glosas, e as irregularidades detectadas devem ser sanadas, sob pena de suspensão dos repasseses.   
BSB, 17/2- A Abecip, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas e a Ordem dos Economistas do Brasil abriram inscrições para a 3a turma do MBA Economia da Construção e Financiamento Imobiliário. As aulas acontecem às terças e quintas-feiras e começam dia 31 de março, somando carga de 400 horas.   
BSB,15/2- A crise financeira internacional diminuiu, mas não tirou do setor de construção civil a previsão otimista para 2009. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, afirmou que, a exemplo do ano passado, o setor será o que mais vai crescer em 2009. “Com certeza seremos o setor que mais vai crescer no Brasil. Não será nenhum espanto que alcancemos a marca de 5% em 2009. Ainda que seja menor que os 9,2% que estamos prevendo para 2008, 2009 será um show. Com certeza ajudaremos o Brasil a não cair tanto com a crise e, de quebra, ajudaremos também o país a segurar a taxa de desemprego. Posso dizer seguramente que o nosso setor será priorizado em 2009”, acrescentou. Para justificar o otimismo, Safady cita os investimentos em infra-estrutura anunciados pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. “Para as obras públicas, o ministro anunciou mais R$ 140 bilhões em infra-estrutura. Estamos aguardando para a semana que vem uma nova proposta de habitação de interesse social. O governo fala de 1 milhão de novas unidades. Mesmo não atingindo essa marca, sabemos que será um número muito grande”. O presidente da Cbic reforça os argumentos, lembrando que as obras de mobilidade urbana previstas para ajudar na infra-estrutura da Copa do Mundo de 2014 também ajudarão a aquecer o setor. “Elas provavelmente virão em maio, o que significa, já no segundo trimestre, mais investimentos e melhores condições para a contratação de mão-de-obra”. Apesar de o Ministério do Trabalho ter divulgado que a construção civil demitiu 82 mil trabalhadores, Safady garantiu que o setor bateu todos os recordes de admissões em 2008. Segundo o empresário, os indicadores apontam que a questão do emprego já está estabilizada na construção civil e a situação deve continuar estável até o fim de 2010.   
BSB, 15/2- Dos R$ 10 bilhões anunciados em outubro pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, para injetar capital de giro nas empresas do setor de construção civil, apenas R$ 10 milhões foram contratados. A informação foi dada pelo presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady Simão. A crítica de Safady é direcionada principalmente à forma como a Caixa Econômica Federal conduziu a liberação do compulsório, anunciada por Mantega durante o 3º Encontro Nacional da Indústria (Enai) em 2008. O negócio, feito para resolver de forma emergencìal o problema de capital de giro, não funcionou, segundo Safady. “Eu falei isso para o ministro. Disse que era um absurdo porque acabou colocando os compulsórios numa situação pior, deixando-os mais caros e difíceis do que o que havia anteriormente”. De acordo com Safady, o governo alegou que o problema era decorrente de um travamento da Caixa, mas que iriam resolver. “Essa é até hoje a nossa expectativa”, disse. Por outro lado, o crédito nos bancos, apesar de travado para a maior parte dos setores, não afeta tanto o da construção civil. “Nosso caso é diferente. Temos crédito compulsório decorrente da poupança, que tem uma aplicação obrigatória de 65% no mercado. Se o banco não aplicar esse dinheiro, ele terá um rendimento muito baixo no Banco Central, de 80% da TR [a Taxa Referencial], que está em cerca de 1,5%. Essa armadilha do BC força a aplicarem no mercado”, explicou. Mesmo assim, segundo Safady, os bancos têm burocratizado o processo de obtenção de créditos.`“O que sentimos é que os bancos estão mais seletivos. Um processo que eles levavam 15 minutos para analisar leva agora dois meses”, afirmou.   
BSB, 14/2- O Ministério das Cidades divulgou a lista de cidades selecionadas para receberem os financiamentos do Programa de Atendimento Habitacional pelo Setor Público (Pró-Moradia). O programa contemplará os municípios com créditos para a construção de conjuntos habitacionais e a implantação de projetos de urbanização. Só os projetos de urbanização devem atender cerca de 60 mil famílias. Já a construção de conjuntos habitacionais mais de 2.500 famílias. O município paulista de São Bernardo do Campo, que tem como prefeito o ex-ministro do Trabalho Luiz Marinho, é o que terá o maior número famílias beneficiadas com a construção de conjuntos habitacionais. Serão 1.236 famílias atendidas, num total de R$ 57 milhões em investimentos. O programa também favorecerá, com moradias, dois municípios acreanos – Rio Branco e Cruzeiro do Sul – e alguns bairros de Belo Horizonte. O Distrito Federal será a unidade federativa mais beneficiada com projetos de urbanização, com obras previstas para Ceilândia e Planaltina, além das capitais Boa Vista (RO) e Belo Horizonte (MG). “O Pró-Moradia é um programa de atendimento habitacional por intermédio do financiamento do poder público com recursos do FGTS [Fundo de Garantia do Tempo de Serviços]. Tem como objetivo oferecer acesso à moradia adequada à população em situação de vulnerabilidade social e com rendimento familiar mensal preponderante de até R$ 1.200”, disse Mirna Quinderé Belmino Chaves, diretora do Departamento de Urbanização de Assentamentos Precários, órgão ligado à Secretaria Nacional de Habitação.   
BSB, 13/2- O empreendimento imobiliário Infinity, que seria construído em Juiz de Foa (MG), no Bairro Estrela Sul, Zona Sul da cidade, foi cancelado. A empresa responsável pelo condomínio, Agra Incorporadora, com sede em São Paulo, revela que a crise econômica que se instalou no país motivou a decisão de não mais realizar a obra. O diretor de novos projetos, Fernando Albuquerque, conta que é a primeira vez que a incorporadora passa por essa situação. Ele diz que até agosto de 2008 as vendas estavam dentro das expectativas, mas , no final do ano, houve queda significativa e aumento da inadimplência, fatores que inviabilizaram o projeto. O diretor não revela a quantia, mas garante que a Agra fez um grande investimento para o lançamento do Infinity em março do ano passado. No entanto, afirma que o prejuízo não foi repassado aos clientes. 'Realizamos a rescisão de todos os contratos, além da devolução integral do investimento corrigido.' O projeto do condomínio previa a construção cinco prédios, com 500 apartamentos de três quartos, cada unidade com com 112 metros quadrados. O valor médio do imóvel, segundo a Agra, era de R$ 270 mil. Na primeira fase do projeto seriam disponibilizados 300 apartamentos, 88 haviam sido vendidos.   
BSB, 12/2 - O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) realiza no próximo final de semana a 3ª Semana Tributária da Construção Civil. A iniciativa visa atualizar as construtoras e incorporadoras com relação aos tributos e recolhimentos de encargos do setor. Durante o evento, será possível discutir conceitos e procedimentos contábeis e tributários aplicáveis à construção civil, para que sejam utilizados como um instrumento de gestão e controle indispensável ao planejamento tributário das empresas. A Semana Tributária destina-se a diretores, administradores, gerentes, contadores e demais profissionais ligados à gestão empresarial na construção civil. Representantes de entidades associadas ao SindusCon-SP terão desconto na inscrição.   
BSB, 12/2- O programa de construção de casas populares, que será anunciado pelo governo em breve, deverá buscar a simplificação de procedimentos e a redução dos custos financeiros das obras. A informação foi dada pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, durante o Encontro Nacional de Prefeitos e Prefeitas. Segundo ela, a intenção é diminuir o tempo de construção de uma habitação de 33 meses para 11 meses. A ministra também disse que o programa deverá contemplar famílias com renda entre dois e dez salários mínimos. A intenção do governo é viabilizar a construção de um milhão de moradias até 2010. Questionada pelos jornalistas, a ministra não quis dar mais informações sobre o plano. 'Se eu esclarecer, tenho que dar detalhes de uma coisa que não está inteiramente aprovada. O plano vai sair nos próximos dias, vai ser um bom plano, robusto. Mais do que isso só posso divulgar quando estiver concluída a elaboração', disse. O plano para a construção de moradias populares foi mencionado pela primeira vez durante discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Manguinhos, no Rio de Janeiro. O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, já adiantou que o governo pretende criar um fundo garantidor de R$ 500 milhões para assegurar o pagamento de empréstimos das moradias.   
BSB, 7/2- O Índice Nacional da Construção Civil abriu o ano de 2009 com taxa de 0,39%. O resultado do mês de janeiro aponta uma desaceleração em relação a dezembro, quando o índice havia ficado em 0,62%. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nos últimos 12 meses o índice acumula alta de 11,68%, abaixo do acumulado nos 12 meses anteriores (11,73%). Na comparação com janeiro do ano passado (0,44%), houve recuo de 0,05 ponto percentual. O custo nacional por metro quadrado passou de R$ 676,78 em dezembro para R$ 679,41 em janeiro. Desse total, R$ 397,76 se referem a gastos com materiais de construção e R$ 281,65 com mão-de-obra. De acordo com o levantamento, a parcela dos materiais teve alta de 0,53%, mas recuou 0,09 ponto percentual em relação ao resultado de dezembro (0,62%). Já a mão-de-obra foi o item que apresentou desaceleração mais intensa, fechando janeiro em 0,18% depois de ter registrado alta de 0,61% no mês anterior. O levantamento aponta ainda que as maiores elevações foram observadas nas Regiões Sul (0,53%) e Nordeste (0,52%), com taxas acima da média nacional (0,39%). Já o Norte (0,29%) e o Sudeste (0,28%) tiveram variações abaixo da média nacional, enquanto o Centro-Oeste registrou o mesmo percentual (0,39%). Os custos regionais apontaram os seguintes valores, por metro quadrado: R$ 718,80 no Sudeste; R$ 676,89 no Norte; R$ 670,61 no Sul; R$ 649,31 no Centro-Oeste e R$ 636,25 no Nordeste.   
BSB, 7/2-As empresas do segmento imobiliário devem ficar atentas, pois o prazo para a entrega da Dimob (Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias) será no último dia útil de fevereiro, dia 27 (após o Carnaval). As informações que deverão constar na declaração são as operações ocorridas a partir de 1º/1/2008. A empresa que não entregar a Dimob ou que entregá-la após o prazo será penalizada em R$ 5 mil por mês-calendário. Para mais informações, acesse o site da Receita Federal: www.receita.fazenda.gov.br.   
BSB, 7/2- A Câmara Brasileira da Indústria da Construção, através do Grupo de Acompanhamento da Crise (GAC) cobrou do governo maior agilidade nas decisões, melhora nas condições de crédito e redução da taxa de juros. O grupo, do qual a CBIC faz parte, foi criado em dezembro de 2008 para analisar o cenário da crise internacional e as medidas a serem tomadas pelo governo no mercado interno. Dentre as cobranças, a referente à liberação dos recursos da linha de crédito de capital de giro de R$ 3 bilhões para as construtoras, anunciada em outubro do ano passado. Na ocasião, o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, informou ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, a dificuldade enfrentada pelas empresas do setor no que se refere ao acesso à linha de financiamento de capital de giro, de R$ 3 bilhões, junto à Caixa Econômica Federal. A medida, que prevê liberação de R$ 3 bilhões de crédito para construtoras não está funcionando. Segundo Simão, dos R$ 3 bilhões, apenas R$ 50 milhões foram liberados pela Caixa até o momento em razão das exigências de garantias adicionais, o que inviabiliza a operação do modelo original.   
BSB, 5/2- O custo da construção civil no estado de São Paulo subiu 0,21% em janeiro, puxado pela alta de 0,44% no preço médio dos materiais, segundo divulgou o Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (SindusCon-SP). Conforme o estudo, elaborado pelo SindusCon-SP e pela FGV Projetos, a alta do Custo Unitário Básico (CUB), para R$ 827,62 por metro quadrado, teve origem no reajuste de insumos estratégicos para o setor. A brita, por exemplo, teve alta de 3,19%, e o concreto, de 1,6%. "Esses insumos foram, inclusive, uns dos 20 que subiram muito acima do IGP-M no acumulado dos doze meses terminados em janeiro. A brita aumentou 30,57% neste período e o concreto, outros 22,64%, contra 8,15% do IGP-M", informou o sindicato. Segundo o estudo, tanto o custo da mão-de-obra quanto do administrativo não tiveram variação em janeiro. Em doze meses terminados no primeiro mês de 2009, o CUB acumula alta de 11,11%.   
BSB, 3/2- O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, disse que o setor já está sendo afetado pela recessão na qual mergulhou a economia brasileira — com queda do Produto Interno Bruto (PIB) no último trimestre do ano passado e neste início de 2009. “Infelizmente, a deterioração da atividade foi muito maior do que o esperado. E tudo indica que a tendência é de a situação só piorar nos próximos meses, caso o governo não aja com maior rapidez para baixar as medidas que darão incentivos à construção”, afirmou. Na sua avaliação, os constantes adiamentos do Plano Nacional de Habitação (Planab), que deveria ter saído no início da segunda quinzena de janeiro, só têm contribuído para aumentar o pessimismo, adiar os investimentos e ampliar as demissões. Diante desse quadro, Safady assinalou que o lançamento do Planab não pode passar de fevereiro. Na avaliação do empresário, que tem encontro marcado com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, na quarta-feira, o governo não pode se render à burocracia e estender demais os estudos. O pacote habitacional tem como objetivo fomentar a construção de moradias para famílias com renda mensal de até R$ 2 mil. como no momento, o foco do governo está em medidas para combater a crise e gerar empregos, a ordem é buscar instrumentos que possam ser implantados rapidamente e que vão da desoneração de tributos sobre materiais de construção ao aumento do subsídio do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).   
BSB, 2/2- As empresas de construção civil com a contabilidade em dia poderão obter com mais agilidade os documentos que provam que as obras não têm pendências com os cofres públicos. A Receita Federal publicou instrução normativa, que reduz das atuais três horas para 30 minutos, o tempo médio de emissão da Certidão Negativa de Débitos (CND) e da Certidão Positiva com Efeitos de Negativa (CPD-EN). Agora, os responsáveis pela obra precisarão apresentar somente a Declaração e Informação sobre Obra da Construção Civil (Diso), documento que comprova a regularidade dos registros contábeis da empresa. Em caso de mão-de-obra terceirizada, os responsáveis terão de levar ainda a relação dos prestadores de serviços. Essas informações serão investigadas posteriormente pelos auditores fiscais. Ao requerer os documentos, o sistema informatizado da Receita verificará se a empresa está recolhendo corretamente o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) dos funcionários e procurará tributos em atraso. Se não forem constatadas pendências, o contribuinte receberá as certidões automaticamente. De acordo com a Receita, as mudanças têm como objetivo melhorar o serviço ao cidadão nas Centrais de Atendimento ao Contribuinte (CAC) e reduzir a burocracia e os custos no cumprimento das obrigações tributárias. Pouco depois de assumir o comando da Receita Federal, a secretária Lina Maria Vieira tinha prometido acabar com o “caos” na relação com o contribuinte. Em breve, será possível obter as duas certidões por meio da internet. A Receita acrescentou que está trabalhando para oferecer o serviço no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC). O órgão, no entanto, não especificou nenhuma data para a novidade entrar em funcionamento.   
BSB, 31/1- O questionário da 38ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção Civil já pode ser respondido pelos empresários da construção civil em todo o país. A pesquisa é realizada pelo SindusCon-SP em parceria com a FGV Projetos e representa um importante instrumento de avaliação e divulgação da opinião do setor, que fortalece não só o conhecimento dos seus agentes mas também as relações entre os sindicatos da construção em todo o país. A sondagem é trimestral e tem o apoio da CBIC. Ela é baseada num questionário que busca avaliar o desempenho recente das empresas construtoras e incorporadoras em cada um dos Estados brasileiros e as perspectivas empresariais para os próximos meses. Quanto mais empresários responderem, mais fielmente a sondagem refletirá a situação e as expectativas do setor. A pesquisa também é vista por governos, empresários, consultorias e imprensa como uma fonte fidedigna do desempenho do setor e de suas perspectivas. O questionário poderá ser enviado até 18 de fevereiro. A forma mais rápida de fazê-lo é clicar aqui, responder as questões e enviar. Se preferir, o empresário pode enviar o questionário preenchido pelo fax (11) 3334-5690. Para utilizar o correio, envie para Rua Dona Veridiana, 55, CEP 01238-010, São Paulo, SP, aos cuidados do Setor de Economia.   
BSB, 312/1- O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, anunciou portaria que proíbe a compra, o aluguel e a utilização do amianto em obras e serviços nos órgãos vinculados ao ministério, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), entre outros. A expectativa da Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto (Abrea) é de que os outros ministérios acompanhem a medida. Estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS) mostram que a exposição ao minério causa danos irreversíveis à saúde como tumores e doenças pulmonares.   
BSB, 29/1- O presidente Paulo Safady Simão levou ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, e ao presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, um diagnóstico do setor da construção, junto com uma série de propostas para mitigar os impactos da crise e da redução do crédito no segmento. Entre as principais estão a manutenção dos níveis de investimento nos financiamentos imobiliários, a redução do prazo para pagamento de faturas de obras públicas, como forma de garantir capital de giro para as empresas; o fim dos entraves nos convênios de repasse de recursos do PAC através da Caixa Econômica Federal; a consolidação do banco de projetos e a criação de um grupo de trabalho para discutir os principais pontos que impedem o bom andamento das obras públicas. Paulo Simão também aproveitou a oportunidade, para pedir a manutenção das regras de financiamento pactuadas nos plantões de vendas de imóveis.   
BSB, 27/01 - O setor varejista de material de construção brasileiro, que movimentou R$ 43 bilhões em 2008, tem buscado maior acesso a crédito e formas de se capitalizar para poder continuar a expandir, além de poder passar sem grandes problemas pela crise econômica mundial, já que desde o final do ano passado suas vendas estão menos aquecidas. A rede Dicico, por exemplo, está em busca de um fundo de private equity para ser sócio investidor. A intenção é vender até 20% da companhia. Já os varejistas menores desejam maior acesso ao crédito e também querem ser beneficiados por medidas do governo, como, por exemplo, que os proprietários de lojas sejam incluídos na resolução do Banco Central, de novembro de 2006, que alterou as regras sobre operações de microcrédito destinadas à população de baixa renda e aos microempreendedores. De acordo com a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), o setor possui mais de 138 mil lojas, sendo que 98% são pequenas e médias, apenas 2% são home centers. O varejo de construção espera ainda ser beneficiado, junto do setor de construção civil, por medidas que devem ser anunciadas pelo governo na semana que vem. Segundo o presidente da Anamaco, Cláudio Conz, há várias propostas, desde a redução do Imposto Sobre o Produto Industrializado (IPI) no material de construção, assim como aconteceu com os veículos, até ampliação de financiamentos e maior acesso a crédito para o consumidor e para os lojistas. Os proprietários de pequenaslojas poderiam ser incluídos na resolução do Banco Central de ampliação de operações de microcrédito. Para ele, o setor também tem demanda e o que é preciso é desburocratizar a compra, já que mesmo quando a situação econômica está ruim, o segmento ainda cresce cerca de 4,5% por ano, em função de obras que precisam ser entregues e reformas e reparos necessários nas casas.   
BSB, 26/01 - Depois de verificar que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) demorou mais que o esperado para ser implantado, a construção civil paulista aposta agora que o cronograma de iniciativas, lançado em 2007, pelo governo possa contribuir para que o Brasil enfrente a crise financeira mundial. A constatação foi feita pelo presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP), Sergio Watanabe, que esteve reunido na terça-feira com vários representantes do setor. Segundo ele, a expectativa é que o PAC aliado à redução dos juros, estímulo ao crédito e pacote habitacional contribuam com a recuperação das vagas de emprego fechadas em 2008, ainda neste primeiro trimestre. "Se mais adiante houver necessidade de lançar mão de instrumentos para evitar demissões, tais como redução de jornada ou suspensão temporária do contrato de trabalho, isso será discutido caso a caso e efetuado dentro do que determina a lei", disse. O coordenador do curso de Administração da Faculdade Rio Branco, Douglas Renato Pinheiro, também concorda que o governo terá que colocar o PAC em andamento a fim de amenizar os efeitos da crise mundial na economia brasileira. "O PAC prevê uma série de investimentos em obras de infra-estrutura, o que impulsionaria a criação de empregos e amenizaria os efeitos da crise", ressalta. Para o diretor de economia do Sinduscon-SP, Eduardo Zaidan, mesmo que haja um crescimento zero do Produto Interno Bruto (PIB), o setor vai crescer impulsionado pelo carregamento das obras já contratadas. "As construções em execução devem impactar em um PIB do setor entre 3% a 3,5% no ano que vem. Há um horizonte de trabalho de pelo menos seis meses", disse.   
BSB, 26/01- O ano de 2008 foi tão surpreendente para a construção civil que a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) chegou a rever para cima quatro vezes sua projeção de crescimento para o setor. Ainda assim, cresceu acima do esperado. Os fabricantes de materiais começaram 2008 contando com uma ampliação de 12% nas vendas, e, em novembro, já falavam em uma ampliação de 28%. Segundo o balanço do ano, divulgado ontem pela Abramat, o faturamento teve ampliação de 30,1%, para R$ 101,5 bilhões - nível inédito para o setor. Considerado apenas o mercado interno, o incremento é ainda maior - alta de 33,2%, para R$ 96 bilhões. As exportações têm uma participação de apenas 5% nos negócios, e fecharam o ano com queda de 11%, para R$ 5,3 bilhões. Levando em consideração apenas dezembro, o resultado é também positivo, garantido pelo alto patamar que o setor acumulou no ano - foram R$ 7,5 bilhões faturados no mês, alta de 13% sobre dezembro de 2007. Sobre novembro, no entanto, houve queda de 9,9%. "Até setembro o setor vinha em um crescimento espetacular, mas no último trimestre as taxas começaram a reduzir. Entre as construtoras houve quase uma parada nos lançamentos", disse Ana Maria Castelo, analista da FGV Projetos. "Mas o nível da atividade ainda é alto, com as obras de um ano, 18 meses atrás ainda em andamento." Com isso, explica Ana Maria, o setor entra em 2009 com cautela, contando com os sinais de apoio do governo - como ampliação do uso do FGTS na compra de um imóvel ou a possível redução de IPI para materiais de construção - para, pelo menos, manter o patamar de 2008. "De qualquer forma", lembra a analista, "já estamos em um patamar novo". "Mesmo crescendo menos, não voltamos para os níveis de três ou quatro anos atrás", disse.   
BSB, 24/01 - O setor da construção civil aposta nas medidas do governo – redução de juros, estímulo ao credito, investimentos do PAC e pacote habitacional - para o crescimento econômico que, em conseqüência, evitarão a redução de postos de trabalho. Este é o resumo das conversações mantidas durante reunião (terça-feira, 20, janeiro, 2009) na sede do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de São Paulo (Sinduscon/SP), com a participação de dirigentes de entidades representantes dos trabalhadores: Sintracon/SP; Feticom/SP; e Conticom.* O objetivo principal do encontro foi estender a pauta de discussões anteriores, com foco na análise das possibilidades de adotar ações conjuntas em favor da manutenção do emprego no setor. Acerca dos itens que mais causam polêmica – a redução da jornada; e a suspensão temporária do contrato de trabalho, resultou o “compromisso de analisar caso a caso, e conforme determinações da lei”, de acordo com as informações do Sinduscon Para Antonio Ramalho, do Sintracon/SP, a redução da jornada com diminuição de salário é de difícil adoção na construção civil. Ele lembrou que medidas como a suspensão temporária do contrato de trabalho nasceram de uma iniciativa conjunta do SindusCon/SP e do Sintracon. Ele entende que agora o setor deve lutar pela queda dos juros e por mais qualificação. Emílio Alves Ferreira Júnior, da Feticom, considerou o problema do emprego na construção menos preocupante que em outros setores, e sugeriu que questões como redução de jornada e suspensão de contratos sejam tratadas dentro do setor, enquanto problemas como diminuição dos juros e encargos continuem sendo negociados no âmbito das centrais e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Valdemar Pires de Oliveira, da Conticom, manifestou-se contrário ao setor entrar na discussão de redução da jornada ou suspensão dos contratos.   
BSB, 23/01- As vendas de cimento do Japão recuaram 5,8% em dezembro de 2008, para 5,48 milhões de toneladas métricas, em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados hoje por uma entidade ligada ao segmento no país asiático. O resultado, que representa a 17ª queda mensal consecutiva no indicador, foi influenciado pelo impacto negativo da crise financeira global sobre o setor de construções no Japão. Segundo a Associação do Cimento local, as vendas domésticas do material recuaram 5,4% no último mês, para 4,59 milhões de toneladas métricas.   
BSB, 23/01- Os fabricantes e revendedores de material de construção, acompanhados pela senadora Ideli Salvatti (PT-SC), pediram ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, mais crédito e facilidade de acesso a linhas de financiamento para a compra de material de construção. Além disso, foi solicitada desoneração de todos os produtos da cesta da construção civil. Uma das propostas apresentadas pelos empresários é permitir que as operações de microcrédito — feitas pelos bancos com os 2% do compulsório sobre os depósitos à vista — contemplem também a compra de material de construção. Para técnicos do governo, não há restrição ao uso do microcrédito para isso. Em dezembro, segundo dados do Banco Central, os bancos deveriam ter destinado R$ 2,426 bilhões para operações de microcrédito, porém, emprestaram apenas R$ 1,326 bilhão. Outra sugestão, que segundo os empresários daria um fôlego ao setor, é a desburocratização da concessão do Construcard — linha de financiamento da Caixa Econômica Federal para a compra de material de construção. O presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Conz, explicou que a pessoa física tem muita dificuldade para ter acesso ao Construcard devido à quantidade de exigências da Caixa, como fiança e avalista. Para amenizar o problema, as lojas de material de construção estão dispostas a serem avalista de parte da transação. No ano passado, por exemplo, essa linha de crédito para financiamento de material de construção contava com R$ 400 milhões de recursos oriundos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e menos de 100 milhões foram emprestados. Para 2009, o orçamento previsto — sendo que mais de 90% fica nas mãos da Caixa — é de R$ 1 bilhão.   
BSB, 22/01- O Governo estuda reduzir impostos para construtoras e facilitar registro de moradia O estímulo à construção de imóveis de até R$ 100 mil é uma das principais apostas do governo na formulação do programa habitacional que será divulgado até o fim do mês. O objetivo é atender à demanda da população de classe média baixa. Além de estudar como ampliar a oferta de crédito e desburocratizar o registro de imóveis, os técnicos querem aliviar os impostos das construtoras para reduzir os preços. A ideia é reduzir ou eliminar, para casos específicos, o chamado Patrimônio de Afetação, instrumento criado em 2004 que permite a separação entre os custos de uma obra e o patrimônio da construtora. Esse mecanismo tem um Regime Especial de Tributação (RET) do governo federal, que taxa em 7% o imóvel em construção. Para presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, a redução do tributo deixaria os imóveis mais baratos e estimularia a produção de novas unidades. O programa, que está sendo preparado pela equipe econômica, em conjunto com a Casa Civil, tem quatro eixos: estímulo à habitação popular (voltado para classe média baixa); habitação de interesse social (para população mais pobre, com renda de até R$ 1.050); classe média alta, com eventuais alterações nas regras de uso do FGTS; e estímulo à compra de materiais de construção. O foco na construção não é por acaso. Trata-se de um setor que, quando estimulado, responde rapidamente com a criação de empregos, com desdobramentos na indústria e no comércio de cimento, vergalhões, tintas e outros materiais de construção.   
BSB, 21/01- Em tempos de dúvidas sobre o futuro da economia mundial, a Stan Desenvolvimento Imobiliário aposta que além de preços outros diferenciais de mercado podem ajudar a sustentar suas vendas. Especializada em projetos de alto padrão, a incorporadora assumiu o compromisso da sustentabilidade e passou a adotar a gestão de emissão de em seus projetos. A gestão será realizado por meio de um levantamento, certificando as emissões de gases ocorridas durante o processo construtivo. O primeiro empreendimento da Stan a adotar o procedimento é o Praça Guedala, localizado no bairro Morumbi, na capital paulista. O levantamento será produzido pela ATA (Ativos Técnicos Ambientais), empresa especializada em assessoria no processo de gestão de carbono, e é composto em cinco passos: percepção, inventário (que identifica matérias-primas que geram menos carbono), redução, compensação e certificação. "O maior impacto da construção civil ao meio ambiente acontece no período de construção do empreendimento, e não durante a vida útil do prédio", considera o diretor da incorporadora, André Neuding Filho. "Por isso, resolvemos tomar uma medida para o período anterior ao uso", explica. Para identificar os empreendimentos que terão adoção da gestão de carbono, a Stan criou o selo chamado Carbon Control. O custo da medida é transferido, segundo o executivo, para as obras. Mas a incorporadora acredita que o consumidor que forma seu público entende a medida como um diferencial. "O cliente vai comprar entendendo que não é apenas um apartamento, mas um empreendimento que cumpriu seu papel ecológico", afirma o executivo. A empresa lançou quatro empreendimentos residenciais em 2008 e mantém os planos de lançar três este ano.   
BSB, 19/01- O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse ontem que o governo federal deve anunciar e divulgar, até o carnaval, uma série de balanços e medidas que darão novo fôlego à economia nacional para atravessar o momento de crise. Dentre as principais ações programadas, está o anúncio de um novo pacote de estímulo para o setor de habitação. "Até o carnaval, o governo vai apresentar sua programação orçamentária, que mostrará metas de receitas e gastos; vamos apresentar o balanço anual do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), com projeção dos investimentos; temos a anúncio das projeções de investimento da Petrobras; e o anúncio das medidas para a habitação", enumerou, em entrevista concedida em São Paulo. Segundo Barbosa, o foco do pacote para a habitação que está sendo preparado pelo governo será a população de média e baixa renda. "Serão várias medidas para estimular a construção residencial, principalmente de classe média e baixa da população."   
BSB, 17/01- Apesar do encolhimento em alguns setores da construção civil - com notícias de demissões e cancelamento de futuros projetos imobiliários -, a indústria ainda trabalha a todo vapor para atender o novo patamar de consumo que o Brasil atingiu nos últimos dois anos. Dados preliminares do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic) mostram um crescimento de 14,3% nas vendas do produto para o mercado interno, chegando ao patamar inédito de 51,1 milhões de toneladas comercializadas no ano. Considerado apenas dezembro, a alta foi de 11% sobre mesmo período de 2007, para 3,9 milhões de toneladas. Não apenas é um bom patamar para o último mês do ano - que costuma ter pouco movimento devido aos feriados e ao período de chuvas -, como também é o melhor desempenho para um mês de dezembro dos últimos dez anos. Manutenção em 2009 "Tivemos um ano excepcionalmente bom, puxado fortemente pelos empreendimentos imobiliários", afirmou o presidente do Snic, José Otávio Carvalho. "Ainda há projetos sendo concluídos e iniciados",disse. O impacto da queda nas vendas de imóveis, a redução nos lançamentos e uma possível diminuição das vendas no varejo devem chegar à indústria de cimento a partir deste ano, quando Carvalho prevê "a manutenção da atividade de 2008". Ainda assim, os níveis atingidos em 2008 confirmam a recuperação do setor - depois de um ciclo de retração iniciado em 2000 - e, acredita Carvalho, o elevam irreversivelmente a um novo patamar de consumo. "O consumo de cimento per capta no Brasil fechou 2008 por volta de 270 quilos por habitante. Nem nos melhores anos da década de 70 alcançamos este volume", disse. Em 2007 o consumo per capta foi de 243 quilos. Com as 51 milhões de toneladas de cimento que o Brasil alcançou em 2008, o País deve retomar a posição de 6 maior consumidor de cimento do mundo, posto que perdeu em 1999 para chegar a 10 em 2006.   
BSB, 17/01- A construção civil está, aos poucos, embarcando na onda da sustentabilidade. Segundo a ONG Green Building Council Brasil (GBC), 100 empreendimentos solicitaram a certificação de construção sustentável em 2008, mais que o dobro do ano anterior. Três projetos receberam o selo verde do GBC no ano passado, ante apenas um em 2007. Para o diretor-executivo da ONG, Nelson Kawakami, o certificado ainda atinge menos de 1% das obras no País, mas a procura pelo selo e por profissionais especializados no tema não para de crescer.   
BSB, 15/01- Mais de 70 empresas envolvidas no ramo de construção civil e em obras públicas verdes se reunirão no Fórum Mundial de Energia do Futuro que ocorre de 19 a 21 de janeiro em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos. O Fórum irá fornecer às construtoras detalhes necessários para a adaptação ao Estidama (que significa sustentabilidade em árabe) - programa de sustentabilidade criado para os edifícios e comunidades dos Emirados Árabes Unidos - e a questão mostra-se importante à medida em que cresce a procura por edifícios verdes a longo prazo. "As dificuldades financeiras em curto prazo estão afetando todo o desenvolvimento, não apenas de edifícios verdes", explica o professor de arquitetura da Cardiff University Phillips Jones "A desaceleração da economia teve um impacto importante da indústria da construção. Isso pode trazer benefícios para o projeto. O abrandamento na construção pode permitir mais tempo para ser dada a assuntos relacionados à sustentabilidade. " O Fórum Mundial de Energia do Futuro originou-se a partir da iniciativa da cidade de Abu Dhabi em lançar a plataforma Masdar, com o objetivo de procurar soluções para segurança energética, mudança climática e desenvolvimento humano sustentável. Masdar será a primeira cidade do mundo neutra em carbono e está sendo construída dos Emirados Árabes Unidos. Para o evento que começa dia 19, espera-se uma participação de mais de 15 mil pessoas, 300 empresas expositoras, além de 12 pavilhões de países. Outra novidade é a presença inédita do Brasil.   
BSB, 13/01- Apesar da incerteza com relação ao futuro da economia, devido a crise financeira internacional, a indústria de material para construção está otimista, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). O Termômetro mensal, sondagem realizada pela entidade com empresário do setor, mostra que as medidas adotadas pelo governo para manter o setor aquecido provou um aumento na expectativa de crescimento da indústria de construção, sendo que o índice de confiança saltou de 57% em novembro para 61% em dezembro. De acordo com a Abramat, a previsão de investimentos relevantes no médio prazo também teve acréscimo, de 58% para 61%. Já a capacidade utilizada em novembro representou 86% na média das indústrias de materiais de construção, sendo 84% para as empresas de materiais básicos e 88% para as indústrias de acabamento. "Diante disso, continuamos apostando em um faturamento 28% maior em 2008, somando cerca de R$ 46,2 bilhões", afirma o presidente da Abramat, Melvin Fox. Em 2007, o faturamento teve expansão de 15,5% em relação ao ano anterior. Na ponta do varejo, o cenário também é positivo. Segundo Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), em 2008, as vendas podem ter registrado acréscimo de 9,5% em relação ao ano anterior. No entanto, para 2009 a expansão, embora acima das previsões para a economia (em torno de 2,5%), deve ser um pouco menor.   
BSB, 11/01- A região Sudeste apresentou a maior alta de custo na construção civil (0,83%), enquanto as demais regiões ficaram abaixo da média nacional (0,62%). Norte (0,51%), Nordeste (0,51%) e Sul (0,53%) apresentaram variações muito próximas, enquanto o Centro Oeste (0,14%), situou-se bem abaixo das demais regiões. Os dados fazem parte do Índice Nacional da Construção Civil (INCC) divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2008, o Norte do País registrou o maior acumulado (13,33%), acima das demais regiões: Nordeste (11,25%), Sudeste (11,66%), Sul (11,94%) e Centro Oeste (11,58%). Segundo o IBGE, o preço do metro quadrado na região Sudeste atingiu R$ 716,80 em 2008, seguido pela Norte (R$ 674,90); Sul (R$ 667,06); Centro-Oeste (R$ 646,76) e Nordeste (R$ 632,94). O Sudeste, além de apresentar a maior alta no mês de dezembro, encerrou o ano com o maior custo regional.   
BSB, 11/01- A construção da torre Rússia, projetada pelo arquiteto inglês Norman Foster e que será o arranha-céu mais alto do continente europeu, foi paralisada devido à crise financeira, anunciou na última sexta-feira a imobiliária Russian Land. O prédio, que tinha término da construção previsto para 2012, foi projetado para ter altura de 612 m e 130 andares. "O projeto foi congelado. Tomamos essa decisão", disse em declarações à agência Interfax o presidente da incorporadora Russian Land, Shalva Chigirinsky. Chigirinsky ressaltou que é problemático para sua empresa efetuar projetos na atual situação, quando as taxas de juros são altas e não há recursos para crédito. Além disso, explicou que tomou a decisão de congelar uma série de projetos, entre os quais figuram a conhecida torre Rússia, no centro internacional de negócios Moscow City. Mas os comentários do empreendedor tomaram o escritório de Foster por surpresa. "Até onde sabemos, o projeto não foi paralisado", afirmou a empresa em declaração por e-mail. Chigirinsky se referiu também às dificuldades pelas quais passa sua companhia para realizar o projeto de construção junto à Praça Vermelha do hotel Rússia, projetado também por Foster, entre outros. "Neste caso, o problema é jurídico, mas agora se somou a questão econômica. Se conseguirmos solucionar vários assuntos, este projeto será realizado, independentemente da situação econômica", disse. Por outro lado, afirmou que sua companhia foi obrigada a cortar empregos devido à crise, assim como muitas outras. A torre Rússia tem custo estimado em cerca de US$ 1,5 bilhão e será, se for concluído, o edifício mais alto do continente europeu e o segundo do mundo.   
BSB, 9/01- Mesmo diante da crise global, as perspectivas do mercado de construção civil brasileiro são de crescimento. A Concal, por exemplo, espera lançar no Rio de Janeiro e em Niterói dez empreendimentos, totalizando 721 unidades e R$ 262,78 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV), superando 2008, quando 695 unidades foram lançadas somando R$ 250 milhões de VGV, representando crescimento de 294% com relação ao ano de 2007. A João Fortes Engenharia tem 13 lançamentos previstos para este ano, entre empreendimentos residenciais e comercias, somando VGV na casa dos R$ 700 milhes. A Calçada também está com boas expectativas prevendo seis lançamentos, com 1.471 unidades e um VGV de R$ 329,41 milhões. A CHL contará com cinco lançamentos neste primeiro trimestre. Entre eles, o Olimpo, um residencial exclusivo, construído na Rua Baronesa de Poconé, com apartamentos de três e quatro quartos e vista para o Cristo e para a Lagoa. No período, a CHL ainda terá lançamentos em Botafogo, no Humaitá e na Gávea. Além da Zona Sul, a construtora investirá ainda no Grajaú. As construtoras Enes e Zayd, que formam a mais nova parceria do mercado imobiliário carioca, também devem lançar cinco empreendimentos na cidade com cerca de 600 unidades, algo entre R$ 90 milhões de VGV. A Calçada, empresa de capital fechado, avalia que não sentiu fortes impactos da crise econômica internacional em seus negócios. "Ao contrário dos Estados Unidos, aqui no Brasil os bancos sempre foram muito prudentes ao conceder crédito. Além disso, o aumento de apenas 1% a 1,5% nos juros para o financiamento de imóveis ainda representa um ótimo negócio, sendo que alguns bancos não aumentaram os seus juros e não pretendem fazê-lo ", afirma João Paulo Matos, presidente da Calçada. Rodrigo Conde Caldas, vice-presidente da Concal, também avalia que embora o momento atual seja de retração na economia mundial, o mercado de construção civil no Brasil tende a continuar crescendo.   
BSB, 8/01- O Diário Oficial da União publicou nesta quinta-feira circular na qual confirma que a Caixa Econômica Federal concederá até R$ 3 bilhões em empréstimos às construtoras com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A operação, que já havia sido aprovada pelo conselho curador do FGTS em dezembro de 2008, prevê que os recursos devem ser aplicados pelas empresas na construção de residências que estejam de acordo com o Sistema Financeiro de Habitação (SFH). A taxa mínima de juros para esses empréstimos será de 7%. No caso de empreendimentos não classificados como habitações populares, o valor mínimo é de 9%.   
BSB, 7/01- O varejo especializado na venda de material de construção começa o ano com disposição. Depois de segurar os pedidos para a indústria de novembro até a primeira quinzena de dezembro, por conta de dificuldades de crédito junto aos fornecedores e do aumento de preço dos produtos com insumos importados, os varejistas estão não só voltando a se abastecer, mas também elevando os pedidos. "O varejo segurou as compras e desovou os estoques no final de 2008 através de ofertas para fazer caixa. Agora, as redes estão com estoques baixos e precisam repor produtos. Os executivos negociam à exaustão para conseguir bons preços", diz Cláudio Conz, presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). De acordo com a entidade, os varejistas estão dispostos a aumentar os estoques em até 10% para conseguir descontos em seus pedidos. A C&C, maior rede varejista do setor, confirma a disposição do varejo para negociar maiores volumes com a indústria. E na rede Dicico, as negociações estão ainda mais agressivas. Em algumas categorias a varejista encomendou até 25% a mais do que normalmente compraria para esta época do ano. "Aumentamos o volume de compras e conseguimos boas negociações", afirma Dimitrios Markakis, presidente da empresa. A principal expectativa do varejo é a redução da burocracia em financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).   
BSB, 7/01- O ministro da Fazenda, Guido Mantega, se reúne com empresários para discutir medidas de incentivo às áreas de construção civil e de infra-estrutura. De acordo com Paulo Godoy, presidente da Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústria de Base (Abdib), o foco do governo deverá se concentrar em novas desonerações tributárias para estimular os investimentos em setores que são grandes geradores de emprego. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, afirmou que o pacote de benefícios para reativar o setor poderá alcançar R$ 200 bilhões. Este conjunto de medidas envolveria novas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e programas habitacionais de interesse social.   
BSB, 6/01- Os gastos com construção nos Estados Unidos recuaram em 0,6% novembro totalizando US$ 1,078 bilhão ante US$ 1,085 bilhão. O resultado surpreendeu o mercado positivamente, pois os especialistas esperavam queda de 1,2% no mês. Os gastos com construções privadas recuaram 4,2% enquanto os gastos com construções públicas tiveram incremento de 1,4% em novembro. As informações foram divulgadas há pouco pelo Departamento do Comércio dos Estados Unidos. Já o Reino Unido registrou a maior retração do setor de construção em 11 anos. O índice do setor de construção do Chartered Institute of Purchasing and Supply (CIPS)/Markit caiu de 31,8, em novembro, para 29,3 pontos, em dezembro. É o menor índice desde 1997, quando a pesquisa começou a ser realizada. Este é o décimo mês consecutivo que o indicador ficou abaixo da marca de 50 pontos, nível que separa contração de crescimento.   
BSB, 4/01– Nem a crise do sistema financeiro internacional foi capaz de abalar o crescimento nas vendas de materiais de construção. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), entre janeiro e agosto deste ano, o comércio destes produtos cresceu 34,8%, em relação ao mesmo período de 2007. Para o presidente do Sindicato do Comércio Atacadista do Distrito Federal (Sindiatacadista/DF), Fábio de Carvalho, o crescimento nas vendas se deve, em grande parte, ao setor de construção civil. “Empreendimentos imobiliários demandam muita matéria-prima e o crescimento da construção civil reflete positivamente em setores relacionados, como é o de materiais de construção”, considera. Embora a crise financeira ofereça como lógica o encolhimento da economia brasileira, o setor imobiliário registra crescimento. Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), nos primeiros oito meses de 2008, o crescimento do volume de financiamentos chegou a 97,9% e o número de unidades comercializadas cresceu 68,7%, em relação ao mesmo período do ano anterior. De acordo com Roil Soares, sócio-gerente das lojas Ferragens Pinheiro, diferentemente do que se especula, realizar investimentos palpáveis, principalmente em momentos de escassez financeira, é um bom negócio. “A valorização dos imóveis no Distrito Federal é constante. Além disso, não há terremotos e nem outras catástrofes naturais iminentes. Comprar ou construir um imóvel é fazer um investimento palpável, de alta rentabilidade e que não está sujeito às variações do mercado financeiro. Por isso, considero que o comércio de materiais de construção seguirá bem”, considera. Roil Soares estima que o crescimento nas vendas de materiais de construção da sua empresa, em 2008, foi de 28%, em relação ao ano passado.   
BSB, 4/01- A falta de confiança parece um problema maior do que a própria crise financeira mundial para a construção civil brasileira. De acordo com o diretor de economia do Sindicado da Indústria da Construção civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Eduardo Zaidan, mesmo que haja um crescimento zero do Produto Interno Bruto (PIB), o setor vai crescer impulsionado pelo carregamento das obras já contratadas. "A construções em execução devem impactar em um PIB do setor entre 3% a 3,5% no ano que vem. Há um horizonte de trabalho de pelo menos seis meses", disse. Segundo a economista da Tendências Consultoria, Amaryllis Romano, o cenário é bem possível, já que enxugando o problema de liquidez, os investimentos e a demanda vão retomar o ritmo, que apesar da crise mundial, não está em um nível ruim. "O cenário doméstico não é catastrófico", afirma Amaryllis avalia que a mudança conjuntural, a partir de setembro, quando houve o ápice da crise mundial, não foi capaz de alterar a perspectiva de expansão para o ano novo "Em 2009 a construção vai crescer cerca de 4%, mas apesar da desaceleração prevista para acontecer em relação a 2008, a taxa é considerada positiva. Em 2007 o setor cresceu 5,1%", analisa. Para 2008, apesar de ainda não ter consolidados todos os dados, o economista do Sinduscon-SP revela que, mesmo diante da crise, o PIB da construção deve mesmo ser 10% maior que em 2007, totalizando R$ 113,6 bilhões. "Isso representa um crescimento acumulado de 34% desde 2004. Nesse mesmo período o PIB brasileiro cresceu 26%", destaca Zaidan. Já Amaryllis estima que a construção vai apontar expansão de 7% em 2008, sendo que as obras públicas devem representar de 33% a 37% desse crescimento.   
BSB, 3/12- A Caixa Econômica Federal exigirá, a partir de 2/1, a comprovação do uso de madeira legal por empresas do segmento imobiliário. A medida consiste na apresentação, pelas construtoras, do Documento de Origem Florestal (DOF) das madeiras utilizadas nos novos contratos de financiamento de empreendimentos habitacionais. Para que a ação tenha adesão significativa, será incluída nos contratos cláusula que torna obrigatória a apresentação desses documentos A ação terá caráter educativo até 30 de junho de 2009, conforme negociação feita com o setor da construção. A partir dessa data, as construtoras que não apresentarem a documentação comprobatória serão informadas ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), órgão competente para verificar as possíveis irregularidades. A Caixa elaborou um plano de ação que prevê ações de curto e médio prazo, no período de 2008 a 2010 voltadas para a preservação do meio ambiente. O banco terá em seu portfólio produtos e serviços socioambientais com diretrizes definidas na nova Política de Crédito. Faz parte da política ambiental da CAIXA ser o principal agente financeiro executor das políticas públicas de meio ambiente e indutor do desenvolvimento de cidades sustentáveis, com programas de gestão para a sustentabilidade ambiental. Para o gerente nacional de Meio Ambiente (GEMEA) da Caixa, Jean Benevides, "com a aprovação da estratégia e de seu respectivo plano de ação, a Caixa demonstra seu compromisso com a questão ambiental. Ela explicita sua intenção em contribuir na conservação do meio ambiente por meio da incorporação da sustentabilidade ambiental em seu planejamento estratégico."   
BSB, 1/01- Características peculiares do mercado do Distrito Federal ajudaram o setor da construção civil local a crescer quase o dobro da média nacional. Enquanto dados divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) indicam crescimento nacional de 9,5%, o segmento brasiliense avançou mais de 15%, estima Elson Ribeiro e Povoa, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do DF (Sinduscon-DF). O principal motivo para a diferenciação está nas características do mercado consumidor local, cuja presença de funcionários públicos predomina. “São pessoas com renda fixa, estável e que ganham bem acima da média nacional. Elas vêem no imóvel um bom investimento”, explica Póvoa. Essa fatia do mercado fará com que a construção civil mantenha o crescimento em 2009, cujas projeções anotam o mesmo incremento deste ano – 15%. “As obras que estavam em andamento continuam. Não tivemos obras canceladas, apenas adiadas”, esclarece o presidente do Sinduscon-DF. Tal adiamento deverá impulsionar o setor em 2009, mesmo diante das incertezas da crise econômica. E o crescimento poderá ser ainda maior caso as obras do setor Noroeste comecem já no primeiro semestre do ano que se inicia. R$ 627.122.744,77 foi o total de recursos da Secretaria de Obras do DF gastos, em 2008, nos empreendimentos públicos. Destaque para obras de infra-estrutura, como reformas de vias da Epia e construção de redes de esgoto e pluviais, por exemplo O segmento de obras públicas é motor da construção civil do DF por representar cerca de 60% do ramo. Em 2009, estão previstos novos investimentos no total de R$ 1,2 bilhão em empreendimentos como a da Nova Rodoviária de Brasília, Vilas Olímpicas, projetos Pró-Moradia I e II e construção de 100 postos policiais.   
BSB, 31/12- O executivo Ney Galvão assumirá, a partir de 2º de janeiro, a direção geral da Telhanorte, uma rede de materiais de construção. Galvão, atualmente, ocupa o cargo de diretor de Operações. O executivo vai substituir Fernando de Castro, que exercerá a função de diretor corporativo de Estratégia, Desenvolvimento e Recursos Humanos para a América do Sul do Grupo Saint-Gobain, controlador da Telhanorte   
BSB, 31/12- Responsável pela geração e manutenção de cerca de dois milhões de empregos formais no país, o setor da construção civil deve encerrar o ano de 2008 com crescimento próximo de 9%, afirmou à Agência Brasil o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), Roberto Kauffmann. Ele é também representante da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) no Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS). Segundo Kauffmann, 2008 foi o melhor ano da construção civil brasileira nas últimas duas décadas. “A construção civil teve uma performance notável em 2008”, disse. Os financiamentos com recursos da poupança vão atingir este ano R$ 30 bilhões, e com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço cerca de R$ 15 bilhões. Houve também recursos de empresas que se capitalizaram na Bolsa de Valores. Kauffmann estima, então, que os investimentos em financiamentos na construção civil se aproximam de R$ 60 bilhões em 2008. O estado do Rio de Janeiro responde por 15% da indústria nacional. O orçamento do FGTS no próximo ano já foi aprovado pelo Conselho Curador e deverá somar cerca de R$ 20 bilhões, dos quais R$ 14 bilhões serão destinados à habitação. “E a poupança deve repetir entre R$ 25 bilhões e R$ 30 bilhões. Então, nós não achamos que teremos nenhum retrocesso”. Roberto Kauffmann lembrou ainda o anúncio do governo federal de apoiar a habitação popular, principalmente em áreas onde existem transporte coletivo. O projeto foi apresentado pela entidade à ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Ele acredita que a efetivação dessa proposta deverá levar a indústria da construção civil a repetir o crescimento de 2008 no ano que vem “ou até superar este ano, focando muito mais na habitação econômica e na habitação popular”.   
BSB, 30/12- O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, informou hoje ter a previsão de que "em torno de R$ 7 bilhões a R$ 8 bilhões" do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) depositado em contas individuais dos trabalhadores poderão ser aplicados em obras de infra-estrutura. A estimativa, segundo o ministro, foi calculada pela área técnica com base no saldo das contas dos trabalhadores e considerando que nem todos os empregados com carteira assinada terão interesse ou recursos disponíveis para fazer tal aplicação. A adesão dos trabalhadores ao fundo de investimentos que usa recursos do FGTS - o FI-FGTS - é opcional e está prevista na lei que criou esse fundo em 2007. Os trabalhadores poderão aplicar até 10% do que têm depositado em suas contas vinculadas, mas o Conselho Curador do FGTS - que é o órgão responsável pela gestão do FGTS - ainda precisa regulamentar essa opção aos trabalhadores, algo que pode acontecer em março do ano que vem. "A rentabilidade (do FI-FGTS) pode ser um grande atrativo para os trabalhadores, já que pode ser o dobro do rendimento normal", afirmou hoje o ministro, lembrando que a rentabilidade tradicional do FGTS é TR (Taxa Referencial) mais 3% ao ano. Desde o final de 2007 até hoje, o FI-FGTS já recebeu autorização do Conselho Curador para aplicar R$ 15 bilhões no financiamento de obras de infra-estrutura como recuperação de rodovias, ferrovias e construção de usinas hidrelétricas. Esse dinheiro, entretanto, não sai das contas individuais dos trabalhadores, mas do patrimônio líquido do FGTS.   
BSB, 28/12- O mercado imobiliário entrou em compasso de espera na Região Metropolitana de São Paulo com a chegada da crise financeira internacional à economia real no segundo semestre, tradicionalmente o mais aquecido período do ano para esse setor. Mesmo assim, o ano deve terminar batendo recorde no volume de lançamentos na Região Metropolitana de São Paulo. Em 2008, a região recebeu uma média diária de 147 casas ou apartamentos colocados à venda, o equivalente a seis unidades residenciais por hora. De janeiro a outubro, foram feitos 427 lançamentos, que somaram 53.725 unidades residenciais, um volume 36% maior do que as 39.370 lançadas em igual período do ano passado e 123% superior às 24.068 unidades ofertadas no mesmo período de 2006. O resultado dos dez meses de 2008 é maior que o de anos inteiros, como 2003, 2004 e 2005, segundo Luiz Paulo Pompéia, diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). No acumulado até setembro, o número de lançamentos chegou a 47.393 unidades. Até outubro, o número de lançamentos acumulados no ano foi o maior da história desde 1977, quando a Embraesp começou a fazer a pesquisa de mercado sobre esses indicadores. "Normalmente, os três últimos meses são os que concentram o maior número de lançamentos residenciais sobre o resto do ano. Acredito que 2008 poderá ultrapassar 2007", declara Pompéia, lembrando que o ano passado fechou com um volume de 62.065 unidades lançadas.   
BSB, 28/12- Na capital paulista, entretanto, o número de casas e apartamentos lançados no ano deverá terminar com uma queda de 10% sobre 2007, segundo estimativa de Celso Petrucci, economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). No entanto, se comparados a 2006, os números mostram um aumento de 36% nos lançamentos e 17% no volume de comercialização. E se comparado a 2005, nota-se um crescimento de 40% nos lançamentos e 39% na comercialização. Até agosto, a curva de lançamentos na capital vinha ascendente, mas começou a cair em setembro. As vendas de imóveis residenciais na cidade de São Paulo, de janeiro a setembro, somaram 28,5 mil unidades, 17,4% acima de igual período do ano passado. O ritmo de comercialização também confirma o bom desempenho do setor neste ano e justifica o clima de euforia que só foi quebrado no segundo semestre. De janeiro a setembro, foram comercializados 16,1% (média mensal) dos imóveis residenciais disponíveis (estoque + lançamentos) contra 15,1% apurados no mesmo período de 2007, de acordo com o índice chamado de Vendas Sobre Oferta (VSO), elaborado pelo Secovi-SP. A crise financeira internacional gerou diferentes reações nos consumidores de imóveis. De acordo com informações do Secovi-SP, parte dos empreendedores percebeu crescimento de vendas, principalmente, de imóveis de valores elevados, atribuído, em parte, à fuga da volatilidade do mercado financeiro e à procura de investimentos mais seguros. Outra parcela dos incorporadores sentiu redução de movimento nos plantões de vendas e na entrega de propostas. Talvez como conseqüência disso, no mês de setembro, houve uma redução de cerca de 50% no número de lançamentos na cidade de em relação a agosto, atingindo 2.368 imóveis. De acordo com Elbio Fernández Mera, vice-presidente do Secovi-SP e fundador da Fernandez Mera Negócios Imobiliários, 2008 deverá terminar com um volume de negócios um pouco acima do ano passado, puxado ainda pelas vendas do segundo semestre.   
BSB, 28/12- Para 2009, o que deverá sustentar a indústria imobiliária, segundo Pompéia, serão os empreendimentos voltados para a classe média, que ficou parcialmente esquecida entre 2005 e 2007, principalmente no segmento que o mercado chama de econômico, na faixa de R$ 90 mil a R$ 250 mil, com projetos de dois e três dormitórios. "Os empresários precisam acordar para o fato de que ainda não estão construindo o suficiente para a classe média", declara Pompéia. Para exemplificar, ele mostra que o número de apartamentos de dois dormitórios lançados nos últimos dois anos e nove meses, de janeiro de 2006 a setembro de 2008, um total de 49.291 unidades, é inferior ao total lançado há dez anos atrás, de janeiro de 1996 a setembro de 1998, quando foram ofertados 61.084 apartamentos de dois quartos. Em contrapartida, o segmento de quatro dormitórios está superofertado. O levantamento da Embraesp mostra que em dois anos, de janeiro de 2006 a dezembro de 2007, as incorporadoras lançaram quase 30% mais unidades de quatro dormitórios do que o lançado na década de 90 inteira. Isso sem considerar 2008, que, no acumulado até setembro, já está 3,7% e 60% acima de igual período do ano passado e de 2006, respectivamente. Esse segmento, com preços de R$ 600 mil a R$ 1,5 milhão, tende a ter maior problema de liquidez. Segundo Pompéia, as demissões recentemente anunciadas pelas incorporadoras do mercado concentram-se, principalmente, nesse segmento. Para Ana Maria Castelo, consultora da FGV Projetos, o foco do mercado imobiliário está voltado atualmente para o segmento econômico. O crescimento da renda média da população permitiu maior acesso da população de baixa renda, de três a dez salários mínimos, à compra de novas habitações.   
BSB, 27/12- No balanço divulgado por ocasião do encerramento das atividades em 2008, o Sinduscon/MG destacou que, não obstante os bons resultados alcançados nos primeiros nove meses do ano – incremento significativo na geração de empregos, destaque no volume de financiamento habitacional, maior número de unidades lançadas e vendidas -, “os dados menos expressivos aguardados para o quarto trimestre e as preocupações com o próximo ano não permitem grandes comemorações (...). De uma forma geral, o mundo não é o mesmo desde o último 15 de setembro. E, consequentemente, o Brasil também não”. No documento, o Sindicato apontou que, no acumulado de janeiro a setembro de 2008, “a construção mineira cresceu 7,68%, enquanto, no país, a alta observada no setor alcançou 10,2%. A menor taxa em Minas não significa que a construção, aqui, está ficando para trás. Analisando os dados dos últimos anos, observa-se que o ritmo das atividades no Estado já estava crescente. Considerando o período 2004/2007, a construção mineira evoluiu à taxa média de 6,6%, superando o desempenho nacional do setor, que registrou incremento médio de 4,5%”.   
BSB, 26/12- O ano de 2008 foi de consolidação para o Grupo Advento, holding especializada nos setores de engenharia e construção, que tem como acionista majoritário o empresário Juan Quirós. Criada em 1994, em Campinas, a partir da Vecotec, uma pequena empresa de sistemas de climatização e controle de contaminação ambiental, o grupo mais que dobrou sua capacidade de operação com a aquisição da construtora Serpal, com 35 anos de atuação, numa negociação com aporte inicial de R$ 80 milhões, realizado pelos sócios AIG Investments e Credit Suisse. A holding, que também agrega as empresas Temar Manutenção Integrada e Vox Engenharia, prevê fechar o ano com um faturamento de R$ 580 milhões. A meta de crescer mais de 30%, em um ano cujo mote em todo o mundo é recessão, é fruto da estratégia da companha de investir no modelo norte-americano de "turn-key engineering company", em que uma única empresa assume a execução da construção e todas as demais instalações (elétrica, hidráulica, climatização, controle ambiental e manutenção integrada dos sistemas) de uma obra. Esse formato promete uma redução de no mínimo 8% no custo final do projeto. O trabalho está aliado a uma certeza de Quirós: nem todos os setores entrarão em crise. Um exemplo, é o setor de saúde. "O mercado hospitalar é dinâmico, nossos clientes estão com capacidade média de 80% a 85%, precisando expandir", conta Quirós. A Serpal tem um total de R$ 57 milhões em obras hospitalares. A empresa acaba de entregar a nova unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com 40 leitos individuais, em um contrato de R$ 25 milhões, que inclui a reforma do pronto atendimento do Sírio-Libanês, prevista para ser entregue em janeiro de 2009.   
BSB, 22/12- Este ano já saíram da Caixa R$ 3 bilhões para capital de giro e R$ 1 bilhão para empréstimos de material de construção, além de R$ 8 bilhões do Banco do Brasil, para emprestar a servidores na compra da casa própria. “São duas taxas baixas que valem para quem incorpora e quem investe na construção de habitações”, disse o ministro do Trabalho carlos Luppi. “O objetivo é incentivar a criação de empregos na área em que mais cresce a empregabilidade no Brasil”, reforçou Lupi. A Caixa concedeu, nos primeiros 11 meses deste ano, quase R$ 20 bilhões em crédito imobiliário. A alta é de 60% em relação ao mesmo período do ano passado. Os primeiros dois contratos de capital de giro feitos pela Caixa no âmbito da linha de R$ 3 bilhões destinados a empresas de construção civil já foram assinados. A mineira MRV e a Goldfarb, de São Paulo, tomaram R$ 2 milhões cada uma. A linha foi criada pelo governo para evitar problemas no setor habitacional, em que as empresas também sentem dificuldades para obter crédito. O vice-presidente da Caixa, Jorge Hereda, disse que a instituição tem até o final de março de 2009 para fazer a colocação do total de R$ 3 bilhões. “Caso necessário, a instituição pode colocar mais um R$ 1 bilhão”, reforçou Hereda.   
BSB, 21/12- Está à disposição dos interessados, no site da CBIC (www.cbic.org.br) ) , o documento "Desempenho da Economia Nacional e do Setor da Construção em 2008 e perspectivas para 2009". No balanço do setor, a CBIC destaca que o resultado da economia em 2008 confirma as expectativas favoráveis do início do ano e o novo ciclo de retomada do crescimento do setor da construção. Dentre as propostas defendidas a fim de intensificar o ritmo das atividades do setor em 2009, no âmbito da infra-estrutura, estão: formatar um banco de projetos; agilizar o pagamento de fatura de obras públicas; reestruturar o gerenciamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - Orçamento Geral da União (OGU) pela Caixa; direcionar recursos para obras que estejam em condições de serem executadas; acelerar os procedimentos do DNIT; criar grupo com participação do governo, iniciativa privada e TCU para discutir os pontos que estão "travando" a execução, e publicar decreto que agilize o Licenciamento Ambiental de obras executadas dentro de faixa de domínio de rodovias já implantadas (passarelas, viadutos etc).   
BSB, 20/12- O faturamento dos fabricantes de materiais de construção, considerando apenas o mercado interno, registrou em novembro uma queda de 18,3% em comparação a outubro, informou ontem a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção (Abramat). É a primeira queda nesta comparação desde fevereiro deste ano e a maior desde que o índice começou a ser medido pela Abramat, em julho de 2005. Em volume, o consumo de materiais no mês passado voltou aos mesmos patamares de novembro de 2007, depois de ter crescido 20% até outubro. Em faturamento, no entanto, há uma alta de 16,3%. Em novembro de 2007 as vendas de material foram de R$ 7,3 bilhões, e alcançaram R$ 8,5 bilhões no mês passado. No acumulado de 2008, o setor mantém os patamares recordes de crescimento que veio indicando ao longo dos últimos dois anos - de janeiro a novembro, o faturamento chegou a R$ 88,4 bilhões, 34,4% maior que no mesmo período do ano passado. Consideradas as vendas externas, a alta é de 30%, para um faturamento de R$ R$ 93,4 bilhões nos onze meses. As exportações, que representam menos de 5% da receita de materiais de construção, tiveram queda de 10,1% no acumulado de janeiro a novembro. Os materiais de base - utilizados na fase inicial da obra como cimento, aço e tubulação -, caíram 19% na comparação de novembro sobre outubro. No acumulado dos onze meses, tiveram alta de 38,8%. Na outra ponta, os materiais de acabamento (como azulejos, tintas, metais e louças sanitárias) subiram 16% no acumulado. O crescimento em acabamentos é menor que o dos produtos de base pois ainda há muitos empreendimentos em etapa inicial de construção. A projeção da Abramat é que a indústria de materiais deve encerrar 2008 com alta de 28% sobre 2007, o que a elevará a um faturamento acima dos R$ 100 bilhões.   
BSB, 20/12- O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) aprovou hoje (19) o repasse de mais R$ 5 bilhões para investimentos em projetos de infra-estrutura, como energia, transportes e portos. A autorização foi anunciada pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi, após reunião do conselho, no Rio de Janeiro. O dinheiro provém do Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS), criado no final do ano passado com aporte inicial de R$ 5 bilhões. Na semana passada, o conselho já havia autorizado, por meio de resolução, outros R$ 5 bilhões, que, somados, totalizam R$ 15 bilhões este ano. Segundo o ministro, entre os projetos que receberão investimentos estão o novo terminal no Porto de Santos (SP), a Hidrelétrica de Santo Antônio, no Rio Madeira, e a reforma na malha ferroviária da América Latina Logística (ALL). “É a primeira vez que [o FGTS] está executando políticas de investimento, pois é um fundo criado para colocar dinheiro no mercado. Já temos R$ 12 bilhões comprometidos e o restante pode ser liberado conforme os pedidos”, disse Lupi. Com um patrimônio de R$ 216 bilhões, neste ano o FGTS financiou R$ 39 bilhões, incluindo projetos de saneamento e habitação. O custo do empréstimo FI-FGTS é baseado em juros de mercado, segundo o perfil do tomador, enquanto que as linhas de investimento normais do fundo é TR mais 3%.   
BSB, 18/12- Os proprietários de lojas de material de construção querem ser atendidos pelas medidas que estão sendo elaboradas pelo governo para estimular a construção civil, principalmente o segmento popular. Eles querem ser incluídos na Resolução 3.422 do Banco Central de novembro de 2006 que alterou as regras sobre as operações de microcrédito destinadas à população de baixa renda e a microempreendedores. Atualmente, 2% do compulsório dos bancos sobre os depósitos à vista são destinados ao microcrédito, mas o setor reclama que os recursos não têm sido usados totalmente, o que abriria espaço para atender o setor de material de construção. Segundo a senadora Ideli Salvatti (PT-SC), ao incluir o segmento da construção civil, o governo poderia ajudar a aquecer também o comércio. Outra reivindicação dos empresários é o fim da exigência de um avalista ou fiador para os empréstimos do Contrucard da Caixa Econômica Federal, que ampliou recentemente o teto do valor financiado para R$ 25 mil. A senadora entende que os microempreendedores do setor estão na faixa de rendimentos de até R$ 1,8 mil e por isso têm dificuldade para esse tipo de garantia. A sugestão é que as lojas passem a ser a garantia dos empréstimos, como forma de flexibilizar o programa. Segundo o presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção, Cláudio Elias Conz, uma pesquisa do Latin Panel em 8,2 mil residências, constatou que 77% precisam de algum tipo de reforma, sendo que 39% declararam que certamente farão essas reformas. O representante da Anamaco lembrou ainda que 23% do consumo de cimento e tinta são das construtoras, sendo que esse porcentual representa bem menos o que vende as lojas de material de construção que chegam a 77% . "Às vezes, a gente fica falando em construção civil é fica só no macro. E esse macro é 23%. O restante se dá nas 138 mil lojas do setor, que estão em todos os municípios", afirmou.   
BSB, 18/12- O setor da construção civil manterá este ano o crescimento que se repete desde 2003, apesar dos efeitos da crise financeira mundial. Os dados a serem divulgados amanhã vão confirmar uma redução no número de lançamentos na cidade de São Paulo, na comparação com o período anterior. Mas é preciso lembrar que 2007 foi atípico, com aumento de 50% sobre 2006, destaca o economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo, Celso Petruti. Segundo ele, o Sindicato da Habitação estima que a crise vá terminar antes de haver a necessidade de uma redução das vagas de emprego. O economista-chefe do Secovi diz que não existe risco adicional para imóveis adquiridos na planta, desde que o cliente faça uma compra racional, planejada e que caiba no bolso. Ele ainda recomenda que se verifique todos os detalhes do produto, e se a incorporadora é idônea. Várias empresas que fizeram lançamentos pouco antes da fase aguda da crise estão com promoções. Os atrativos vão da promessa de um carro novo na entrega das chaves à garantia de recompra do apartamento. Celso Petruti orienta o comprador a ler com atenção as cláusulas referentes aos prêmios anunciados, antes de assinar o contrato.   
BSB, 17/12- Ao apresentar o balanço do setor, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Paraná (Sinduscon-PR), Hamilton Pinheiro Franck, fez questão espantar qualquer tom pessimista, e iniciou a conversa dizendo que isso é 'coisa dos alarmistas, sem base fundamentada', e que a crise financeira internacional veio 'em boa hora'. O Produto Interno Bruto (PIB) da construção civil deve fechar o ano com um crescimento de cerca de 10% em relação a 2007. Para 2009, a expectativa é um crescimento bem menor, na ordem de 6% - uma desaceleração que, na opinião do dirigente, só traz o mercado de volta ao seu normal. 'Havia uma euforia desmedida por parte de algumas empresas do setor e também por compradores, que achavam que ia comprar hoje para vender ano que vem com um lucro enorme', diz Franck. 'Imóvel é sim um ótimo investimento, mas não é instrumento de especulação. O mercado estava fora do normal.' De acordo com os dados apresentados ontem pelo Sinduscon-PR, o volume de financiamentos de imóveis com recursos da caderneta de poupança deve chegar a R$ 30 bilhões no fim do ano - totalizando cerca de 250 mil unidades em todo país, sendo cerca de 13 mil no Paraná. Outros R$ 10,5 bilhões em financiamento devem ter origem no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) - R$ 650 milhões no Paraná. O presidente da entidade diz que as dificuldades de concessão de crédito trazidas pela crise financeira internacional não devem afetar o setor de construção civil, que vive hoje um momento bastante favorável. 'As condições hoje são bastante honestas, se pensarmos em taxas entre 6% e 12% ao ano. Além disso, o Brasil tem muito espaço para crescer.' O estoque de financiamento habitacional corresponde a 2% do PIB brasileiro - bem abaixo de outros países latino americanos. 'Podemos chegar a 10% em quatro anos, sem nenhuma grande aventura.'   
BSB, 15/12- O governo estuda medidas para aumentar de 600 mil em 2008 para 900 mil em 2009 o número de moradias financiadas pela Caixa Econômica Federal e setor privado. O projeto será divulgado em janeiro. Por enquanto, a proposta contempla apenas famílias com renda de até R$ 4,9 mil, com financiamentos feito pelo FGTS para contratos novos e antigos. Mas, como o desemprego atinge todos os segmentos, há técnicos no governo que defendem a busca de alternativa para a classe média, que tem financiamentos habitacionais com recursos da poupança, no caso de imóveis acima de R$ 350 mil. Neste caso, o benefício seria restrito aos contratos novos, por um prazo de dois anos. Outros caminhos também estão sendo avaliados para a classe média. Um deles é elevar de R$ 350 mil para R$ 600 mil o valor máximo do imóvel que pode ser financiado pelas linhas do FGTS, que têm taxas de juros mais baratas. O outro é o repasse direto do FGTS recolhido mensalmente do trabalhador ao banco no qual ele tem financiamento imobiliário. Hoje, a empresa envia à Caixa Econômica Federal, que deposita na conta do trabalhador ou, mediante contrato prévio, que tem de ser renovado a cada 12 meses, envia ao banco no qual ele tem financiamento. Uma outra proposta do setor imobiliário que está nas mãos da equipe econômica é a desoneração da construção de casas populares.   
BSB, 13/12- Em 2009, a construção civil vai crescer mais que o PIB (Produto Interno Bruto) no Brasil. Essa é a perspectiva apontada pelo SindusCon-SP (sindicato de construtoras) a partir de estimativas da economista Ana Maria Castelo, da FGV Projetos. Ela trabalhou com dois cenários possíveis: um mais provável e outro mais pessimista. No primeiro, calcula-se um crescimento de 3,8% para o PIB e de 4,7% para o setor da construção. No segundo, alta de 2,8% para o PIB e de 3,5% para a construção. Os números de 2008 apontam que o PIB da construção deverá fechar o ano em R$ 113,6 bilhões, um crescimento de 10% em relação a 2007 e de 34% acumulado desde 2004. No período, o PIB brasileiro subiu 26% e, de 2007 para 2008, 5,2%. Os empresários do setor mostram-se reticentes em relação à possibilidade de sustentar, em 2009, o crescimento verificado em 2008. O sindicato realizou a 37ª Sondagem Nacional da Construção, em que foram consultadas 235 construtoras em todo o país entre outubro e novembro. Em geral, espera-se um menor número de lançamentos imobiliários no ano que vem. Será um tempo, dizem, de reavaliar estratégias. Ainda segundo o SindusCon-SP, em outubro deste ano, o número de unidades lançadas na região metropolitana de São Paulo foi 28% menor que o de outubro de 2007.   
BSB, 12/12- Não foi apenas o medo de investir que reduziu as encomendas de máquinas para construção. Desde o meio do ano a indústria já começou a sentir dificuldade em encontrar linhas de crédito disponíveis para a aquisição de bens de capital, seja junto a bancos privados ou ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Foi o que aconteceu na Ciber, fabricante especializada em máquinas para pavimentação de rodovias e grandes obras. "A queda que sentimos não foi por falta de interesse dos clientes em investir, mas sim pela dificuldade que estavam tendo em conseguir a liberação de crédito junto aos bancos", disse o diretor presidente da empresa, Walter de Souza. A maior redução nas encomendas, explica Souza, foi sentida em setembro e outubro, logo depois da quebra do banco norte-americano Lehman Brothers, em 15 de setembro, e o agravamento da instabilidade mundial. A Ciber encerrará 2008 com um crescimento na faixa dos 35% - "o melhor ano de nossa história", segundo Souza. Para 2009, acredita em uma expansão de 10%. Em um prazo maior, fatores como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o ano eleitoral de 2010 (o que, tradicionalmente, dá picos de alta à construção civil) e a Copa de 2014 são citados pelos empresários como elementos que garantirão a movimentação do setor pelos próximos anos.   
BSB, 12/12 – Em contrapartida ao cenário recessivo para as máquinas utilizadas na construção, os cerca de 20 fabricantes nacionais de guindastes não estão dando conta da demanda. Apesar das turbulências do cenário econômico, os investimentos em andamento e os projetos futuros nos setores de infra-estrutura, mineração, canavieiro, gás e petróleo, e construção civil e pesada, têm garantido a carteira de pedidos e os empresários do setor estimam que a situação de entregas só se regularizará em 2015. Este mercado, que movimenta R$ 1 bilhão anualmente, tende a crescer a um ritmo de dois dígitos por ano. "Este é um fenômeno que se repete na América Latina e na Europa", disse o diretor de marketing da Luna ALG, de Caxias do Sul (RS), Gilberto Dal Zotto. Com apenas um ano de mercado, a empresa está lançando um novo modelo, com capacidade para movimentar 35 toneladas, mas cujo prazo de entrega se estende por 18 meses. "Não temos condições de prometer nada antes disso", disse o empresário, que informou contar em sua carteira com 82 pedidos deste modelo, parte deles para locadoras. Dal Zotto afirmou que empresas da área de mineração, petróleo e siderurgia estão determinando um prazo de cinco anos de vida útil para o equipamento, o que obriga os locadores de guindastes a renovarem suas frotas. Situação não muito diferente é vivida pela Madal Palfinger, também de Caxias do Sul. "Nós estamos com toda a produção tomada e mais um pouco", disse a gerente de marketing da empresa, Lizane Malfatti, que fez questão de ressaltar a sinalização da permanência desse ambiente favorável por pelo menos até o ano de 2012. "Temos encomendas que serão entregues em 2010", informou.   
BSB, 11/12- O setor da construção civil continuará sendo o motor do crescimento econômico em 2009. Mesmo com um cenário de crédito mais restritivo, os investimentos do setor privado e do setor público ajudarão o segmento a manter o ritmo no próximo ano. "A construção civil acabará servindo como um amortecedor da crise financeira em 2009, por conta de seu potencial gerador de obras e emprego em todo país", destacou o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão. "Obras já iniciadas em 2008 vão garantir a continuidade da atividade em 2009. Os financiamentos da Poupança e do FGTS não foram afetados pela crise de crédito, inclusive porque têm taxas de juros fixos. O BNDES deve garantir uma parte importante dos investimentos em infra-estrutura, também contemplados nos Orçamentos da União, Estados e Municípios", avalia o presidente da CBIC. De acordo com dados do IBGE, no primeiro semestre de 2008 a construção civil cresceu 9,9%, contra um aumento de 6% na economia como um todo. Com a sazonal desaceleração de final de ano, antecipada pela crise econômica, a expectativa da CBIC é encerrar 2008 com uma alta de 8,5%. "Ainda é cedo para fechar uma previsão de crescimento para 2009. Será menor do que o deste ano, mas ficará bem acima dos 3% esperados pelo governo e pelo mercado financeiro para a economia brasileira como um todo", destacou Simão. De janeiro a outubro deste ano, o financiamento habitacional com recursos da poupança foi 36% superior ao concedido no mesmo período em 2007. Todas as regiões do país registraram crescimentos superiores a 10% no nível de emprego formal na construção. Ao fim de outubro, o emprego no setor registrava mais de dois milhões de saldo de postos de trabalho diretos, com a geração de mais de 300 milhões de vagas formais. Apenas do BNDES investiu mais de R$ 35,1 bilhões em projetos de infra-estrutura no acumulado de doze meses até outubro.   
BSB, 11/12- Para o presidente do Sindicato do Comércio Atacadista do Distrito Federal (Sindiatacadista/DF), Fábio de Carvalho, o crescimento nas vendas se deve, em grande parte, ao setor de construção civil. “Empreendimentos imobiliários demandam muita matéria-prima e o crescimento da construção civil reflete positivamente em setores relacionados, como o de materiais de construção”, afirma. Embora a crise sugira a lógica do encolhimento da economia brasileira, o setor imobiliário registra crescimento. Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção, nos primeiros oito meses de 2008 o crescimento do volume de financiamentos chegou a 97,9% e o número de unidades comercializadas cresceu 68,7% em relação ao mesmo período de 2007.   
BSB, 10/12- O consumo aparente de cimento no Brasil não vai crescer em 2009 no patamar de 8%, como se esperava antes do acirramento da crise financeira. 'Com toda a certeza, isso não vai acontecer', disse o secretário-executivo do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic), José Otávio de Carvalho. Segundo ele, estudos preliminares apontam que a variação do consumo aparente de cimento' deve ficar entre zero e crescimento de 3% em 2009. Um dos efeitos da crise financeira é a redução de lançamentos por parte das incorporadoras para 2008 e para o próximo ano. Para o fechamento de 2008, a expectativa é de aumento do consumo aparente de até 15%. O Snic estima que o consumo fique entre 51,5 milhões de toneladas e 52 milhões de toneladas este ano, ante as 45 milhões de toneladas de 2007. A projeção do crescimento para este ano foi revisada em julho. Até então, espera-se aumento de 12% a 13%. Segundo o representante do Snic, as indicações são de que os pedidos de cimento se mantiveram normais no mês de novembro. Em relação a 2010, é impossível fazer projeções, segundo o representante do Snic. O desempenho do setor de construção e, conseqüentemente, do consumo de cimento, vai depender de como se comportará a economia brasileira em 2009 e de fatores externos como a mudança de governo nos Estados Unidos e do quanto o crescimento da China será afetado pelas turbulências. Em 2007 e 2008, fabricantes de cimento anunciaram investimentos em ampliação da capacidade instalada. De acordo com o secretário-executivo do Snic, os investimentos programados indicam que, até 2012, a capacidade do setor deve aumentar pelo menos 50%.   
BSB, 8/12- A construção civil vai muito bem e não precisa ser salva, na opinião do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão. Ela fez o comentário ao se referir à decisão da Caixa Econômica Federal de não comprar participações diretas no capital de construtoras e incorporadoras, conforme prevê a Medida Provisória 443. Segundo ele, a decisão da Caixa foi sensata, pois não era o momento de adotar a medida, que considerou um Frankenstein , "que enfiaram" em uma medida provisória para bancos. "A maneira como foi colocada, que era para salvar o setor [imobiliário]. O setor não precisa salvar coisa nenhuma. O setor está indo muito bem, obrigado", disse. Safady Simão afirmou ainda que a medida era uma intromissão indesejável no setor. O presidente da CBIC fez questão de deixar claro que mesmo com o setor indo bem, precisa de recursos para capital de giro, pois houve encurtamento de crédito no Brasil e no mundo. Ele disse também que não pode avaliar de quanto foi a redução no setor com o fim do boom imobiliário anterior à crise, que atingiu o país em outubro "Nós perdemos aquela gordura do boom, da bolha do setor imobiliário que estava estourando. É verdade que houve uma redução, mas eu não posso avaliar, ainda". Para o empresário, o setor deve voltar aos mesmos níveis de atividade de 2006, com crescimento de 5% a 6,5%.   
BSB, 7/12- Os impactos da crise internacional devem cortar pela metade o crescimento da construção civil no ano ano que vem. Estimativas divulgadas hoje pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) mostram que o setor, que deve crescer 10% neste ano, poderá chegar ao fim de 2009 com crescimento entre 3,5% e 4,5%. Em entrevista coletiva, o presidente do Sinduscon, Sergio Watanabe, disse que até meados de 2009 os investimentos governamentais e o nível de consumo dos brasileiros sustentarão os bons resultados do setor. A partir do segundo semestre, porém as incertezas causadas pela crise reduzirão a atividade do setor. “Entretanto, seja qual for o cenário, vamos continuar crescendo e crescendo mais do que o PIB [Produto Interno Bruto, a soma de bens e serviços produzidos no país em um ano]”, afirmou o diretor econômico da entidade, Eduardo Zaidan. Ele disse também que a falta de mão-de-obra de e de melhores condições para investir também vão contribuir para a desaceleração, que não surpreende o setor. “Não haveria condições de manter o mesmo nível de crescimento deste ano”.   
BSB, 06/12- O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, descartou qualquer compromisso do setor de garantir empregos, mesmo com os incentivos oficiais concedidos para o enfrentamento da crise global que também atinge a economia brasileira Ele enfatizou que a construção gerou neste ano 310 mil novas vagas, muito mais do que outros setores da economia, e citou que enquanto o desemprego no País chegou a 7,5%, no setor ficou em apenas 4,4%. Para ele, se o governo continuar investindo na construção a tendência é que o emprego aumente. Mesmo tentando mostrar otimismo, Simão não descarta dificuldades pela frente com a redução de recursos para o setor já que haverá queda prevista na arrecadação do governo e no financiamento externo. Ele discutiu alternativas com o ministro Guido Mantega para agilizar o andamento de obras públicas, incluindo as que fazem parte do Programada de Aceleração do Crescimento (PAC). Simão disse que os problemas que espera resolver têm a ver com a morosidade na liberação das licenças ambientais, nas ações do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Controladoria-Geral da União (CGU), que têm embargado obras até apurar a regularidade das mesmas.   
BSB 5/12- Os últimos três meses do ano não serão de boas notícias para os trabalhadores da construção civil. O Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP), calcula que 100 mil funcionários do setor perderão o emprego até o fim do ano. O presidente da entidade, Antonio de Souza Ramalho, afirmou que cálculos feitos pelos técnicos do sindicato revelam que construtoras e outras empresas do ramo, que empregavam até o mês de outubro 2,1 milhões de pessoas, devem chegar ao fim do ano tendo dispensado 4,7% dos seus trabalhadores. O final do ano, tradicionalmente, é um período de demissões devido a maior freqüência de chuva com a conseqüente redução no ritmo de execução das obras, avalia Ramalho.. Este ano, contudo, a crise financeira tem levado ao cancelamento de novos projetos e motivado a dispensa, principalmente, de trabalhadores da administração e projetos. Em entrevista coletiva ontem, o diretor econômico do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Eduardo Zaidan, confirmou o período sazonal de demissões, porém preferiu não fazer estimativas de quantos trabalhadores serão dispensados.   
BSB, 4/12- A construção civil teve um ano excepcionalmente bom, com crescimento de 10% em relação a 2007. O setor vinha tendo resultados cada vez melhores, mês a mês, até que a crise financeira bateu à porta. Mas mesmo com a turbulência dos mercados, que provocou um leve soluço na indústria, o percentual deve permanecer o mesmo. E a expectativa para o ano que vem continua positiva: crescimento de 3,5% a 4,5%, apesar das projeções anteriores girarem em torno de 9%. "A atividade vai carregar a economia brasileira em 2009, que deve crescer de 2% a 3%", avalia Sérgio Watanabe, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), durante coletiva ontem, em São Paulo. Watanabe afirma que as atividades não vão parar no ano que vem, porque "o setor que capitaneou a indústria", o mercado imobiliário, vai continuar forte, assegurando um cenário positivo até pelo menos o fim do primeiro trimestre de 2009. "O crescimento econômico é fundamental para dar segurança aos compradores, que continuam com crédito para financiarem suas compras." Ele lembra que os principais propulsores do financiamento são o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e a caderneta de poupança, que não foram atingidos pela incerteza financeira. Segundo dados apresentados , o financiamento habitacional, com recursos da poupança, foi 80% superior ao concedido em 2007. O problema, segundo o presidente do Sinduscon-SP, é que a população está começando a ficar amedrontada com o "clima de terrorismo da crise", o que pode impactar negativamente nos números dos próximos 12 meses.   
BSB, 3/12- A Caixa Econômica Federal assinou hoje (2) os primeiros contratos de empréstimo para capital de giro de empresas do ramo da construção civil. Os valores, contudo, não foram informados. A linha de crédito foi criada em novembro, por meio de uma medida provisória, para amenizar os impactos negativos da crise financeira internacional no país. A Caixa tem R$ 3 bilhões disponíveis para empréstimos. O vice-presidente do banco, Jorge Hereda, espera que o banco utilize todo esse valor até 30 de março. Hereda, entretanto, descartou a possibilidade de o banco comprar construtoras ou tornar-se sócio de alguma empresa do ramo. “A Caixa não quer ser dona de nenhuma construtora”, afirmou, ressaltando que o banco continuará fazendo parcerias com empresas do setor.   
BSB, 2/12- Os custos das construtoras com a aquisição de cimento no Estado de São Paulo aumentaram em média até 19% nos últimos três meses. Este é o resultado de uma enquete feita pelo SindusCon-SP com uma amostra de 48 construtoras das nove regionais do sindicato no Interior, de 14 a 19 de novembro. No mesmo período, 39 construtoras pesquisadas pelo sindicato no Interior relataram aumento médio de até 22% nos preços do aço. "Num momento em que as commodities sofrem fortes reduções de preços em todo mundo, fornecedores de insumos estratégicos para a construção civil estão indo na contramão e aumentando seus preços de forma injustificada", observa o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe. "Isso encarecerá o custo das obras e aumentará ainda mais o desequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de obras em andamento", comenta. Quanto ao aço, os prazos de entrega chegam a ser superiores a 20 dias em Ribeirão Preto. Relataram atrasos construtoras deste município e de Rio Preto, São José dos Campos, Campinas, Santos e Bauru. Nesta última cidade, 20% das consultadas informaram ter sofrido atraso de 40 dias.   
BSB, 2/12- A indústria da construção civil estava muito aquecida. A redução do ritmo é apenas uma acomodação, não uma queda de desempenho. A avaliação foi feita pelo presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, durante o 7º ConstruBusiness realizado nesta segunda-feira pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Segundo ele, esse comportamento mostra que o Brasil está mais maduro e, finalmente, em condições de acabar com o déficit habitacional - estimado em 8 milhões de moradias, sendo que 91,6% refere-se a famílias com renda de até R$ 2.075 (equivalente a cinco salários mínimos). Para sanar o problema seria necessário um investimento superior a R$ 160 bilhões. Para acabar com o déficit habitacional, Simão destaca a finalização do Plano Nacional de Habitação (PlanHab) que visa orientar o planejamento das ações públicas e privadas para melhor direcionar os recursos neste segmento da construção. No entanto, o presidente da CBIC acredita que outra saída para facilitar o acesso das famílias de baixa renda a uma moradia digna seria a desoneração tributária, uma vez que 28% do valor de um imóvel popular corresponde a imposto. De acordo com Simão, é impossível falar de moradia digna para família com renda entre R$ 828 e R$ 1.243 com a carga tributária vigente.   
BSB, 30/11- Vedetes da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) nos últimos anos, as ações das companhias do setor de construção civil se transformaram em verdadeiros "micos" em 2008. Ações de empresas como Abyara e Inpar, que registram perdas de 81,23% e 92,29% desde que foram lançadas no pregão, tornaram-se exemplos de como os recursos dos investidores podem desaparecer em poucas semanas. Para quem financiou um imóvel com uma dessas empresas, porém, o risco de perder o dinheiro é mínimo. Apesar de suas ações acumularem prejuízos na bolsa, elas continuam tocando seus negócios. "As construtoras que lançaram ações na bolsa nos últimos anos pegaram o dinheiro da venda dos papéis e aplicaram na compra de terrenos, cimento e tijolos", resume João Crestana, presidente do Sindicato da Habitação (Secovi). Com as ações em baixa, as empresas perderam a chance de se financiar por meio da emissão de novas ações. Mas isso não significa que elas estejam falindo. Crestana lembra que os imóveis são construídos com recursos de bancos e das vendas. "Até 70% dos custos são garantidos pelos bancos. Mas as instituições só liberam os recursos se cerca de 30% do dinheiro já estiver garantido pelas vendas", explica. Pelo instrumento do patrimônio de afetação, previsto nos contratos, cada prédio possui uma contabilidade específica. "Desde a falência da Encol (na década de 1990), o mercado mudou. Hoje, os recursos para construir um prédio não são utilizados em outro." Com a crise, empresas como a Inpar pisaram no freio, reduzindo os lançamentos. Mas as obras que estão em curso não correm risco. "Adotamos uma abordagem mais cautelosa, postergando alguns projetos para que eles possam coincidir com melhores condições de crédito e mercado", afirmou o diretor de Relações com Investidores da Inpar, Cesar Parizotto.   
BSB, 27/11- O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon-DF) e o Jornal de Brasília apresentam, nesta sexta-feira, dia 28, os resultados da 3ª edição do Construir Brasília. O local do evento é o Centro de Convenções e Eventos Brasil 21, localizado no Setor Hoteleiro Sul, e o horário, às 20h. A proposta do projeto é mostrar à população do Distrito Federal as empresas que mais se destacaram no setor da construção civil em 2008. O prêmio também atua como um prestador de serviços, uma vez que fornece, em detalhes, informações valiosas sobre a qualidade do setor construtivo e imobiliário no DF. E sob o mais importante ponto de vista: o do consumidor. Para a realização do Construir Brasília, foi encomendada ao Instituto Opinião Consultoria, uma pesquisa quantitativa e qualitativa com os proprietários e moradores de imóveis de Brasília. Essas instalações foram divididas em seis segmentos distintos: Kit-stúdio, salas/lojas comerciais, residenciais verticais com 1 quarto, 2 quartos, 3 quartos e com 4 quartos ou mais. A edição deste ano trará a novidade de contemplar ainda outro aspecto característico de Brasília, o das Obras Públicas. Na pesquisa foram avaliados itens como circulação e distribuição dos cômodos do imóvel, funcionalidade dos ambientes, instalações elétricas, elevadores, garagens, valorização do empreendimento, facilidade no financiamento, prazo de entrega, atendimento, principal defeito e qualidade da construtora, entre outros. Após o levantamento dos dados, tirou-se a média de pontuação, e as construtoras eleitas são as que obtiveram a pontuação mais alta.   
BSB, 26/11 - Como efeito da crise econômica, o mercado imobiliário curitibano sofreu retração na velocidade das vendas do mês de setembro em relação a agosto. A conclusão é do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná (Sinduscon-PR), com base no índice de vendas sobre oferta (VSO), que considera o porcentual de negócios fechados em relação ao número de imóveis disponíveis no período. Em agosto, o mercado local conseguiu concretizar a venda de 11,38% dos imóveis disponíveis. Já em setembro - mês que marcou o estouro da crise financeira com a quebra do banco norte-americano Lehman Brothers -, o índice caiu para 10,26%.   
BSB, 23/11- O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o governo estuda a possibilidade de utilizar recursos do FGTS para criar capital de giro para o setor da construção civil. Ele deu a declaração ao encerrar sua participação na Comissão Geral da Câmara dos Deputados, onde esteve por mais de seis horas nesta terça-feira debatendo a crise econômica internacional. Segundo ele, por causa dos efeitos da crise internacional, é possível que o setor precise de auxílio. "Talvez precise criar linha, provavelmente com recursos do FGTS, para dar capital de giro. O setor de construção absorve muita mão de obra e é poupança para quem compra", disse. O ministro voltou a falar do que já foi feito pelo governo para que áreas como a agricultura não sejam afetadas com a crise. Além do aumento de recursos disponibilizados pelo Banco do Brasil, ele disse que o governo poderá ainda aumentar os recursos para a poupança fiscal. "O Banco do Brasil entrou com sua parte, mas os privados, nesse estresse agudo e passageiro, ficaram com menos recursos. Nós estamos tomando medidas, o BB é o maior emprestador. Desembolsou quase 5 bilhões mais cedo. Agora pensamos em aumentar de 65 para 70% a poupança rural", afirmou.   
BSB, 22/11- No dia 1º de dezembro, das 8h30 às 12h, a Fiesp promoverá em sua sede (Av. Paulista, 1.313 – São Paulo) o VII Construbusiness, que reunirá representantes e empresários da construção civil. O objetivo principal do evento é identificar os parâmetros gerais para a implantação de políticas que viabilizem a construção de um ambiente comum à execução do Plano Nacional de Habitação (PlanHab). O programa foi criado em 2007 pelo governo federal por intermédio da Secretaria Nacional da Habitação. No encontro, o Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Fiesp – organizador do evento – apresentará um projeto de base do Plano Nacional de Infra-Estrutura (Planinfra). No projeto estão inseridos planos como os de Energia (PNE), Logística e Transporte (PNLT), o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a Política Nacional de Saneamento, com o objetivo de aperfeiçoar o desenvolvimento da cadeia. As inscrições já podem ser feitas no site: www.fiesp.com.br/construbusiness.   
BSB, 21/11- Os interessados em participar da 37ª Sondagem Nacional da Indústria da Construção, realizada trimestralmente pelo Sinduscon-SP e pela FGV Projetos, têm até hoje, dia 21, para responder ao questionário. Realizada com apoio da CBIC, a sondagem capta a avaliação dos empresários da construção em todo o país em relação ao desempenho de suas empresas, bem como suas expectativas quanto ao futuro dos negócios e da economia do país. Quanto mais empresários responderem ao questionário, mais fielmente a sondagem refletirá a situação e as expectativas do setor da construção. Clique em www.cbic.org.br para acessar o questionário.   
BSB, 17/11- A Caixa Econômica Federal não vai alterar as condições de financiamento imobiliário diante da crise econômica mundial. A posição é válida tanto para contratos de pessoas físicas quanto jurídicas. A informação é da superintendente nacional de Habitação da Caixa, Bernadete Maria Pinheiro Coury. “Com relação especificamente a esse momento de crise, a orientação que nós temos e que seguimos é que a Caixa manterá as condições de financiamento. Não pretendemos aumentar os juros ou mudar prazos e nem alterar a cota de financiamento. Os prazos [continuam] de até trinta anos e as cotas de até 100%”, afirmou ontem (20) em São Paulo, durante a quarta edição do Fórum Nacional de Sustentabilidade da Construção. De acordo com Coury, a instituição financeira não verificou até o momento diminuição no ritmo de fechamento de contratos de financiamento imobiliário praticados pelo banco. “Até a semana passada, o ritmo de contratação não foi alterado. Mas, a gente acredita que se não houver um recrudescimento da greve [dos bancários], isso pode ficar um pouquinho comprometido”, considerou. A superintendente admitiu, porém, que as construtoras podem eventualmente, no atual momento de crise, diminuir a quantidade de imóveis lançados no mercado. Questionada se recomendaria às pessoas fechar contratos de financiamento diante da atual conjuntura econômica, Coury afirmou que “a qualquer momento” a decisão de assumir um compromisso em longo prazo tem de ser avaliada pela própria pessoa, de acordo com a condição dela.   
BSB, 13/11- Uma das novidades da Feira Construir de 2008 será um ciclo de palestras sobre sustentabilidade na construção civil. Oferecidos pela Holcim Brasil, os seminários acontecerão nos dias 18 e 19 e terão a participação de palestrantes de peso. O arquiteto costarriquenho Bruno Stagno, que fundou e dirige atualmente o Instituto de Arquitetura Tropical, em seu país, é um dos convidados. O evento conta também com a presença de importantes arquitetos brasileiros como Ângelo Bucci, Michael Laar, e Leonardo Shieh. Haverá a apresentação de cases premiados que focam soluções energéticas e ambientais que garantem a sustentabilidade na construção. A ONG Água e Cidade falará sobre a importância da preocupação do uso correto da água nos projetos de arquitetura. Cases apresentados: Mídiateca da PUC-Rio, por Angelo Bucci e Paulo Meirelles de Faria; Centro de Serviço Social e Médio, por Leonardo Shieh e Joerg Spangenberg; Torre Sustentável, por Maria Andrea Triana; Escola de Mínima Energia, por Michael Laar; Arquitetura Bio-climática, por Bruno Stagno; Estacionamento/Estação Intermodal Maracanã, por Antonio Carlos Lopes Saraiva; e Eco House Urca, por Alexandra Lichtenberg. O acesso é gratuito e as inscrições podem ser feitas no local, às 14:30h. As vagas são limitadas e as palestras começam a partir das 15h.   
BSB, 12/11- A 13ª Construir começa no dia 18 de novembro apresentando o que há de mais moderno em produtos, novas tecnologias e serviços para serem utilizados na indústria da construção civil. Até o dia 22 de novembro, o evento – que se realiza em momento de otimismo para o setor – reunirá um total de 800 expositores, com expectativa de atrair cerca de 200 mil visitantes e gerar negócios da ordem de R$ 600 milhões, um crescimento em torno de 10% sobre o ano anterior. Entre os principais participantes, estão alguns dos gigantes do setor como a Tigre, Arcellor Mittal e Gerdau. Os 800 expositores da Construir 2008 estarão distribuídos nos pavilhões 3 e 4 em espaços temáticos como construção pesada, segurança, síndicos, vidros, iluminação, pedras, mármores e granitos e um espaço organizado especialmente pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Os organizadores e expositores esperam atrair a presença de construtores, engenheiros, arquitetos, decoradores, atacadistas/distribuidores, síndicos, lojistas, universitários e demais profissionais do setor de construção civil. A Construir 2008 conta com o apoio das regionais do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-Rio), Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea-RJ), Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Sindicato do Comércio Atacadista de Materiais de Construção (Sincomac), Associação dos Comerciantes de Material de Construção (Acomac), Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos (Ibec), Câmara de Comércio e Indústria (Caerj) e Sistema Firjan.   
BSB, 11/11 - As vendas de cimento chegaram a 43,4 milhões de toneladas no período de janeiro a outubro, segundo dados do Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (Snic), divulgados na sexta-feira. Isso representou um aumento de 15,7% sobre mesmo período do ano anterior. Apenas no mês de outubro, foram vendidas 4,8 milhões de toneladas, 7,2% mais sobre mesmo mês do ano passado. A média de volume por dia útil, 180,2 mil toneladas, foi 1,4% menor que em setembro. De acordo com o presidente do sindicato, José Otávio Carvalho, a queda na comparação mensal não está relacionada com a crise internacional, que explodiu durante o mesmo mês. "O segundo semestre do ano passado foi muito forte. Já contávamos com uma desaceleração a partir de agora, pela comparação com uma base alta", explicou. Em setembro, já tinha havido queda de 0,3% nas vendas médias diárias sobre agosto. Segundo Carvalho, este desempenho não desvia as previsões iniciais do Snic, que desde o início do ano lida com uma margem de crescimento entre 12% e 15% em 2008. Na previsão de Carvalho, 2008 fechará com 51,1 milhões de toneladas de cimento vendidas, o que significa 13,5% mais que as 45 milhões de toneladas de 2007. A queda nas vendas também sofreu impacto das exportações, que caíram 52% no acumulado de janeiro a outubro, para 506 mil toneladas. O mercado externo, no entanto, representa apenas 1% das vendas totais. A região que teve maior crescimento foi a Norte, que avançou 35,1% até outubro, para 1,7 milhão de toneladas; seguida pelo Sul, que consumiu 27,6% mais, ou 6,6 milhões de toneladas.   
BSB, 9/11- Mais de cinco mil profissionais, cientistas, pesquisadores, empresários, lideranças políticas e estudantes do mundo inteiro são esperados no 3º Congresso Mundial de Engenheiros – WEC 2008 (World Engineers’ Convention), que acontecerá em Brasília, de 2 a 6 de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. O evento, cujo tema é Engenharia: Inovação com responsabilidade social, será composto de debates, fóruns, palestras, visitas técnicas, atividades culturais e intercâmbio. Paralelamente, acontecerão atividades, entre as quais se destacam o Fórum da Mulher, com o tema Papel das mulheres na engenharia mundial: perspectivas e desafios; o Fórum do estudante e jovens engenheiros, com o objetivo de fortalecer os debates sobre formação profissional, mercado de trabalho e ética nas instituições de ensino de engenharia; e a Exposição tecnológica mundial (Expowec), que trata de aspectos como a bioenergia, energia renovável e fontes alternativas. Para contribuir com novas propostas e soluções da engenharia sustentável estão confirmadas as presenças do presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli; do professor da Universidade de Beijing e presidente da Associação Chinesa de Inteligência Artificial, o chinês Yin-Xin Zhong; da ministra do Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Uganda, Maria Mutagamba; do chanceler e professor de ciências da decisão da Universidade de Porto Rico, Jorge Velez Arocho; do diretor da Fundação Nacional de Ciência e diretor do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos EUA, Arden Bement.   
BSB, 8/11- Está disponível no site da CBIC (www.cbic.org.br), na área Publicações, cartilha sobre O Mercado Imobiliário Brasileiro. O documento destaca características da atividade em relação a: consumidor; empreendedor (incorporador), e forma de financiamento do mercado (produção e comercialização). Destaca ainda as conseqüências do mercado após a crise internacional e as providências já tomadas pelo governo. Faz, também, uma análise sobre o art. 4º da Medida Provisória 443/2008, que trata da participação acionária em construtoras e incorporadoras. A CBIC considera a MP desnecessária e indesejada. O setor propõe veto à possibilidade de aquisição, pela empresa que eventualmente venha a ser criada, de participação em empresas construtoras e incorporadoras, tendo em vista que o setor imobiliário já está "protegido" por soluções de mercado. Para a entidade, na medida em que a Caixa Econômica Federal mantém relações peculiares com o setor, a medida pode gerar distorções no mercado, comprometendo as saudáveis condições de concorrência que orientam a atividade.   
BSB, 7/11- Em reunião com Dilma Roussef (Casa Civil), Melvyn Fox, presidente da Abramat (Associação da Indústria de Materiais de Construção) propôs a redução a zero das alíquotas de IPI para materiais de construção. Dilma disse que concorda que a redução da carga tributária e do IPI beneficia o crescimento do setor e que vai tratar do assunto pessoalmente junto ao Ministério da Fazenda, mas não confirmou se a alíquota zero seria aceita. A idéia é atender o consumidor final e estimular a demanda. "O governo já tem tomado medidas para fortalecer o setor, mas é para o lado da oferta, para garantir que as construtoras tenham capital de giro. Mas falta o lado da demanda, que seria o incentivo ao consumidor final. E redução de IPI equivale a queda no preço." Também foi proposto aumento do limite de financiamento de materiais pelo Construcard, da Caixa, de R$ 7.000 para R$ 25.000.   
BSB. 6/11- Apesar do reajuste de preços ter ocorrido em todos os segmentos de material de construção nos últimos meses, além do aço, outro vilão apontado pelos especialistas é o cimento, o qual os profissionais apontam como termômetro do setor de construção civil, que, segundo o FGV, subiu 23,36% nos últimos 12 meses, bem acima da inflação. Segundo a FGV, em setembro, o encarecimento foi de 2,74% e, em outubro, o produto registrou aumento de 3,88%. No entanto, para o consumidor, o reajuste foi maior. Há um ano, o varejo vendia o saco de 50 kg em média a R$ 14. Hoje, o valor está em torno de R$ 21.   
BSB, 6/11- Com a movimentação mais acelerada no mercado, apesar da liberação de R$ 3 bilhões, a Câmara Brasileira da Construção Civil (CBIC) pretende entregar uma lista de sugestões ao governo referente a financiamentos, por volta do dia 9 de novembro. A CBIC não aceita a possibilidade de a Caixa Econômica Federal comprar participações de empresas, conforme prevê o artigo 4 ºda Medida Provisória nº 443/ 08. Caio Monteiro, analista da BRG Capital, é contra a possibilidade de compra de ações das companhias de construção civil pelo governo por acreditar que o modelo favoreceria empresas descapitalizadas e que teriam sido imprudentes ou ineficientes nos investimentos. Professor de Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV) e da Pontifícia Universidade Católica (PUC), Fábio Gallo também critica a possibilidade de a Caixa comprar ações. "As empresas querem crédito na praça. O governo tem de regular e financiar o mercado, ordenar como incentivar fusões e aquisições. Enfim, dar condições ao povo de comprar sua casa." Caio Monteiro constata que deve ocorrer uma desaceleração da demanda, por conta de desemprego ou desconfiança do consumidor. "O financiamento da construção não possui o melhor do funding. Os bancos estão captando em poupança (que tem liquidez diária) e emprestando a longo prazo. Corre-se risco de descasamento." Conforme documento elaborado no "80ª Encontro Nacional da Indústria da Construção", realizado semana passada e divulgado pela CBIC na última segunda-feira, o setor pede a destinação exclusiva dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para habitação, saneamento e infra-estrutura urbana e aplicação dos saldos da caderneta de poupança, além da redução em 5% do percentual do depósito compulsório de poupança. A idéia é direcionar os recursos para a produção de novas habitações.   
BSB, 5/11- A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) revisou para cima, pela terceira vez no ano, a previsão de crescimento em 2008. Depois de crescer 15% em 2007, o setor entrou neste ano projetando alta de 12%. Os bons resultados do primeiro trimestre ampliaram o cálculo para 15% de alta em 2008, em julho revisou para 18% e, na última sexta-feira, após o fechamento de setembro, o percentual esperado de alta subiu para 23%, o que significa vendas de R$ 96 bilhões. No período de janeiro a setembro, as vendas acumularam R$ 76,5 bilhões, alta de 34,8% sobre mesmo período do ano passado. Apenas no mês de setembro, a receita foi de R$ 10,4 bilhões, 4,3% mais que agosto e 52,9% acima que o mesmo mês de 2007. "Essa revisão já era esperada antes das crise, pelo forte desempenho que vínhamos tendo até então", disse o presidente da Abramat, Melvyn Fox. "No curto prazo, até início de 2009, a influência da crise será muito pouca. Todas as obras que estão em andamento vão manter o mesmo nível de consumo."   
BSB, 5/11- A partir de 2009, no entanto, Fox já conta com uma desaceleração no consumo, e, dessa vez, a expectativa de crescimento do setor foi cortada praticamente à metade. "Antes estávamos trabalhando com uma previsão de 12% para 2009, e, nesse momento, reduzimos para uma margem entre 6% e 8%", disse o executivo. "Fizemos essa revisão em função do PIB, que o governo já vem assinalando com uma redução. A nova previsão se baseia em um crescimento de 3% a 3,5% da economia do País", disse o presidente da Abramat. Levantamento feito pela Abramat com seus associados indicou uma queda acentuada nas expectativas do setor em relação a ações do governo para o desenvolvimento do País. Em setembro, 74% das empresas entrevistadas se diziam otimistas . Em outubro, esse número caiu para 57% - abaixo dos 60% pela primeira vez em 12 meses. As empresas que se declaram pessimistas ficaram em 4%, nível que havia se mantido em 0% de outubro 2007 até agosto passado, e a indiferença subiu de 23%, em setembro, para 39% em outubro. Uma pesquisa da entidade revelou que em outubro a utilização da capacidade instalada chegou a média de 88%. "É o nível mais alto que já tivemos"   
Quem decidiu iniciar uma obra ou reforma em terras paulistas pagou mais em outubro do que no mês anterior, segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (SindusCon-SP). Em outubro, o Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil paulista aumentou 1,69% em comparação a setembro, para R$ 824,44 por metro quadrado. O resultado reflete novamente os preços dos materiais de construção, que subiram 2,81% no mês. O custo da mão-de-obra avançou 0,75% e, pelo segundo mês consecutivo, o custo administrativo, representado pelo salário dos engenheiros, não sofreu variação. De janeiro a outubro, o CUB acumula alta de 10,76%; e em 12 meses de 12,17%.   
BSB, 3/11- O presidente da Via Engenharia, Fernando Márcio Queiroz, foi escolhido pelo Fórum dos Líderes Empresariais, entidade que reúne cerca de 1,2 mil empresários do Brasil, um dos mais importantes líderes empresariais no segmento de construção pesada no Brasil. O empresário também foi eleito o líder empresarial mais importante do Distrito Federal, incluídos todos os segmentos da economia. A escolha foi feita por 12 mil leitores da Revista Líderes, veículo oficial do Fórum. “Fico satisfeito em ver novamente reconhecido meu trabalho em prol do setor da construção civil e, em especial, do Grupo Via. É um estímulo para atuarmos cada vez mais com foco em tecnologia, qualidade, responsabilidade socioambiental e transparência na relação com clientes, fornecedores e colaboradores”, afirmou Queiroz. “Divido esse prêmio com toda a equipe Via pelo desafio diário de oferecermos os melhores produtos e serviços para os nossos clientes”, acrescentou. O empresário receberá os prêmios, no dia 3 de dezembro, das mãos do ex-ministro Ozires Silva, presidente do Fórum de Líderes, e do jornalista Luiz Fernando Levy, presidente do Conselho Editorial da Gazeta Mercantil. A cerimônia será realizada no Credicard Hall, em São Paulo.   
BSB, 1/11- A manutenção do bom desempenho da indústria da construção, após ter enfrentado estagnação por mais de duas décadas, depende principalmente das linhas de crédito prometidas ontem pelo governo, mas também de um choque de otimismo que permita manter o nível de atividade da cadeia produtiva. A opinião é do presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento (Sinaprocim) e vice-presidente e diretor do Departamento da Indústria da Construção da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), José Carlos de Oliveira Lima. "Embora tenhamos obtido um bom crescimento da construção nos dois últimos anos, o que é bom para o Brasil do ponto de vista econômico e social, é necessário que se mantenha o nível de investimento atual, sobretudo no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e na continuidade do crédito. A manutenção e o reforço dessa agenda positiva poderão ser capazes de produzir efeitos anticíclicos que minimizem os impactos da crise sobre a atividade econômica no Brasil", disse.   
BSB, 30/10- Em sua décima terceira edição, a Construir 2008 começa no dia 18 de novembro apresentando o que há de mais moderno em produtos, novas tecnologias e serviços para serem utilizados na indústria da construção civil. Até o dia 22 de novembro, o evento – que se realiza em momento de otimismo para o setor – reunirá um total de 800 expositores, com expectativa de atrair cerca de 200 mil visitantes e gerar negócios da ordem de R$ 600 milhões, um crescimento em torno de 10% sobre o ano anterior. Entre os principais participantes, estão alguns dos gigantes do setor como a Tigre, Arcellor Mittal e Gerdau. Os 800 expositores da Construir 2008 estarão distribuídos nos pavilhões 3 e 4 em espaços temáticos como construção pesada, segurança, síndicos, vidros, iluminação, pedras, mármores e granitos e um espaço organizado especialmente pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Os organizadores e expositores esperam atrair a presença de construtores, engenheiros, arquitetos, decoradores, atacadistas/distribuidores, síndicos, lojistas, universitários e demais profissionais do setor de construção civil. A Construir 2008 conta com o apoio das regionais do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-Rio), Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea-RJ), Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Sindicato do Comércio Atacadista de Materiais de Construção (Sincomac), Associação dos Comerciantes de Material de Construção (Acomac), Instituto Brasileiro de Engenharia de Custos (Ibec), Câmara de Comércio e Indústria (Caerj) e Sistema Firjan.   
BSB, 28/10- O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou nesta terça-feira, em Brasília, que o governo anunciará uma nova linha de financiamento para o setor de construção civil no valor de R$ 3 bilhões. A medida, que será detalhada nesta quarta-feira, servirá para financiar o capital de giro das empresas, a custos mais baixos que os praticados atualmente no mercado. De acordo com o ministro, o governo está atuando para enfrentar problemas gerados pelo prolongamento da crise financeira mundial e neste momento tem se focado na questão do crédito. De acordo com ele, nos últimos anos o governo estabeleceu "uma estratégia de desenvolvimento que valoriza investimentos em setores-chave, como construção civil, infra-estrutura, automobilístico e energia alternativa". Segundo Mantega, este projeto não terá suas diretrizes alteradas por conta da crise. "Esse é um modelo que veio para ficar. A crise não muda em nada essa diretriz que nós temos", explicou, ressaltando que a equipe econômica não está disposta a fazer "uma política pacífica", mas trabalhar ativamente para minimizar os efeitos da crise no Brasil. "Passado este momento, o mais emergencial é fazer uma política anticíclica", disse o ministro, explicando que o mecanismo garante que o governo possa poupar recursos em momentos de forte crescimento e utilizar esses recursos em casos de necessidade.   
BSB, 28/10- As vendas no varejo de material de construção cresceram 11% no acumulado dos últimos 12 meses, sem ainda os efeitos da retração da economia mundial. A informação foi dada pelo presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Conz. O setor da construção civil possui uma participação equivalente a 13% no Produto Interno Bruto(PIB), dos quais 4% corresponde a venda de materiais de construção. Claúdio Conz disse que é de este canal de comercialização do material de construção corresponde a 67% das venda do setor . A comercialização em grande escala, para construtoras, que corresponde a 23% do total, deve passar por um período de acomodação nos próximos 15 dias. “Estamos aguardando um pouco esse momento, porque está havendo um replanejamento deles [construtoras] em relação ao financiamento”, disse ele. Para Conz, a baixa nas vendas para construtoras permitirá, entretanto, que o material seja ofertado para o consumidor, de modo que não falte nenhum produto no mercado e os preços não aumentem. Ele destacou os investimentos feitos pela indústria brasileira de cimento, mas observou que os efeitos de tais aplicações só deverão ser sentidos a partir do segundo semestre do próximo ano. O empresário ressaltou também que as indústrias estão investindo agora para ter resultados até a Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil. “Quem olha pra 2014, vê que a copa é tijolo e cimento”, afirmou.   
BSB, 28/10-- A indústria da construção civil gaúcha registrou a criação de 1.104 novos postos de trabalho no último mês de setembro. O número representa crescimento de 1,33% em relação a agosto, conforme dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No acumulado de 2008, e dos últimos 12 meses, respectivamente, o crescimento no nível de emprego no Estado foi de 14,28% e 15,28%, o que proporcionou a criação de 10.290 e 11.425 novos postos de trabalho. Em Porto Alegre, o incremento foi ainda maior, de acordo com análise do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado (Sinduscon-RS). Em setembro, houve um aumento de 2,20%. Nos primeiros nove meses deste ano, a expansão na Capital foi de 16,38%, com um saldo acumulado de 3.264 novos empregos. Nos últimos 12 meses, o crescimento acumulado foi de 19,20%, gerando 3.978 novos postos de trabalho em Porto Alegre.   
BSB, 25/10- A produção mundial de aço bruto recuou 3,2% em setembro, para 108,4 milhões de t, nos 66 países que integram a Associação Mundial do Aço, antes conhecida pela sigla IISI. Enquanto mercados emergentes como Rússia e Brasil tiveram um aumento de 7% e 5% no mês passado, respectivamente, a produção na União Européia subiu menos de 1% e na América do Norte ela ficou estável. A China, maior produtora de aço do mundo, sofreu um forte declínio de 9,1% na produção, para 39,6 milhões de t. A produção global nos nove primeiros meses permaneceu em alta de 4,6%, para 1,035 bilhão de t. Ku-Taek Lee, presidente-executivo da Posco e presidente do conselho da Associação Mundial do Aço, disse anteriormente em outubro que a indústria continua a esperar crescimento na demanda por aço em 2009, apesar de estar revendo suas previsões.   
BSB, 25/10- O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), Sergio Watanabe, informou que atualmente nenhuma empresa de construção civil corre risco de pedir falência. 'Não faz o menor sentido incluir o nosso setor na MP 443, porque estamos bem e com a previsão de crescer 10% em 2008', disse Watanabe, que está em São Luís (MA) participando do 80º Encontro Nacional da Indústria da Construção Civil (Enac). 'Para ajudar a construção civil basta ao governo disponibilizar linhas de crédito para enfrentarmos a crise momentânea de liquidez que atinge toda a economia brasileira. É uma contradição a Caixa comprar empresas para construir imóveis e depois financiá-los', argumentou. A MP 443, que autoriza o Banco do Brasil e a Caixa comprar bancos e empresas, foi um dos assuntos mais discutidos no Enac, que reúne empresários e profissionais ligados ao setor. Segundo a Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH) - entidade que representa mais de 10 mil mutuários distribuídos por 17 estados -, a possibilidade de a Caixa comprar empresas de construção civil resguardará eventual quebradeira do setor. 'A MP foi muito bem recebida pelos mutuários', garantiu o presidente da entidade, Richard Neviton Mamede. 'Percebemos no decorrer da crise a perda de algumas empresas na bolsa de valores e estamos atentos a isso, de forma a evitar casos similares ao ocorrido com a Encol [construtora que faliu na segunda metade dos anos 90]', explicou o assessor Jurídico da ABMH, Leandro Pacífico. A ABNH ainda não recebeu denúncias relativas a obras que, em decorrência da crise, tenham atrasado. 'Mas a gente sabe que o contexto pode resultar nisso, motivo pelo qual o governo adotou essas medidas, ainda que em caráter preventivo', disse Mamede.   
BSB, 24/10- O socorro de até R$ 4 bilhões do governo para a construção civil -anunciado e previsto para ser detalhado somente durante encontro nacional de empresários no Maranhão- é uma tentativa de evitar que o crescimento de um dos motores da economia no último ano caia quase pela metade em 2009. O foco das novas medidas será o setor imobiliário, que representa cerca de 45% da indústria da construção civil. A idéia do governo é assegurar linhas de crédito baratas para capital de giro, para permitir que empreendimentos já engatilhados possam ser transferidos a terceiros que queiram levá-los adiante. Esses recursos também podem possibilitar a fusão entre empresas e a compra de recebíveis (créditos) imobiliários das construtoras que investiram o capital próprio nos empreendimentos. Nas última semanas, os empresários da construção mostraram ao governo que, em vez de crescimento próximo aos 8,8% esperado para este ano, em 2009, no melhor dos cenários, será possível se Para algumas empresas que investiram todo o seu capital na compra de terrenos e no lançamento de obras nos últimos anos, faltam recursos para levar adiante os projetos previstos para 2009 e que garantiriam um ciclo de mais três anos de crescimento pela frente. Para outras, até há capital, mas, como não se sabe a extensão da crise atual, o impacto que ele terá na demanda por imóveis e no custo de produção, as empresas optaram por não se descapitalizarem, prevendo que em 2009 o cenário vai mudar.   
BSB, 23/10- Primeiramente surgiram as instruções para que as pessoas tivessem um comportamento ecologicamente correto: recicle o lixo, tome banhos rápidos, economize energia elétrica e utilize transporte público ou bicicleta. Com um pouco de resistência, alguns desses itens começaram a ser seguidos e, aos poucos, tornaram-se praticamente obrigatórios. Agora, é a vez dos empreendimentos imobiliários buscarem “sustentabilidade”. Apenas neste ano, 68 edifícios entraram com processo para conseguir o selo Leadership in Energy and Environmental Design (Leed), um dos mais reconhecidos no mundo. Há quatro anos, só um tentou a certificação de “prédio verde”. E essa tendência veio para ficar - ou até para predominar - nos grandes centros urbanos, como São Paulo. Embora todos os empreendimentos certificados no Brasil sejam da categoria prata, a segunda pior, o País pode terminar o ano com dois selos ouros. Duas edificações - uma no Rio, o Ventura Corporate Towers, e outra em São Paulo - conseguiram uma pré-certificação no segundo melhor nível e devem receber o registro definitivo até o fim deste ano. O empreendimento paulistano que virou modelo é o Rochaverá, às margens do Rio Pinheiros, na zona sul. Uma das características que contou a favor foi o sistema de reúso da água da chuva. Absorvida nas coberturas das torres e nos ralos em toda a área do empreendimento, ela é encaminhada para um depósito, de onde o líquido é bombeado novamente para a superfície, irrigando os jardins.   
BSB, 23/10- Para ser considerado um “prédio verde” e conseguir o selo Leed, o empreendimento passa pela avaliação de alguns requisitos, como o uso de iluminação natural, a gestão de perdas e resíduos, as administrações do consumo de água e energia elétrica, o uso de materiais renováveis, a qualidade interna do ambiente e as idéias inovadoras. Após a análise, uma edificação recebe de 0 a 69 pontos, nas categorias ouro, prata e verde - quem satisfaz a partir de 85% das exigências ganha o selo na modalidade Platina. No Brasil, somente três empreendimentos têm o selo Leed, todos na categoria prata: a agência do Real, em Cotia; e em São Paulo o laboratório Delboni Auriemo de Santana e a unidade do Morgan Stanley da Avenida Brigadeiro Faria Lima. Um dos quesitos mais importantes é a localização do empreendimento. O terreno não deve ser contaminado e cobra-se uma boa infra-estrutura local, principalmente de transporte público, para evitar que o edifício se transforme em um pólo gerador de congestionamentos. As construções também devem reservar espaço para bicicletários e incentivar ações ecológicas - reservando vagas de estacionamento perto dos elevadores para quem der carona e para veículos de baixa emissão de carbono. O processo para conseguir o certificado Leed custa aproximadamente US$ 3 mil para as incorporadoras. Os projetos são enviados para o World Green Building Council, nos Estados Unidos, e depois há um acompanhamento da obra pelo escritório brasileiro da instituição. O certificado é emitido seis meses após a entrada em operação do empreendimento. Estima-se que um projeto ambientalmente sustentável custe cerca de 10% acima do normal, por dar preferência a determinados produtos e soluções. O World Green Building Council também analisa a qualidade de todo o material usado nos canteiros de obras, avalia se é renovável e qual a sua procedência.   
BSB, 22/10- Promover a construção sustentável no Estado, na forma de um elo para o exercício e aplicação da cooperação técnica e institucional entre o governo paulista e a indústria da construção civil, em seus vários segmentos, são os objetivos do Protocolo da Construção Sustentável, assinado entre o governo paulista, o Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon/SP) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Iniciativa da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, o documento pretende estimular a adoção de um conjunto de ações que viabilizem a consolidação do processo de desenvolvimento urbano sustentável, no âmbito estadual. Pelo protocolo, entre outros compromissos, o governo paulista deve aprimorar o processo de licenciamento, visando diminuir prazos para aprovação; elaborar normas e legislações ambientais relacionadas à construção civil e ao desenvolvimento urbano; e implantar premissas de construção sustentável nos projetos e licitações de obras públicas. O Sinduscon/SP, demais sindicatos patronais e entidades do setor obrigam-se, protocolarmente, a orientar os empreendedores a cumprirem a legislação ambiental estadual e, sempre que viável, introduzir critérios sócio-ambientais em seus empreendimentos, de forma a minimizar os impactos no meio ambiente. As empresas do setor poderão aderir voluntariamente ao protocolo, comprometendo-se, dentro de suas possibilidades, a implementar soluções para minimizar o impacto ao meio ambiente, desde a fase do projeto. Outra proposta do documento é o pacto para combater a informalidade na relação com funcionários, fornecedores e governo.   
BSB, 22/10- A produção brasileira de aço bruto fechou os nove primeiros meses do ano em 28 milhões de toneladas, um crescimento de 7,3% em relação a igual período de 2007. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS) que apurou em setembro uma produção de 3 milhões de toneladas de aço bruto, resultado 5% superior à produção de setembro do ano passado. Embora tenha havido retração na venda de laminados para o mercado externo, em razão da priorização do mercado interno, o aumento da comercialização de semi-acabados fez com que as vendas externas fechassem os primeiros nove meses do ano com expansão de 27,2%, em relação à igual período de 2007, tendo atingido um total de 6,97 milhões de toneladas. A exportação do produto gerou divisas de US$ 5,86 bilhões para o país. Os dados divulgados pelo IBS indicam, ainda, que a produção nacional total de laminados, no mês de setembro, foi de 2,14 milhões de toneladas, representando queda de 0,7% devido à paralisação programada de equipamentos nas usinas de aços planos, segmento no qual a queda foi de 8,2%. Em produtos longos, a produção de 967 mil toneladas representou aumento de 10,3%. Já as vendas internas de laminados no mês passado foram 10,3% superiores às de setembro de 2007, atingindo 1,9 milhão de toneladas. No acumulado do ano, aumentaram 15,8%.   
BSB, 21/10- O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, anunciaram nesta segunda-feira, em São Paulo, que a Caixa Econômica Federal poderá adquirir participação acionária em construtoras em troca de oferta de crédito. "Temos um plano de investimentos a longo prazo para viabilizar de R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões para ajudar as construtoras", disse Mantega. Segundo o ministro, os recursos podem vir por meio da Caixa. Neste caso, com participação nas empresas. A instituição estatal concede o crédito e fica com uma participação acionária na construtora. De acordo com Mantega, essas empresas adquiriram terrenos para construção de imóveis com capital conseguido na bolsa, mas agora estão com problemas para tocar as obras. O intuito do governo, disse o ministro, é ajudá-las a superar esta dificuldade. Ainda em relação ao crédito, o presidente do BC anunciou ter realizado nesta segunda o primeiro leilão de linhas externas em moeda estrangeira. De acordo com ele, a medida visa o aumento de oferta de crédito para o mercado exportador. "Os valores serão divulgados pelos canais do BC", informou Meirelles.   
BSB, 21/10- A indústria da construção civil brasileira, no período de 12 meses terminados em agosto, contratou 20% mais, o que corresponde a 357 mil postos de trabalho com carteira assinada, conforme pesquisa mensal do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e da FGV Projetos, com base em dados do Ministério do Trabalho.   
BSB, 21/10- A partir de agora, todos os resíduos da construção gerados por empresas construtoras incorporadoras, empreiteiras de mão-de-obra, construtoras reformadoras, condomínios e demais pessoas físicas e jurídicas, deverão ser transportados e depositados conforme prevê o Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil em Balneário Camboriú. Quem não se adequar às novas normas poderá ser autuado e multado pelas autoridades competentes (Secretaria Municipal do Meio Ambiente, Fatma, Ibama, agentes de trânsito e Polícia Militar). O Plano de Gerenciamento está contemplado em Lei Municipal e vai ao encontro da Resolução 307 do Conama, que estabelece diretrizes e responsabilidades para o gerenciamento dos resíduos da construção civil. Só poderão realizar a coleta e o transporte dos resíduos nas obras as transportadoras cadastradas junto à Fatma, ao Município e ao Sinduscon. Caberá, também, ao Sinduscon o gerenciamento de toda a atividade ligada aos resíduos. A entidade fornecerá às entidades envolvidas o ´manifesto de transporte´ - um documento que autoriza a realização do serviço. Todo o material recolhido terá como destino a usina de reciclagem para resíduos da construção civil, instalada em Camboriú, e o aterro licenciado em Itajaí para depósito de materiais ´classe A´: alvenaria, tijolos, concreto e argamassa. O Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil foi elaborado por iniciativa do Sinduscon de Balneário Camboriú e entregue à Prefeitura local no final do ano passado.   
BSB, 20/10- Pequenas e Médias Empresas Incorporadoras é um dos temas de destaque da Comissão da Indústria Imobiliária (CII) da CBIC da tarde do próximo dia 23, por ocasião do 80º Enic. O encontro será realizado de 22 a 24 de outubro, em São Luís, no Maranhão. O tema integra um dos projetos da CII/CBIC para a nova gestão da CBIC e é coordenado por Enio Pricladnitzki (Sinduscon-RS) e Kleber Recalde (Sinduscon-MS). O projeto tem como subgrupos: Captação de Recursos, que visa buscar alternativas de acesso ao financiamento imobiliário, nas suas diversas modalidades, fases e operações, em condições competitivas para Pequenas e Médias Empresas e viabilizar o acesso das pequenas e médias empresas às diversas formas de captação de recursos (securitização, fundos de investimento, sociedades com investidores, mercado secundário, bolsas de valores etc); Inteligência de Negócios, que tem o objetivo de promover a profissionalização das Pequenas e Médias Empresas Incorporadoras; ter acesso à engenharia financeira competitiva; buscar competitividade na gestão das empresas e empreendimentos, e melhorar a qualidade dos empreendimentos executados pelas pequenas e médias construtoras, e Temas Diversos, que visa buscar a redução de custos na produção, inclusive por meio de novas tecnologias e/ou materiais (interagir com a COMAT); incentivar formas associativas para a solução dos problemas das pequenas e médias empresas (interagir com as Coopercons), e buscar soluções de marketing e mídia para que tragam retorno viável de acordo com o porte dos empreendimentos. A Comissão também debaterá, no dia 23, os seguintes assuntos: "Novos tempos - parcerias com grandes empresas", e o "Futuro do crédito imobiliário". No dia 24, a CII debaterá a "Moradia Digna - Habitação de Interesse Social". Para mais informações sobre o 80º Enic clique em www.enic.org.br .   
BSB, 19/A10- A presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, afirmou que a iniciativa do governo federal de ajudar a construção civil é preventiva. “A crise ainda não atingiu o setor. Estamos estudando criar uma outra linha para as empresas. Outra hipótese é customizar as que já existem”, disse Maria Fernanda. Atualmente, a Caixa oferece a modalidade de Apoio à Produção. Segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-Rio), Roberto Kauffmann, a crise não está afetando as pequenas e médias construtoras, que são mais de 100 mil no País. “O problema está nas construtoras que abriram capital e focaram na compra de terrenos formando o ‘land bank’ (banco de terras). Agora, com a crise, estão um pouco mobilizadas e não têm como lançar seus empreendimentos na mesma escala dos últimos anos”, explicou Kauffmann. Ele adiantou que no dia 29 será votado no Conselho Curador do FGTS o orçamento para Habitação em 2009. A previsão é que sejam aprovados R$ 16 bilhões: “Esse é o montante inicial, mas nada impede que durante o ano haja suplementação para fecharmos em R$ 20 bilhões”. A Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário) prevê aplicar R$ 30 bilhões em financiamentos com dinheiro da poupança até dezembro.   
BSB, 18/10- O ritmo da construção civil em cidades do interior de Santa Catarina vai continuar acelerado pelo menos até o final deste ano, apesar da crise financeira do mercado internacional. Os reflexos da turbulência econômica só serão sentidos a partir de 2009, diz Mauro Lunardi, presidente do Sindicato da Indústria da Construção de Artefatos de Concreto Armado do Oeste Catarinense. Segundo ele, nenhuma empresa do setor sinalizou com paralisação dos projetos. Em 2008, com base nos alvarás de licença expedidos pela prefeitura de Chapecó, o crescimento do setor será de 38%, mais do que o triplo do projetado pelo segmento da construção no Brasil, de 12%. Para 2009, prevê queda no número alvarás, em função do grande número de lançamentos registrados até agora. Em Joinville, no norte catarinense, os empresários estão apreensivos com a crise e temem a alta de juros dos financiamentos imobiliários. Os prédios já planejados seguem seus cronogramas, diz Luís Carlos Presente, vice-presidente da área de Incorporação do Sindicato da Indústria da Construção de Joinville. Ele diz que a expectativa até o final deste ano é de aquecimento e não acredita em mudanças nas linhas de crédito ofertadas pela Caixa Econômica Federal. O empresário afirma que muitas construtoras de fora, principalmente de São Paulo e do Paraná, se instalaram em Joinville e o setor passou a enfrentar uma grande escassez de mão-de-obra. O município vive um "boom" de novas empresas e a expansão de investimentos liderado pela General Motors, que instala uma fábrica de motores. Em Balneário Camboriú, Carlos Julio Haacke, presidente do Sinduscon, diz que uma pequena retração na velocidade das obras, que vêm crescendo a uma média de 20% ao ano nos últimos quatro anos, poderá ser benéfica ao sério problema de fornecimento de materiais. Proprietário da Haacke Construtora, ele afirma que há uma grande dificuldade em obter aço e cimento.   
BSB, 17/10- A MRV Engenharia e Participações informou hoje que contabilizou R$ 507,5 milhões em lançamentos no terceiro trimestre deste ano, o que representa aumento de 99,6% em relação ao mesmo período de 2007. No ano, os lançamentos superam R$ 1,9 bilhão, acréscimo de 190,7% frente igual período de 2007. Os dados são preliminares. Segundo a companhia, as vendas contratadas cresceram 122,5% entre julho e setembro, face o mesmo período do ano anterior, atingindo R$ 424,9 milhões. Em 2008, as vendas contratadas somam R$ 1,246 bilhão, representando avanço de 166,5% em relação ao mesmo período de 2007. Em setembro, o banco de terreno apresentava valor potencial de vendas de R$ 9,5 bilhões, permanecendo em linha com a estratégia da MRV de reposição seletiva de terrenos. A companhia reafirmou o guidance previsto para lançamentos (entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões) e vendas contratadas (entre R$ 1,8 bilhão e R$ 2 bilhões) neste ano. Já guidance para o ano seguinte deve ser divulgada junto com o balanço final do terceiro trimestre de 2008.   
BSB, 16/10- A indústria siderúrgica brasileira mantém suas metas de produção de aço bruto em 2008, mas o cenário de crise financeira internacional agravado desde o mês passado desencoraja o setor a divulgar projeções firmes para o ano que vem. Segundo o presidente do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), Flávio Roberto de Azevedo, apesar de algumas produtoras de aço estarem fazendo ajustes de produção neste semestre, as paradas estão ocorrendo diante de necessidades de manutenção que foram antecipadas. A expectativa do IBS é de produção de cerca de 37 milhões de t de aço bruto em 2008, expansão de 7,4% sobre o ano passado. Mesmo diante de incertezas sobre o mercado de crédito, o setor siderúrgico se mostra confiante: "Não existem problemas de crédito que possam reduzir a velocidade de implantação dos projetos de expansão", disse o presidente do IBS. A indústria produtora de aço do Brasil projeta investimentos de US$ 58,7 bilhões entre o ano passado e 2015, elevando a capacidade produtiva de 41 milhões de t anuais para 66,7 milhões de t. Se forem incluídas as 16,5 milhões de t previstas em projetos em estudos, o total subirá para 83,2 milhões de toneladas.   
BSB, 15/10- Apesar da retração do crédito já ter batido na porta das construtoras, devido a crise financeira mundial, o segmento de esquadrias, ferragens e alumínio continua otimista. Segundo José Roberto Sevieri, organizador da VII Feira Internacional de Esquadrias, Ferragens, Componentes e Produtos de Serralheria (Fesqua), que ocorre entre 15 e 19/10, em São Paulo, as construções que estão em andamento dependem dos acabamentos para serem entregues. Em 2007, o faturamento dessa indústria atingiu R$ 9,2 bilhões com a produção de 25 milhões de unidades de esquadrias, sendo 41% de ferro, 36% de madeira, 21% de alumínio, 1,5% de PVC e 0,5% de vidro e outros materiais. Diante desse desempenho, a expectativa é atrair 22 mil pessoas, para o maior evento do segmento na América Latina, entre amanhã e sábado, na capital paulista. Também otimista, a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA) vai apresentar na feira soluções inéditas no Brasil, com destaque para a tecnologia de perfis de esquadrias pintados e com amplo leque de cores como dourado, azul, verde e pastel, além das tradicionais champagne, fosco, bronze e preto. Os produtos também são anodizados (perfil imerso em uma solução que produz o filme de óxido de alumínio, extremamente duro, estável e resistente à corrosão, o que permite a preservação de todas as qualidades do produto). De acordo com o José Carlos Garcia Noronha, gerente da área de construção civil da CBA, as novidades devem gerar negócios para os próximos seis meses. A estimativa é de que o segmento de portas e janela pode crescer até 30% neste ano, estimulado pelo crescimento da construção civil, nos últimos dois anos, e também pelo interesse dos investidores estrangeiros no mercado imobiliário brasileiro. São esperados visitantes e expositores turcos, argentinos, chineses, espanhóis, portugueses e italianos.   
BSB, 14/10- Quase todos os fundidores de alumínio do mundo estão perdendo dinheiro com o preço do metal despencando para US$ 2,2 mil a tonelada, afirmou um especialista da indústria na segunda-feira. "Noventa e três por cento de toda a capacidade de fundição do mundo está perdendo dinheiro com preços ao redor de 2,2 mil dólares por tonelada", disse Jim Southwood, presidente da consultoria CRU Price Risk Management. "Chegamos ao nível em que existe uma aflição significativa para os produtores", afirmou em um seminário da bolsa de metais de Londres. O enfraquecimento da demanda e vendas globais nos mercados de commodities derrubaram os preços de R$ 2,5 mil a tonelada em setembro para US$ 2,2 mil. Southwood explicou que os fundamentos normalmente são o principal determinante do preço do alumínio, mas que esses elementos também mudaram. "Os fundamentos agora incluem o dólar e os preços da energia", disse ele. Ele também afirmou que a queda do preço do alumínio nas duas últimas semanas deve-se em grande parte à saída especulativa de dinheiro. "Cerca de 200 dólares disso devem-se à liquidação do mercado, e o resto ao aumento do dólar", ponderou Southwood. Quanto aos preços, analistas não estão otimistas para o curto prazo. "A demanda por alumínio é altamente alavancada pelo consumo da China", disse Michael Jansen, diretor-executivo de commodities do JP Morgan. "O PIB da China e a produção industrial estão caindo. A máquina industrial global vai permanecer quieta por seis meses, no mínimo", disse ele.   
BSB, 13/10- Os brasileiros que pretendem construir ou reformar suas casas devem se preparar para desembolsar R$ 660,91 a cada metro quadrado. O valor representa o custo médio no mês de setembro e consta do Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dos R$ 660,91 investidos a cada metro quadrado construído no Brasil, R$ 383,43 são destinados à compra de materiais. Outros R$ 277,48 servem para o pagamento de mão-de-obra. Em agosto, o custo do metro quadrado foi de R$ 652,45 o que representa uma variação de 1,30%. Os valores elevados mostram o aquecimento do mercado de construção civil. Segundo o IBGE, os materiais subiram de forma acentuada em relação a igual período de 2007: 10,27%. A parcela do custo referente à mão-de-obra aumentou 7,56% até setembro, com uma aceleração mais moderada em comparação aos 5,45% registrados no ano passado. O Rio de Janeiro é o estado com o segundo maior custo de construção por metro quadrado: R$ 737,74. O valor está acima da média do Sudeste, de R$ 701,42. Roraima, no Norte do país, é onde mais se gasta para construir. Lá, o custo de um metro quadrado chega a R$ 747,07. O Rio Grande do Norte é o que tem o valor mais barato, segundo o IBGE: R$ 576,98.   
BSB, 13/10- A CBIC promove no próximo dia 16, das 8h30 às 18h30, no Centro de Convenções Milenium, em São Paulo, o Seminário Internacional "O Seguro e o Desenvolvimento do Mercado Imobiliário". A abertura do evento contará com as presenças do secretário de Reformas Econômicas e Fiscais do Ministério da Fazenda, Bernard Appy; da secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, e do diretor da Superintendência de Seguros Privados, Murilo Chaim. O seminário abordará as experiências internacionais e nacionais relacionadas ao tema. Destaque para os seguintes assuntos: Experiência Internacional - "Seguros de danos à pessoa - a experiência dos Estados Unidos"; "Seguros de danos à pessoa - a experiência da Europa"; "A visão da construção civil", e "A visão das instituições financeiras e do mercado de capitais"; Experiência Nacional - "A oferta de seguros no Brasil"; "Demanda de seguros na construção civil", e "Demanda de seguros - instituições financeiras e mercado de capitais". Os debatedores do painel nacional serão: o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão; o presidente da Comissão Técnica de Seguro Habitacional da Fenseg, Armando Petrilho Grasso, e o presidente da Abecip, Luis Antônio Nogueira de França. O coordenador do painel será Otávio Ribeiro Damaso, da Secretaria de Reformas Econômicas e Fiscais do Ministério da Fazenda.   
BSB, 12/10- Em razão dos problemas no mercado imobiliário, as grandes incorporadoras estão se ajustando à nova realidade. A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI), controlada pelo grupo Camargo Corrêa, anunciou ontem que adquiriu a totalidade das ações da incorporadora HM, da qual já possuía 81% das ações. O negócio foi fechado por R$ 12,44 milhões mais um volume de 3,9 milhões de ações. "Com essa decisão, a companhia terá mais liberdade para atuar no segmento de baixa renda", garante Paulo Mazzali, diretor de finanças e relações com investidores da CCDI. Já a Rossi Residencial irá promover um aumento de capital de R$ 150 milhões e a revisão de seu plano de lançamentos para este ano e para 2009. Os lançamentos programados para 2008 terão uma retração de cerca de 16% no valor potencial de vendas - de R$ 2,5 bilhões para R$ 2,15 bilhões - e os previstos para 2009 sofrerão redução em torno de 33% - de R$ 3 bilhões para R$ 2,25 bilhões. A incorporadora InPar também mexeu no seu planejamento. Reduziu seu programa de lançamentos para 2008, de R$ 2,5 bilhões para R$ 1,65 bilhão, retornando à meta anunciada quando fez seu IPO.   
BSB, 11/10-A indústria do cimento registrou a venda de 4,7 milhões de toneladas no mercado interno em setembro, o que representa recuo de 0,3% em relação a agosto e 8,8% frente igual mês de 2007. Os dados foram divulgado pelo Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC). De janeiro a julho, foram vendidas 38,5 milhões de toneladas de cimento, das quais 38 milhões no mercado interno, representando 16,1% de aumento sobre o mesmo período de 2007. Dados preliminares indicam que as vendas de cimento para o mercado interno brasileiro acumuladas nos últimos doze meses atingiram 49,9 milhões de toneladas, uma elevação de 15,9% face o mesmo período de 2007.   
BSB, 10/10- O setor de construção civil vai encaminhar ao governo federal uma proposta para garantir o equilíbrio das construtoras durante a crise financeira. Segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Sergio Watanabe, a idéia é reivindicar a abertura de uma linha de crédito direto para financiar as obras no longo prazo, o que poderia ser feito por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). "O governo já anunciou medidas para ampliar o crédito à exportação e para ajudar os bancos. A construção civil também tem de ser acompanhada atentamente", argumentou o executivo. Ele acrescenta que, ao lado da agricultura, o setor é uma das principais alavancas de crescimento econômico do País. Hoje as empresas da área empregam cerca de R$ 1,1 milhão de trabalhadores, com carteira assinada. Watanabe afirmou que, na proposta a ser entregue ao governo federal na semana que vem, o setor vai incluir o montante necessário para irrigar o mercado. Os números ainda estão sendo calculados. O sindicato também vai pedir que as condições de financiamento dos bancos comerciais, como prazos e custos, sejam mantidas. " Ele destacou que os empresários do setor estão aguardando o desfecho da crise. Mas alguns adiaram lançamentos. "Esse é um setor que depende exclusivamente de crédito e taxas de juros baixas."   
BSB, 9/10- O preço do metro quadrado construído ficou 1,3% mais caro em setembro, custando R$ 660,91 em setembro, segundo o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em convênio com a Caixa Econômica Federal. O valor reflete a soma dos gastos com materiais (R$ 383,43) que subiram 2,03% e as despesas com mão-de-obra (R$ 277,48) que avançaram 0,30%, o que mostra que mais uma vez foram os insumos da construção que contribuiram para a inflação nessa cadeia produtiva. No ano, o setor acumula inflação de 9,11%, enquanto no acumulado de 12 meses, o índice subiu 10,95%. Por região, houve semelhança nas taxas, sendo que o Nordeste e o Centro-Oeste registraram alta de 1,38%, acompanhados bem de perto pelo Norte (1,34%) e Sudeste (1,31%). Apenas a região Sul (1,03%) variou abaixo da média nacional (1,30%). Os custos regionais apontaram os seguintes valores, por metro quadrado: R$ 701,42 (Sudeste); R$ 656,31 (Sul); R$ 650,23 (Norte); R$ 636,67 (Centro-Oeste) e R$ 614,31 (Nordeste). Devido aos reajustes salariais, Minas Gerais apresentou a maior variação do índice em setembro (2,19%). No ano, o estado do Acre teve o maior acumulado (13,23%) cabendo ao estado de Rondônia a variação mais acentuada nos últimos doze meses (14,88%).   
BSB, 8/10- Os empresários do setor de construção civil estão sensíveis à crise mundial e já começaram a reduzir as projeções de crescimento das empresas para os próximos anos, informa o presidente do Secovi (sindicato de habitação), João Crestana. Segundo ele, os empresários do setor devem reduzir o número de projetos. "Eles vão escolher os projetos mais rentáveis e deixar para outro momento os mais arriscados." Se a crise deixou os empresários mais cautelosos, não trouxe mudanças significativas entre os consumidores. "Não foram notadas diferenças significativas dos clientes nos plantões de vendas." Para Crestana, a demanda por habitação continua aquecida porque o crédito para o setor ainda não foi afetado pela crise. "Nosso setor se beneficia de recursos da poupança e do FGTS, que são mais estáveis." Assim como o consumo, o emprego continua em expansão na construção civil. Em agosto, o número de vagas cresceu 2%, segundo o SindusCon-SP e a FGV.   
BSB, 6/10- No dia 11 de novembro, será realizado o Painel da Construção Civil, um seminário voltado exclusivamente para engenheiros e arquitetos de toda a América Latina. O evento, que irá acontecer no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo , tem o objetivo de mostrar as novas tecnologias disponíveis para a indústria da construção civil. O Painel contará com palestras das empresas MVC Soluções em Plásticos, Ashland, Huntsman, Texiglass e Menzolit, que também irão expor seus produtos e tecnologias na FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR 2008 – Feira e Congresso Internacional de Composites, Poliuretano e Plásticos de Engenharia, que acontecerá de 11 a 13 de novembro no mesmo local. As inscrições são gratuitas. Informações no site: www.feiplar.com.br .   
BSB, 5/10- Nem turbulência mundial reduz pressão sobre a cotação do produto, grande vilão dos custos da construção civil este ano. O agravamento da crise internacional, que começou a se refletir nas cotações do aço e dos metais no mercado externo, vai estourar no mercado interno só no ano que vem. Isso porque as carteiras de pedidos das siderúrgicas nacionais estão tomadas até o fim deste ano, aos preços atuais. Nem mesmo a queda no valor das commodities (produtos básicos com cotação internacional), acentuada pelo temor diante da turbulência mundial, fez recuar a pressão sobre o preço do aço no varejo. O produto se tornou o grande vilão do mercado da construção civil este ano, com alta média de preço da tonelada do vergalhão de 54,6%, de janeiro a agosto. O recuo no valor das commodities acendeu a esperança das construtoras, lojas de material e distribuidores para uma possível desaceleração do preço. Mas a queda não chegou. A bitola de aço de 10 milímetros , que era vendida para os construtores por R$ 2,53 mil, está chegando ao mercado por R$ 3,63 mil. Além dos reajustes sucessivos, o produto enfrenta atraso na entrega da mercadoria em até três meses. Com a escassez do aço e a escalada de preços, quem paga a conta é o consumidor. O custo da construção, segundo empresários do setor, já subiu até 6% este ano em função da alta do preço do aço no varejo. Se a escalada de preços não for contida e os estoques continuarem escassos, o comprador de imóvel pode preparar o bolso para mais um reajuste de preços ainda este ano. E quem vai sentir mais o peso é o consumidor de menor renda, o formiguinha. A única alternativa que sobra para eles é a loja de material de construção, que está desabastecida pelos fornecedores.   
BSB, 4/10- A Camargo Corrêa Cimentos informou ontem (3/10), que a partir de 31 de março de 2009 não irá mais comercializar o produto cimento branco Cauê. A empresa informou ainda que os equipamentos desta linha de produção serão redirecionados para a produção de cimento cinza, sem gerar qualquer corte de empregados.   

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