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BSB, 04/01/13- - Em novembro de 2012, os financiamentos imobiliários totalizaram o montante de R$ 73,9 bilhões, 3% mais do que os R$ 71,7 bilhões contratados no mesmo período de 2011. Segundo informações da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), o volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis também somou R$ 7,7 bilhões, o segundo melhor desempenho mensal do ano. O resultado de novembro foi 15% maior do que o registrado em novembro de 2011 e 1,7% superior ao de outubro. O resultado de novembro foi 15% maior do que o registrado em novembro de 2011 e 1,7% superior ao de outubro (Getty Images) Nos últimos 12 meses encerrados em novembro de 2012, o volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis, com recursos das cadernetas de poupança foi R$ 82,2 bilhões, 5,5% mais do que nos 12 meses precedentes. Em novembro, foram financiadas aquisições e construções de 38,8 mil imóveis, o que correspondeu a uma redução de 1,6% em relação a outubro. Em comparação a novembro do ano passado, o resultado foi inferior em 0,6%. Não obstante, a sinalização foi positiva, pois o número de unidades financiadas em novembro superou a média observada entre janeiro e novembro (37,3 mil unidades). Já em termos acumulados, nos 11 meses de 2012 foram contratados empréstimos para a construção e aquisição de 410,6 mil unidades, 7,4% inferior aos 443,3 mil imóveis financiados no mesmo período de 2011. Em 12 meses, até novembro, o número de unidades financiadas alcançou 460 mil, 5,5% menos do que nos 12 meses precedentes.   
BSB, 31/12/12- O preço dos imóveis tende a cair nos próximos meses por conta da desoneração do setor da construção civil. É o que esperam especialistas do setor imobiliário após o governo federal anunciar um pacote para estimular o setor. A iniciativa prevê benefícios que, somados, podem atingir R$ 3,36 bilhões anuais. "As medidas trazem maior segurança jurídica e clareza tributária, o que reduz os custos e traz bons resultados para o bolso do consumidor. Então podemos dizer que existe uma tendência efetiva de queda dos preços para 2013", diz Luiz Carlos Botelho Ferreira, primeiro vice-presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Distrito Federal (Sinduscon/DF). "O anúncio já teve efeito imediato, pois as ações das construtoras na Bolsa se valorizaram. Então esperamos que o mercado fique ainda mais aquecido", completa Ariovaldo da Silva Rocha Filho, diretor de Lançamentos do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci/RJ). Ainda não é possível, porém, mensurar o tamanho do impacto, segundo o representante do Sinduscon, pois a medida provisória não foi regulamentada. "Faltam detalhes para que possamos falar em percentuais, pois não sabemos se a desoneração vai atingir também as incorporadoras, por exemplo. Mas isso deve ser definido até a primeira quinzena de janeiro." As medidas divulgadas pelo governo incluem a desoneração da folha de pagamentos da construção civil, que antes pagava 20% de INSS sobre a folha e agora passará a contribuir com 2% do faturamento. Sozinha, esta iniciativa representará uma economia de R$ 2,85 bilhões em 2013, estimou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. "Isso vai beneficiar em maior grau as obras que têm menos tecnologia e empregam maior quantidade de mão de obra", comenta Ferreira. Além disso, o governo reduziu as alíquotas de tributos do setor, que, no total, caíram de 6% para 4%, gerando um impacto anual de R$ 411 milhões. O pacote inclui ainda o aumento de R$ 85 mil para R$ 100 mil no v   
BSB, 26/12/12- O segmento imobiliário no Brasil tornou-se um dos que mais atraem investimentos, e chama cada vez mais a atenção dos poupadores, como um reflexo direto da queda de juros. Boa parte da atração de recursos para fundos imobiliários e outros produtos do setor, como LCI e CRI, deriva do benefício da isenção fiscal concedida pelo governo para pessoas físicas e investidores internacionais, que torna a rentabilidade auferida especialmente interessante. Os fundos imobiliários tem estruturas de portfólio diferenciadas, que variam com a estratégia dos agentes financeiros e gestores. Pode ocorrer, por exemplo, de o fundo ter uma estrutura que combine a renda de alugueis performados (ou a performar) com (ou sem) garantia de renda porum período predeterminado. Há ainda fundos cuja carteira é composta por LCI e CRI, pois basicamente são esses dois ativos que os fundos podem comprar, além de imóveis. Diante dessas opções, é preciso fazer uma análise consistente desses fundos, de forma a conhecer os riscos do investimento, que estão ligados, principalmente, à qualidade de seus ativos e à eventual vacância dos imóveis alugados. Em tese, essa análise deve se basear também em fatores macroeconômicos, que impactam a atividade econômica, inclusive regional, que, por sua vez, influi diretamente na demanda por alugueis. Um exemplo claro de como isso funciona é o Rio de Janeiro, onde, hoje, sem dúvida, uma acentuada demanda comercial tem alavancado os preços dos alugueis corporativos. O Rio tem a seu favor fatores que induzem o crescimento e conta com um fluxo de demanda de alugueis bem acima da média, o que diminui sensivelmente o risco de vacância - uma boa notícia para os investidores, já que imóvel desocupado é sinônimo de prejuízo. É preciso lembrar, ainda, que o segmento imobiliário deve se manter estável por alguns anos ainda, com crescimento moderado.   
BSB, 26/12/12-Em alguns casos, pode haver até mesmo pequenos ajustes nos preços dos imóveis para baixo ou para cima. Outro fator a ser analisado é a relevância do crédito imobiliário. O setor deve continuar ofertado, mas, como existe uma limitação do sistema de poupança via SFH, outros mercados de crédito imobiliário serão impulsionados. Sendo assim, os mercados alternativos de fundos, CRI e LCI e CCI devem continuar sendo uma importante fonte de captação cada vez mais consistente. Por tudo isso, ao analisar a compra de um fundo imobiliário, o investidor deve pensar como se estivesse comprando um imóvel. Uma analise criteriosa conclui ainda que a vantagem principal dos fundos imobiliários é que, na medida em que os fundos imobiliários se popularizam, sua liquidez nas bolsas de valores torna-se cada vez maior, já que fica mais fácil comprar e vender cotas de um fundo do que um imóvel. Seja como for, o melhor conselheiro de um investidor é ele mesmo, sem prescindir, porém, de uma assessoria especializada. Ele deve sempre se guiar pelo bom senso e pela racionalidade, baseado numa boa pesquisa imobiliária. Daqui em diante, mais do que nunca, para acompanhar o boom dos fundos imobiliários, uma boa educação financeira fará toda a diferença, tornando-se a maior indutora de sucesso do investidor.   
BSB, 24/12/12– A venda de imóveis usados na cidade de São Paulo cresceu 10,31% no mês de outubro, frente a setembro deste ano. No acumulado do ano até outubro, a venda já registra alta de 11,11%, segundo dados da pesquisa divulgada pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta sexta-feira (21). Por zonas, o maior volume de vendas foi registrado na zona D (bairros como Bom Retiro, Brás, Centro e Penha), de 29,94%. A região com menos vendas apontadas foi a E, que engloba Brasilândia, Grajaú, Campo Limpo e Itaquera, com 15,82% das comercializações de imóveis. 74,16% preferem comprar imóveis acima de R$ 200 mil (Getty Images) Na zona B (bairros como Vila Mariana, Vila Madalena, Aclimação e Paraíso), o percentual de vendas foi de 20,9%. Já a zona C (Barra Funda, Butantã, Água Branca e Lapa) teve 16,95% das vendas e por fim, a zona A (Morumbi, Campo Belo, Cidade Jardim, Higienópolis e Itaim Bibi), com 16,38% das vendas. No décimo mês deste ano, foram vendidos mais apartamentos do que casas, com 68,16% e 31,84%, respectivamente, de participação das unidades comercializadas. Sobre o valor do imóvel, é possível perceber na capital a preferência por aqueles   
BSB, 22/12/12- O brasileiro gastou 0,29% a mais para construir neste mês de dezembro, segundo informações do INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta sexta-feira (21). A variação é 0,06 ponto percentual maior do que a registrada em novembro, quando o índice ficou em 0,23%. Nos últimos 12 meses, o INCC-M, que é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual, já tem variação de 7,23%. No acumulado de 2012 a variação nos custos atingiu a marca de 7,23% (Marcelo Camargo/ABr) O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,26% este mês, resultado maior ao apurado em novembro, de 0,22%. Dos subgrupos, o maior resultado foi em Materiais e Equipamentos, 0,26% em dezembro; enquanto Serviços variou 0,25% neste mês. No que diz respeito ao grupo Mão de Obra, a variação foi de 0,31% em dezembro. No mês anterior havia sido de 0,24%. No geral, as maiores influências positivas para o resultado apurado em dezembro foram dos tubos e conexões de PVC (1,19%), engenheiro (0,44%) e servente e ajudante especializado, ambos com 0,30% de alta. Por outro lado, as maiores influências negativas foram dos itens argamassa (-0,23%), eletrodutos de PVC (-0,19%) e impermeabilizante (-0,17%).   
BSB, 20/12/12- O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que serve de base para o reajuste da maioria dos contratos de aluguel, registrou, no segundo decêndio de dezembro, variação de 0,69%. No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de -0,16%. O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (19/12), pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), usado no cálculo do IGP-M, apresentou variação de 0,75%, no segundo decêndio de dezembro. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de -0,35%. A taxa de variação dos bens finais avançou de -0,68% para 0,90%. A maior contribuição para esta aceleração teve origem no subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -4,73% para 2,74%. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou, no segundo decêndio de dezembro, variação de 0,34%. No segundo decêndio do mês anterior, a taxa foi de 0,17%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,27%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,24%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de 0,42%, no segundo decêndio de dezembro. Na apuração referente ao mesmo período do mês anterior, o índice variou 0,11%.   
BSB, 19/12/12– Nos últimos 12 meses encerrados em novembro deste ano, a cidade de São Paulo registrou alta de 8,61% no valor médio de locações de casas e apartamentos. De acordo com o Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo), ainda que o percentual seja superior aos 5,53% da variação do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) no período, e aos 6,96% do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), indicador que corrige a maioria dos contratos de aluguel em andamento, este é o menor aumento desde fevereiro de 2010. “Não dá para dizer que o valor do aluguel residencial se estabilizará, afinal a demanda por imóveis para locação segue muito superior à oferta na Capital. Mas esse índice de 8,61% é uma boa notícia para o segmento, porque é o mais baixo desde fevereiro de 2010, quando o acumulado em 12 meses atingiu 8,4%”, analisa o vice-presidente de gestão patrimonial e locação do Secovi-SP, Walter Cardoso. Entre os meses de outubro e novembro de 2012, o valor médio de locação na capital paulista registrou acréscimo de 1,1% (Getty Images) Considerando o comportamento mensal, entre os meses de outubro e novembro de 2012, o valor médio de locação na capital paulista registrou acréscimo de 1,1%. Um mês antes, em outubro, a alta de aluguéis de casas, sobrados e apartamentos, em comparação ao mês imediatamente anterior, havia sido de 1,2%. Em média, na comparação com outubro, os imóveis que tiveram maior elevação nos valores locatícios foram os de três dormitórios, com aumento médio de 1,6% em novembro deste ano. As unidades de dois dormitórios aparecem em seguida, com acréscimo na ordem de 1%, enquanto que as residências de um dormitório aumentaram 0,8% no período. Em novembro, as casas e sobrados foram alugados num intervalo médio de 12 a 33 dias. Já os apartamentos demoraram um pouco mais: 18 a 38 dias, segundo apontou o IVL (Índice de Velocidade de Locação), que mede o número de dias de espera até que o contrato de locação seja assinado. Consider   
BSB, 18/12/12- A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) lançou um guia aos investidores sobre Fundos de Investimento Imobiliário. Elaborado pela Superintendência de Proteção e Orientação aos Investidores, trata-se da primeira publicação do canal "Série Guias", disponível em www.cvm.gov.br, e que apresenta, entre outras questões, o funcionamento e os riscos de se investir nos fundos de investimento imobiliário. O espaço contará com materiais educacionais que trazem orientações objetivas e práticas para o investidor sobre determinados títulos e serviços do mercado. A nova linha de publicações busca ser um diferencial em relação aos "Cadernos CVM", com informações detalhadas do mercado para investidores e estudantes, e à "Série Alerta", voltada para problemas observados em análises de casos. Para 2013, dois novos guias estão previstos, além de folhetos educativos com dados básicos e relevantes sobre produtos e serviços do mercado.   
BSB, 18/12/12- A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) lançou um guia aos investidores sobre Fundos de Investimento Imobiliário. Elaborado pela Superintendência de Proteção e Orientação aos Investidores, trata-se da primeira publicação do canal "Série Guias", disponível em www.cvm.gov.br, e que apresenta, entre outras questões, o funcionamento e os riscos de se investir nos fundos de investimento imobiliário. O espaço contará com materiais educacionais que trazem orientações objetivas e práticas para o investidor sobre determinados títulos e serviços do mercado. A nova linha de publicações busca ser um diferencial em relação aos "Cadernos CVM", com informações detalhadas do mercado para investidores e estudantes, e à "Série Alerta", voltada para problemas observados em análises de casos. Para 2013, dois novos guias estão previstos, além de folhetos educativos com dados básicos e relevantes sobre produtos e serviços do mercado.   
BSB, 13/12/12- O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) aprovou, ontem, um orçamento de R$ 46,4 bilhões para a área de habitação em 2013. Os recursos servirão para bancar os programas do SFH (Sistema Financeiro da habitação), incluindo o ?Minha Casa, Minha Vida? do governo federal e o financiamento da casa própria com valor de até R$ 500 mil, destinado a quem ainda não tem moradia. A previsão de gasto aprovada é menor do que o valor do orçamento ajustado para 2012, quando R$ 49,8 bilhões foram repassados para a habitação. O presidente em exercício do conselho, Luiz Fernando Emediato, lembrou, no entanto, que o orçamento aprovado no final de 2011 era menor ? R$ 43 bilhões para a área habitacional ? e foi ajustado no meio do ano com suplementação de verbas. O total do orçamento aprovado para 2013 é de R$ 59,6 bilhões, incluindo R$ 5,2 bilhões para saneamento básico e R$ 7 bilhões para a área de infraestrutura. Dos recursos previstos, R$ 36,7 bilhões serão destinados à habitação popular, principalmente aos beneficiários do programa ?Minha Casa, Minha Vida?. Ao subsídio a famílias de baixa renda, o Fundo prevê um gasto de R$ 6,4 bilhões em descontos. O programa Pró-Moradia vai receber R$ 1 bilhão e outros programas não enquadrados como habitação popular estão designados R$ 3,3 bilhões. O conselho curador também aprovou um orçamento quadrienal de R$ 240 bilhões para o período 2013/2016. ?É o maior orçamento já aprovado. Os recursos vão beneficiar mais de 550 mil famílias, principalmente as beneficiárias do Programa Minha Casa, Minha Vida?, disse Emediato. Segundo ele, esse orçamento inicial para 2013 é recorde. Em maio, os números serão revisados para atender pedidos de suplementação de verba ou mudanças nas regras do FGTS, como a ampliação do valor máximo dos imóveis, de R$ 500 mil para R$ 750 mil, que podem ser financiados com recursos do FGTS. Para Emediato, caso o governo decida atender o pleito do setor privado e elev   
BSB, 12/12/12- A Caixa captou R$ 264,64 milhões com a oferta do Fundo de Investimento em Participações Caixa Incorporação Imobiliária, encerrada ontem, marcando a primeira operação do banco nessa modalidade. O fundo tem como foco o investimento em projetos imobiliários residenciais em parceiras com incorporadoras a serem desenvolvidos em todo Brasil. A emissão foi destinada a investidores institucionais e contou com a participação de 19 cotistas, a maioria formada por fundos de pensão e regimes próprios de Estados e municípios. "Decidimos lançar o produto diante da demanda de investidores institucionais por produtos que permitissem entrar no risco da incorporação do projeto", diz Marcos Vasconcelos, vice-presidente da área de gestão de ativos de terceiros Da Caixa Os investimentos devem contemplar empreendimentos residenciais voltados para a baixa, média e alta renda, e que não estejam incluídos no programa do governo Minha Casa Minha Vida. "Pretendemos investir em pelo menos dez projetos", diz Vasconcelos. A Caixa poderá aplicar até 15% do patrimônio do fundo em cada empreendimento. O aporte será realizado por meio da aquisição de participação acionária em Sociedade de Propósito Específico (SPE) que será criada para cada projeto. Como envolve o risco de desenvolvimento, o retorno dos fundos de incorporação costuma ser superior aos dos fundos imobiliários tradicionais com foco em renda, que estavam pagando uma rentabilidade de 0,7% ao mês, considerando apenas as receitas de aluguel. A taxa de retorno estimada do fundo da Caixa é de 10% ao ano mais a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O portfólio tem prazo de cinco anos, prorrogável por 24 meses. A Caixa tem cerca de R$ 12 bilhões sob gestão em fundos e operações estruturadas voltados para a área imobiliária.   
BSB, 11/12/12- O crescimento da economia nacional, somado ao impulso positivo que o mercado de construção civil espera para o ano que vem, começa a refletir no mercado de imóveis comerciais de São Paulo. Segundo uma pesquisa da consultoria imobiliária Herzog, o estoque de imóveis comerciais de alto padrão na cidade deve somar 2,99 milhões de metros quadrados até 2014, 33% a mais do que os 2,2 milhões que deverão ser registrados até o final de 2012. Segundo estudo exclusivo da Herzog, a expectativa é que o ano termine com a entrega de 343,6 mil metros quadrados de novos escritórios na capital e que até 2014 outros 741 mil metros quadrados sejam lançados. São considerados prédios com classificação AA aqueles que contam com características de “prédio inteligente”, o que envolve especificações técnicas como ar-condicionado central, controle de ar variável e medidas específicas de segurança. O valor dos imóveis comerciais subiu.   
BSB, 09/12/12- BSB, 09/12/12- O Banco Central informou que os depósitos superaram as retiradas em caderneta de poupança no valor de R$ 40,5 bilhões entre janeiro e novembro deste ano - novo recorde histórico, superando até mesmo 2010 inteiro, quando R$ 38,6 bilhões ingressaram na mais tradicional modalidade de investimentos do país. O ano de 2010 representava o recorde anterior para um ano fechado na série histórica do BC, que tem início em 1995. Os números da autoridade monetária mostram que a mudança do formato de rentabilidade da caderneta de poupança, feita pelo governo em maio deste ano, não afastou os poupadores. A nova regra do governo atrelou os juros da poupança à taxa básica definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom), para evitar que outras aplicações financeiras de renda fixa perdessem atratividade frente à poupança em função da queda do juro básico. No último dia útil do mês passado, o dia 30, que foi o limite para o pagamento da antecipação do 13º salário dos trabalhadores, os depósitos superaram as retiradas em R$ 3,64 bilhões Os recursos depositados a partir de 4 de maio rendem o equivalente a 70% da Selic mais Taxa Referencial (atualmente zerada). Esse novo formato de rendimento da poupança foi aplicado, porém, somente quando a taxa básica de juros, definida pelo Banco Central, atingiu 8,5% ao ano – acionando o chamado "gatilho" para a mudança. Com a Selic atualmente em 7,25% ao ano, a rentabilidade da poupança soma 5,07% ao ano. Mesmo que a Selic mude ao longo do período mensal considerado, a taxa aplicável é a vigente na data em que se deposita, ou seja, a do início do período. Pela regra anterior, que vigorava desde 1991, a poupança não podia render menos de 6,17% ao ano, mais TR. A nova regra vale somente para depósitos feitos de 4 de maio em diante. A modalidade continua isenta do Imposto de Renda e sem a cobrança de taxa de administração. superando até mesmo 2010 inteiro, quando R$ 38,6 bilhões ingressaram na mais tradicional mod   
BSB, 08/12/12- O sucesso da oferta pública de distribuição secundária do fundo imobiliário Progressivo II, que encerrou doze vezes acima do booking inicial, legitima o produto no Banco do Brasil, e dá espaço para um uso mais amplo deste tipo de investimento. É o que afirma o vice-presidente de Atacado, Negócios Internacionais e Mercado de Capitais do BB, Paulo Rogério Caffarelli. O banco vendeu 64 ativos para o fundo de R$ 1,6 bilhão, cujas cotas foram vendidas a clientes. "Ainda temos um estoque de 4 mil imóveis que compõem nossa rede de agências e podemos fazer uma seleção para gerar um outro fundo, dependendo da rentabilidade da região. Isso não está em pauta agora, mas o veículo de investimento veio para ficar", contou o executivo. Com a oferta, o BB terá um impacto líquido positivo de R$ 705,9 milhões que será atribuído ao patrimônio líquido, que deve figurar no resultado do banco no quarto trimestre e trazer um incremento próximo de 10,4 pontos-base no índice de Basileia do banco. As cotas dos fundos foram vendidas para 48mil pessoas físicas e 75 investidores institucionais, grau de pulverização que deve gerar mais liquidez no mercado secundário. "Hoje a participação do mercado secundário imobiliário é incipiente no Brasil, voltado para CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e relacionado a exigibilidades", diz Caffarelli. O rateio de cotas encerrou em 10%. Para os executivos do banco, investidores que não puderam investir o que pretendiam no mercado primário devem encontrar liquidez no mercado secundário. Preocupado com a liquidez, o banco contratou dois Market makers para a oferta: Bradesco e BTG Pactual.   
BSB, 02/12/12- O índice é o mais alto desde outubro de 2011, quando 60,47% dos compradores na capital paulista optaram por essa modalidade. Segundo o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, o alto índice de pagamentos à vista surpreendeu a entidade, mas ele acredita que a cautela dos bancos em conceder financiamentos, por conta do cenário de crise mundial, pode ser um dos motivos. De acordo com a pesquisa, em setembro, 44,18% dos compradores recorreram a linhas de crédito. "A única coisa que podemos imaginar é que a análise de crédito mais aprofundada pode fazer com que o número de financiamentos diminua, fazendo com que quem realmente quer comprar um imóvel só tenha a opção de pagar à vista", explica Viana. O presidente ressalta que a valorização imobiliária também dificulta a obtenção de financiamento, já que o alto valor das prestações não cabe no bolso do brasileiro que está com a renda comprometida com outras dívidas, assim, muitos clientes têm seus pedidos de crédito negados pelos bancos. Com isso, são forçados a usar apenas suas próprias economias na hora de comprar um imóvel. O índice foi divulgado pelo Creci-SP juntamente com uma análise mais geral do mercado de imóveis usados em setembro, que mostrou uma queda de 32,37% no volume de casas e apartamentos vendidos e de 13,84% no número de unidades alugadas no período. O relatório mostra, ainda, quais são as formas de garantia mais utilizadas por quem aluga: fiadores são usados em 43,03% dos casos; o seguro-fiança em 29,09%, e o depósito antecipado em 25,45% dos negócios.   
BSB, 30/11/12- O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), encerrou novembro com deflação (-0,03%) e bem abaixo da variação registrada em igual mês do ano passado (0,5%). No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa ficou em 6,96%, indicando um decréscimo em comparação ao resultado de outubro (7,52%). Essa taxa referente ao período de um ano é a utilizada como base de cálculo para corrigir o valor do aluguel nas renovações dos contratos de locação. No acumulado do ano, o IGP-M apresentou alta de 7,09%, ligeiramente abaixo do registrado em outubro último (7,12%). Os analistas econômicos ouvidos pelo Banco Central (BC), para a elaboração do boletim Focus, reduziram a previsão do IGP-M para o encerramento do ano de 7,57% para 7,55%, segundo a projeção mais recente, publicada, no último dia 26. A variação do índice em novembro foi influenciada, principalmente, pelos preços no atacado de alimentos processados que passaram de uma alta de 0,74% para -0,79%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou recuo de 0,19% ante uma variação em queda de 0,2%. Caíram também algumas cotações no segmento commodities como café (de 1,14% para -4,68%); arroz em casca (de 9,87% para 0,9%) e mandioca (de 16,94% para 5,98%). Em sentido oposto, o movimento foi de recuperação de preços da soja em grão (de -6,5% para -3,5%); milho em grão (de -3,87% para 4,11%) e minério de ferro (de -5,91% para -3,46%). Componente da taxa, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) caiu para 0,33% ante 0,58% em novembro. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou leve queda e ficou em 0,23% - um pouco abaixo da anterior (0,24%).   
BSB, 28/11/12- O número de vendas de casas usadas nos Estados Unidos veio levemente acima do esperado em outubro, de acordo com os dados divulgados pela Associação de Corretoras de Imóveis do país nesta segunda-feira (19). O Existing Home Sales mostrou que as vendas anualizadas registradas no período atingiram 4,79 milhões de casas, frente ao consenso das projeções do mercado de 4,70 milhões. O número também ficou acima do registrado na medição anterior, quando o volume anualizado de vendas foi de 4,70 milhões de casas, em dados revisados. Como o volume de casas usadas responde por 85% do total de vendas de imóveis nos EUA, este é um componente importante para a retomada do crescimento econômico nos EUA.   
BSB, 27/11/12- Os consumidores interessados em comprar um imóvel terão mais opções, nos próximos meses, na hora de contratar um financiamento. As tradicionais cooperativas de crédito, que se destinam a oferecer empréstimos e prestação de serviços bancários em condições mais favoráveis aos seus associados, prometem dar uma sacudida no setor habitacional dominado pelos grandes bancos. Fruto da associação de pessoas com interesses comuns, que são ao mesmo tempo donas e usuárias dos recursos depositados, as cooperativas pretendem oferecer juros mais baixos que os praticados no mercado. Elas já têm taxas mais atrativas no crédito pessoal e no cheque especial. A primeira a manifestar interesse em criar o produto foi a Sicredi, uma central que agrega 113 cooperativas em 10 estados, com mais de 2 milhões de associados. Ela aguarda somente a liberação da nova linha pelo Banco Central para colocar o produto na rua. Por enquanto, a direção da entidade optou por manter as condições do financiamento em sigilo. Também interessado em oferecer crédito para compra de imóveis, o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) estrutura um projeto para entrar em operação no primeiro semestre de 2013. Atuando em 13 estados, com 2,3 milhões de associados, o Sicoob pretende ofertar R$ 100 milhões no primeiro ano de operação da linha imobiliária. A gestão dos recursos ficará a cargo do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), braço financeiro do sistema. O superintendente de gestão estratégica do Bancoob, Cláudio Halley, explica que as operações serão feitas em todo o país, mas se concentrarão mais no interior, pois é nas cidades com até 100 mil habitantes que a instituição tem presença marcante. Halley observa que, além do deficit de 17 milhões de novas unidades habitacionais até 2022, há uma demanda de mais 5 milhões de residências para quem compartilha a moradia com familiares ou com amigos e quer comprar a própria casa.   
BSB, 25/11/12- Os fundos imobiliários vêm atraindo cada vez mais a atenção de investidores. Prova disso é que o volume, bem como o número de negócios de fundos listados em bolsa até o final de outubro, cresceu cerca de 150% este ano em relação ao ano passado. O volume negociado evoluiu de R$ 912 milhões para R$ 2,2 bilhões. Já o número de negócios passou de 77 mil para 212 mil, de acordo com dados da BM&FBovespa. Ou seja, existe hoje maior liquidez para quem quer vender ou comprar posições no mercado secundário. Em outubro, o volume atingiu o recorde histórico mensal de R$ 351 milhões negociados. A explicação pode estar na queda da taxa de juros que criou uma maior necessidade de diversificação de investimentos e provocou um aumento de 40% no número de investidores que aplicam em fundos imobiliários listados em bolsa. No final de outubro, eles somavam mais de 58 mil, 99% deles pessoas físicas. Paulo Cirulli, gerente de produtos da bolsa, diz que o crescimento do mercado imobiliário, bem como a atração histórica do brasileiro por investir no mercado, explicam o aumento da demanda pelo produto. Apenas neste ano, a valorização média das cotas dos 44 fundos listados no Índice de Fundos Imobiliários (Ifix) da bolsa foi de 26,86% até o pregão de segunda-feira. A maior valorização entre os fundos com maior peso no índice, de 42,11%, foi verificada no Brasil Shopping, administrado pela Credit Suisse Hedging-Griffo, que tem como objetivo adquirir participações em diversos shoppings centers. Em seguida, está o Renda Imobiliária da Kinea, parte do do conglomerado financeiro Itaú e que investe em diversos imóveis comerciais, cujo aumento do valor da cota foi de 39,12%. Para dar ainda mais impulso ao mercado, existem hoje 13 ofertas primárias de cotas de fundos imobiliários em análise na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Apenas este ano já foram listados mais 20 fundos na bolsa. O consultor de investimentos Sérgio Belleza estima que haja um volume de   
BSB, 24/11/12– Entre os meses de janeiro e outubro deste ano, a cidade de São Paulo registrou o menor aumento no valor das locações de imóveis: 9,3%. É a alta mais singela desde o registrado em fevereiro de 2010, quando esse índice foi de 8,4%. Já considerando o aumento mensal entre setembro e outubro de 2012, este valor foi de 1,2%, de acordo com dados do Secovi-SP (Sindicato de Habitação de São Paulo). Um mês antes, em setembro, a alta de aluguéis de casas, sobrados e apartamentos havia subido 0,2% em comparação com agosto. Apesar de um aumento menor, o percentual continua superior à variação do IPC-A (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 5,45% neste mesmo período e também do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), que corrige a maioria dos aluguéis em andamento - que registrou aumento de 7,52%. Aluguel acumula alta de 9,3% desde janeiro deste ano: é a menor em quase três anos Em média, as unidades de um dormitório ficaram 1,3% mais caras e as de três quartos apontaram alta de 1,5%. Quanto aos de dois dormitórios, a variação foi de 1%. Em outubro, as casas e sobrados foram alugadas num intervalo médio de 13 a 32 dias. Já os apartamentos demoraram um pouco mais: 19 a 39 dias, segundo apontou o IVL (Índice de Velocidade de Locação), que mede o número de dias de espera até que o contrato de locação seja assinado. Considerando as garantias, 47% dos contratos utilizaram o fiador em outubro, enquanto 32,5% tiveram o depósito como garantia. O seguro-fiança foi o instrumento jurídico usado por 20,5% dos contratos de locação residencial.   
BSB, 22/11/12- O financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal para a RMC (Região Metropolitana de Campinas) cresceu 31,6% de janeiro a setembro, passando de R$ 1,2 bilhão em 2011 para R$ 1,6 bilhão no terceiro trimestre deste ano. O aumento foi impulsionado pelo lançamento da segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida, que cresceu quase oito vezes, saltando de R$ 43 milhões no ano passado para R$ 367 milhões neste ano na faixa I do Programa - destinado a famílias de baixa renda. Já as linhas de crédito com recursos do SBPE (Serviço Brasileiro de Poupança e Empréstimo) subiram de R$ 309 milhões para R$ 408 milhões, o que corresponde a uma expansão de 32%. Os dados foram divulgados ontem pela Superintendência da Caixa em Campinas. Para o gerente regional da Construção Civil na Superintendência da Caixa em Campinas, Marcos Fontes, o crescimento é positivo e dentro do esperado pela instituição. Ele acredita que a expansão teve dois aspectos principais: o aumento na oferta de imóveis através do Minha Casa, Minha Vida, e a queda na taxa de juros do financiamento imobiliário, além do aumento no prazo de pagamento, que passou de 30 para 35 anos. "O crescimento foi positivo e vamos ultrapassar R$ 2 bilhões em 2012. Os maiores crescimentos foram nos dois extremos, tanto para famílias com renda de até R$ 1,6 mil quanto na faixa superior. O resultado diz respeito ao reposicionamento, com a queda da taxa de juros", explicou Fontes. O presidente da Habicamp (Associação Regional da Habitação), Francisco de Oliveira Lima Filho, diz que a expansão não supreendeu, e apesar do mercado ter sofrido uma desaceleração, a evolução já era prevista por ele. "O resultado está dentro das nossas previsões. A partir de agosto aumentou a velocidade nas aprovações, e o mercado continua crescendo um pouco acima da inflação", disse Lima Filho.   
BSB, 19/11/12- Com o apelo da solidez do investimento em imóveis, e também com a oferta de praticidade e liquidez, os fundos imobiliários vêm conquistando os brasileiros. O número de investidores em fundos imobiliários listados na BM&FBovespa aumentou 89% nos últimos 12 meses até outubro. Já o volume de negócios mais que dobrou no período de janeiro a outubro em relação ao registrado em todo o ano passado. Os fundos de investimento imobiliário procuram obter retorno por meio da locação ou venda de imóveis. São formados por grupos de investidores. Cada poupador compra cotas e passa a ser um dos donos do fundo, que tem o patrimônio formado por um ou mais imóveis. Assim, o pequeno investidor pode ter acesso a empreendimentos de alto valor e a inquilinos de primeira linha, como grandes empresas. Além da histórica simpatia dos brasileiros pelo mercado imobiliário, o cenário macroeconômico ajuda a explicar o sucesso recente dessa aplicação financeira. “Com a queda da taxa de juros, todos começam a avaliar mais o destino dos recursos para fazer poupança”, afirma Fábio Dutra, diretor de renda fixa, câmbio e derivativos da BM&FBovespa. Em outubro, os fundos imobiliários possibilitaram ao cotista rendimento médio de 0,65%, segundo levantamento da consultoria Fundo Imobiliário com 47 fundos.   
BSB, 18/11/12- A ansiedade para saber se o financiamento da casa própria foi aprovado ou não deve diminuir em 2013, quando a Caixa Econômica começa a implantar o projeto piloto de simplificação e automatização do processo de habitação. O objetivo é que no mínimo 80% das contratações sejam processadas em até oito horas, para pessoas físicas. Nesse caso serão beneficiados os financiamentos de até R$ 500 mil. Para que esse prazo seja possível, a documentação necessária deve estar completa. A partir daí, a liberação será rápida. A Caixa, que responde por 75% do mercado de financiamento de imóveis no país, informa que o projeto piloto está em fase de desenvolvimento e ainda não foi definido o cronograma e as cidades que serão beneficiadas. Com o objetivo de dar agilidade ao processo, a Caixa, por meio de parceria entre a Caixa Participações (Caixapar), a IBM e a Fundação dos Economiários Federais (Funcef) anunciaram em agosto deste ano uma parceria para atuar na modernização dos processos empresariais e serviços do crédito imobiliário. Os clientes podem receber informação da situação de seus pedidos de crédito em tempo real, além da internet, pelo celular. O acordo incluiu a criação de uma nova empresa.   
BSB, 17/11/12- A diretoria do Banco Central (BC) aprovou circular no dia 14, que aperfeiçoa os mecanismos de acompanhamento das emissões de letras de crédito imobiliário (LCIs) e dos créditos usados para lastrear esses ativos. A ideia é fazer com que o registro das LCIs identifique, de forma mais detalhada, as condições de emissão desses títulos. De acordo com nota do BC, a alteração na forma de registro entrará em vigor a partir de 1° de janeiro de 2013, e as instituições financeiras terão prazo até 28 de junho para ajustar as formas de registro dos títulos emitidos até o final deste ano. A Autoridade Monetária dispensa, no caso, a exigência de classificação do lastro. Além disso, os bancos de investimento também vão poder emitir LCIs, como fazem hoje os bancos comerciais, os bancos múltiplos com carteira comercial, os bancos múltiplos com carteira de crédito imobiliário, as caixas econômicas, as sociedades de crédito imobiliário, as associações de poupança e empréstimo e as companhias hipotecárias.   
BSB, 15/12/11- O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) apresentou queda de 0,19%, na primeira prévia de novembro, após alta de 0,31% no mesmo período do mês passado. Os dados foram divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que contribui com 60% do IGP-M, teve deflação de 0,36%, ante a taxa de 0,29% do mesmo período de outubro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que responde por 30% do indicador, ficou em 0,16% na abertura do mês, ante 0,41% da primeira apuração de outubro. Terceiro e último componente do IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), responsável por 10% do índice, atingiu 0,14%, inferior à taxa do mesmo período de outubro (0,21%). O índice acumula aumentos de 6,91% no ano e de 6,79% em 12 meses. O IGP-M serve de base para reajustes de contratos de aluguel. A coleta de preços para o cálculo do indicador foi feita entre os dias 21 e 31 de outubro.   
BSB, 12/11/12- O Indicador de Atividade do Comércio, divulgado pela Serasa Experian, mostra que o varejo recuperou o dinamismo e voltou a crescer em outubro, puxado pelo segmento de material de construção. O movimento dos consumidores nas lojas de todo o país subiu 2,3% em outubro, depois de registrar queda de 1,9% em setembro. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o indicador aumentou 13,3%. No acumulado do ano até outubro, a atividade varejista cresceu 9,5% em relação ao mesmo período de 2011. Nas lojas de material de construção, o movimento teve alta de 9,9% em outubro, após um declínio de 9,7% verificado em setembro. Outros destaques foram os segmentos de combustíveis e lubrificantes (5,4%) e de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática (2,4%). Apenas um dos seis segmentos do varejo analisados registrou recuo em outubro: tecidos, vestuário e calçados (-0,7%). Os economistas da Serasa Experian, de acordo com nota divulgada pela empresa, avaliam que a expansão da atividade varejista em outubro é condizente com a trajetória de recuperação do crescimento econômico e do consumo, “tendo em vista as sucessivas reduções das taxas de juros, a presença de incentivos fiscais em setores específicos e os primeiros movimentos de recuo gradual da inadimplência dos consumidores”.   
BSB, 08/11/12- Os depósitos em poupança superaram os saques em R$ 3,241 bilhões no mês passado, informou nesta quarta-feira (7/11) o Banco Central (BC). Foi a maior captação líquida (mais depósitos que retiradas) para meses de outubro da série histórica do BC, iniciada em 1995. Em outubro do ano passado, a captação líquida ficou em R$ 1,073 bilhão. No mês passado, os depósitos somaram R$ 110,132 bilhões e as retiradas, R$ 106,890 bilhões. Os rendimentos creditados chegaram a R$ 2,160 bilhões e o saldo total ficou em R$ 478,664 bilhões. O relatório do BC baseia-se em dados do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) – que destina 65% dos recursos para o financiamento imobiliário – e da poupança rural. No caso do SBPE, houve captação líquida de R$ 2,185 bilhões, em outubro. A poupança rural apresentou depósitos maiores que os saques em R$ 1,056 bilhão. Em maio deste ano, o governo criou nova regra para a remuneração de poupança. Sempre que a taxa básica de juros, a Selic, for igual ou menor que 8,5% ao ano, a forma de remuneração passa a ser 70% da Selic mais a taxa referencial (TR), calculada todos os dias pelo BC. Atualmente, a Selic está em 7,25% ao ano.   
BSB, 05/11/12- O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado para reajustar a maioria dos contratos de aluguel, variou 0,02%, em outubro. Em setembro, o índice variou 0,97%. Em outubro de 2011, a variação foi de 0,53%. Já em 12 meses, o IGP-M variou 7,52%. A taxa acumulada no ano é de 7,12%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. As informações foram divulgadas, nesta terça-feira (30/10), pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), usado no cálculo do IGP-M, apresentou taxa de variação de -0,20%. No mês anterior, a taxa foi de 1,25%. O índice relativo aos bens finais variou 0,07%, em outubro. Em setembro, este grupo de produtos mostrou variação de 0,99%. Contribuiu para a desaceleração o subgrupo alimentos processados, cuja taxa de variação passou de 3,34% para 0,74%. O índice referente ao grupo bens intermediários variou 0,41%. Em setembro, a taxa foi de 0,90%. O subgrupo materiais e componentes para a manufatura registrou decréscimo em sua taxa de variação, que passou de 1,04% para 0,20%, sendo o principal responsável pela desaceleração do grupo. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), também usado para calcular o IGP_M, registrou variação de 0,58%, em outubro, ante 0,49%, em setembro. A principal contribuição para o acréscimo da taxa do índice partiu do grupo Habitação (0,33% para 0,46%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item aluguel residencial, cuja taxa de variação passou de 0,34% para 0,66%.   
BSB, 29/10/12- A Caixa Econômica Federal captou R$ 405 milhões com a emissão de cotas de um Fundo de Investimento Imobiliário. Essa é a primeira carteira lançada pela Caixa com o objetivo de adquirir imóveis para posterior locação pelo próprio banco. A previsão inicial era captar R$ 300 milhões, mas por conta da alta demanda, foram oferecidas cotas adicionais e lotes suplementar ao mercado. A rentabilidade mínima prometida ao investidor é de 7% ao ano com as receitas de aluguel. Com os recursos, segundo o vice-presidente de logística e retaguarda da Caixa, Paulo Roberto dos Santos, a Caixa pretende abrir mais de 50 novas agências nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.   
BSB, 29/10/12- A oferta pública das cotas do fundo terminou ontem, mas o vice-presidente disse que existe a possibilidade de uma nova tranche ser colocada à disposição dos investidores. O prazo total da operação foi de apenas 12 dias úteis. A maior parte dos recursos foi captada junto aos correntistas da instituição. Também subscreveram as cotas investidores institucionais como entidades fechadas de Previdência Complementar e Regimes Próprios de Previdência Social. O patrimônio líquido do fundo será de R$ 150 milhões. Para cobrir 40% desse valor, a instituição financeira vai vender 26 imóveis. Esse recurso será utilizado para remunerar o investidor nesse momento inicial. Assim que os terrenos forem adquiridos e as agências bancárias construídas, o aluguel que será pago pela Caixa passará a remunerar os cotistas. O vice-presidente informou que essa estratégia adotada pelo banco deve viabilizar a abertura de mais duas mil agências até 2015, sendo que 500 no próximo ano. Atualmente, a Caixa conta com três mil agências espalhadas por todo o país. Até 2015, o objetivo é atingir a marca de 4,7 mil agências. O fundo deve estar disponível para negociação no mercado secundário a partir de novembro. A oferta teve a Rio Bravo Investimentos como coordenador contratado e instituição administradora, e a Jones Lang LaSalle como consultor imobiliário.   
BSB, 28/10/12– O Brasil possui os preços mais baratos de imóveis dentro do BRICS – grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, conforme relata a pesquisa do especialista em investimentos Richard Rytenband. Em média, o preço do metro quadrado no Brasil é de US$ 3.836, bem abaixo da Rússia, que tem o metro quadrado mais caro do grupo: US$ 16.991. Rytenband fez o levantamento utilizando dados do site Global Property Guide, considerando dois critérios de comparação: o preço do metro quadrado dividido pela renda per capita de cada população e a rentabilidade média dos aluguéis (preço do metro quadrado médio dividido pelo preço do aluguel médio). No primeiro critério, o Brasil é o país do grupo que possui o menor valor de metro quadrado pela renda per capita: 0,33. Isso significa que o preço do metro quadrado no Brasil é igual a aproximadamente um terço da renda média do brasileiro. Na Índia, o metro quadrado custa 3,10 vezes o valor da renda per capita do país. Já quando comparamos a rentabilidade dos aluguéis, o Brasil é superado somente pela África do Sul, com 5,77% ante 5,71% do Brasil, representando valores distantes dos outros três países. E novamente a Índia é o mais desigual – com rentabilidade média anual em 2,66%. “Historicamente em situações de mercado imobiliário com preços muito elevados e com bolhas próximas de estourar, a rentabilidade ficou próximo ou abaixo de 3% ao ano”, diz Rytenband, que concluiu que China e Índia estão com valores abaixo da “zona perigosa”.   
BSB, 26/10/12- Os beneficiários do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) terão acesso, a partir de 1º de novembro, a recursos totais de R$ 300 milhões para financiar a compra de material de construção para imóveis rurais e urbanos, segundo a Instrução Normativa (IN) 34 publicada nesta quarta-feira (24/10) no Diário Oficial da União. A medida foi aprovada em janeiro pelo Conselho Curador do FGTS, mas não havia sido implementada. O financiamento poderá ser usado para construção, reforma ou ampliação de unidade habitacional e instalação de hidrômetro e sistema de aquecimento solar para residências. A concessão do crédito não dependerá de renda familiar e será destinada apenas a titulares de conta vinculada ao FGTS, segundo as condições de financiamento do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Os empréstimos poderão ser de até R$ 20 mil e terão juros nominais de 8,5% ao ano, acrescidos de taxa de risco (máximo de 0,8% anuais). A amortização da quantia financiada deverá ser feita em, no máximo, dez anos. Terão prioridade famílias com renda até R$ 5,4 mil, compra de materiais para imóveis de até R$ 90 mil (com as exceções previstas na Resolução 702 de 2012), idosos, pessoas com deficiência e mulheres chefes de família. FGTS PARA COMPRA...II   
BSB, 26/10/12- Para ter acesso ao crédito, o beneficiário tem que encaminhar ao Programa Financiamento de Material de Construção (Fimac) do FGTS proposta que deverá atender aos objetivos do programa e aos seguintes requisitos: compatibilidade entre os valores do financiamento solicitado e a capacidade de pagamento do Fundo; comprovação da idoneidade dos responsáveis pela construção e pela autorização do projeto técnico por entidade competente; compatibilidade com as diretrizes do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade (PBQP), do Ministério das Cidades; imóvel situado em local residencial adequado; e comprovação da regularização da mão de obra usada na execução da obra quando o valor pleiteado for acima de R$ 10 mil, entre outros critérios. Os recursos serão alocados de acordo com o déficit habitacional urbano apontado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Do total, 42,5% irão para o Sudeste; 28,2% para o Nordeste; 11,2% para o Sul; 9,6% para o Norte e 8,3% para o Centro-Oeste. De acordo com a instrução, os trabalhadores que terão acesso aos valores deverão ser beneficiários do FGTS por no mínimo três anos (na mesma empresa ou em locais diferentes), ter contrato de trabalho ativo correspondente ao mínimo de 10% do valor contratado, não ter outros financiamentos no âmbito do SFH e não ser proprietário de imóvel no município onde reside ou exerce a atividade profissional principal. A relação dos materiais qualificados ou certificados para o financiamento estão disponíveis nas páginas na internet do Ministério das Cidades e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).   
BSB, 24/10/12- As vendas e lançamentos de imóveis residenciais em São Paulo voltaram a crescer em agosto, mas ainda acumulam queda nos oito primeiros meses do ano. Os dados fazem parte da pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 15, pelo Sindicato da Habitação (Secovi). Em agosto, foram vendidos 1.860 imóveis residenciais novos na capital paulista, crescimento de 10,1% ante julho. Já na comparação com agosto de 2011, as vendas caíram 16,7%. Entre janeiro e agosto, foi vendido um total de 15.530 unidades, montante 6,6% menor que o registrado no mesmo período do ano passado. Em valores monetários, a comercialização das moradias somou R$ 978,8 milhões em agosto, alta real de 14,9% ante julho. Entre janeiro e agosto, as vendas movimentaram R$ 7,9 bilhões, retração de 5,2%. Em termos de lançamentos de novos projetos residenciais, agosto foi o segundo melhor mês do ano na capital paulista, com 2.078 unidades lançadas, alta de 19,6% em relação a julho. Já na comparação com agosto de 2011, houve queda de 44%. Entre janeiro e agosto, os lançamentos totalizaram 12.677 unidades, 38,3% menos que nos mesmos meses de 2011. Os dados sobre lançamentos foram fornecidos ao Secovi pela Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). "O comportamento do mercado de imóveis novos na capital paulista passa por desaceleração", afirmou em nota o economista-chefe do Secovi, Celso Petrucci. Segundo ele, a oferta foi reduzida após o grande volume de lançamentos no final de 2011. Petrucci também mencionou que o mercado imobiliário enfrenta dificuldade para aprovação dos novos projetos junto aos órgãos públicos, além de sofrer com o desaquecimento generalizado da economia brasileira. Ainda assim, ele avaliou que as vendas se mantêm próximas ao patamar do ano passado (redução de 6,6% no ano). "Ou seja, a demanda continua presente", ponderou. A cidade de São Paulo voltou a responder pela maior parte dos lançamentos em toda a região metropolitana, ao contrário do ocorri   
BSB, 19/10/12- Dados sobre a construção de novas casas divulgados ontem confirmam a trajetória de recuperação do mercado imobiliário nos Estados Unidos, que foi epicentro da crise que atinge o país desde 2008. Tudo indica que a retomada é para valer, mas ela pouco deve alterar o quadro geral de fraco crescimento da economia americana neste e no próximo ano. O número de novas casas construídas aumentou 15% de agosto para setembro, maior percentual em quatro anos, de acordo com dados do governo americano. "Foi uma grande surpresa", afirma Patrick Newport, economista da IHS Global Insight. "Os números são bem mais fortes do que todo mundo esperava." Há bons sinais também de que a trajetória é sustentável. O número de novas construções vem aumentando há pelo menos um ano e a recuperação é bastante disseminada, com bons dados em todas as regiões do país. Os alvarás de novas casas, um indicador do número de imóveis que serão construídos em breve, subiram 11,6% entre agosto e setembro. Os fatores econômicos por trás da recuperação do mercado imobiliário também devem permanecer vivos daqui por diante. Um deles é a queda do estoque de boas moradias retomadas pelos bancos de clientes que não conseguiram pagar financiamentos imobiliários. Isso significa que os novos imóveis vão sofrer menos a competição dos imóveis retomados. Muitas construtoras aproveitaram os preços baixos no mercado para comprar terrenos. Os bancos também voltaram a conceder financiamentos para as empresas que constroem novas casas. E há os efeitos positivos dos seguidos programas de expansão quantitativa e outras medidas de relaxamento monetário feitas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano), incluindo o mais recente pacote de compra de papéis vinculados a financiamentos imobiliários, conhecido como QE3. Os Estados Unidos têm, ainda, uma força demográfica que cria uma demanda mais ou menos robusta para imóveis novos, em decorrência de fatores como crescimento da população   
BSB, 15/10/12- Os imóveis no Brasil seguem em um patamar altamente valorizado, apesar dos impasses da economia global, que têm resultado em menor crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) por aqui. A consequência dos preços nas alturas e dos juros em queda é que os brasileiros estão contraindo dívidas mais significativas para realizar o sonho da casa própria. Especialistas afirmam que o quadro não é preocupante, pois o país saiu de um patamar de crédito muito baixo se comparado a outros países. A mudança, porém, chama atenção pela velocidade. O valor médio financiado pela Caixa Econômica Federal com recursos da caderneta de poupança, destinados a quem ganha acima de R$ 5,4 mil, mais que dobrou nos últimos seis anos. Passou de R$ 69 mil, em 2007, quando começou a valorização acelerada dos imóveis, para R$ 168 mil neste ano, aumento de 143%. A Caixa detém 75% do mercado de crédito imobiliário.   
BSB, 11/10/12- Em seu Relatório de Estabilidade Financeira Global deste mês de outubro, o FMI (Fundo Monetário Internacional), mostra preocupação com a alta de preços imobiliários de alguns países, principalmente no Brasil. Em comparação a outros países como China, Coreia, Hong Kong e México, o Brasil foi o que atingiu a maior alta dos últimos seis anos. “Os preços desaceleraram em países como Brasil e Índia, em meio a esforços para evitar riscos de bolha, mas as valorizações ainda permanecem elevadas”, afirmou o relatório. Confira os países listados pelo FMI que atingiram as maiores mudanças nos preços imobiliários: Variações médias nos preços reais de habitação (2006-2011) País Variação * FMI - "Global Financial Stability Report" Brasil 98% Hong Kong 70% Cingapura 39% China 36% Índia 29% México 5% Os números de empréstimos inadimplentes do Brasil também é alto. Em comparação aos anos 2008, 2010 e 2011, o País está atrás apenas da África do Sul. O FMI diz que a experiência internacional tem mostrado que o crescimento da oferta excessiva de crédito, de maneira rápida, juntamente com a regulação frouxa do Mercado, “pode precipitar crises financeiras, mesmo quando o crédito começa por uma taxa baixa” – onde exatamente se enquadra o caso brasileiro.   
BSB, 07/10/12- A cadeia da construção civil em São Paulo também se destaca na movimentação financeira dentro dos condomínios. De acordo com uma pesquisa realizada pela Lello Condomínios os mais de 20 mil empreendimentos na capital paulista movimentam, em média, R$ 7,8 bilhões por ano por meio das empresas que administram edifícios comerciais e residenciais. Segundo o levantamento, cada condomínio gasta anualmente em torno de R$ 468 mil, incluindo as despesas do fundo de reserva, que abrangem obras e benfeitorias. “A administração dos condomínios é uma tarefa complexa, que demanda experiência e conhecimento técnico. O mercado cresceu expressivamente nos últimos anos, atraindo cada vez mais o interesse de empresas fornecedoras de produtos e prestadores de serviços especializados”, afirma Márcia Romão, gerente de Relacionamento com o Cliente da Lello Condomínios.   
BSB, 05/10/12- A venda de imóveis usados na cidade de São Paulo cresceu 47,61% no mês de agosto, frente a julho deste ano. No acumulado do ano, a venda já registra alta acumulada em 33,17%, segundo dados da pesquisa divulgada pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta quinta-feira (4). De acordo com o levantamento, feito com 447 imobiliárias pesquisadas, na comparação mensal, entre as cinco zonas analisadas pelo Creci-SP, o maior número de vendas foi registrado na Zona C – como Mooca e Mirandópolis – (35,27%) e nas Zonas A – Alto da Boa Vista e Moema – e D – Água Rasa e Casa Verde –, com 26,97% e 23,24%, respectivamente. Já as Zonas E – Brasilândia e São Mateus – e B – Aclimação e Vila Sônia – representaram 10,37% e 4,15% das vendas, respectivamente. No oitavo mês deste ano, foram vendidos mais apartamentos do que casas, com 60,58% e 39,42%, respectivamente, de participação das unidades comercializadas.   
BSB, 04/10/12- A alta do preço dos imóveis no Brasil em setembro foi de 0,9%, segundo o Índice FipeZap, mesma cifra que no mês de maio e menor valorização desde o início da série histórica em setembro de 2010. A maior alta do país no último mês ocorreu em São Paulo (1,5%), enquanto que os preços dos imóveis desaceleraram em Salvador (-0,2%) e no Distrito Federal (-1,7%). Com isso, o Rio de Janeiro ultrapassou o Distrito Federal e se tornou o metro quadrado mais caro do país. Apenas as valorizações de São Paulo (1,5%), Rio de Janeiro (1,2%) e Recife (1,1%) devem superar a inflação de setembro, estimada em algo em torno de 0,5%, segundo o Boletim Focus. A poupança e as aplicações financeiras atreladas à Selic renderam, no mês, um pouco menos que esse percentual: 0,45% para a poupança e 0,48% para a taxa básica de juros. Os demais desempenhos não ultrapassaram nem as aplicações mais conservadoras nem a estimativa de inflação: além das quedas vistas em Salvador e Distrito Federal, Belo Horizonte teve alta de apenas 0,1%, e Fortaleza, de 0,5%. Em doze meses, o aumento acumulado nas sete cidades acompanhadas pelo Índice FipeZap caiu para 15,2%, enquanto que nos doze meses anteriores a alta havia sido de 29,7%. A valorização acumulada em 2012 foi de 10,6%. O preço médio do metro quadrado foi de 6.862 reais, sendo o maior valor encontrado no Rio de Janeiro - 8.358 reais - e o menor, em Salvador - 3.794 reais. Local Variação mensal em agosto de 2012 Variação mensal em setembro de 2012 Preço do metro quadrado (R$) Acumulado em 2012 Acumulado em 12 meses Composto nacional 1,0% 0,9% 6.862 10,6% 15,2% Belo Horizonte - 0,2% 0,1% 4.801 6,1% 9,2% Distrito Federal 0,2% -1,7% 8.143 3,8% 4,6% Fortaleza 1,4% 0,5% 4.885 12,7% 15,3% Recife 0,2% 1,1% 5.429 15,5% 20,9% Rio de Janeiro 1,2% 1,2% 8.358 11,6% 16,9% Salvador 1,1% -0,2% 3.794 6,1% 8,8% São Paulo 1,4% 1,5% 6.806 12,3% 17,9%   
BSB 03/10/12– O volume financeiro de negócios com fundos de investimentos imobiliários atingiu a marca de R$ 1,890 bilhão no acumulado do ano até o mês de setembro, de acordo com dados da BM&FBovespa. O resultado mostra um crescimento expressivo na comparação com o ano anterior, quando, até dezembro, o volume acumulado atingiu R$ 912,467 milhões. O número de investidores também cresceu de forma importante este ano. Em dezembro de 2011 havia 35.282 investidores, ante 54.621 no final de setembro deste ano, aumento de 55%. Só entre agosto e setembro, o número de investidores cresceu 14%. Para o Gerente de Produtos da BM&FBovespa, Paulo Cirulli, o resultado mostra que os investidores estão procurando alternativas neste cenário de juros menores. “Quando os juros estão altos, o investidor fica em uma situação um pouco mais cômoda. Mas quando o investidor tem uma dificuldade maior para conseguir rendimentos, ele busca outros instrumentos com características diferentes, como é o caso dos fundos imobiliários”, disse. O aumento do volume e de número de investidores também mitiga um dos principais riscos dos fundos imobiliários, o de liquidez. “Quanto mais investidores neste mercado, maior o volume de negócios e a conseqüência é uma liquidez maior. Percebemos que o mercado está se sentindo mais confiante para negociar. Ainda vemos que um dos problemas em relação à liquidez é que tem gente querendo comprar, mas poucos investidores querendo vender”, ressaltou. Na mesma trajetória, o número de fundos imobiliários aumentou 25%, passando de 66% no final do ano passado para 83 no último dia de setembro. Desde 2008, quando havia 25 fundos cadastrados, o número mais do que triplicou.   
BSB, 02/10/12- Os jovens já são os maiores compradores de imóveis no país. Prova disso é que, no primeiro semestre deste ano, os clientes com até 35 anos representaram 52% dos tomadores de empréstimo para a compra da casa própria na Caixa Econômica Federal. Isso representa um total de R$ 18,04 bilhões em crédito para esse público, em 2011. A cifra é 10% a mais que igual período no ano passado. Para os especialistas do setor, esse é um cenário relativamente novo. “E crescente”, ponderou Diogo Francischini, que é diretor executivo da RE/MAX, maior rede de franquias imobiliárias do mundo. Ele lembra que há pelo menos 10 anos os jovens dificilmente conseguiam comprar o primeiro imóvel. De acordo com os especialistas, os jovens compradores, tanto homem quanto mulher, geralmente, são solteiros ou recém-casados e sem filhos. A maioria tem uma situação financeira estável e está disposta a desembolsar de R$ 100 mil a R$ 300 mil por um apartamento. O de dois quartos é o preferido dos casados, que pensam em ter filho. Os solteiros ainda procuram o quarto e sala, um quarto ou o chamado ‘loft’.   
BSB, 30/09/12- O Banco Central reduziu sua projeção para o crescimento do país em 2012 de 2,5% para 1,6%, em razão do fraco desempenho da economia no primeiro semestre e do ritmo gradual de retomada que se observa agora. A nova projeção, incluída no relatório trimestral do inflação do BC, ficou muito próxima da divulgada pelo banco Credit Suisse em junho (1,5%). Na ocasião, o ministro Guido Mantega (Fazenda) classificou o número do banco suíço como "piada". Como é de praxe, o Ministério da Fazenda mantém uma previsão mais otimista, embora também tenha reduzido sua projeção para a expansão do PIB em 2012 de 3% para 2% há poucas semanas. No mesmo dia em que reduziu o número para 2012, o BC soltou uma previsão mais otimista para o futuro. Pela primeira vez, o BC passou a projetar também a variação do PIB nos 12 meses seguintes em relação ao último resultado divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A expectativa da autoridade monetária é que a economia brasileira acumule crescimento de 3,3% de julho de 2012 a junho de 2013. A queda na projeção do BC para o PIB de 2012 foi puxada principalmente pela piora das expectativas para a indústria, os investimentos e as exportações. A previsão do PIB industrial foi revisada de crescimento de 1,9% para leve retração de 0,1%. Já o comportamento estimado para os investimentos passou de alta de 1% para queda de 2,2%. A economia brasileira começou 2012 com um desempenho muito fraco e, apesar das várias medidas de estímulo adotadas pelo governo, a recuperação no segundo semestre tem sido gradual. Economistas dizem que o cenário externo ruim e gargalos da economia brasileira, como os custos elevados de produção, estão retardando os efeitos de medidas como a redução da taxa Selic. O diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton, disse que o cenário externo melhorou, mas não está completamente resolvido. Quanto aos próximos passos da política monetária, o diretor disse que os suces   
BSB, 29/09/12- Um apartamento de um quarto na zona Sul de São Paulo é vendido, em média, por R$ 11.180 o metro quadrado, revela a pesquisa Painel de Mercado realizada pela Lopes. Segundo o levantamento, os imóveis que não possuem quartos são os mais caros depois das unidades de um dormitório. Cada apartamento sem dormitório é vendido na região por R$ 11.050 o metro quadrado. Em seguida, aparecem os apartamentos com cinco dormitórios. Eles são ofertados na zona Sul de São Paulo por R$ 9.590 o metro quadrado. Os apartamentos com quatro unidades são vendidos por R$ 8.410 o metro quadrado, enquanto os de dois quartos é comercializado por R$ 7.030/m². Por fim, aparecem os imóveis de três quartos, que são vendidos por R$ 6.510 o metro quadrado. Na zona Sul da cidade de São Paulo, 60% dos apartamentos lançados nos últimos três anos tinham até 69m². Em seguida, 27% tinham entre 70m² e 109m², 9% eram de 110m² a 169m² e 4% de 170m² ou mais. De acordo com a pesquisa, dos 37.013 apartamentos vendidos no período, 15.904 eram de dois dormitórios, revelando a preferência dos consumidores por esse tipo de unidade. Em seguida, aparecem os apartamentos de três dormitórios, com 11.071 unidades vendidas. Também aparecem no ranking os apartamentos de um dormitório (5.669 unidades), quatro dormitórios (3.706 unidades), sem dormitórios (621 unidades) e cinco dormitórios (42 unidades). Segundo o levantamento, os segmentos econômico e médio padrão apresentam 7% e 10% das unidades em estoque, enquanto os segmentos alto e altíssimo padrão, 19% e 31% respectivamente.   
BSB, 28/09/12- – A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou hoje (27), a inflação medida pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de setembro (medido entre os dias 21 de agosto e 20 de setembro). O índice serve como balizador para o reajuste de aluguéis e, no acumulado dos últimos 12 meses terminados em setembro, ficou em 8,07% . No nono mês do ano, a variação é de 0,97%, enquanto em agosto, houve inflação de 1,43%. Neste mês, os preços medidos pelo IPA (Índice de Preços por Atacado) passaram de 1,99% para inflação de 1,25%. Já a inflação averiguada pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil) ficou em 0,21%, contra 0,32% da última medição. A categoria de mão-de-obra ficou com inflação de 0,00% na apuração atual, enquanto os preços dos materiais, equipamentos e serviços registraram variação de 0,42%. No que diz respeito à inflação medida pelo IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, esta apresentou aceleração no período estudado, ficando em 0,49%, contra 0,33% um mês antes. A principal contribuição para o acréscimo da taxa do índice partiu do grupo Transportes (-0,34% para 0,18%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item automóvel novo, cuja taxa de variação passou de -0,49% para 0,54%. Também foram computados acréscimos nas taxas de variação de outras três classes de despesa: Vestuário (-0,58% para 0,44%), Alimentação (1,00% para 1,18%) e Habitação (0,29% para 0,33%). Os itens que mais contribuíram para estes movimentos foram: roupas (-0,85% para 0,43%), carnes bovinas (-0,06% para 2,32%) e tarifa de eletricidade residencial (-0,28% para 0,14%), respectivamente. Em contrapartida, apresentaram recuo em suas taxas de variação, os grupos: Educação, Leitura e Recreação (0,54% para 0,10%), Comunicação (0,31% para 0,21%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,43% para 0,38%). Para estas classes de despesa, vale citar o comportamento dos preços dos itens: passagem aérea (3,33% para -3,95%), pacotes de tele   
BSB, 26/09/12- A cidade de São Paulo foi a única das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) a apresentar aceleração da alta de preços na inflação medida pelo Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M). Na capital paulista, o indicador saiu de uma variação positiva de 0,16% em agosto para um avanço de 0,23% na leitura de setembro, divulgada nesta terça-feira. No geral, no mesmo período, o INCC-M desacelerou de 0,32% para 0,21%. Todas as outras seis capitais analisadas apresentaram desaceleração da alta de preços, com destaque para Porto Alegre, onde o índice passou de 1,15% em agosto para 0,10% em setembro. Nas demais capitais, o INCC-M apresentou as seguintes variações: Salvador (de 0,49% para 0,26%); Brasília (de 0,17% para 0,13%); Belo Horizonte (de 0,27% para 0,26%); Recife (de 0,22% para 0,15%) e Rio de Janeiro (de 0,22% para 0,21%). Dentro do INCC-M, o índice correspondente a Materiais e Equipamentos registrou variação de 0,42% puxado pelo subgrupo materiais para instalação, que passou de 0,50% em agosto para 1,33% na leitura divulgada nesta terça-feira. Os demais três subgrupos registraram desaceleração da alta de preços - materiais para acabamento (de 0,55% para 0,26%) e equipamentos para transporte de pessoas (de 0,08% para 0,01%) - ou estabilidade - materiais para estrutura (0,31%). A parcela relativa a Serviços atingiu 0,43% em setembro, com destaque para a aceleração de preços do subgrupo serviços técnicos, cuja variação passou de 0,62% em agosto para 0,82% em setembro. Serviços pessoais saiu de alta de 0,33% para um avanço de 0,25% no período, enquanto aluguéis e taxas passaram de 0,09% para 0,26% na mesma base de comparação. O grupo Mão de Obra não variou na passagem de agosto para setembro (0%) já que nenhuma das sete capitais pesquisadas tem a data-base para reajuste salarial neste período. Ainda segundo a FGV, a desaceleração - o índice de Mão de Obra estava em 0,28% em agosto - foi consequência do fim d   
BSB, 24/09/12– Entre julho e agosto deste ano, o valor do aluguel de um imóvel teve um pequeno aumento em São Paulo. De acordo com dados do Secovi-SP (Sindicato de Habitação de São Paulo), no oitavo mês do ano, os alugueis de casas, sobrados e apartamentos fechados em agosto apresentaram alta de 0,9%. Nos últimos 12 meses terminados no mês passado, o valor dos contratos novos na cidade subiu 12,4%, percentual superior à variação do IPC-A (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de setembro de 2011 a agosto de 2012, que foi de 5,24%. Frente a julho, os imóveis de dois dormitórios , que apresentaram acréscimos médios da ordem de 1,2%, relativamente aos alugueis de julho último. As unidades de 1 e 3 quartos ficaram com seus valores de locação mais ou menos estáveis no período analisado. No oitavo mês do ano, as casas e sobrados foram alugados num intervalo médio de 13 a 32 dias. Os apartamentos, por sua vez, foram alugados, em média, entre 19 e 39 dias. Considerando as garantias, 47,5% dos contratos utilizaram o fiador no oitavo mês do ano, enquanto 32,0% tiveram o depósito como garantia. O seguro-fiança foi o instrumento jurídico usado por 20,5% dos contratos de locação residencial.   
BSB, 24/09/12– Entre julho e agosto deste ano, o valor do aluguel de um imóvel teve um pequeno aumento em São Paulo. De acordo com dados do Secovi-SP (Sindicato de Habitação de São Paulo), no oitavo mês do ano, os alugueis de casas, sobrados e apartamentos fechados em agosto apresentaram alta de 0,9%. Nos últimos 12 meses terminados no mês passado, o valor dos contratos novos na cidade subiu 12,4%, percentual superior à variação do IPC-A (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de setembro de 2011 a agosto de 2012, que foi de 5,24%. Frente a julho, os imóveis de dois dormitórios , que apresentaram acréscimos médios da ordem de 1,2%, relativamente aos alugueis de julho último. As unidades de 1 e 3 quartos ficaram com seus valores de locação mais ou menos estáveis no período analisado. No oitavo mês do ano, as casas e sobrados foram alugados num intervalo médio de 13 a 32 dias. Os apartamentos, por sua vez, foram alugados, em média, entre 19 e 39 dias. Considerando as garantias, 47,5% dos contratos utilizaram o fiador no oitavo mês do ano, enquanto 32,0% tiveram o depósito como garantia. O seguro-fiança foi o instrumento jurídico usado por 20,5% dos contratos de locação residencial.   
BSB, 22/09/12- Segundo dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) passou por uma desaceleração de 1,21% para 0,59% durante a primeira prévia do mês de setembro. O índice, utilizado como indicador para o reajuste em contratos de locação de imóveis, é conhecido como “inflação do aluguel” e já acumulou alta de 7,66% (nos últimos 12 meses) e 6,69% (ao ano). Para ser calculado, o IGP-M analisa diversos outros fatores responsáveis por exercer grande influência em seus resultados. Saiba quais são eles e confira suas respectivas variações no período analisado. Índices - Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) ou “inflação no atacado”: variação de 1,73% para 0,75%; - Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ou “inflação no varejo”: variação de 0,29%, contra 0,08%. Classes de despesa - Transportes: variação de 0,44% para 0,43%; - Habitação: variação de 0,08% para 0,40%; - Alimentação: variação de 0,48% para 0,53%. - Saúde e cuidados pessoais: variação de 0,22% para 0,34%. Servindo de base para o reajuste em contratos de locação de imóveis, IGP-M é conhecido como “inflação do aluguel” | Foto: SXC. Ainda em relação às classes de despesas, as variações mais influentes para o cálculo do IGPM-M foram: - Automóvel novo: variação de -0,70% para 1,35%; - Móveis para residência: variação de -0,19% para 1,90%; - Panificados e biscoitos: variação de -0,51% para 1,17%; - Médico: variação de 0,54% para 2,46%. Além disso, outros fatores foram considerados: - Índice Nacional de Custo da Construção (INCC): variação de 0,16% na primeira semana de setembro, contra 0,39% na mesma semana de agosto; - Materiais, equipamentos e serviços: variação de 0,34%, também na primeira semana de setembro, contra 0,24% no mesmo período em agosto; - Custo da mão de obra: não apresentou variação durante o decêndio de setembro, mas variou 0,52% no mesmo período do mês anterior.   
BSB, 21/09/12- Na década passada, os empréstimos com desconto automático das parcelas em folha de pagamento revolucionaram o mercado de crédito brasileiro por oferecerem juros mais baixos que o cheque especial, o cartão de crédito e o crédito direto ao consumidor. Os bancos topam cobrar juros mais baixos nessa modalidade de empréstimo porque, desde que o devedor se mantenha empregado, o risco de inadimplência é mitigado. Mas poucos brasileiros sabem que há uma opção de financiamento ainda mais barata que o crédito consignado. Desde que o tomador do empréstimo seja dono de um imóvel, é possível conseguir taxas de juros entre 1,5% e 2% ao mês com o chamado “home equity”. Essa modalidade de empréstimo é muito popular nos Estados Unidos, mas continua pouco conhecida por aqui. Uma pessoa que precisa tomar emprestado R$ 100 mil, por exemplo, pode dar o próprio imóvel como garantia ao banco. Caso não pague as parcelas do empréstimo conforme contratado, o banco poderá retomar a propriedade e depois leiloá-la. O “home equity” é oferecido no Brasil por bancos de varejo – como o Santander e o HSBC – e em companhias hipotecárias – como a Brazilian Mortgages e a CHB (Companhia Hipotecária do Brasil). Apesar de o devedor correr o risco de perder a própria casa se não conseguir pagar o empréstimo, esse tipo de crédito é recomendado para quem só ficaria inadimplente por uma extrema fatalidade ou por quem não se importa em correr riscos.   
BSB, 21/09/12- De acordo com o diretor comercial da CHB, Nelson Campos, o perfil dos consumidores brasileiro mudou e, hoje, eles sabem lidar melhor com as dívidas. “A nova geração de consumidores tem mais consciência de que terá de pagar quando parcela uma compra”, afirma. A CHB oferece “home equity” principalmente em estados nordestinos. Campos afirma que a maioria das pessoas que procura o empréstimo tem outras dívidas mais caras – como CDC ou cheque especial – e decide usar o “home equity” para economizar com juros. O empréstimo tem um custo, já que é preciso “averbar” a transação em cartório. Isso significa que é necessário registar em cartório que o imóvel está alienado em favor do banco – o que dará à instituição financeira o direito de retomar rapidamente a propriedade em caso de não-pagamento das parcelas do empréstimo. Para reduzir o risco da operação, a CHB só libera empréstimos equivalentes a até 50% do valor do imóvel. O tíquete médio das operações é de R$ 90 mil. O prazo de pagamento dos empréstimos alcança 10 anos na CHB – ainda que concorrentes permitam prazos maiores. Como em qualquer empréstimo, o tomador precisa comprovar renda para conseguir a liberação do dinheiro. Na CHB, é permitido ao devedor compor renda com um parente ou amigo que concorde em ser uma espécie de “fiador”. Se para a liberação de R$ 100 mil a empresa exigir uma renda mensal de R$ 10 mil, por exemplo, uma pessoa com salário de R$ 7 mil poderá somar a própria renda com a do pai - de R$ 3 mil ou mais - para atingir esse requisito. O pai, nesse caso, também será responsável pelo pagamento das parcelas.   
BSB, 21/09/12- As taxas de juros cobradas no mercado de “home equity” chegam a 1,5% ao mês. Mas o devedor deve colocar na conta que, além do custo com o cartório a ser pago já no momento da liberação do empréstimo, também será necessário arcar com outras taxas embutidas no crédito imobiliário, como o seguro da residência. O custo efetivo total do empréstimo, portanto, deve ficar 0,1 ou 0,2 ponto percentual acima dos juros mensais anunciados. Também é preciso entender que não é qualquer imóvel que será aceito como garantia pela instituição financeira. No caso da CHB, somente imóveis urbanos, como casas e apartamentos, são aceitos. Sítios ou terrenos não se enquadram nas regras para a liberação do empréstimo. Uma opção ainda mais barata que o “home equity” é a venda do imóvel próprio. Nesse caso, alguém que quer abrir um negócio ou precisa pagar dívidas poderá pegar parte do dinheiro da venda da residência para esses fins e usar o que sobrar para dar a entrada em um novo imóvel. A vantagem de fazer isso é que os juros serão de cerca de 1% ao mês – mais baixos que os do “home equity”, portanto. O problema é que, ao vender o imóvel, a pessoa terá de pagar Imposto de Renda sobre o chamado “ganho de capital” – diferença positiva entre o valor de compra e de venda. A alíquota é de 15%. O pagamento acontece no mês seguinte à venda da propriedade. Outros custos a serem considerados são a taxa de corretagem da imobiliária, o ITBI (imposto sobre a compra de imóveis) e o registro da nova escritura. Também é preciso considerar que nem todo mundo quer se mudar. Muita gente já está acostumada ou adora o próprio imóvel e a vizinhança. Não é apenas a taxa de juros, portanto, que deve ser considerada.   
BSB, 20/09/12- Os brasileiros aprendem desde pequenos que a compra de um imóvel é sinônimo de segurança e sossego. Mas será que, com o atuais preços, essa regra ainda vale? Em primeiro lugar, deve-se verificar a taxa de aluguel, que é a divisão do valor do aluguel sobre o valor do imóvel. O valor do imóvel deve contemplar - além do preço pago - impostos e outros custos iniciais, como piso e acabamento, no caso de imóveis novos. Pesquisas em sites e classificados apontam que a taxa de aluguel nas principais regiões de São Paulo gira em torno de 0,40%, valor extremamente baixo devido aos preços exorbitantes dos imóveis. Ao mesmo tempo, a Selic paga 0,60% ao mês. Então por que um investidor aplica seu dinheiro em um mercado arriscado e de pouca liquidez para receber um retorno menor do que conseguiria em aplicações de menor risco? Parte dessa irracionalidade pode ser explicada pelas expectativas criadas pelo investidor quanto a possíveis aumentos dos preços. Esta forma de especulação é uma característica da formação de bolhas, nas quais os indivíduos pagam valores absurdos por ativos com a esperança de que, no futuro, outro investidor aceite pagar um preço ainda mais irreal. Há de se considerar, ainda, que o imóvel pode ser avaliado pelos retornos futuros que vai gerar. Este retorno é o aluguel, que alguns deixam de pagar e outros recebem. O grande problema é que os preços subiram tanto que esse retorno ficou financeiramente desinteressante. É evidente que, se todos os investidores partilhassem da mesma visão, jamais seria formada a bolha. A distância da realidade e as expectativas de valorizações são tamanhas que já não há mais um caminho próspero para os preços. (SAMY DANA É Ph.D. em Business, professor de carreira da FGV e coordenador do núcleo de cultura e criatividade GV Cult.)   
BSB, 19/09/12- Apesar das queixas de juros e spreads elevados no país, as operações de crédito cresceram mais de seis vezes nos últimos dez anos. Em junho de 2002, os empréstimos do sistema financeiro totalizavam R$ 351,65 bilhões. Já em igual mês desse ano, chegaram a R$ 2,167 trilhões, uma avanço de 516,4% no período. Esse não foi o único avanço no mercado de crédito em dez anos. A participação do crédito em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) passou de 27,2% para 50,6%, os spreads tiveram recuo em torno de dez ponto percentuais e o prazo médio de financiamento subiu de 232 para 503 dias entre junho de 2002 e junho de 2012. Esse aumento no prazo do financiamento foi mais efetivo entre as pessoas físicas, que tem até 610 dias para quitar suas dívidas. No caso das empresas, passou para 406 dias. Apesar dos avanços, compilados em um estudo da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), o Brasil segue com uma relação entre crédito e PIB abaixo do registrado por outras economias. Ovice-presidente da associação, Miguel de Olivera, avalia que ainda há espaço para novas melhorias, até porque os juros ainda estão em patamares elevados. "Entre os indicadores que apresentaram piora nos últimos dez anos está o de inadimplência, cuja taxa média passou de 4,7% para 5,8%. Apesar da elevação, Oliveira considera que a elevação foi pequena frente à forte expansão do crédito no país.   
BSB, 18/09/12- De acordo com pesquisa realizada pelo Secovi-SP, sindicato que representa o setor imobiliário em São Paulo, em julho, as vendas de imóveis residenciais novos na capital paulista atingiram 1.689 unidades, com variação negativa de 8,5%, se comparada a junho (1.846 unidades). Juntas, as outras 38 cidades da Região Foto: Calão jorge (05/04/10) A variação foi negativa em 8,5% em relação a junho Metropolitana de São Paulo (RMSP) tiveram 4.042 unidades vendidas em julho, contra 1.622 do mês anterior (variação de 149,2%). O total comercializado no sétimo mês do ano chegou a 5.731 imóveis, um aumento de 65,3% em relação às vendas de junho (3.468 unidades). Para a entidade, o comportamento pode estar relacionado à migração de lançamentos observada pela Empresa Brasileira de Estudo de Patrimônio (Embraesp) em julho. O total lançado na Região Metropolitana foi de 4.383 imóveis, sendo 1.737 unidades na cidade de São Paulo (39,6%). Os demais municípios - principalmente Barueri (Alphaville), Santo André e Diadema - responderam por mais de 60% dos lançamentos ou 2.646 imóveis. Imóveis de dois dormitórios representaram 72,7% do volume vendido na RMSP, com 4.164 das 5.731 unidades escoadas no mês. Na capital, o nicho correspondeu a 45,4% das vendas, com 766 das 1.689 unidades negociadas. Ou seja, 84% do total comercializado nas cidades vizinhas ao município de São Paulo foram de dois quartos, com 3.398 unidades. Conforme o sindicato, o mercado na cidade de São Paulo também refletiu o desaquecimento mundial, com redução das vendas acumuladas no decorrer do ano de 5,1%, diante de igual período de 2011. Os lançamentos sofreram queda de 37,1% na comparação com os intervalos de janeiro a julho de 2011 e de 2012. Nos sete meses deste ano, as vendas totalizaram 13.670 unidades, superando os lançamentos, que atingiram 10.599 unidades. Este resultado mostra que a demanda está escoando a oferta desde o final do ano.   
BSB, 16/09/12- Decisão de manter em baixa o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) afeta diretamente o setor de materiais para obras. Entram na lista materiais como os pisos laminado, de madeira e vinílico, além da placa de gesso, conhecida como drywall. As novas medidas de estímulo ao consumo e ao investimento no país baixadas pelo Ministério da Fazenda, de forma a manter a economia em recuperação, foram ampliadas também para o setor da construção civil. O governo prorrogou de 31 de dezembro deste ano para a mesma data no ano que vem as condições especiais para a compra de material de construção civil, com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Conforme informações do Ministério da Fazenda, o governo prorrogou a redução do imposto de vários itens – sendo que a maioria irá se manter em zero –, entre os quais estão cimento, argamassas, tintas, vinílicos, boxes para chuveiro, pias, lavatórios e ladrilhos. A renúncia fiscal estimada para 2013 é de R$ 1,8 bilhão. A partir de setembro deste ano, entram na lista de materiais de construção civil com alíquota zerada os pisos laminado, de madeira e vinílico, além de placa de gesso (drywall). A renúncia para estes produtos, em 2012, será de R$ 84,2 milhões, e, em 2013, R$ 375 milhões. De acordo com o presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Conz, o anúncio da prorrogação da desoneração do IPI para materiais de construção até dezembro de 2013 foi uma boa notícia para o segmento. Após aumento de 7% no mês de julho, as vendas de material de construção cresceram 1,6% no mês de agosto, em relação a julho deste ano, de acordo com a pesquisa divulgada pela Anamaco. O setor acumula crescimento de 2,5% nos últimos 12 meses e aumento de 1% na comparação 2012 sobre 2011 até agora. Na comparação com agosto do ano passado, o setor não apresentou variação.   
BSB, 15/09/12– Em julho, foram comercializados na capital paulista 1.689 imóveis residenciais novos. De acordo com levantamento feito pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e divulgado nesta sexta-feira (14), o número representa queda de 8,5% ante as 1.846 unidades vendidas em junho. O VSO (Vendas sobre Ofertas), que mede o desempenho entre o total de unidades vendidas e a oferta existente, apresentou queda, com média de 9,1% no primeiro semestre, inferior aos 28,6% do mesmo período de 2011. Conforme apuração da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), foram lançadas 4.383 unidades em julho deste ano, sendo 1.737 unidades na cidade de São Paulo (39,6%). Os demais municípios – principalmente Barueri (Alphaville), Santo André e Diadema – responderam por mais de 60% dos lançamentos ou 2.646 imóveis. Na cidade de São Paulo, o nicho de 2 dormitórios ocupou a liderança em termos de participação nas vendas de julho, com 45,4% do total, com 766 das 1.689 unidades negociadas.   
BSB, 14/09/12– O Fundo Imobiliário lançado pelo Banco do Brasil esta semana, que pretende captar 1, 591 bilhão de reais, fará investimentos em 94 imóveis de propriedade do banco. São 26 agências bancárias e o restante são imóveis de ocupação mista, como edifícios com agências e outras repartições do banco e imóveis residenciais, que podem ser usados como apartamentos funcionais. Segundo informa o prospecto preliminar da operação, os ativos alvos do fundo são: “Os imóveis ou direitos reais sobre imóveis, de natureza comercial, incluindo, sem limitação, lojas comerciais, prédios comerciais, lajes corporativas, conjuntos comerciais, agências de instituições financeiras e/ou salas comerciais, todos destinados à locação, que poderão ser objeto de investimento pelo Fundo”. Estes imóveis serão transferidos ao Fundo e alugados pelo próprio BB, em um contrato com duração de 10 anos, que poderá ser renovado por tempo indeterminado. Esta é a maior oferta pública realizada por um Fundo Imobiliário neste ano. O aporte mínimo para investir no Fundo de Investimento Imobiliário BB Progressivo II é de 2.000 reais, valor correspondente a 20 cotas. Os investidores poderão realizar a reserva de cotas entre os dias 7 e 26 de novembro deste ano. Nesta reserva, o investidor interessado assinará um contrato informando a quantidade de cotas que pretende comprar. No dia 28 de novembro será realizado um comunicado do resultado de alocação das cotas. Isto ocorre para que, no caso de haver maior demanda do que cotas disponíveis, seja feito um rateio das cotas entre os investidores. Após este comunicado, no dia 29 de novembro, será realizada então a primeira liquidação da oferta, na qual as cotas serão repassadas aos investidores efetivamente. A negociação das cotas do fundo será realizada exclusivamente na BM&FBovespa e a data para o início da negociação será definida depois da liberação da para negociação pela bolsa. Especialistas em finanças orientam que antes de realizar uma aplicação e   
BSB, 13/09/12- A primeira prévia de setembro do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que serve de base para o reajuste de contratos de aluguel, apresentou uma inflação de 0,59%, taxa inferior ao 1,21% registrado na primeira prévia de agosto. Os dados foram divulgados hoje (11) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A queda foi provocada pela redução dos subíndices de Preços ao Produtor Amplo (IPA) e de Custo da Construção (INCC). O Índice de Preços ao Produtor Amplo caiu de 1,73% em agosto para 0,75% em setembro, movimento provocado pela queda de preços de 0,06% dos produtos não alimentícios. O Índice Nacional de Custo da Construção caiu de 0,39% na primeira prévia de agosto para 0,16% na primeira prévia de setembro, devido à queda da taxa de mão de obra. Em agosto, a mão de obra registrou inflação de 0,52%, enquanto em setembro não houve aumento de preços. No caminho inverso, o subíndice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou alta na inflação, ao passar de 0,08% na primeira prévia de agosto para 0,29% na primeira prévia de setembro. O aumento da taxa foi influenciado por altas nos subgrupos de transportes (de -0,44% para 0,43%), habitação (de 0,08% para 0,4%) e alimentação (de 0,48% para 0,53%). A primeira prévia de setembro foi medida com base em preços coletados entre os dias 21 e 31 de agosto deste ano.   
BSB, 12/09/12- O governo voltou a criticar os juros altos cobrados pelos bancos. A presidente Dilma Rousseff aproveitou o pronunciamento feito no anúncio da redução das tarifas de energia para dirigir as baterias contra as taxas elevadas dos financiamentos, especialmente as dos cartões de crédito. Alguns dias antes, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já havia culpado os bancos pelo baixo crescimento da economia. Mantega disse que o spread cobrado nas operações de crédito ainda não está em nível satisfatório e prejudica os investimentos no país. O comentário do ministro foi feito pouco depois de o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ter divulgado que o PIB do segundo trimestre cresceu somente 0,4% em comparação com o trimestre anterior na série livre de influências sazonais. Em termos anualizados, o resultado sinaliza expansão de apenas 1,6%, bem inferior aos 4,5% de crescimento com os quais o governo chegou a sonhar e aos 3,5% projetados pelo Banco Central mais recentemente. Apesar de a economia estar reagindo no segundo semestre, os analistas esperam um crescimento entre 1,5% e 2%, menos do que os fracos 2,7% de 2011.   
BSB, 12/09/12- O único bom desempenho, pelo lado da oferta, foi do setor agropecuário, que cresceu 4,9% no segundo trimestre em comparação com o primeiro. O setor de serviços cresceu 0,7%. A indústria continua com um comportamento sofrível e teve um recuo de 2,5% no segundo semestre ante o primeiro. Pelo lado da demanda, o consumo do governo cresceu 1,1% e o das famílias, 0,8% no segundo semestre sobre o primeiro. Mas a formação bruta de capital fixo recuou 0,7%. Certamente o custo do crédito não é o único responsável pelo desempenho ruim da economia brasileira, que não reagiu apesar do corte dos juros básicos e dos estímulos que o governo vem injetando há pelo menos um ano. Mas também não se pode dizer que o crédito venha ajudando. Exatamente no mesmo dia da divulgação do PIB, o Banco Central informou que o estoque das operações de crédito atingiu R$ 2,2 trilhões em julho, com crescimento de 17,7% em 12 meses e de apenas 0,7% sobre junho. A média diária de concessão de empréstimos caiu 1,9% em julho, considerados os ajustes sazonais. Simultaneamente, a inadimplência, depois de meses de recuo, voltou a subir em várias linhas, alimentando a preocupação com o endividamento das famílias e de sua capacidade de animar a produção com um maior consumo. A média diária de concessão de empréstimos para as empresas recuou 1,5% de junho para julho. Foi a segunda queda consecutiva. No caso das concessões para as famílias houve uma diminuição de 2,4%, anulando os avanços dos dois meses anteriores. O estoque das operações de crédito só cresceu por causa da expansão da carteira dos bancos públicos, especialmente do BNDES e do financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal.   
BSB, 12/09/12- No entanto, não adianta oferecer crédito se o tomador está retraído porque está inseguro para aumentar a produção ou consumir mais. Há alguns meses, o economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Rubem Sardenberg, sintetizou a situação de modo polêmico, mas não totalmente destituído de razão, ao dizer que de nada adiantava levar o cavalo até o rio se ele não queria beber água. Se o crédito é caro, o tomador tem motivo para ficar retraído. O spread geral cobrado pelos bancos recuou 4,4 pontos nos 12 meses terminados em julho. No mesmo período, a taxa básica de juros diminuiu 4,5 pontos. Se for somada a redução anunciada no fim de agosto, o corte chega a 5 pontos; e o juro real, como lembrou a presidente, caiu a perto de 2%. Conhecidos pela elevada rentabilidade no panorama mundial, os bancos brasileiros estão longe de ser os mais eficientes, o que contribui sem dúvida para o comedido recuo do spread. Reportagem do Valor (3/9) registra que as despesas operacionais dos bancos brasileiros equivalem a 6% dos ativos médios, quase o dobro da média das instituições americanas e de outros países da América Latina. Nem toda a diferença pode ser atribuída a custos trabalhistas e impostos maiores. Os próprios bancos reconhecem isso e lutam para serem mais eficientes. Mas os ganhos e redução do custo do dinheiro precisam ser revertidos em crédito mais barato para que os clientes não sejam asfixiados.   
BSB, 11/09/12– Os fundos de investimentos imobiliários movimentaram R$ 293,65 milhões em agosto, o que significa um aumento de 21% ante o mês anterior, quando foram movimentados R$ 242,71 milhões , de acordo com dados divulgados pela BM&FBovespa. A quantidade de negócios também registrou aumento entre julho e agosto deste ano. Segundo com a bolsa paulista, no oitavo mês do ano, foram registradas 38.469 transações, ante as 28.063 verificadas no mês de julho. O mês passado terminou com 80 fundos imobiliários registrados e autorizados à negociação nos mercados de bolsa e balcão da BM&FBovespa, o que significa dois fundos a mais do que em julho. Os fundos imobiliários podem deter participação em imóveis de diferentes tipos, como prédios residenciais, comerciais, industriais, galpões ou shopping centers. Entre as vantagens de investir em imóveis por meio dos fundos, está a diversificação do portfólio com um capital menor e a isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos. Para ter esta isenção, o investidor pessoa física deve deter menos de 10% das cotas e o fundo precisa ter, no mínimo, 50 investidores, além de suas cotas serem negociadas em bolsa. A compra e venda das cotas é feita por meio da corretora de valores. Por isso, é preciso ter cadastro em uma para conseguir fazer estas transações. Assim como as ações, as cotas dos fundos possuem códigos que devem ser digitados no home broker, para que a operação seja efetuada.   
BSB, 10/09/12- O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado em reajuste de contratos de aluguel, registrou alta de 1,43% em agosto. Nesse mesmo mês do ano passado, a variação foi 0,44%. Nos últimos 12 meses, o IGP-M variou 7,72% e a taxa acumulada neste ano é de 6,07%. Os dados foram divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou alta de 1,99% em agosto e, no mês anterior, a taxa havia ficado em 1,81%. O índice relativo aos bens finais variou 0,71% em agosto e, em julho, subiu 1,04%. Essa queda em função do subgrupo de alimentos in natura, cuja taxa passou de 4,61% para 0,98%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,33% em agosto, ante 0,25% de julho. Influenciou na alta o grupo da habitação, que variou de 0,18% para 0,29%. Outros itens que ficaram mais caros foram os móveis para residência, cuja variação passou de -0,37% para 0,53%. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em agosto, variação de 0,32%, abaixo do resultado de julho, de 0,85%. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,36%. No mês anterior, a taxa havia sido 0,63%.   
BSB, 08/09/12 – Os fundos de investimentos imobiliários movimentaram R$ 293,65 milhões em agosto, o que significa um aumento de 21% ante o mês anterior, quando foram movimentados R$ 242,71 milhões , de acordo com dados divulgados pela BM&FBovespa. A quantidade de negócios também registrou aumento entre julho e agosto deste ano. Segundo com a bolsa paulista, no oitavo mês do ano, foram registradas 38.469 transações, ante as 28.063 verificadas no mês de julho. O mês passado terminou com 80 fundos imobiliários registrados e autorizados à negociação nos mercados de bolsa e balcão da BM&FBovespa, o que significa dois fundos a mais do que em julho. Os fundos imobiliários podem deter participação em imóveis de diferentes tipos, como prédios residenciais, comerciais, industriais, galpões ou shopping centers. Entre as vantagens de investir em imóveis por meio dos fundos, está a diversificação do portfólio com um capital menor e a isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos. Para ter esta isenção, o investidor pessoa física deve deter menos de 10% das cotas e o fundo precisa ter, no mínimo, 50 investidores, além de suas cotas serem negociadas em bolsa. A compra e venda das cotas é feita por meio da corretora de valores. Por isso, é preciso ter cadastro em uma para conseguir fazer estas transações. Assim como as ações, as cotas dos fundos possuem códigos que devem ser digitados no home broker, para que a operação seja efetuada.   
BSB, 07/09/12- A venda de imóveis usados em São Paulo recuou 32,08% em julho, frente ao mês imediatamente anterior. A queda das vendas teve como efeito redução de 5,66% no preço médio dos imóveis usados, segundo dados da pesquisa divulgada pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta sexta-feira (24). De acordo com o levantamento, feito com 449 imobiliárias pesquisadas, na comparação mensal, o preço que mais caiu foi o de apartamentos de padrão médio, com 8 a 15 anos de construção e situados na zona A, o metro quadrado caiu 37,06%. Já o preço de imóvel que mais subiu foi o dos apartamentos de padrão médio, com 8 a 15 anos de construção e situados na zona C, o metro quadrado subiu 40,75%. No sétimo mês deste ano foram vendidos mais apartamentos do que casas, com 65,24% e 34,76%, respectivamente, de participação das unidades comercializadas. Sobre o valor do imóvel, é possível perceber na capital a preferência por aqueles acima de R$ 200 mil, que tiveram 75,45% de participação.   
BSB, 06/09/12– Um apartamento de luxo foi vendido por 40 milhões de libras (R$ 129 milhões), em Hong Kong, e é considerado o imóvel mais caro da Ásia. De acordo com o jornal britânico Daily Mail, o comprador pagou 6.187 libras (cerca de R$ 20 mil) por metro quadrado do apartamento que ocupa o 8º andar inteiro, de um prédio de 12 pavimentos. O imóvel foi projetado pelo vencedor do prêmio Pritzker, o arquiteto Frank Gehry e é o segundo mais caro do mundo, só perde para um flat de cinco dormitórios em Londres, que foi vendido por 65 milhões de libras (R$ 210 milhões). A imprensa local informou que a venda bateu o recorde anterior de 29,3 milhões de libras (R$ 95 milhões). O gerente de pesquisa da Centaline, Wong Leung-sing, afirmou que apesar de este preço ser um recorde para qualquer apartamento em Hong Kong, esse é um caso isolado, que não deve ser usado como um parâmetro para medir a demanda dos investidores por apartamento de luxo no centro financeira asiático. Os preços dos imóveis em Hong Kong subiram ao longo dos últimos anos devido a uma queda nas taxas de juros e alta de compradores abastados da China continental. No entanto, o mercado imobiliário sofreu uma desaceleração, neste ano, por conta da crise na zona do euro e dos planos para aumentar a habitação pública.   
BSB, 04/09/12- Os preços dos imóveis prontos, novos e usados, dão sinais de acomodação em algumas capitais. Depois da euforia no ano passado, os preços do metro quadrado dos imóveis em seis capitais e no Distrito Federal em agosto subiram 1%, pelo terceiro mês seguido, segundo o índice FipeZap. O indicador levanta os preços dos imóveis anunciados na internet. Das sete praças pesquisadas em agosto, em três houve desaceleração e em uma houve recuo nos preços na comparação com o mês anterior. A única queda foi em Belo Horizonte, onde o preço do m² teve variação negativa de 0,2% em agosto ante julho. Houve desaceleração em Fortaleza (alta de 1,4%), em Salvador (1,1%) e no Recife (0,2%). Os resultados de agosto foram positivos, mas bem menores na comparação com os de julho, em São Paulo e no Rio, onde os preços subiram 1,4% e 1,2%, respectivamente. As variações são positivas, porém inferiores à média mensal de quase dois anos, que é de 1,7%. No Distrito Federal, também houve alta de 0,2%. Eduardo Zylberstajn, coordenador do índice e economista, observa que o indicador mensal está na casa de 1% porque os preços dos imóveis localizados em São Paulo e no Rio de Janeiro subiram e essas praças são as que mais pesam no índice geral. Além disso, como nos últimos meses muitas construtoras reduziram o volume de lançamentos de imóveis novos para se adequar à nova realidade de mercado, esse movimento deu uma certa resistência aos preços de imóveis prontos, usados ou novos, nas principais praças do País.   
BSB, 04/09/12- MO coordenador do índice pondera que, como hoje o mercado imobiliário passa por um momento de transição, a variação média dos preços nas sete regiões pesquisadas não é um bom termômetro. "O comportamento dos preços entre as praças é muito diferente." Isto é, enquanto os preços caem em Belo Horizonte, eles sobem, porém em ritmo bem mais moderado, no Rio e em São Paulo. Zylberstajn acredita que, daqui para a frente, o comportamento dos preços dos imóveis será muito influenciado por fatores regionais, típicos de cada bairro, do que por fatores macroeconômicos, como juros e crédito. O fim da euforia de preços dos imóveis também fica claro quando se avalia o comportamento do m² no ano e em 12 meses. De janeiro a agosto deste ano, o preço médio do m² subiu quase 10%. Em igual período de 2011, a variação era quase o dobro, de 19%. Movimento semelhante é observado na comparação em 12 meses. Entre julho do ano passado e agosto deste ano, os preços médios nas sete regiões pesquisadas subiram 16,3%. A variação registrada nas mesmas bases de comparação em 2011 havia sido de 29,7%. A desaceleração dos preços é nítida no Rio. Em 12 meses até agosto de 2011, a alta tinha sido de 42,2%. Agora, é de 18,4%.   
BSB, 25/01/12– O aumento dos valores de aluguéis está provocando aumento no número de inquilinos que precisam devolver imóveis por não conseguir arcar com o pagamento após o reajuste, afirma o presidente do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), José Augusto Viana. De acordo com a Agência Brasil, Viana disse que, ao vencer o contrato, o aumento pedido pelo proprietário dificulta o pagamento do locatário. Somado a isso, uma pesquisa mensal do Creci já mostrou que entre agosto e outubro de 2011, mais de 60% dos novos contratos de aluguéis foram fechados em imóveis devolvidos pelos antigos ocupantes. Agosto registrou o maior índice do ano até o momento, 73%. Os dados mostram que a maioria das locações são efetuadas hoje em dia em imóveis devolvidos por inquilinos anteriores, que não têm condições de pagar o novo aluguel. O Secovi-SP (Sindicato da Habitação de São Paulo) mostrou que os aluguéis novos registravam em novembro aumento de 19,77% em 12 meses. Na cidade do Rio de Janeiro, o Secovi-RJ verificou uma alta de 16,1% de janeiro a dezembro de 2011. No mesmo período o IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado), que determina o reajuste dos contratos, subiu 5,09%.   
BSB, 06/01/12- Os depósitos superaram os saques na poupança em 14,186 bilhões de reais em 2011, valor 63,3% menor que o observado em 2010. O resultado é o pior desde 2006, quando a captação líquida somou 6,472 bilhões de reais. Segundo dados divulgados pelo Banco Central (BC), os depósitos alcançaram 1,270 trilhão de reais no decorrer do ano. O valor, porém, foi quase todo retirado em seguida, já que os saques totalizaram 1,255 trilhão de reais no ano. As cadernetas de poupança dos brasileiros tiveram, ainda, rendimento acumulado de 27,023 bilhões de reais em todo o ano passado. Em dezembro, as cadernetas registraram captação líquida positiva de 3,589 bilhões de reais. Segundo o BC, o resultado foi 11.609% maior do que o que foi verificado em novembro, quando a captação líquida ficou positiva em apenas 30,6 milhões de reais. Na comparação com dezembro de 2010, porém, a tendência é contrária e houve forte retração, de 43,5%, na captação de recursos. Com esse desempenho, o total depositado nas cadernetas de poupança alcançou 420,008 bilhões de reais em 30 de dezembro do ano passado. Ainda de acordo com o BC, o resultado no mês passado foi obtido graças aos depósitos que totalizaram 114,071 bilhões de reais no decorrer de dezembro, valor que superou o acumulado dos saques no período, que alcançaram 110,481 bilhões de reais. Houve, ainda, rendimentos de 2,250 bilhões de reais das cadernetas já existentes.   
BSB, 03/01/12- O Banco do Brasil pretende reforçar a concessão de crédito imobiliário em 2012. É o que informou o vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, Paulo Caffarelli. Segundo Caffarelli, o banco deve fechar 2011 com um estoque de R$ 7,7 bilhões em financiamento de imóveis, o que representa um aumento de 126% em relação aos R$ 3,4 bilhões de dezembro de 2010. Oexecutivo ressaltou que ainda existe uma margem de R$ 5 bilhões para aumentar esse valor com recursos da poupança, podendo passar de R$ 12 bilhões no próximo ano. Vale destacar que o BB conquistou a quinta posição em financiamento imobiliário no país, ultrapassando o HSBC, mas atrás da Caixa Econômica, Itaú Unibanco (ITUB4), Santander (SANB11) e Bradesco (BBDC4). A expectativa é passar para a terceira posição até o fim de 2013. Ainda de acordo com o vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, em 2011, o banco atingiu a marca de 57 milhões de clientes, dos quais 18 milhões têm cadastro pré-aprovado e, deste montante, 13 milhões têm propensão a tomar crédito. No entanto, apenas 5 milhões tem operações com o BB. “O crédito imobiliário é o maior produto fidelizador”, disse Caffarelli, explicando que ao adquirir um financiamento para a compra da casa própria o cliente chega a ficar mais de 20 anos ligado ao banco por uma única operação. Além do crédito ao comprador, o vice-presidente disse que o banco também começa a ampliar a concessão de financiamentos a construtoras, que atualmente representam apenas 20% do valor operacionalizado. Segundo ele, 2,3 mil construtoras já estão cadastradas e 800 têm limite de crédito. Para justificar o potencial de aumento dos empréstimos nessa área, Cafarrelli diz que o banco tem mostrado aos clientes “agilidade e velocidade na liberação de crédito imobiliário”.   
BSB, 29/11/11- O índice de preços mensurado pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), usado como referência na maioria dos contratos de aluguel, variou 0,50% em novembro, desacelerando ante a alta de 0,53% de outubro. No acumulado dos últimos 12 meses, a variação é de 5,95%, enquanto varia 5,22% no ano. Em 2011, o acumulado dos últimos 12 meses já chegou a 8,65%, em 29 de junho. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (29) pela FGV (Fundação Getulio Vargas). O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) apresentou variação de 0,52%, ante 0,68% no mês anterior. O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) variou 0,43%, ante alta de 0,26%, no mesmo período do mês outubro. O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) também acelerou ao passar de 0,20% no mês anterior para 0,50% neste mês. O IGP-M de novembro foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 de outubro e 20 de novembro.   
BSB,20/11/11- O número de novos contratos de aluguel comercial, na cidade de São Paulo, cresceu 12% entre janeiro e outubro desde ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. É o que aponta um levantamento realizado pela Lello Imóveis. Das unidades comerciais alugadas, 44% foram salas e conjuntos comerciais destinados, na sua maioria, à instalação de consultórios médicos e odontológicos e escritórios de representação, advocacia e contabilidade. Já 21% foram casas comerciais para escritórios, clínicas de estética e cabeleireiros, 18% para salões comerciais para diversas atividades, principalmente abertura de novas lanchonetes e bares. Outros 10% foram para lojas de rua, com destaque para comércio de roupas e calçados, e 7% para galpões, destinados à indústria e ao comércio, a maioria na área de armazenagem e logística. De acordo com a Lello, a rentabilidade dos aluguéis comerciais para os proprietários varia de 0,7% a 1% do valor do imóvel. O valor depende da localização, do estado de conservação e da relação entre oferta e procura, entre outros fatores. A diretora da Lello Imóveis, Roseli Hernandes, explica que um terço das locações da imobiliária é para fins comerciais, e este crescimento indica que o mercado continua bastante movimentado, representando uma ótima oportunidade de investimento para quem deseja complementar seus rendimentos com o aluguel. Ela aconselha que quem deseja investir na compra de imóveis comerciais deve ter um imóvel regularizado, com habite-se e planta aprovada, além de unidade compatível com o ramo de atividade. É importante também analisar a vocação do imóvel e avaliar a região e o bairro, seu zoneamento, segurança, acessos, opções de transporte público e disponibilidade de serviços no entorno.   
BSB, 6/11/11– A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou a inflação medida pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de outubro (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice serve como balizador para o reajuste de aluguéis e, no acumulado dos últimos 12 meses terminados em outubro, ficou em 6,95% . No décimo mês do ano, a variação é de 0,53%, menor que a apurada em setembro, quando a inflação variou 0,65%. No acumulado do ano, a inflação medida pelo IGP-M é de 4,70%. Em outubro, os preços medidos pelo IPA (Índice de Preços por Atacado) passaram de 0,74% para inflação de 0,68%. Já a inflação averiguada pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil) ficou em 0,20%, contra 0,14% da última medição. A categoria de mão-de-obra ficou com inflação de 0,16% na apuração atual, enquanto os preços dos materiais, equipamentos e serviços registraram variação de 0,25%. No que diz respeito à inflação medida pelo IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, esta apresentou desaceleração no período estudado, ficando em 0,26%, contra 0,59% um mês antes. As principais contribuições para o resultado partiram dos grupos Alimentação (0,95% para -0,09%) e Vestuário (1,36% para 0,74%), que refletiram as variações nos preços das frutas (6,42% para -0,85%), hortaliças e legumes (-2,74% para -5,92%) e carnes bovinas (1,71% para 0,86%), no primeiro caso; e das roupas (1,56% para 0,93%), no segundo. Os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (0,60% para 0,38%) e Transportes (0,19% para 0,00%) também apresentaram decréscimo no período. Por outro lado, Habitação (0,47% para 0,61%), Educação, Leitura e Recreação (0,19% para 0,21%) e Despesas Diversas (0,15% para 0,25%) apresentaram movimento contrário entre setembro e outubro.   
BSB, 26/10/11- O prazo médio do financiamento para pessoa física em setembro deste ano ficou em 584 dias, 1 dia a menos frente aos 585 contabilizados em agosto. Em relação a agosto de 2010, quando o prazo médio era de 541 dias, houve um avanço de 43 dias. Dados da Nota de Política Monetária e Operações deCrédito, divulgada nesta quarta-feira (26) pelo Banco Central, mostraram ainda que, para a pessoa jurídica, o prazo médio avançou dos 385 dias em setembro de 2010 para 400 dias no mês passado – alta de 15 dias. Na comparação com agosto deste ano (406 dias), houve queda de 6 dias. No caso do financiamento imobiliário, houve alta anual no prazo médio de 620 dias (de 4.033 para 4.653), entre setembro de 2010 e de 2011. Já na comparação mensal houve alta de 27 dias.   
BSB, 15/10/11- A procura por apartamentos de dois dormitórios cresceu muito na cidade de São Paulo em agosto. A participação dos imóveis com este perfil nas vendas totais, que habitualmente fica em torno de 40% a 45%, subiu para quase 70% em agosto, segundo pesquisa do Secovi (sindicato da habitação) que será divulgada hoje. "Isso mostra agilidade do mercado. E ocorre em todas as faixas", diz Celso Petrucci, economista do Secovi-SP. O aumento na demanda, entre outros fatores, está relacionado à alta dos preços. Em alguns bairros, onde antigamente só havia imóveis de quatro quartos, hoje, pelo mesmo preço, são lançados modelos com apenas dois. "Temos hoje bairros mais caros onde o dois dormitórios cai bem, como Vila Olímpia, Itaim, Vila Mariana." Os preços dos apartamentos de dois quartos variam de R$ 150 mil a R$ 600 mil. "Há desde opções no Minha Casa, Minha Vida, até as de bairros mais caros." Mais da metade do volume vendido corresponde a unidades com área útil média entre 46 m2 e 65 m2. No volume total de imóveis novos residenciais vendidos no mês na cidade de São Paulo, que superou 2.230 unidades, o movimento foi de queda ante as 2.722 de julho. A queda geral em relação às vigorosas vendas de 2010 devem perder força. "No começo do ano, estávamos com 50% a menos do que 2010, mas deve cair para 5% a 10% em dezembro."   
BSB, 23/9/11– Especialistas no mercado imobiliário apresentam opiniões divergentes em relação ao novo índice de preços de imóveis no Brasil, que será calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O diretor executivo do Sinduscon-RJ (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro), Antonio Carlos Mendes Gomes, acredita que o indicador será importante para o mercado. “É um indicador confiável pela origem [o IBGE](...) É um instrumento adequado para que a sociedade tenha uma visão melhor, se posicione e interfira nesse processo, aproveitando as oportunidades, os momentos adequados. Enfim, acho que (o índice) é bom para todo mundo. É muito bem-vindo”, disse, segundo a Agência Brasil. Já o vice-presidente da Ademi-RJ (Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro), Rubem Vasconcelos, tem opinião diferente. Para ele, o índice pode se transformar em elemento de controle dos preços no setor. “Não existe controle de preço. A gente pesquisa preço. A lei da oferta e da procura é que comanda os mercados. Não é ranqueamento, nem tabelamento de preço”. Vasconcelos defende que seja feita uma publicação mensal das pesquisas de preços praticados e não uma tabela de preços do mercado. “Isso é falso. Isso é mentiroso, porque o mercado vive de uma lei de oferta e de procura e pode ir ao céu, como pode ir ao inferno”. O IBGE já estuda a metodologia a ser aplicada para o índice, que será criado de acordo com o Decreto 7.565 do Governo Federal, publicado na última semana no Diário Oficial da União. O instituto disse, em nota, que está desenvolvendo estudos para acompanhar a evolução dos preços no setor imobiliário.   
BSB, 21/9/11- Foi publicado no último dia 16/11, o Decreto 7.565, que trata da criação e manutenção do índice de preços de imóveis no Brasil. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) será o responsável pela criação e divulgação do índice. De acordo com o texto do decreto, será definido, pelo Instituto, um cronograma para a criação e implementação do índice. O decreto entrou em vigor na sexta feira. Ainda conforme o documento, o IBGE poderá firmar parceria com a CEF (Caixa Econômica Federal) para que sejam fornecidas as informações e conhecimentos técnicos necessários para a criação do índice. O Instituto ainda poderá firmar parcerias com outras instituições financeiras ou agentes de imóveis.   
BSB, 18/9/11– A Caixa Econômica Federal aumentou a faixa de renda familiar máxima para compra de imóveis usados e novos, incluindo aqueles que participam do Minha Casa, Minha Vida, e para aquisição de terrenos e material de construção, pelo sistema de carta de crédito, com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), que cobra juros de até 8,16% ao ano mais TR (taxa referencial). A renda máxima, que antes era de R$ 3.900, passa a ser de R$ 5.400. Para os participantes do Minha Casa, Minha Vida, a renda foi ampliada para R$ 5 mil. O aumento é válido dentro dos municípios integrantes da região metropolitana ou equivalente dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, além dos municípios-sede de capitais estaduais, ou municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes. A Caixa também aumentou o valor máximo dos imóveis novos ou usados e terrenos que podem ser financiados pela Carta de Crédito FGTS. Os consumidores passam a poder adquirir imóveis ou terrenos avaliados em até R$ 170 mil no Distrito Federal ou em municípios integrantes das regiões metropolitanas ou equivalentes dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Para os municípios com população igual ou superiores a 1 milhão de habitantes ou em municípios-sede de capitais estaduais, o valor máximo dos imóveis passa para R$ 150 mil. Também houve mudança no valor máximo dos imóveis dos municípios com população igual ou superior a 250 mil habitantes ou em municípios integrantes de regiões metropolitanas ou equivalentes, inclusive dos integrantes da Ride/DF (Região Integrada do Distrito Federal e Entorno), que agora é de R$ 130 mil. No municípios com população igual ou superior a 50 mil habitantes, o valor máximo dos imóveis passa a ser de R$ 100 mil.   
BSB, 2/9/11– No primeiro semestre de 2011, foram comercializados na capital paulista 11.680 imóveis residenciais novos. De acordo com levantamento divulgado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) nesta terça-feira (30), houve retração de 31,3%, ante as 17.005 unidades vendidas no primeiro semestre de 2010. O VSO (Vendas sobre Ofertas), que mede o desempenho entre o total de unidades vendidas e a oferta existente, ficou na média de 13,2% ao mês, no primeiro semestre deste ano, inferior à média de 21,6% a.m. registrada no mesmo período do ano passado. De acordo com o sindicato, o cenário econômico deste ano está totalmente diferente do observado no ano passado. Se no primeiro semestre de 2010 havia uma euforia em relação ao crescimento, agora o sentimento é de apreensão, resultante de uma série de acontecimentos, tanto nacionais como internacionais. Observando os resultados do mês de junho, foram comercializados na capital paulista 2.716 imóveis residenciais novos, alta de 14,1% frente as 2.380 unidades vendidas no mês imediatamente anterior. Por outro lado, no confronto com junho de 2010, houve queda de 19,1% nas vendas. O VSO em junho deste ano foi de 16,5%, superior ao registrado em maio, de 15,1%, e inferior ao observado em junho do ano passado, de 26,8%.   
BSB, 18/8/11– No final do último mês de julho, o Núcleo de Real Estate da Poli-USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo) publicou um alerta de bolha imobiliária. Segundo o documento, os preços dos imóveis residenciais e comerciais têm crescido no mercado brasileiro além do que é explicável por sua estrutura de custos. "Preços crescentes não são sinônimos de bolha", pondera o professor doutor João da Rocha Lima Junior, autor do texto, "mas preços crescentes sem explicação na estrutura de custos são efeitos de desorganização do mercado e identificam a ocorrência de bolha". Entre 2008 até o final de 2010, os preços crescentes dos empreendimentos residenciais carregavam componentes de custos e margens adequadas para cobertura de incertezas. "Os preços descolavam do crescimento do INCC-FGV [Índice Nacional de Custos da Construção], porque alguns fatores não estão cobertos pelo índice de inflação de custos de construção, desde terrenos, passando pelos custos da outorga onerosa cada vez mais presente, até os custos diretos mascarados em subempreitadas com margens especulativas, pela pressão de demanda", esclarece. Assim, até o fim do ano passado, não se percebiam indicativos de alta dos preços pela formação de bolha. Porém, o desenvolvimento no primeiro semestre de 2011 revela que os movimentos de preços continuam descolados da variação de custos de construção medida pelo índice da FGV, sendo que, segundo o professor, "o orçamento mais margens deve acompanhar o INCC-FGV".   
BSB, 18/8/11- Assim, as evidências são de que o preço dos imóveis residenciais está acima do seu valor justo, avalia o documento – valor não é atributo de qualquer bem, mas o preço justo equivale a um valor justo. Lima explica que preço justo cobre os custos de produção em regime eficaz: contém margem para cobertura das incertezas – tendo em vista que o preço é fechado antes da construção –, e contempla uma margem de resultado para os investimentos. "Com os preços atuais, se contarmos os custos, as margens, a estrutura tradicional de funding, com financiamento à produção no SFH [Sistema Financeiro da Habitação], encontraremos taxas de retorno desequilibradas para a atratividade do real estate, nos padrões reconhecidos no mercado brasileiro", avalia Lima. "Se os preços estão acima do preço justo, há um valor sem lastro que está sendo comprado pelo mercado nesta conjuntura".   
BSB, 18/8/11- De acordo com Lima, um dos fatores que cria bolha de mercado é o crédito irresponsável, o que não é verificado no Brasil, onde o crédito é concedido de forma responsável, sobretudo para compra de imóvel residencial. "Os juros são aplicados em regime constante, não ocorrendo exemplos como os do falido sistema do mercado norte-americano, quando se iniciava um financiamento com juros abaixo da taxa referencial de mercado nas prestações, levando a diferença para o saldo devedor, para compensar o futuro", compara. Outro fator que gera bolha de mercado é a forte presença de capital especulativo, para o qual Lima explica: "No setor de real estate no Brasil não foram muitos os períodos, nestas últimas duas décadas de moeda confiável, nos quais se tenha identificado forte presença de recursos especulativos". Por fim, o investidor desinformado é o terceiro fator capaz de gerar bolha e, aí sim, há em grande proporção nesta conjuntura do mercado brasileiro. "Vejo a presença de investidores tão desinformados, que se aventuram até à especulação", diz Lima, explicando que grandes capitais tendem a especular em mercados de maior liquidez, deixando para especuladores ingênuos o mercado de real estate. "Grandes especuladores do mercado de capitais costumam afirmar que, quando a bolsa está aquecida e o valor médio das transações se estabiliza em patamar baixo (pequenos investidores se vestindo de especuladores), chegou a hora de sair, e acelerado. Está soando o alarme de bolha", conclui.   
BSB, 15/8/11– As operações habitacionais registraram saldo de R$ 129,3 bilhões, crescimento de 48,8% em 12 meses. Do total de operações, as que usaram recursos das cadernetas de poupança superaram R$ 68 bilhões, enquanto as que utilizaram recursos do FGTS(Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) alcançaram R$ 61 bilhões, crescimento de 53,5% e 44,3%, respectivamente. O levantamento feito pela Caixa Econômica Federal e divulgado nesta quinta-feira (11) apontou que foram liberados R$ 34,7 bilhões, valor 3,4% superior ao mesmo período de 2010, incluindo repasses. No primeiro semestre de 2011, os financiamentos tiveram crescimento de 17,7% frente ao mesmo período do ano passado. Foram R$ 31,2 bilhões, dos quais R$ 17,4 bilhões foram realizados com recursos da poupança, responsáveis por 101 mil unidades habitacionais e mais de 200 mil operações de Construcard, além de R$ 13,6 bilhões, investidos em linhas que usam o FGTS, que totalizaram 180 mil moradias. Também foram destinados R$ 3,2 bilhões para subsídios e R$ 333,2 milhões em consórcio, arrendamentosresidenciais e repasses. Até 30 de junho de 2011, no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida 2, a Caixa destinou R$ 12,6 bilhões, que beneficiaram mais de 550 mil pessoas, com o financiamento de aproximadamente 167 mil novas moradias. Com o Feirão Caixa da Casa Própria, realizado em 13 cidades brasileiras, a instituição ofertou, no primeiro semestre do ano, mais de 450 mil imóveis, entre novos, usados e na planta. Além disso, foi lançada a primeira oferta pública de CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários) para os pequenos investidores, com lastro em créditos originados e selecionados na instituição, num total de R$ 232 milhões. A Caixa aproveitou o levantamento para revisar sua previsão de concessão de financiamentos imobiliários para este ano. Segundo o presidente do banco, Jorge Hereda, inicialmente era previsto concessão de R$ 81 bilhões em financiamentos, de acordo com a nova previsão, é estimada uma co   
BSB, 8/8/11- Com preço 241,44% maior que o do bairro mais barato de São Paulo, o Ibirapuera-Vila Nova Conceição, localizados na zona sul da cidade de São Paulo, foi o metro quadrado mais valorizado do município em julho, segundo revela o índice Fipezap, elaborado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) e pela Zap Imóveis. De acordo com o levantamento divulgado nesta quarta-feira (3), o preço do metro quadrado de um apartamento no Ibirapuera-Vila Nova Conceição chegou a R$ 8.437, 51,44% mais caro do que o preço médio do metro quadrado apurado na cidade, de R$ 5.571 no sétimo mês do ano. A região do Jardim Paulistano foi o segundo bairro mais valorizado de São Paulo, com o preço de R$ 8.282 o metro quadrado. Paraisópolis é a área mais em conta - R$ 2.471 o metro quadrado. No Rio de Janeiro, a diferença entre o preço médio do metro quadrado apurado no sétimo mês do ano (R$ 6.745) e o valor mais caro da cidade (de R$ 15.160, no Leblon) é de 124,76%. Na capital fluminense, os bairros mais caros, além do Leblon, são Ipanema (R$ 14.074), Lagoa (R$ 12.156), Gávea (R$ 10.736) e Jardim Botânico (R$ 9.884). Os bairros de Anchieta e Guadalupe, por outro lado, estão entre os mais baratos da cidade, com o metro quadrado em R$ 975 e R$ 793, respectivamente.   
BSB, 27/7– Em sete anos, os gastos dos brasileiros com reformas e com compra de imóveis aumentaram 63%, passando de R$ 71,9 bilhões em 2003 para R$ 117 bilhões em 2010. De acordo com dados divulgados nesta terça-feira (26) pelo Data Popular, os gastos com reformas continuam sendo inferiores aos gastos com compras. E, mais do que isso, à medida que os gastos com reforma mostraram redução, em termos proporcionais, os com compras aumentaram. Em 2003, dos R$ 71,9 bilhões gastos, 58,6% foram investidos em novos imóveis, ao passo que 41,4% foram usados nas reformas. Sete anos depois, dos R$ 117 bilhões investidos em 2010, 68,9% foram com compras e 31,3%, para reformas. A pesquisa também avaliou o comportamento das diferentes classes sociais, quando o assunto é reforma e compra de imóveis. Constatou-se, em primeiro lugar, que desde 2003 as classes mais baixas (C, D e E) gastam mais com reforma do que com compras. Já as classes altas (A e B), fazem o inverso, investindo mais em compras do que em reformas.   
BSB, 20/7/11- O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado como referência para reajustes em contratos de aluguel, teve queda de 0,21% na primeira prévia de julho. O resultado ficou abaixo do registrado no mesmo período de junho, quando a variação foi de -0,09%. De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador acumula alta de 2,92% no ano e, no período dos últimos 12 meses, de 8,25%. Entre os componentes do IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% da taxa global, teve deflação de 0,36%. A queda foi menos intensa do que a observada no mês anterior, quando a taxa ficou em -0,53%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que representa 30% do IGP-M, ficou em -0,20% na primeira prévia do mês, com queda um pouco mais intensa do que a do mesmo período de junho (-0,18%). Cinco das sete classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição para o movimento partiu do grupo alimentação (de -0,82% para -1,09%). Houve alta menos intensa em habitação (de 0,36% para 0,25%), educação, leitura e recreação (de 0,16% para 0,08%), saúde e cuidados pessoais (de 0,45% para 0,42%) e despesas diversas (de 0,07% para 0,05%). Por outro lado, registraram aumento em suas taxas de variação os grupos transportes (de -1,11% para -0,36%). Último índice a compor o IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) ficou em 0,66%, com elevação menos intensa do que a de um mês antes, quando a taxa foi de 2,97%. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços passou de 0,45% para 0,39%; já a taxa que representa o custo da mão de obra diminuiu de 5,54% para 0,93%. O INCC responde por 10% do índice global. Para calcular a primeira prévia do IGP-M de julho, foram coletados preços no período entre os dias 21 e 30 do mês de junho.   
BSB, 19/7/11- O mercado imobiliário brasileiro continua atraindo investidores estrangeiros. No Rio, por exemplo, eles não param de chegar, interessados em investir em projetos habitacionais para todas as faixas de renda. A própria Caixa Econômica Federal recebe visitas de delegações estrangeiras interessadas em saber detalhes sobre o programa do governo federal ‘Minha Casa, Minha Vida’. Segundo o diretor da V-URB, empresa que atua no desenvolvimento de vazios urbanos, Hamilton Valente, o modelo já é conhecido lá fora. “Os investidores sabem que existe o subsídio, e o benefício enche os olhos dos empresários estrangeiros, que estão desembarcando no país, além de investidores de outros estados”, diz Valente. O Grupo CPS Construções, por exemplo, é formado por portugueses que estão há três anos no Brasil. Para se ter ideia, o grupo vai lançar oito empreendimentos em Jacarepaguá, com apartamentos a partir de R$ 159 mil e Valor Geral de Vendas (VGV) de quase R$ 129 milhões. Segundo o diretor do Grupo CPS, Bruno Vaz, do total de lançamentos, quatro empreendimentos estão quase prontos. O que é bom para quem precisa comprar imóvel e não pode esperar quase dois anos para ficar pronto. As unidades poderão ser financiados preferencialmente pela Caixa ou pelo Santander. “Também teremos um lançamento comercial, com 69 unidades a partir de R$ 110 mil”, adianta Vaz. Segundo o diretor geral da Sawala Imobiliária, Cláudio Marins, os empreendimentos do Grupo CPS serão vendidos pela empresa.   
BSB, 14/7/11- O valor médio dos aluguéis de imóveis na cidade de São Paulo recuou 0,74% em maio, na comparação com o mês anterior, de acordo com pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) divulgada nesta quinta-feira (7). Também houve queda na locação de imóveis residenciais na capital paulista, de 3,31%. De acordo com o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, "houve uma forte alta dos aluguéis novos em abril, de 5,15%, na média dos valores de locações efetivamente contratadas, o que contribuiu para essa queda na procura em maio", explica. A maior queda de preços aconteceu nos imóveis de 2 dormitórios nos bairros da zona D (Tremembé, Penha e Pirituba), onde o preço do aluguel caiu 30,90%. Já o maior aumento, de 50%, foi verificado nas casas de 2 dormitórios em bairros da zona E (Itaquera, Grajaú e Pedreira). Conforme o levantamento feito com 476 imobiliárias, os imóveis com aluguel de até R$ 1 mil tiveram a preferência, com 57,71%. Dentro desta faixa de valor, destacam-se as unidades com aluguel de R$ 401 a R$ 600, que registraram participação de 18,89% no total de locações. Em seguida, aparecem imóveis de R$ 201 a R$ 400, que representaram 13,90% do total de locações. Ainda segundo o levantamento, foram alugados mais casas (51,43%) do que apartamentos (48,57%).   
BSB, 11/7/11– A captação líquida da caderneta de poupança ficou negativa em R$ 3,227 bilhões no primeiro semestre do ano, segundo dados do Banco Central. Ao mesmo tempo que a captação da poupança tem diminuído, o financiamento de imóveis com recursos desta aplicação está em trajetória de alta. Em abril, foram emprestados R$ 6,16 bilhões de recursos da poupança para financiamentos imobiliários, uma alta de 42% frente ao mesmo período do ano passado, segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Segundo especialistas, a falta de recursos da caderneta de poupança pode encarecer o financiamento imobiliário, já que os bancos são obrigados a destinar 65% dos depósitos em poupança para o crédito habitacional. “O crédito com recursos da poupança é o mais barato para o mercado. Se for necessário utilizar outros tipos de recursos, as taxas podem ficar mais altas para o consumidor”, afirma o professor de finanças da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), Fábio Gallo. O professor de economia da FGV (Fundação Getulio Vargas), Armando Castelar, concorda, mas ressalta que a captação da poupança nos próximos meses vai depender muito da dinâmica dos juros. Por isso, para o professor, caso a tendência se mantenha e os juros voltem a recuar, é possível que a caderneta de poupança volte a ter captação positiva nos próximos De acordo com os especialistas, além dos recursos da poupança, as instituições também podem buscar financiamento por meio do mercado de capitais, com o processo de securitização – que transforma bens imobilizados em títulos passíveis de negociação, como o CRI (Certificado de Recebíveis Iobiliários) e as LCI (Letras de Crédito Imobiliário). Ou então, por meio de recursos próprios dos bancos.   
BSB, 28/6/11- Na presidência da CEF (Caixa Econômica Federal) desde março deste ano, o soteropolitano Jorge Hereda espera maior participação de outros bancos na oferta de crédito imobiliário no País. Para ele, nos próximos anos, a Caixa vai continuar sendo a principal agente financiadora do País, mas outras instituições devem ampliar a participação no mercado. “No crédito imobiliário, saímos de R$ 5 bilhões em 2003 para cerca de R$ 78 bilhões (de novas contratações) no ano passado. Isso é um crescimento impressionante. Hoje, temos de 70% a 75% do crédito imobiliário do país. Vamos continuar sendo os maiores agentes financeiros, ter o maior número de crédito, mas outros também vão crescer porque a demanda é muito grande”, disse Hereda, em entrevista à Agência Brasil. No que diz respeito ao programa de habitação do governo federal, Minha Casa, Minha Vida, Hereda espera que ao final do seu mandato, em quatro anos, tenha-se cumprido a meta de 2,6 milhões de unidades contratadas no programa, já contando com a ampliação de 600 mil unidades à meta. Para este ano, Hereda explica que não haverá limite de orçamento para os projetos de construção de moradias, sendo que haverá um período em que os projetos de construção das casas maturem e uma concentração de contratações mais adiante. Sobre a redução de recursos usados pelos bancos para financiar a casa própria, o presidente da CEF acredita que todos os bancos que fazem crédito imobiliário discutem alternativas de funding (fonte de recursos) para habitação.   
BSB, 14/6/11- A rentabilidade de um imóvel de dois quartos na capital paulista e na capital carioca (no bairro de Copacabana) garantiu aos proprietários um ganho de, respectivamente, 56,44% e 53,79% no ano passado, superando a rentabilidade do ouro no mesmo período, de 32,26%, segundo reportagem da Folha de S. Paulo desta segunda-feira. .O cálculo, feito pelos escritórios regionais do Sindicato da Habitação (Secovi), levou em conta a valorização dos valores de venda do imóvel e do aluguel em 2010. Os imóveis também bateram a rentabilidade de investimentos como Tesouro Direto, Poupança e índice Ibovespa, de acordo com o jornal.   
BSB, 2/6/11- Estudo do Banco Central e da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), aponta que em 2013 o saldo do crédito imobiliário comprometerá 68% da poupança. Por isso é necessário haver novas compensações de crédito, conforme informações da assessoria de imprensa da Abecip. A demanda crescente dos financiamentos para imóveis pode ser preocupante, visto que a captação dos recursos é do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e Poupança. Com isso, entidades da área especulam uma insuficiência dos recursos em dois e cinco anos. Para o superintendente estadual do Banco do Brasil (BB) no Ceará, Luis Carlos Moscardi, o cenário do financiamento imobiliário não é preocupante no momento. "Não há preocupação em mente em curto prazo, isso deve acontecer daqui uns cinco anos, mas já estamos estudando mecanismos. A própria linha de crédito vai ter que mudar um pouco, ficar mais ágil, por exemplo", afirma Moscardi. Ele ainda diz que em breve o BB terá correspondentes imobiliários para "democratizar e popularizar esse grande vetor", considera. Através da assessoria de imprensa, a Caixa Econômica Federal afirma que uma alternativa complementar já existe e é a captação via Letra de Crédito Imobiliário (LCI). Mas segundo informações da Caixa, o ponto negativo é o encarecimento do custo de captação e, principalmente, descasamento de prazo entre ativos e passivos, visto que se trata de um título de curto prazo e que, diferentemente da caderneta de poupança, não tem um comportamento linear no longo prazo. No médio prazo, busca-se a criação de algo similar ao Covered Bond (título tradicional de captação de recursos para o crédito imobiliário no mercado internacional). Mas o estudo ainda está em fase inicial. "A falta de dinheiro para o financiamento pode até acontecer, mas antes que ocorra o caos existem várias alternativas. Vão sempre aparecer novas linha de crédito. Mas acredito que a taxa de juros vai ser um pouco maior", analisa   
BSB, 30/5/11- A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou, nesta segunda-feira (30), a inflação medida pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de março (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). A inflação medida pelo índice serve como balizador para o reajuste de aluguéis já acumula variação de 9,77% em 12 meses. No quinto mês do ano, a variação é de 0,43%, menor que a apurada em abril, quando a inflação variou 0,45%. No acumulado do ano, a inflação medida pelo IGP-M tem alta de 3,33%. Em maio, os preços medidos pelo IPA (Índice de Preços por Atacado) registraram desaceleração, passando de 0,29% para 0,03%. Já a inflação averiguada pelo INCC (Índice Nacional da Construção Civil), por outro lado, apresentou inflação mais intensa, de 2,03%, contra 0,75% da última medição. A categoria de mão-de-obra ficou com inflação em 3,70% na apuração atual, enquanto os preços dos materiais, equipamentos e serviços registraram variação de 0,45%. No que diz respeito à inflação medida pelo IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, esta apresentou aceleração no período estudado, ficando em 0,90%, contra 0,78% um mês antes. A principal contribuição para o resultado veio do grupo Habitação (0,84% para 0,37%), com impacto da taxa de água e esgoto residencial (0,00% para 2,84%). Os grupos Alimentação (0,87% para 1,09%), Vestuário (1,02% para 1,14%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,86% para 0,89%) e Despesas Diversas (0,45% para 0,49%) também apresentaram inflação mais intensa, contribuindo para o resultado apurado. Por outro lado, Educação, Leitura e Recreação (0,39% para 0,22%) e Transportes (1,75% para 1,14%) registraram movimento contrário no quinto mês do ano.   
BSB, 3/5– O IGMI-C (Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial), novo indicador de rentabilidade de imóveis comerciais, lançado pela BM&FBovespa e a FGV (Fundação Getulio Vargas) na primeira quinzena de fevereiro, deve garantir mais segurança e transparência para os investidores de imóveis comerciais, de acordo com o sócio-proprietário da imobiliária ATO, André Luiz de Souza Júnior. “Ele servirá de referência da rentabilidade e irá indicar a valorização dos empreendimentos no País, o que deverá contribuir para as vendas de imobiliárias e construtoras”, acrescenta Souza. Além disso, para ele, o índice irá possibilitar que aqueles que costumam investir no setor imobiliário tenham uma visão mais ampla e agregada do mercado e da rentabilidade dos imóveis. “Anteriormente, cada um só conhecia os resultados de sua alçada, sem conseguir relacioná-los aos do restante do mercado”, aponta. De acordo com Souza, o indicador também será útil para as vendas, na apresentação dos imóveis comerciais aos clientes. “Os corretores e donos de imobiliária poderão passar mais segurança ao cliente, baseados nos resultados de rentabilidade divulgados pelo índice”, afirma. Para o presidente do Creci–SP, Luiz Augusto Viana Neto, o IGMI-C vai proporcionar aos investidores uma ideia melhor das flutuações do mercado de imóveis. “Ele permitirá que o mercado identifique os fatores que estão influenciando as negociações de imóveis. Após a bolha imobiliária dos EUA, o receio de que isso aconteça no Brasil é muito grande e o índice irá mostrar que este risco não existe no País”, acredita.   
BSB, 27/4/11- O valor do aluguel na cidade de São Paulo, dependendo da região, pode ficar até 178,2% mais caro, segundo levantamento divulgado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) nesta quarta-feira (27), com dados referentes a março. Este é o caso, por exemplo, dos imóveis de três dormitórios. Para este tipo de moradia, a região Leste zona B, que contempla bairros como Brás, Cangaíba e Ermelino Matarazzo, por exemplo, possui os menores valores de aluguel de imóveis em bom estado, de R$ 10,57 o metro quadrado. Na região Sul zona A, que contempla bairros como Aclimação, Higienópolis, Itaim e Jardins, por outro lado, foram encontrados os maiores valores de locação para estes imóveis, de R$ 29,41 o metro quadrado. Para se ter uma ideia, em março, quem quisesse alugar uma unidade de três dormitórios, com 90 metros quadrados, por exemplo, desembolsaria cerca de R$ 951,30 na região Leste zona B e R$ 2.646,90 na região Sul zona A. No caso dos imóveis de dois dormitórios (com 70 m2), a diferença nos preços atinge 106%. O menor valor verificado em março foi encontrado novamente na região Leste zona B, onde o valor do aluguel chegou a R$ 776,30. Já o maior valor, de R$ 1.598,10, também foi verificado na região Sul zona A. No caso de um imóvel com um dormitório (com 55 m2), também em bom estado e considerando os preços máximos, pode-se verificar uma diferença de 146% no valor do aluguel, sendo o menor de R$ 595,10 (zona Leste B) e o maior, de R$ 1.585,10 (zona Sul A).   
19/4/11– Nos dois primeiros meses do ano, foram comercializados na capital paulista 2.699 imóveis residenciais novos. De acordo com levantamento feito pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação), o número apresenta recuo de 38,2% ante as 4.366 unidades vendidas em 2010. O VSO (Vendas sobre Ofertas), que mede o desempenho entre o total de unidades vendidas e a oferta existente, ficou na média de 10% no bimestre inicial deste ano, inferior aos 16,2% do mesmo período de 2010. Embora o cenário de queda predomine, os lançamentos cresceram neste início de ano, de acordo com dados apurados pela Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio). No bimestre, foram registradas 3.503 unidades residenciais lançadas na cidade, enquanto o total disponibilizado no primeiro bimestre do ano passado foi de 2.234 moradias. A alta de 56,8% no total lançado no bimestre, comparado com o mesmo período de 2010, ocorreu em consequência da elevação de produtos colocados no mercado em fevereiro, de 2.902 imóveis (aumento de 382,9% sobre janeiro último). Somente no mês de fevereiro, foram comercializadas 1.869 unidades, volume 125,2% superior ao de janeiro (830 unidades), porém 34,6% abaixo do registrado no mesmo período de 2010. O VSO médio da cidade de São Paulo foi de 13,2%, diante dos 6,7% de janeiro e dos 21,1% de fevereiro de 2010. O nicho de 2 dormitórios ocupou novamente a liderança em termos de comercialização, com escoamento de 777 unidades, equivalente a 41,6% do total. Imóveis de 3 dormitórios aparecem em seguida, com 603 unidades e 32,3% de vendas do mês.   
BSB, 15/4/11- A renda anual obtida por meio do aluguel de imóveis comerciais das cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro foi o dobro da média de outras capitais ao redor do mundo em 2010, de acordo com dados da consultoria imobiliária Colliers. Segundo o levantamento, no mercado de escritórios, São Paulo apresentou taxa de retorno (Cap Rate) de 11% no ano passado. Já o Rio de Janeiro teve 10,5% de taxa média de retorno. As duas cidades aparecem bem na frente de grandes centros como Toronto (6,60%); Nova York (6%); Londres (5,75%) e Munique (4,50%). Na média, as cidades ao redor do globo registraram taxa de 5,5%. Ainda segundo o estudo, no mercado de imóvel industrial, as cidades brasileiras tiveram uma taxa de retorno ainda maior. No topo da lista das mais rentáveis está o Rio de Janeiro, com taxa de retorno de 12,5%. Logo atrás, a cidade de São Paulo registrou 11,5%, seguida por Chicago (7,5%), Toronto (7,40%), Paris (7,25%) e Tóquio (6,20%). O estudo ainda aponta que o crescimento econômico do País este ano deve ser mais moderado do que em 2010, em torno de 4,5%, e dólar deve fechar a R$ 1,75, “o que resultará numa provável desaceleração no ritmo de crescimento dos preços do mercado imobiliário de curto prazo”, segundo a Colliers. Assim, a expectativa da consultoria é que o mercado de escritórios de São Paulo alcance a superoferta em 2012, “com relativa estabilidade nos preços e posterior queda”. Já o cenário do Rio de Janeiro deve seguir com tendência de alta no mercado de escritórios e encontrar o estágio de superoferta apenas em 2014.   
BSB, 1/4/11- A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou, nesta quinta-feira (30), a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de março (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice, que é o principal balizador para o reajuste de aluguéis, já acumula variação de 10,95% em 12 meses. No terceiro mês do ano, a inflação é de 0,62%, menor que a apurada em fevereiro, quando o índice variou 1%. No acumulado do ano, a inflação medida pelo IGP-M soma 2,43%. Em março, o IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou desaceleração, passando de 1,20% para 0,65%. O INCC (Índice Nacional da Construção Civil), por outro lado, apresentou inflação mais intensa, de 0,44%, contra 0,39% da última medição. A categoria de mão-de-obra ficou em 0,27% na apuração atual, enquanto o índice que capta o custo de materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,60%. No que diz respeito ao IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, este apresentou inflação menor no período estudado, ficando em 0,62%, contra 0,67% um mês antes. A principal contribuição para o resultado do índice veio do grupo Educação, Leitura e Recreação (1,63% para 0,18%), com impacto dos itens cursos formais (1,93% para 0,00%) e passagem aérea (1,36% para -9,28%). Os grupos Despesas Diversas (1,57% para 0,49%), Transportes (1,82% para 1,15%) e Habitação (0,51% para 0,47%) também desaceleraram, contribuindo para o resultado do índice. Por outro lado, Alimentação (0,24% para 0,69%), Vestuário (-0,55% para 0,78%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,33% para 0,62%) registraram movimento contrário no terceiro mês do ano. O cálculo do IGP-M é composto pelo IPA, IPC e INCC. Os indicadores medem itens como bens de consumo (alimentos) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção), além dos preços de aluguéis, condomínios, transportes, dentre outros. O IGP-M mede os níveis de inflação para toda a população, envolvendo todos os níveis de re   
BSB, 1/4/11– Dados divulgados pelo Banco Central mostram que o crédito relacionado a imóveis continua aquecido no Brasil. Em 12 meses terminados em fevereiro, o saldo da modalidade cresceu 55,3%, para R$ 146,4 bilhões. Entre janeiro e fevereiro deste ano, por sua vez, o crescimento foi de 2,7%, conforme mostrou a Nota de Política Monetária e Operações de Crédito. Recursos direcionados, que se referem aos compulsórios ou do governo, atingiram R$ 138,1 bilhões em fevereiro, com alta de 54% em 12 meses terminados em fevereiro e de 2,5% frente a janeiro deste ano. Os recursos livres para o crédito imobiliário somaram R$ 8,2 bilhões em fevereiro, alta de 81,3% frente ao mesmo período do ano passado e de 6,9% na comparação com janeiro, o que mostra um ritmo maior de crescimento desta modalidade, apesar da quantidade de crédito concedida por ela ser menor. O sistema financeiro público foi responsável por emprestar R$ 110,7 bilhões ao crédito habitacional – direcionada a pessoas físicas e cooperativas habitacionais - em fevereiro, uma alta de 52,6% em 12 meses e de 2,8% frente a janeiro. Já o sistema financeiro privado nacional respondeu por R$ 21,4 bilhões, alta de 55,2% em 12 meses e de 3,8% em um mês. No caso das instituições financeiras estrangeiras, o crédito habitacional subiu 0,6% entre janeiro e fevereiro e 33,9% em 12 meses, para R$ 14,2 bilhões no segundo mês deste ano.   
BSB, 25/3/11- O financiamento e a reforma da casa própria foram responsáveis por 10,4% (R$ 31,1 milhões) dos R$ 298,9 milhões sacados do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) no primeiro bimestre de 2011 na região de Campinas. A informação é da Gerência de FGTS da região de Campinas da Caixa Econômica Federal. O número de saques foi o maior da série histórica do período divulgada pelo órgão, a partir de 2008. Foram 4.551 saques entre janeiro e fevereiro deste ano ante os 4.494 do primeiro bimestre de 2010, quando o valor atingiu R$ 29,5 milhões. As informações, que englobam 180 municípios, entre eles os 19 da RMC (Região Metropolitana de Campinas), só comprova que o mercado imobiliário está aquecido. O presidente reeleito da Habicamp ( Associação Regional da Habitação), Francisco de Oliveira Lima Filho, informou que a RMC aprovou 262,4 mil m² de projetos residenciais pelas prefeituras no primeiro bimestre deste ano, número 220% maior que do mesmo período de 2010, com 82 mil m². "O setor espera um crescimento de 9 na RMC%", disse Lima Filho. DEMISSÕES Os saques por demissão sem justa causa lideraram no primeiro bimestre, com R$ 197,1 milhões em 89.089 retiradas. A quantidade está maior que a do mesmo período de 2010, com R$ 175,8 milhões em 82.287 saques. Mas, perde para 2009, que sofreu os efeitos da crise econômica mundial. "A elevação da quantidade de saques por demissão deve ser reflexo da ampliação do próprio mercado de trabalho, ou seja, o estoque de trabalhadores vem aumentando mês a mês", o economista Mateus Vieira Costa, da Agemcamp (Agência Metropolitana de Campinas). Outro fator importante, segundo ele, é a alta rotatividade do emprego.   
BSB,21/3/11– A expansão do crédito imobiliário dos últimos anos impactou no mercado de trabalho do setor e alterou a dinâmica de quem atua com Administração de Imóveis. Tanto é que o número de corretores inscritos somente no Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) em 2010 foi quatro vezes maior que o de 2005. “Tudo é consequência da oferta de financiamento, permitindo que muita gente compre imóveis”, considera o presidente do Conselho, José Augusto Viana Neto. Para ele, os investimentos do governo em habitação, a melhora da renda e a facilidade do crédito formam um cenário favorável para o aquecimento do mercado de trabalho do setor. Hoje, cerca de 10 mil corretores estão inscritos no conselho, contra 2,5 mil de 2005. Dados divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta semana comprovam isso. De acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), o setor de Serviços foi o que gerou mais vagas em fevereiro. Foram 134 mil novos postos. Esse número fez com que o setor registrasse o maior saldo da história do levantamento. Dentro do setor de Serviços, o segmento de Serviços de Comércio e Administração de Imóveis e Técnico-Profissionais foi o que mais contribuiu para a ampliação de vagas, com 40.947 postos criados no segundo mês do ano. Dentro da área de Administração de Imóveis, é possível atuar com administração de locação e administração de condomínio. “Em administração de condomínio, temos profissionais de diversas áreas, como contadores e advogados, por exemplo”, afirma Viana. Ele explica que essa área não tem regulamentação própria. Viana destaca que com a expansão do setor imobiliário e da Construção Civil, os profissionais mais demandados são os corretores de imóveis. “Se hoje temos cerca de 10 mil inscritos, neste ano o número pode ser um pouco maior”, afirma.   
BSB, 2/3/11- A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou, a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de fevereiro (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice, que é o principal balizador para o reajuste de aluguéis, já acumula variação de 11,30% em 12 meses. No segundo mês do ano, a inflação é de 1%, maior que a apurada em janeiro, quando o índice variou 0,79%. No acumulado do ano, a inflação soma 1,80%. Em fevereiro, o IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou aceleração, passando de 0,76% para 1,20%. O INCC (Índice Nacional da Construção Civil) também apresentou inflação mais intensa, de 0,39%, contra 0,37% da última medição. A categoria de mão-de-obra ficou em 0,12% na apuração atual, enquanto o índice que capta o custo de materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,65%. No que diz respeito ao IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, este apresentou inflação menor no período estudado, ficando em 0,67%, contra 1,08% um mês antes. A principal contribuição para o resultado do índice veio do grupo Alimentação (1,47% para 0,24%), com impacto dos itens frutas (1,87% para -1,41%), carnes bovinas (-0,58% para -2,91%) e hortaliças e legumes (9,35% para 6,42%). Os grupos Educação, Leitura e Recreação (2,75% para 1,63%), Vestuário (0,35% para -0,55%), Transportes (1,94% para 1,82%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,53% para 0,33%) também desaceleraram, contribuindo para o resultado do índice. Por outro lado, Despesas Diversas (0,95% para 1,57%) e Habitação (0,22% para 0,51%) registraram movimento contrário no segundo mês do ano.   
BSB, 24/2/11- O mercado imobiliário brasileiro vive uma pressão inflacionária de custos, que se reflete nos preçosdos imóveis, afirmou o professor de Real Estate da Poli/USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), João da Rocha Lima Jr. “Nós estamos em uma situação complexa de preços. A incapacidade de ter uma visão mais clara da inflação de custos fez os preços subirem”, afirmou ele, que disse ainda que os preços no mercado imobiliário estão inadequados e não condizem com os custos. Outro motivo para este aumento de preços é a pressão exercida pelos recursos estrangeiros que entram no mercado imobiliário brasileiro. “Tem muita disputa e os preços vão para cima”, disse Lima Jr. De acordo com ele, no mercado residencial, os preços estão para cima, não por conta de um descompasso entre demanda e oferta nem por especulação, mas porque os custos estão para cima. Entre as evidência para isso, está o fato de os empreendedores atenderem à demanda orgânica e não focarem em investidores. “Percebo empresas vendendo para o consumidor final”, destacou o professor. Ele disse ainda que, em alguns casos, as margens dos empreendedores está alta, mas que isso não acontece na maior parte das vezes, já que o Brasil é um mercado de grandes empresas, em que não há espaço para a “aventura de testar preços”. Uma possível retração do mercado imobiliário residencial brasileiro pode acontecer com a falta de recursos para o crédito habitacional. Com isso, a demanda cairia e, em consequência, os preços. Uma das alternativas seria, na opinião de Lima Jr., a securitização. “Se houver aumento da demanda na mesma proporção dos últimos anos, vai faltar recursos. A securitização é uma alternativa. Entrar ou não nisso não é uma questão técnica, o Brasil sabe fazer, é problema de demanda pela securitização. Os fundos de pensão no Brasil hoje são pequenos. Se o Brasil continuar se posicionando bem, conseguirá, mas recurso de longo prazo está fraco no País”, disse o professor.   
182/11– O preço de venda de apartamentos usados subiu 1,8% em janeiro no Brasil, revelou um novo indicador elaborado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) e pela Zap Imóveis, que trata de unidades anunciadas e residenciais. A taxa registrada em janeiro foi inferior à de dezembro, de 2,1%. No primeiro mês do ano, os preços subiram mais no Rio de Janeiro (+2,8%) e em Belo Horizonte (+2,2%). São Paulo apresentou uma alta de 1,7%, enquanto em Fortaleza houve queda de 0,4%. Recife teve uma variação de 0,8%, a mesma do Distrito Federal, enquanto Salvador teve um leve aumento de 0,3% nos preços dos apartamentos usados anunciados no mês de janeiro. Em 12 meses, os dados estão disponíveis apenas para Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, que apresentaram altas de 40,5%, 24% e 16,6%, respectivamente. Já no período de três anos, os dados estão disponíveis para Rio de Janeiro e São Paulo, que tiveram altas de 94,7% e 79,2%, na ordem. O indicador ainda acompanha o preço segundo o número de dormitórios. Em janeiro, a maior valorização foi nos imóveis de dois e de quatro dormitórios, com alta de 1,9%, seguidos pelos de três dormitórios (1,8%) e pelos de um dormitório (1,5%). Desde janeiro de 2008, em São Paulo, os apartamentos com um e dois dormitórios apresentaram variação de 88%, os de três dormitórios apresentaram alta de 72%, enquanto os de quatro ou mais dormitórios variaram 56%. No Rio de Janeiro, por sua vez, os apartamentos de um dormitório mais que dobraram de preço (105%). Os de dois dormitórios subiram 95%, enquanto os de três quartos tiveram variação de 91% e os de quatro quartos, de 75%.   
BSB, 17/2/11– Um total de 3.192 participantes dos consórcios de imóveis utilizaram R$ 54,7 milhões em recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar ou amortizar parcelas, desde que as novas regras para o uso do fundo entraram em vigor, em março de 2010, até o último mês do ano. O número de consorciados que empregaram o FGTS corresponde a 0,5% dos 580 mil participantes da categoria registrados em dezembro do ano passado. Os dados foram divulgados pela Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) nesta terça-feira (15). Ainda de acordo com a associação, no ano passado, as contemplações nos consórcios de imóveis aumentaram 5,4%, na comparação com 2009, chegando a 67,8 mil. De janeiro a dezembro de 2010, a comercialização de novas cotas atingiu 223,6 mil, o que representa uma alta de 8,8%, em relação ao ano anterior. Considerando todos os grupos - veículos, imóveis, bens móveis duráveis e serviços -, o número de participantes ativos no sistema de consórcio chegou a 4,06 milhões em dezembro de 2010, o que representa uma alta de 6,8% em comparação com 2009. As vendas de novas cotas cresceram 8,2% no ano passado, chegando a 2,12 milhões, enquanto as cotas contempladas somaram 980,6 mil no mesmo período.   
BSB, 15/2/11- Os preços dos imóveis já atingiram o pico no Brasil no ano passado, afirmou o presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), João Crestana. Entre os anos de 2007 e de 2009, os valores passaram por considerável reajuste, após anos de retração, e atingiram um alto patamar no ano passado. “Em 2010, os preços já atingiram o limite na escalada de alta e não sofrerão grandes mudanças, meramente acompanhando os índices da inflação e as eventuais flutuações tópicas de procura, em quarteirões específicos de bairros especiais”, disse Crestana, para quem a demanda deve estar estável neste ano. De acordo com Crestana, é indicada sim a compra de imóvel para morar ou investir em 2011, porém ele não aponta este negócio para especuladores. “Este investidor deve se concentrar no mercado de papéis, moedas e derivativos. Imóvel, como investimento, é complemento de renda tão somente”, afirmou. Para quem vai comprar imóvel, Crestana indica que seja feito com cautela, análise, estudo de mercado e acompanhamento profissional, seja de advogados, corretores ou engenheiros. “Nunca se deve ceder a meros impulsos em aquisição de tal importância – em média, uma pessoa comprará pouquíssimos imóveis durante sua vida”.   
BSB, 14/2/11- O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), utilizado como referência para reajustes em contratos de aluguel, ficou em 0,66% na primeira prévia de fevereiro. A taxa, calculada pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), superou a verificada um mês antes, que foi de 0,42%. No ano, o índice acumula elevação de 1,46% e nos últimos 12 meses, de 10,93%. A alta mais expressiva foi observada no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que passou de 0,40% para 0,76%. Outro componente do IGP-M, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) passou de 0,41% para 0,45% no período. Entre as despesas das famílias que mais pesaram no orçamento estão os transportes (de 0,43% para 1,53%).   
BSB, 14/2/11- BSB, 14/2/11- Os imóveis comerciais brasileiros tiveram uma rentabilidade de 638% entre 2000 e 2010, segundo o IGMI-C, o Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial, lançado nesta sexta-feira (11). Desenvolvido pelo Ibre/FGV, o índice tem o objetivo de ser uma referência de rentabilidade de imóveis comerciais - escritórios, hotéis, shoppings e outros, retratando de forma abrangente a evolução da valorização dos preços e dos rendimentos do setor. Dessa forma os investidores terão mais transparência em relação à formação dos preços de compra, venda e locação. O novo indicador é calculado com base em informações fornecidas por um grupo de participantes envolvendo investidores institucionais e empresas ligadas ao setor imobiliário. O índice leva em consideração a valorização do metro quadrado. Com base em um fluxo contínuo de informações mensais dos participantes, o IGMI-C será calculado e divulgado trimestralmente. A próxima divulgação será relativa às informações do primeiro trimestre de 2011. A série histórica desta divulgação vai de 2000 ao final de 2010. No último trimestre de 2010, a amostra contou com 190 imóveis individuais, divididos entre escritórios comerciais, shopping centers, estabelecimentos comerciais, hotéis, imóveis industriais e de logística, entre outros. As maiores concentrações estão em escritórios comerciais (cerca de 50% do total) e shopping centers (cerca de 25% do total). Do ponto de vista regional, todos os estados do País estão representados, mas as maiores concentrações estão em São Paulo (cerca de 37% do total) e Rio de Janeiro (cerca de 26% do total). O IGMI-C está aberto para novos participantes e, com isso, acredita-se que a quantidade e a qualidade de informações deverão crescer ao longo do tempo. lançado nesta sexta-feira (11). Desenvolvido pelo Ibre/FGV, o índice tem o objetivo de ser uma referência de rentabilidade de imóveis comerciais - escritórios, hotéis, shoppings e outros, retratando de forma ab   
BSB, 11/2/11- O Brasil contará com um índice que mede a rentabilidade de imóveis comerciais, que será lançado hoje, sexta-feira (11), pela BM&FBovespa e a FGV (Fundação Getulio Vargas). O indicador, denominado Índice Geral do Mercado Imobiliário – Comercial (IGMI-C), foi desenvolvido com a colaboração de 26 entidades e empresas do setor financeiro e imobiliário. O objetivo é que ele se torne uma referência de rentabilidade de imóveis comerciais – como escritórios, galpões e shoppings -, contribuindo para que os investidores tenham mais transparência em relação à formação de preços de compra, venda e locação. O mercado de imóveis comerciais cresceu nos últimos anos e chamou a atenção de investidores. No ano passado, ele atingiu US$ 3,4 bilhões em investimentos. No entanto, de acordo com o diretor-geral de Comercialização e Marketing do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Luiz Fernando Gambi, não há nenhum indicador que meça a rentabilidade desse tipo de aplicação, uma lacuna do mercado. Desta forma, os investidores só conseguem ter uma noção de como andam seus negócios, sem uma base fidedigna de comparação, tanto entre os negócios do próprio mercado quanto deste mercado de imóveis comerciais em relação a outras aplicações financeiras. “Com esse índice, você tem uma postura muito mais profissional para quem quer investir em imóvel comercial”, disse Gambi, para quem, hoje, o investidor fica muito sujeito à análise restrita da região onde ele aplica, sendo que uma análise mais abrangente pode ser como um “bússola” em decisões de investimento.   
BSB, 3/2/11- O valor dos imóveis residenciais usados na cidade de São Paulo teve uma alta de até 269% no ano passado. Todos os dez tipos de casas e apartamentos, segundo classificação que leva em conta fatores como localização e padrão, tiveram valorização superior aos 32,26% de alta do ouro, ativo com melhor performance em 2010, segundo o Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP). O apartamento de padrão médio com tempo de construção entre 8 e 15 anos e situado em bairros como Aclimação, Brooklin, Sumaré e Vila Mariana - chamados de "zona B" - foi o que teve maior valorização. Nestes locais, o metro quadrado subiu 269,09%, sendo vendido a R$ 4.613,60 em dezembro, ante R$ 1.250 em janeiro de 2010. A locação de imóveis residenciais também teve desempenho positivo em dezembro. Segundo o Creci, o crescimento no número de imóveis alugados em comparação ao mês anterior foi de 10,66%. Em consequência do aumento da demanda, os preços dos aluguéis também tiveram alta. Para imóveis de bairros da "zona A" (Higienópolis, Moema, Ibirapuera, entre outros), o valor dos aluguéis chegou a subir 146,43%. Campeãs de aumento, o aluguel das casas de três dormitórios nestes locais passou R$ 1.400 em janeiro de 2010 para R$ 3.450 em dezembro.   
BSB, 3/2/11- A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que representa os grandes bancos, e o governo travam uma queda de braço sobre a elevação do valor dos imóveis financiados pelo Minha Casa, Minha Vida. O Conselho Curador do FGTS, de onde saem os recursos, deve aprovar nesta quarta-feira o aumento do teto de R$ 130 mil para R$ 170 mil nos grandes centros urbanos, não só para o programa, mas para todas as linhas do Fundo. Para a Abecip, isso tornará ainda mais atraentes os empréstimos do FGTS, cujos juros anuais máximos são de 8,16%, contra 12% da poupança. Por isso, o grupo propôs subir de R$ 500 mil para R$ 750 mil o valor do imóvel financiado pela caderneta. Na reunião do grupo técnico do Conselho, semana passada, a Abecip alegou que o FGTS deveria ser restrito à habitação social, para imóveis de até R$ 80 mil, segundo interlocutores. O pano de fundo é uma disputa entre a Caixa Econômica Federal, praticamente o único operador do FGTS, e os agentes privados. Estes nunca se interessaram pelos financiamentos do Fundo, limitados a famílias com renda de até R$ 4.900 e com muita burocracia. O foco deles sempre foi a classe média alta. Um executivo de um grande banco argumentou, porém, que a ampliação do limite só para o FGTS vai distorcer o mercado, beneficiando a Caixa. Os demais seriam prejudicados porque, pelas regras do BC, têm que aplicar 65% das captações da poupança em empréstimos imobiliários. Defendem o aumento do teto, Caixa, Ministério das Cidades e o setor da construção civil, mas não há consenso na Fazenda e no Banco Central (BC). Teme-se que o resultado imediato seja a alta nos preços - um imóvel ofertado hoje por R$ 130 mil será remarcado para R$ 170 mil após a aprovação da medida.   
BSB, 24/1/11- Prévia divulgada pela FGV aponta que o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) variou 0,63% no segundo decêndio do mês de janeiro, que compreende o intervalo entre os dias 21 de dezembro e 10 do mês de referência. No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 0,75%. Os três componentes do IGP-M apresentaram as seguintes trajetórias, na passagem do segundo decêndio de dezembro para o segundo decêndio de janeiro: IPA, de 0,77% para 0,60%; IPC, de 0,81% para 0,85% e INCC, de 0,51% para 0,38%.   
BSB, 19/1/11- Depois da forte alta de 2009, os preços dos imóveis tendem à estabilidade, avalia o sindicato da construção (Secovi). "As construtoras já estão detectando que lançamentos com preços "mais ousados" estão sendo vendidos com menos velocidade, o que aponta para a acomodação", disse o presidente do sindicato, João Crestana. Confirmada a tendência, é um indicador positivo do mercado imobiliário, pois a demanda cresceu demais e passou-se a temer o risco de bolha no setor, com efeitos danosos para as empresas, os compradores e a economia. Entre janeiro e novembro de 2010 foram comercializadas 31 mil unidades novas na cidade de São Paulo, mil a mais do que no ano de 2009. Se as vendas atingirem 36 mil unidades até dezembro, como estima o Secovi, o crescimento terá sido de 20% em relação a 2009, abaixo do recorde de 39 mil, em 2007. Na região metropolitana de São Paulo, foram comercializados 57 mil imóveis novos, menos do que o recorde de 63 mil, de 2008. Predominaram os lançamentos de imóveis de dois dormitórios (48%), seguindo-se os de três dormitórios (31%). Em 39% dos imóveis vendidos, a área útil oscilou entre 46 m² e 65 m², confirmando a tendência de redução da área em decorrência dos aumentos de preço. Unidades com 66 m² a 85 m² representaram 22% das vendas. Na capital, se dependesse apenas da demanda, o volume de vendas de 2010 teria sido maior. As construtoras e incorporadoras enfrentaram dificuldades para ampliar o número de lançamentos, por causa da escassez de lotes. Além da capital e região metropolitana, é certo que o crescimento da oferta e das vendas foi maior no interior, onde a disponibilidade de áreas a custos mais baixos permite atender os mutuários de baixa renda, interessados nos subsídios do programa federal Minha Casa, Minha Vida. Preços estáveis favorecem muito os compradores, que podem adquirir a casa própria sem açodamento, ou seja, sem o risco de aquisição por impulso. Para as empresas, 2011 poderá ser menos difícil para a aquisiç   
BSB, 15/1/11– Em 2010, os preços de itens de habitação ficaram 5% mais caros que um ano antes, segundo dados divulgados pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Dentre os itens que mais contribuíram para o aumento do grupo, estão o aluguel e o condomínio, que subiram 7,42% e 7,11%, respectivamente, no período analisado. Considerando somente o mês de dezembro, na comparação com o penúltimo mês do ano passado, os itens de habitação ficaram 0,49% mais caros, com o aluguel residencial subindo 0,73% e o condomínio, 1,04%. No ano, os consumidores que sentiram mais os aumentos na habitação foram os de Belém e Curitiba, onde os preços aumentaram 9,15% e 7,42%. No mês, entretanto, as altas nos preços do grupo Habitação pesaram mais para os moradores de Belo Horizonte (0,91%) e Rio de Janeiro (0,81%), conforme é possível observar na tabela a seguir: Variação de preços da Habitação Capital Dezembro Acumulado do ano de 2010 Rio de Janeiro 0,81% 6,22% Porto Alegre -0,04% 3,13% Belo Horizonte 0,91% 3,56% Recife 0,66% -0,43% São Paulo 0,51% 5,04% Distrito Federal 0,29% 6,53% Belém -0,72% 9,15% Fortaleza 0,55% 5,37% Salvador 0,16% 5,10% Curitiba 0,61% 7,42% Goiânia 0,39% 4,44% Nacional 0,49% 5%   
BSB,3/1/11- A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de dezembro (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice, que é o principal balizador para o reajuste de aluguéis, fechou o ano com variação de 11,32%. No mês, a inflação é de 0,69%, menor que a apurada em novembro, quando o índice ficou em 1,45%. Em dezembro, o IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou desaceleração, passando de 1,84% para 0,63%. O INCC (Índice Nacional da Construção Civil), por sua vez, apresentou inflação mais intensa, de 0,36% para 0,59%. A categoria de mão-de-obra chegou a 1,08% na medição atual, enquanto o índice que capta o custo de materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,13%. No que diz respeito ao IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, este também apresentou inflação maior no período estudado, ficando em 0,92%, contra 0,81% um mês antes. No ano, o IPC acumulou alta de 6,09%. Em dezembro, uma das principais contribuições para o resultado do índice veio do grupo Habitação (0,27% para 0,43%), com impactos dos itens aluguel residencial (0,49% para 1,03%) e condomínio residencial (0,11% para 1,10%). Os grupos Alimentação (1,91% para 1,96%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,19% para 0,48%), Educação, Leitura e Recreação (0,20% para 0,42%) e Despesas Diversas (0,25% para 0,44%) também aceleraram, contribuindo para o resultado do índice. Por outro lado, Vestuário (0,96% para 0,87%) e Transportes (0,72% para 0,57%) registraram movimento contrário no último mês do ano. O cálculo do IGP-M é composto pelo IPA, IPC e INCC. Os indicadores medem itens como bens de consumo (alimentos) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção), além dos preços de aluguéis, condomínios, transportes, dentre outros. O IGP-M mede os níveis de inflação para toda a população, envolvendo todos os níveis de renda. Esse índice é utilizado para reajustes de contrato   
BSB, 28/12- O financiamento imobiliário deve atingir 4% do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano, revelou a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção. No relatório “Construção Civil: Análise e Perspectivas”, a entidade revelou que, em dezembro de 2004, por exemplo, a representatividade do financiamento imobiliário era de 1,3% do PIB. Já para 2014, o relatório aponta que a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) espera que o financiamento imobiliário chegue a 14% do produto. De acordo com a CBIC, uma série de fatores possibilitou a escalada do financiamento imobiliário no Brasil, entre eles, a estabilidade econômica, a recuperação da renda da população, o crescimento do emprego formal e a flexibilização das condições de financiamento. Na flexibilização, estão itens como linhas de crédito com prazo ampliado, de até 30 anos, redução das taxas de juros e, com isso, prestações mais acessíveis, e novos produtos. O relatório mostra que, neste ano, somente em recursos originários da poupança, projetam-se cerca de 400 mil unidades financiadas, em um valor que pode chegar a R$ 50 bilhões. Do orçamento do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), serão R$ 24 bilhões, também para 400 mil moradias.   
BSB,13/12– Um total de 2.659 participantes dos consórcios de imóveis utilizaram R$ 45,2 milhões em recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para quitar ou amortizar parcelas, desde que as novas regras para o uso do fundo entraram em vigor, em março deste ano, até o último mês de outubro. O número de consorciados que empregaram o FGTS corresponde a menos de 0,5% dos 575 mil participantes da categoria registrados no décimo mês do ano. Os dados foram divulgados pela Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) na quarta-feira (8). Ainda de acordo com a associação, nos dez primeiros meses do ano, as contemplações nos consórcios de imóveis aumentaram 4,7%, na comparação com o mesmo período de 2009, chegando a 55,7 mil.   
BSB,2/12- O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou a prorrogação da redução do IPI para materiais de construção para até o dia 31 de dezembro de 2011. A princípio, a desoneração estava prevista para acabar no dia 31 de dezembro de 2010. O anúncio foi feito durante a participação do ministro no Construbusiness 2010 (9º Congresso Brasileiro da Construção). Para o presidente da Anamaco, Cláudio Conz, o anúncio de hoje é consequência do diálogo entre o setor e o governo. “Temos conversado muito com o governo, em todos os escalões, e acredito que o setor tem sido ouvido, porque sempre apresenta suas solicitações baseadas em dados concretos, em pesquisas”, afirmou. “Temos um compromisso com o desenvolvimento do País e com a geração de empregos. A cada ano estamos batendo recordes de faturamento e de novas contratações”, finalizou.   
BSB, 9/11- O setor de construção civil voltou a chamar a atenção dos investidores este ano com um dos melhores desempenhos da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Os papéis do setor valorizaram-se mais de 20% de janeiro ao fim de outubro, três vezes mais que o Ibovespa no período, índice que serve de termômetro do mercado, revela reportagem de Bruno Villas Boas, publicada pelo GLOBO nesta segunda-feira. Os analistas, por sua vez, garantem que o setor tem fôlego para novos ganhos nos próximos meses, embora alertem para riscos de gargalos de mão de obra e a forte volatilidade dos papéis. De 15 carteiras de ações recomendadas por corretoras para novembro, os papéis do setor aparecem em 14 delas. O destaque fica para a PDG Realty, preferida em seis carteiras. Na sequência surgem Brookfield (quatro recomendações), Gafisa e Eztec (três em ambas). Segundo analistas, as empresas de construção seguem com bom potencial de crescimento na Bolsa graças ao aumento do emprego formal (o que dá aos trabalhadores acesso a crédito), elevação da massa salarial e demanda ainda aquecida. Eles lembram que o crédito habitacional responde por apenas 4% do PIB brasileiro. Essa relação seria acima de 10% em países como México e Chile, por exemplo. - O crédito imobiliário vai aumentar e ainda existe muito espaço para crescimento desse mercado a médio e longo prazos. Os papéis já cresceram e vão crescer mais - afirma Álvaro Bandeira, diretor da Ágora Corretora. Os papéis da construção representam 9% da carteira teórica do Ibovespa, com seis ações listadas. E, por isso, tornaram-se uma presença quase obrigatória nas carteiras das corretoras, embora tenham uma volatilidade acima da média na Bovespa. Segundo Bandeira, essa volatilidade estaria ligada às dificuldades de investidores de acompanhar o mercado. Por isso, ele recomenda que o investidor evite ter uma participação grande do setor na carteira de investimentos: - É um setor relativamente novo na Bolsa e de análise complexa. Quando   
BSB, 4/11- Os preços dos imóveis usados na cidade de São Paulo aumentaram 39,64% entre janeiro e setembro deste ano, o que representa uma valorização 11 vezes maior do que a inflação do período, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (3) pelo Creci-SP. “Esse número mostra o potencial de valorização dos imóveis e a oportunidade de se fazer bons investimentos no setor”, afirmou o presidente da entidade, José Augusto Viana Neto, acrescentando que essa tendência deve se manter. “Enquanto houver maior demanda que oferta, e nós temos em São Paulo um deficit estimado em 1,5 milhão de moradias, os preços tenderão a subir, independentemente das flutuações mensais nas operações de compra e venda”. Considerando somente o mês de setembro, os preços dos imóveis caíram 5,81%. O levantamento mostra também que 286 casas e apartamentos usados foram vendidos no mês retrasado na capital paulista, levando o índice de vendas a fechar em 0,5386. O número é 19,71% superior ao de agosto. Os imóveis de valor superior a R$ 200 mil tiveram a preferência dos compradores, ao registrar 54,01% das vendas em setembro. Já na faixa de preço inferior a R$ 200 mil, os mais procurados foram os de R$ 161 mil a R$ 180 mil.   
BSB, 3/11- O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) desacelerou a alta para 1,01% em outubro, ante taxa de 1,15% em setembro, segundo informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador é amplamente utilizado na correção de contratos de aluguel. Em 2010, o IGP-M acumula inflação de 8,98% e os últimos 12 meses apontam taxa de 8,81%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) teve variação de 1,3%, ante 1,6% no mês anterior. Os itens algodão (em caroço) (30,97% para 2,40%), minério de ferro (0,28% para -3,83%) e bovinos (5,85% para 4,28%) foram alguns dos responsáveis pela desaceleração do grupo. No entanto, houve aceleração em itens como soja (3,07% para 5,04%), mandioca (-1,52% para 13,31%) e leite in natura (-3,39% para -0,03%). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,56%, após variação de 0,34% em setembro. Seis dos sete grupos componentes do índice apresentaram acréscimos em suas taxas de variação, com destaque para Alimentação (0,56% para 1,23%). Entre as principais altas estão arroz e feijão (-1,63% para 7,04%), hortaliças e legumes (-4,07% para -1,70%) e laticínios (-0,01% para 1,56%). O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em outubro, variação de 0,15%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,20%. Os três grupos componentes do índice apresentaram desaceleração: Materiais e Equipamentos, de 0,36% para 0,26%, Serviços, de 0,32% para 0,29%, e Mão de Obra, de 0,04% para 0,03%.   
BSB, 7/10- A caderneta de poupança fechou setembro com captação líquida de R$ 4,847 bilhões, recorde para esses meses e a segunda maior do ano, ficando atrás apenas de julho, com R$ 6,937 bilhões. Em agosto, a diferença entre depósitos e saques havia ficado em R$ 1,819 bilhão. Com o resultado do mês passado, o saldo total da aplicação ficou em R$ 360,104 bilhões. Além da melhora da renda da população, o que fortalece a capacidade de poupar das pessoas, em setembro houve o pagamento antecipado de parte do décimo terceiro salário a 50% dos aposentados e pensionistas do INSS. Os desembolsos, que somaram pouco mais de R$ 7 bilhões, começaram a acontecer no fim de agosto e foram até o início de setembro. A segunda metade dos aposentados recebe o décimo terceiro entre o fim de outubro e começo de novembro, o que deve também proporcionar captação elevada para a poupança. Ajudou ainda o pagamento, também feito no mês passado, da diferença do aumento concedido pelo governo aos aposentados e pensionistas que recebem mais de um salário mínimo. O reajuste original era de 6,41% e, depois, passou a 7,7%. A poupança é a aplicação mais popular do país, com rendimento de 0,5% ao mês mais a variação da Taxa Referencial (TR) que, hoje, está praticamente zerada. Sobre a caderneta, ao contrário do que ocorre com os fundos de investimentos, não há a incidência do Imposto de Renda (IR).   
BSB, 30/9- O índice que baliza o reajuste do valor do aluguel residencial registrou, nos últimos 12 meses terminados em setembro, aumento acumulado de 7,77%. Logo, esse deve ser o reajuste dos aluguéis com aniversário em outubro. Levando em conta somente o mês de setembro, o IGP-M (Índice Geral do Mercado) registrou alta de 1,15%, de acordo com dados da FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgados pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação). Com o reajuste atrelado ao IGP-M, um imóvel alugado por R$ 1 mil até setembro passa a custar R$ 1.077,70 a partir de outubro e pelos próximos 11 meses. Se o aluguel era, por exemplo, de R$ 800, passará a valer R$ 862,16. Ainda de acordo com o Secovi, uma forma simples de realizar o cálculo é a utilização do fator de reajuste que, multiplicado pelo valor de locação vigente, indicará o valor do novo aluguel. O fator multiplicador para contratos que vencem em outubro e tem pagamento em novembro é de 1,0777. Já para contratos com aniversário em setembro e pagamento em outubro considera-se 1,0699 como fator e, para os com aniversário em agosto e pagamento em setembro, o fator é de 1,0579.   
BSB, 21/9- O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) registrou alta de 1,03% na segunda prévia de setembro, ante variação foi de 0,55% no mesmo período do mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta terça-feira. O indicador é amplamente utilizado na correção de contratos de aluguel. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de 1,45%, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve avanço de 0,24%, enquanto o O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou taxa de 0,14%.   
BSB, 15/9- A quinta edição do SISP (Salão Imobiliário São Paulo) irá oferecer aos visitantes, que buscam imóveis residenciais, opções que vão de R$ 150 mil a R$ 30 milhões. Além disso, por meio de uma ação junto ao Banco do Brasil, brasileiros que vivem no Japão ou nos Estados Unidos poderão comprar a casa própria, bem como aqueles que vivem no Brasil poderão comprar imóveis na Argentina, Paraguai e Uruguai. De acordo com a assessoria de imprensa do evento, que acontece entre os dias 23 e 26 de setembro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi em São Paulo, este ano, a maior procura (65%) será por imóveis de até R$ 300 mil. Ainda no que diz respeito à demanda, 47,5% dos pré-credenciados para visitar o evento pretendem adquirir um imóvel residencial para uso próprio. Desse total, cerca de 30% procuram por unidades de dois ou três dormitórios. Com a expectativa de receber mais de 85 mil visitantes, em 40 mil metros quadrados, nesta edição o SISP contará com a oferta de 200 mil imóveis no Brasil e no exterior e terá a presença de importantes bancos e empresas de crédito imobiliário. O evento faz parte da Semana Imobiliária São Paulo, formada ainda por outras três feiras que ocorrerão simultaneamente: Expo Síndico Secovi Condomínio, Fiaflora Expogarden e Casa & Decoração Show.   
BSB, 7/9- A participação do crédito imobiliário no PIB (Produto Interno Bruto) vai chegar a 11% em 2024, o equivalente a R$ 500 bilhões, segundo a avaliação do presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), Luiz Antonio França. "A geração de renda da população vai sustentar o crescimento da indústria imobiliária. Não teremos uma bolha", afirmou o executivo, durante a participação em evento imobiliário com empresários do setor na última quarta-feira (1). Já para o presidente do Secovi-SP, João Crestana, o mercado imobiliário nacional passa por um período inédito, no qual a participação de empresários, compradores e agentes financeiros torna-se necessária. "Não queremos voltar ao tempo do stop and go dos anos 1990. Temos de manter a união e o diálogo", disse. Hoje, o crédito imobiliário atinge participação de 3% no PIB, segundo dados divulgados em outra ocasião pelo vice-presidente de governo da CEF (Caixa Econômica Federal), Jorge Hereda. Em contrapartida, o presidente do Secovi-SP sustenta que a expansão do mercado imobiliário pode levar à falta de recursos financeiros provenientes da caderneta de poupança e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). "Não há folga e enxergamos os fundos de pensão, que precisam de aplicação de longo prazo, como alternativa para novos negócios imobiliários", concluiu Crestana. Nesse caso, aponta o executivo, serão necessários aprimoramentos legais (melhoria dos marcos regulatórios) e mudança cultural (discussão, com debates das divergências). "Temos de vencer resistências e quebrar paradigmas".   
IGP-M VARIA 6,66% EM 2010 BSB, 5/9- A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de agosto (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice, que é o principal balizador para o reajuste de aluguéis, já acumula este ano variação de 6,66%. No oitavo mês do ano, a inflação é de 0,77%, maior que a apurada em julho, quando o índice variou 0,15%. Em agosto, o IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou aceleração, passando de 0,20% para 1,24%. O INCC (Índice Nacional da Construção Civil), por outro lado, diminuiu de 0,62% para 0,22%. A categoria de mão-de-obra chegou a 0,06% na medição atual, enquanto o índice que capta o custo de materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,38%. No que diz respeito ao IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, este apresentou deflação no período estudado, ficando em -0,27%, contra -0,17% um mês antes. A principal contribuição para o resultado do índice veio do grupo Vestuário (-0,28% para -0,90%). Os grupos Alimentação (-1,05% para -1,28%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,54% para 0,21%) também desaceleraram, contribuindo para o resultado do índice. Por outro lado, Educação, Leitura e Recreação (-0,13% para 0,02%) e Transportes (-0,06% para 0,22%) registraram aumentos no oitavo mês do ano. O grupo Habitação não variou no período, ficando em 0,23%.   
BSB, 30/8-O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) teve variação de 0,22% em agosto. As informações foram divulgadas pela Fundação Getúlio Vargas no dia 26. O resultado ficou abaixo do registrado no mês anterior, de 0,62%. O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,38%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,48%. No índice referente a mão de obra, registrou-se variação de 0,06%. Em julho, a taxa havia ficado em 0,77%. Segundo a FGV, a desaceleração foi consequência de impactos decrescentes de reajustes salariais ocorridos em Porto Alegre, onde a taxa passou de 4,24% para 0,23%. Já o índice relativo a serviços acelerou, indo de 0,27% em julho para 0,60% em agosto. O destaque ficou com o subgrupo serviços técnicos, cuja taxa de variação passou de 0,36% para 1,49%. Cinco capitais apresentaram desaceleração: Salvador, Brasília, Recife, Porto Alegre e São Paulo.   
BSB, 24/8- Pé-direito de mais de três metros, área útil de algumas centenas de metros quadrados, projeto assinado por um arquiteto de renome. Essas são características valorizadas por quem busca uma casa de luxo para morar em São Paulo. Além disso, são indispensáveis acabamento de primeira linha, isolamento térmico e acústico e sistema de automação -dos portões ao controle da iluminação. E é desejável mais de meia dúzia de vagas na garagem. Os pré-requisitos básicos de uma residência de alto padrão na capital paulista jogam o preço do metro quadrado para entre R$ 9.000 e R$ 12 mil, segundo imobiliárias especializadas. Assim, um imóvel desse tipo não sai por menos de R$ 2,5 milhões. "E o valor pode superar R$ 45 milhões", diz Alexandre Villas, sócio-diretor da Imóvel A. A casa mais cara disponível hoje para venda na imobiliária de Villas, avaliada em R$ 35 milhões, tem mais de 20 vagas na garagem. O terreno de 5.000 metros quadrados ocupa uma quadra inteira em um dos endereços mais valorizados de São Paulo: o Jardim Guedala. O bairro fica perto de outros também cobiçados pelo público do segmento de luxo: Jardim Europa, Jardim América e Cidade Jardim. Villas diz que esse mercado tem crescido no país, acompanhando o boom que atingiu os demais segmentos imobiliários. E deve ter expansão de 30% durante este ano. "No primeiro semestre deste ano, comercializamos 154% mais do que no mesmo período de 2009", diz. E a projeção da empresa é manter o ritmo de crescimento no fechamento do ano, chegando a R$ 225 milhões em vendas. André Souyoltigis, diretor da sede Jardins da imobiliária da Coelho da Fonseca, diz que o aumento do crédito tem sido responsável também pelo impulso nas vendas de alto padrão. Segundo ele, de 60% a 70% dos imóveis negociados pela imobiliária têm alguma parcela de financiamento A Axpe, que se define como "butique imobiliária", possui na carteira imóveis de até R$ 14 milhões. O dono da empresa, José Eduardo Cazzarin Silva, diz que o público   
BSB, 18/8- O crédito imobiliário do Banco do Brasil apresentou crescimento de quase 85% no primeiro semestre deste ano, frente ao mesmo período do ano passado. No total, o banco emprestou R$ 2,1 bilhões de janeiro a junho, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (16). Dessa forma, os bancos públicos foram responsáveis por R$ 35,6 bilhões em recursos para a aquisição da casa própria nos primeiros seis meses do ano, se forem contabilizados os R$ 33,5 bilhões liberados pela CEF (Caixa Econômica Federal). Ainda em relação aos dados divulgados pelo BB, o crédito do banco destinado às pessoas físicas atingiu R$ 101,1 bilhões ao final do segundo trimestre, alta de 47,7% em um ano e de 6,3% no trimestre. O destaque ficou com a linha de crédito consignado, com expansão de 37,1% em 12 meses, para R$ 40,5 bilhões. As operações de financiamento para compra de veículos mais que dobraram (+178,4%) em relação ao segundo semestre do ano passado, totalizando R$ 22,8 bilhões ao final de junho deste ano.   
BSB, 6/8- - Os preços da construção civil paulista aumentaram 0,53% em julho, o que mostra uma desaceleração frente ao sexto mês do ano, quando foi registrada alta de 2,05%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (1) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). O CUB (Custo Unitário Básico) - que reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil - atingiu 130,18 pontos no mês. Em junho, a pontuação havia sido de 129,49. Considerando os sete primeiros meses do ano, os custos registraram alta de 5,78% e, nos últimos 12 meses, de 5,93%. Em julho, o custo da construção civil paulista (R8-N) foi de R$ 904,75 por metro quadrado, sendo R$ 478,71 (52,91%) referentes à mão de obra e R$ 401,67 (44,40%), aos materiais. As despesas administrativas responderam por apenas R$ 24,37 (2,69%). Em relação a junho, o CUB relativo ao material aumentou 1,15%, atingindo 122,93 pontos em julho. Já os custos relativos à mão-de-obra ficaram estáveis em 136,84 pontos. As despesas administrativas, por sua vez, apresentaram alta de 0,83%, para 132,16 pontos. Entre os 41 itens de materiais de construção analisados, 28 tiveram aumento de preços superior ao IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) de julho. As maiores variações foram observadas na areia média lavada (2,86%), no concreto FCK=25 MPa (2,41%), na porta lisa para pintura (2,37%), no aço CA-50 (1,57%) e na telha ondulada fibrocimento (1,09%). O IGP-M do período foi de 0,15%. Entre as quedas de preço em julho, estão a da bancada de pia de mármore (-0,04%), do tubo de ferro galvanizado com costura (-0,05%), do batente para pintura (-0,17%), do tubo de PVC rígido rosca água (-0,41%) e da tábua de madeira de terceira para construção (-0,69%).   
BSB, 6/8- A força de trabalho feminina ocupou mais espaço no mercado em 2009. De acordo com dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) divulgados nesta quinta-feira, as mulheres tiveram um aumento de 5,34% na participação do mercado de trabalho, em relação ao ano de 2008, enquanto os homens tiveram um aumento de 3,87%. Em 2009, as mulheres ocupavam 17 milhões de postos de trabalho enquanto os homens ocupavam 24,1 milhões. Em 2008, elas estavam em 16,2 milhões de vagas e eles, em 23,2 milhões. Mesmo que ainda sejam minoria no mercado de trabalho brasileiro, as mulheres ocupam mais postos quando a comparação é feita entre os trabalhadores com ensino superior completo. Elas estão em 3,97 milhões de vagas e eles, em 2,76 milhões. Quando comparados os dados por faixa etária, os jovens entre 16 e 24 anos registraram as menores taxas de crescimento de novos empregos. Nessa faixa etária houve um aumento de 1,46% em 2009 na comparação com 2008. Na faixa entre 18 e 24 anos houve um aumento de 2,61%. Esse comportamento, segundo o ministério, sinaliza uma opção dos jovens de permanecer mais tempo na escola antes de ingressar no mercado de trabalho. O destaque em 2009 foi a faixa etária com mais de 65 anos, que teve um aumento de 7,62% na comparação com 2008.   
BSB, 2/8- Os investimentos diretos em imóveis comerciais registraram aumento de 54% no segundo trimestre deste ano nas Américas, atingindo US$ 21,4 bilhões. O Brasil liderou o crescimento de investimento no mundo, segundo a consultoria Jones Lang LaSalle, que elaborou o levantamento. Do primeiro trimestre deste ano para o segundo, o volume aplicado em imóveis comerciais no mercado brasileiro quase triplicou, saltando de US$ 577 milhões para cerca de US$ 1,6 bilhão. "Está havendo um movimento de desmobilização para reinvestimentos. O que acaba gerando uma maior oferta de imóveis para aquisição", diz Lilian Feng, responsável pela área de pesquisa da consultoria no Brasil. A tendência é o aumento da aquisição de empreendimentos ainda em desenvolvimento, segundo Feng. "Como o mercado de imóveis corporativos está aquecido, o risco acaba sendo menor." Mercado... A oferta de imóveis usados, residenciais e comerciais para venda na cidade de São Paulo subiu 34% de janeiro a junho deste ano, ante o mesmo período de 2009, segundo levantamento da empresa de administração imobiliária Lello. No primeiro semestre, a quantidade de imóveis prontos comercializados na capital também registrou alta, de 24%, sobre o primeiro semestre de 2009, de acordo com a pesquisa. ...imobiliário Entre os imóveis residenciais disponíveis, 54% das unidades ofertadas para venda foram apartamentos. Grande parte são de três e quatro dormitórios com vaga de garagem. Outros 46% são casas, segundo o estudo da administradora Lello. Das unidades com finalidade comercial oferecidas para venda, 43% são casas ou sobrados, 15% são terrenos, 14% são prédios comerciais e 11% são lojas e sobrelojas.   
BSB, 29/7- A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou, nesta quinta-feira (29), a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de julho (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice, que é o principal balizador para o reajuste de aluguéis, já acumula este ano variação de 5,85%. No sétimo mês do ano, a inflação é de 0,15%, menor que a apurada em junho, quando o índice variou 0,85%. Em julho, o IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou desaceleração, passando de 1,09% para 0,20%, assim como o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) que diminuiu de 1,77% para 0,62%. A categoria de mão-de-obra chegou a 0,77% na medição atual, enquanto o índice que capta o custo de materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,48%. No que diz respeito ao IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, este apresentou deflação no período estudado, porém em ritmo menor do que o verificado em junho, ficando em -0,17%, contra -0,18% um mês antes. A principal contribuição para o resultado do índice veio do grupo Despesas Diversas (0,44% para 0,85%). Os grupos Alimentação (-1,36% para -1,05%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,46% para 0,54%) e Transportes (-0,17% para -0,06%) também aceleraram, contribuindo para o resultado do índice. Por outro lado, Habitação (0,40% para 0,23%), Vestuário (0,93% para 0,28%) e Educação, Leitura e Recreação (0,10% para -0,13%) registraram recuos no sétimo mês do ano.   
BSB, 25/7- O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) teve uma arrecadação recorde líquida de R$ 5,862 bilhões no primeiro semestre deste ano. O valor representa um crescimento de 158% em comparação ao mesmo período de 2009. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (22) pela Caixa Econômica Federal. A arrecadação total do período representa 84% do total de arrecadação líquida de 2009. De acordo com a Caixa, o valor acumulado até junho deste ano é de R$ 11 bilhões. O crescente número de empregos formais proporcionou aumento do número de trabalhadores com contas no FGTS - 32.470.339. Com isso, também houve um aumento da quantidade de empresas contribuintes que, em junho, chegou a 2.777.851. No primeiro semestre do ano, foram feitos 15 milhões de pagamentos por meio de saques do FGTS, o que representou R$ 23,9 bilhões em saques. Segundo a Caixa, esse resultado reflete uma queda de 3,7% em relação ao mesmo período de 2009. O principal motivo para saques do FGTS são as demissões sem justa causa (63,8%), seguido pelo uso para a aquisição da casa própria (14%) e pelo beneficio concedido pela aposentadoria (13%).   
BSB, 21/7- O financiamento de imóveis na planta mais que dobrou entre 2009 e 2010, segundo os números divulgados pela CEF (Caixa Econômica Federal) nesta segunda-feira (19). No primeiro semestre deste ano, os empréstimos para a aquisição de imóveis novos ou na planta somaram R$ 20,8 bilhões – uma alta de 173,7% na comparação com o mesmo período do ano passado. Desse total, R$ 11,43 bilhões foram recursos vindos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), outros R$ 5,15 bilhões foram provenientes do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), R$ 4,1 bilhões do FAR (Fundo de Arrendamento Residencial). As demais fontes somaram R$ 120 milhões. O crescimento dos empréstimos oferecidos para compra de imóveis usados foi de 39% nos primeiros seis meses deste ano, atingindo R$ 13,3 bilhões. Ao todo, a CEF financiou R$ 34,10 bilhões no semestre. O montante, segundo o balanço, é recorde e representa um crescimento de 95,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, o valor já é maior que todo o montante aplicado em moradia em 2008 - R$ 23,3 bilhões - e supera em sete vezes o que foi emprestado em 2003. Apesar da popularização do financiamento de imóveis novos e na planta, especialistas do setor alertam para alguns problemas enfrentado por quem realiza esse tipo de operação, sendo os atrasos na entrega do imóvel os mais comuns. Já para a consultora em saúde financeira e qualidade de vida Suyen Miranda, a compra à vista é mais vantajosa para quem quer adquirir um imóvel na planta, devido aos juros embutidos. Porém, o financiamento “é a melhor opção para quem não é disciplinado para poupar”.   
BSB, 18/7- Indicadores positivos nos níveis de emprego, renda e confiança do consumidor nos primeiros meses deste ano têm refletido em uma mudança no comportamento dos brasileiros, que começam a querer formar um patrimônio individual e familiar. Nessa direção, cresce também o número de pessoas que buscam consórcios para atingir tal objetivo. Dados da Abac (Associação Brasileira de Administradores de Consórcios), divulgados nesta quarta-feira (14), apontam crescimento de 6,6% no número de consorciados em maio deste ano, na comparação com o mesmo período de 2009, passando de 3,64 milhões para 3,88 milhões entre um período e outro. O presidente executivo da Abac, Paulo Roberto Rossi, afirma que o sistema de consórcio tem sido escolhido como opção segura e econômica tanto para pessoas físicas como para jurídicas. "O aumento do interesse é comprovado pela elevação do valor médio da cota dos imóveis e dos automóveis em mais de 12% nos últimos 12 meses", destacou Rossi. "Em todos os segmentos, o aumento foi de 26,8%. Um poder aquisitivo maior vem se refletindo na contratação de compromissos de longo prazo, uma das características dos consórcios, cuja decisão se apoia na segurança do emprego e na estabilidade econômica", completou. Considerando as comercializações de novas cotas, a Abac registrou nos cinco primeiros meses de 2010, 860 mil novos consorciados, contra 751,9 mil no mesmo período do ano passado, uma alta de 14,4%. No período também cresceu o número de contemplações: foram 396,4 mil neste ano, contra 385,9 mil realizadas de janeiro a maio do ano passado – um aumento de 2,7%. O aumento das vendas de cotas de consórcios de automóveis e imóveis tem sido a principal influência para o crescimento do volume de negócios. Somente as novas negociações de veículos leves registraram um aumento de 39,4% nos primeiros cinco meses deste ano, ante o mesmo período do ano passado.   
BSB, 14/7- Não são apenas as famílias que impulsionam as vendas de imóveis. Com a crise internacional, muitos investidores trocaram o mercado financeiro pelos bens imobilizados. "É uma alternativa que deve ser considerada a longo prazo, com risco bem menor do que a aplicação em ações", afirma o consultor Márcio Nobre, da Nobre Assessoria Empresarial, especializada em investimentos. Com o mercado de aluguel também em alta, a aquisição de um imóvel com essa finalidade torna-se mais atrativa. Segundo o Creci-SP (conselho de corretores), as vendas de usados no Estado de São Paulo cresceram por quatro meses seguidos, fechando abril com alta de 21,66% em relação a março. As vendas de imóveis novos na capital subiram 72,4% no primeiro quadrimestre do ano, em relação ao mesmo período de 2009, aponta o Secovi-SP (sindicato do setor). O aquecimento se estende, ainda que com menor fervor, ao litoral e ao campo, avalia José Augusto Viana, presidente do Creci-SP. "Percebo que a compra de imóveis no litoral é 30% maior do que há três anos", dimensiona.   
BSB, 7/7- Três dados divulgados ontem nos EUA reforçaram as preocupações com o risco de o país ter uma recaída recessiva. Números ruins da produção industrial, do emprego e da venda de casas sugerem que no segundo semestre a economia crescerá num ritmo mais lento do que o atual, muito em função do fato de que os programas de estímulo do governo estão terminando. O temor de que a economia volte a se retrair tem levado investidores a reverem seus planos e tem derrubando preços das ações nos últimos dias. Segundo o Departamento do Trabalho, o número de pedidos de seguro desemprego aumentou em 13 mil na semana passada para 472 mil. A expectativa do mercado era de uma queda para 452 mil. O segundo dado negativo do dia veio da indústria. A atividade industrial medida pelo Instituto de Gestão e Fornecimento (ISM, em inglês) teve o pior resultado dos últimos seis meses: 56,2 pontos em junho ante 59,7 de maio. Resultados acima dos 50 pontos indicam expansão. O setor industrial sempre puxou a recuperação da economia americana de períodos de recessão, mas agora a indústria parece estar avançando com menos força. Apesar da desaceleração da atividade da indústria nos EUA no mês passado, o ritmo ainda é maior que o da China, onde o avanço mais fraco e mais de um ano multiplicou temores de que a recuperação mundial possa estar em risco. Na zona do euro, as indústrias também perderam força em junho, registrando seu menor crescimento em quatro meses. O setor imobiliário também contribuiu para o pessimismo. Segundo a Associação Nacional das Imobiliárias, o número de contratos de vendas de casas usadas despencou 30% em maio. O índice de vendas pendetes caiu para 77,6 pontos, medida mais baixa desde 2001. Abril foi último mês de um programa de de estímulo para compra de casas.   
BSB, 7/6- – A locação de imóveis residenciais no estado de São Paulo caiu 15,79% em abril, segundo dados do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) divulgados nesta quinta-feira (1). Os dados, coletados em 1.530 imobiliárias de 37 cidades, incluindo a capital paulista, identificaram a locação de 3.412 casas e apartamentos no quarto mês do ano. O índice estadual de locação - imóveis alugados por imobiliária - caiu de 2,6482 em março para 2,2301 em abril. Houve queda em todas as regiões analisadas pelo Creci-SP, com destaque para o litoral, onde a locação caiu 35,75% ante março. O número de locações na capital paulista registrou um recuo menor, de 21,24%. Já no interior, o recuo no número de locações foi de 9,04%. A região formada pelas cidades do ABCD (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema), Guarulhos e Osasco também apresentou queda de 19,49% no período. As locações canceladas em abril (2.010) representaram 58,91% do total de contratadas. Ainda segundo o Creci-SP, as casas representaram 58,88% dos novos contratos em abril, enquanto os apartamentos ficaram com 41,12%. Os imóveis com aluguel de até R$ 600 foram os preferidos em abril nas cidades do ABCD, Guarulhos e Osasco, onde tiveram participação de 64,5% no total das locações, e no interior, onde a proporção foi de 61,65%. No litoral, os imóveis preferidos foram os de até R$ 800, representando 69,42% dos contratos. Na capital, imóveis nessa faixa de aluguel representaram 59,11% dos contratos do quarto mês do ano   
BSB, 30/6- O Índice Nacional de Custo da Construção - Mercado (INCC-M), que mede a inflação na construção civil, subiu 1,77% em junho, acima do resultado de maio, quando avançou 0,93%. Até junho, o INCC-M acumula altas de 5,29% no ano e de 6,31% em 12 meses. Esta foi a sexta divulgação mensal isolada do índice, que representa 10% do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M). Ao detalhar sobre o desempenho do índice em junho, a Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que os preços de materiais, equipamentos e serviços subiram 1,02% no sexto mês do ano, sendo que, em maio, a inflação deste segmento foi menos intensa (0,48%). Já os preços de mão de obra subiram 2,59% este mês, após registrarem alta de 1,41% em maio. Entre os produtos pesquisados para cálculo do indicador, a FGV informou que as mais expressivas elevações de preço na construção civil foram apuradas em ajudante especializado (3,18%); servente (2,08%); e pedreiro (2,52%). Já as mais expressivas quedas de preço foram apuradas em ferragens para esquadrias (recuo de 0,36%); metais para instalações hidráulicas (queda de 0,36%); e ladrilhos e placas para pisos (negativo 0,35%). Em janeiro, a FGV, que calcula os Índices Gerais de Preços (IGPs), anunciou que passará a divulgar o desempenho do INCC-M isoladamente, antes da divulgação do IGP-M de cada mês. O IGP-M de junho deve ser anunciado hoje. Em nota, a FGV lembra que o INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.   
BSB, 27/6- O fantástico crescimento de 50% do estoque de crédito imobiliário nos últimos 12 meses, que chegou a R$ 107,7 bilhões no fim de maio, não tem oferecido chance para que os bancos privados ganhem fatias maiores desse promissor mercado. A competição se acirrou, porque todos querem tirar partido do carro-chefe do crescimento do crédito, mas, pelos dados divulgados ontem pelo Banco Central, o bloco das instituições financeiras públicas - de longa data liderado pela Caixa Econômica Federal - responde por 75% do bolo. Em dezembro de 2008, o percentual era de 71% e, portanto, o que se vê é até um crescimento da participação da Caixa, fomentado pelo programa federal de residências populares Minha Casa Minha Vida. Os bancos privados tentam, agora, tirar partido do gargalo operacional da Caixa para atender em suas agências a toda a demanda por financiamentos da casa própria. Liberar o crédito no menor tempo possível passou a ser o mote dos executivos à frente dessas carteiras nas instituições privadas. Há relatos de recursos aprovados em até sete dias. Os grandes nomes do varejo encontram demanda reprimida em sua própria base de clientes e definem estratégias para acessá-la, enquanto tentam conquistar fatias no entorno, fortalecendo, por exemplo, as parcerias com imobiliárias para oferecer empréstimos no ponto de venda dos imóveis.   
BSB, 23/6- O número de imóveis disponíveis para venda e locação em Teresina não consegue atender à demanda atual. E, como a oferta é maior que a demanda, os preços vão lá para cima e quem comemora é o mercado imobiliário. A valorização de alguns imóveis, dependendo da localização, pode chegar até a 200%. O gerente de uma imobiliária situada no Centro de Teresina, Eldo Melo, diz que também existe muita especulação em torno da valorização de imóveis. Ele explica que muita gente compra um imóvel acreditando que num curto prazo ele será bem valorizado, quando na verdade isso não acontece em todos os casos. "Há muita especulação como acreditar que um apartamento que custa R$ 150 mil vai custar R$ 300 mil em pouco tempo. Não dá para estimar essa valorização", disse. Apesar dessa "incerteza", o investimento em imóveis ainda continua sendo um dos mais rentáveis e aconselhados pelos economistas. Essa valorização dos imóveis de Teresina não é algo recente, como afirma o gerente. Na verdade, as imobiliárias percebem os reflexos disso há cerca de um ano. "Não sabemos até quando vai durar", diz Eldo. Os apartamentos continuam sendo os mais procurados e o perfil do comprador é bem diversificado. "Há quem compre para morar, como há também quem compre como um investimento, para alugar", completa. Para os apartamentos situados na zona Leste, a valorização é quase certa. Como exemplo, o gerente cita um apartamento de um prédio localizado na avenida Dom Severino, que passou de R$ 180 mil para R$ 320 mil. No caso dessa imobiliária o foco é a locação, que também teve uma valorização nos últimos meses. A locação também é mais comum em relação aos imóveis comerciais. Dificilmente há imóveis com esta finalidade disponível para venda. No Centro da cidade isso é ainda mais claro. Os poucos imóveis à venda custam mais de R$ 1 milhão. Um exemplo é um prédio situado na rua Areolino de Abreu, que está sendo vendido por R$ 3 milhões. Outro imóvel situado na rua Simplício Mendes, onde antes   
BSB, 14/6- O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a Caixa Econômica Federal, apresentou variação de 1,61% em maio, uma aceleração de 1,24 ponto percentual sobre o resultado de abril, quando o índice variou 0,37%. Em relação a maio de 2009 (1,30%), o índice acelerou. Nos últimos 12 meses, a variação de 6,19% ficou acima dos 5,86% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Já no acumulado deste ano, o custo da construção civil variou 3,64%, índice bem próximo aos 3,31% registrados entre janeiro e maio de 2009. De acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (9), o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 742,44 em maio, dos quais R$ 420,37 se referem aos materiais de construção e R$ 322,07 à mão-de-obra. Os custos dos materiais nesse período passaram de 0,45% em abril para 0,41% em maio. O índice referente à mão-de-obra avançou 2,95 p.p., passando dos 0,27% de abril para 3,22% no mês passado. Em 12 meses, os materiais acumulam alta de 4,04% e a mão-de-obra, de 9,13%. No acumulado deste ano, o aumento para o primeiro item foi de 1,87%, enquanto que o segundo variou 2,12%.   
BSB, 14/6- Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quarta-feira (9), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 787,56, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 742,44 no quinto mês do ano. Em seguida estão as regiões Norte, com valor de R$ 743,87; Sul, com metro quadrado a R$ 717,59; e Centro-Oeste, com R$ 716,63. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 696,77. A região Sudeste, além de apresentar o maior custo, ainda registrou a maior alta em relação a abril. No mês passado, os moradores da região gastaram com a construção 2,34% a mais do que no mês anterior. Os moradores da região Centro-Oeste também sentiram a alta dos custos que, em maio, variaram 2,26%. Já os residentes da região Norte obtiveram a menor taxa mensal (0,40%). O Nordeste (0,86%) e o Sul (1,12%) vieram em seguida. A média nacional foi de 1,61%. Ao analisar os dados por estado, Goiás registrou a maior variação mensal, de 4,44%, devido aos reajustes salariais. Na outra ponta, as menores elevações ficaram com Maranhão, onde os custos registraram alta de 0,04%, e Roraima, com alta de 0,07%. No acumulado do ano, Roraima (0,51%), Pernambuco (0,59%), Paraná (0,61%) e Mato Grosso (0,91%) apresentaram os menores índices.   
BSB, 8/6- Os aluguéis residenciais com reajuste anual atrelado ao Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e aniversário em junho serão reajustados em 4,18%. Essa é a variação acumulada do índice nos últimos 12 meses (junho de 2009 a maio de 2010), após o fechamento, pela Fundação Getulio Vargas (FGV), do indicador de maio, que registrou alta de 1,19% no mês. “Conforme previsto, nos últimos meses, o índice medido pela FGV continua a escalada de crescimento após longo período de deflação”, observa Roberto Akazawa, gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação). Com o reajuste, um inquilino que pagava aluguel de R$ 1.000,00, entre junho de 2009 e maio de 2010, passará a desembolsar em junho – e pelos próximos 12 meses –, R$ 1.041,80. Uma forma simples e objetiva de efetuar o cálculo é a utilização do fator de reajuste (de 1,0418) que, multiplicado pelo valor de locação vigente até maio, indicará o novo aluguel. Assim, se a locação antes do reajuste era de R$ 800,00, o novo valor será de 800,00 x 1,0418, isto é, R$ 833,44.   
BSB, 1/6- Os saques do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para a aquisição da casa própria cresceram quase 29% entre janeiro e abril deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado. Nos quatro primeiros meses de 2010, foram 300 mil saques do FGTS com destinação à casa própria, enquanto que no mesmo período de 2009, foram 233 mil saques, de acordo com dados da CEF (Caixa Econômica Federal). Em relação aos recursos liberados do fundo para a compra da casa própria, o avanço foi de 31,25%, ao passar de R$ 1,6 bilhão para R$ 2,1 bilhões. O uso do FGTS não pode ser feito por quem é comprador ou proprietário de imóvel residencial financiado pelo SFH (Sistema Financeiro de Habitação), em todo o Brasil, e por quem tem imóvel residencial concluído ou em construção no atual município de residência ou naquele em que exerça a ocupação principal. O fundo pode ser usado para aquisição de imóvel residencial urbano concluído (pagamento parcial ou total.   
BSB, 1/6- A FGV (Fundação Getulio Vargas) criou o Índice Brasileiro de Rentabilidade Imobiliária, que mede a evolução dos preços no mercado. De acordo com o pesquisador do Ibre/FGV, Paulo Pichetti, os números mostram um crescimento constante desses preços nos últimos nove anos, que se acentuou em 2007. Comparado com outros índices de rentabilidade, como ações, ouro e dólar, o crescimento do mercado imobiliário foi modesto, mas é mais estável e, consequentemente, mais seguro. A demanda pela criação de um índice para mapear o desempenho dos preços no Brasil é antiga, mas se tornou realidade após encomenda feita pela Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Privada). Para Pichetti, o índice é “uma ferramenta importante para o aumento de transparência, benchmark de rentabilidade, aumento da liquidez e comparação com outros tipos de investimento”. O indicador será trimestral e entrará em vigor no segundo semestre deste ano. Em um primeiro momento, incluirá apenas imóveis comerciais e shoppings, sendo que a previsão é de que, em um segundo momento, sejam consideradas as unidades residenciais, “para ter uma realidade mais completa”, segundo Pichetti.   
28/5- O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) teve alta de 1,19% em maio. O percentual é 0,42 ponto percentual superior ao do mês de abril, quando ele teve variação de 0,77%. O IGP-M é um índice de inflação divulgado mensalmente pela Fundação Getulio Vargas (FGV), usado como base para reajustar grande parte dos contratos aluguel. Entre os três componentes do IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 1,49%, resultado também superior ao de abril: 0,72%. Contibuiu para o crescimento, principalmente, o aumento dos preços de matérias-primas. Só o item matérias-primas brutas subiu 5,83% em maio. No mês passado, a variação foi de 0,47%. O Índice de Preções Consumidor e o Índice Nacional da Construção Civil (INCC) caíram, na comparação com o mês anterior. O IPC, que trata dos preços de produtos vendidos ao consumidor final, variou 0,49% em maio, contra os 0,73% em abril. Só a variação do item alimentação caiu de 2,06% para 0,56%. O INCC caiu de 1,17% para 0,93%. O item materiais e equipamentos recuou de 0,73% para 0,51%.   
BSB, 28/5- Os saques de recursos do FGTS para a compra da casa própria cresceram quase 30% no primeiro quadrimestre do ano em relação a igual período de 2009. De janeiro a abril, 299.929 trabalhadores sacaram R$ 2,1 bilhões de suas contas no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para a compra de moradia. Desse valor, 76,5% foram usados por pessoas com renda acima de cinco salários mínimos (R$ 2.550). Só a faixa de renda superior a dez pisos salariais (R$ 5.100) foi responsável por metade dos recursos retirados. O levantamento aponta que, entre quem ganha até cinco salários mínimos, o valor sacado não chegou a um terço do volume global. Nessa faixa de renda estão as famílias enquadradas pelo governo em programas de habitação popular, com recursos subsidiados. Essa parcela da população (ganhos até cinco salários mínimos) responde por 95% do deficit habitacional do país. Na avaliação do vice-presidente de fundos e loterias da Caixa Econômica Federal, Wellington Moreira Franco, a chegada da nova classe média ao mercado de consumo está por trás desse aumento nos saques do FGTS para habitação neste ano. Para ele, a percepção de que a economia está em um bom momento, com expansão do mercado de trabalho, também motivou os trabalhadores a assumirem compromisso de longo prazo. Das 299.929 operações de saque realizadas entre janeiro e abril, 44,5% foram efetivadas por pessoas com renda acima de cinco salários mínimos. Na faixa acima de dez pisos salariais, foram realizadas 21% das operações. Quantitativamente, o número de retiradas feitas por trabalhadores de renda mais baixa foi um pouco maior, equivalendo a 55,5% do total. Para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Paulo Safady, nos próximos meses haverá um uso maior do fundo por parte do público de renda mais baixa. "O setor está otimista", diz.   
BSB, 25/5- Em oito dias, o montante emprestado pela CEF (Caixa Econômica Federal) para financiamentos imobiliários aumentou 14,31% por conta do 6º Feirão da Casa Própria. De acordo com balanço do banco, até o dia 10 deste mês, foram concedidos R$ 21,17 bilhões em crédito habitacional. Esse montante passou para R$ 24,2 bilhões no dia 18 – uma diferença de mais de R$ 3 bilhões. O volume disponibilizado pelo banco supera em 3,86% o valor emprestado no mesmo período do ano passado (R$ 23,3 bilhões). Somente nos feirões de Belém, Fortaleza, São Paulo, Salvador e Curitiba, os negócios movimentaram cerca de R$ 3,8 bilhões – quase o valor total movimentado em todos os feirões no ano passado, de R$ 4,8 bilhões. “Além dos feirões de caráter nacional, temos 41 feiras médias”, afirmou o vice-presidente de Atendimento da Caixa, Carlos Borges, de acordo com a Agência Brasil. “Existe uma mobilização nacional para possibilitar acesso à moradia, principalmente às pessoas que estão na faixa de até três salários mínimos, onde se concentra 90% do deficit habitacional, de cerca de 6 milhões de unidades”, completou.   
BSB, 24/5- A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado como base de reajuste para a maioria dos contratos de aluguel, variou 0,95% na segunda prévia do mês de maio. No mesmo período de abril, o índice tinha ficado em 0,50%. O indicador acumula alta de 3,94% em 12 meses; em um ano, a inflação acumulada é de 4,55%, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A principal influência para a aceleração veio dos preços no atacado, medidos pelo componente Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que passaram de 0,38% na segunda prévia de abril para 1,19% no mesmo período de maio. O preço das matérias-primas brutas, que acelerou de -0,44% para 3,92%, foi uma das principais pressões inflacionárias para o grupo. O componente Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,45%, ante 0,50%, no mesmo período do mês anterior. Houve recuo também no componente Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) que variou para 0,66%, ante 1,25% na segunda prévia de abril. Para calcular o IGP-M, a FGV acompanhou preços entre os dias 21 de abril a 10 de maio.   
BSB, 22/5- Na hora de assumir um financiamento imobiliário, muitos brasileiros se preocupam com o provável ciclo de elevação da taxa básica de juro. "Sempre ouvimos a pergunta: mas, com a Selic subindo, meu financiamento não vai ficar mais caro? Os juros não vão encarecer o imóvel que estou comprando? A resposta é não. Os financiamentos imobiliários não são corrigidos pela taxa Selic, portanto, não há motivos para preocupações", afirmou o economista do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Celso Petrucci. O presidente da entidade, João Crestana, completou: "As taxas de juros utilizadas no financiamento imobiliário ou são aquelas decorrentes do FGTS ou a da poupança. E a Selic influencia muito remotamente a taxa de poupança, portanto, a taxa do Banco Central não tem impacto relevante neste parcelamento. Esse sistema foi concebido justamente para que essas possíveis elevações não afetem o comprador de imóveis e o que temos hoje são juros muito razoáveis para quem vai comprar uma casa". Crestana disse ainda que o provável movimento de saída dos investidores da poupança - comum com a alta da Selic, já que outros investimentos de renda fixa passam a oferecer melhor rendimento -, não preocupa o setor. Dados nacionais sobre o financiamento de imóveis com recursos da poupança indicam a concessão de 76.539 contratos de crédito habitacional nos três primeiros meses deste ano, o correspondente a quase R$ 10 bilhões. Para a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), essa modalidade deve encerrar o ano com R$ 45 bilhões.   
BSB, 15/5- Dados do Banco Central revelam que em março deste ano o estoque de concessão de empréstimos para o financiamento habitacional alcançou R$ 110,7 bilhões. O valor representa uma expansão de 48,6% no acumulado dos últimos 12 meses. A expectativa é de que o resultado se repita neste e no próximo ano. Em razão disso, alguns economistas já sugerem a necessidade do Brasil diversificar a origem do dinheiro que financia esse tipo de operação para que, no futuro, não corra o risco de a demanda se tornar maior do que a oferta. Do total de R$ 100,7 bilhões emprestados em março, R$ 95,9 bilhões eram recursos da caderneta de poupança e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Ou seja, mais de 95% do financiamento habitacional vêm dos chamados fundos dedicados. O ideal seria elevar a participação de investidores privados no total de recursos, como, por exemplo, os fundos de pensão, que têm metas de longo prazo e que poderiam inclusive ampliar o volume de recursos destinados ao financiamento habitacional. No entanto, apesar da expansão observada nos últimos anos, se comparado a outros países, o crédito imobiliário ainda tem baixa participação no Brasil – equivale a cerca de 3% do PIB. Nos Estados Unidos, a participação equivale a 65% do PIB. No Chile, a 17%, e no México, a 13%. De acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário (Abecip), os recursos da poupança e do FGTS serão suficientes para atender a demanda por crédito habitacional no Brasil nos próximos quatro anos. O problema, portanto, está no médio e longo prazo. Para a Abecip, no entanto, mesmo com o esgotamento da caderneta de poupança e do FGTS como fonte de recursos para o crédito habitacional, outras formas de financiamento devem ser encontradas.   
BSB, 12/5- O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a Caixa Econômica Federal, apresentou variação de 0,37% em abril, uma desaceleração de 0,39 ponto percentual sobre o resultado de março, quando o índice variou 0,76%. Segundo o Instituto, a desaceleração não foi maior por conta dos reajustes salariais no Mato Grosso do Sul, que pressionaram o índice do Centro-Oeste. Em relação a abril de 2009 (0,32%), o índice acelerou 0,05 p.p. Nos últimos 12 meses, a variação de 5,81% ficou levemente acima dos 5,81% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Já no acumulado deste ano, o custo da construção civil variou 2%, índice bem próximo aos 1,98% registrados entre janeiro e abril de 2009. De acordo com informações divulgadas, o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 730,66 em abril, dos quais R$ 418,65 se referem aos materiais de construção e R$ 312,01 à mão-de-obra. O aumento dos custos dos materiais nesse período foi de 0,10 ponto percentual, passando de 0,35% em março para 0,45% em abril. O índice referente à mão-de-obra recuou 1,04 p.p., caindo dos 1,31% de março para 0,27% no mês passado. Em 12 meses, os materiais acumulam alta de 3,76% e a mão-de-obra, de 8,83%. No acumulado deste ano, o aumento para o primeiro item foi de 1,46%, enquanto que o segundo variou 2,74%. No quarto mês do ano, a maior variação mensal ficou com a região Centro-Oeste (+1,15%). Já a variação do Nordeste foi a menor do mês, de 0,2%. No Sudeste, o índice variou 0,3% e as regiões Sul e Norte apresentaram variações de 0,37% e 0,45%, nesta ordem. No acumulado dos últimos 12 meses, as regiões Norte e Centro-Oeste foram os destaques, registrando alta de 8,05% e 7,18%, respectivamente, ao passo que a menor variação acumulada ficou com a região Sul (5,27%). No mesmo período, as regiões Sudeste e Nordeste registraram altas de 5,44% e 5,74%, respectivamente.   
BSB, 10/5- A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) acelerou em abril, para 0,72%, diante de variação de 0,63% em março, de acordo com os dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A elevação no mês passado foi puxada por variações maiores nos preços do atacado, influenciados por alimentos, e da construção civil. O IPA, que a partir deste mês passa a se chamar Índice de Preços ao Produtor Amplo, por mudanças na metodologia, passou de 0,52% para 0,68%, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) caiu de 0,86% para 0,76%. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) foi de 0,75% para 0,84%. No atacado, o índice relativo a bens finais apresentou alta de 0,50%, ante 1,06% no mês anterior. A taxa de variação do subgrupo alimentos in natura passou de 14,64% para 3,67%, sendo o principal responsável pela desaceleração do grupo. Em bens intermediários, a maior contribuição para a aceleração de 0,25% para 0,71% veio do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, que passou de 0,21% para 0,86%. No estágio das matérias-primas brutas, a taxa de variação avançou de 0,22%, em março, para 0,90%, em abril, com destaque para soja em grão (-5,93% para 0,48%), arroz em casca (-8,68% para 1,58%) e bovinos (2,28% para 4,00%). Na análise dos preços ao consumidor, duas das sete classes de despesa apresentaram decréscimos, sendo alimentação, que passou de 2,60% para 1,77%, a maior contribuição, principalmente devido ao desempenho de hortaliças e legumes, frutas e adoçantes. O grupo despesas diversas também apresentou desaceleração. No INCC, a taxa de variação do índice que representa a mão de obra avançou de 1,05% para 1,07%, enquanto o grupo materiais e equipamentos evoluiu de 0,43% para 0,75%.   
BSB, 7/5- Já faz um tempo que os investidores estão receosos sobre o impacto do novo padrão contábil sobre os resultados das incorporadoras imobiliárias brasileiras e até agora nenhuma empresa divulgou o que vai mudar no seu balanço a partir de 2010. Elas adiam a divulgação por temer a reação do mercado e também porque ainda tentam reverter a mudança na contabilidade. Se antecipando às empresas, analistas do Credit Suisse fizeram os cálculos e a notícia é que os lucros devem cair em todo o setor - e bastante. Tendo como base a expectativa do banco para os números deste ano, a baixa média no ganho líquido será de 43%, enquanto o patrimônio líquido das empresas deve cair 25%. Há dispersão nas estimativas, mas há piora em todos os casos. Considerando a regra contábil que está em vigor, o estudo do Credit Suisse aponta que a Brookfield seria a mais afetada em termos de resultado em 2010, com baixa de 84% no ganho líquido. Entre as sete empresas analisadas, a Rossi terá o menor impacto no lucro, que mesmo assim deve ser 17% menor. Em termos de patrimônio líquido (PL) o estudo foi mais abrangente e envolveu dez companhias. Por esse critério, o maior impacto será na Cyrela, com uma baixa de 33% no valor contábil da companhia, e menor na Inpar, que terá queda de 14% no PL. Como consequência dessas mudanças, os múltiplos usados por analistas para verificar se uma empresa está cara ou barata na Bolsa devem subir, o que pode assustar alguns investidores. Entretanto, na visão de Marcello Milman e Marcelo Telles, analistas do Credit Suisse, as mudanças contábeis não deveriam mudar o valor de mercado das companhias, uma vez que o fluxo de caixa não será alterado. Segundo o estudo, a relação média entre o valor de mercado e o patrimônio líquido deve subir de um índice de 1,5 para 2,0. Já a razão entre o preço da ação na bolsa e o lucro por ação deve saltar de 10,3 vezes para 18,4 vezes.   
BSB,7/5- A principal mudança contábil que afetará as construtoras refere-se ao critério para reconhecimento da receita. Até agora, as empresas registram a receita levando em conta o percentual realizado da obra (chamado de método POC) - ainda que nem todo o caixa seja recebido. No modelo usado no IFRS, que passa a ser obrigatório a partir de 2010, as incorporadoras reconhecem a receita com a venda de um imóvel toda de uma vez, no momento da entrega das chaves. Esse é a regra mesmo que elas tenham recebido uma parcela importante deste valor durante as obras. Segundo Milman, os efeitos são maiores nas empresas que cresceram muito nos últimos anos, naquelas com margem maior e nas incorporadoras com projetos de ciclo mais longo. Mas o fato é que todas as empresas possuem ao menos um dessas características, em especial o crescimento acelerado. No ano passado, por exemplo, a receita das companhias abertas do setor avançou 44%. Do lado empresarial, enquanto as incorporadoras se articulam nos bastidores para tentar evitar a mudança contábil, também pensam em criar instrumentos paralelos para dar indicações aos investidores do que está acontecendo. "O investidor não quer esperar três anos para saber se a empresa chegou ao céu ou ao inferno", afirma uma fonte do setor. Outro executivo de incorporadora aponta uma consequência adicional que considera negativa com a implantação do IRFS, ligada às cláusulas de limites de alavancagem previstas nas emissões de debêntures. Com a mudança do patrimônio líquido, a relação dívida líquida sobre patrimônio líquido - usada como parâmero nos contratos - também se altera. As debêntures representam 25% do endividamento total das empresas e somaram R$ 6,4 bilhões em 2009.   
BSB, 4/5- Os preços da construção civil paulista aumentaram 0,17% entre março e abril. Essa foi a quarta alta consecutiva, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (3) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). O CUB ( Custo Unitário Básico) - que reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil - atingiu 123,88 pontos no mês passado. Em março, a pontuação havia sido de 123,67. A alta foi impulsionada pelo aumento nos preços do material de construção, pois os custos da mão-de-obra e das despesas administrativas se mantiveram em relação ao mês anterior. O aumento nos materiais aconteceu mesmo após a prorrogação, até dezembro deste ano, do IPI reduzido, anunciada pelo governo em 15 de abril. Em abril, o custo da construção civil paulista (R8-N) foi de R$ 860,98 por metro quadrado, sendo R$ 446,19 (51,82%) referentes à mão-de-obra e R$ 391,98 (45,53%), aos materiais. As despesas administrativas responderam por apenas R$ 22,81 (2,65%). Em relação a março, o CUB relativo ao material aumentou 0,37%, atingindo 119,96 pontos em abril. Já os custos relativos à mão-de-obra se mantiveram nos 127,54 pontos e as despesas administrativas, por sua vez, em 123,70 pontos. Entre os 41 itens de materiais de construção analisados, apenas cinco tiveram aumento de preços superior ao IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) dos últimos 12 meses (+2,88). As maiores variações foram observadas na Brita 2 (5,26%), massa pronta para reboco (4,35%) e alimentação tipo marmitex (3,06%). Entre as maiores quedas de preço, estão a do óleo diesel (-3,26%), do saco de 50 kg de cimento CPE-32 (-2,40%) e chapa compensado plastificado 18 mm (-2,39%).   
BSB, 3/5- As construtoras irão desempenhar papel fundamental na concessão de crédito imobiliário - serão o braço direito da Caixa Econômica Federal. Para atender a demanda gerada pelo Minha Casa, Minha Vida e evitar que o banco seja apontado como um entrave ao andamento do programa habitacional do governo, a Caixa irá transferir para as empresas todo o processo de a análise de crédito. O projeto está em fase de testes e a companhia escolhida para fazer o piloto foi a mineira MRV, construtora que mais repassou clientes à CEF em 2009: nove mil contratos. Pelo novo sistema, o objetivo é que a concessão do crédito seja feita em até sete dias. Meta ousada. Atualmente, costuma demorar entre 30 e 40 dias, dependendo do cliente. Hoje, todas as grandes construtoras atuam como correspondentes bancárias da Caixa e fazem, em média, 60% do trabalho. O processo será online e os ajustes de sistema começam a ser acertados. A empresa irá usar o mesmo sistema do banco na avaliação de crédito - e passam a ter acesso, inclusive, ao cadastro de pessoas físicas do Banco Central. Também será responsável pela análise de crédito dos trabalhadores com renda informal, um processo mais complexo que considera parâmetros históricos, renda presumível e movimentação bancária. Caberá à Caixa dar a palavra final e autorizar ou não a emissão do contrato. A capacidade operacional da Caixa - ainda que o banco tenha reduzido a burocracia após o programa e terceirizado parte do trabalho - é uma das maiores preocupações dos investidores, inclusive estrangeiros. Para as construtoras, dominar a concessão do crédito faz toda a diferença porque acelera o processo de recebimento de dinheiro. Hoje, é comum as empresas virarem o mês com a pendência de centenas de aprovações. O novo modelo diminui a necessidade de capital próprio e melhora o fluxo de caixa das empresas.   
BSB,1/5- A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou, No dia 29, a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de abril (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice, que é o principal balizador para o reajuste de aluguéis, já acumula variação de 3,56%. No quarto mês do ano, contudo, a inflação é de 0,77%, menor que a apurada em março, quando o índice variou 0,94%. Em abril, o IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou desaceleração, passando de 1,07% para 0,72%, enquanto o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) aumentou de 0,45% para 1,17%. A categoria de mão-de-obra chegou a 1,73% na medição atual, enquanto o índice que capta o custo de materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,65%. No que diz respeito ao IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, este apresentou desaceleração no período estudado, ficando em 0,73%, contra 0,83% um mês antes. A principal contribuição puxando o índice para baixo veio do grupo Transportes (0,41% para -0,38%). Os grupos Alimentação (2,24% para 2,06%), Habitação (0,29% para 0,23%), Educação, Leitura e Recreação (0,20% para 0,19%) e Despesas Diversas (0,17% para 0,10%) também tiveram desaceleração no período. Por outro lado, os grupos Vestuário (-0,24% para 0,69%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,36% para 0,56%) apresentaram avanços no quarto mês do ano. O cálculo do IGP-M é composto pelo IPA, IPC e INCC. Os indicadores medem itens como bens de consumo ( alimentos) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção), além dos preços de aluguéis, condomínios, transportes, dentre outros. O IGP-M mede os níveis de inflação para toda a população, envolvendo todos os níveis de renda. Esse índice é utilizado para reajustes de contratos de aluguel, tarifas públicas e planos de saúde (no caso dos contratos mais antigos)   
BSB, 29/4- O crédito habitacional está crescendo no Brasil e atingiu os maiores patamares dos últimos 20 anos. Neste cenário, pode chegar a 10% do PIB (Produto Interno Bruto), afirmou o vice-presidente de Governo da CEF (Caixa Econômica Federal), Jorge Hereda. "O País entrou em um ciclo virtuoso do crédito imobiliário e isso vai fazer a gente passar rapidamente dos 3% do PIB, que nós temos em crédito imobiliário, para algo perto de 10% em cinco anos", disse Hereda, segundo a Agência Brasil. De acordo com o vice-presidente, o crescimento da oferta pela Caixa é acompanhado por outras instituições que atuam no segmento, já que a participação no mercado está estável. A CEF é responsável por 73% do mercado de crédito habitacional. A política habitacional do governo e a estabilidade econômica estão fazendo com que a expansão do crédito ocorra de maneira segura, segundo Hereda. "O relevante, nesse momento, é que as condições estão sendo criadas para que essa contratação aconteça de maneira sustentada", concluiu.   
BSB, 28/4- A criação de um índice que meça a evolução dos preços dos imóveis é criticada por especialistas, que dizem que o indicador não teria aplicação prática e seria muito complexa a sua elaboração. Porém, o Banco Central defende o índice, posição tomada pelo diretor de Normas, Alexandre Tombini. O indicador não seria feito pelo BC, mas por institutos de pesquisa, a exemplo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e a FGV (Fundação Getulio Vargas). A ideia é criar um índice diferente do já existente INCC (Índice Nacional do Custo da Construção), usado como parâmetro no custo de uma cesta de produtos usados pela construção civil. De acordo com o advogado Carlos Artur Andre Leite, sócio responsável pela área Imobiliária do escritório Neumann, Salusse e Marangoni Advogados, o indicador pode se tornar um instrumento sem aplicação prática no setor. “O novo índice não se prestará ao reajustamento de contratos e obrigações, já que esse mercado varia de acordo com oferta e procura, padrão, tipo e demais características do imóvel, com base em elementos voláteis” explicou. No entanto, ele disse que o índice pode servir aos bancos e funcionar como balizador para criação e mudança de políticas de concessão de crédito imobiliário, sendo um parâmetro para definição do valor do metro quadrado de uma região ou tipo de imóvel. O advogado Marcelo Terra, sócio do Duarte Garcia, Caselli Guimarães e Terra Advogados, concorda que o indicador é algo inviável e inconveniente. “O preço dos imóveis é dado pelo mercado comprador e não pelo governo antecipadamente”, explicou.   
BSB, 23/4- O volume de empréstimos para a compra de imóvel com recursos da poupança cresceu 82% em março, frente ao mesmo período do ano passado, para o recorde de R$ 4,1 bilhões. Este foi o melhor resultado da história do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo). Frente a fevereiro deste ano, foi registrado crescimento de 37,7% do montante contratado, uma vez que no segundo mês do ano o volume era de R$ 3 bilhões. Considerando o primeiro trimestre deste ano, os financiamentos com recursos da poupança totalizaram R$ 9,978 bilhões, registrando alta de 70% na comparação com o mesmo período de 2009. Em março, 29.812 imóveis foram financiados com recursos da poupança, um volume 34,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2009. Se comparado a fevereiro, o aumento foi de 17%. No primeiro trimestre, foram 76.539 mil unidades adquiridas por meio de recursos da poupança. Já no período de 12 meses até março, o número de imóveis financiados ficou acima de 26,9 mil. Em relação ao resultado da poupança no terceiro mês do ano, os dados mostraram a captação líquida (depósitos menos saques) de R$ 71 milhões, com o saldo atingindo R$ 259,8 bilhões.   
BSB, 19/4- O mercado de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo registrou em fevereiro o melhor volume de comercialização para o mês desde a mudança na metodologia da Pesquisa Secovi sobre o Mercado Imobiliário, ocorrida em 2004. Realizada mensalmente pelo Departamento de Economia e Estatística do Sindicato, a pesquisa apontou a venda de 2.858 unidades no segundo mês do ano, um aumento de 89,5% sobre o total escoado em janeiro (1.508) e de 83,7% em relação a fevereiro de 2009 (1.556). As vendas no mês representaram R$ 915,1 milhões, um incremento de 55,9% sobre o Valor Global de Vendas (VGV) de R$ 586,9 milhões de janeiro, e 157,7% em relação ao VGV de fevereiro do ano anterior, quando se observava os efeitos da crise global. A performance medida pelo indicador VSO (Vendas sobre Oferta) atingiu 21,1% e também registrou o melhor fevereiro desde a modificação de metodologia da pesquisa. Para efeito de comparação, vale lembrar que o VSO do mesmo mês em 2008, de 13,4%, foi considerado à época extremamente satisfatório. O ritmo de vendas do segundo mês em 2009 ficou em 7,7% e o de janeiro de 2010 alcançou 11,3%.   
BSB, 15/4- O valor médio dos imóveis usados à venda na cidade de São Paulo aumentaram 50% nos dois primeiros meses do ano, na comparação com o mesmo período de 2009, segundo levantamento da Lello Imóveis. As casas e apartamentos vendidos no primeiro bimestre do ano passado custavam, em média, R$ 200 mil, enquanto em janeiro e fevereiro de 2010, os valores eram de R$ 300 mil. De acordo com a Lello, o crescimento na média dos preços na capital paulista foi motivado, principalmente, pelas facilidades oferecidas pelos financiamentos bancários, com maior oferta de crédito disponível. "O mercado imobiliário está extremamente aquecido e se configura hoje como excelente oportunidade de investimento para os proprietários", afirmou a diretora da Lello Imóveis, Roseli Hernandes. O número de imóveis usados vendidos no período cresceu 26% em 2010, quando comparado a 2009. A região da Mooca foi onde houve crescimento mais acentuado nas vendas (52%), seguida pelas regiões do Tatuapé (50%) e Perdizes (33%). Já nos Jardins, as vendas de imóveis usados cresceram 30% e, em Santana, 20%. "Para quem pretende comprar (imóveis), o momento também é bom, porque a tendência é de valorização das unidades nos próximos anos, especialmente em razão da expansão da rede de transporte metropolitano entre os bairros", concluiu Roseli.   
BSB, 9/4- O nível de emprego na construção civil brasileira atingiu novo recorde em fevereiro, com crescimento de 1,55% ante janeiro, somando 2,558 milhões de trabalhadores com carteira assinada, de acordo com a pesquisa mensal do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Além de atingir o mais alto patamar da série histórica, o avanço equivale à contratação de mais 39.058 trabalhadores com carteira assinada. No acumulado dos dois primeiros meses de 2010, o nível de emprego no setor cresceu 4,14%, com a contratação de mais 101.813 trabalhadores formais. Em 12 meses, o nível de emprego no setor aumentou 13,10%, o que corresponde a mais 296.276 trabalhadores empregados. Em nota, o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, ressalta que o resultado reforça a estimativa da entidade de que o setor de construção deverá crescer no patamar chinês de cerca de 9% neste ano. Tanto na construção brasileira como na paulista, o emprego aumentou em todos os segmentos: obras (preparação de terreno, edificações, infraestrutura, obras de instalação e acabamento) e serviços (incorporação de imóveis, serviços de engenharia e outros). No Estado de São Paulo, o nível de emprego na construção aumentou 1,54% em fevereiro, com acréscimo de 10.755 trabalhadores, totalizando 709.475 - outro recorde na série histórica. No ano, a alta foi de 3,88%. Em 12 meses, a elevação foi de 11,9%.   
BSB, 9/4- A alta da Selic pode prejudicar o direcionamento de recursos da poupança para o crédito imobiliário, mas outras fontes darão conta desta lacuna no mercado. A opinião é do gerente de Indicadores de Mercado da Serasa Experian, Luiz Rabi. Em março, a captação líquida da poupança – depósitos menos saques - caiu à metade, para R$ 538,1 milhões, enquanto seus competidores diretos, os fundos de renda fixa, registraram captação positiva de R$ 5,5 milhões em um mês terminado em 6 de abril. “Com a expectativa de aumento do juro, os novos aplicadores estão indo mais para os fundos de renda fixa do que para a poupança, principalmente para as aplicações pós-fixadas”, disse o professor da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite, que acredita que isso não deve prejudicar, ao menos no curto prazo, o equilíbrio das contas da poupança nem os financiamentos imobiliários. Além da poupança, que é obrigada a destinar parte de seus recursos para financiamento imobiliário, o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) também pode ser usado para a aquisição da casa própria e, em relação a esta fonte, Rabi afirmou que não existem riscos. Dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego, mostraram que, somente em fevereiro, foram gerados mais de 209 mil empregos no Brasil, novo recorde histórico e 52% maior do que a média dos melhores registros para o mês. Muito além de recursos direcionados, Rabi afirmou que os bancos têm usado cada vez mais recursos livres para aplicação no setor imobiliário, que cresceu quase 47% em 12 meses, no caso das instituições privadas, para R$ 96,759 milhões em fevereiro deste ano. “Além disso, nós temos observado que várias empresas do segmento imobiliário também abriram seu capital, fizeram emissão de ações para adquirir mais recursos e há, com o fim da crise, um interesse internacional de ingresso de capitais externos neste segmento. No geral, não vejo risco de esgotamento como um todo para o   
BSB, 6/4- O índice que baliza o reajuste do valor do aluguel residencial registrou, nos últimos 12 meses terminados em março, aumento acumulado de 1,94%. Logo, esse deve ser o reajuste dos aluguéis com aniversário em abril. Este é o segundo mês com reajuste positivo após sete meses de deflação, segundo o Secovi-SP (Sindicato da Habitação). Além disso, conforme observa o gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi, Roberto Akazawa, o reajuste a ser aplicado em abril será "consideravelmente superior ao percebido no mês anterior, de 0,24%". Com a alta acumulada do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), um imóvel alugado por R$ 1 mil até março passa a custar R$ 1.019,40 a partir de abril pelos próximos 12 meses. Se o aluguel era, por exemplo, de R$ 800, passará a valer R$ 815,52. O fator multiplicador em relação ao aluguel de abril é de 1,0194. É preciso levar em consideração que esse fator vale para contratos com reajuste em abril e pagamento no início de maio. Para contratos com aniversário em março e pagamento em abril considerou-se 1,0024 como fator e, para os com aniversário em fevereiro e pagamento em março, o fator é de 0,9933.   
Bsb, 3/4- A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou, nesta semana, a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de março (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice, que é o principal balizador para o reajuste de aluguéis, já acumula variação de 2,78%. No terceiro mês do ano, contudo, a inflação é de 0,94%, menor que a apurada em fevereiro, quando o índice variou 1,18%. Em março, o IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou desaceleração, passando de 1,42% para 1,07%, enquanto o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) aumentou de 0,35% para 0,45%. A categoria de mão-de-obra chegou a 0,40% na medição atual, enquanto o índice que capta o custo de materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,49%. No que diz respeito ao IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, este apresentou desaceleração no período estudado, ficando em 0,83%, contra 0,88% um mês antes.A principal contribuição puxando o índice para baixo veio do grupo Transportes (2,65% para 0,41%). Os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (0,40% para 0,36%), Educação, Leitura e Recreação (0,87% para 0,20%) e Despesas Diversas (0,48% para 0,17%) também tiveram desaceleração no período.Por outro lado, os grupos Alimentação (1,23% para 2,24%) e Vestuário (-0,40% para -0,24%) apresentaram avanços no terceiro mês do ano. Já o grupo Habitação não variou.   
BSB, 3/4- O varejo do setor de material de construção apresentou em março alta de 11% na comparação com o mesmo mês de 2009. No confronto com o mês anterior, houve crescimento de 5,1%. No primeiro trimestre do ano, o setor registrou expansão de 12,5% sobre o mesmo período do ano passado. Os dados fazem parte da pesquisa realizada e divulgada pela Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção) nesta quarta-feira (31). “A tendência é que o ano de 2010 seja o melhor da história do setor, com crescimento de 10% sobre o ano de 2009, quando tivemos o faturamento de R$ 45,04 bilhões”, afirmou o presidente da Anamaco, Cláudio Conz. Conz declarou também que o PAC 2, segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento, contribuirá para um crescimento maior ainda da cadeia produtiva de construção, já que o governo prevê R$ 278,2 bilhões para projetos habitacionais, incluindo o programa Minha Casa Minha Vida 2. De acordo com o presidente da Anamaco, os programas anunciados pelo Governo Federal têm reflexos importantes na organização da cadeia produtiva. “Tudo isso contribui para um excepcional crescimento do nosso segmento, porque exige uma reorganização de todas as etapas do processo: as indústrias já estão aumentando a sua capacidade de produção, a logística de entrega já está sofrendo reformulações, enfim, muitos investimentos já foram e estão sendo feitos”, disse. Ele acrescentou ainda dizendo que todas essas ações vão gerar milhares de empregos no setor, o que é uma oportunidade de qualificação da mão-de-obra, ampliando a inclusão social e a distribuição de renda da população. Sobre o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), Conz lembrou que a redução está em vigor para os produtos do setor até 30 de junho deste ano, porém a entidade está solicitando ao governo que o prazo seja prorrogado.   
BSB, 31/3- Atrás apenas dos investimentos em energia, a habitação será o grande foco do PAC 2, a segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento. Segundo informações da Agência Brasil, serão ao todo R$ 278 bilhões destinados ao setor. Destes, R$ 176 bilhões serão investidos nos financiamentos pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), R$ 71,7 bilhões aplicados no programa Minha Casa, Minha Vida e outros R$ 30,5 bilhões serão destinados à urbanização de assentamentos precários. Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a meta do governo é construir dois milhões de moradias nos próximos quatro anos. "O segundo PAC vai fazer muito mais coisas do que nós fizemos no PAC 1. Não é possível resolvermos o problema de todas as favelas em um mandato só", disse Lula. Já o presidente da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), Paulo Safady Simão, estima que podem ser construídas até três milhões de moradias.   
BSB, 29/3- Os contratos de locação com aniversário em março e aumento atrelado à variação do Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), terão seus valores reajustados em 0,24%. Trata-se do primeiro mês com reajuste anual positivo, depois de sete meses de deflação. O último reajuste positivo, de 1,52%, ocorreu para os contratos com aniversário em julho de 2009. Com a correção, um inquilino que pagava aluguel residencial de R$ 1.000,00 entre março de 2009 e fevereiro de 2010 passará a desembolsar, a partir de março – e pelos próximos 12 meses – R$ 1.002,40 mensais. De acordo com o Secovi-SP, uma forma simples e objetiva de realizar o cálculo é a utilização de fator que, multiplicado direto sobre o valor vigente até fevereiro, indicará o aluguel reajustado. Esse fator será de 1,0024. Se o aluguel antes do reajuste era de R$ 700,00, o novo valor será, portanto, de R$ 701,68.   
BSB, 25/3- Os preços médios dos imóveis no Rio de Janeiro já batem a casa de R$ 1 milhão, para apartamentos de 3 e 4 quatros, nos principais bairros da Zona Sul: Copacabana, Flamengo, Ipanema, Jardim Botânico, Lagoa e Leblon. Além de quesitos que influenciam na valorização, como proximidade com a orla, rede de serviços eficiente e urbanização, fatores como as Olimpíadas de 2016 e a instalação das Unidades de Polícia Pacificadora contribuem positivamente. De acordo com dados do Centro de Pesquisa e Análise da Informação do Secovi Rio (Cepai), o preço médio de um apartamento de 4 quartos, em Ipanema, subiu 152% de fevereiro de 2009 a fevereiro de 2010, alcançando a cifra de R$ 2,5 milhões. No Flamengo, esse aumento, para unidades de 4 quartos, foi de 100% - R$ 708 mil para R$ 1,4 milhão. Na Lagoa, outro bairro onde se registra valorização constante, o apartamento de 4 quartos é vendido a R$ 1,6 milhão, valor 60% maior que o de fevereiro de 2009. O Leblon também teve aumento no último ano, de 47% - R$ 1,2 milhão para R$ 1,8 milhão. Já em Copacabana a valorização de 2009 para 2010, foi um pouco menor, de 31% (R$ 896 mil para R$ 1,1 milhão), considerando-se as unidades de 4 quartos. Para os de 3 quartos, apenas dois bairros registram preços acima de R$ 1 milhão: Ipanema (R$ 1 milhão contra R$ 770 mil de 2009) e Leblon (R$ 1,1 milhão ante R$ 1 milhão do ano passado). De acordo com o vice-presidente do Secovi Rio, Leonardo Schneider, vários fatores contribuem para o cenário positivo no mercado imobiliário carioca, o que vem atraindo número crescente de investidores. "Investir em imóveis vem se tornando uma opção mais segura, pela alta rentabilidade, em comparação a aplicações financeiras tradicionais", diz.   
BSB, 22/3- O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, afirmou que o crédito imobiliário no Brasil enfrenta o desafio de expandir sua fonte tradicional de financiamento, a poupança, por meio do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo). “No caso do SBPE, é muito importante repensarmos quais são outras fontes de financiamento para um continuado crescimento no Brasil”, disse Meirelles, durante pronunciamento na 2ª Conferência Internacional de Crédito Imobiliário, promovida pelo Banco Central. O presidente do BC disse que a fonte de financiamento do crédito imobiliário era mandatória e direcionada no período em que os mercados não tinham capacidade para financiamento. “Mas hoje os mercados cresceram e eu acredito que vai ser importante essa discussão que está tomando lugar”. De acordo com Meirelles, o desenvolvimento do crédito imobiliário no Brasil foi possível por alguns fatores, dentre eles a conquista da estabilidade macroeconômica, que trouxe previsibilidade. Outro aspecto foi a estabilidade do mercado cambial, que deu ao Brasil a capacidade de cumprir seus compromissos externos, através da acumulação de reservas, que permitiu ao País ser um dos últimos a entrar na crise econômica e ser um dos primeiros a sair dela. Meirelles disse que um terceiro fator que permitiu o crescimento do crédito imobiliário no Brasil foi o desenvolvimento do sistema financeiro que, segundo o presidente do Banco Central, é modelo em fóruns internacionais. Meirelles afirmou que, neste cenário, o BC está trabalhando nas questões providenciais, visando não criar mecanismos que vão gerar ou propiciar funding de longo prazo, uma vez que existem condições macroeconômicas para isso. Para ele, o mercado, as instituições e os agentes devem estar em alerta sempre em relação ao crédito, principalmente em momentos de euforia, quando o horizonte indica a inexistência de risco e de problemas. Mesmo em momentos de crescimento, ele pediu que as normas sejam rigidamente seguida   
BSB, 19/3- O Banco Central defende a criação de uma índice que acompanhe a evolução dos preços do mercado imobiliário. A posição foi anunciada nesta sexta-feira (19) pelo diretor de Normas do Banco Central, Alexandre Tombini, para quem isso é uma questão de curto prazo. O índice não seria feito pelo BC, mas por institutos de pesquisa, a exemplo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e da FGV (Fundação Getulio Vargas). Tombini falou durante a realização da 2ª Conferência Internacional de Crédito Imobiliário, promovida pelo próprio Banco Central. Na abertura do evento, o presidente do BC, Henrique Meirelles, disse que o crédito imobiliário no Brasil enfrenta o desafio de encontrar fontes de financiamento alternativas à poupança. “No caso do SBPE, é muito importante repensarmos quais são outras fontes de financiamento para um continuado crescimento no Brasil”, disse Meirelles.   
BSB, 16/3- Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) não esperam alteração na taxa básica de juros, Selic, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para hoje (16) e a próxima quarta-feira. A informação é do boletim Focus, que traz a previsão de aumento da taxa básica somente em abril, com elevação do atual patamar de 8,75% ao ano para 9,25% ao ano. Ao final de 2010, os analistas esperam que a Selic chegue a 11,25% ao ano. Para o fim de 2011, a projeção foi alterada de 11,23% para 11% ao ano. A expectativa de elevação da Selic vem acompanhada de projeção de alta de inflação. A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano subiu pela oitava vez consecutiva, passando de 4,99% para 5,03%, acima do centro da meta de inflação, de 4,5%. Essa meta tem margem de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, ou seja, o limite inferior é de 2,5% e o superior de 6,5%. Para 2011, também foi elevada a expectativa para o IPCA de 4,50% para 4,60%. A meta de inflação é estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, com base no IPCA. Cabe ao Banco Central persegui-la e, para isso, a instituição usa como instrumento a taxa básica de juros. Quando considera que a economia está aquecida e a trajetória de inflação é de alta, o Copom do BC aumenta os juros básicos. O boletim Focus também traz projeções de outros índices de inflação. A estimativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou de 5,91% para 6,24%, neste ano. Para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M), a expectativa passou de 5,88% para 6,38%. A projeção para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), neste ano, foi alterada de 5,40% para 5,41%. Para 2011, a estimativa para esses índices – IGP-DI, IGP-M e IPC-Fipe – permanece em 4,5%. A previsão para os preços administrados permanece em 3,60%, em 2010, e em 4,50%, em 2011. Os preços administrados são aqueles cobrados   
BSB, 15/3- O salto do crédito foi responsável por quase 40% da taxa de crescimento do Brasil nos últimos seis anos. A conclusão é de um estudo elaborado, a pedido do Estado, pelo economista-chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges. Nas contas dele, a expansão média de 4% ao ano do Produto Interno Bruto (PIB) no período 2004-2009 teria sido de 2,5% se o crédito não tivesse avançado como avançou - a participação no PIB foi de 23% para 45%. "O crédito foi crucial para a retomada do crescimento, tanto pela ampliação da oferta pelos bancos, que deixaram de financiar apenas o governo, como pelo aumento da demanda pelas famílias e empresas, que, em um ambiente mais estável e com a melhora do mercado de trabalho, ficaram cada vez mais confiantes em se endividar", diz ele. Além das questões macroeconômicas - queda da inflação, mais postos de trabalho, renda maior, melhora das contas públicas e consequente redução dos juros -, especialistas destacam a criação do crédito consignado e mudanças regulatórias, que deram mais segurança a quem concede o empréstimo. O analista Alexandre Andrade, da Tendências Consultoria Integrada, lembra, por exemplo, que o consignado, regulamentado pelo governo em 2004, apresentava, no fim de janeiro, estoque de R$ 110 bilhões, um terço dos empréstimos concedidos às pessoas físicas no Brasil. Segundo ele, a Lei de Falências estimulou empréstimos às empresas. "O consignado colocou no mercado um contingente enorme de aposentados que não participavam do sistema de crédito", afirma o analista de instituições financeiras da Austin Rating, Luís Miguel Santacreu. Olhando à frente, a aposta do mercado para que a fatia de empréstimos na economia chegue perto da média mundial é o crédito imobiliário. Apesar do avanço dos últimos anos, a relação crédito/PIB, aqui, é inferior à maioria dos países. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.   
BSB, 13/3- A CEF (Caixa Econômica Federal) mais que dobrou o montante do financiamento em habitação concedido no primeiro bimestre deste ano. Com os 143 mil contratos, a cifra atingiu R$ 8,51 bilhões, valor 108% maior que o somado entre janeiro e fevereiro de 2009. Desse total, R$ 5,57 bilhões foram contratados em financiamentos para aquisição ou construção de imóveis individuais. Outros R$ 2,94 bilhões foram aportados em financiamentos para produção de imóveis. Segundo a CEF, a contratação habitacional do primeiro bimestre de 2010 já alcançou toda a contratação realizada em 2005, que foi de R$ 8,49 bilhões. No Estado de São Paulo, foram financiados R$ 2,6 bilhões no bimestre, em 34,7 mil imóveis. As contratações utilizando o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) alcançaram mais de R$ 1,2 bilhão, com 10,9 mil financiamentos. Já os créditos que utilizam os recursos da poupança (SBPE) somaram R$ 1,45 bilhão, em 17 mil unidades financiadas pela modalidade. Outras 6,7 mil foram financiadas com recursos do FAR (Fundo de Arrendamento Residencial). Até o final de fevereiro, 3.470 propostas de empreendimentos para o programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, haviam sido recebidas pela CEF. Das 712,5 mil unidades enquadráveis no programa, 327 mil já foram contratadas. Apenas em São Paulo foram 727 propostas, com 66,8 mil unidades já contratadas.   
BSB,9/3- A estabilidade da economia brasileira está impulsionando o crescimento de modalidades alternativas às linhas de crédito tradicionais. É nessa onda que aparece o refinanciamento imobiliário, que, na avaliação de especialistas, tende a abocanhar a cada ano um pedaço maior do mercado. Hoje, dos grandes bancos de varejo, apenas o HSBC e o Santander ? não por coincidência, duas instituições estrangeiras ? oferecem o refinanciamento imobiliário. Além deles, duas financeiras independentes, a Brazillian Mortgages (BM) e a Pinhal Jardim, trabalham com o produto. Para analistas, as baixas taxas de inadimplência (já que o imóvel quitado é dado como garantia) é um dos motivos que devem atrair a atenção de outros grandes bancos para a modalidade. O refinanciamento, muito utilizado nos Estados Unidos e em países da Europa, é um espécie de hipoteca. Mas, diferentemente do que é feito por americanos e europeus, no Brasil, os refinanciamentos não superam 50% do valor total do imóvel. “Refinanciamos 50%, ou até R$ 500 mil, de imóveis já quitados com prazo de 30 anos para pagamento e o dinheiro não é carimbado, ou seja, pode ser usado pelo cliente para qualquer fim”, explica Vitor Bidetti, diretor da BM Sua Casa, uma das empresas do grupo BM.   
BSB, 9/3- Refinanciar o imóvel é uma maneira de se capitalizar para, por exemplo, organizar o orçamento doméstico, quitar dívidas em modalidades em que os juros são extorsivos, como cartão de crédito, cheque especial. “Pode também ser uma maneira de comprar um segundo imóvel de valor mais baixo do que o primeiro”, sugere o consultor especializado em finanças pessoais Marcos Crivelaro. No entanto, Antonio Barbosa, diretor de crédito imobiliário do HSBC, não recomenda a utilização do refinanciamento do banco para a compra do segundo imóvel. O tradicional crédito tem taxas de 10,5% ao ano, enquanto o refinanciamento tem as taxas anuais na casa dos 18%. “Recomendo a adesão a esse produto para quem precisa fazer uma readequação financeira”, diz. Outro benefício apontado pelos especialistas no refinanciamento é a velocidade em que o dinheiro é liberado. Na BM Sua Casa, por exemplo, a verba demora, em média, 15 dias para sair. Enquanto isso, em um crédito imobiliário tradicional, o prazo dado pelos bancos de varejo para a liberação do dinheiro é de cerca de dois meses. Fábio Ferraro, diretor comercial da construtora Obracil, salienta que essa agilidade é “extremamente benéfica ao mercado imobiliário e ao cliente”. O uso excessivo de uma modalidade de crédito semelhante a essa nos EUA foi o estopim da crise financeira global que explodiu em setembro de 2008. Milhões de americanos refinanciaram suas casas (hipoteca) para gastar dinheiro com consumo. O alto endividamento, somado à elevação dos juros no país, acarretou em calotes frequentes. Depois disso, os imóveis foram devolvidos, mas o valor de mercado da propriedade já era inferior ao das hipotecas, causando enormes rombos nas instituições financeiras. Como no Brasil a modalidade de refinanciamento é mais conservadora, os especialistas não consideram a possibilidade de o País sofrer situação semelhante.   
BSB, 5/3- O IPTU (Imposto sobre Propriedade Territorial) foi o tributo municipal que obteve o maior aumento de arrecadação no ano passado em relação a 2008. O montante arrecadado foi de R$ 14,67 bilhões – 17,4% a mais que no ano anterior. Os números divulgados pela CNM (Confederação Nacional de Municípios) mostram que a arrecadação do ISS (Imposto sobre Serviços) aumentou 14,1%, atingindo R$ 26,28 bilhões. Já o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), com R$ 4,51 bilhões, aumentou em 13,6% a arrecadação. O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, aponta como aspectos que contribuíram para o melhor desempenho arrecadador dos municípios o aperfeiçoamento da gestão nas prefeituras, o comportamento natural dos prefeitos de cobrar tributos em atraso nos primeiros anos de mandato e a adesão a programas de refinanciamento de dívidas fiscais. Em 2009, o IRRF municipal (Imposto de Renda Retido na Fonte) arrecadou R$ 5,3 bilhões, enquanto a Previdência Municipal somou R$ 5,9 bilhões e outras taxas, R$ 8,7 bilhões. Apesar da redução de 9,7% dos repasses da União no ano passado, os municípios brasileiros arrecadaram R$ 65,45 bilhões, um crescimento de 13,58% na arrecadação.   
BSB, 3/3- Os preços da construção civil paulista aumentaram 0,14% entre janeiro e fevereiro, segundo dados divulgadoS pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). O CUB ( Custo Unitário Básico) - que reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil - atingiu 123,43 pontos no mês. Em janeiro, a pontuação havia sido de 123,25. Considerando os dois primeiros meses do ano, os custos registraram alta de 0,29% e, nos últimos 12 meses, de 3,22%. Em fevereiro, o custo da construção civil paulista (R8-N) foi de R$ 857,85 por metro quadrado, sendo R$ 445,86 (51,97%) referentes à mão-de-obra e R$ 389,18 (45,37%), aos materiais. As despesas administrativas responderam por apenas R$ 22,81 (2,66%). Em relação a janeiro, o CUB relativo ao material aumentou 0,26%, atingindo 119,11 pontos em fevereiro. Já os custos relativos à mão-de-obra se mantiveram praticamente estáveis, subindo apenas 0,03%, para 127,45 pontos. As despesas administrativas, por sua vez, registraram alta de 0,31%, ficando em 123,70 pontos no segundo mês do ano. Entre os 41 itens de materiais de construção analisados, 25 tiveram aumento de preços superior ao IGP-M ( Índice Geral de Preços - Mercado) dos últimos 12 meses. As maiores variações foram observadas na Brita 2 (7,51%), areia média lavada (4,54%) e disjuntor tripolar 70 A (3,84%). O IGP-M do período foi de 0,24%. Entre as maiores quedas de preço do mês, estão a da Cimento CPE-32 saco 50 kg (-5,63%), Fio cobre antichama isol. 750 V 2,5 mm2 (-3,88%) e Chapa compensado plastificado 18 mm (-3,76%).   
BSB, 1/3- O índice que baliza o reajuste do valor do aluguel residencial registrou, nos últimos 12 meses terminados em fevereiro, aumento acumulado de 0,24%. Logo, esse deve ser o reajuste dos aluguéis com aniversário em março. Este é o primeiro mês com reajuste positivo após sete meses de deflação, segundo o Secovi-SP (Sindicato da Habitação).O último reajuste positivo havia sido de 1,52%, para contratos com aniversário em julho de 2009. Com a alta acumulada do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), um imóvel alugado por R$ 1 mil até fevereiro passa a custar R$ 1.002,40 a partir de março pelos próximos 12 meses. Se o aluguel era, por exemplo, de R$ 700, passará a valer R$ 701,68. O fator multiplicador em relação ao aluguel de março é de 1,0024. É preciso levar em consideração que esse fator vale para contratos com reajuste em março e pagamento no início de abril. Para contratos com aniversário em fevereiro e pagamento em março considerou-se 0,9933 como fator e, para os com aniversário em janeiro e pagamento em fevereiro, o fator é de 0,9828.   
BSB, 27/2- A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou, nesta quinta-feira (25), a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de fevereiro (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice, que é o principal balizador para o reajuste de aluguéis, já acumula variação de 1,82%. No segundo mês do ano, contudo, a inflação é de 1,18%, maior que a apurada em janeiro, quando o índice variou 0,63%. Em fevereiro, o IPA (Índice de Preços por Atacado) registrou aumento, passando de 0,51% para 1,42%, enquanto o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) recuou de 0,52% para 0,35%. A categoria de mão-de-obra chegou a 0,22% na medição atual, enquanto o índice que capta o custo de materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,47%. No que diz respeito ao IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, este apresentou desaceleração no período estudado, ficando em 0,88%, contra 1% um mês antes. O cálculo do IGP-M é composto pelo IPA, IPC e INCC. Os indicadores medem itens como bens de consumo (alimentos) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção), além dos preços de aluguéis, condomínios, transportes, dentre outros. O IGP-M mede os níveis de inflação para toda a população, envolvendo todos os níveis de renda. Esse índice é utilizado para reajustes de contratos de aluguel, tarifas públicas e planos de saúde (no caso dos contratos mais antigos).   
BSB, 24/2- O mercado de imóveis novos na cidade de São Paulo se recuperou ao final de 2009 e atingiu a venda de 35.832 unidades, superando a expectativa inicial de 33 mil vendas, revelou o Secovi-SP (Sindicato da Habitação) nesta terça-feira (23). Os dois últimos meses foram determinantes para o resultado, com representatividade de 23% das vendas, sendo que 2.611 unidades foram comercializadas em novembro e outras 5.663 no mês de dezembro do ano passado. Em relação aos lançamentos de imóveis novos, foram 30.128 unidades, segundo a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio), sendo que mais de um terço ficou concentrado nos últimos dois meses do ano. Em 2008, foram lançadas 34,5 mil unidades. Entre novembro e dezembro, foram lançadas 10.142 novas moradias na cidade de São Paulo. Para se ter uma ideia, o volume é superior à soma dos sete primeiros meses do ano passado, que ficou em 9.753 unidades. “A recente alta nos lançamentos pode ser atrelada à recuperação após meses seguidos de timidez. Já as vendas atingiram a retomada necessária durante o ano passado, confirmando que a confiança do consumidor está nos mesmos níveis do período pré-crise de 2008”, afirmou o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. A expectativa do Secovi para este ano é de crescimento de 10% em número de lançamentos e de 5% na comercialização de imóveis novos, o que representa 33 mil unidades lançadas e 37 mil vendidas.   
BSB, 22/2- Os imóveis usados valorizaram até 126% no Rio em janeiro na comparação com o mesmo mês do ano passado. O destaque foi para Ipanema, Copacabana, Botafogo e Tijuca. Os três primeiros são bairros beneficiados pela ação da polícia pacificadora, as chamadas UPPS (Unidades de Polícia Pacificadora), e o quarto bairro é o próximo a ter esse mesmo tipo de ação — programada para acontecer na comunidade do Borel. A alta nos preços se deu tanto na venda quanto na locação. Ou seja, foi positiva para proprietários e negativa para os inquilinos. Atingiu tanto apartamentos quanto casas de todos os tamanhos. Os dados foram divulgados ontem pelo Secovi Rio (Sindicato da Habitação).Os motivos que impulsionaram a valorização vão além da instalação das UPPs. A estabilidade da economia e as alterações da Lei do Inquilinato, que permitem a retomada mais rápida do imóvel, por falta de pagamento, também influíram no aumento do valor dos imóveis. O levantamento revela valorização maior de imóveis com mais quartos. Um quatro quartos em Ipanema subiu 126,63%. No Flamengo, 79,04% e, no Leblon, 62,45%. Já os dois quartos foram o destaque da Tijuca, com alta de 81,951%, de São Cristóvão, com 68,93%, e de Botafogo, com 52,50%. Ocorreram também casos de desvalorização. Foi o que aconteceu com imóveis de 3 quartos em Jacarepaguá (-12,66%) e 2 quartos no bairro de Madureira (-2,29%).   
BSB, 19/2- O número de imóveis usados vendidos na cidade de São Paulo superou o registrado em janeiro do ano passado. Segundo dados da Lello Imóveis, os negócios fechados pela empresa cresceram 55% no mês passado, na comparação com o mesmo período de 2009 -, o que indica um mercado aquecido para este ano. “A aprovação de fichas pelos bancos está mais rápida e menos burocrática”, afirmou, por meio de nota, a gerente geral de Locação e Vendas da Lello, Roseli Hernandes. “Por outro lado, a demanda continua aquecida”. Para Roseli, diante dos bons resultados de janeiro, 2010 pode ser melhor que 2009, quando se trata das vendas de imóveis usados. No ano passado, a empresa fechou um número de negócios 25% maior, na comparação com 2008. O valor médio das unidades comercializadas no mês passado alcançou os R$ 350 mil. A Lello também identificou um aumento do número de imóveis vendidos por meio de financiamentos bancários. Em 2009, 40% dos contratos fechados por meio da empresa tiveram financiamento, contra 30% registrados no ano anterior. Dessa forma, o número deste ano pode ser maior. De acordo com a última pesquisa do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), os imóveis usados com valores de até R$ 200 mil foram os preferidos dos paulistanos em novembro último. Esses imóveis representaram 58,56% nas vendas totais. Dentro da faixa de preço de até R$ 200 mil, os imóveis de até R$ 40 mil foram os mais procurados, com 9,91% de participação, seguidos das propriedades de R$ 101 mil a R$ 120 mil, de R$ 121 mil a R$ 140 mil, entre R$ 161 mil e R$ 180 mil e de R$ 181 mil a R$ 200 mil, todos com 9,01% da preferência.   
BSB, 17/2- O mercado de fundos imobiliários pode dobrar de tamanho em 2010. A grande expectativa gira em torno do dinheiro das fundações que deve ir para o setor - no mercado, estima-se entre R$ 3 bilhões e 4 bilhões os recursos disponíveis para a aplicação somente neste ano. Os 84 fundos imobiliários em operação hoje reúnem patrimônio líquido de R$ 5,2 bilhões. "As fundações serão os grandes fomentadores dessa indústria", afirma uma fonte do setor. Bom para o investidor pessoa física, que passará a contar com um senhor reforço para o desenvolvimento do mercado, que já mostra sinais de amadurecimento. Basta ver o movimento cada vez maior de lançamentos de fundos com mais de um ativo - de imóveis a títulos imobiliários -, gestão ativa e participação crescente de bancos de varejo na distribuição e estruturação. Citibank, Bradesco, Santander e Caixa voltaram a dar as caras. Neste ano, a primeira oferta registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) vai nessa linha. Trata-se do fundo Max Retail, que definiu como foco a exploração de empreendimentos comerciais destinados à exploração do segmento varejista, mas não descarta a chance de investir em papéis como certificados de recebíveis imobiliários (CRIs), letras hipotecárias (LHs) e de crédito imobiliário (LCIs). O setor de fundos imobiliários está mudando de cara, afirma o advogado Carlos Eduardo Ferrari, do escritório Lobo & de Rizzo. O ingresso de dinheiro novo de fundos de pensão vai criar um mercado com um tamanho mais atraente, aponta. "Uma indústria como a de hoje, de R$ 5 bilhões, é muito pequena para oferecer liquidez e crescer." Apesar da demanda crescente de investidores, há escassez de ofertas, diz. Mas, com o comprometimento do investimento por parte de fundos de pensão, haverá estímulo para a estruturação de carteira maiores, de pelo menos R$ 100 milhões, porque parte já estará garantida para os institucionais. "O fundo de pensão vai acabar dando respaldo para o crescimento das ofertas.”   
BSB, 7/2- O Índice Nacional da Construção Civil, calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em parceria com a Caixa Econômica Federal, apresentou variação de 0,42% em janeiro, índice 0,03 ponto percentual maior do que o registrado em janeiro do ano passado, quando o índice variou 0,39%. Em relação a dezembro de 2009, o índice desacelerou, uma vez que naquele mês o índice variou 0,54%. Nos últimos 12 meses, a variação de 5,88% ficou levemente acima dos 5,85% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. De acordo com informações divulgadas nesta sexta-feira (5), o custo nacional por metro quadrado chegou a R$ 719,37 em janeiro, dos quais R$ 413,92 se referem aos materiais de construção e R$ 305,45 à mão-de-obra. O aumento dos custos dos materiais nesse período foi de 0,13 ponto percentual, passando de 0,44% em dezembro para 0,31% em janeiro. O índice referente à mão-de-obra apresentou desaceleração de 0,09 p.p., ficando em 0,58% no mês passado, frente ao 0,67% do último mês de 2009. Em 12 meses, os materiais acumulam alta de 4,06% e a mão-de-obra, de 8,45%. No primeiro mês do ano, a maior variação mensal ficou com a região Nordeste (+0,77%). Já a variação da região Sudeste foi a menor do mês, de 0,21%. No Norte, o índice variou 0,64% e as regiões Centro-Oeste e Sul apresentaram variações de 0,46% e 0,30%, nesta ordem. No acumulado dos últimos meses, as regiões Norte e Nordeste foram os destaques, registrando alta de 6,39% e 6,31%, respectivamente, ao passo que a menor variação acumulada ficou com a região Sul (5,07%). No mesmo período, as regiões Sudeste e Centro-Oeste registraram altas de 5,8% e 5,93%, respectivamente.   
BSB, 4/2- Enquanto o mercado financeiro discute quando e quanto o juro básico deve subir neste ano, no imobiliário o discurso é de que as taxas dos financiamentos não vão acompanhar a trajetória de alta da Selic. O principal argumento dos bancos é de que a maior parte dos recursos do crédito imobiliário é captada por meio da poupança, investimento que não sofre grandes alterações de rentabilidade quando o juro básico é modificado. Especialistas esperam que a Selic encerre 2010 em 11,25% ao ano (ante 8,75% hoje), de acordo com o mais recente boletim Focus do Banco Central (BC), resultado de uma pesquisa com centenas de instituições financeiras e consultorias. Independentemente do novo nível da Selic, a caderneta paga ao investidor 0,5% ao mês mais Taxa Referencial (TR) - calculada a partir da taxa média dos Certificados de Depósito Bancário (CDBs). A rentabilidade estável da caderneta faz com que o custo dos bancos ao captar o dinheiro para empréstimos imobiliários não suba caso a Selic seja elevada. O juro do financiamento varia entre 8% e 10% ao ano mais TR. “Parte do cálculo da TR contém a Selic. Se o juro sobe, a TR deve subir também, mas a parte fixa do financiamento não deve ser alterada”, afirmou o diretor de empréstimos e financiamentos do Banco do Brasil, Nilson Martiniano. A TR tem um custo muito baixo para o mutuário. Nos últimos meses, tem ficado abaixo de 0,1% ao mês. Segundo os bancos, não deve ocorrer algo parecido com o visto em outubro de 2008, quando as instituições aumentaram o juro cobrado no empréstimo imobiliário. Em alguns casos, a taxa chegou a 12% ao ano mais TR. “Não foi somente a Selic que fez o juro do crédito subir no passado. Foi uma questão de mercado”, lembra o diretor de crédito imobiliário do Santander, José Roberto Machado Filho. Na época, havia o temor de que a inadimplência subiria.   
BSB, 3/2- O ministro do Turismo, Luiz Barretto, e o vice-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Armando Mariante, anunciam ontem (2), no Rio, linha de crédito no valor de R$ 1 bilhão para reforma, ampliação e construção de novos hotéis. A iniciativa faz parte do pacote de ações do governo federal para a realização da Copa do Mundo de 2014. A linha do BNDES trabalha com os conceitos de Hotel Padrão, Hotel Eficiência Energética e Hotel Sustentável, estabelecendo prazos de pagamento e taxas de juros diferenciadas para cada categoria.   
BSB, 2/2- A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou, nesta quinta-feira (28), a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de janeiro (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice, que é o principal balizador para o reajuste de aluguéis, subiu em relação a dezembro do ano passado (-0,26%) e ficou em 0,63% no primeiro mês do ano. Em 12 meses, contudo, o IGP-M acumula variação de -0,67%. Em janeiro, o IPA (Índice de Preços por Atacado) voltou a registrar aumento, passando de -0,50% para 0,51%, enquanto o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) subiu de 0,20% para 0,52%. A categoria de mão-de-obra chegou a 0,60% na medição atual, e o índice que capta o custo de materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,44%. O cálculo do IGP-M é composto pelo IPA, IPC e INCC. Os indicadores medem itens como bens de consumo (alimentos) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção), além dos preços de aluguéis, condomínios, transportes, dentre outros. O IGP-M mede os níveis de inflação para toda a população, envolvendo todos os níveis de renda. Esse índice é utilizado para reajustes de contratos de aluguel, tarifas públicas e planos de saúde (no caso dos contratos mais antigos).   
BSB,1/2- As quedas no reajuste dos aluguéis de imóveis estão diminuindo. Contratos vencidos em janeiro deste ano tiveram uma redução de 1,72%, mas a previsão é de que, para os que vencem no mês de fevereiro, a diminuição do valor pago pelos inquilinos seja de 0,67%. A correção em fevereiro corresponde à variação do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado), medido pela FGV (Fundação Getulio Vargas), no período de fevereiro de 2009 a janeiro de 2010. Os contratos de aluguéis são reajustados de acordo com o mês de aniversário, anualmente, e grande parte deles usa como indexador o índice da FGV. No primeiro mês do ano, o IGP-M apresentou variação de 0,63%. “Esse aumento, que provavelmente decorre da recente desvalorização do real diante do dólar norte-americano, amenizou o processo de escalada da deflação acumulada do índice observada entre os meses de setembro e dezembro de 2009”, declarou o gerente do Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Roberto Akazawa.   
BSB, 27/1- A Caixa Econômica Federal fechou 2009 com R$ 47,5 bilhões em financiamentos imobiliários, sendo R$ 14,1 bilhões destinados ao programa Minha Casa, Minha Vida. Trata-se da maior contratação habitacional de sua história. Receberam o crédito 886.762 famílias, sendo 275.528 pelo Minha Casa, Minha Vida. O volume de crédito é 102% maior do que registrado em 2008 e 9,4 vezes acima do de 2003, informou a Caixa. "Contrariando todas as expectativas, 2009 foi um ótimo ano para o crédito imobiliário", afirmou o vice-presidente de governo da Caixa, Jorge Hereda. As linhas de crédito com recursos do FGTS também tiveram crescimento expressivo em 2009. Os empréstimos para imóveis novos ou na planta somaram mais de R$ 9,4 bilhões, 109% maior do que 2008. A quantidade de unidades financiadas aumentou 31%, passando de 110.021 em 2008 para 144.309 em 2009. Já os recursos para imóveis usados aumentaram 36% no ano passado, subindo de R$ 5,74 bilhões para R$ 7,84 bilhões. No total, o financiamento com recursos do FGTS cresceu 65%, com 284.791 novos contratos. Os financiamentos com recursos da poupança, por sua vez, somaram R4 19,4 bilhões em 2009, 108% a mais do que em 2008. Foram financiadas 153,181 unidades no país. No Estado de São Paulo foram financiados 181.217 imóveis em 2009, totalizando R$ 12,2 bilhões. Com os recursos do FGTS, o crédito somou R$ 4,6 bilhões, com 67.185 unidades. Já os financiamentos com recursos da poupança somaram R$ 6,4 bilhões, com 96.134 imóveis.   
BSB, 26/1- Os recursos de poupança devem ser suficientes para financiar o crédito imobiliário nos próximos três ou quatro anos, segundo o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Luiz Antonio França. Atualmente, a poupança e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) são as principais fontes de recursos para o financiamento imobiliário. No ano passado, o financiamento imobiliário com funding da poupança cresceu 13,3%, para R$ 34,017 bilhões, com 302,680 mil unidades financiadas. Somando-se as 383 mil unidades financiadas pelo FGTS, o número chega a 683 mil. O Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) deve emprestar R$ 50 bilhões em 2010 para financiamento de 450 mil imóveis novos e usados. Caso se confirme, o número será 47% maior do que os R$ 34 bilhões que financiaram 303 mil imóveis no ano passado. Isso porque o mercado continuará sendo impulsionado pelo aumento da renda familiar no País, taxas de juros baixas e condições de crédito mais flexíveis oferecidas pelos bancos. “A crise teve maior impacto no setor no primeiro semestre de 2009. A velocidade das vendas de imóveis, por exemplo, já foi retomada”, diz Luiz Antonio França.   
BSB, 22/1- As vendas de imóveis usados e a locação de casas e apartamentos tiveram desempenho negativo em novembro na cidade de São Paulo. Na comparação com outubro, as vendas foram 18,03% menores e a locação recuou 22,67%, segundo pesquisa feita com 399 imobiliárias pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP). Foram vendidos na 170 imóveis usados, o que fez o índice de vendas fechar em 0,4261, 18,035% abaixo do índice de 0,5198 apurado em outubro. Os apartamentos lideraram as vendas, com 61,18% do total, ficando as casas com os restantes 38,82% dos contratos. A maioria das vendas foi feita à vista - 59,43%. Os financiamentos concedidos pela Caixa Econômica Federal (CEF) responderam por 26,42% dos contratos, os demais bancos por 9,43%, as vendas feitas parceladamente pelos proprietários por outros 3,77% e os consórcios pelos restantes 0,94%. Imóveis com valor superior a R$200 mil somaram 41,44% das vendas. Os preços médios de 7 modalidades de apartamentos pesquisados aumentaram, enquanto baixaram os de 3 modalidades. No segmento de casas, houve baixa de preços médios de 5 modalidades de residências e alta em uma modalidade. O preço que mais subiu foi o de apartamentos do tipo standard com mais de 15 anos de construção e localizados em bairros da Zona D, como Jaguaré, Jardim Miriam, Liberdade - o metro quadrado subiu de R$1.919,96 em outubro para R$2.430,56 em novembro, uma alta de 26,59%. A maior baixa ocorreu com o preço de casas de padrão standard, construídas há mais de 15 anos e situadas na Zona B, que agrupa bairros como Indianópolis, Planalto Paulista e Vila Mariana - a queda foi de 43,00%, com o metro quadrado baixando de R$2.875,00 em outubro para R$1.638,88 em novembro.   
BSB, 19/1- De janeiro a novembro de 2009, o valor médio dos financiamentos imobiliários com recursos da poupança, concedidos pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos), ficou em R$ 121,4 mil – montante 20,7% superior aos R$ 100,5 mil registrados no mesmo período de 2008. O valor médio dos financiamentos imobiliários com recursos da poupança só vêm crescendo. Em 2006, R$ 70,6 mil eram financiados, em média, pelo SBPE. Em 2007, o valor médio foi para R$ 84,1 mil. De acordo com balanço do SBPE, divulgado na última sexta-feira (15) pela Abecip (Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário), houve um aumento do valor da parcela financiada em relação ao valor total dos imóveis, o que fez o valor médio dos financiamentos aumentar entre 2008 e 2009. O valor mais alto, analisa a associação, é devido à maior confiança dos financiadores e tomadores de crédito e também por conta da valorização do imóvel. Até novembro, foram concedidos R$ 30,187 bilhões em empréstimos com recursos da poupança, que financiaram 270.992 moradias – número 1,8% menor que o registrado de janeiro a novembro de 2008. Mesmo com o resultado abaixo do patamar do ano anterior, a Abecip está confiante nos resultados do fechamento de 2009. “Em 2009, a projeção é atingir a marca de R$ 32 bilhões, com 210 mil unidades financiadas”, espera o presidente da Abecip, Luiz Antonio França. Para 2010, a entidade espera uma forte expansão do crédito imobiliário, como ocorreu entre 2004 e 2008.   
BSB, 16/1- Os trabalhadores que tiveram dinheiro guardado no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em 2009 não conseguiram sequer ter reposta à inflação do ano. Enquanto as contas sofreram correção de 3,9%, o IPCA teve elevação de 4,31%. Foi o pior rendimento da história do fundo, criado em 1966. O motivo para a baixa rentabilidade foi a redução da Taxa Referencial (TR) que deveria corrigir o saldo do fundo contra as perdas da inflação. Durante três meses, ela chegou a ficar zerada. A queda também afetou a poupança, que apresentou a pior taxa nominal da história. Segundo a consultoria Economática, a aplicação rendeu 7,05% em 2009. A ONG Instituto FGTS Fácil calcula em R$ 56,7 bilhões as perdas do fundo desde dezembro de 2002. A desvalorização provocada pela TR teria sido de 30,54%. “Só temos duas saídas: entrar na Justiça para reaver o expurgo da TR e pressionar o Congresso para votar projeto que substitui a taxa pelo IPCA”, diz o presidente do instituto, Mário Avelino, referindo-se à proposta do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), em tramitação no Senado. O setor jurídico da ONG representa trabalhadores que tentam recuperar suas perdas. Até o momento, nenhuma sentença foi dada. Já a Caixa Econômica Federal alega que entre 1993 e 2009, a variação acumulada do FGTS foi de 27.610,5%, superando o IPCA do período, de 22.810,2%. Já a poupança, apesar da taxa nominal baixa, teve elevação da rentabilidade em 2009. Em relação à inflação, o ganho foi de 2,63% no ano passado, contra 1,89% em 2008. O retorno do investimento tradicional, que tem isenção de impostos a partir de 30 dias de depósito, vem atraindo poupadores. Muitos até trocam fundos de renda fixa pela caderneta. Em 2009, a captação da poupança foi o segundo melhor da história. Os depósitos superaram os saques em R$ 30,4 bilhões, segundo balanço do Banco Central.   
BSB, 13/1- O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), usado como base para o reajuste na maioria dos contratos de aluguel, registrou alta de 0,27% na primeira leitura prévia deste mês. Na primeira prévia de dezembro o indicador havia registrado queda de 0,16%. No acumulado em 12 meses o índice aponta queda de 1,02%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas). A metodologia aplicada na apuração do IGP-M é a mesma do IGP-10 e do IGP-DI, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. A primeira prévia do IGP-M de janeiro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 31 do mês de dezembro. O indicador fechou 2009 com deflação de 1,72%, revertendo a alta de 9,81% vista um ano antes --maior desde 2004 (12,41%). Trata-se da primeira deflação anual na série histórica iniciada em 1989. O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) apresentou leve alta de 0,07% na leitura apresentada hoje, contra alta de 0,28% há um mês. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou alta de 0,13%, pouco menos que o 0,16% visto um mês antes. O índice de custo da Mão de Obra ficou estável --na primeira prévia de dezembro havia registrado alta de 0,40%.   
BSB, 12/1- O crédito habitacional ofertado pela Caixa Econômica Federal ultrapassou o montante de R$ 45 bilhões em 2009, informou a presidente da instituição, Maria Fernanda Coelho. Em 2008, o valor ficou em aproximadamente R$ 23 bilhões. "Estamos fechando os números do crédito habitacional do ano passado, mas superamos a barreira dos R$ 45 bilhões. É um número muito significativo para a Caixa", disse Maria Fernanda, de acordo com a Agência Brasil. De acordo com a presidente da Caixa, que nesta terça comemora 149 anos, a expectativa de crescimento em 2010 é principalmente para o crédito habitacional. Maria Fernanda ainda afirmou que novas aquisições estão nos planos do banco. "A Caixa foi consolidada em 2009. Fizemos a aquisição no fim do ano do banco PanAmericano e continuamos a estudar outros setores importantes para a Caixa, nos quais a empresa possa se consolidar", disse. Entretanto, a presidente da CEF acrescentou que esses "setores" ainda não foram definidos. Em dezembro do ano passado, a Caixa pagou R$ 739,2 milhões para adquirir parte do PanAmericano. Por meio da Caixapar (Caixa Participações S.A), a CEF adquiriu mais de um terço do capital total do banco, mas vai dividir o poder com os administradores privados.   
BSB, 11/1- Cerca de R$ 172 milhões podem ser oferecidos pela União para financiar moradias para famílias de baixa renda organizadas em cooperativas ou associações, por meio do FDS (Fundo de Desenvolvimento Social). O aporte é previsto em uma Medida Provisória que está sendo analisada pela Câmara dos Deputados. O texto também extingue o seguro habitacional para mutuários do SFH (Sistema Financeiro da Habitação). Segundo a Agência Câmara, esse fundo tinha cunho social, mas não está ligado a nenhum programa governamental atualmente. A garantia do seguro habitacional era dada pelo FCVS (Fundo de Compensação de Variações Salariais) e era um tipo de subsídio para contratos de alto risco. Ele foi por muito tempo usado para fomentar programas de moradia para pessoas de baixa renda, mas, segundo o governo, a função não se justifica mais, devido à baixa adesão. Das 2,5 milhões de imóveis financiados entre 1998 e 2007 com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), todos foram feitos com seguros de mercado e não pelo seguro baseado no FCVS. O Ministério das Cidades disse que a extinção desse seguro não vai gerar prejuízos para futuros mutuários, pois seu preço é o mesmo dos seguros de mercado. Já o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida utiliza o Fundo Garantidor da Habitação Popular, que oferece coberturas equivalentes às oferecidas pela apólice extinta, para a população com renda familiar de até 10 salários mínimos.   
BSB, 8/1- Se prevalecer o que prometem o governo e os bancos privados, haverá uma oferta maciça - e recorde - de financiamento neste ano: R$ 78,3 bilhões, dos quais R$ 45 bilhões da caderneta de poupança, R$ 24 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e R$ 9,3 bilhões do Orçamento Geral da União. Se comparados apenas os recursos liberados pela poupança e pelo FGTS em 2009, de R$ 50 bilhões, haverá um crescimento de 38% nos desembolsos. "Sem dúvida, teremos um ano excepcional para a habitação", diz o Ministro das Cidades, Márcio Fortes. Nem mesmo a perspectiva de aumento da taxa básica de juros (Selic) reduz o ânimo. Como o grosso dos empréstimos vem de linhas desvinculadas das taxas de mercado e somente o FGTS liberará R$ 3 bilhões para subsídios à população de mais baixa renda, não há perspectivas de encarecimento do crédito imobiliário. Ou seja, os juros deverão continuar oscilando entre 5% e 12% ao ano além da variação da Taxa Referencial (TR). Também a expansão dos prazos de pagamento para até 30 anos não deve ser freada. "Esse alongamento é reflexo da estabilidade da economia", não se cansa de repetir o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes.   
BSB, 5/1- Os gastos com construções nos Estados Unidos caíram mais que o esperado em novembro, para o menor nível em seis anos, derrubados por um forte declínio na construção de moradias privadas, mostraram dados do governo nesta segunda-feira. Segundo o Departamento de Comércio, os gastos com construção caíram 0,6%, no sétimo mês consecutivo de baixa, para US$ 900,1 bilhões. É o menor nível desde julho de 2003. Os gastos com construção em outubro foram revisados para baixo, com queda de 0,5%, em vez de terem ficado estáveis como anteriormente divulgado. Economistas ouvidos pela Reuters previam que os gastos com construção caíssem 0,4% em novembro.   
BSB, 3/1- Depois de dois meses em queda, a locação de imóveis residenciais registrou alta em outubro, de acordo com o Creci-SP ( Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo). Os dados, coletados em 1.428 imobiliárias de 37 cidades do Estado de São Paulo, incluindo a Capital, identificaram a locação de 2.736 casas e apartamentos no décimo mês do ano. O índice estadual de locação subiu do 1,5992 de setembro para 1,9160, um aumento de 19,81%. O Litoral se destacou, com aumento de 120,75% no número de casas e apartamentos alugados em relação a setembro. Na capital, a alta foi de 35,04%, enquanto no Interior foi registrado aumento de 1,06%. Na Grande São Paulo, por sua vez, as locações apresentaram variação de 8,6% no período analisado. Os dados ainda mostraram que o percentual de locações canceladas representou 49,52% do total de locações contratadas. Em setembro, eram 56,18%. Os imóveis com aluguel de até R$ 800 foram os preferidos em setembro deste ano, alcançando 89,35% no Interior. Nas cidades do ABCD, Guarulhos e Osasco, a proporção foi de 86,87%. Já na Capital e no Litoral, os índices foram de 63,29% e 67,91% do total, nesta ordem. Ainda segundo o levantamento, as casas representaram 57,97% dos novos contratos, enquanto os apartamentos ficaram com 42,03% dos novos contratos de outubro. No mês de outubro, na capital paulista, os aluguéis entre R$ 201 e R$ 400 representaram 19,62% do total, as locações entre R$ 401 e R$ 600 corresponderam também a 19,62% e aquelas entre R$ 601 e R$ 800, a 21,52%.   
BSB, 3/1- De acordo com pesquisa divulgada pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) nesta quarta-feira (30), as vendas de imóveis usados caíram 19,45% em outubro, na comparação com setembro. As 1.428 imobiliárias de 37 cidades que constam na pesquisa comercializaram 910 unidades, o que fez o índice de vendas passar de 0,7911 para 0,6373 entre setembro e outubro. As vendas recuaram nas quatro regiões do Estado em que a pesquisa é dividida, sendo elas a Capital (-7,59%), Litoral (-16,91%), Interior (-20,32%) e nas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco (-34,18%). No décimo mês do ano, as casas foram mais vendidas, com 54,73% de representatividade entre as unidades comercializadas. Sobre o valor do imóvel, é possível perceber na capital a preferência por aqueles de até R$ 200 mil, que tiveram 56,25% de representatividade.   
BSB, 30/12- O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) e que serve de base para os reajustes de contratos de aluguel, teve deflação de 0,26% em dezembro. No mês passado, a taxa havia sido de 0,10%. Segundo o levantamento divulgado nesta terça-feira (29/12) pela FGV, no acumulado do ano o índice apresenta queda de 1,72%. Essa é a primeira deflação anual desde o início da série histórica, em 1989. O resultado de dezembro foi influenciado pela queda no Índice de Preços por Atacado (IPA), uma das três variáveis que compõem o IGP-M. O IPA ficou em -0,50%, influenciado principalmente pelos bens finais (-0,73%). A maior contribuição partiu dos alimentos in natura com variação de -6,15%, ante 4,50%. Outro componente do IGP-M, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,20%, ante 0,14%, em novembro. Último componente do IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve alta de 0,20%, um pouco acima da registrada em novembro (0,18%). Essa elevação foi puxada pelos materiais e equipamentos, com variação de 0,21%, ante 0,08%. No grupo serviços, a taxa passou de 0,44% para 0,33% e em mão de obra, de 0,21% para 0,16%.   
BSB, 28/12- Nos últimos cinco anos, o mercado imobiliário do Distrito Federal vem mantendo um forte ritmo de valorização. A cada ano, o preço do metro quadrado sobe em média entre 20% e 25%. Ao lado do Rio de Janeiro, o DF fica atrás apenas de São Paulo em volume de vendas e faturamento. Em 2009, a valorização foi ainda mais forte. Nos primeiros lançamentos do Setor Noroeste, o preço do metro quadrado, que já beira os R$ 10 mil, assustou, mas ainda assim não faltaram compradores. Pelas previsões do setor, o metro quadrado deve chegar em breve a R$ 12 mil. Antes restrita ao Plano Piloto, cujo tombamento explica em parte a disparada de preço dos espaços, a valorização se expandiu para as demais cidades do DF e até mesmo para o Entorno. De acordo com o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Adalberto Valadão, em 2009 a valorização do metro quadrado variou de 15% a 40%, dependendo da localidade. O surgimento de novas áreas para investimento aqueceu o mercado em 2009. O foco das empresas não se restringiu ao Plano Piloto e a Águas Claras. Com a escassez de terrenos livres na região central, as incorporadoras descobriram um nicho próspero em cidades como Samambaia, Ceilândia e Taguatinga, além de Valparaíso e Águas Lindas, ambas em Goiás. É cada vez maior o número de investidores nessas áreas periféricas. Muitos que não podem desembolsar R$ 10 mil por metro quadrado no badalado Noroeste, por exemplo, pagam até quatro vezes menos longe do Plano.   
BSB, 17/12- O setor imobiliário brasileiro ganhará um índice trimestral que irá medir o rendimento dos investimentos em imóveis em todo o país. O Índice Brasileiro de Rentabilidade Imobiliária (Ibri), em fase piloto, será apresentado pela Fundação Getúlio Vargas e deve ser divulgado regularmente a partir do meio do ano que vem. De acordo com Paulo Pichetti, pesquisador da FGV e coordenador do índice, a criação de uma ferramenta para mapear o desempenho do mercado de imóveis no Brasil é uma demanda antiga do setor, mas que se tornou realidade sob encomenda da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Privada (Abrapp). Com o novo índice, será possível comparar a rentabilidade do segmento imobiliário em relação a outros ativos, inclusive do mercado imobiliário, ou de determinada carteira de um fundo em relação ao mercado como um todo. “É um tipo de informação que todo tipo de investidor vai usar. O mercado imobiliário atual é como se estivéssemos olhando para o mercado de ações, mas sem o Ibovespa. Cada um sabe o quanto ganha, mas não dá para comparar com nenhuma referência”, diz Pichetti. Segundo o pesquisador, a falta de dados e informações centralizadas sobre valorização e rendimento é um ponto fraco do mercado imobiliário do Brasil e afasta decisões de investimentos de grandes investidores internacionais. “Já cheguei a ler em relatórios de consultorias internacionais que o mercado brasileiro é muito interessante e tem potencial”, diz.   
BSB, 17/12- Para o vice-presidente da Abrapp, José Ribeiro Pena Neto,o advento do índice e a organização dos dados do setor serão importantes para transformar em realidade e dinheiro o forte interesse crescente que já existe em se investir em imóveis no Brasil. Segundo ele, os 268 fundos de pensão associados à Abrapp podem investir até 33% do seu patrimônio em imóveis. Na avaliação da pesquisadora Ana Maria Castelo, consultora do Instituto de Economia da Fundação Getúlio Vargas, os dados do setor de imóveis só são tão requisitados agora porque o mercado vive momento de acumulada valorização. Com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios e nas Contas Nacionais, do IBGE, Ana mapeou a renda gerada pelos imóveis com aluguel e com a valorização em todo o país. De acordo com levantamento da pesquisadora, a renda gerada por aluguel atualmente equivale a 4% do Produto Interno Bruto no país. Funcionamento Para a apresentação do funcionamento e metodologia do indicador, o Ibri foi elaborado em fase inicial com base nas informações dos 156 imóveis que pertencem aos fundos de pensão da Abrapp. Segundo os pesquisadores, o desafio para transformar o índice piloto em um indicador abrangente de divulgação regular é convencer os proprietários, investidores e incorporadoras do setor a fornecer o máximo de informações possíveis à Fundação Getúlio Vargas. Para obter os dados, FGV e Abrapp reuniram os principais 'players' do setor em um workshop em Sâo Paulo para debater o tema e explicar que a colaboração deve se reverter em benefícios para o setor. "Todos os presentes responderam um questionário. Agora vai depender da adesão e da velocidade com que cada empresa vai nos entregar os dados para sabermos quando o índice será divulgado regularmente. A expectativa é de que isso aconteça até o meio do ano que vem", diz Pichetti.   
BSB, 15/12- Os preços de moradias na Grã-Bretanha aumentaram no maior ritmo em três anos em novembro, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira pela Royal Institution of Chartered Surveyors. O número de pesquisados reportando alta de preços foi de 35%, ante 34% em outubro. Este foi o maior número desde novembro de 2006.   
BSB, 15/12- A Caixa Econômica Federal lançou nesta segunda-feira uma linha de financiamento para materiais de construção que pode chegar a R$ 1 bilhão, com objetivo de beneficiar consumidores de baixa renda, o que eleva para R$ 5 bilhões o montante total destinado ao setor pelo banco federal. O valor máximo do financiamento é de R$ 10 mil e o prazo de até 24 meses. O cliente ainda poderá escolher a data de vencimento da primeira prestação em até 59 dias após a contratação, com pagamento por boleto bancário ou débito em conta corrente. O governo prorrogou recentemente a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para diversos materiais de contrução. A redução vale até 30 de junho de 2010.   
BSB, 10/12- O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado como referência para reajustes de contratos de aluguel, abriu o mês de dezembro em queda de 0,16%, segundo informou hoje (10) a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado revela redução mais intensa do que a observada no mesmo período do mês anterior, quando a taxa havia ficado em -0,10%. O índice acumula queda de 1,63% no ano. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que havia registrado leve alta de 0,04% em igual período do mês anterior, subiu 0,28% neste levantamento, com a influência dos preços de materiais, equipamentos e serviços (de 0,07% para 0,16%) e pelo custo da mão de obra, que subiu 0,40%. Na leitura anterior, não havia sido observada variação nesse item.   
BSB, 3/12- O crédito habitacional deve crescer 28,6% neste ano, frente ao montante que foi liberado no ano passado, revelou pesquisa do SindusCon-SP (Sindicato da Construção do Estado de São Paulo) divulgada nesta quarta-feira (2). Em 2009, serão liberados R$ 52 bilhões em empréstimos para a habitação, entre recursos da poupança - SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) - e do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), ante R$ 40,43 bilhões no ano passado. Os dados fazem parte de sondagem realizada com empresários do setor, que acreditam que o crédito imobiliário crescerá neste ano, bem como a captação das empresas no mercado de capitais. Neste ano, o crédito habitacional com recursos do FGTS deve ter crescimento maior do que o com recursos da poupança. A expectativa dos empresários é de que o crédito com dinheiro do fundo dos trabalhadores cresça 82%, de R$ 10,42 bilhões para R$ 19 bilhões. Já os empréstimos com dinheiro da poupança devem passar de R$ 30,01 bilhões para R$ 33 bilhões, uma alta quase 10%. A sondagem ainda mostrou que os empresários do setor avaliam que o número de lançamentos aumentará neste ano, com destaque para empreendimentos voltados para as famílias de média e de baixa renda.   
BSB, 30/11- A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou, na sexta-feira (27), a variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) referente ao mês de novembro (medido entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês atual). O índice, que é o principal balizador para o reajuste de aluguéis, acumula, passados onze meses do ano, variação de -1,46%. No mês, contudo, a inflação é de 0,10%, maior que a apurada em outubro, quando o índice variou 0,05%. No penúltimo mês do ano, o IPA (Índice de Preços por Atacado) voltou a registrar aumento, passando de 0,04% para 0,08%, enquanto o INCC (Índice Nacional da Construção Civil) subiu de 0,13% para 0,18%. A categoria de mão-de-obra chegou a 0,21% na medição atual, enquanto o índice que capta o custo de materiais, equipamentos e serviços registrou variação de 0,16%. No que diz respeito ao IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que também integra o IGP-M, este apresentou aceleração no período estudado, ficando em 0,14%, contra 0,03% um mês antes. A principal contribuição puxando o índice para cima veio do grupo Educação, Leitura e Recreação (0,09% para 0,27%). Alimentação também apresentou alta no período, apesar de ainda continuar em deflação (-1,08% para -0,11%). Por outro lado, os grupos Habitação (0,61% para 0,24%), Vestuário (0,98% para 0,63%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,15% para 0,12%), Transportes (0,61% para 0,38%) e Despesas Diversas (0,33% para -0,23%) contribuíram para conter o avanço do IPC apurado no mês. O cálculo do IGP-M é composto pelo IPA, IPC e INCC. Os indicadores medem itens como bens de consumo (alimentos) e bens de produção (matérias-primas, materiais de construção), além dos preços de aluguéis, condomínios, transportes, dentre outros. O IGP-M mede os níveis de inflação para toda a população, envolvendo todos os níveis de renda. Esse índice é utilizado para reajustes de contratos de aluguel, tarifas públicas e planos de saúde (no caso dos contratos mais antigos).   
BSB, 23/11- O prefeito Gilberto Kassab (DEM) enviará hoje à Câmara Municipal projeto de lei que prevê aumento de até 40% no Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) para imóveis residenciais e de até 60% para os não residenciais de São Paulo. A proposta também amplia a faixa de isenção para imóveis com valor venal de até R$ 92,5 mil. Segundo a Prefeitura, quase 54% dos imóveis da capital terão isenção ou alguma forma de desconto. O projeto revisa a Planta Genérica de Valores (PGV), base de cálculo do imposto. Kassab informou ontem que os estudos de revisão haviam sido concluídos pela Secretaria de Finanças e se estabeleceria “um freio” de 40% para o aumento do IPTU (na realidade, o valor chegou a 60%, no caso de imóveis comerciais). O objetivo é aproximar os valores venais dos imóveis - usados para calcular o IPTU - daqueles praticados pelo mercado. Os principais afetados pelo reajuste serão os proprietários de imóveis no centro expandido que se valorizaram nos últimos anos, principalmente os bairros de classe média alta, como Itaim-Bibi, Moema e Vila Nova Conceição. Segundo a Prefeitura, o projeto também estabelecerá novos padrões de construção para o enquadramento de edificações de altíssimo padrão, que se tornaram comuns. Conforme estudos da Secretaria de Finanças, houve mudanças de mais de 300% no valor venal de alguns imóveis desde a última atualização da PGV. Para Amir Khair, economista especialista em contas públicas e ex-secretário municipal na gestão Luiza Erundina (PT), mesmo com a trava o reajuste é exagerado. “É um golpe muito violento no bolso do contribuinte.” Segundo ele, o governo deveria compensar a alta reduzindo a alíquota do imposto, que varia de 0,8% a 1,6% do valor venal do imóvel.   
BSB, 19/11- Durante entrevista para anunciar o seu balanço referente ao terceiro trimestre deste ano, o Banco do Brasil informou que em 2010 vai dobrar a oferta de crédito imobiliário. A previsão da instituição é fechar 2009 com contratos na ordem de R$ 1,6 bilhão. Para o ano que vem, a expectativa é que esse valor suba para R$ 3 bilhões. Atualmente, o BB tem um saldo de R$ 72 bilhões na caderneta. Deste total, R$ 4,7 bilhões poderiam ser usados para o crédito imobiliário. O banco, que começou a oferecer essa modalidade de crédito no final de 2007, espera crescer graças à autorização de usar parte dos recursos aplicados na poupança para financiar imóveis. A participação do financiamento da CASA PRÓPRIA no Banco do Brasil ainda é pequena. A participação, que era nula até o fim do ano passado, chegou a 1,1% no segundo trimestre deste ano, registrando leve alta, para 1,3%, ao fim de setembro de 2009. De acordo com Paulo Rogério Caffarelli, vice-presidente do Banco do Brasil, o banco pretende estar entre as três maiores instituições de crédito imobiliário no País até 2013. Até lá, considerando valores atuais, o executivo diz que o BB oferecerá o equivalente a R$ 5 bilhões. Para isso, além de dinheiro da poupança, o banco também oferecerá linhas de recursos próprios e capitados com FGTS.   
70% DA NOVA CLASSE MÉDIA TEM CASA PRÓPRIA BSB, 14/11- Mais de 70% dos indivíduos que passaram da classe baixa para a média nos últimos anos possuem casa própria, segundo informações do Comunicado da Presidência do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), divulgado na primeira semana do mês. De acordo com o estudo, no caso da passagem do primeiro para o segundo estrato de renda, 72,7% dos indivíduos possuíam casa própria. O número é 3,8 pontos percentuais menor do que o registrado entre aqueles que foram para o terceiro estrato de renda, ou classe alta, e tinham imóvel próprio, 76,5%. Já no caso do imóvel cedido, o percentual que passou da classe baixa para a média foi de 11,6% e da média para a alta, de 6,8%. No que diz respeito à população com imóvel cedido, registrou-se, entre 1998 e 2008, uma queda no peso relativo destes na base da pirâmide social, ao mesmo tempo que aumentou a participação relativa daqueles que pagam aluguel na classe baixa. Apesar disso, 15,1% das pessoas que saíram da classe baixa para a média, no período, moravam em imóvel alugado e 16,4% passaram da classe média para a alta.   
BSB, 11/11- A Caixa Econômica Federal obteve lucro de R$ 869,9 milhões no terceiro trimestre de 2009, valor que representa crescimento de 20,4% em relação ao resultado do mesmo período do ano passado (R$ 722,5 milhões), informou o banco ontem (5) à noite. Em relação ao trimestre anterior, houve um aumento de 23,28%. No entanto, o lucro líquido de janeiro até setembro, de R$ 2 bilhões, foi 37,9% inferior ao registrado em igual período de 2008 (R$ 3,265 bilhões). Os ativos totais da instituição chegaram ao saldo de R$ 341,9 bilhões e o patrimônio líquido foi de R$ 12,3 bilhões, com crescimento de 23,9% e 1,1%, respectivamente. Os demais ativos administrados pela Caixa somaram R$ 379,5 bilhões. Entre esses ativos estão o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), com R$ 230,9 bilhões, e fundos de investimento, com R$ 97,2 bilhões. Segundo a instituição, o lucro do banco foi impulsionado pelas receitas de operações de crédito, com R$ 3,7 bilhões, 28,2% a mais que no terceiro trimestre de 2008, e pelas receitas de prestação de serviços e tarifas bancárias, com R$ 2,4 bilhões. O saldo total das operações de crédito atingiu R$ 111,9 bilhões de janeiro a setembro, 61,9% a mais do que no mesmo período do ano passado. Desse valor, R$ 41,1 bilhões foram operações de crédito comercial, com crescimento de 79,7%. O segmento pessoa física alcançou R$ 20,2 bilhões e o de pessoa jurídica (empresas) registrou R$ 20,9 bilhões, o que representa aumento de 57% e 109%, respectivamente.   
BSB, 9/11- No próximo ano, o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) irá aplicar cerca de R$ 18 bilhões em habitação popular, inclusive no campo do programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida. A informação é do conselheiro e economista-chefe do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Celso Petrucci, para quem é preciso priorizar a aplicação desses recursos em desenvolvimento urbano e manter a saúde do Fundo, que sofreu forte impacto na década de 1990. "As determinações adotadas ressaltam a importância do FGTS no desenvolvimento urbano sustentado e acendem o sinal de alerta para as centenas de iniciativa que tramitam no Congresso Nacional e que pretendem, em última instância, liberalizar suas aplicações com recursos do Fundo", diz Petrucci. Segundo o Secovi-SP, em 2010, o FGTS deve arrecadar das empresas contribuintes quase R$ 73 bilhões, sendo que R$ 27,5 bilhões já foram aprovados para o orçamento do próximo ano pelo Conselho Curador do Fundo. Os saques devem ficar acima dos R$ 63 bilhões, com prevalência das rescisões contratuais (R$ 41 bilhões) e a utilização de saldos de contas para aquisição de moradia (R$ 9,5 bilhões). Quanto ao retorno, a estimativa é de que os empréstimos fiquem em R$ 17,3 bilhões, aí incluídos os destinados à habitação, infraestrutura, ao saneamento básico e ao FAR (Fundo de Arrendamento Residencial). Por fim, as receitas financeiras originadas pela aplicação das disponibilidades do Fundo deverão atingir pouco mais de R$ 6 bilhões, por conta da queda da Selic, e o Fundo de Liquidez do FGTS deve terminar o próximo ano em R$ 15,6 bilhões.   
BSB, 2/11- O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) subiu 0,05% em outubro, totalizando uma variação de -1,57% no ano e de -1,31% no período de 12 meses compreendido entre novembro de 2008 e outubro deste ano. Com isso, os contratos de aluguel com aniversário em novembro poderão sofrer redução de 1,31%, visto que o IGP-M baliza boa parte dos contratos de aluguel de imóveis residenciais. Um imóvel alugado por R$ 1 mil até outubro passa a valer R$ 986,90 a partir de novembro pelos próximos 12 meses. O fator multiplicador em relação ao aluguel de outubro é de 0,9869. É preciso levar em conta que esse reajuste vale para contratos com reajuste em novembro e pagamento no início de dezembro.   
BSB, 29/10- A S&P (Standard & Poor's) divulgou nesta terça-feira (27) que os preços dos imóveis norte-americanos caíram 11,32% em agosto de 2009 frente a igual período de 2008. O Home Price Index diminuiu seu ritmo de contração, após registrar meses seguidos de quedas recordes, aponta o relatório S&P/Case-Shiller. O recuo no indicador foi menor do que as expectativas de mercado, que giravam em torno de -11,90% para o período. Lembrando que, no mês anterior, a medida havia registrado uma queda de 13,26%.   
BSB, 28/10-O setor de construção civil pede ao governo que mantenha a desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) em materiais de construção até dezembro de 2010. A solicitação foi feita por meio de um documento redigido pela Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção), Abramat (Associação Brasileira da Indústria da Construção) e Abrafati (Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas), que participam da 18ª Ecomac Bahia (Encontro dos Comerciantes de Material de Construção da Bahia). De acordo com as entidades, diferentemente do ocorrido com os setores de automóveis e linha branca, no caso dos materiais de construção, a desoneração do IPI não valeu para os estoques, já que o giro do segmento varia de 60 a 90 dias. Dessa forma, o desconto total correspondente à redução do imposto só foi repassado ao consumidor a partir de agosto, fazendo com que os lojistas adotassem um preço médio quando a medida foi aprovada, em abril, para atender aos clientes, que já pediam preços menores na hora das compras. Além disso, as associações alegam que a prorrogação da redução do IPI é fundamental para a continuação da diminuição do déficit habitacional, posto que 77% dos produtos do setor são destinados à construção autogerida; e para a manutenção de projetos do governo como o PAC e o Minha Casa, Minha Vida.   
BSB, 28/10- A desoneração do IPI sobre os materiais de construção, anunciada em abril deste ano pelo governo federal, como uma tentativa de amenizar os efeitos da crise financeira internacional, atingiu cerca de 15% dos produtos do segmento. A medida, segundo o setor, fez com que os preços caíssem em média 8,5%. Ainda com o objetivo de desenvolver a cadeia produtiva da construção civil, no documento redigido pelos representantes do segmento, as entidades pedem uma ação nacional, por meio do Confaz, para que o ICMS seja reduzido nacionalmente em todos os estados. Elas também reivindicam participação nas discussões sobre a regulação do setor de cartões de crédito, especialmente no que diz respeito à diferenciação de preços cobrados nas compras pagas com dinheiro e com cartão; e pedem revisão na recente elevação do FAP (Fator Acidentário de Prevenção), que fez o setor ser reclassificado. Assim, ele passará, em janeiro de 2010, a recolher 5% sobre a folha de pagamento, e não mais o 1% atual.   
BSB, 22/10- Mais de 1 milhão de correntistas já estão cadastrados no DDA (Débito Direto Autorizado), que entrou em vigor na última segunda-feira (19). E o pagamento eletrônico das contas pode diminuir a inadimplência em condomínios, espera o Secovi-SP (Sindicado da Habitação do Estado de São Paulo). Isso porque, com o sistema eletrônico, há a garantia de entrega dos boletos, reduzindo a possibilidade de atraso ou inadimplência, uma vez que o condômino que está ausente por qualquer motivo, pode efetuar o pagamento de qualquer lugar. O Débito Direto Autorizado possibilita aos consumidores receber os boletos bancários de forma eletrônica, visualizando o título de cobrança no computador ou mesmo no caixa eletrônico. O sistema foi desenvolvido pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e sua adesão não é obrigatória. Com o sistema, as administradoras poderão emitir o boleto de um banco diferente daquele que o cliente é correntista. Porém, para que recebam a taxa condominial por meio do DDA, os condomínios devem registrar a cobrança no banco. O DDA permitirá ao cliente ter maior controle das contas a pagar e a ferramenta ainda contribuirá para a preservação do meio ambiente e para a diminuição de fraudes. Porém, para utilizar o sistema, o correntista deve se cadastrar no banco.   
BSB, 16/10- O mercado de imóveis novos residenciais comercializou 3.578 unidades novas na cidade de São Paulo em agosto deste ano. O montante é 71% maior do que o registrado em julho. Além disso, o ritmo de comercialização médio mensal do período, medido pelo indicador VSO (Vendas sobre Oferta), foi de 22,7%, sendo que no ano o VSO médio é de 14,3%, segundo divulgado nesta quarta-feira (14) pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo). De acordo com a Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), foram lançados 3.430 imóveis na cidade de São Paulo no oitavo mês deste ano, o que representa um acréscimo de 114% frente aos 1.603 lançamentos registrados no mês imediatamente anterior. Para o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, os números podem ser explicados por diversos fatores. "A economia como um todo tem apresentado bons resultados, o que contribui para a mudança de humor dos empresários brasileiros. Além disso, há que se considerar a proximidade do final do ano quando, historicamente, o mercado se aquece", disse. Entre janeiro e agosto, as vendas de imóveis chegaram a 20.038 unidades, resultado 22,69% inferior ao apurado no mesmo período de 2008 (25.920). No mesmo período, os lançamentos acumulados atingiram 13.183 moradias.   
BSB,9/10- Os consumidores do Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel no mês passado. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quinta-feira (8), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 749,27, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 707,78 no nono mês do ano. Em seguida estão as regiões Norte, com valor de R$ 702,35; Sul, com metro quadrado a R$ 699,58; e Centro-Oeste, com R$ 678,02. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 661,93. A região Nordeste foi a que apresentou maior alta em relação a agosto. No nono mês do ano, os moradores da região gastaram com a construção 0,30% a mais do que no mês anterior. Os brasileiros da região Norte também sentiram a alta dos custos que, em setembro, subiram 0,24%. Moradores do Sudeste e do Sul sentiram o mesmo aumento nos preços na hora de construir, de 0,16%. Já os moradores do Centro-Oeste foram os que menos sentiram a alta nos preços, que variaram 0,15% na região no mês passado. A variação média nacional ficou em 0,20% em setembro. Analisando os dados por estado, nenhum sentiu uma alta acima de 1%. O Piauí apresentou a maior variação do mês, com alta de 0,66% nos custos. A menor variação ficou com o Rio Janeiro, já que os cariocas sentiram uma alta de 0,06%.   
BSB, 5/10- O crédito concedido pelos bancos para o setor habitacional cresceu 3,8% em agosto, na comparação com julho. Com essa expansão, o total da carteira de operações deste segmento atingiu R$ 79,852 bilhões no mês passado. Em 12 meses terminados em agosto, essas operações tiveram crescimento de 42,1% ante 12 meses encerrados em agosto do ano passado. Nesse valor são computados apenas os financiamentos para pessoas físicas e os concedidos por cooperativas habitacionais. Os empréstimos destinados aos empreendimentos são agregados nos dados de pessoas jurídicas. Em agosto, o setor habitacional foi o que apresentou mais expansão entre todas as operações de crédito concedidas ao setor privado. Entre as demais categorias que tomaram financiamento, a carteira de operações destinadas ao setor de serviços cresceu 2,3% em agosto ante julho e as transações para o comércio tiveram alta de 2,1% nesse mesmo período. No total do setor privado, o saldo das operações aumentou 1,5% entre os dois meses e acumula alta de 16,7% nos 12 meses encerrados em agosto.   
BSB, 30/9- O volume de solicitações de empréstimos imobiliários nos Estados Unidos diminuiu 2,8% na semana terminada em 25 de setembro, em relação à semana antecedente, descontados fatores sazonais. Em comparação à mesma semana do ano passado, os pedidos de financiamento recuaram 44,3%. Na semana passada, em relação à anterior, os pedidos de hipotecas para refinanciar empréstimo imobiliário existente caíram 0,8%. Os dados fazem parte da pesquisa da Mortgage Bankers Association (MBA), localizada em Washington e representante da indústria de financiamento imobiliário dos Estados Unidos. A parcela das pedidos de refinanciamento de hipotecas avançou para 65,3% do total de pedidos, perante os 63,8% de uma semana antes.   
BSB,29/9- O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguéis, registrou inflação de 0,42% em setembro deste ano, segundo divulgou há pouco a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Um mês antes, o índice registrou deflação de 0,36%. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou inflação de 0,07% em setembro, contra 0,01% no mês anterior. Dois dos três grupos componentes do índice apresentaram acréscimos na taxa de variação: Materiais e Equipamentos, de 0,39% para 0,02% e Serviços, de 0,31% para 0,38%. O grupo mão-de-obra variou 0,08%. Em agosto, a taxa foi de 0,30%.   
BSB, 21/9- O Banco da Coreia (BOK) pode elevar as taxas de juros para coibir o aumento dos preços de imóveis e dos empréstimos hipotecários, informou hoje o jornal Donga Ilbo, citando o rascunho do relatório do estabilidade financeira do BOK submetido recentemente à Assembleia Nacional. No relatório, a instituição declara que "pode ter de usar a política monetária", além de medidas reguladoras, como controle sobre empréstimos, para evitar uma bolha imobiliária. "Ao contrário dos países avançados, onde desabaram, os preços de imóveis na Coreia estão subindo desde abril após passar apenas por uma pequena correção", argumenta. O banco informa ainda que escalada dos preços na região metropolitana de Seul está aumentando o endividamento das famílias e pode desestabilizar a recuperação econômica coreana. O BOK deve publicar a versão final de seu relatório de estabilidade financeira no mês que vem, segundo o jornal. As informações são da Dow Jones.   
BSB, 21/9- A incidência de Imposto de Renda (IR) sobre uma parcela dos depósitos da poupança não deverá reduzir os recursos destinados ao financiamento imobiliário, segundo analistas consultados pela Agência Estado. Atualmente, a caderneta é o principal instrumento para financiar a compra da casa própria e a construção de unidades habitacionais. "O anúncio do governo afeta uma pequena parcela dos investidores e por isso a poupança não perderá recursos", afirmou o presidente Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), Miguel de Oliveira. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que enviará ao Congresso Nacional projeto de lei para instituir a cobrança de IR (alíquota de 22,5%) sobre os rendimentos das cadernetas de poupança da parcela que ultrapassar R$ 50 mil. Segundo dados do Banco Central (BC), 98,9% dos poupadores têm aplicações inferiores a esse limite e esse grupo é responsável por 56,7% do saldo das cadernetas, que em agosto era de R$ 294,951 bilhões (incluindo poupança rural). Assim, o analista Fausto Correia, da Alpes, vê como marginal a possibilidade de migração de investidores da poupança para outros segmentos. "Não há risco de uma perda consistente de recursos dessa aplicação", constatou Correia. O analista lembrou que se essa possibilidade fosse real as ações das construtoras teriam reagido negativamente. Ao contrário, hoje, a maior parte dos papéis subiu na Bovespa. Cyrela avançou 2,77%, Gafisa e MRV tiveram valorizações de 1,24% e 0,45%, respectivamente. Na avaliação de Oliveira, da Anefac, o governo estudou as duas pontas dessa equação antes de tomar a decisão. Se por um lado pretende evitar uma migração de outros investimentos para a poupança, do outro também se preocupou em não prejudicar os financiamentos imobiliários.   
BSB, 21/9- Os bancos precisam destinar 65% do captado em cadernetas de poupança para financiamento habitacional. O Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE)contava com um saldo de R$ 233,492 bilhões em agosto, valor 15,5% superior ao registrado no mesmo mês de 2008. Aloísio Lemos, da Ágora, lembra que o setor da construção é um segmento que o governo está atento desde o acirramento da crise e por isso não tomaria uma decisão para esvaziar a principal fonte de recursos do setor. O analista acrescenta ainda que o governo quer apenas inibir a migração de grandes investidores para a poupança. Com a redução dos juros, a caderneta ficou mais atrativa em relação aos fundos DI, em que há cobrança de taxa de administração e de IR   
BSB, 16/9- A crise financeira internacional fez com que muitas famílias adiassem ou cancelassem a construção ou reforma de seus imóveis. Por conta disso, na análise anual, o PIB (Produto Interno Bruto) ainda não captou a recuperação do setor de construção civil. "A queda de 9,6% no PIB da construção civil no primeiro semestre de 2009, em comparação com o mesmo período de 2008, foi calculada pelo IBGE, principalmente com base no declínio da produção física dos materiais. Entretanto, isso não retrata a visível recuperação da atividade das construtoras em 2009", disse o presidente do SindusCon-SP (Sindicato da Construção), Sérgio Watanabe. Ainda de acordo com Watanabe, quando o IBGE calcular as outras variáveis, como o valor adicionado pelas construtoras e o consumo de materiais pelas famílias, os resultados do setor da Construção Civil serão melhores. "Tanto as obras de infraestrutura como as do setor imobiliário têm crescido, em função do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), dos programas de obras públicas estaduais e municipais e do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. O aumento do número de lançamentos e das vendas de imóveis, possibilitado pela oferta de crédito imobiliário, também mostra a retomada da confiança das famílias", disse. No geral, segundo dados do IBGE, divulgados na manhã desta sexta-feira (11), o PIB brasileiro apresentou avanço de 1,9% no segundo trimestre do ano, frente aos primeiros três meses de 2009, sendo que as famílias foram as grandes responsáveis pela recuperação trimestral, com aumento de 2,1% nos gastos.   
BSB, 10/9- Depois da queda de 12,14% em maio, o mercado de locação residencial recuperou-se em junho ao registrar crescimento de 20,49% no total de casas e apartamento alugados. Segundo apurou a pesquisa Creci-SP, as 1.559 imobiliárias de 37 cidades alugaram em junho 3.267 imóveis, o que fez o índice estadual de locação subir de 1,7392 em maio para 2,0956 em junho. Houve crescimento nas quatro regiões em que se divide a pesquisa: +14,73% na capital, + 28,31% no interior, + 1,33% no litoral e + 21,85% nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco. Os novos inquilinos preferiram as casas, que responderam por 56,23% do total de locações contratadas em junho. Segundo a pesquisa, os imóveis com aluguel de até R$ 600 mensais foram os preferidos pelos novos inquilinos no interior (74,09% do total) e nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco (65,22% do total). Na capital e no litoral, a preferência foi pelos alugueis de até R$ 800 que representaram 67,46% e 69,09% do total de locações novas, respectivamente. As imobiliárias consultadas pelo Creci-SP declararam que em junho cancelaram contratos em vigor em número equivalente a 54,27% das novas locações, sendo a maioria (91,99%) por outros motivos que não os financeiros (8,01%). A pesquisa foi realizada em 37 cidades do Estado de São Paulo: Americana, Araçatuba, Araraquara, Bauru, Campinas, Diadema, Guarulhos, Franca, Itu, Jundiaí, Marília, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Taubaté, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião, Ubatuba, Bertioga, Guarujá, Santos, São Vicente, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe e Praia Grande.   
BSB, 5/9- O Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil no Estado de São Paulo caiu 0,11% em agosto em relação a julho, para R$ 853,18 por metro quadrado, segundo levantamento do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e da FGV Projetos. O CUB reflete a variação dos custos do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil paulista. Em 2009, o CUB acumula aumento de 3,31%. A alta apurada nos 12 meses encerrados em agosto é de 6,01%. Para o resultado de agosto, contribuiu a redução de 0,23% do custo médio dos materiais de construção. Foi o terceiro mês consecutivo de queda desse indicador. Em agosto, os custos das construtoras com cimento, aço e bloco de concreto tiveram queda maior que a variação negativa de 0,36% do IGP-M, com redução de 0,43%, 0,64% e 1,1%, respectivamente.   
BSB, 3/9- Os gastos com construção nos EUA caíram 0,2% em julho na comparação com junho, para uma taxa anual sazonalmente ajustada de US$ 958,04 bilhões, informou o Departamento de Comércio do país. A previsão média de analistas era de aumento de 0,2%. A alta de 0,3% originalmente anunciada em junho foi revisada em baixa, para um aumento de apenas 0,1% ante maio. Na comparação com julho do ano passado, os gastos com construção diminuíram 10,5% em julho deste ano. Os gastos com projetos de construção residenciais aumentaram 2,3%, para US$ 254,2 bilhões, em julho ante junho. Frente a julho do ano passado, houve queda de 26,9%. O gasto com construção não residencial diminuiu 1,0% em julho ante junho e 2,6% em comparação com julho de 2008. O gasto com construção no setor privado aumentou 0,1% em julho ante junho, para US$ 630,4 bilhões. O gasto do setor público diminuiu 0,7%, para US$ 327,6 bilhões, depois do aumento de 3,6% registrado em junho. As informações são da Dow Jones.   
BSB, 1/9- Os preços dos imóveis usados chegaram a mais que dobrar na cidade de São Paulo entre julho de 2008, período antecedente à crise, e junho deste ano, quando a economia brasileira deu sinais mais robustos de recuperação. Pesquisa do Conselho Regional de Corretores de imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP) indica que o preço médio do tipo de imóvel mais barato na capital paulista - casa simples, de padrão standard, construída há mais de 15 anos em regiões afastadas do centro, como Itaquera e Lauzane Paulista - teve aumento nominal (sem descontar a inflação) de 121,36% no período. O preço do metro quadrado de desse tipo de imóvel localizado na periferia saltou de R$ 511 em junho do ano passado para R$ 1.131,13 em junho de 2009. Entre esses dois períodos, o preço desse imóvel e de todos os outros pesquisados naturalmente oscilou, explicam técnicos do Creci-SP. Contudo, se quem comprou esse imóvel em junho do ano passado o vendesse em junho de 2009 obteria um ganho superior a 100%. Apartamentos de padrão médio construídos há mais de 15 anos e situados em bairros de classe média para média baixa (zona C), onde estão bairros como Aeroporto e Tucuruvi, ficaram 51,98% mais caros. Nesses 12 meses, o preço do metro quadrado passou de R$ 1.693,99 para R$ 2.574,54. Para apartamentos de padrão médio, construídos há 15 anos ou mais em bairros de áreas nobres (zona A), como Itaim Bibi e Campo Belo, a valorização foi de 42,76%. O metro quadrado passou de R$ 2.031,59 para R$ 3.285,71. O vice-presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Flávio Prando, observa que a escassez de terrenos com áreas adequadas para empreendimentos também pesa na redução de lançamentos na capital paulista. Para ele, isso vale especialmente para imóveis voltados para a classe média e a classe econômomica.   
BSB, 28/8- O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) registrou deflação de 0,36% em agosto, reduzindo a intensidade da queda de 0,43% apurada em julho. A informação foi divulgada hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). A FGV anunciou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-M de agosto. O Índice de Preços por Atacado - Mercado (IPA-M) caiu 0,61% este mês, após apresentar queda de 0,85% em julho. Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor - Mercado (IPC-M) teve aumento de 0,16% em agosto, desacelerando em relação à alta de 0,34% apurada no mês passado. Já o Índice Nacional de Custos da Construção - Mercado (INCC-M) registrou taxa positiva de 0,01% em agosto, em comparação com a alta de 0,37% apurada em julho. A taxa acumulada do IGP-M é muito usada para cálculo de reajustes nos preços de aluguel. No ano, o índice acumula deflação de 2,02%. Em 12 meses, a taxa acumulada do indicador também é negativa, de 0,71%. O período de coleta de preços para cálculo do indicador desse mês foi do dia 21 de julho a 20 de agosto.   
BSB, 26/8- As vendas de casas novas aumentaram em julho pelo quarto mês consecutivo, com uma alta de 9,6%, para uma taxa anualizada de 433 mil unidades, informou hoje o Departamento de Comércio americano. O ritmo de vendas foi o mais alto desde setembro do ano passado. O quarto aumento mensal consecutivo se junta aos indícios de uma reativação do mercado após uma queda que teve uma taxa anualizada de apenas 329 mil unidades em janeiro, um nível baixo sem precedentes. As vendas de julho, de todo modo, ficaram 13,4% abaixo das de julho de 2008. Os preços baixos, as baixas taxas de juros hipotecários e os incentivos do Governo foram combinados para aumentar as vendas. Mas o desemprego, o aumento das execuções hipotecárias e a queda dos preços mantêm alguns compradores na expectativa. O Governo considera que, para determinar as tendências das vendas de casas, é mais conveniente a observação dos dados em um período mais amplo. De março até julho, a taxa anualizada de vendas foi de 373 mil unidades, comparada a uma de 358 mil nos cinco meses até junho. Em todo o ano de 2007, foram vendidas cerca de 776 mil casas novas, e, em 2008, houve a venda de 485 mil unidades. O estoque de casas novas à venda caiu 3,2%, para 271 mil, o número mais baixo em 16 anos. Isso equivale a uma oferta de 7,5 meses ao ritmo de vendas de julho, o mais baixo em dois anos. O preço médio da casa nova caiu em julho para US$ 210,1 mil, 11,5% a menos que um ano antes.   
BSB, 24/8- O término da temporada de divulgação dos resultados do segundo trimestre das componentes do setor imobiliário na BM&F Bovespa concretizou algumas convicções, eliminando parte das dúvidas que atormentavam as incorporadoras desde a secura de crédito e o efeito psicológico da crise há alguns meses. Uma delas é o sucesso do plano do governo para o retorno do ritmo de vendas. Outra é que as estimativas dos analistas estavam pessimistas, tendo em vista as diferenças acentuadas dos números contra o consenso do mercado. Por parte das empresas, o ar conservador foi se esvaindo e novos projetos voltaram ao pipeline. Segundo levantamento da InfoMoney, a indústria de construção realizou lançamentos gerando um total de VGV (Valor Geral de Vendas) de R$ 4,915 bilhões no período, um avanço de 115% na comparação com os primeiros três meses do ano. As vendas contratadas cresceram 80%, somando R$ 6,619 bilhões. Embora o avanço nos demonstrativos das companhias voltadas ao cliente da baixa renda - unidades até R$ 130 mil -, símbolo do programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida", seja mais imponente, executivos enfatizam que o vigor da demanda é generalizado. Na somatória, o setor lucrou R$ 673 milhões, um salto de 50% ante o primeiro trimestre.   
BSB, 22/8- A deflação do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), indicador usado na maioria dos contratos de aluguel, acelerou na segunda leitura deste mês, refletindo um arrefecimento generalizado dos custos, sobretudo no atacado. O indicador caiu 0,46% na segunda prévia de agosto, ante queda de 0,27% em igual período de julho, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta sexta-feira. O IGP-M acumula queda de 2,12% no ano e de 0,81% nos últimos doze meses.   
BSB, 20/8- Financiamentos imobiliários com recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) devem crescer mais neste ano do que aqueles nos quais se usam recursos da poupança, de acordo com a Tendências Consultoria Integrada. No caso da poupança, a estimativa de crescimento para o valor contratado é de 5,7% para este ano, sobre 2008, enquanto que a evolução do volume contratado em financiamentos com recursos do FGTS deve ser de 61,3% no mesmo período. "Apostamos boa parte de nossas fichas no segmento imobiliário", ressalta a consultoria em seu alerta setorial, divulgado nesta segunda-feira (17). Em junho, as contratações de financiamento com recursos da poupança cresceram 24,6% em valor e 24,1% em unidades, sobre maio. Com isso, no primeiro semestre, houve aumento de 5,1% em valor, chegando a R$ 13,61 bilhões, e 2,6% em unidades, atingindo 125.126. Para que a estimativa de 2009 se concretize, o esperado é um crescimento de 33,4% no valor a ser liberado entre julho e dezembro, em relação à primeira metade do ano. No caso dos financiamentos com recursos do FGTS, que contemplam imóveis com preços inferiores, as liberações de valores cresceram 36,8% no acumulado dos sete primeiros meses do ano, chegando a R$ 8,42 bilhões. Tendo em vista a expectativa de crescimento na ordem de 61,3%, metade das liberações já teriam sido concluídas, de acordo com a Tendências. Em relação à produção de insumos para a construção civil, a consultoria espera uma redução de 6%, embora a Tendências esteja mais confortável quanto ao ritmo do setor nos próximos meses. Isso se deve ao começo da instalação de um cenário econômico mais positivo e ao incentivo à produção advindo da taxa de juros básica em 8,75% ao ano.   
BSB, 19/8- O ritmo de construção de casas nos Estados Unidos caiu 1% em julho, apesar do pequeno aumento nas obras de imóveis unifamiliares, o que foi contrabalançado pela redução das obras em apartamentos, informou nesta terça-feira o Departamento de Comércio americano. A taxa anualizada de início de novas obras de construção caiu para 581 mil unidades em julho, depois de ter subido para 587 mil em junho. De acordo com o governo, no mês passado, a taxa de construção de casas unifamiliares subiu 1,7% e a referente a conjuntos de apartamentos caiu 13%. As permissões para construção de casas unifamiliares aumentaram 5,8% em julho, a uma taxa anualizada de 458 mil unidades, o quarto aumento mensal consecutivo e um indício firme de que a atividade em construção de casas, finalmente, parou de contrair. As permissões para obras em casas unifamiliares aumentaram 27% depois que, em março, chegaram ao fundo do poço, enquanto o começo deste tipo de obra aumentou 36% desde março. Após 14 meses consecutivos de contração, muitos analistas esperam que o investimento residencial contribua para o Produto Interno Bruto (PIB) no atual trimestre, que começou em junho. O total de início de obras caiu 38% desde julho de 2008, e o referente a unidades unifamiliares reduziu em 23%. Em comparação ao auge do setor imobiliário há dois anos e meio, o ritmo de começo de obras na construção de casas caiu 70%. Em todo o ano de 2008, foram iniciados trabalhos em 906 mil casas, comparado ao 1,36 milhão de 2007.   
BSB, 19/8- As vendas internas de materiais de construção mostraram alta de 7,6% em julho na comparação com o mês imediatamente anterior e queda de 12,2% ante julho de 2008, antecipou nesta terça-feira o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Melvyn Fox. Fox afirmou que a alta verificada nas vendas em julho na comparação mês a mês foi a maior do ano. "Os números estão mostrando uma mudança de comportamento", afirmou. O boletim oficial da Abramat com o desempenho do setor em julho deverá ser divulgado na quarta-feira. No acumulado dos sete meses de 2009, o setor ainda mostra retração de 15,45% no faturamento total deflacionado frente ao registrado no mesmo intervalo de 2008. Até o final do ano, entretanto, a indústria de materiais de construção acredita que conseguirá zerar essa perda. "Ainda trabalhamos com a expectativa de estabilidade nas vendas em relação a 2008, o que representará um resultado muito bom considerando-se o desempenho da primeira metade do ano", disse Fox. Para o presidente da Abramat, as vendas de materiais de construção de agosto a dezembro serão beneficiadas pelo início de obras no âmbito do programa do governo "Minha Casa, Minha Vida" e pela redução dos imóveis em estoque, o que estimulará a construção de novos empreendimentos. "Além disso, a comparação dos três últimos meses do ano será favorecida, uma vez que o último trimestre de 2008 foi muito fraco", acrescentou. Em julho, conforme a Abramat, a taxa de utilização da capacidade instalada da indústria ficou em 83 por cento, aproximando-se dos níveis pré-crise - em setembro de 2008, esse índice foi de 88%. Outro indicador que sinaliza para uma virada no ânimo da indústria de construção civil é o de intenção de investimentos nos próximos 12 meses. Em pesquisa realizada neste mês, 43% das empresas do setor indicaram essa pretensão, ante 33% em maio.   
BSB, 18/8- O presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), João Crestana, avalia com otimismo a projeção da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), que estima que o financiamento imobiliário com recursos da poupança deve fechar o ano com mais de R$ 30 bilhões emprestados. "Esses números são bastante parecidos com os do ano passado, o que nos mostra que a crise não impactou muito o nosso setor. E isso, obviamente, é bastante positivo", afirma Crestana. Segundo o presidente, até o final do ano, 300 mil imóveis devem ser financiados com recursos da poupança, enquanto o FGTS deve financiar mais de 200 mil. "Chegaremos ao fim de 2009 com 550 mil imóveis financiados, um número bastante positivo, considerando que tivemos um primeiro semestre em meio a uma crise". Crestana atribui o bom momento às recentes reduções dos juros no crédito imobiliário. "Os bancos públicos tem ajudado muito o setor ao reduzir os juros. Eles entenderam que, cobrando menos, conseguem um número maior de clientes e ganham na quantidade de contratos. E, ao reduzir, eles forçam também os bancos privados a reduzirem, afinal eles precisam se tornar competitivos. Outro ponto é que os bancos já perceberam que o cliente do crédito imobiliário é um cliente fiel por pelo menos 20 anos. Assim, eles estão dispostos a atrair esses clientes", explica. O presidente do Secovi afirma também que, apesar dos cortes na taxa básica de juros não influenciarem diretamente nos créditos imobiliários, as reduções na Selic ajudam o setor. "Quando a taxa básica fica menor, significa que os brasileiros gastam menos em todas as outras compras que fazem. Assim sobra dinheiro para pagarem a prestação de um imóvel, por exemplo, aumentando a demanda do setor". E sobre a demanda, Crestana afirma que não há do que reclamar. "Temos uma demanda ótima. Faltam 8 milhões de habitações no País, o que significa que temos um mercado grande para atender."   
BSB, 12/8- O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) registrou queda de 0,68% na primeira leitura de agosto, segundo levantamento divulgado ontem, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Na primeira prévia de julho, a redução foi de 0,23%. No ano, o índice acumula queda de 2,33% e nos últimos 12 meses, de 1,02%. Usado como referência para reajustes de aluguel, o IGP-M reflete a redução dos preços por atacado, cuja taxa ficou em –1,09%, abaixo da verificada na primeira apuração de julho (–0,48%). Os bens finais apresentaram redução de 0,34% para –1,02%, com a contribuição de alimentos processados, cuja taxa caiu de 2,78% para –2,53%. Para o consumidor, em contrapartida, subiram os custos com habitação (de 0,12% para 0,31%) e com transporte (de –0,07% para 0,34%). As maiores altas foram verificadas na tarifa de eletricidade residencial (de –0,57% para 2,07%), no álcool combustível (–3,08% para 4,93%) e nas passagens aéreas (de –0,26% para 2,78%). O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) reduziu o ritmo de alta na comparação com a primeira verificação de julho (0,49%) e subiu 0,30% nesta leitura. O custo da mão de obra aumentou 0,60%, ante 0,83%. A taxa de materiais, equipamentos e serviços passou de 0,17% para 0,02%. Para calcular a primeira prévia do IGP-M, a Fundação Getulio Vargas pesquisou preços entre os dias 21 e 31 de julho.   
BSB, 12/8- As despesas ligadas à habitação estão ficando mais caras. Segundo dados do IPCA ( Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), entre os meses de junho e julho, o grupo apresentou aumento de 0,84 ponto percentual, passando de 0,27% para 1,11% no período. Uma das principais contribuições para a aceleração do grupo foi a pressão exercida pelo item energia elétrica, cuja alta de 3,25% foi responsável por 0,10 ponto percentual ou cerca de 40% do índice total. Neste sentido, o principal impacto veio do reajuste de 12,90% nas tarifas da região metropolitana de São Paulo, em vigor desde o dia 04 de julho. Dentre as 11 capitais pesquisadas, São Paulo foi a que apresentou a maior taxa (2,58%) no grupo Habitação. Em seguida, ficaram Belém (1,48%) e Porto Alegre (0,99%). Em Fortaleza (-0,13%) e Goiânia (-0,29%) foram apuradas deflações no período.   
BSB, 8/8- Instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central ou integrantes do SFH (Sistema Financeiro de Habitação) poderão financiar imóveis no programa Minha Casa, Minha Vida para quem tem renda de até três salários mínimos. Conforme autorizado pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) na quarta-feira (29), essas instituições ainda poderão financiar imóveis que se encaixam no programa que estejam em municípios com até 50 mil habitantes. As instituições estão autorizadas a participar da oferta pública de até R$ 1 bilhão, subvencionados pelo governo federal para viabilizar o programa. De acordo com o assessor econômico da Secretaria do Tesouro Nacional, Jefferson Bittencourt, a medida tende a beneficiar o mutuário. "Esta decisão aumenta a competição pelos recursos a serem subvencionados, o que deve reduzir as taxas cobradas pelas instituições que irão operacionalizar este segmento do Minha Casa, Minha Vida", afirmou.   
BSB, 5/8- Os preços da construção civil paulista subiram 0,37% em julho, na comparação com junho. Este é o terceiro aumento consecutivo, já que, em maio, houve alta de 1,54% e, em junho, de 1,04%, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (31) pelo SindusCon-SP ( Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). O CUB ( Custo Unitário Básico) - que reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil - atingiu 122,89 pontos no sétimo mês do ano. Considerando o acumulado dos sete primeiros meses de 2009, os custos registraram alta de 3,42% e, nos últimos 12 meses, de 7,57%. Em julho, o custo da construção civil paulista (R8-N) foi de R$ 854,09 por metro quadrado, sendo R$ 441,17 (51,65%) referentes à mão-de-obra e R$ 390,24 (45,69%), aos materiais. As despesas administrativas responderam por apenas R$ 22,68 (2,66%). Em relação a junho, o CUB relativo à mão-de-obra variou 0,74%, atingindo 126,11 pontos em julho. Já os custos dos materiais tiveram queda de 0,02%, chegando a 119,43 pontos. Quanto às despesas administrativas, elas permaneceram estáveis em 122,99 pontos no sétimo mês do ano. Ainda na comparação mensal, dentre os materiais de construção, o SindusCon-SP destaca os aumentos de 1,67% na placa de gesso para forro sem colocação, de 1,51% na bancada de pia de mármore e de 1,15% no eletroduto de PVC rígido. Entre as maiores quedas de preço do mês, estão a do tubo de cobre classe industrial (-0,96%), a da chapa de compensado resinado (-0,94%) e da locação de betoneira elétrica (-0,86%).   
BSB, 5/8- Em junho, o mercado de imóveis residenciais para locação na cidade de São Paulo sofreu variação de 0,8% em relação ao mês anterior. Trata-se do maior aumento desde fevereiro deste ano, quando o aluguel médio também fechou em 0,8%. Nos últimos 12 meses, o acumulado foi de 11,3%. As unidades de três quartos foram as que apresentaram as maiores altas no período: cerca de 1% em relação aos valores de locação de maio. O aluguel das residências de um e dois dormitórios teve acréscimo próximo ao da variação média global de junho (altas de 0,7% e 0,8%, respectivamente).   
BSB, 3/8- O ex-chairman do Federal Reserve Alan Greenspan afirmou no domingo que os sinais de estabilização e aumento da confiança na economia podem ser afetados se os preços de moradias tiverem novo declínio. Greenspan disse no programa "This Week With George Stephanopoulos", da ABC, não acreditar que uma queda abrupta esteja para ocorrer, mas avaliou que os preços de moradias se estabilizaram apenas temporariamente. "É possível que tenha uma segunda onda de baixa", afirmou. "Sob essas condições, teríamos uma mudança muito significativa na confiança do consumidor."   
BSB, 31/7- Bancos têm oferecido mais empréstimos e o juro aos clientes cai há sete meses. Em junho, o total de operações cresceu 1,3% ante maio, no melhor desempenho mensal do ano. Em 12 meses, subiu 19,7% Após o início de ano com o mercado de crédito travado pela crise, o primeiro semestre terminou com números que indicam recuperação. Bancos têm oferecido mais financiamentos e o juro cobrado dos clientes cai há sete meses. Em junho, o total de operações cresceu 1,3% ante maio, no melhor desempenho mensal do ano. Em 12 meses, a expansão atinge 19,7%. Os dados apresentados ontem pelo Banco Central (BC) sinalizam também que há reação do crédito para empresas. No mês, o ritmo de novos empréstimos para o segmento foi quase cinco vezes maior que o verificado para as pessoas físicas. Nos últimos meses, a situação era inversa: o crédito aumentava para as pessoas físicas, mas as empresas tinham dificuldade em tomar recursos. Na média, as companhias tomaram R$ 4,6 bilhões em novos empréstimos em cada dia de junho. O valor é 5,1% maior que o registrado em maio. Crescimento é bastante superior ao observado nas pessoas físicas, cuja média de concessões aumentou 1,1% no mês passado. Apesar da melhoria dos indicadores de crédito, a inadimplência cresce sem parar desde dezembro de 2008. “O dado mais importante se refere à recuperação dos novos empréstimos, em especial o crédito corporativo. Apesar de o patamar dos novos empréstimos para empresas ainda estar abaixo do nível pré-crise, o resultado apresentado é, na nossa visão, uma forte evidência da recuperação da atividade econômica”, afirma a economista do Santander Luiza Betina Rodrigues, em relatório aos clientes.   
BSB, 31/7- Entre as operações corporativas, chama a atenção o aumento dos financiamentos concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No mês, o saldo dos empréstimos cresceu 2,7% ante maio e saltou 27,1% em 12 meses. A instituição, assim como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, tem sido pressionada pelo governo a emprestar mais para amenizar os efeitos da crise. Para as famílias, o destaque ficou com o saldo dos financiamentos para habitação que cresceu 3,5% ante maio e saltou expressivos 40,9% em um ano. O segmento foi beneficiado por uma série de desonerações e pelo programa Minha casa, minha vida. Entre as várias operações de crédito oferecidas pelos bancos, o crédito habitacional é o que apresentou o melhor desempenho no semestre.   
BSB, 31/7- O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), bastante utilizado para o reajuste de contratos de aluguel, registrou variação negativa (deflação) pelo quinto mês consecutivo em julho. O indicador caiu 0,43% neste mês, após queda de 0,1% em junho, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta quinta-feira. Entre os componentes do IGP-M, o Índice de Preços por Atacado (IPA) recuou 0,85%, ante declínio de 0,45% em junho. O IPA agrícola passou de alta de 1% no mês passado para queda de 1,89% neste. O IPA industrial cedeu 0,49%, ante recuo de 0,92% em junho. As principais quedas individuais de preços no atacado vieram de óleo diesel, minério de ferro, soja em grão, laranja e batata-inglesa. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,34% em julho, ante elevação de 0,17% em junho. As maiores influências individuais para a alta vieram de leite longa vida, tarifa de eletricidade residencial, aluguel residencial, alho e açúcar refinado. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) aliviou a alta para 0,37% em julho, ante avanço de 1,53% em junho.   
BSB, 29/7- O índice de preços de imóveis residenciais S&P/Case-Shiller para 20 cidades e para 10 cidades subiu 0,5% e 0,4%, respectivamente, em maio ante abril, na primeira alta mensal em 34 meses. Na comparação com maio do ano passado, os preços de residências para 20 cidades caíram 17,1%, enquanto os preços para 10 cidades recuaram 16,8%. Embora os preços em base anual tenham registrado forte queda, maio foi o quarto mês seguido em que os declínios diminuíram. Até maio, o índice de preços para 20 cidades acumulava queda de 32% desde o pico em meados de 2006, enquanto o índice para 10 cidades perdeu um terço desde o pico. As informações são da Dow Jones.   
BSB, 29/7- O financiamento habitacional tem apresentando crescimento maior do que o saldo de todas as operações de crédito do sistema financeiro. Segundo dados do Banco Central, enquanto o estoque de operações de crédito habitacional cresceu 3,5% em junho, em relação a maio, o crescimento do volume dos financiamentos do sistema financeiro foi de 1,3%. No total, o financiamento habitacional chegou a R$ 74,067 bilhões em junho. No primeiro semestre, o crescimento do crédito habitacional foi de 17,1%. No mesmo período, o saldo total das operações de crédito teve alta de 4,2%. Segundo o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Altamir Lopes, o prazo dos financiamentos está aumentando, o que estimula a tomada de recursos para comprar casa. Em junho, o prazo médio do financiamento imobiliário chegou a 2.959 dias corridos. Em relação a maio, houve aumento de 99 dias e, no primeiro semestre, de 247 dias.   
BSB, 27/7- O número de escritórios de luxo vazios em São Paulo subiu neste ano em razão da devolução de imóveis comerciais de alto padrão em meio à crise e da falta de interesse das empresas em alugar esses espaços. Mas, apesar da retração no primeiro semestre, os preços não caíram. segundo reportagem da Folha de São Paulo, desta segunda-feira. Segundo a consultoria Jones Lang LaSalle, que monitora o mercado, o percentual de imóveis comerciais vagos (taxa de vacância) passou de 7% no segundo trimestre de 2008 para 9,46% de abril a junho de 2009. Lilian Feng, gerente de pesquisa da Jones Lang LaSalle, afirma que, em algumas regiões, o mercado de escritórios de luxo se retraiu. A maior queda foi na região da avenida Paulista, onde as empresas, no segundo trimestre, devolveram 3.887 m2 dos espaços alugados nos três meses anteriores. Nas regiões das avenidas Faria Lima e Berrini, da rua Verbo Divino e na Vila Olímpia, os resultados também foram negativos --o que significa que houve mais empresas devolvendo espaços alugados do que companhias que os ocuparam. Feng avalia que o mercado de luxo sofreu uma "desaceleração considerável", mas ressalta que a taxa de vacância de escritórios de alto padrão em São Paulo ainda é baixa. A projeção da Jones Lang LaSalle é que cerca de 170 mil m2 de novos escritórios de alto padrão sejam entregues até o final do ano em São Paulo. Hoje, são 2,4 milhões de m2 de imóveis comerciais de luxo.   
BSB, 24/7- O volume de recursos injetado na economia brasileira no primeiro semestre deste ano pelo Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) somou R$ 32,97 bilhões, informou nesta quinta-feira o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. O valor representa um crescimento de 12,4% em relação ao mesmo período do ano passado (R$ 29,32 bilhões). Do total de recursos injetados nos seis primeiros meses deste ano, segundo informou Lupi, R$ 24,83 bilhões referem-se aos saques feitos por trabalhadores que perderam seus empregos, ou para a compra da casa própria. Isso representa um aumento de 24,5% em relação ao valor sacado pelos trabalhadores no primeiro semestre de 2008 (R$ 19,93 bilhões). O aumento de saques está relacionado com a crise financeira internacional, que elevou o volume de demissões no país. Ao mesmo tempo, outros R$ 4,82 bilhões foram repassados a tomadores de financiamento nas áreas de habitação e saneamento nos seis primeiros meses de 2009. Os subsídios para habitação popular, por sua vez, totalizaram R$ 990 milhões no primeiro semestre, informou o Ministério do Trabalho. Já o fundo de investimentos, com recursos do FGTS, aportou outros R$ 1,96 bilhão na economia no período. O Ministério do Trabalho informou ainda que, nos seis primeiros meses deste ano, a arrecadação bruta do FGTS somou R$ 27,13 bilhões. Neste caso, também não foram fornecidos dados sobre o primeiro semestre do ano passado para efeito de comparação. No mesmo período, o volume de saques nas contas vinculadas dos trabalhadores totalizou R$ 24,83 bilhões, o que resultou em uma arrecadação líquida de R$ 2,3 bilhões.   
BSB, 23/7- O número de vendas de casas usadas nos EUA ficou acima das expectativas dos analistas durante os 12 meses encerrados em junho, de acordo com os dados divulgados pela Associação de Corretoras de Imóveis do país nesta quinta-feira (23). As vendas anualizadas registradas no período atingiram o patamar de 4,89 milhões de casas, número superior às estimativas de 4,84 milhões do mercado. Em maio, foram contabilizadas 4,72 milhões de casas. Como o volume de casas usadas responde por 85% do volume total de vendas de imóveis nos EUA, este é um componente importante para a retomada do crescimento econômico nos EUA. O indicador serve de referência aos desdobramentos da crise subprime. As turbulências no segmento de crédito têm levado os mercados de todo o mundo a experimentarem forte volatilidade.   
BSB, 21/7- Inquilinos com contratos que vencem em agosto, e com correção pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), podem ter o valor do aluguel reduzido. Isto deve ocorrer se a tendência de deflação do indicador se mantiver em julho, conforme previsto pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Na primeira e segunda prévias deste mês, a taxa teve variação negativa (deflação) e com o resultado apresentou queda no acumulado dos últimos 12 meses. De acordo com o Secovi-Rio, o reajuste do aluguel deve respeitar a variação do índice escolhido - o mais utilizado nos contratos de aluguel é exatamente o IGP-M dos 12 meses anteriores. E ele deve ser respeitado pelos proprietários - tendo alta ou baixa no período. O sindicato patronal explica que os contratos indexados pelo IGP-M tiveram queda em maio de 2006, quando o indicador teve queda de 0,92% no acumulado de um ano. Ainda segundo o Secovi, no Rio de Janeiro, cerca de 85% dos contratos são reajustados pelo IGP-M, 10% pelo IGP-DI e o restante por outros índices. Assim, caso a tendência de variação negativa do indicador se mantenha em julho, a maioria dos contratos de aluguel com vencimento em agosto devem ter os valores reduzidos. Por exemplo, um contrato no valor de R$ 700 deve cair para R$ 696,43, se aplicada a variação dos últimos 12 meses informada na segunda prévia de julho (-0,51%). Para os contratos que terão reajuste em julho (que levam em consideração o indicador até junho) a variação é positiva de 1,52%. A maioria dos locadores adotam o IGP-M como indexador dos contratos porque o índice avalia os preços do mercado. Entre seus componentes estão os preços por atacado (IPA), os preços ao consumidor (IPC) e os custos da construção (INCC).   
BSB, 21/7- O volume de crédito liberado para os financiamentos habitacionais do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) cresceu 5,5% em maio, atingindo R$ 2,387 bilhões. No mesmo período do ano passado, as novas operações contratadas com recursos das cadernetas de poupança ficou em R$ 2,261 bilhões. Na comparação entre os primeiros cinco meses de 2008 e 2009, o aumento foi de 8,94%, de R$ 9,756 bilhões para R$ 10,629 bilhões. Deve-se ressaltar que a oferta de crédito é perfeitamente compatível com a demanda, tanto dos empreendedores como dos mutuários finais. Nos últimos 12 meses, as operações de crédito do SBPE atingiram R$ 30,904 bilhões, superando em 37,4% as realizadas nos 12 meses anteriores (R$ 22,499 bilhões). Quanto ao número de financiamentos, houve ligeiro recuo entre abril e maio, de 22.831 para 20.824 unidades, mas, na comparação entre os períodos de janeiro a maio de 2008 e de 2009, registrou-se elevação de 3,55%, de 95.889 para 99.296 unidades. Nos últimos 12 meses, foram financiadas 303.092 unidades, contra 227.562 nos 12 meses anteriores. A captação líquida das cadernetas de poupança (depósitos menos retiradas), em maio, foi de R$ 1,374 bilhão, mas, nos primeiros cinco meses do ano, ainda é ligeiramente negativa. Os eventuais efeitos positivos da queda da taxa Selic sobre as cadernetas não foram percebidos, portanto, até maio. O comportamento do SBPE, em 2009, situa-se dentro das projeções da Abecip, ou seja, uma tendência de estabilização do crédito, depois de cinco anos de crescimento acelerado.   
BSB, 20/7- A inadimplência no pagamento de condomínios na cidade de São Paulo recuou 33% entre julho de 2008 e junho deste ano. A conclusão é de levantamento da administradora Lello, com base em 1,1 mil condomínios gerenciados pela empresa. De acordo com a Lello, no período, o índice de calote caiu de 6,5% para 4,3%. A apuração considerou boletos não pagos após 30 dias de vencimento. Segundo Angélica Arbex, gerente de Marketing da Lello, o principal motivo da redução é a lei que permite que nomes de condôminos inadimplentes sejam inscritos nos registros de serviço de proteção ao crédito, em vigor há cerca de um ano. “Acredito num período de estabilidade com patamares menores do que os comparados em anos anteriores”, diz. O levantamento apurou, ainda, que os síndicos preferem as cobranças amigáveis aos envios para protesto. Segundo Arbex, entre julho do ano passado e junho último, a empresa intermediou cerca de 17 mil acordos para quitação de boletos em atraso, média de 1,4 mil por mês. “Em contrapartida, apenas dez títulos foram protestados”, afirma. A gerente afirma que a Lello vem alertando sobre a aplicação da nova lei, pois parte do cadastro de proprietários dos apartamentos na capital está desatualizado. Isso faz com que em muitos casos, o nome do dono seja diferente do que consta no boleto. Outro problema pode ocorrer no caso de apartamentos alugados, em cujos boletos pode estar o nome do dono, mas a despesa é de responsabilidade do inquilino. “O protesto do nome errado pode levar a ação de danos morais”, alerta. De acordo com Hubert Gebara, diretor do Grupo Hubert, que administra o condomínio de cerca de 35 mil unidades na capital, desde a entrada em vigor da lei que permite o envio do nome dos devedores para os serviços de proteção ao crédito, a inadimplência nesta modalidade teve redução de 50%. O levantamento, segundo ele, considera boletos não pagos na data do vencimento. “Se não houver solavancos econômicos, a queda deve continuar.”   
BSB, 17/7- O número de licenças para construção de casas subiu 8,7% em junho de 2009, com uma taxa de 563 mil residências contra 518 mil no mês anterior (dado revisado). As informações foram divulgadas há pouco pelo Departamento de Comércio dos Estados Unidos. A construção de novas residências também apresentou expansão de 3,6% em junho. A taxa anual foi de 582 frente as 562 mil construções em fevereiro (dado revisado).   
BSB, 15/7- Enquanto a combinação de baixa oferta de imóveis e de grande procura por unidades habitacionais – notadamente nos segmentos de 1 e 2 dormitórios – puxa para cima os valores dos aluguéis novos na cidade de São Paulo, o cenário é alentador para quem renova o contrato de locação. Dados da Pesquisa sobre Valores de Locação Residencial do Secovi-SP indicam aumento médio de preços da ordem de 11% em 12 meses para quem está à procura de um imóvel para alugar. Na outra ponta, o aluguel com aniversário em julho – e pagamento em agosto – ficará só 1,52% mais caro. Isso ocorre porque o Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM), indicador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) muito utilizado para reajustar os contratos de locação, tem registrado deflação. Neste mês, o IGP-M registrou retração de 0,10% em relação a maio, perfazendo uma queda acumulada de 1,24% no primeiro semestre e um discreto aumento de 1,52% no período de 12 meses iniciado em julho de 2008 e encerrado em junho de 2009. “Isso mostra que assumir um reajuste integral pelo IGP-M é um ótimo negócio, visto que uma eventual troca de moradia implicará uma busca por um produto raro e valorizado”, comenta José Roberto Federighi, vice-presidente de Locação do Secovi-SP.   
BSB, 14/7- As zonas oeste e leste de São Paulo registraram as maiores valorizações do preço por metro quadrado nos quatro primeiros meses do ano. A Lapa (oeste) foi o bairro da capital com a maior valorização de imóveis novos, na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo levantamento do Secovi (sindicato da habitação), o preço médio das novas unidades na Lapa cresceu 62,51%: passou de R$ 2.302 para R$ 3.741. Depois vêm o Tatuapé (o metro quadrado passou de R$ 2.401 para R$ 3.333), na zona leste, e Perdizes (de R$ 3.726 para R$ 4.975, metro quadrado mais caro da cidade). Para o consultor do Secovi Cícero Yagi, a procura por imóveis no bairro de Perdizes, que tem menos terrenos, foi responsável pela alta valorização da Lapa, bairro vizinho.   
BSB, 13/7- Os consumidores do Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel no mês passado. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quarta-feira (8), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 746,30, incluindo materiais e mão-de-obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 701,62 no sexto mês do ano. Em seguida estão as regiões Norte, com valor de R$ 690,94; Sul, com metro quadrado a R$ 686,96; e Centro-Oeste, com R$ 672,72. Os moradores do Nordeste, por sua vez, são os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 655,93. A região Centro-Oeste foi a que apresentou maior alta em relação a maio. Em junho, os moradores da região gastaram com a construção 1,27% a mais do que no mês anterior. Os brasileiros da região Sul também sentiram a alta dos custos que, no sexto mês do ano, subiram 1,08%. Os nordestinos pagaram 0,14% a mais para construir, enquanto que os que vivem no Norte do País desembolsaram 0,15% mais. Os moradores do sudeste foram os que menos sentiram a alta nos preços, que variaram 0,09% na região no mês passado. A variação média nacional ficou em 0,35% no sexto mês do ano.   
BSB, 9/7- O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou alta de 0,35% em junho deste ano, contra 1,30% em maio, segundo informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). De acordo com a instituição, a desaceleração foi pressionada pela menor incidência de reajustes salariais, já que maio concentra as datas-base. Com o dado, o índice fecha o primeiro semestre do ano com elevação de 3,67%, abaixo dos 5,28% do mesmo período de 2008. Nos últimos 12 meses, a taxa é de 10,03%, contra 10,99% nos 12 meses imediatamente anteriores. O custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 699,15 em maio para R$ 701,62 em junho, sendo R$ 404,58 relativos aos materiais e R$ 297,04, à mão-de-obra. A parcela dos materiais variou 0,14%, com leve alta de 0,01% ante maio. No ano, os materiais acumulam alta de 2,26%, ficando abaixo dos 4,66% observados em igual período de 2008. Já a componente mão-de-obra apresentou forte desaceleração, com variação de 0,65% em junho, contra 2,94% em maio. No acumulado do ano a alta é de 5,66%, ante 6,11% no ano passado.   
BSB, 8/7- Os economistas consultados pelo Banco Central na pesquisa semanal Focus reduziram a previsão para a maioria dos indicadores de inflação. A expectativa do mercado para o IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) caiu de 1,45% para 1,35%. Para o IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), recuou de 1,20% para 0,89%. Os dois indicadores servem de referência para o reajuste de contratos e preços administrados, entre eles, tarifas e aluguéis. Para o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômica), a previsão caiu de 4,25% para 4,13%. A exceção foi o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que serve como meta para o BC. A previsão oscilou de 4,40% para 4,42%. A meta de inflação é de 4,5%, podendo chegar a 6,5% no intervalo de tolerância (teto da meta).   
BSB, 8/7- De acordo com a Nota de Política Monetária, divulgada na última semana, pelo Banco Central, os financiamentos destinados à habitação (com recursos livres e direcionados) seguem em sólido desempenho, com expansão de 2,7% em maio, frente a abril, chegando a um saldo de R$ 67,5 bilhões. De acordo com dados divulgados pelo site especializado em economia, Infomoney, em 12 meses, a alta na concessão de crédito para a habitação é de 40,4%, levando em consideração operações realizadas com pessoas físicas e cooperativas habitacionais, excluindo-se as destinadas a empreendimentos imobiliários. Quando considerado o crédito habitacional concedido por bancos públicos, o volume foi de R$ 51,7 bilhões em maio, um montante 42,9% superior ao registrado em maio de 2008 (R$ 36,2 bilhões) e 3,1% maior do que o de abril (R$ 50,1 bilhões). Com isso, essas instituições se destacam na concessão de empréstimos habitacionais. Bancos privados No setor privado, por sua vez, as operações cresceram 2,5% entre abril e maio, para um total de R$ 11 bilhões no quinto mês do ano. Frente a maio do ano passado, quando haviam sido emprestados R$ 8,5 bilhões, a alta foi de 28,4%. Em relação ao crédito imobiliário, pesquisa realizada pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) com nove bancos mostrou que apenas um declara que pode cobrir o valor integral do bem: a Caixa Econômica Federal. As demais instituições (BB, Real, Santander, Bradesco, HSBC, Itaú, Nossa Caixa e Unibanco) emprestam até 80% do valor do imóvel a ser adquirido. Em sete delas, o prazo máximo financiado é de 30 anos e o limite de comprometimento da renda (individual ou familiar) com as prestações atinge 30%. No Itaú e Unibanco, o limite é de 35%, no Real e Santander, 27%, e na Nossa Caixa, 25%. As taxas anuais de juros dos bancos pesquisados variam de 5% a 13%, sendo que a menor é cobrada pela Caixa Econômica, e as maiores pelos bancos Real e Santander.   
BSB, 6/7- As ações de empresas do setor de construção, que tiveram quedas de até 93% no passado, dispararam no primeiro semestre deste ano, com ganhos de mais de 200%. Mas isso não significa que quem tinha esses papéis no ano passado já recuperou suas perdas. Quando há uma queda percentual de "x", a recuperação exige uma alta muito maior do que o recuo. Num exemplo hipotético, uma ação que custasse R$ 20 e caísse 50%, passaria a valer R$ 10. Para recuperar seu valor original, ela teria de subir 100% (se subisse só 50%, valeria R$ 15 e não R$ 20). É o caso de quem comprou ações da construtora Abyara no começo de janeiro de 2008. Esse investidor perdeu até o fim do primeiro semestre deste ano quase 90% do que investiu: os R$ 20,83 de um ano e meio atrás viraram minguados R$ 2,25 (cotação de 30/06). Os papéis da companhia ainda deram um pulo de 65,6% no primeiro semestre deste ano. No entanto, apesar de toda essa recuperação, ainda falta subir 825,8% só para chegar ao mesmo valor de R$ 20,83 de janeiro de 2008 (veja quadro abaixo). Nesse cenário, para que lado vai o investidor? Deve esperar a ação atingir seu valor original para só então vendê-la? Deve vender quando ela conseguir recuperar uma parte das perdas? Ou é melhor continuar apostando na recuperação dos papéis? Para especialistas, o ritmo da recuperação e a possibilidade de chegar ao pico do valor das ações é incerto. "O único consenso é que é necessária cautela por hora", afirmou Silvio Campos Neto, economista-chefe do Banco Schahin.   
BSB, 6/7- Para ele, as ações de construtoras integram um "setor novo na Bolsa, que ampliou a presença há pouco tempo, e é natural que haja exageros tanto nas analises positivas como nas negativas. O próprio mercado fez isso e agora está fazendo essas ações voltarem a um número condizente com a realidade das empresas." Em geral, diz ele, os investidores mais conservadores não aplicam em ações de construção civil. Os moderados e agressivos poderiam aceitar perdas entre 8% e 20% do que investiram. Para o presidente da Apimec-SP (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), Reginaldo Alexandre, a incerteza se deve ao fato de o setor ser altamente dependente de crédito e do interesse dos investidores estrangeiros para se valorizar na Bolsa. Ele prevê mais recuperação para as ações de empresas de construção, mas em ritmo menos acelerado. "Houve marcos positivos, como pacote habitacional do governo neste ano e a melhora no crédito imobiliário nos últimos meses. Mas os fatores que geraram a crise desse setor ainda estão lá. Melhorou, mas não resolveu", comentou. "O setor de construção setor tem grandes assimetrias entre as empresas. Agora que existe alguma normalidade a recuperação deve continuar, mas será mais lenta, acompanhando fundamentos como o endividamento das empresas, nível dos estoques de terrenos e a capacidade de elas entregarem o que prometem."   
BSB, 6/7- Com 29 empresas, o ramo de construtoras viu queda de 72,4% no seu valor de mercado, o equivalente a R$ 38,4 bilhões em perdas. A seguir veio papel e celulose, com baixa de 68,3%, ou R$ 30,6 bilhões. Até 2004, o setor de construção praticamente não tinha representação na Bovespa. Entre 2005 e 2007 o mercado se recuperou depois de hibernar por quase uma década graças ao potencial de crescimento -o déficit habitacional brasileiro é estimado em cerca de 7 milhões de unidades- e ao crescimento econômico sustentado, condição fundamental para o aumento do crédito. Para o diretor de Relações com o Investidor da Rossi, Cássio Audi, não houve exagero nem no alto valor das ações da empresa no início de 2008 nem na pesada baixa no fim do ano -tudo aconteceu porque o mercado está se adaptando no acompanhamento dessas empresas. Segundo ele, a Rossi viu suas ações se valorizarem neste ano porque percebeu a importância de uma entrada mais pesada no segmento de baixa renda -imóveis inferiores a R$ 120 mil, de acordo com especialistas no ramo- para concentrar seus recursos nos próximos anos. "A Rossi fez isso claramente. Viemos de 13% de lançamentos em segmento econômico em 2007, para 29% em 2008 e estamos almejando 50% neste ano", diz Audi. "Por isso acho que a tendência das ações é de mais valorização neste ano porque fizemos a lição de casa, e os investidores estão notando que somos hoje uma empresa de baixo risco, com atuação em todos os segmentos."   
BSB, 6/7- Entre as construtoras cujas ações mais se valorizaram neste ano, junto às da Rossi, estão as de Tenda, Rodobens e MRV Engenharia -reconhecidas por sua atuação em empreendimentos mais econômicos. Para Audi, "foram circunstâncias diferentes que levaram ao pico e à queda no valor dos papéis". Ele atribui os problemas em 2008 à crise do crédito e à falta de conhecimento dos investidores sobre o setor. "Hoje as pessoas já começam a ver melhor quais dados têm de acompanhar, sabem que mais importante do que lançar um empreendimento é vender. Como melhoramos esse número, o esforço é reconhecido", diz. No ano passado cerca de 50% dos lançamentos foram vendidos, de acordo com a Rossi. No primeiro trimestre de 2009 o número subiu para 55%. "O que posso dizer ao investidor é que a tendência é de valorização se ele ficar com a gente. Mas não dá para dizer se voltaremos ao nível do começo de 2008 em um futuro próximo", completou o executivo.   
BSB, 3/7- Os preços da construção civil paulista subiram 1,04% em junho, na comparação com maio. Este é o segundo aumento consecutivo, já que em maio houve alta de 1,54% nos custos da construção civil, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (1) pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo). O CUB (Custo Unitário Básico) - que reflete a variação mensal das despesas do setor para utilização nos reajustes dos contratos da construção civil - atingiu 122,43 pontos no sexto mês do ano. Em junho, o custo da construção civil paulista (R8-N) foi de R$ 850,92 por metro quadrado, sendo R$ 437,92 (51,46%) referentes à mão-de-obra e R$ 390,32 (45,87%), aos materiais. As despesas administrativas responderam por apenas R$ 22,68 (2,67%). Em relação a maio, o CUB relativo à mão-de-obra variou 2,04%, atingindo 125,18 pontos no mês passado. Já os custos dos materiais tiveram queda de 0,09%, chegando a 119,46 pontos. Quanto às despesas administrativas, houve elevação de 1,61%, o que fez com que estas ficassem em 122,99 pontos no sexto mês do ano. Ainda na comparação mensal, o SindusCon-SP destaca os aumentos de 0,90% na janela de correr de duas folhas, de 0,45% no vidro liso transparente de 4 mm, de 0,32% no tubo de cobre e de 0,22% no tubo de ferro. Entre as maiores quedas de preço do mês, estão a do óleo diesel (-1,40%), a do aço CA-50 10 mm (-0,94%) e a da locação de betoneira elétrica (-0,47%).   
BSB, 3/7- As vendas de material de construção cresceram 5,5% em junho contra o mesmo mês de 2008, segundo a Associação Nacional dos comerciantes de Material de Construção (Anamaco). Na comparação com maio, a comercialização desses artigos subiu 4%, fazendo com que o acumulado do ano chegue a 1,3% neste ano. De acordo com a associação, como os resultados do último mês foram revistos, a expectativa para 2009 é de o setor crescer 6,5% frente a 2008, impulsionado principalmente pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). As vendas dos produtos que receberam o incentivo fiscal do governo federal subiram 10% em junho e acumulam crescimento de 12,5% neste ano. A entidade afirma que a prorrogação do corte do imposto deve gerar maior efeito nos preços dos artigos agora, pois quando foi anunciada a redução de impostos, os estoques dos materiais de construção ainda estavam altos. “O consumidor já pedia os descontos do IPI, mas os estoques ainda tinham mercadorias a preços antigos. Nesse momento, metade da mercadoria antiga já girou e a tendência é que os preços continuem a cair”, afirma Cláudio Elias Conz, presidente da associação. Entre os produtos em destaque pela entidade que estão com o preço reduzido com o corte do IPI são o chuveiro elétrico - que passou de R$ 28,90 para R$ 25,90 -, cimento - de R$ 19,90 para R$ 16,90 - e tinta esmalte base água - de R$ 75,89 o galão de 18 litros para R$ 67,90. Na prorrogação do imposto reduzido, o vergalhão de cobre também entrou na lista dos produtos desonerados e a Anamaco espera que mais produtos tenham imposto cortado em outubro, quando acaba o corte do IPI.   
BSB, 1/7- Quem quer construir ou reformar ganhou um prazo maior para comprar material de construção a preços reduzidos. O governo prorrogou até 31 de dezembro a desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre 31 itens dessa categoria - até ontem eram 30, mas os vergalhões de cobre foram incluídos na lista. Desde o fim do ano passado, o governo adotou as desonerações fiscais como medidas de combate à crise. A maior parte das reduções deveria acabar no fim de junho. Mas a indústria ganhou fôlego extra. A avaliação do ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao anunciar a prorrogação do desconto no imposto, foi de que só agora a indústria começa a equalizar seus estoques - que estavam elevados por conta da queda nas vendas. Segundo o ministro, a utilização dos estoques levou a produção industrial a cair fortemente, mas a perspectiva é de que o ritmo seja retomado nos próximos meses. “A indústria vai passar do negativo para o positivo daqui para a frente”, projetou Mantega. Com relação ao material de construção, a redução do imposto (na maioria dos produtos, a alíquota média de 5% foi zerada) provocou queda de 0,71% nos preços em maio, segundo o IPCA. Embora o desconto do IPI não tenha sido integralmente repassado ao preço final dos produtos, o consumidor aproveitou as reduções para ir às compras. As vendas de material de construção cresceram 4,5% nos meses de abril e maio, ante o mesmo período de 2008.   
BSB, 30/6- O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Rio de Janeiro (Sinduscon/RJ), Roberto Kauffmann, defendeu que a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em materiais de construção seja permanente e no atacado. “A redução de IPI de materiais de construção tem que ser permanente, enquanto durar o programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. E, principalmente, para as compras no atacado, que é o nosso caso”, disse Kauffmann. Ele afirmou que o setor está necessitando de redução do IPI e, nos estados, do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) em materiais de construção para as empresas poderem produzir residências mais baratas. “Agora, reduzir para vender no varejo uma privada ou um azulejo para a pessoa física comprar não tem sentido, porque esse não é o escopo do programa Minha Casa, Minha Vida”, acrescentou o presidente da entidade. O programa, segundo Kauffmann, objetiva a produção em larga escala de moradias para as classes menos favorecidas. O presidente do Sinduscon/RJ afirmou que a redução permanente do IPI no atacado seria a contrapartida federal ao programa Minha Casa, Minha Vida, que prevê a construção de 1 milhão de moradias no Brasil. Nos estados, a contribuição seria a diminuição do ICMS. Lembrou que, no caso do Rio de Janeiro, já há a intenção de reduzir o imposto, “mas visando que as empresas reduzam também o preço das moradias de larga escala”. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou em Brasília a prorrogação da redução de IPI em materiais de construção até 31 de dezembro. A renúncia fiscal seria da ordem de R$ 686 milhões.   
BSB, 28/6- O lançamento de imóveis na capital caiu cerca de 52% na comparação entre o volume do primeiro quadrimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com dados do Sindicato da Construção Civil (Secovi-SP), de janeiro a abril de 2009 foram lançadas 4,2 mil unidades ante 8,7 mil oferecidas no mercado nos primeiros quatro meses de 2008. Segundo Celso Petrucci, economista chefe do Secovi-SP, um dos principais motivos da redução está no fato de que 2008 e 2007 foram dois anos “excepcionais” para o setor imobiliário (veja quadro). Ele afirma também que as construtoras e incorporadoras foram diretamente afetadas pela crise de crédito que se abateu sobre o mercado no fim de 2008. Petrucci afirma que, apesar da redução, o setor espera fechar o ano com 28 mil unidades lançadas e aproximadamente 29 mil comercializadas. Segundo o Secovi-SP, em 2008 foram vendidas 32,8 mil unidades na capital. Luiz Paulo Pompeia, diretor de Estudos Especiais da Empresa Brasileira de Análise de Patrimônio (Embraesp), reitera que os anos de 2007 e 2008 foram “pontos fora curva” para o setor, isto é, a demanda ficou bem acima da usual. Na avaliação dele, o número de lançamentos deve fechar o ano próximo de 2006, quando chegaram ao mercado 26 mil novas unidades. Pompeia também atribui o arrefecimento dos lançamentos ao custo dos empreendimentos. Ele explica que a nova lei de zoneamento da capital, em vigor desde 2004, reduziu a parcela da área total que pode ser destinada à construção, o que diminui o número de unidades que podem ser erguidas e eleva o custo de cada uma delas. “Isso fez com que muitos consumidores fossem buscar alternativas em cidades vizinhas”. Osmane de Oliveira Filho, coordenador do curso de pós-graduação em Negócios Imobiliários da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), afirma que outro agravante foi a elevação do preço dos terrenos por conta da procura para novos empreendimentos, principalmente em 2007 e 2008.   
BSB, 25/6- O Índice Geral de Preços - Mercado (IGPM) apontou alta de 0,07% na segunda prévia de junho, contra deflação de 0,14% no mesmo período do ano anterior, segundo informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O Índice de Preços por Atacado (IPA) - um dos três indicadores que compõem o IGP-M - teve variação de 0,21% no período, ante -0,31% no mês anterior. A maior contribuição para a aceleração veio do subgrupo Alimentos in Natura, que passou de -5,24% para &'8208;0,89%. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) recuou para 0,15% na segunda prévia de junho, contra 0,33% um mês antes. Quatro das sete classes de despesas do índice tiveram queda, são elas: Despesas Diversas (de 3,36% para 1,36%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 1,01% para 0,40%), Habitação (de 0,47% para 0,35%) e Alimentação (de;0,26% para 0,36%). Já Transportes (de 0,20% para 0,03%), Vestuário (0,67% para 0,79%) e Educação, Leitura e Recreação (0,02% para 0,07%) apresentaram incremento. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) avançou 1,72% no período, ante deflação de 0,10 no mês anterior. A taxa relativa a Materiais, Equipamentos e Serviços avançou de1,10% para 0,18% em junho, na comparação com a segundo prévia de maio. O índice de custo de Mão-de-Obra teve variação de 3,89% em junho. Um mês antes, o índice avançou 1,08%.   
BSB, 24/6- O volume de solicitações de empréstimos imobiliários nos Estados Unidos cresceu 6,6% na semana encerrada no dia 19 deste mês, em comparação com a anterior. O indicador que mede essas requisições saiu de 514,4 para 548,2, em uma base ajustada sazonalmente. No mesmo período, os pedidos de hipotecas para refinanciar empréstimo imobiliário existente avançou 5,9%. O índice de refinanciamento marcou 2.116,3, seguindo uma leitura de 1.998,1. Os dados fazem parte da pesquisa da Mortgage Bankers Association (MBA), localizada em Washington e representante da indústria de financiamento imobiliário dos Estados Unidos. A parcela das pedidos de refinanciamento de hipotecas correspondeu a 54% do total de pedidos, contra os 54,1% de uma semana antes.   
BSB,23/6- Os financiamentos imobiliários com recursos da caderneta de poupança cresceram 5% em maio na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), somando R$ 2,38 bilhões --ante abril (R$ 2,37 bilhões), o valor ficou praticamente estável. Nos primeiros cinco meses do ano, já são R$ 10,629 bilhões liberados, crescimento de 8,94% ante o mesmo período do ano passado. Nos últimos 12 meses, as operações somam R$ 30,904 bilhões, 37,4% acima das realizadas nos 12 meses imediatamente anteriores (R$ 22,499 bilhões). Em números absolutos, as contratações feitas pelos agentes do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) em maio corresponderam a 20.824 unidades --baixa ante as 22.831 em abril. No ano, porém, a construção e aquisição de imóveis está em 99.296 unidades, número 3,55% superior ao registrado entre janeiro e abril de 2008. Em 12 meses, foram financiadas 303.092 unidades, contra 227.562 nos 12 meses anteriores. "Deve-se ressaltar que a oferta de crédito é perfeitamente compatível com a demanda, tanto dos empreendedores como dos mutuários finais", destaca a Abecip em comunicado, ressaltando que comportamento do crédito imobiliário "situa-se dentro das projeções, ou seja, uma tendência de estabilização do crédito, depois de cinco anos de crescimento acelerado".   
22/6- Os rendimentos de quem aplica na poupança já são maiores que 28% dos fundos de investimentos que acompanham a evolução da taxa básica de juros (Selic), de acordo com levantamento divulgado nesta última sexta-feira (19) pelo Estado de S. Paulo. Quase um terço dos 458 fundos da categoria DI tiveram em maio rentabilidade inferior ao ganho de 0,55% que a poupança apresentou no mês. Em janeiro, 15% dos fundos perdiam em rendimento para a poupança. Ainda segundo o jornal, os fundos DI tinham patrimônio de quase R$ 188 bilhões no fim de maio, ou quase 15% do total de recursos do setor brasileiro de fundos. A categoria fica atrás apenas dos fundos de renda fixa (*27% do total).   
BSB, 21/6- As vendas de materiais de construção no Brasil subiram em maio pela primeira vez no ano em relação ao mês anterior, conforme dados divulgados nesta sexta-feira pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Segundo a entidade, o faturamento total deflacionado das vendas de materiais de construção no mercado interno apresentou no mês passado expansão de 5,42% ante abril. Na comparação com o mesmo mês de 2008, porém, houve queda de 15,05%. A associação ressaltou que em maio de 2008 as vendas apresentavam "um acelerado ritmo de crescimento", que foi interrompido em outubro pela crise econômica. "Com os resultados, a previsão da Abramat para o desempenho para a indústria de materiais de construção em 2009 continua sendo de crescimento de 3% em relação a 2008, pois há expectativa de que o segundo semestre deste ano apresente resultados bem superiores aos registrados até o mês de maio", informou a associação. Nos últimos 12 meses até maio, conforme a Abramat, houve crescimento de 0,78% das vendas de materiais de construção, enquanto no acumulado de janeiro a maio houve retração de 16,10% em relação ao mesmo período do ano passado. O presidente da Abramat, Melvyn Fox, acredita que na próxima semana se tenha a "ampliação do prazo de vigência do IPI reduzido para materiais, mantendo o estímulo ao consumo de materiais e aumentando a demanda por eles já em junho". Fox esteve na quarta-feira em Brasília na reunião do Grupo de Acompanhamento da Crise (GAC), quando apresentou ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, estudos feitos pela Fundação Getúlio Vargas com os principais efeitos da desoneração do setor.   
BSB, 19/6- Levantamento feito pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo) com nove dos maiores bancos do País apurou que sete dos nove bancos pesquisados - Banco do Brasil, Bradesco, Nossa Caixa, Caixa Econômica Federal, Itaú Unibanco, Santander Banespa e Banco Real concedem o prazo de 30 anos - ficam de fora Banco do Brasil e HSBC, que declaram conceder no máximo 20 anos de prazo para o mutuário quitar a dívida. Segundo as instituições, 5% é a menor taxas de juros cobrada em junho e se referem aos financiamentos de imóveis populares, em geral com preço até R$ 130 mil, mas essa taxa se aplica a determinados tipos de imóveis (em construção) e é oferecida apenas pela CEF (Caixa Econômica Federal). Nos bancos Real e Santander, imóveis de até R$ 120 mil têm financiamento com juros entre 7,95%, 9% e 11,5%. No Banco do Brasil e na Nossa Caixa, imóveis de até R$ 150 mil podem ser financiados com taxas de 9,57% e 8,9% ao ano, respectivamente. Nas operações de empréstimo para imóveis de classe média, os juros predominantes estão na faixa entre 11% e 12,5%, dependendo do valor a ser financiado, do prazo de pagamento e do plano de financiamento. A maior taxa de juros declarada - 13,3% ao ano - foi encontrada nos bancos Real e Santander em dois planos de financiamento que não têm limite de financiamento e de valor dos imóveis. A pesquisa apurou também que apenas um deles declara financiar 100% do valor do imóvel. A CEF tem um plano de nome "Imóvel na Planta/Construção-FGTS-Hipoteca" que financia integralmente imóveis de valor até R$ 130 mil, no prazo máximo de 20 anos para quem tenha renda de até R$ 4.900. É a CEF também que tem o segundo maior percentual de financiamento - 90% do valor do imóvel - para oito modalidades de empréstimos de sua carteira de crédito imobiliário e que abrangem desde imóveis do tipo popular, custando R$ 80 mil, até imóveis de valor ilimitado, desde que haja suporte de renda.   
BSB, 18/6- A produção do setor de construção nos 16 países que compõem a zona do euro teve alta de 0,6% em abril deste ano, frente ao mês anterior, quando também houve alta de 0,6%, segundo dados divulgados há pouco pelo Escritório de Estatísticas da Comunidade Europeia, Eurostat. Já na comparação com abril de 2008, o índice recou 4,7%. Nos 27 países da União Europeia, a produção do setor avançou 0,7% em abril de 2009, ante março. No mês anterior, o índice havia crescido 0,1%. Na comparação com abril de 2008, houve queda de 5,1%.   
BSB, 15/6- Com um aumento de 8,22% em relação a março, abril é o quarto mês seguido de crescimento na locação de imóveis residenciais na cidade de São Paulo, segundo pesquisa feita com 440 imobiliárias da cidade pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP). Em março, o total de locações havia crescido 26,96%; em fevereiro, 31,23%; e em janeiro, 15,25% sobre dezembro. "É uma demanda forte e altamente concentrada no núcleo do déficit habitacional, nos imóveis de menor valor, e que o governo federal pretende reduzir com o plano de construir um milhão de residências e vendê-las com subsídio para famílias com renda de até dez salários mínimos", afirma o presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, ao explicar que 64% dos imóveis alugados em abril tinham valor mensal de até R$ 800,00.   
BSB, 13/6- O consumidor interessado em comprar um imóvel financiado deve esperar por pelo menos mais dois meses, na opinião do vice-presidente da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira. Segundo ele, as taxas de juros, que já estão sendo reduzidas pelos bancos, devem cair ainda mais, com a percepção de melhora na economia e com as reduções da taxa básica de juros, a Selic. Na última semana, o Banco do Brasil e a Caixa anunciaram redução de juros, com condições diferenciadas de acordo com a forma de pagamento das prestações, ou se o interessado é correntista, por exemplo. Bancos privados, como o Bradesco, também estão de olho no mercado. Em maio, a instituição anunciou a ampliação do prazo de financiamento da casa própria de 25 para 30 anos em todas as modalidades previstas no Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e reduziu as taxas de juros. Segundo Olieira, as condições de crédito no segundo semestre vão estar melhores. Daqui a dois ou três meses, haverá uma quantidade maior de bancos oferecendo condições melhores, o que possibilita uma competição maior e beneficia os consumidores. Taxas menores, prazos maiores, menor burocracia no sentido de que deve haver uma liberação maior.   
BSB, 11/6- O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado como referência para reajustes de contratos de aluguel, teve alta de 0,29% na primeira leitura de junho, conforme informações divulgadas nesta quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou bem acima do verificado no mesmo período do mês anterior, quando houve queda de 0,52%. No ano, o índice acumula redução de 0,86%. Nos últimos 12 meses, o índice acumula elevação de 1,91%. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) reverteu a queda observada no primeiro decêndio de maio (-0,36%) e subiu 1,76%. Os preços de materiais, equipamentos e serviços caíram 0,23%, num ritmo menos intenso do que o do levantamento anterior (-1,18%). O índice que representa o custo da mão de obra teve elevação de 4,05%, depois de subir 0,59% no primeiro decêndio de maio.   
BSB, 11/6- O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu ontem reduzir para um dígito a taxa básica de juros (Selic) da economia, pela primeira vez desde 1986 quando foi criada. O órgão do Banco Central baixou a Selic de 10,25% para 9,25%. O corte de um ponto era esperado pelas centrais sindicais e entidades empresariais que cobraram medidas mais drásticas do governo para combater a crise. Mas foi maior do que o previsto por setores do mercado financeiro, que estavam mais cautelosos e veem sinais de recuperação na economia.   
BSB, 10/6- O Produto Interno Bruto (PIB) caiu 0,8% no primeiro trimestre de 2009, em relação ao trimestre anterior, na série com ajuste sazonal, informou nesta terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o Brasil entrou oficialmente em recessão técnica, pois o conjunto das riquezas produzidas no País já havia caído 3,6% nos últimos três meses de 2008. A última vez que o Brasil tinha registrado um quadro de recessão técnica foi em 2003, com queda apurada nos dados referentes ao 1º e o 2º daquele ano. "A maior redução ocorreu na indústria (-3,1%), seguida pela agropecuária (-0,5%), enquanto os serviços apresentaram elevação de 0,8%", informou o instituto em nota. Na segunda-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, adiantou que o PIB do primeiro trimestre do ano seria negativo, mas demonstrou otimismo afirmando que os dados representam algo "visto no retrovisor" e que o País deve voltar a crescer ainda em 2009. Na comparação com o mesmo trimestre de 2008, o PIB brasileiro também registrou queda, de 1,8%.   
BSB, 8/6- Mais um banco anunciou que irá baixar as taxas de juros cobradas no financiamento de imóveis com a grana da caderneta de poupança --o SFH (Sistema Financeiro da Habitação). O Banco do Brasil informou que a taxa mínima de 8,9% passou a ser de 8,4% ao ano, mais a TR (Taxa Referencial). Outros bancos já tinham anunciado redução de juros no financiamento imobiliário. Bradesco e Nossa Caixa, desde a semana passada, já têm juros mais baixos: de 10% para 8,9%, e de 11% para 8,9%, respectivamente. O HSBC, desde segunda, também tem taxas menores, no caso de imóveis acima de R$ 150 mil. O mutuário irá pagar 11%, e não mais 12% ao ano, mais a TR. Segundo o vice-presidente de Novos Negócios do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, a redução do banco foi estratégica. "Tivemos de ajustar as taxas para competirmos com a concorrência", comentou. De acordo com ele, até 2012, o banco pretende estar entre os três primeiros que mais emprestam no crédito imobiliário, lugar hoje ocupado pela Caixa Econômica Federal, Itaú e Santander. Segundo o economista Manuel Enriquez, vice-presidente do Corecon-SP (Conselho dos Economistas), os bancos estão reduzindo os juros para acompanhar a Selic (taxa básica de juros). "Estão antecipando", comentou. O Banco do Brasil deverá começar a operar com os recursos do FGTS no financiamento habitacional no final de julho. Hoje, só a Caixa oferece essa linha, que tem juros de 4,5% a 8,16% para imóveis de até R$ 130 mil.   
BSB, 5/6- As cadernetas de poupança voltaram a captar recursos em maio. Segundo dados divulgados hoje pelo Banco Central (BC), os depósitos superaram os saques da caderneta no mês passado, resultando em uma captação líquida positiva de R$ 1,88 bilhão em maio. Com isso, foi invertido o movimento de saída de recursos registrado nos dois meses anteriores (março e abril), quando os saques superaram os depósitos na poupança De acordo com o BC, maio teve depósitos totais de R$ 78,839 bilhões e saques de R$ 76,958 bilhões. Houve, ainda, rendimento das contas já existentes de R$ 1,371 bilhão. Com esse resultado, o saldo da caderneta de poupança no acumulado de 2009 até o mês passado mudou de direção e passou para o campo positivo. De janeiro a maio deste ano, as cadernetas tiveram captação líquida positiva de R$ 356,878 milhões. De janeiro a abril, o resultado da captação era negativo em R$ 1,523 bilhão   
BSB, 3/6- A concessão de crédito teve forte recuperação em março, mas já esbarra na resistência de consumidores e empresas de assumirem novas dívidas. O aumento da concorrência dos bancos públicos, pressionados pelo governo a expandir a oferta de crédito, e a demanda fraca por novos financiamentos têm forçado instituições privadas como Itaú-Unibanco, Bradesco e Santander-Real a reverem suas estratégias de atuação, investindo mais em marketing, reduzindo taxas e aumentando prazos, especialmente no financiamento de veículos, imóveis e consumo. Segundo especialistas, a maior parte do consumo represado pela crise --e a demanda por crédito-- já se materializou. Daqui em diante, bancos e redes de varejo terão de lidar com os efeitos da crise na confiança de empresas e consumidores, até agora estimulados por políticas como redução de IPI para carros e outros produtos. A boa notícia é que a disponibilidade de crédito parece ter voltado ao normal, inclusive com o retorno de alguns bancos pequenos ao mercado. "O problema está na demanda. A Selic [taxa básica de juros determinada pelo Banco Central] em queda induz a uma oferta maior de crédito. Os bancos criaram um colchão de provisionamento para enfrentar a inadimplência. Quem partir primeiro [para o crédito] vai conseguir recuperar os resultados, que foram fracos no primeiro trimestre", disse João Augusto Salles, analista da consultoria Lopes Filho. "Não temos mais um problema de oferta, tanto que os bancos estão reduzindo juros e aumentando prazos", disse Bruno Rocha, da Tendências. Dados do BC mostraram retração de 8,1% de março para abril (mês com menos dias úteis) das novas concessões de financiamento de carros, segmento em que os bancos privados têm elevado prazos para até 80 meses. Em abril, as novas concessões para outros bens duráveis (móveis e eletrodomésticos) tiveram retração de 4,7%; para imóveis, de 17,1%, segundo o BC.   
BSB, 2/6- A Rodobens Negócios Imobiliários e a Caixa Econômica Federal firmaram um acordo que garante mais de R$ 50 milhões para 518 unidades habitacionais do empreendimento no bairro de Guarapiranga, em São Paulo. Com o acordo, os clientes que se enquadrarem nas regras da Caixa terão acesso aos subsídios do Programa Minha Casa, Minha Vida, que oferece redução de custos e garantias adicionais como pagamento opcional de entrada nos casos de financiamento, taxas de juros a partir de 4,5%, entre outros. Segundo o diretor presidente da Rodobens, Eduardo Gorayeb além da assinatura da "carta de garantia", existem outros projetos da incorporadora que atendem aos requisitos do Programa Minha Casa, Minha Vida. "A Rodobens Negócios Imobiliários está com nove projetos já lançados, cerca de 6 mil unidades, sendo avaliados pela Caixa Econômica Federal. Também estamos com mais 19 projetos em fase de preparação, que somam cerca de 12 mil unidades e que serão encaminhados ao banco para avaliação nos próximos dias." Gorayeb afirma ainda que "está estudando a possibilidade de lançar, em 2009, empreendimentos que atendam famílias que ganham de 0 a 3 salários mínimos".   
1/6- Até 31 de dezembro de 2013, a construtora contratada para construir unidades habitacionais de valor comercial de até R$ 60 mil no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida, de que trata a Medida Provisória 459, de 2009, fica autorizada, em caráter opcional, a efetuar o pagamento unificado de tributos e contribuições (IRPJ, PIS, CSLL e Cofins) equivalente a 1% da receita mensal auferida pelo contrato de construção. É o que dispõe a Instrução Normativa 934, da Secretaria da Receita Federal do Brasil (Diário Oficial da União de 19 de abril), que dispõe sobre o Regime Especial de Tributação (RET) aplicável às incorporações imobiliárias e sobre o pagamento unificado de tributos aplicável às construções de unidades habitacionais contratadas no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida.   
BSB, 29/5- Os empréstimos imobiliários não pagos nos Estados Unidos continuam batendo recordes, aumentando ainda mais no primeiro trimestre do ano, anunciou nesta quinta-feira (28/5) a Associação de Banqueiros Hipotecários (MBA). Os dados corrigidos com as variações sazonais mostram que a proporção de devedores com 30 dias de atraso em relação ao vencimento de sua cota hipotecária chega a 9,12%, contra 7,88% no trimestre anterior. É a taxa mais elevada desde que a MBA começou a medir este dado, em 1972. Segundo a associação, a quantidade de embargos e despejos registraram uma forte alta (1,37% dos devedores, contra 1,08% no trimestre anterior), o que significa que 9,59% das pessoas endividadas nos Estados Unidos estão sob ameaça de perder suas casas.   
BSB, 29/5- A deflação no Índice Geral de Preços — Mercado (IGP-M) diminuiu ainda mais o ritmo este mês e registrou a terceira queda seguida. Segundo dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o indicador caiu 0,07% em maio, após apresentar redução de 0,15% em abril. O IGP-M é usado para calcular o reajuste da maioria dos contratos de aluguel, portanto, uma boa notícia para locatários. Com a queda, a taxa acumulada em 12 meses recuou para 3,64%. No ano, já está deflacionária em 1,14%. Ontem, em audiência no Senado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, falou sobre os sinais de recuperação da economia. Afirmou que a desvalorização da moeda americana mostra confiança dos investidores no País. Ele observou, porém, que o câmbio valorizado tem lado negativo, porque diminui vantagens do setor exportador. O governo não vai interferir na política cambial e no valor do dólar, que continuará flutuante, garantiu. A equipe econômica atuará apenas na compra de reservas de dólares, para assegurar o mercado financeiro, no caso de fuga de capitais do Brasil.Para o ministro, a taxa Selic (juro básico da economia) ainda está alta. “Há uma situação de anomalia do ponto de vista dos juros, embora estejamos caminhando para uma normalidade”, observou. “Não faz sentido. Estamos equilibrados em outros parâmetros econômicos e acho que agora que a inflação está baixa, nos próximos dois anos o Brasil deverá ter taxa básica semelhante à de países com as mesmas condições que as nossas”, concluiu.   
BSB, 29/5- As empresas do mercado imobiliário tiveram, em geral, boa performance no primeiro trimestre do ano. "Uma parte relevante da crise foi atravessada com saúde", analisa Ricardo Almeida, professor de finanças do Instituto de Ensino e Pesquisa Agora (Insper). Ele acrescenta que as companhias estão sabendo trabalhar bem com o mercado de ações, e, que durante esse período, não correram risco de falir nem de cancelar a entrega de empreendimentos. Isso só foi possível porque as companhias adotaram a estratégia de postergar os seus lançamentos, para assim, assegurar um bom volume no caixa. Segundo o professor da Insper, as empresas que melhor performaram foram aquelas que souberam ajustar a sua estrutura rapidamente. É o caso da EZTEC, por exemplo, que teve um resultado financeiro positivo devido às despesas operacionais, que foram 34% menores no primeiro trimestre do ano, em relação ao mesmo período de 2008. A Inpar, por sua vez, teve um aumento de 33% na comparação dos dois períodos. A empresa declarou, em seu balanço, que vai reduzir as despesas no segundo trimestre. De acordo com Patrick Correa, analista da Máxima, a Rossi lançou R$ 143 milhões enquanto teve R$ 283 milhões em vendas contratadas. A Gafisa foi outra empresa que também foi bem no trimestre. Lançou R$ 160 milhões e vendeu R$ 558 milhões. A Klabin Segall não fez lançamentos e vendeu R$ 117 milhões. A Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário (CCDI) e a Tenda fizeram o mesmo: não lançou, mas venderam bem. A primeira vendeu R$ 121 milhões de estoque e a outra, R$ 252 mil. A empresa que mais vendeu foi a PDG, com R$ 719 milhões. E a Cyrela foi a única que lançou mais do que vendeu no período, somando R$ 60 milhões ao estoque. "A Tecnisa teve recuperação das vendas do quarto trimestre, a Rossi, por sua vez, teve recuperação na velocidade de vendas e a Gafisa teve um dos maiores lucros, de R$ 37 milhões", afirma Correa.   
BSB, 27/5- O Banco Nossa Caixa reduziu de 11% para 8,90% ao ano a taxa mínima pós-fixada para financiamento de aquisição e construção de imóveis residenciais enquadrados nas condições do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), em que o valor máximo da unidade é de R$ 500 mil. A instituição explica que a taxa máxima nessas operações, por sua vez, caiu de 11,50% para 10% ao ano, uma queda de 1,50 ponto porcentual. Os juros ficaram menores também nos financiamentos enquadrados na taxa de mercado (para imóvel acima de R$ 500 mil e reformas) - no plano com reajuste, baixaram de 12,50% para 12% ao ano (menos 0,50 ponto porcentual) e no plano prefixado, caíram de 16% para 15,08%. As taxas de juros são definidas conforme o valor do imóvel. Com o ajuste, a Nossa Caixa posiciona suas taxas de crédito imobiliário entre as menores do mercado, igualando-as aos juros praticados pelo Banco do Brasil, seu controlador. "A expectativa da Nossa Caixa é crescer em 25% a concessão de crédito imobiliário para pessoas físicas em 2009, atingindo volume de operações de R$ 450 milhões, ante R$ 358 milhões no ano passado", afirma Gueitiro Matsuo Genso, diretor de Produtos da Nossa Caixa. A Nossa Caixa ampliou ainda o prazo de pagamento no plano prefixado de 15 para 20 anos e baixou de R$ 25 para R$ 22 a tarifa mensal de administração para todos os novos contratos de empréstimo habitacional. O interessado em financiar um imóvel pode optar pelo plano com reajuste (taxa pós-fixada) ou pelo pagamento com taxa prefixada. No primeiro caso, as parcelas e o saldo devedor sofrem correção pela TR, já no segundo, as prestações são fixas e o saldo devedor não é corrigido.   
BSB, 27/5- O Bradesco reduziu as taxas de juros para imóveis novos e usados com valor de até R$ 120 mil, de 10% para 8,9% ao ano, mais a variação da TR, nos contratos pós-fixados. Norberto Barbedo, vice-presidente do banco, afirma que, com essa redução, ele passa a praticar a taxa mais baixa do mercado para essa faixa de valor e de moradias financiadas com recursos da poupança. O banco também reduziu os juros em outras modalidades pós-fixadas, de 16% para 14% ao ano, mais a variação da TR, no financiamento de imóveis comerciais voltados para pessoa física; e de 11% para 10,9% ao ano, mais a variação da TR, na carteira de imóveis residenciais com valor de R$ 120 mil a R$ 500 mil. A meta do Bradesco é dobrar a carteira no segmento para R$ 10 bilhões ao final de 2009 e ampliar de 22% para 25% sua participação no mercado brasileiro de crédito imobiliário, em 18 meses.   
BSB, 27/5- Os preços dos imóveis caíram 18,7% em março na comparação com o mesmo período do ano passado, revela o indicador S&P/Case-Shiller publicado nesta terça-feira. Os números continuam a mostrar taxas recordes de queda, uma tendência iniciada no final de 2007. A queda dos preços nas 20 maiores áreas metropolitanas foi maior do que a esperada pelo mercado, que era um recuo de 18,4%. "A queda do setor imobiliário residencial continuou em um ritmo constante em março", disse M. Blitzer, chairman do comitê de análise da Standard and Poor's.   
BSB, 25/5- Durante encontro empresarial na China, que contou com representantes do mercado imobiliário de todas as partes do mundo, o presidente do Secovi-SP, João Crestana, percebeu a volta do entusiasmo nos empreendedores europeus e norte-americanos. “O mercado imobiliário mundial está se recuperando dos graves efeitos da crise financeira e já demonstra certo otimismo. As expectativas são positivas, até mesmo nos Estados Unidos”, conta Crestana. Apesar de o Congresso Mundial da Fiabci à China ter sido cancelado pelo governo, por causa da ameaça de proliferação do vírus da gripe A, a delegação de empresários do Secovi-SP seguiu em missão empresarial às cidades de Beijing, Xian e Shangai. “Talvez até mesmo em função do regime político, os chineses possuem enorme patriotismo e respeito às determinações governamentais sobre o desenvolvimento futuro do país. Isso tem o seu lado positivo, pois permite planejamento de longo prazo”, opina Crestana.   
BSB, 24/5- O Feirão da Casa Própria, em São Paulo, organizado pela Caixa Econômica Federal no Centro de Exposições Imigrantes, atingiu o volume total em negócios de R$ 1,094 bilhão de quinta-feira até as 18h30 deste sábado. Cerca de 72 mil visitantes já passaram pelo evento. As informações são da assessoria de imprensa da Caixa. A expectativa é de que cerca de 150 mil pessoas visitem o evento e movimentem R$ 1,4 bilhão - o correspondente a 21,5 mil negócios, 10% a mais do que o ano passado. No Feirão, são oferecidas 110 mil unidades residenciais na região metropolitana de São Paulo, sendo 42.566 novos ou em construção e 67,4 mil usados. As opções se distribuem entre a capital e demais cidades da Grande São Paulo. Os preços variam entre R$ 30 mil e mais caro R$ 1 milhão.   
BSB, 21/5- Com um empurrãozinho do governo federal, os números do setor imobiliário de São Paulo voltaram a crescer em março, mês do lançamento do "Minha Casa, Minha Vida". Segundo dados do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), foram comercializados, na capital paulista, 2.162 imóveis novos, contra 1.556 de fevereiro e 1.113 de janeiro. Os lançamentos também ganharam força ao londo de 2009. Em março, foram lançadas 1.561 unidades, ante 1.211 de fevereiro e 382 de janeiro. No total, os lançamentos dos primeiros três meses do ano somaram 3,1 mil moradias, contra 7 mil no período de janeiro a março de 2008. É bom lembrar que o ano passado e 2007 foram períodos atípicos, já que os números ultrapassaram em muito as médias históricas registradas na cidade. Essas 3,1 mil unidades se aproximam bastante do volume de lançamentos residenciais em 2006, quando chegou a 2,7 mil unidades.   
BSB, 21/5- De acordo com a Pesquisa Secovi do Mercado Imobiliário (PMI), a comercialização de imóveis residenciais novos na cidade ultrapassou a marca de 4,8 mil unidades. Apesar de o número ser menor que o do ano passado, quando atingiu 8,5 mil moradias, uma sondagem realizada recentemente com os associados do sindicato constatou aceleração dos negócios. A percepção dos empresários entrevistados era de que seria possível fechar o mês de abril com 20% mais de vendas, afirma Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP. Outro dado, divulgado ontem pelo Secovi-SP, é que o ritmo de vendas, medido pelo indicador Vendas sobre Oferta (VSO), deve encerrar 2009 na casa dos 12%, contra os 16,2% de 2007 e os 13,8% de 2008. No primeiro trimestre, esse indicador atingiu a média de 8%, em linha com os 8,1% de 2006. No primeiro trimestre o volume de vendas (4.831 moradias) foi superior ao número de lançamentos (3.154), o que se reflete no saldo de imóveis disponíveis. Essa tendência já vinha sendo observada desde fevereiro e aumenta a percepção de que o crescimento de estoque registrado nos últimos meses de 2008 começa a ser compensado com as vendas deste ano O volume de aplicações das cadernetas de poupança, que era de R$ 3 bilhões em 2004, subiu para a casa de R$ 30 bilhões em 2008. Para este ano, a perspectiva é de que gire em torno de R$ 28 bilhões. Até em função do reforço representado pelo plano governamental e pela iniciativa do banco, a estimativa é de que sejam lançados este ano na cidade de São Paulo 28 mil unidades e comercializadas 29 mil unidades   
BSB, 21/5- Com a recuperação do mercado imobiliário, outros setores ligados à construção civil também apresentaram uma retomada no desempenho. O consumo de cimento no primeiro trimestre de 2009 - de 4 mil toneladas/mês - é o mesmo observado no mesmo período de 2008, indicam dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP). De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, a atividade da construção civil encerrou os quatro primeiros meses do ano com saldo positivo de 43,4 mil postos de trabalho formais.   
BSB, 21/5- Quanto ao mercado de locação residencial, persiste o problema da escassez de oferta de imóveis para alugar e, por isso, o valor médio dos aluguéis na cidade de São Paulo registrou aumentos superiores a 12% no primeiro trimestre de 2009. Devido a esse panorama de demanda superior à oferta, um imóvel em bom estado de conservação e localização registrou, nos três primeiros meses do ano, Índice de Velocidade de Locação (IVL) próximo a 11 dias. No mesmo período do ano passado, o IVL (tempo que o imóvel demorava para ser alugado) era de 12 dias e, em 2004 e 2005, esse índice ultrapassava os 30 dias.   
BSB, 20/5- Os juros praticados pela Caixa Econômica Federal (CEF) vão continuar em trajetória de queda, assegurou, durante o Fórum Nacional, a presidente da CEF, Maria Fernanda Ramos Coelho. “Sem dúvida, vai continuar caindo". Maria Fernanda afirmou que os bancos públicos, englobando a Caixa, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco do Brasil e os bancos regionais, estiveram atuando durante a crise internacional para atender à demanda por crédito. “Nós crescemos neste trimestre 11%, enquanto os bancos privados tiveram um crescimento negativo da oferta de crédito. Então, a importância dos bancos públicos ficou muito consolidada neste período da crise”, disse. Ela disse ainda que no caso da Caixa, em especial, isso ficou claro não só no que diz respeito ao crédito habitacional e ao crédito à pessoa jurídica, mas também em relação ao crédito à pessoa física, onde foram escolhidos como prioritários para apoio os setores de turismo e de financiamento à linha branca. Maria Fernanda destacou que os números divulgados pelo Ministério do Trabalho que revelam a criação no país, em abril, de 106 mil vagas de trabalho, confirmam que o setor da construção civil é o único que apresenta o nível de contratação positivo. Mesmo em janeiro, quando houve um declínio do emprego, o setor da construção gerou nove mil postos. Em abril deste ano, foram 13 mil postos criados pelo setor. A presidente da CEF informou que o desenvolvimento sustentável passa a ser um fator incorporado aos contratos da instituição. Energia solar e a reutilização da água da chuva já são elementos usados pela Caixa na área da habitação popular. Disse que a partir de janeiro, a CEF passou a exigir o licenciamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) referente à origem florestal.   
BSB, 19/5- O índice de confiança das construtoras no mercado imobiliário dos Estados Unidos apresentou melhora pelo segundo mês consecutivo. Em maio de 2009, o indicador mostrou uma melhora e registrou 16 pontos, de acordo com a Associação Nacional dos Construtores (NAHB, na sigla em inglês). Este é o nível mais alto desde setembro de 2008. "Os construtores estão respondendo ao que consideram ser uma das melhores condições de compra de casa por toda a vida. Você não está suscetível de obter um melhor negócio em termos de taxas hipotecárias do que aquilo que está disponível agora", afirmou o presidente NAHB, Joe Robson.   
BSB, 16/5- Os trabalhadores formais com conta vinculada do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) há pelo menos três anos terão 0,5% de desconto nos juros dos financiamentos habitacionais pelo programa "Minha casa, minha vida". O anúncio foi feito ontem, pelo vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda, no 5º Feirão Caixa da Casa Própria, no Riocentro. Além da redução, os futuros mutuários contarão também com subsídios (abatimento no valor total do imóvel) de R$ 2 mil a R$ 23 mil. Com o desconto, as taxas anuais dos coristas do FGTS passarão a ser de 4,5% (renda de R$ 1.395 a R$ 2.325); 5,5% (R$ 2.325 a R$ 2.790) e 7,66% (R$ 2.790 a R$ 4.650). Em todos os casos, a correção será pela Taxa Referencial (TR). Na prática, a redução poderá chegar a R$ 43 por mês, ou R$ 520 por ano, no financiamento de um imóvel R$ 130 mil, para quem tem renda de R$ 4.650.   
BSB, 16/5- O reflexo da taxação da poupança no volume de recursos dos financiamentos habitacionais para a classe média é uma pergunta ainda sem resposta. Especialistas em financiamento imobiliário dizem que é cedo para avaliar, mas lembram que 41% do volume de recursos da poupança estão em contas com mais de R$ 50 mil. E 65% dos depósitos na aplicação são direcionados ao crédito da casa própria. Ou seja, o volume pode cair. Mantendo-se a distância que existe hoje entre o rendimento da poupança e dos fundos e títulos (atualmente a poupança rende 8% para uma taxa Selic de 10,25%) e com a trajetória dos juros em queda, não vejo risco. O problema é se houver uma reversão de política monetária, e a Selic voltar a subir. Nesse cenário, a poupança ficaria fragilizada e os bancos podem dificultar o crédito, por temer se terão os recursos para manter os financiamentos de longo prazo - diz o economista Marcus Vinícius Valpassos, da Galanto Consultoria. João Bosco Segreti, da Sam Consultoria, também avalia que a perda de volume de recursos está diretamente relacionada ao comportamento da Selic. O especialista destaca, no entanto, que há outra saída para o financiamento da casa própria: - A solução para a redução da atratividade das cadernetas é substituir o SFH pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). É que a dinâmica do SFI prevê os descontos dos financiamentos a receber, como acontece com os títulos públicos, por exemplo, gerando uma outra fonte de recursos para o financiamento de imóveis para a classe média. O professor de Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV) e da PUC-SP Fabio Gallo Garcia avalia que a decisão do governo de mexer apenas na tributação da caderneta de poupança, e não na rentabilidade efetivamente, vai criar um desequilíbrio econômico e não vai resultar em queda dos juros para a habitação.   
BSB, 15/4- O número de novos contratos de locação de imóveis residenciais fechados na cidade de São Paulo cresceu 18% nos quatro primeiros meses deste ano, na comparação com o mesmo período de 2008. É o que aponta levantamento da Lello, empresa líder em administração imobiliária no Estado. Segundo o estudo, março de 2009 foi o mês que mais contribuiu para puxar a média de novos negócios para cima, com alta de 13% na comparação com o mês anterior. Já o volume de novas locações em abril se manteve estável em relação a março. Os tipos de imóveis mais procurados continuaram com o mesmo perfil: apartamentos de um e dois dormitórios, com valor de aluguel em torno de R$ 1,5 mil. As regiões com mais demanda por locação residencial foram as do Tatuapé, Mooca, Perdizes, Vila Madalena, Pacaembu, Jardins e Santana. 'A procura continua expressivamente aquecida em todas as regiões e continuamos a ter escassez de casas e apartamentos que estejam dentro do perfil mais desejados pelos candidatos a inquilinos', diz Roseli Hernandes, gerente de Locação e Vendas da Lello Imóveis.   
BSB, 15/5- A firma hipotecária Freddie Mac, um dos pivôs do estouro da bolha imobiliária norte-americana, perdeu US$ 9,851 bilhões no primeiro trimestre do ano, afetada pelas amortizações multimilionárias que teve que pagar para assumir investimentos e empréstimos concedidos que não poderá recuperar. Embora as perdas da hipotecária tenham disparado, em comparação com um ano antes (de US$ 149 milhões para US$ 9,851 bilhões), também refletem uma considerável melhora em relação ao trimestre anterior, quando a firma chegou a perder US$ 23,852 bilhões. "Este foi outro trimestre difícil para a Freddie Mac, pois a queda dos preços de imóveis e a fraqueza econômica seguem afetando nossos resultados", reconheceu o executivo-chefe interino da empresa, John Koskinen, ao apresentar os resultados. Tanto a Freddie Mac como a Fannie Mae sofreram intervenção do Governo americano em setembro para evitar a falência, já que ambas concediam ou asseguravam quase a metade das hipotecas americanas. A receita da empresa caiu quase à metade entre o primeiro trimestre de 2008 e o de 2009, passando de US$ 1,412 bilhão a US$ 771 milhões. No entanto, o que mais afetou as contas da Freddie Mac não foi a queda da receita, e sim o gasto de US$ 7,1 bilhões com a amortização de ativos e de US$ 9,097 bilhões por perdas vinculadas a créditos que não poderá recuperar.   
BSB, 14/5- O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou queda de 0,15% em abril, frente a março. Com isso, a variação acumulada do índice em 12 meses (maio de 2008 a abril de 2009) foi de 5,38%, bem próxima da inflação oficial de 5,53% do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A divulgação do IGP-M no último dia útil do mês-base faz com que ele seja o indicador preferido para corrigir contratos de locação. Assim, os aluguéis que aniversariam em maio sofrerão reajuste de 5,38% sobre o valor pago até abril. Uma forma simples de calcular o reajuste anual do aluguel é multiplicar o aluguel vigente em abril por 1,0538. Isso significa que, se a locação de maio de 2008 a abril de 2009 era de R$ 1 mil, o valor a ser pago no final de maio ou início de junho será de R$ 1.053,80.   
BSB, 13/5- O governo estuda criar uma espécie de tarifa no Imposto de Renda (IR) para valores a partir de R$ 50 mil aplicados na caderneta de poupança. Com isso, espera não prejudicar os pequenos poupadores, disse ontem uma fonte do Ministério da Fazenda. A principal vantagem da aplicação mais popular do País em relação às demais formas de investimento é a isenção de tributos. A assessoria do Ministério trabalhava na terça-feira com a probabilidade de a medida ser anunciada ainda nesta quarta-feira, depois da reunião do Conselho Político. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse ontem a sindicalistas com quem se reuniu que o governo criará dificuldades para os especuladores que imaginam migrar para a caderneta de poupança. Inicialmente, a equipe econômica do governo estudava tributar a poupança a partir de R$ 20 mil. Porém, a hipótese que ganhou mais força nos últimos dias é a de esticar o valor a ser tributado para R$ 50 mil, a fim de evitar desgaste político, já que a oposição vem afirmando que Lula poderia repetir o confisco na poupança feito pelo ex-presidente Fernando Collor de Mello. A mesma fonte do ministério informou que a redução de impostos, principalmente o Imposto de Renda, sobre os fundos de investimentos (renda fixa e DI) não estaria descartada, apesar de ser noticiada a informação de que a equipe econômica havia desistido de tal decisão.   
BSB, 13/5- Uma outra fonte da equipe econômica também confirmou que o governo estuda várias propostas para evitar a migração dos fundos de investimento para a caderneta de poupança, que tem se tornado mais atrativa em relação às demais aplicações em razão do processo de queda da taxa Selic, atualmente em 10,25% ao ano. Além dos fundos renda fixa e DI, a redução da tributação pode alcançar o investimento em títulos privados, como debêntures e Certificados de Depósitos Bancário (CDB). Nos patamares atuais da Selic, os tradicionais fundos DI que cobram taxas de administração acima de 2% ao ano já perdem da caderneta. Pelos cálculos do ex-diretor do Banco Central Carlos Eduardo Thadeu Freitas, a remuneração da caderneta de poupança hoje gira em torno de 6,7% ao ano, na média, se considerar as aplicações entre 7 de abril e 7 de maio. O rendimento mensal da poupança é determinado por uma remuneração fixa de 0,5% mais a variação da Taxa Referencial (TR). É uma remuneração bem próxima da observada nos fundos de investimentos, como renda fixa, DI e CDBs aplicados no curto prazo, em seis meses, que estão em 7,1%, na mediana. A conta leva em conta a remuneração bruta - Selic nos atuais 10,25% anuais, mais taxa de administração de 1% anuais. Segundo Freitas, os principais tributos incidentes nos fundos de investimentos são o Imposto de Renda e Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O IR sobre as aplicações de renda fixa varia de acordo com o prazo de aplicação. O investidor que resgata os recursos em até seis meses, por exemplo, é tributado em 22,5% sobre o rendimento. Já para quem permanece por mais de dois anos, a alíquota do IR cai para 15%.   
BSB, 12/5- O governo aumentou de R$ 300 mil para R$ 500 mil o limite do valor do imóvel que pode ser financiado com o SFH (Sistema Financeiro de Habitação). A medida, de acordo com a CEF (Caixa Econômica Federal), deve estimular saques do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) na ordem de R$ 1,1 bilhão entre este ano e 2010. De acordo com a CEF, a mudança do limite do valor do imóvel a ser financiado não deve causar desequilíbrios às contas do FGTS. Em março deste ano, o governo, além de aumentar o valor do imóvel a ser financiado, determinou que o financiamento não poderia exceder 90% do preço da casa ou apartamento a ser adquirido. Porém, as instituições financeiras ficaram livres para praticar percentuais abaixo do limite determinado. O financiamento pelo SFH tem como característica ser destinado para a classe média, pelos padrões de valor de imóvel, total que pode ser financiado e etc. Na época da declaração da medida pelo governo, o presidente do Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo), José Geraldo Tardin, havia dito que ela não iria cumprir com seu objetivo de atingir a classe média brasileira. "A medida pode ser chamada de ´bolsa-cobertura`, já que, por esse preço, é possível adquirir uma cobertura em vários bairros das grandes cidades e é um tipo de financiamento que só se destina ao alto escalão do Governo e aos executivos de grandes empresas, face à renda que será exigida para a sua concessão", declarou.   
BSB, 11/5- São Paulo registrou em abril o maior saldo positivo em investimento estrangeiro do último ano, R$ 3,778 bilhões, segundo dados divulgados pelo mercado. O balanço mensal do pregão mostra que investidores estrangeiros fizeram em abril compras de R$ 37,01 bilhões e vendas de R$ 33,232 bilhões. O resultado mais que dobrou em relação a março deste ano (R$ 1,44 bilhão) e ajudou o índice Ibovespa a alcançar no mês passado a maior valorização mensal desde maio de 2008. A grande alta só foi superada pela de abril de 2008 quando, por causa da decisão das agências de classificação de risco de dar o grau de investimento ao Brasil, as compras dos investidores estrangeiros superaram as vendas em cerca de R$ 6 bilhões. As compras de papéis por parte dos estrangeiros em abril superaram as vendas pelo terceiro mês consecutivo e indicaram uma mudança de tendência após a forte fuga de recursos externos registrada entre junho de 2008 e janeiro de 2009 devido à crise. Com a forte entrada de capitais estrangeiros na bolsa em abril, após vários meses afastados pela crise econômica, o saldo acumulado do investimento internacional este ano chegou a R$ 5,11 bilhões. Esse valor é o mais alto para o período desde 2005 e é mais de 20 vezes superior aos R$ 225 milhões acumulados em investimento estrangeiro na bolsa entre janeiro e abril do ano passado.   
BSB, 10/5- Mesmo com o governo deixando claro que estuda mexer no rendimento da poupança, aplicação é apontada por economistas e consultores como a mais interessante no momento. Todos dizem que não é hora de fazer saques. O rendimento pode até não ser dos mais altos — tem variado de 0,50% a 0,55% ao mês —, mas a poupança é hoje a melhor alternativa para quem quer guardar dinheiro com segurança e rentabilidade. Com a queda da taxa básica de juros (Selic) na última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), a caderneta superou os fundos de renda fixa no quesito rendimento. Especialistas são unânimes. “Poupança é excelente aplicação”, diz Myrian Lund, professora da Fundação Getulio Vargas (FGV). Atualmente, a caderneta tem rendido mais do que os fundos de renda fixa, o que tem levado o governo federal a discutir novas regras para torná-los mais interessantes. Uma das mudanças em análise no Ministério da Fazenda é diminuir a incidência do Imposto de Renda para deixar os fundos mais atraentes, evitando mudanças na poupança. Outra possibilidade é atrelar o rendimento da caderneta a parte da Selic. Se fosse aplicada hoje, a regra reduziria de forma significativa os rendimentos dos poupadores. E a correção pode ser ainda menor, porque a tendência da Selic é de queda. “A poupança está atraindo muito mais do que os fundos de investimento. Por isso, o governo tomará medidas para não prejudicá-los. Com a queda da Selic, os fundos foram afetados. Se cai o rendimento, as pessoas migram para a poupança. É preciso manter os dois atrativos”, explica Miguel José de Oliveira, vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade. Segundo ele, a poupança é muito mais interessante do que os fundos, nos quais há desconto do Imposto de Renda e cobrança de taxas.   
BSB, 7/5- Contrariando as apostas do mercado financeiro, o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 0,04% em abril, informou nesta manhã a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em março, o indicador havia apontado deflação de 0,84%. Para os analistas consultados pelo Banco Central (BC) para a elaboração do Boletim Focus desta semana, o IGP-DI iria apenas diminuir o ritmo de deflação, já que as previsões giravam em torno de -0,14%. Com isso, o IGP-DI acumula deflação de 0,9% no primeiro quadrimestre deste ano, e inflação de 4,74% nos últimos 12 meses. Segundo a FGV, os principais responsáveis pelo avanço da inflação foram produtos agrícolas no atacado, que contribuiu para menor alívio do Índices de Preços por Atacado (IPA). Por outro lado, os preços no varejo tiveram decréscimo verificado pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou de -0,25% para -0,04%.   
BSB, 5/5- Apesar da crise econômica, o mercado imobiliário voltou a ficar aquecido no Paraná e as construtoras foram surpreendidas com o aumento na procura por imóveis. O crescimento da oferta de empreendimentos, a queda nas taxas de juros e o pacote de estímulo ao setor lançado pelo governo federal fizeram o consumidor retomar os planos da casa própria. A Caixa Econômica Federal - principal agente financeiro do setor, com 70% de participação - aumentou em 90% os financiamentos no primeiro trimestre no estado, para R$ 434,6 milhões, na comparação com os primeiros três meses de 2008. O volume de unidades negociadas também deu um salto, de 5.349 para 11.032 na mesma base de comparação. Segundo o presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi) no Paraná, Gustavo Selig, a demanda reprimida, a queda nas taxas de juros e a migração do investimentos para o mercado imobiliário embalaram as vendas do setor. 'Somente em Curitiba, há uma demanda por 9 mil imóveis por ano, para uma produção de 6 mil novas unidades. Esse público continua interessado em adquirir a casa própria, mesmo com a crise. Além disso, a rápida valorização do imóvel também tem tornado o setor uma opção atrativa para o investidor', diz Selig. Para as empresas do setor, a sensação de melhora de alguns indicadores econômicos e a confiança na manutenção do emprego têm ajudado o cliente a tomar a decisão de realizar o sonho da casa própria. 'Os juros estão mais baixos, há o pacote do governo de estímulo ao setor. E há crédito para financiamentos. Além disso, os lançamentos cresceram 11% nos primeiros três meses do ano na comparação com igual período do ano anterior, o que contribui para um grande número de oportunidades e para o bom momento', diz Marcos Kahtalian, consultor do Sindicato das Indústrias da Construção Civil (Sinduscon) no Paraná.   
BSB, 4/5- O Citibank vai ampliar suas operações de financiamento no país. A Credicard, empresa de cartões do banco, incorporou as operações da CitiFinancial, a financeira do grupo, e será usada a partir de maio para designar todas as operações de crédito e serviços financeiros do grupo. O banco também começa a oferecer nas lojas financiamento ao consumo e crédito imobiliário. A Credicard é uma das marcas mais conhecidas no Brasil no mercado de cartões. O mesmo não ocorria com a marca global CitiFinancial, considerada "inadequada" pelo banco. Por isso, deixará de ser usada no final do mês e todas as operações ficarão sob o guarda-chuva da Credicard Financiamentos. As metas são ambiciosas. Segundo Leonel Andrade, presidente da Credicard, o objetivo é sair de uma carteira de crédito de R$ 600 milhões e chegar a R$ 2,5 bilhões em 2012. Ele acha possível isso graças a oferta de novos produtos, como o financiamento imobiliário (a partir de 2010) e o CDC já este ano, por meio de algumas parcerias com varejo. No primeiro trimestre, as operações da financeira cresceram 30% e o executivo acredita que essa tendência se manterá ao longo do ano. Para 2009, ele prevê expansão também de 30%. Em março, a financeira teve o melhor mês da sua história, influenciado pelo financiamento de veículos. Segundo Andrade, ela se beneficiou de um movimento da concorrência, que fechou lojas pelo país. Em uma das lojas, no subúrbio do Rio, a média mensal que era de R$ 200 mil em empréstimos saltou para R$ 500 mil em março. A financeira tem 150 mil clientes, 100 lojas e o objetivo agora é explorar a base de clientes da Credicard, com 4,5 milhões de pessoas (e 6 milhões de plásticos). Nos cartões, Andrade conta que planeja um novo plástico para a classe C e outro para a classe A. Ele espera expansão de 15% este ano no volume de recursos movimentado com os cartões da marca, que foi de R$ 20 bilhões em 2008. A meta para 2012 é ter 9 milhões de cartões.   
BSB, 3/5- Segundo o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci/RJ), os ecos da crise econômica internacional levam o investidor “a buscar opções mais seguras”, motivo pelo qual está aquecido o mercado carioca de imóveis usados. Por outro lado, pesquisa da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi/Rio) aponta escassez de oferta de novos imóveis com um dormitório. Relativamente ao aquecimento do mercado de usados, o presidente do Creci/RJ, Casimiro Vale da Silva, declarou em entrevista ao Jornal O Fluminense: "Houve um freio na procura dos lançamentos, resultando em projetos que deixaram de ser aprovados pelas construtoras”. Abordando igual tema, o diretor da imobiliária Coluna Imóveis, Antonio Rocha Filho, atribuiu o “significativo aumento na procura pelos imóveis usados” à “certeza da compra garantida e ao imediatismo”. "Entre o novo e o usado, as pessoas preferem o usado, principalmente pela certeza da compra. A entrega imediata e a segurança são diferenciais para quem se preocupa com as especulações da economia", declarou o executivo ao O Fluminense. Rocha Filho comentou ainda: “Os novos apartamentos estão sendo construídos em tamanhos menores, por isso a escolha pelos antigos tem crescido. Jovens casais, que idealizam um futuro em família, também optam por apartamentos usados, exatamente por causa do tamanho e do preço".   
BSB, 3/5- O Banco Central americano (Fed) informou que ajudará o setor imobiliário comercial, que mostra sinais de debilidade com a crise econômica A ajuda do Fed se fará por intermédio de um de seus programas de apoio financeiro, conhecido como Talf, concebido para facilitar o refinanciamento de agentes econômicos. O programa, lançado oficialmente em março passado, tem US$ 200 bilhões e visa a desbloquear o mercado de crédito. Até o momento, o TALF permitia ao Fed emprestar dinheiro, a taxas favoráveis, a investidores à procura de títulos emitidos por empresas especializadas no crédito ao consumo e a pequenas companhias. Com a mudança anunciada, o programa é ampliado ao setor imobiliário comercial.   
BSB, 2/5- O prefeito Eduardo Paes enviou à Câmara Municipal do Rio três projetos de lei que incentivam a construção de moradias populares na cidade. A medida faz parte da implantação do programa "Minha casa, minha vida", no Rio. As propostas sugerem o perdão das dívidas do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), além de isenção no Imposto sobre Serviços (ISS) e no Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). Os documentos ainda propôem facilidades nas normas urbanísticas para projetos de moradia popular. Para aplicação desses benefícios, entretando, entende-se por investimentos habitacionais de interesse social aqueles reconhecidos pela Secretaria municipal de Habitação destinados à população com renda de até dez salários mínimos (R$ 4.650).   
BSB, 1/5- Os reajustes de aluguel vão pesar menos no bolso do brasileiro nos próximos meses. A inflação medida pelo Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), indicador que geralmente é usado nos contratos desse tipo e que foi divulgado ontem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), encerrou abril com baixa de 0,15%. No acumulado de 12 meses, a alta foi de 5,38% - mas a tendência é que esse índice continue a cair e alivie as correções dos contratos. Em abril do ano passado, por exemplo, o IGP-M acumulado foi de 9,81% - bem maior que os 5,38% de agora. O economista Fábio Romão, da LCA Consultores, lembra que em 2008 os preços de commodities (produtos em estado bruto) e alimentos dispararam, o que impulsionou o índice. Com a crise econômica, ocorreu o movimento inverso: os preços de commodities e alimentos passaram a recuar, assim como o de outros produtos. No entanto, o IGP-M acumulado de 12 meses - justamente o parâmetro utilizado para reajustar os contatos de aluguel - devem continuar caindo. "Na projeção da LCA, o acumulado deve chegar a 0,6% em julho", afirma Fábio Romão. "Este será o menor nível do ano." Isso significa que os brasileiros que possuem contratos de aluguel reajustados no meio do ano quase não sentirão o aumento das parcelas. Em dezembro, o IGP-M acumulado deve chegar a entre 2,5% e 2,8%, segundo projeção da LCA - bem abaixo dos 9,81% registrados em 2008. Para o economista Heron do Carmo, da Universidade de São Paulo (USP), a tendência é que o acumulado de 12 meses se estabilize próximo de 3% nos próximos meses. "No ano passado, o índice chegou a 15% e agora vai a 3%", diz. Os reflexos dessa baixa, além de favorecerem quem aluga imóveis, poderão ser percebidos no ano que vem. Como muitos preços controlados pelo governo, como as tarifas de telefone e luz, levam em conta a variação do IGP-M nos 12 meses anteriores, a tendência é que os reajustes sejam menores.   
BSB, 1/5- O Conselho Monetário Nacional decidiu, nesta quinta-feira (30), reduzir as exigências feitas às construtoras para a linha de capital de giro de R$ 3 bilhões, a ser viabilizada pela Caixa Econômica Federal, com recursos da caderneta de poupança. Com a mudança, as construtoras não terão mais de constituir o chamado "patrimônio de afetação" para ter acesso à linha de crédito. "Ótimo que o CMN tenha reduzido as exigências para liberar o capital de giro. Agora, aguardamos as regras internas da Caixa para saber se realmente as medidas surtirão efeito", destacou o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão. De acordo com o coordenador-geral da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Esteves Pedro Colnago, com a mudança as garantias serão aquelas exigidas somente pela Caixa Econômica Federal, que está fazendo uma revisão de parâmetros. Segundo ele, também acabou o prazo final para a contratação da linha de crédito, que era dezembro de 2009, assim como o prazo para registro do empreendimento em cartório, que era até junho deste ano. Outra facilidade é o fim da necessidade de dar como garantia 130% do valor do empréstimo. Para poder pegar os empréstimos, as construtoras têm de financiar projetos habitacionais. O prazo de pagamento permanece em 60 meses, e os juros máximos de 11% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). "Se a Caixa quiser, pode cobrar menos", concluiu o coordenador. Do valor total de até R$ 3 bilhões da linha de crédito, de responsabilidade da Caixa Econômica Federal, menos de 10% (R$ 300 milhões) foram emprestados até o momento, revelou o coordenador. "O objetivo é que o dinheiro chegue às construtoras. A gente estava sendo restritivo demais", disse Colnago.   
BSB, 1/5- A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 452 milhões no primeiro trimestre deste ano, com redução de 48,2% em relação aos R$ 872,7 milhões obtidos no mesmo período do ano passado. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (30) pela assessoria de imprensa da instituição. Segundo a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, a queda do lucro foi motivada pelas sucessivas reduções das taxas de juros cobradas nos empréstimos, especialmente para as pessoas de menor poder aquisitivo. Foram quatro cortes nas taxas de juros neste ano, e a partir da próxima segunda-feira (4), a Caixa vai reduzir os juros mais uma vez para 26 modalidades de contratação. No primeiro trimestre, a Caixa impulsionou suas operações de crédito, com evolução de 11,4% em relação a dezembro do ano passado e de 52,2% em comparação com o primeiro trimestre do ano passado. Em contratações e repasses, foram realizados R$ 29,9 bilhões no período, dos quais R$ 21,2 bilhões no crédito comercial, R$ 7 bilhões em habitação e R$ 1,7 bilhão em saneamento. O aumento foi acompanhado pela melhoria na qualidade das operações, com 70,6% dos financiamentos classificados nas faixas A e B, ante 67,9% registrados no primeiro trimestre de 2008. Como resultado, os índices de inadimplência (acima de 90 dias) caíram 0,8 ponto percentual na carteira comercial e 0,25 ponto percentual na carteira habitacional, de acordo com balanço divulgado pela direção da Caixa. Os ativos totais da Caixa registraram saldo de R$ 312,5 bilhões e o patrimônio líquido fechou em R$ 13 bilhões, com evoluções de 22,8% e 15%, respectivamente, nos últimos 12 meses. Já os ativos administrados pela instituição totalizaram R$ 670,5 bilhões, destacando-se R$ 223 bilhões em Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e R$ 84,5 bilhões em fundos de investimento.   
BSB, 1/5- As ações de despejo por falta de pagamento subiram 22% de fevereiro para março de 2009 no Fórum da Capital. As ações, que incluem a denúncia vazia, tiveram alta 6%. Embora com pouco volume de registros no período, as consignatórias dispararam 290%. A alta das renovatórias de aluguel foi de 43,24%. Hubert Gebara, diretor da empresa do Grupo Hubertda - responsável pela pesquisa - , acredita que os inquilinos podem estar sentindo os efeitos da crise e, por isso, atrasam os aluguéis. Ele não descarta também a hipótese de uma demanda reprimida das ações de despejo em razão da interrupção de prazo até 8 de janeiro no Fórum e do pequeno número de dias úteis em fevereiro. A alta das ações de despejo por falta de pagamento em fevereiro já havia sido de 32,14% em relação a janeiro.   
BSB, 29/4- A Standard & Poor's informou hoje que os preços de imóveis residenciais nos Estados Unidos registraram queda mais uma vez, no entanto fevereiro não foi um declínio recorde como há 16 meses vinha ocorrendo. No segundo mês deste ano, o índice S&P/Case-Shilleri - que considera os valores em 10 regiões - caiu 18,8% nos últimos doze meses acumulados. Em igual período, o S&P/Case-Shilleri - que leva em conta 20 regiões norte-americanas - recuou 18,6%. De acordo com relatório, esta é uma ligeira melhora em relação aos dados de janeiro, quando os valores recuaram 19,4% e 19% respectivamente. Segundo a S&P, o estado que apresentou maior declínio anual foi Phoenix, com desvalorização de 35,2%. Já Dallas reportou o menor percentual de queda, com 4,5%.   
BSB, 25/4- As construtoras que atuam na baixa renda estão assustadas - esse é o termo - com o tamanho da demanda gerada pelo pacote habitacional do governo. A partir do dia 13 de abril, quando o programa entrou em vigor, os acessos ao site dessas companhias explodiram. E boa parte desse interesse está se convertendo em vendas. O primeiro fim de semana pós-pacote foi o melhor da história para empresas, como MRV, Goldfarb, Tenda e Rodobens. As vendas chegaram a dobrar ou até triplicar. Está certo que o mercado estava desaquecido e os parâmetros anteriores eram relativamente baixos, mas a procura superou até as expectativas mais otimistas. A procura imediata pelos sites mostra que ainda há muita dúvida. No entanto, entre curiosos e pessoas em busca de esclarecimentos, um número considerável saiu do plantão de vendas com um contrato assinado debaixo do braço. Os compradores com renda familiar de três (R$ 1.395) a até dez salários mínimos (R$ 4.650) já conseguem comprar dentro das novas regras - sem seguro e com os subsídios oferecidos pelo governo.   
BSB, 24/4- O mercado imobiliário parece que começa a virar o jogo a seu favor, com indicativos de reação de vendas no setor, em março, depois de um início de ano sombrio por conta das incertezas geradas pela crise econômica mundial. De acordo com a Lello, empresa líder em administração imobiliária no estado, o mercado de vendas de imóveis usados se recuperou e teve, em março, um crescimento de 64,1% no número de novos negócios fechados na cidade de São Paulo, em comparação a fevereiro. A empresa indica que em janeiro havia registrado queda de 30,6% no total de imóveis comercializados em relação a dezembro de 2008. Já em fevereiro houve aumento de 26,5% nos novos negócios, na comparação com o primeiro mês do ano. Em março, o crescimento foi maior nas vendas de imóveis de R$ 350 mil a R$ 1 milhão, especialmente em regiões como Mooca, Perdizes, Higienópolis, Pacaembu e Tatuapé, indicando que muitas pessoas com dinheiro aplicado passaram a investir no mercado imobiliário como alternativa à bolsa de valores e a outros investimentos. "No início do ano muitas pessoas estavam em dúvida quanto aos rumos da economia e preferiram adiar as decisões. Mas agora estão aplicando na compra de casas e apartamentos", afirma Roseli Hernandes, gerente-geral de Locação e Vendas da Lello.   
BSB, 23/4- O número de solicitações de empréstimos hipotecários subiu 5,3% na semana encerrada dia 17 de abril de 2009, ante o mesmo período da semana anterior, já com ajustes sazonais. Quando comparado com o mesmo período da semana anterior e, sem o ajuste, o índice também sofreu acréscimo de 5,3%. Se levar em consideração a média das últimas quatro semanas, o índice apresentou avanço de 0,3%. Já as solicitações de refinanciamento imobiliários de hipotecas já existentes subiram 7,7%. As informações são da Mortgage Bankers Association (MBA), que faz a análise de novos pedidos hipotecários e refinanciamentos de empréstimos imobiliários semanalmente. A entidade representa a indústria de financiamento imobiliário dos Estados Unidos, que foi o estopim da crise financeira mundial.   
BSB, 23/4- O Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M) registrou deflação de 0,33% na segunda prévia de abril, o que significa um recuo de apenas 0,03 ponto percentual em relação ao registrado em igual período do mês passado. As informações são da Fundação Getúlio Vargas (FGV). No ano, o IGP-M acumula variação negativa de 1,25% e, em doze meses, alta de 5,19%. Entre os componentes do índice, o Índice de Preços por Atacado (IPA) apresentou variação negativa de 0,64%, nesta segunda prévia de abril. Bem próximo à deflação de 0,65% registrado no mesmo período do mês anterior. Ainda dentro do IGP-M, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou alta de 0,31% em março para 0,47%, no segundo decêndio de abril. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) também apresentou deflação maior na segunda prévia de abril, em relação a igual amostragem de março, passando de -0,04% para -0,24%. A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços recuou de &'8208;0,17%, na apuração de março, para &'8208;0,50%, em abril. O índice que capta o custo da mão-de-obra também desacelerou de 0,12% em março para 0,07%, em abril.   
BSB, 21/4- O Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou hoje a linha de crédito especial da Caixa Econômica Federal para financiar os investimentos em infraestrutura paralelos aos projetos do programa de habitação popular anunciado no final de março. A linha será operada pela Caixa, mas os recursos virão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Como previsto na Medida Provisória 459, editada após o lançamento do programa Minha Casa, Minha Vida, os recursos serão de R$ 5 bilhões. O dinheiro será emprestado a construtoras do setor privado, que tenham despesas de projetos de infra-estrutura, como asfalto e saneamento, associados a empreendimentos habitacionais. De acordo com o CMN, o governo gastará R$ 357 milhões para subsidiar os juros e encargos da linha de crédito. Como o financiamento prevê um prazo de carência de 18 meses, a União não gastará nada em 2009. Nos anos seguintes, as despesas serão levadas em consideração na elaboração do Orçamento Geral da União. Com prazo de até 54 meses (quatro anos e meio), a linha terá juros equivalentes à Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), atualmente em 6,25% ao ano, acrescido de 1% ao ano. O mutuário, no entanto, só começará a amortizar o financiamento em 36 meses. Cada beneficiado poderá financiar todos os gastos com infraestrutura, desde que não ultrapassem 10% do custo total do empreendimento habitacional. As construtoras terão até 31 de dezembro de 2012 para aderir à linha de crédito.   
BSB, 19/4- O financiamento imobiliário com recursos da poupança caiu 11% em fevereiro ante o mesmo mês do ano passado, para R$ 1,742 bilhão, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Em volume, a retração foi de 12 08%, para 16,609 mil unidades. No acumulado do primeiro bimestre deste ano, o valor financiado aumentou 1,55%, para R$ 3,635 bilhões, enquanto o volume caiu 4,72%, para 34,269 mil unidades. Nos dois primeiros meses de 2009, o crédito imobiliário concedido a pessoas físicas para a compra de imóveis cresceu 39 5%, sendo que em fevereiro a expansão foi de 32,3%. No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em fevereiro, foram financiadas 297,9 mil unidades, totalizando R$ 30,08 bilhões, considerando pessoas físicas e jurídicas. O Bradesco, um dos principais bancos no mercado de crédito imobiliário, ainda estuda qual será a sua estratégia para o financiamento de imóveis para a baixa renda. A definição depende de esclarecimentos do programa "Minha Casa, Minha Vida", lançado no fim do mês passado pelo governo federal, e que tem como objetivo financiar a construção de 1 milhão de habitações, sendo que a maior parte dos benefícios é destinada ao público com renda de até três salários mínimos. "Para entrarmos na baixa renda temos que discutir como vai ficar o seguro garantia", disse o vice-presidente executivo do Bradesco, Norberto Pinto Barbedo. Ele lembrou ainda que há dúvidas sobre como será feita a habilitação para prefeituras e governos estaduais.   
BSB, 17/4- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que vai discutir com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, mudanças no cálculo do rendimento da caderneta de poupança. Conforme Lula revelou terça-feira , as mudanças previstas não vão prejudicar os poupadores com saldos menores. No governo, novo estudo limita as aplicações até o patamar de R$ 5 mil, que corresponde mais de 90% dos depósitos por pessoa na poupança. A intenção é evitar a migração do dinheiro hoje depositado nos fundos de investimentos, e a expectativa é que novos cortes na taxa básica de juros (Selic) podem variar entre 2% e 2,5% até junho. “Primeiro nós precisamos proteger os poupadores. A poupança é para guardar os interesses da maioria da população, que tem pouco dinheiro, para que ela não tenha prejuízo”, explicou o presidente. Lula voltou a defender a criação de mecanismos que evitem que a poupança se transforme num grande investimento financeiro. “Daqui a pouco, as grandes multinacionais vão querer aplicar dinheiro na poupança. Então precisamos tomar cuidado para não quebrar um sistema que funciona adequadamente”, declarou. Ela garante que tudo será feito com muito cuidado. “Nós queremos preservar aquilo que nós temos de mais sagrado, que são os poupadores brasileiros. Vamos ainda discutir com cautela. Nessas coisas de economia, a gente não pode tomar medidas precipitadas”, alertou Lula.   
BSB, 16/4- O Governo dos Estados Unidos pôs hoje em andamento um programa para ajudar donos de imóveis a evitar as execuções de suas hipotecas. Através do programa, o Governo pôs à disposição de seis empresas financeiras US$ 9,9 bilhões que servirão para tornar menos onerosas as condições dos acordos hipotecários e, assim, impedir as execuções. O Departamento do Tesouro afirmou que as instituições são JPMorgan Chase, que receberá US$ 3,6 bilhões, Wells Fargo (US$ 2,9 bilhões) e Citigroup (US$ 2 bilhões). As outras serão GMAC Mortgage, com US$ 633 milhões, Saxon Mortgage, com US$ 407 milhões e Select Portfolio Servicing, que terá US$ 376 milhões. Em comunicado, o Wells Fargo indicou que "esta é uma oportunidade para que milhões de donos de propriedades preservem e mantenham o sonho da casa própria". O Governo destinou US$ 75 bilhões para subsidiar parte da redução nos pagamentos hipotecários e proporcionar incentivos para resolver o problema das execuções, que se multiplicou com o início da crise no ano passado. O plano, que ajudaria cerca de nove milhões de donos de imóveis que têm problemas para pagar suas hipotecas, aponta que o refinanciamento promove a redução dos juros e não deve incluir pagamentos mensais superiores a 31% da renda do mutuário.   
BSB, 16/4- O primeiro trimestre deste ano não foi tão bom para o mercado imobiliário quanto a primeira etapa de 2008, mas alguns especialistas apostam que o resultado obtido pelas empresas neste início de ano foi melhor que o esperado. Segundo Amarilis Romano, economista da Tendências Consultoria Integrada, a prévia operacional das companhia pode indicar uma velocidade de vendas acima das projeções por conta da redução no volume de lançamentos. Desde ontem, o governo realiza o cadastramento de famílias com renda entre três e dez salários mínimos para o programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida", que visa a construção de 1 milhão de moradias. O pacote prevê ainda redução de juros e despesas com seguro. A equipe econômica do governo também anunciou medidas de desoneração tributária para a cadeia produtiva da construção civil, visando estimular o setor. Para Eduardo Silveira, analista do Banco Fator, embora a demanda por imóveis tenha caído em todas as categorias, na baixa renda a queda foi menor. Prova disso, é que a PDG Realty Empreendimentos e Participações teve uma velocidade de vendas de 21% no primeiro trimestre, impulsionada pelos negócios da Goldfarb, braço voltado para baixa renda da incorporadora. Ele também destaca o desempenho da MRV Engenharia e Participações, que teve um salto em velocidade de vendas de 14% no quarto trimestre de 2008 para 22% nos primeiros meses de 2009, o que contribuiu para uma valorização de 85% nas ações ordinárias (MRVE3) da companhia nos últimos 30 dias.   
BSB, 12/4-- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, congratulou-se hoje com as taxas historicamente baixas das hipotecas no país, estimando que representam uma boa notícia para o setor imobiliário, que esteve na origem da crise financeira global. "Estamos num período em que as pessoas podem realmente beneficiar-se disto", afirmou Obama na Casa Branca, junto com proprietários que se beneficiaram com o refinanciamento de suas hipotecas e seus principais assessores econômicos. Obama destacou que as taxas de juros dos populares empréstimos imobiliários a 30 anos caíram para o nível mais baixo, de 4,78%, atribuindo a situação às "medidas extraordinárias" tomadas pelo Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) e o plano habitacional de seu governo.   
BSB, 12/4- Catorze dias após a autorização do Conselho Monetário Nacional, o Banco do Brasil é a primeira instituição a subir o teto do financiamento pelo Sistema Financeiro da Habitação e até 90% do valor do imóvel. Antes da mudança, o limite fixado era de 80%. Também subiu o valor máximo de avaliação do imóvel nos financiamentos, de R$ 350 mil para R$ 500 mil. Já o valor máximo a ser financiado passou de R$ 245 mil para R$ 450 mil. Na prática, a classe média poderá usufruir das novidades: financiar imóveis de até R$ 500 mil (pelo SFH) com juros que antes eram restritos aos R$ 350 mil; além de poder utilizar o saldo do FGTS na compra dessas unidades - antes, o mutuário só podia usar o fundo em imóveis de até R$ 350 mil. O Banco do Brasil informou ainda que passará a financiar imóveis com recursos do FGTS, que têm as menores taxas de juros. Nessa linha, com juros de até 8,16% ao ano, o banco irá operar apenas com imóveis novos, para faixa de renda de três a dez salários mínimos (R$ 1.395 a R$ 4.650).   
BSB, 11/4- Segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (8) pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis), o pagamento à vista correspondeu a 60,58% das vendas de imóveis no segundo mês do ano, ante uma participação de 31,73% dos financiamentos. VENDA À VISTA É MAIORIA BSB, 11/4- Segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (8) pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis), o pagamento à vista correspondeu a 60,58% das vendas de imóveis no segundo mês do ano, ante uma participação de 31,73% dos financiamentos. BSB, 11/4- Segundo pesquisa divulgada nesta quarta-feira (8) pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis), o pagamento à vista correspondeu a 60,58% das vendas de imóveis no segundo mês do ano, ante uma participação de 31,73% dos financiamentos. Somente a CEF (Caixa Econômica Federal) atingiu, no mesmo mês, 28,85% das vendas, sendo a principal instituição de financiamento. As demais instituições ficaram com participação de 2,88%. Aquisição da casa própria Além da aquisição à vista e do financiamento pela CEF, os paulistanos também negociaram diretamente com os proprietários, tendo esse tipo de negociação correspondido a 0,96% das vendas de fevereiro. Os dados do Creci-SP também revelam que as venda por meio de consórcios representaram 6,73% do total. Mais vendidos Ainda de acordo com os dados, coletados em 430 imobiliárias pelo Creci-SP, no segundo mês do ano, os imóveis mais vendidos foram aqueles com valor até R$ 180 mil, que responderam por 60,19%.   
BSB, 11/4- As vendas de imóveis usados na cidade São Paulo aumentaram 140,29% em fevereiro na comparação com janeiro, "recolocando o mercado da capital nos níveis em que se encontrava antes da crise econômico-financeira global em setembro de 2008", afirmou José Augusto Viana Neto, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECI-SP). Segundo ele, ainda não é o caso de "acharmos que os problemas acabaram e que voltamos à normalidade, mas pode ser um indício de que o possível efeito psicológico da crise, que deixou todo mundo receoso de fazer negócio e se endividar, estaria se diluindo por conta da percepção de sua real dimensão e das medidas que estão sendo tomadas para combatê-la", explicou. O crescimento em fevereiro foi detectado pela pesquisa que o CRECI-SP fez com 463 imobiliárias da capital, que informaram ter vendido 163 casas e apartamentos. Esse número fez com que o índice de vendas da capital evoluísse de 0,1465 em janeiro para 0,3521 em fevereiro, alta de 140,29%. Em agosto, antes da eclosão da crise, haviam sido vendidas 173 unidades e, em julho, 225. Em setembro, quando a crise eclodiu nos Estados Unidos, a pesquisa CRECI-SP contabilizou no universo das imobiliárias consultadas, a venda de 196 imóveis na capital. Os efeitos da retração econômica que seria global ainda não haviam sido sentidos no Brasil, o que começou a ocorrer parcialmente em outubro - nesse primeiro momento de susto com a situação da economia, as vendas de usados baixaram para 103 unidades. Houve um respiro em novembro, com a negociação de 160 unidades, mas aí a crise chegou de fato ao mercado - as vendas despencaram para 73 unidades em dezembro e para 63 em janeiro último.   
BSB, 10/4- Com medo da inadimplência e do aumento do desemprego do país, nenhum grande banco está trabalhando com esse percentual, apesar de o Conselho Monetário Nacional (CMN) ter diminuído a exigência de 30% para até 10%. O objetivo do governo, com essa medida do pacote habitacional anunciado em março, era facilitar o acesso da classe média à casa própria. O cenário adverso fez com que as instituições financeiras mantivessem as regras de concessão de crédito e, com isso, só liberarem o financiamento no âmbito do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) se for oferecida entrada entre 20% e 30% do valor do imóvel. A Caixa Econômica Federal, principal financiadora da casa própria no país, alterou o limite de financiamento de R$ 350 mil para R$ 500 mil. Porém, o valor da entrada varia conforme o prazo de pagamento. No Banco do Brasil, também não houve mudança. O teto de financiamento da casa própria foi mantido em 80%. Por exemplo, se o brasileiro quiser comprar um imóvel de R$ 500 mil terá que dar uma entrada de R$ 100 mil, ou seja, 20% do total. A situação não é diferente entre os bancos privados. O Bradesco está concedendo empréstimos de R$ 500 mil no âmbito do SFH, porém, o limite para financiamento ficou mantido em 80%. Nos planos do Santander e do Real, o percentual permaneceu inalterado em até 80% do valor do imóvel. O HSBC financia até R$ 245 mil, ou seja, 49% dos R$ 500 mil permitidos no SFH.   
BSB, 9/4- Os trabalhadores com renda mensal de até seis salários mínimos (R$ 2.790) ganharão descontos de até R$ 23 mil na compra da moradia pelo programa ‘Minha Casa, Minha Vida’, do governo federal. Para isso, serão destinados R$ 2,5 bilhões do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). A regulamentação desse benefício foi publicada ontem no ‘Diário Oficial da União’. Segundo o Ministério das Cidades, quanto menor a renda,maior será o desconto para o trabalhador. Famílias com ganhos mensais de até três mínimos (R$ 1.395) terão direito a redução de R$ 23 mil. Significa que, se a casa custar R$ 50 mil, com o abatimento de R$ 23 mil, o trabalhador poderá financiar só R$ 27 mil. Com a renda familiar de quatro mínimos (R$ 1.860), o bônus chegará a R$ 16 mil. Trabalhadores que recebem cinco mínimos (R$ 2.325) terão direito a R$ 9 mil de abatimento para adquirir o imóvel. Já famílias com renda de seis pisos nacionais poderão contar com R$ 2 mil de desconto. Segundo o ministério, as famílias com renda até R$ 1.395 serão beneficiadas com recursos do Orçamento Geral da União. Na próxima segunda-feira, a Caixa Econômica Federal vai divulgar os procedimentos para operar com o programa. O acesso às moradias será dividido por faixa. Quem recebe até três mínimos terá que se cadastrar. Acima disso, as famílias deverão visitar os estandes das construtoras para verificar se estão incluídas no pacote. A Caixa informou que os projetos entregues na instituição antes de segunda-feira poderão se enquadrar no programa, se cumprirem as exigências do pacote. O Ministério das Cidades também estuda incluir os empreendimentos que foram lançados, com unidades até R$ 130 mil, e que ainda estão sendo comercializados.   
BSB, 8/4- O recuo mais intenso nos preços cobrados no atacado fizeram o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) apresentar deflação ainda mais forte em março. A taxa ficou em -0,84% depois de registrar queda de 0,13% em fevereiro. Os dados foram divulgados hoje (7) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). No ano, o indicador acumula queda de 0,95%. Nos últimos 12 meses encerrados em março, o índice acumula alta de 5,86%. Entre os componentes do IGP-DI, o Índice de Preços por Atacado (IPA), que responde por 60% da formação da taxa global, recuou 1,46%, depois de cair 0,31% no mês anterior. Foram verificadas quedas mais fortes tanto nos preços dos produtos agropecuários (de -0,36% para -2,37%) quanto nos dos produtos industrializados (de -0,29% para -1,16%). Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que contribui com 30% na formação geral do IGP-DI, acelerou na passagem de um mês para o outro (de 0,21% para 0,61%). Ainda com acréscimos nas taxas aparecem vestuário (de -0,71% para 0,26%), despesas diversas (de 0,18% para 0,60%) e habitação (de 0,25% para 0,38%). Em sentido oposto, desaceleraram os preços dos transportes (de 0,66% para 0,13%), educação, leitura e recreação (de 0,49% para 0,13%) e saúde e cuidados pessoais (de 0,70% para 0,64%). O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que contribui com apenas 10% na formação do IGP-DI, registrou em março variação abaixo do resultado de fevereiro. A taxa ficou em -0,25%, ante 0,27% do mês anterior. Os três grupos que o compõem apresentaram decréscimos em suas taxas. O índice relativo a materiais e equipamentos teve sua taxa reduzida de 0,24% para -0,71%; os serviços passaram de 0,60% para 0,09%; e a mão-de-obra, que em fevereiro havia registrado variação de 0,23%, em março ficou em 0,10%. De acordo com a Fundação Getulio Vargas, o IGP-DI faz parte de uma cesta de índices aplicados para reajustes de tarifas públicas, contratos de aluguel e planos de seguros de saúde de contratos antigos.   
BSB, 7/4- A Caixa Econômica Federal (CEF) conta com várias modalidades de financiamento para apoiar o programa 'Minha Casa, Minha Vida', lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As linhas da Caixa contemplam desde a aquisição de imóveis, construção, ampliação e reforma até a compra de materiais junto ao comércio varejista. Uma das opções oferecidas pela instituição é o Construcard, destinado à reforma, ampliação e obras de melhoria. Para este programa não há limite máximo de renda e o prazo pode chegar a até 60 meses, com seis de carência. Não há limite de renda, com taxas de juros de 1,59% ao mês, mais TR (Taxa Referencial). O Construcard funciona desde 1997 e é voltado para atender todas as faixas salariais acima de R$ 1,5 mil. O limite das operações é de até R$ 180 mil por proponente. Outra alternativa oferecida pela Caixa é o programa 'Material de Construção', com linha de financiamento para a ampliação, construção e melhoria. Os juros são de 5% a 7,16% ao ano, mais TR e o prazo para amortização do empréstimo é de até 120 meses. Para esta linha, o valor máximo da operação é de R$ 25 mil. O programa destina-se principalmente à população de renda a partir de R$ 415 a R$ 1,9 mil.   
BSB, 7/4- Já o PAR é destinado a famílias de renda entre 1 a 6 salários mínimos. Com prazo de pagamento de 180 meses (15 anos), com taxas de juro variando de 0,5 a 0,7% sobre valor do imóvel. O programa funciona como arrendamento (aluguel), sendo que no final do contrato o arrendatário fica com o imóvel. Renda familiar até R$ 1,5 mil. O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) oferece diversas modalidades de financiamento para aquisição de imóvel novo e usado, compra de terrenos e construção, reforma e ampliação, e aquisição de materiais de construção, com prazo máximo de 240 meses e taxas de juros variando de 5% a 8,16% ao ano, mais TR (Taxa Referencial). O programa é voltado para atender trabalhadores com faixa de renda entre de R$ 415 a R$ 1,87 mil. O valor máximo da operação é de R$ 80 mil. Pela SBPE (Sociedade Brasileira de Poupança de Crédito) com recursos da poupança e Caixa, o valor do financiamento é ilimitado. Não há limite de renda para os candidatos aos recursos desta linha, que prevê prazo de 240 a 360 meses para pagamento, com taxas de juros entre 8,09% a 11,38% ao ano. Os recursos oriundos destas fontes destinam-se à compra de imóveis novos, reforma, ampliação e melhoria. De acordo com Fátima Regina Casteli e Pinheiro, gerente Regional de Pessoa Física, a primeira condição para o candidato se habilitar a uma das linhas de financiamento é ser cliente da instituição.   
BSB, 5/4- Desde setembro do ano passado, o governo brasileiro já anunciou medidas de combate à crise econômica que somam R$ 475 bilhões. O valor inclui todas as ações, inclusive as que não têm impacto no caixa do governo, como a liberação do compulsório bancário. Somente as medidas do Banco Central, entre elas mudanças na regra do compulsório (dinheiro dos bancos retidos pelo BC), leilões com dólar e linha de troca de moeda com o Federal Reserve (FED), somaram R$ 284 bilhões. As decisões começaram a ser tomadas há seis meses, com a quebra do banco Merrill Lynch, nos Estados Unidos. Na primeira fase, o governo brasileiro deu prioridade a medidas que facilitariam o acesso ao crédito. Já as medidas de impacto fiscal, como isenção de impostos e aumento dos gastos, foram adotadas depois. A maior delas foi anunciada em dezembro, com a redução do Imposto de Renda e do IPI sobre carros, que resultou em um impacto de R$ 9 bilhões. Mais recentemente, o governo anunciou medidas de estímulo na área de infraestrutura, com o pacote habitacional, que deverá movimentar R$ 34 bilhões. No total, as medidas anunciadas pelo governo correspondem a 17% do PIB. Mas os especialistas afirmam que essa conta seria "muito generosa". Algumas instituições internacionais, como a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Brookings Institution, de Washington, preferem calcular apenas aquilo que afeta diretamente o caixa dos governos, como isenções fiscais e gastos diretos.Por esse critério, as medidas anunciadas pelo Brasil correspondem a 0,5% do PIB. É menos do que o recomendado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), que sugere gastos de 2% do PIB. Em seu relatório, divulgado em março, a Organização Internacional do Trabalho apontou o Brasil como o país que menos gastou no combate à crise, de uma lista de 30 economias. Entre os que mais efetivamente colocaram a mão no bolso, segundo a OIT, estão a China e a Arábia Saudita. No pé da lista aparecem Brasil, Itália e Índia.   
BSB, 4/4- A receita líquida das empresas de capital aberto do mercado imobiliário cresceu 85% em 2008, em relação a 2007. Esse índice teve reflexos positivos no lucro líquido das companhias, que aumentou 25% na comparação dos dois períodos. Os dados sobre os resultados de incorporadoras, construtoras e administradoras de shopping centers são da consultoria Economática, que analisou os balanços financeiros publicados até sexta-feira passada. No total, são 17 empresas avaliadas das 32 do mercado imobiliário que têm capital aberto. Em números absolutos, a receita líquida dessas 17 companhias atingiu a cifra de R$ 7,517 bilhões, em 2007, e R$ 13,836 bilhões em 2008. O lucro líquido em 2007 foi de R$ 1,266 bilhão e, em 2008, de R$ 1,580 bilhão. Nesta lista, algumas empresas performaram melhor do que outras. A Lopes, por exemplo, saiu de um lucro de R$ 52 milhões, em 2007, para um resultado negativo de R$ 66 milhões no ano seguinte. Já o lucro da MRV quase quadruplicou - de R$ 42 milhões para R$ 231 milhões. Mesmo diante da crise, até o resultado financeiro das companhias conseguiu ser pouco afetado: caiu apenas 8%, para R$ 197 milhões. A EZTEC, por exemplo, conseguiu até aumentar seu resultado não operacional de R$ 23 milhões para R$ 41 milhões em 2008. Mas o fato é que a receita com produtos imobiliários foi maior em 2008 para todas as 17 companhias. Na MRV, por exemplo, a receita líquida cresceu de R$ 384 milhões para R$ 1,11 bilhão em 2008. O saldo da abertura de capitais é positivo, ainda que as empresas não tenham performado tão bem, acredita Thomaz Assumpção, presidente da consultoria Urban Systems. "Foi uma abertura importante para o mercado de capitais, tanto nacional quanto internacional. Mas não dá para esperar que essas empresas dobrem o faturamento e o número de lançamentos todos os anos. Não há demanda", alerta. Assumpção acredita também que o "evaluation" foi muito alto em relação ao patrimônio líquido (PL) das empresas.   
BSB, 2/4- As vendas pendentes de moradias existentes nos Estados Unidos subiram levemente em fevereiro, mas o setor segue fraco ao enfrentar o declínio continuado nos preços de casas e a recessão no país, informou uma entidade do setor nesta quarta-feira. O índice da Associação Nacional dos Corretores de Imóveis, baseado em contratos assinados em fevereiro, subiu 2,1%, para 82,1 pontos, ante 80,4 pontos no mês anterior. "As vendas pendentes de moradias têm um longo caminho pela frente antes de registrar um crescimento significativo", disse o economista-chefe da entidade, Lawrence Yun.   
BSB 1/4- O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), utilizado no reajuste de contratos de aluguel, teve queda de 0,74% em março, após avançar 0,26% em fevereiro, conforme dados divulgados ontem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Segundo a entidade, esta é a menor taxa do indicador desde junho de 2003, quando o IGP-M caiu 1%. No ano, o índice acumula deflação de 0,92% e, nos últimos 12 meses, uma alta de 6,27%. A queda neste mês, que reflete o enfraquecimento da demanda interna nacional, foi maior do que a prevista pelos analistas, que esperavam uma deflação de 0,33%.   
BSB, 31/3- Pela primeira vez desde maio de 2006, o aluguel comercial na cidade de São Paulo apresentou queda nos valores em fevereiro, interrompendo um ciclo que, nos últimos doze meses terminados em janeiro, acumulava alta de 13,43%. De acordo com levantamento do Fórum de Justiça de São Paulo e da administradora de condomínios Hubert, o setor teve recuo médio de 0,67% no mês passado. A queda foi identificada em todas as regiões pesquisadas, com destaque para a área central da capital paulista, cuja redução, no Centro Velho, chegou a 0,87%. No Centro Novo, a queda foi de 0,85%. Já as regiões da Faria Lima e Paulista registraram redução de 0,49% e 0,48%, respectivamente. Segundo o diretor da administradora de condomínios, Hubert Gebara, a queda nos aluguéis comerciais é um dos primeiros indícios dos efeitos da crise na economia brasileira. “O aluguel comercial de médio padrão é um dos mais importantes termômetros da economia e foi um dos últimos segmentos a ser afetado”, diz.   
BSB, 30/3- O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) prevê que a economia brasileira crescerá 2% este ano, com margem de 0,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Segundo análise divulgada nesta quarta-feira, o crescimento será resultado de uma trajetória de recuperação ao longo do ano, em que o Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todas as riquezas produzidas no País - cresceria a taxas mais expressivas a partir do segundo semestre. A hipótese do Ipea é de que o pior da crise financeira internacional já foi superado e que a economia mundial, ainda que de forma lenta, terá uma melhora gradual nos próximos anos em resposta às políticas econômicas adotadas por diversos governos. As projeções para o crescimento brasileiro estão baseadas em algumas considerações como o aumento dos investimentos referentes às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o lançamento do programa habitacional do governo, o aumento da renda disponível devido à criação de novas alíquotas do Imposto de Renda Pessoa Física e a mais 1,3 milhão de famílias beneficiadas no programa Bolsa Família.   
BSB, 29/3- As ações de empresas ligadas à construção civil estavam entre as líderes de ganhos da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) nesta quarta-feira, após o governo federal anunciar um plano de R$ 34 bilhões para um milhão de moradias populares. Dentre as construtoras, Rossi Residencial era a líder, com um avanço de 4,44%, a R$ 3,76. Um pouco atrás, Gafisa subia 1,51%, a R$ 11,45. A companhia tornou-se uma das mais ativas no setor de baixa renda, foco do pacote governamental, desde que comprou a Tenda, em setembro do ano passado. Mas a que mais refletia o otimismo com o setor era Gerdau, disparando 7,5%, a R$ 13,05. A companhia é a maior fabricante brasileira de aços longos, produto destinado principalmente para a construção civil. O governo anunciou nesta quarta-feira que vai oferecer R$ 34 bilhões em empréstimos e subsídios no Plano Nacional de Habitação voltado a famílias de baixa renda, visando fortalecer a economia e criar empregos. A previsão do Executivo com o plano é gerar 700 mil postos de trabalho. Os recursos virão do Orçamento da União e do FGTS, para a construção de um milhão de moradias sem prazo determinado, informou o governo. O documento divulgado admite que o déficit habitacional no País é de 7,2 milhões de moradias.   
BSB, 26/3- O governo aumentou o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados dentro do Sistema Financeiro da Habitação de R$ 350 mil para R$ 500 mil. A medida foi aprovada nesta quinta-feira (26/03) pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O CMN também aumentou o percentual máximo a ser financiado, de 70% para 90%. Com isso, os valores financiados subiram de R$ 245 mil para R$ 450 mil. De acordo com o Conselho, essas são "medidas complementares para estimular a construção civil e mitigar os efeitos da crise internacional sobre o setor". Ontem, o governo federal anunciou o pacote de habitação, que prevê a construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda até dez salários mínimos (R$ 4.650). O investimento estimado é de R$ 34 bilhões. A parcela mínima será de R$ 50, enquanto o valor máximo do imóvel a ser financiado é de R$ 130 mil. Para as famílias com renda superior a três salários mínimos, até o teto de dez salários, haverá um fundo garantidor de inadimplência. Quem comprovar que perdeu o emprego, por exemplo, poderá reduzir o valor da prestação em 95% por um prazo de 12 a 36 meses, de acordo com a renda. Nesse período, será pago apenas 5% da prestação. O fundo não cobre, no entanto, as famílias com renda de até R$ 1.395. Nesses casos, o governo irá bancar a inadimplência de quem comprovar não ter condições de pagamento, por tempo indeterminado. Quem estiver inadimplente ficará apenas sem a escritura do imóvel até quitar o financiamento.   
BSB, 25/3- O ex-presidente do Banco Central e sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada, Gustavo Loyola, afirmou que é preciso tomar providências em relação ao rendimento das cadernetas de poupança. "Nesse processo de evolução que temos passado, precisamos nos livrar de alguns aspectos do passado. Nosso sistema financeiro foi moldado com um cenário de inflação. Se estamos migrando para outro momento, temos de mudar". Loyola falou durante evento da Acrefi (Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento) e da Serasa sobre os desafios do crédito. As mudanças nas cadernetas são defendidas porque o rendimento dessa aplicação está alto, diante de um cenário de queda da taxa de juro. A aposta da Tendências para este ano é de que a Selic chegue a 9,5% ao ano. De acordo com ele, a solução mais simples seria diminuir de 6% para 3% ou 4% ao ano a taxa de juros que, junto com a TR (taxa referencial), determina o rendimento da poupança. "Mas deveria fazer diminuição dos juros no estoque de crédito concedido", afirmou Loyola, a respeito do fato de 65% dos recursos da poupança serem destinados ao crédito imobiliário. "Não seria justo diminuir só para a instituição financeira. Não seria razoável dar ganho para as instituições financeiras. Tem de mexer no ativo e no passivo", completou. Ainda de acordo com ele, o fato de 65% dos recursos da poupança serem destinados ao crédito imobiliário não deveria ser modificado nesse momento.   
BSB, 23/3- O mercado de locação residencial na cidade de São Paulo manteve a tendência de alta e fechou fevereiro com aumento médio de 0,8% do valor negociado. Com essa variação, a alta acumulada no período de março de 2008 a fevereiro deste ano chegou a 12,44%. A elevação do valor médio de aluguel foi superior à variação do IGP-M, de 7,86%, no mesmo período. Unidades com 1 dormitório tiveram acréscimos em torno de 0,5%, em relação aos aluguéis de janeiro. Neste mês, a maior elevação nos valores de locação foi para moradias de 2 e 3 dormitórios: 0,9%. Os dados sobre desempenho do mercado de locação residencial integram levantamento mensal realizado pelo Secovi-SP. A pesquisa acompanha o comportamento dos aluguéis residenciais e verifica a performance do setor de locação na cidade de São Paulo. O trabalho indica a evolução dos aluguéis por metro quadrado (área privativa de apartamentos e área construída de casas e sobrados). Quanto à garantia da locação, o fiador continua a ser a principal modalidade adotada, com praticamente metade dos contratos de locação (49,5%), segundo dados fornecidos pelas empresas que colaboraram na realização da pesquisa. O depósito ou caução em dinheiro foi a garantia usada em cerca de 32% dos imóveis locados, seguido pelo seguro-fiança, com 18,5% das moradias alugadas. O melhor ritmo médio de escoamento foi verificado no segmento de casas e sobrados, cujas unidades, em fevereiro de 2009, demoraram, em média, de 10 a 27 dias para serem locadas. Apartamentos demoraram um pouco mais: entre 17 e 34 dias. Por outro lado, o Índice de Velocidade de Locação (IVL) - que mede o número médio de dias que um imóvel vago demora para ser alugado – dos apartamentos variou entre 11 e 29 dias. Os dados da pesquisa são apresentados conforme intervalo de valores por metro quadrado, por número de dormitórios e por estado de conservação.   
BSB, 23/3- O secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner, deve divulgar nesta semana o plano para comprar US$ 1 trilhão em dívidas de hipotecas para liberar os ativos de instituições financeiras, segundo informou o jornal americano The News York Times, citando pessoas próximas ao governo. O plano deve oferecer um generoso subsídio, com juros baixos para incentivar os investidores a formarem parcerias com o governo na compra de dívidas hipotecárias dos bancos. Para ajudar a proteger os contribuintes americanos, que poderiam pagar o volume da dívida, o plano prevê a realização de um leilão da dívida. O escândalo envolvendo o pagamento de um bônus milionário com dinheiro de ajuda governamental a AIG, não está prejudicando o andamento do governo de Obama. O plano não deve prever restrições aos executivos de fundos de investimentos privados que poderiam participar da compra. O plano, segundo o NYT deve ser o componente central do plano de resgate ao sistema financeiro de Obama. Analistas industriais dizem que os bancos americanos já apresentam uma dívida de US$ 2 trilhões.   
BSB, 22/3- Os mutuários do Sistema Financeiro da Habitação, que estão lutando na Justiça para desfazer a capitalização de juros incidentes nos empréstimos, precisam saber que ainda vão travar uma longa batalha. Embora muitos ministros dos tribunais superiores entendam que a capitalização está vedada legalmente, outros defendem a posição de que os juros dessa forma podem ser cobrados, desde que previstos em contrato. Isso significa que ainda não existe jurisprudência e muitos mutuários, que ganharam a causa em primeira instância, podem vir a ter a surpresa desagradável de ver uma reviravolta no decorrer do processo. O Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec) orienta os mutuários a submeter o contrato à análise de advogados especializados para que possa ser detectada a cobrança abusiva de juros. Para o Ibedec, a jurisprudência está pacificada e é uma questão de tempo até que o mutuário ganhe a causa em última instância. O presidente da entidade que defende os consumidores, Geraldo Tardin, cita a decisão do ministro Teori Albino Zavascki, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em ação movida contra a Caixa Econômica Federal, como uma garantia de que a cobrança abusiva vai ser revista. Em seu parecer, o ministro diz que a “capitalização de juros, vedada legalmente, deve ser afastada nas hipóteses de contrato de mútuo regido pelas normas do Sistema Financeiro da Habitação por constituir convenção abusiva”. De acordo com Tardin, o abuso pode não ser facilmente detectado pelo mutuário. Segundo Tardin, uma vez constatada a cobrança de juros ilegais, é possível ao mutuário propor ação de revisão do contrato contra o banco, depositando em juízo a parcela que julgar correta.   
BSB, 22/3- A crise não assustou o brasileiro e a tomada de crédito imobiliário cresceu no começo deste ano, surpreendendo até mesmo agentes do setor. O motivo apontado para isso pode ser a demanda reprimida. Em relação à CEF, somente nos 10 primeiros dias de março o financiamento imobiliário movimentou cerca de R$ 750 milhões, o que corresponde a 107 mil contratos. Entre janeiro e março deste ano, o valor movimentado já ultrapassa os R$ 5 bilhões. Já os dados da Abecip mostraram que as novas operações contratadas pelos agentes financeiros do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), que operam com recursos das cadernetas de poupança, atingiram R$ 1,9 bilhão em janeiro, o que significa um aumento de 17,45% sobre o mesmo período do ano passado (R$ 1,6 bilhão).   
BSB, 21/3- Os condomínios residenciais serão um dos contrapontos à crise econômica que vem fechando postos de trabalho no país e deverão gerar cerca de 3 mil novos empregos diretos neste ano em São Paulo. É o que aponta levantamento da Lello, com base no número de novos empreendimentos que deverão ser entregues pelas construtoras na capital paulista e região metropolitana entre abril e dezembro. Dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio) indicam que até o final de 2009 deverão ser instalados 370 condomínios residenciais novos. Cada empreendimento gera, em média, oito empregos, entre os cargos para zeladores, porteiros, faxineiros, garagistas e, em alguns casos, gerentes prediais. A média de trabalhadores por prédio em São Paulo é a maior do país, já que os condôminos paulistanos costumam ser mais exigentes quanto à comodidade, segurança e qualidade dos serviços. Os salários dos novos contratados pelos condomínios variam, na média de cada profissão, de R$ 700,00 a R$ 2.300,00. Normalmente, a seleção dos candidatos fica a cargo da empresa indicada para administrar o prédio após sua entrega. Segundo José Maria Bamonde, gerente de Relações Humanas da Lello Condomínios, a exigência por qualidade tem estimulado a capacitação e reciclagem dos profissionais que atuam nos condomínios residenciais.   
BSB, 19/3- O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), utilizado no reajuste de contratos de aluguel, registrou deflação de 0,36%, na segunda leitura prévia deste mês, contra alta de 0,45% na mesma leitura um mês antes. No ano, o índice acumula queda de 0,56% na segunda prévia, e nos últimos 12 meses, acumula alta de 6,68%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (19/03) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). A metodologia aplicada na apuração do IGP-M é a mesma do IGP-10 e do IGP-DI, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. A segunda prévia do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência. O IPA (Índice de Preços por Atacado) teve queda de 0,65% na leitura apresentada hoje, contra alta de 0,47% há um mês. O índice referente a Bens Finais desacelerou de 1,52% para 0,34%, com destaque para o ritmo menor nos preços do subgrupo alimentos processados (de 3,24% para 0,78%). O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) teve alta de 0,31%, abaixo do 0,38% na segunda prévia de fevereiro. Três das sete classes de despesa componentes do índice apresentaram desaceleração, com destaque para o grupo Educação, Leitura e Recreação (1,59% para 0,18%) - em particular no item cursos formais (de 2,53% para 0,09%). Já os preços nos grupos Habitação (0,25% para 0,41%), Vestuário (-0,58% para -0,03%), Transportes (0,40% para 0,43%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,49% para 0,51%) aceleraram, com destaque para os itens empregada doméstica mensalista (0,68% para 2,98%), roupas (-0,98% para -0,22%), tarifa de metrô (0,57% para 3,41%) e medicamentos em geral (0,18% para 0,34%). O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) apresentou ligeira queda de 0,04%, contra alta de 0,43% um mês antes. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços recuou de 0,52% na apuração de fevereiro para -0,17% em março. O índice de custo da Mão-de-Obra teve alta 0,12%, contra 0,33% um mês antes.   
BSB, 18/3- Um aumento inesperado nos inícios das construções e um aumento mais moderado nos preços de atacado proporcionaram ontem algumas notícias econômicas melhores enquanto o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) se reunia para avaliar o curso de sua política recente de corte nos juros. Os economistas esperam que o Fed, em um comunicado que deve ser divulgado em breve, reafirme sua expectativa de continuar com as taxas de juros baixas e de se comprometer novamente com os programas que criou para tentar afrouxar os mercados de crédito e recuperar a confiança nos empréstimos. O Fed já baixou as taxas de juros para próximo de zero e expandiu seu balanço enquanto tenta acabar com a dor do que o presidente do Fed, Ben Bernanke, chamou de a pior crise financeira global desde a Grande Depressão. Ele tem flertado com a idéia de comprar títulos de longo prazo da dívida do Tesouro para ajudar a baixar as taxas das hipotecas, mas os economistas disseram que era improvável que o Fed tomasse essa medida neste momento. Enquanto o Fomc se reunia em Washington , o governo divulgava dois relatórios menos terríveis sobre a saúde da economia. A construção de novas casa subiu inesperados 22,2% em fevereiro em relação a um mês antes, informou o Departamento de Comércio, em grande parte devido a um aumento na construção de condomínios. Os inícios de construção no geral subiram para um ritmo anual de 583 mil, e os inícios de construção de moradias unifamiliares subiram ligeiramente a partir de janeiro.   
BSB, 17/3- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai se reunir com a equipe econômica para discutir mudanças no cálculo do rendimento da caderneta de poupança. “Eu tenho que voltar para o Brasil, fazer uma reunião com a equipe econômica, para ver como fica a caderneta”, declarou, antes de deixar Nova Iorque e voltar a Brasília. Os bancos estão muito preocupados com a remuneração da poupança. Depois do corte da taxa básica de juros (Selic) na semana passada, o rendimento da caderneta ficou mais atraente do que os dos títulos públicos, o que deve provocar fuga dos fundos de investimento (FIFs). E a tendência da Selic é de queda ainda maior. O problema é que o dinheiro da caderneta é ‘carimbado — os bancos têm que destinar uma boa parte ao financiamento imobiliário. O mesmo não acontece com os fundos. Lula tentou demonstrar tranquilidade. “Nós já mexemos na poupança dois anos atrás, quando descobrirmos que gente que tinha muito dinheiro queria investir na poupança. Mexemos para garantir a poupança apenas para os pequenos poupadores”, disse.   
BSB, 15/3 - A contratação de financiamento imobiliário por agentes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que opera com recursos das cadernetas de poupança, somou R$ 1,9 bilhão em janeiro, um avanço de 17,45% em relação a dezembro. A cifra atendeu a compra e aquisição de 18 mil unidades, o que representa um crescimento de 3,85% na passagem de dezembro para janeiro. Os dados foram divulgados hoje pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Em janeiro de 2008, o SBPE havia financiado 17 mil imóveis com cerca de R$ 1,6 bilhão. Nos últimos 12 meses, o número de unidades financiadas superou 300,3 mil (contra 299,7 mil, em dezembro) e o volume de recursos avançou de R$ 30 bilhões para R$ 30,3 bilhões.   
BSB, 14/3 Apesar da crise financeira, o crédito imobiliário com recursos da caderneta de poupança começou o ano em alta. Segundo dados divulgados hoje pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), os financiamentos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) somaram R$ 1,904 bilhão em janeiro, alta de 17,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. O número de unidades financiadas foi de 17.734, alta de 3,84% em relação a janeiro de 2008. Em relação a dezembro, o número despencou 30,3%, mas a Abecip alega que a comparação deve ser feita com o mesmo mês do ano anterior. Isso porque em dezembro, por causa do décimo-terceiro salário e dos gastos de fim de ano, as liberações costumam ser maiores. No acumulado de 12 meses, os empréstimos também registraram aumento. Segundo a associação, o número de imóveis beneficiados superou 300,3 mil em 2008. O volume de recursos saltou de R$ 19,2 bilhões para R$ 30,3 bilhões no ano passado. Mesmo com o aumento na quantidade de financiamentos, a poupança iniciou o ano com menos recursos para emprestar aos mutuários. Segundo números do Banco Central, citados pela Abecip, os saques na caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 901 milhões. Para a entidade, no entanto, esse resgate é normal, porque muitos correntistas retiram dinheiro da poupança para cobrir despesas de início de ano.   
BSB, 14/3- A Caixa Econômica Federal bateu novo recorde em financiamento imobiliário. No primeiro bimestre de 2009, foram assinados 94.682 contratos no valor de R$ 4,2 bilhões, o que representa um crescimento de 119% no valor em relação ao mesmo período de 2008. Considerando o número de unidades financiadas, o crescimento foi de 130% na mesma base de comparação. Segundo a presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho, há uma dinâmica na economia que permite que esse setor esteja funcionando. “E é bom que funcione porque garante o acesso à casa própria e também porque a construção civil gera trabalho, emprego e renda”, afirmou. Os empréstimos com recursos das cadernetas de poupança (SBPE), neste período, totalizaram R$ 2,4 bilhões em 54.753 imóveis, o que representa 57,7% do volume total contratado até 28 de fevereiro. Na linha de financiamento que utiliza recursos do FGTS, a Caixa aplicou o montante de R$ 1,7 bilhão em 35.959 contratos, contra R$ 1.077 milhão para 22.510 unidades no mesmo período de 2008. A média diária de contratação nacional ficou em R$ 108 milhões para 2.393 contratos. Em igual período de 2008, a média diária foi de R$ 49,4 milhões e 1.039 contratos. O Estado de São Paulo liderou o número de contratações. No primeiro bimestre foram financiados 28.239 imóveis, 30,3% do total nacional, no valor de R$ 1,2 bilhão. O valor representa um avanço de 210% sobre o mesmo período do ano passado. Até o fim do ano, o banco estima aplicar no setor cerca de R$ 27 bilhões.   
BSB, 13/3- O governo federal deve usar o modelo do Programa de Arrendamento Residencial (PAR) - espécie de leasing em que o mutuário paga as prestações imobiliárias e tem direito de comprar o bem no fim do contrato - para conseguir dar conta de construir um milhão de casas até o fim de 2010. A proposta foi apresentada pelos empresários da construção à ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e deve ser a saída adotada para agilizar as obras do pacote habitacional que deverá ser anunciado no dia 18 pelo presidente Lula. A ideia é que o setor público compre empreendimentos imobiliários que já estão em estudo e que, depois, serão financiados pelo governo aos mutuários. - A União criaria um fundo parecido com o PAR para financiar empresas interessadas em construir imóveis populares e lançaria um edital. E as construtoras apresentariam propostas. Depois, a venda seria feito pelo governo - disse o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-Rio), Roberto Kauffmann. A ministra Dilma afirmou que o programa de habitação promoverá o financiamento direto ao mutuário com a inclusão de um seguro para os beneficiados. Segundo a ministra, o pacote prevê "subsídios pesadíssimos (ajuda financeira)". O objetivo, segundo ela, é assegurar que os tralhadores com ganhos mensais inferiores a dez salários mínimos (R$ 4.650) tenham condições de adquirir um imóvel. Em reunião, ontem, com a bancada do Nordeste, a ministra informou que o déficit habitacional no país é de 7,5%, entre os que têm renda familiar de zero a três salários mínimos (até R$ 1.305) e de 8,5%, na faixa de rendimentos de três a de salários (R$ 1.305 a R$ 4.650). Dilma ainda disse que as prestrações serão até 20% da rende mensal. Assim, quem ganha dez mínimos pagará, no máximo, R$ 930 de prestação. O prazo será de 20 anos.   
BSB, 12/3- O gigante americano de financiamento hipotecário Freddie Mac, um dos pivôs do estouro da bolha imobiliária americana e desde de setembro sob controle do governo dos Estados Unidos, anunciou nesta quarta-feira (11/03) ter perdido US$ 50,1 bilhões no ano de 2008. Do total de recursos, quase metade foi perdida US$ 23,9 bilhões apenas no último trimestre, quando houve o agravamento da crise econômica nos EUA e extensão dos prejuízos para todo o mundo.   
BSB, 12/3- O Comitê de Politica Monetária (Copom) do Banco Central anunciou no início da noite desta quarta-feira (11/03) em 1,5 ponto percentual a Selic, taxa básica de juros da economia brasileira. Com isso, a taxa cai de 12,75% para 11,25% ao ano. A decisão saiu por unânimidade. Segundo o BC, a partir de agora a instituição acompanhará a inflação para então definir seus próximos passos com relação à política monetária do país. Para o Banco Central, é preciso avaliar a magnitude e a rapidez que a redução de hoje terão sobre a atividade econômica. A grande maioria do mercado apostava em uma queda no patamar mesmo anunciado. Inicialmente, a aposta era em redução de 1 ponto percentual, mas os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) do 4° trimestre de 2008, que caiu 3,6% - maior recuo desde 1996 - fez com que se apostasse em ação mais ousada do Copom. Alguns analistas chegaram a cogitar a possibilidade de redução de 2 pontos percentuais na taxa básica, o que acabou não se concretizando. Caso tivesse acontecido, isso teria levado a Selic para 10,75% ao ano, o nível mais baixo de sua história.   
BSB, 11/3- O governo pretende priorizar o acesso aos financiamentos do pacote habitacional às mulheres, assim como já é prática na distribuição dos benefícios do Bolsa Família, afirmou a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). O programa está em elaboração pelo governo desde o fim do ano passado e deve ser anunciado nas próximas semanas. "Consideramos essencial que o financiamento ou o acesso a essas moradias sejam prioritariamente dado às mulheres", disse Dilma em discurso durante abertura de seminário sobre a saúde da mulher, que faz parte das comemorações do Dia Internacional da Mulher. Dilma disse que a decisão leva em conta o papel central da mulher na família. O governo pretende construir 1 milhão de moradias, grande parte até 2010, para famílias com renda mensal de zero a dez salários mínimos. Estão sendo articuladas parcerias com Estados e municípios para tirar a idéia do papel. Durante o dia, Dilma tem reuniões com governadores e prefeitos para definir como Estados e prefeitura podem contribuir para o plano, com desonerações de impostos e ajuda para disponibilizar terrenos para as moradias. "Não faz sentido em um programa habitacional ainda haver cobrança de tributos por parte dos Estados", comentou o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), a jornalistas ao sair de reunião com Dilma. O governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), também demonstrou intenção de aderir ao esforço. "O DF está preparado para entrar com os terrenos", afirmou. O governo federal vai atuar para reduzir os gastos com cartórios e os valores das apólices de seguro de vida necessárias ao mutuário para aderir ao financiamento.   
BSB, 9/3- Em meio à tormenta de execuções imobiliárias, a Câmara de Representantes dos Estados Unidos aprovou ontem um projeto de lei que dá poderes aos juízes para reduzir o valor das prestações pagas por mutuários. "Com a 'lei de Ajuda às famílias para salvar sua casa' poderemos proteger o sonho americano e preservá-lo para as famílias americanas", disse a presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi, após a aprovação da medida, por 234 votos a 191. O projeto foi severamente criticado por alguns representantes e segundo o número dois dos republicanos na Câmara, Eric Cantor, "é um absurdo castigar os que agiram de forma responsável para premiar os que foram descuidados e, em alguns casos, tiveram um comportamento ilegal". Os democratas rejeitaram as críticas e destacaram que o projeto é fundamental para aliviar a situação das famílias que têm casas que hoje valem menos que suas hipotecas. O projeto, que segue agora para o Senado, permite que os juízes encarregados de execuções imobiliárias possam, inclusive, reduzir o valor e os juros das hipotecas.   
BSB, 8/3- O Índice Geral de Preços de Mercado – IGP-M, da Fundação Getúlio Vargas, sofreu variação mensal de 0,26%, em março de 2009. Tradicionalmente, o índice é utilizado nos contratos de locação e, por ser o primeiro divulgado – geralmente no último dia útil do próprio mês –, é o de maior preferência para o reajuste de locação. Nos últimos doze meses (março de 2008 a fevereiro de 2009), o IGP-M acumulou 7,86%. Dessa forma, o fator de multiplicação sobre o valor do aluguel vigente até fevereiro deste ano será de 1,0786. O vice-presidente de Locação do Secovi-SP, José Roberto Federighi, observa que o mercado elevou os aluguéis dos contratos novos, em média, a taxas superiores a 12%. “É importante observar a relação entre a escassez de oferta e as tratativas para se negociar reajustes. Nesse cenário, será muito difícil obter descontos no fator de reajuste do aluguel aniversariante a ser aplicado agora em março”, esclarece o vice-presidente   
BSB, 7/3- Um dos grupos que mais interessam ao setor imobiliário, representado pelos consumidores de baixa renda, que cada vez mais incrementa o setor imobiliário, apresentou queda na medição da inflação. Os alimentos e as passagens de ônibus estão mais baratos para as famílias que ganham até 2,5 salários mínimos mensais (R$ 1.162,50). É o que mostra o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), divulgado hoje (6) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Os alimentos apresentaram queda nos preços de 0,63% para -0,01%, de janeiro a fevereiro, e as passagens nos transportes públicos registraram variação de 2,21% para 0,68%, no mesmo período. Esses dois grupos foram os maiores responsáveis pelo recuo do índice. Depois de avançar 0,72% em janeiro, o IPC-C1 registrou variação de 0,16% em fevereiro, o menor resultado desde setembro de 2008 (0,57%). No acumulado dos últimos 12 meses, o índice registra alta de 6,67%. Dentre os alimentos da cesta básica do brasileiro que estão mais baratos, merecem destaque o feijão carioquinha (de 2,05% para -5,96%), as frutas (de 1,60% para -2,28%) e as carnes bovinas (de -1,49% para -2,31%). Em transportes, a redução dos preços das passagens de ônibus urbano (de 2,38% para 0,58%) teve contibuição importante. Já o grupo saúde e cuidados pessoais (de 0,22% para 0,97%), segundo a FGV, registrou acréscimo na taxa de variação, que passou de 0,22% para 0,97%. De acordo com a pesquisa, o item medicamentos em geral, cujo índice subiu de -0,03% para 0,47%, foi o que mais influenciou o aumento.   
BSB, 6/3- Mais de 8,3 milhões de hipotecas podem ser executadas até o final deste ano nos Estados Unidos, revelou hoje um estudo da firma First American CoreLogic. A execução de uma hipoteca ocorre quando um banco ou uma instituição financeira que concedeu o empréstimo para a compra assume o controle da propriedade devido à inadimplência. A First American CoreLogic disse que o número representa um aumento de 9% em relação às 7,63 milhões de hipotecas em perigo de execução registradas no final de setembro do ano passado. Como consequência da crise que gerou um desabamento dos valores imobiliários em todo o país, o montante total das hipotecas em muitos casos é superior ao valor real dos imóveis. Os 8,3 milhões representam um quinto de todas as hipotecas e o número em perigo pode aumentar caso continuem caindo os valores nos estados que conseguiram driblar um pouco a crise, diz o estudo. Segundo a First American CoreLogic, o valor das propriedades residenciais caiu de US$ 21,5 trilhões no final de 2007 a US$ 19,1 trilhões no final de 2008. O estudo, que incluiu 43 dos 50 estados, além do Distrito de Columbia, onde fica a capital Washington, diz que os mais afetados pela queda nos valores da propriedade foram Califórnia, Flórida e Nevada.   
BSB, 5/3- Fantasma do passado no mercado imobiliário, a Tabela Price, cogitada para ressuscitar no pacote do governo, fará com que o mutuário pague mais juros na compra do imóvel. A prestação inicial começa menor e vai ficando maior. Segundo o governo, seria uma forma de beneficiar mais famílias de baixa de renda na compra do imóvel. Para o Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo), é um meio de o mutuário sonhar com a moradia e depois perdê-la por não conseguir pagar. De acordo com o Sinduscon-Rio, a volta da Price é um retrocesso. A Caixa Econômica Federal não opera com a Price há seis anos. Usa somente a SAC (Sistema de Amortização Constante), em que a prestação começa maior e vai caindo (ou seja, é decrescente), porque há mais amortizações no início do contrato. Rodolpho Vasconcelos, da Ademi, explica que, quando a prestação inicial é menor, há capacidade de endividamento maior. “É uma forma de estimular a pessoa a comprar. Mas pagará mais caro pelo empréstimo”, disse Vasconcelos, lembrando que até os bancos migraram para SAC, por ser mais segura: “Como a prestação é maior no início e o financiamento menor, o risco para o agente financeiro diminuiu”.   
BSB, 4/3- Pelo menos 100 mil mutuários do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) chegarão neste ano ao final do contrato de compra da casa própria sem conseguir quitar o imóvel. A estimativa é do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec). Segundo o Ibedec, estão nessa situação mutuários que, em 1989, assinaram contratos de 20 anos de financiamento, mas não têm a cobertura do Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS). Criado pelo extinto Banco Nacional de Habitação (BNH), o FCVS garante a quitação dos saldos devedores remanescentes no fim dos contratos com o SFH. A diferença na forma de correção das prestações e da dívida, de acordo com o instituto, provocou distorções nos contratos. Enquanto as parcelas foram corrigidas por equivalência salarial (com reajustes que acompanham os aumentos de salários) e aumentaram, em média, 5% ao ano, o saldo devedor foi reajustado pela variação da caderneta de poupança, subindo 15% a cada 12 meses. O Ibedec alega ainda que houve correções indevidas nos planos econômicos do final dos anos 80 e início da década de 90. Somente no Plano Collor, a organização não-governamental estima que o reajuste nos financiamentos tenha chegado a 43%, o que contribuiu para a existência do saldo devedor ao fim dos contratos.   
BSB, 4/3- A Caixa Econômica Federal, que concentra 70% dos financiamentos imobiliários do país, informou que a administração dos contratos sem a cobertura do FCVS assinados até 1994 passou para a Empresa Gestora de Ativos (Emgea). Por meio de comunicado, a Emgea argumenta que há quase quatro anos tem renegociado as dívidas de mutuários que não conseguem quitar o imóvel ao fim do contrato. De acordo com a empresa, de julho de 2005 até o final de janeiro, mais de 88 mil usuários aderiram a uma das condições de renegociação propostas pela Emgea. O mutuário pode pagar o saldo devedor com prazo correspondente até a metade do contrato original e descontos que podem ser ampliados quanto menor for o número de parcelas do refinanciamento. A ajuda, no entanto, só vale para quem financiou o imóvel nos bancos públicos. Quem recorreu aos bancos privados para pagar a casa própria não tem o mesmo amparo.   
BSB, 3/3- A alta de 0,44% no preço médio dos materiais de construção no Estado de São Paulo foi responsável pela elevação de 0,21% no CUB(Custo Unitário Básico) da construção civil paulista em janeiro. Calculado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e pela FGV Projetos, reflete a variação dos custos do setor e é aplicado nos reajustes dos contratos do Estado. Entre os materiais que mais pressionaram os preços está a brita 2 e o concreto FCK 25MPa, que subiram, respectivamente, 3,19% e 1,6% no mês. Esses insumos, junto com outros 18, subiram acima do IGP-M acumulado nos últimos doze meses (até janeiro). O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em convênio com a Caixa, também iniciou o ano com variação positiva, de 0,39%. Apesar disso, significou uma desaceleração de 0,23 ponto porcentual em relação a dezembro de 2008, que registrou índice de 0,62%. O acumulado em doze meses foi 11,68%, abaixo dos 11,73% registrados nos doze meses anteriores. Na divisão por regiões, o Sinapi mostra que as maiores altas ocorreram nas Regiões Sul e Nordeste, que tiveram resultados muito próximos: 0,53% e 0,52% respectivamente, contra 0,39% na média nacional. O Sudeste teve um das menores variações na pesquisa do Sinapi, de apenas 0,28%. O m² no Sudeste custa R$ 718,80 e em São Paulo, o IBGE/Caixa encontrou um custo de R$ 748,39, quase R$ 100,00 menos do que o definido no CUB.   
BSB, 2/3- Depois de disparar no fim do ano passado por conta da crise econômica, os juros cobrados de pessoas físicas registraram queda em janeiro. A taxa média praticada pelos bancos chegou a 51,2% ao ano, o que representa uma redução de 1,8 ponto porcentual em relação a dezembro. O spread bancário - diferença entre os juros da captação e os efetivamente cobrados do consumidor - também caiu. Dados divulgados ontem pelo Banco Central mostram que os juros do cheque especial, do crédito pessoal, da aquisição de veículos e de outros bens estão mais baixos (confira ao lado). Para alguns analistas, a queda é resultado do esforço do governo federal para reduzir as taxas dos bancos públicos - principalmente Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Dados da Fundação Procon de São Paulo mostram que, de fato, Caixa e BB vêm reduzindo os juros, enquanto os demais bancos de varejo mantêm as taxas altas. Em agosto, antes da crise, o BB cobrava 5,99% ao mês em operações de empréstimo pessoal. Em janeiro, a taxa estava em 4,99%. O Itaú, no mesmo período, aumentou o custo da operação de 6,64% para 7,09% ao mês. O Santander, de 5,90% para 6,69%. Apesar dos juros e do spread caírem na média, a inadimplência aumenta. Em janeiro, o atraso superior a 90 dias chegou a 8,3% entre as pessoas físicas. Em dezembro, o índice foi de 8,0%. Para o economista Frederico Araújo Turolla, da Escola Superior de Propaganda e Marketing, a inadimplência tende a se acentuar em fevereiro, com o desemprego. Mas os juros devem continuar a cair. "Em janeiro houve uma recuperação do ''susto'' de 2008. Fevereiro terá dados positivos, mas nada tão significativo."   
BSB, 28/2- Contrariando as previsões negativas da crise financeira que assombra os mercados nos últimos meses, o setor de locação de imóveis na cidade de São Paulo teve um crescimento de 36% na procura de imóveis para locação, no mês de janeiro se comparado ao mesmo período em 2008. Os dados foram apresentados pela Lello, empresa líder em administração de imóveis no Estado. Existe normalmente, uma queda no mês de dezembro que se estende a janeiro, em função das festas e férias escolares, porém os números apresentados recentemente pela empresa apontam uma boa retomada, o que demonstra que o setor de locação se mostra bem aquecido. "O crescimento na locação foi sentido em todas as regiões da Capital e mais significativo em áreas próximas de faculdades, devido ao início do ano letivo, que normalmente movimenta os negócios nos meses de janeiro e fevereiro" explica Roseli Hernandes, gerente geral da Lello Imóveis. Essa tendência também pode ser vista no número de fechamento de negócios que teve aumento de 20% se comparado com o mesmo período do ano passado.   
BSB, 27/2- A aceleração dos reajustes no atacado fez o Índice Geral de Preços – Mercado subir 0,26% em fevereiro após uma queda de 0,44% em janeiro. O indicador, calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), é composto por outros três índices, mas o principal deles foi o de preços por atacado (IPA), que variou 0,20% ante uma redução de 0,95% do mês anterior. Os bens finais foram os que mais subiram: 1,25%. As matérias-primas brutas aumentaram 0,60%. Os produtos agropecuários também registraram alta de 1,25%. Entre as mercadorias que puxaram o IPA está a soja, cuja variação foi de 5,84%. O açúcar refinado e o cristal dispararam 17,95% e 19,74%, respectivamente. O farelo de soja teve expansão de 11,50% e o milho em grão, de 5,47%. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,40% em fevereiro contra uma variação de 0,75% no mês anterior. A principal contribuição para desacelerar esse indicador veio do grupo alimentação, cuja alta foi de 0,25% frente a um salto de 0,96% no mês anterior. Os destaques dessa classe de despesa foram as frutas, que caíram 1,48%. As hortaliças e legumes aumentaram menos, 2,21% contra 5,35% da pesquisa passada. As carnes bovinas apresentaram redução de 1,37% ante a uma queda de 0,23% em janeiro. Último indicador que compõe o IGP-M, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou variação de 0,35% depois de subir 0,26% no primeiro mês do ano. Os grupos materiais e mão-de-obra apresentaram aceleração em suas taxas de variação, que passaram de 0,20% para 0,31% e de 0,17% para 0,29%, respectivamente.   
BSB, 27/2- O organismo americano de refinanciamento hipotecário Fannie Mae, um dos responsáveis pelo estouro da bolha imobiliária que implodiu a economia americana, anunciou nesta quinta-feira (26/02) um prejuízo de US$ 58,7 bilhões em 2008, devido a fatores excepcionais no segundo semestre. A agência pediu ao Tesouro dos Estados Unidos uma ajuda de US$ 15,2 bilhões para cobrir o déficit.   
BSB, 26/2- A projeção para a taxa básica de juros, a Selic, ao final deste ano caiu de 10,5% para 10,38%. Para 2010, a expectativa foi ajustada de 10,5% para 10,25%. A informação é do boletim Focus, publicação semanal do Banco Central (BC) elaborada com base em estimativas de analistas de mercado sobre os principais indicadores da economia. A Selic é de definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC e usada pela autoridade monetária para controlar a inflação. Para o próximo mês, quando haverá uma reunião do comitê, os analistas mantiveram a projeção de que a taxa básica seja reduzida dos atuais 12,75% para 11,75% ao ano. Os analistas esperam pelos cortes de juros por conta do desaquecimento da economia neste ano, um efeito da crise financeira internacional, e pela expectativa de que a inflação permanecerá sob controle, ou seja, dentro da meta do governo.   
BSB, 26/2- Os americanos que comprarem o primeiro imóvel terão, a partir de hoje, um abatimento de US$ 8 mil nos impostos de 2008 ou 2009, anunciou o Governo dos Estados Unidos, que, com a medida, busca deter a crise no mercado imobiliário. As ajudas fazem parte do programa de estímulo fiscal no valor de US$ 787 bilhões com o qual a Administração de Barack Obama pretende tirar o país da recessão. "Ao agir com esta rapidez e garantir que os abatimentos estão disponíveis para a declaração da renda de 2008, haverá mais impacto na demanda por imóveis do que se os tivéssemos aplicado através dos mecanismos tradicionais", disse o secretário do Tesouro, Timothy Geithner. Ele falou à imprensa em uma sala de conferências do departamento, cercado de representantes de associações civis e especialistas no mercado imobiliário, com os quais se reuniu para informar sobre as medidas de ajuda da Administração no setor. A reunião foi convocada para garantir que os cidadãos aproveitem as novas vantagens e estimulem, com as compras, um mercado imobiliário que está em declínio livre. Em 2008, os preços caíram quase 16%, segundo o índice S&P/Case-Shiller, a maior baixa desde que o registro é feito. O abatimento de US$ 8 mil está disponível para as pessoas que comprarem sua primeira casa até 1º de dezembro deste ano e ganharem menos de US$ 75 mil. Se a renda for maior que esse valor, as ajudas serão menores.   
BSB, 25/2- Todos os principais jornais da Espanha noticiaram que o Banco Santander, gestor do Fundo Imobiliário Banif, solicitou à Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV) permissão para suspender os resgates solicitados por acionistas, pelo período de dois anos, argumentando falta de liquidez. As matérias estão reproduzidas no site (www.ahe.es) da Asociación Hipotecaria Española (AHE), as quais concluem que “o Santander inicia a liquidação do maior fundo imobiliário da Espanha”, com ativos no montante de € 3,265 milhões, e do qual participam 51 mil investidores. Conforme as notícias reproduzidas pela AHE, a solicitação do Santander foi motivada por pedidos massivos de resgate, feitos pelos subscritores de ações do Banif. Até o último dia 13 (sexta-feira, fevereiro, 2009), tais pedidos somavam € 2,617 milhões, alcançando 80% do patrimônio do fundo. “A opção do banco é a liquidação ordenada do fundo, ao reconhecer que o mesmo carece de liquidez para fazer frente ao aporte”, reproduz a AHE. Segundo as notícias reproduzidas, no início de janeiro (2009)o Santander enviou uma carta aos participantes do Banif, anunciando a revisão nos valores das ações, “por conta das condições de mercado”. Por seu lado, o mercado espanhol comenta que a comunicação do Santander pode ter despertado a reação massiva entre os investidores, diz o noticiário. Os participantes que solicitaram resgate; ou os que o fizerem a partir de agora (podem fazê-lo até 27 de fevereiro), receberão somente uma parte de suas inversões. O gestor assinalou que destinará 10% do patrimônio do fundo – percentual que legalmente deve manter em efetivo – para pagamento dos resgates. O noticiário dá conta que os resgates serão calculados tendo por base o novo valor liquidante do fundo, em elaboração, para definição até final deste fevereiro (2009).   
BSB, 25/2- O número de imóveis financiados no Estado de São Paulo pela Caixa Econômica Federal cresceu 220% em janeiro deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. No Estado, que representa 28% destas operações da Caixa no País, foram financiados 12.979 imóveis no primeiro mês de 2009 - R$ 569,70 milhões em crédito -, enquanto que em janeiro de 2008 esse número foi de 4.046 unidades - R$ 199,5 milhões para a compra de imóveis. O superintendente regional da Caixa em São Paulo, Augusto Bandeira Vargas, explica que o crescimento de janeiro acompanha o ritmo aquecido nas contratações de financiamentos desde julho do ano passado - em dezembro foram 13.130 contratos, apenas 1,5% a mais do que no primeiro mês deste ano. "Também pode haver a influência da retração de outras instituições financeiras para a liberação de crédito habitacional. Mas janeiro, que é um mês mais fraco em todos os anos, mostrou bons resultados em 2009", afirma. O banco estatal é responsável por mais de 60% das operações de financiamento imobiliário no País. Dentro dos quase 13 mil contratos há imóveis novos, usados, além de crédito para material de construção, informa Vargas. O presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), João Crestana, acredita que há influência das unidades novas compradas em 2007, entregues pelas construtoras no final de 2008 e início de 2009. O diretor de economia do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Eduardo Zaidan, também acredita na influência de imóveis novos nos resultados de financiamento habitacional da Caixa.   
BSB, 25/2- No País foram 45.975 contratos assinados em janeiro, o que representa um crescimento de 155% em relação ao mesmo mês do ano passado, movimentando R$ 1,91 bilhão em aquisição de imóveis. Historicamente, foi o melhor janeiro em contratações para o banco. Em São Paulo, 4.735 contratos fechados no primeiro mês de 2009 utilizaram recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), movimentando R$ 254 milhões em crédito habitacional. Outros 8.116 contratos usaram a modalidade com financiamento por meio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE), o que representa R$ 310 milhões emprestados para aquisição da casa própria. Somente o Construcard, modalidade de crédito oferecida pela Caixa voltada à pessoa física para o financiamento de material de construção e compra de terrenos com uso de recursos da poupança, fechou 5.806 contratos no período, movimentando um montante de R$ 63.873 milhões.   
BSB, 24/2- Injeção de R$ 8 bilhões em subsídios (recursos da União e do FGTS), em 2009 e 2010, para garantir a aquisição de moradias pela baixa renda (atendimento da meta de um milhão de novas casas) Criação do Fundo Garantidor, com até R$ 1 bilhão do Tesouro Nacional, pelo qual serão cobertas as parcelas atrasadas caso o tomador fique sem honrar o pagamento por perda de emprego ou qualquer outro motivo. No modelo desenhado até agora, a cada dois anos o mutuário poderia ficar inadimplente, sem ônus, por três meses Com o Fundo Garantidor, estimular o financiamento de 100% do valor do imóvel nas linhas do FGTS. O alvo dessas linhas, hoje, são as famílias com renda até R$ 1.865 mensais. Concessão de carência durante a construção de imóveis populares para os compradores. Aumento de 80% para 90% do valor do imóvel a ser financiado pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) Aumento de R$ 350 mil para R$ 500 mil do valor máximo do imóvel a ser financiado com o FGTS do mutuário (linhas do FGTS e do SBPE) Permitir que a contribuição que as empresas recolhem ao FGTS vá direto para o banco onde o funcionário fez o financiamento habitacional, a fim de amortizar parte das parcelas Ampliação do microcrédito para a compra de materiais de construção Agilização do Construcard, o crédito de materiais da Caixa. O Construcard FGTS já teve o limite de empréstimo elevado de R$ 7 mil para R$ 25 mil (renda até R$ 1.900) Desoneração de materiais de construção como cimento, azulejos, louças, vidros e telhas que varia entre R$ 600 milhões e R$ 1,1 bilhão Dedução de parte dos juros pagos em financiamento habitacional da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) Redução das alíquotas do Regime Especial de Tributação (que reúne PIS/Cofins, IRPJ e CSLL) do patrimônio de afetação (contabilidade separada do empreendimento em construção). Cairia de 7% para 6%, sendo de 7% para 1% no caso da habitação de interesse social.   
BSB, 22/2- A Caixa Econômica Federal teve lucro de R$ 3,9 bilhões em 2008, valor 62,3% superior em relação ao de 2007, que somou R$ 2,4 bilhões, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira. No quarto trimestre do ano passado, o banco federal registrou lucro líquido de R$ 618 milhões, ante um resultado positivo de R$ 723 milhões no terceiro trimestre. Segundo a própria instituição, as operações de crédito foram as maiores responsáveis pelo resultados positivos. As operações de crédito passaram de R$ 55,8 bilhões para R$ 80,1 bilhões de um ano para o outro - avanço de 43,3%. No crédito comercial, a carteira de pessoa jurídica subiu 87,2% em comparação a 2007, com saldo de R$ 15,1 bilhões (3% de participação no mercado). A carteira habitacional apresentou saldo de R$ 45,1 bilhões, valor 38,8% maior do que o de 2007. O aumento também foi verificado no primeiro mês de 2009, quando a Caixa registrou recorde de 45.975 contratos em financiamento habitacional. Em janeiro, o valor dos financiamentos alcançou R$ 1,91 bilhão, o que representa um crescimento de 155% em relação ao mesmo período de 2008. De acordo com o banco federal, este é o melhor janeiro da história em volume de contratação de crédito imobiliário. Mesmo com a crise financeira, a Caixa verificou queda nos índices de inadimplência. Nos financiamentos habitacionais, o índice de recuou de 2,1% no final de 2007 para 1,7% em 2008. Já no crédito comercial, a queda foi de 1,4 ponto percentual, passando de 5,4% em dezembro de 2007 para 4% no último mês do ano passado. Os ativos totais da instituição atingiram R$ 295,9 bilhões em 2008 e o patrimônio líquido alcançou R$ 12,7 bilhões - avanços de 16,7% e de 20%, respectivamente, frente ao ano anterior. O índice de Basiléia, que mede a solvência dos bancos, em dezembro foi de 20,6% (o Banco Central exige no mínimo 11%).   
BSB, 22/2- A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) ficou em 0,63% em fevereiro, ante taxa de 0,40% em janeiro, informou nesta sexta-feira (20/02) o IBGE. No primeiro bimestre de 2009, o IPCA-15 acumula alta de 1,03% e nos últimos 12 meses até fevereiro a alta é de 5,77%. O IPCA-15 é lido como uma prévia do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que será divulgado no dia 11 de março. A diferença é o período de coleta de preços. O IPCA-15 é apurado com base na variação dos preços entre a segunda quinzena do mês anterior e a primeira quinzena do mês corrente. Já o IPCA é resultado da variação de preços ao longo do mês inteiro (do dia 1º a dia 30). O IPCA é o índice oficial utilizado pelo Banco Central para cumprir o regime de metas de inflação. O centro da meta de inflação para 2009, determinado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,5%, com margem de tolerância de dois pontos porcentuais para cima ou para baixo.   
BSB, 20/2- O Banco do Brasil registrou lucro de R$ 8,8 bilhões em 2008. O valor é 74% maior do que o de 2007. A carteira de crédito total foi a maior registrada desde 2000, alcançando R$ 237, 2 bilhões, 11% a mais do que o alcançado no trimestre anterior (julho, agosto e setembro de 2008) e 41,9% a mais do que 2007. O crédito a pessoa física cresceu 52,5% em 2008, alcançando os R$ 48,8 bilhões. O de pessoa jurídica aumentou 48,4% em relação a 2007 e 13,9% na comparação com o trimestre anterior, totalizando R$ 97,2 bilhões. O spread do Banco do Brasil em 2008 atingiu 7,1% ante os 7,6% apurados em 2007.   
BSB, 19/2- O governo americano vai lançar um plano para conter a execução de hipotecas nos Estados Unidos, destinando bilhões de dólares a novos programas para auxiliar de 7 milhões a 9 milhões de mutuários norte-americanos. O plano é estimado em US$ 275 bilhões, dos quais US$ 75 bilhões em subsídios para ajudar mutuários a pagar as hipotecas e US$ 200 bilhões a mais do Tesouro americano para financiar as agências hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac Pela proposta, a crise do setor imobiliário será atacada em diversas frentes. Seus objetivos são evitar que mutuários cuja dívida seja maior do que o valor de suas próprias casas atrasem pagamentos, ajudar milhões a refinanciar seus empréstimos e usar o controle exercido pelo governo sobre a Fannie Mae e a Freddie Mac para estabilizar os preços das moradias e oferecer liquidez O plano também incluirá incentivos para que tanto os mutuários quanto os credores trabalhem juntos para evitar a execução das hipotecas, entre eles pagamentos para reduzir o principal dos empréstimos e bônus para as agências hipotecárias que obtenham sucesso na reestruturação das dívidas A principal proposta do plano do governo consiste em proporcionar condições para que entre 4 milhões e 5 milhões de proprietários de residências consigam refinanciar seus empréstimos por meio da Fannie Mae e da Freddie Mac, mesmo que a dívida ultrapasse mais do que 80% do valor do imóvel hipotecado. O auxílio será limitado aos mutuários que tomaram empréstimos garantidos pelas agências ou dentro dos padrões definidos por elas.   
BSB, 17/2- O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), índice utilizado na correção de aluguéis, teve alta de 0,45% na segunda leitura prévia deste mês, contra queda de 0,58% na mesma leitura feita em janeiro. No ano, o índice acumula ligeira variação positiva de 0,01% e, nos últimos 12 meses, a alta acumulada é de 8,06%, Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas). A metodologia aplicada na apuração do IGP-M é a mesma do IGP-10 e do IGP-DI, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. A segunda prévia do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência. O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) teve alta de 0,43%, acima do 0,15% visto um mês antes. A taxa do índice relativo a Materiais e Serviços passou de 0,29% em janeiro para 0,52% neste mês. O índice referente ao custo da Mão-de-Obra teve alta de 0,33% neste mês, contra estabilidade em janeiro.   
BSB, 15/2- Um boom imobiliário nos Estados Unidos fez com que, atualmente, um a cada nove domicílios, ou cerca de 14 milhões de unidades, estejam desocupados no país, divulgou o jornal americano USA Today neste sábado. O número não inclui os 4,8 milhões de casas de férias, ocupadas apenas em uma parte do ano. A situação é problemática para a comunidade, que está desesperada por um aumento no valor das propriedades e do rendimento das taxas, usadas para realizar o pagamento de serviços. Além disso, casas vazias dificultam a manutenção e prejudicam a segurança de todo o bairro, afirmou o jornal. Uma alta na indústria de construção do país começou a impulsionar o número de domicílios vazios em 2005, mas essas propriedades foram vendidas rapidamente na época. A publicação americana também divulgou valores do Censo do país, informando que 9% das casas ou apartamentos construídos a partir de 2000 estão desocupados em comparação com um índice de 2% entre as propriedades mais antigas. Além disso, domicílios que custam US$ 500 mil ou mais têm a mesma possibilidade de estarem vazios quanto os que custam menos de US$ 100 mil. Um dos locais mais atingidos pelo problema é a região de Rialto na costa sul da Califórnia, onde eram oferecidos imóveis com preços muito altos. A partir de 2007, os valores cobrados caíram 50%, de acordo com o USA Today.   
BSB, 15/2O Senado dos Estados Unidos aprovou, na semana passada, uma isenção tributária de até US$ 15 mil para os que comprem imóveis, em um esforço para reativa a abalada indústria imobiliária. A medida, aprovada de forma unânime com apoio republicano, faz parte do pacote de estímulo para a recuperação econômica colocado pelo governo Barack Obama. A medida concederá um crédito tributário de 10% sobre o valor de residências novas ou existentes até um limite de US$ 15 mil. A legislação atual proporciona um crédito tributário de apenas US$ 7.500 para a compra de casas novas. Segundo o senador Johnny Isakson, promotor da iniciativa, o crédito tem como objetivo dar novo viço à indústria imobiliária, que foi a primeira afetada pela crise gerada no ano passado.   
BSB, 15/2- Os bancos norte-americanos Citigroup e JPMorgan Chase anunciaram moratória sobre as execuções hipotecárias de seus clientes endividados. Dois dias antes, ambos os bancos nova-iorquinos tiveram de enfrentar a ira dos parlamentares, que reprovaram a eles o fato de nada terem feito por seus clientes, apesar dos bilhões de dólares recebidos dos contribuintes. Ambos os bancos precisaram que a moratória será mantidda até o anúncio, por parte do governo, de novas regras de renegociação de créditos imobiliários não pagos. O presidente do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, em carta ao presidente da Comissão de Finanças da Câmara de Representantes, Barney Frank, precisou que a moratória de seu banco vai até 6 de março. A do Citigroup prosseguirá até 12 de março.   
BSB, 14/2- A inflação medida pelo Índice Geral de Preços 10 (IGP-10), apurada pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou forte aceleração entre os meses de janeiro e fevereiro, puxado pela alta dos preços no varejo e, principalmente, no atacado. Depois de fechar janeiro com deflação (inflação negativa) de 0,85%, o índice subiu 0,54% no mês de fevereiro, acusando uma alta entre um período e outro de 1,39 ponto percentual. No ano, no entanto, a taxa continua negativa, acumulando nos dois primeiros meses deflação de 0,31%. No acumulado dos últimos doze meses (a taxa anualizada), o IGP-10 ficou em 7,95%. Depois de ter fechado o mês de janeiro com deflação de 1,50%, o Índice de Preços no Atacado (IPA) acusou alta de 0,52% agora em fevereiro – uma alta que chegou a 2,02 pontos percentuais. A pressão dos preços no varejo, medidos pelo índice de Preços ao Consumidor (IPC), também contribuiu para a alta, mas em menor escala. No mês, a variação foi de 0,64%, ante 0,62% de janeiro. Já o Índice Nacional de Custos da Construção (INCC) registrou, em fevereiro, variação de 0,43%, resultado também acima do mês anterior – de 0,17%. A inflação medida pelo IGP-10 reflete os preços apurados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.   
BSB, 13/2- A Caixa Econômica Federal teve lucro de R$ 3,9 bilhões em 2008, valor 62,3% superior em relação ao de 2007, que somou R$ 2,4 bilhões, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira. No quarto trimestre do ano passado, o banco federal registrou lucro líquido de R$ 618 milhões, ante um resultado positivo de R$ 723 milhões no terceiro trimestre. Segundo a própria instituição, as operações de crédito foram as maiores responsáveis pelo resultados positivos. As operações de crédito passaram de R$ 55,8 bilhões para R$ 80,1 bilhões de um ano para o outro - avanço de 43,3%. No crédito comercial, a carteira de pessoa jurídica subiu 87,2% em comparação a 2007, com saldo de R$ 15,1 bilhões (3% de participação no mercado). A carteira habitacional apresentou saldo de R$ 45,1 bilhões, valor 38,8% maior do que o de 2007. O aumento também foi verificado no primeiro mês de 2009, quando a Caixa registrou recorde de 45.975 contratos em financiamento habitacional. Em janeiro, o valor dos financiamentos alcançou R$ 1,91 bilhão, o que representa um crescimento de 155% em relação ao mesmo período de 2008. De acordo com o banco federal, este é o melhor janeiro da história em volume de contratação de crédito imobiliário. Mesmo com a crise financeira, a Caixa verificou queda nos índices de inadimplência. Nos financiamentos habitacionais, o índice de recuou de 2,1% no final de 2007 para 1,7% em 2008. Já no crédito comercial, a queda foi de 1,4 ponto percentual, passando de 5,4% em dezembro de 2007 para 4% no último mês do ano passado. Os ativos totais da instituição atingiram R$ 295,9 bilhões em 2008 e o patrimônio líquido alcançou R$ 12,7 bilhões - avanços de 16,7% e de 20%, respectivamente, frente ao ano anterior. O índice de Basiléia, que mede a solvência dos bancos, em dezembro foi de 20,6% (o Banco Central exige no mínimo 11%).   
BSB, 12/2 - O Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio de Janeiro (Sinduscon-Rio), informou hoje que o Custo Unitário Básico da Construção subiu 0,13% em janeiro, superando o Índice Geral de Preços ao Mercado (IGP-M) do período (-0,44%). Assim, o valor do metro quadrado saltou para R$ 838,22. "A pequena alta de 0,13% confirma a expectativa de estabilidade neste início do ano", comenta Antônio Carlos Mendes Gomes, diretor-executivo do Sinduscon-Rio. Segundo o Departamento Técnico do Sinduscon-Rio, dos 25 insumos pesquisados, o que mais influiu no índice foi o vidro liso transparente (2,22%). Outros sete registraram aumento, com destaque para a chapa compensado plastificado, a telha ondulada e o registro de pressão, todos com alta de 1,67%.   
BSB, 10/2- O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, disse que a concessão de crédito no Brasil já voltou aos níveis anteriores à crise financeira internacional. Segundo ele, considerando o mês de setembro como uma base 100, as condições de crédito tiveram queda para 92,7 em outubro e retornaram a 101,1 em janeiro. Meirelles fez palestra no Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea). O presidente do BC informou que o estoque de crédito avançou 6,5% em dezembro em relação a setembro. E destacou que, na mesma base de comparação, os bancos pequenos tiveram crescimento de 0,6%, os grandes, expansão de 10% e os públicos, de 12,9%. Meirelles explicou que o crédito foi um dos canais por meio do qual a crise global afetou o Brasil. Segundo ele, esse impacto se deu por causa, principalmente, da queda do crédito internacional. Por isso, o governo tem atuado para suprir essa carência, ofertando recursos das reservas internacionais e ampliando a capacidade de crédito dos bancos públicos, como a injeção de recursos de R$ 100 bilhões no BNDES.   
BSB, 10/2- O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), bastante utilizado para a correção de contratos de aluguel, registrou inflação de 0,42% no primeiro decêndio (prévia) de fevereiro, informou nesta terça-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A variação representa uma aceleração no indicador, que teve deflação de 0,31% na mesma prévia do mês anterior. No primeiro decêndio de fevereiro, calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 e 31 de janeiro, o Índice de Preços por Atacado (IPA) registrou inflação de 0,49%, ante deflação de 0,56% no primeiro decêndio de janeiro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,21% na abertura de fevereiro, ante avanço de 0,24% em janeiro. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) acelerou para 0,43%, após a alta de 0,13% na leitura inicial de janeiro.   
BSB, 7/2-- A construção de novas casas na Coreia do Sul atingiu no ano passado o menor nível desde 1998, quando o país foi fortemente atingido pela crise asiática. De acordo com dados do Ministério de Terra, Transporte e Assuntos Marítimos, o total de novas residências em 2008 foi de 371.285 unidades, incluindo 197.580 na zona urbana e 173.705 na área rural. A cifra total de casas construídas atingiu 74,1% da meta governamental, que previa a criação de 501.000 novas residências. Nas áreas metropolitanas, o total atingiu 65,9% das 300.000 casas previstas para serem criadas pelo governo. O motivo da considerável redução é a diminuição na demanda por novos imóveis devido à crise financeira mundial e o desaquecimento da economia doméstica, segundo informou um comunicado do Ministério.   
BSB, 7/2-As empresas do segmento imobiliário devem ficar atentas, pois o prazo para a entrega da Dimob (Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias) será no último dia útil de fevereiro, dia 27 (após o Carnaval). As informações que deverão constar na declaração são as operações ocorridas a partir de 1º/1/2008. A empresa que não entregar a Dimob ou que entregá-la após o prazo será penalizada em R$ 5 mil por mês-calendário. Para mais informações, acesse o site da Receita Federal: www.receita.fazenda.gov.br.   
BSB, 7/2- O Índice Geral de Preços de Mercado – IGP-M, da Fundação Getúlio Vargas, de janeiro de 2009, registrou deflação, com queda de 0,44%. O acompanhamento desse índice torna-se relevante porque, tradicionalmente, representa o índice de reajuste dos contratos de locação. Legalmente, há liberdade na escolha do indicador de preços no momento da contratação de locação. Mas o IGP-M é o primeiro a ser divulgado – geralmente no último dia útil do próprio mês – e, por isso, é o índice de maior preferência para o reajuste do aluguel. No período de fevereiro de 2008 a janeiro deste ano (12 meses), o IGP-M acumulou 8,15% e, dessa forma, o fator de multiplicação sobre o valor do aluguel vigente até janeiro deste ano será de 1,0815. Desde dezembro de 2007 não se registrava variação acumulada tão baixa par ao período de 12 meses. “É bom lembrar que o fator atinge contratos em período de reajuste anual, e não representa parâmetro para novas contratações, pois dependem de outros fatores de mercado, como o volume de oferta de imóveis”, esclarece Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.   
BSB, 6/2- O volume de depósitos em caderneta de poupança no mês de janeiro, no valor de R$ 77,040 bilhões, foi menor do que o de retiradas – R$ 77,526 bilhões –, o que levou a captação líquida negativa de R$ 486,630 milhões. A última vez que as retiradas foram superiores aos depósitos foi em outubro de 2008 (R$ 284,129 milhões). Os dados foram divulgados hoje (5) pelo Banco Central. Os rendimentos da poupança chegaram a R$ 1,647 bilhão no mês passado. O relatório do Banco Central tem por base dados do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que destina recursos ao setor imobiliário, e da poupança rural. Segundo o BC, os depósitos de poupança no SBPE chegaram a R$ 67,070 bilhões e as retiradas somaram R$ 67,971 bilhões, o que levou à captação líquida negativa de R$ 900,873 milhões. No caso da poupança rural, os depósitos (R$ 9,969 bilhões) ficaram acima das retiradas (R$ 9,555 bilhões), o que levou à captação líquida positiva de R$ 414,243 milhões. Os depósitos em poupança são atualizados pela Taxa Referencial (TR), acrescida de juros de 0,5% ao mês. A taxa usada é a do dia do depósito e o banco não pode cobrar pela manutenção da conta de poupança. Os valores depositados e mantidos por menos de um mês não são remunerados.   
BSB, 5/2- O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) dobrará de tamanho. Ao apresentar o balanço oficial de dois anos do PAC, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, anunciarou uma nova meta de investimentos públicos e privados até 2010. Segundo fontes do Palácio do Planalto, o valor será de R$ 1,15 trilhão. Em janeiro de 2007, era de R$ 503,9 bilhões. No fim do ano passado, passou para R$ 636,2 bilhões graças à inclusão de novas obras. O reforço orçamentário no PAC foi apresentado por Dilma a Lula e aos colegas de primeiro escalão na reunião ministerial de segunda-feira passada. Com a medida, o governo pretende reafirmar a promessa de que aumentará os investimentos públicos a fim de superar a turbulência econômica. Além disso, aposta que aguçará o apetite da iniciativa privada, que terá à disposição uma oferta ainda maior de oportunidades de negócio. “O momento é de crise. Temos de gastar o que for preciso e criar muito mais postos de trabalho”, disse Lula na reunião com os ministros. Na ocasião, o presidente também pediu aos auxiliares que invistam mais e mais rápido. Chegou a sugerir que convençam os empresários a instituir turnos de trabalho até de noite, para estimular a geração do emprego.   
BSB, 3/2- De acordo com o Boletim Regional sobre Políticas Regionais e Urbanas, divulgado na última quinta-feira (29), pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), as alíquotas utilizadas para o cálculo de IPTU (Imposto Territorial Urbano) de terrenos são, em média, cerca de 2,5 a 3 vezes maiores do que as alíquotas de imóveis edificados. A justificativa para tal diferença, segundo o boletim, se dá pelo fato de que, se a alíquota fosse a mesma para ambos os casos, a valorização da propriedade com a edificação tornaria o imposto cobrado mais elevado, penalizando assim o contribuinte que desejasse edificar um terreno. Dessa forma, a alíquota maior cobrada para os terrenos funciona como um incentivo para que as pessoas construam. Ainda segundo o Instituto, aproximadamente 98% dos 365 municípios pesquisados (com população acima de 50 mil habitantes) aplicam alíquotas maiores para terrenos do que para imóveis edificados. Além disso, 56,2% adotam alíquotas diferenciadas para os terrenos que variam conforme a classe do imóvel, a localização regional e o nível populacional. No caso dos imóveis edificados, este percentual diminui para 34,5%. A prática é mais comum em cidades maiores, com população acima de 100 mil habitantes, já que, provavelmente, nas cidades menores, a pressão política por uma tributação mais efetiva e justa do imposto é menor, diz o boletim.   
BSB, 31/1- O volume de novos negócios imobiliários do Grupo Santander Brasil em 2008 ficou acima das expectativas da companhia, que controla no País também o Banco Real. A instituição encerrou o ano com um total de R$ 7,1 bilhões em novas concessões, alta de 60% ante 2007. O desempenho elevou a carteira de crédito imobiliário do grupo para R$ 11 bilhões, crescimento em torno de 70% na mesma base comparativa, disse ontem o diretor executivo do grupo, Jose Roberto Machado Filho. Conforme o executivo, o volume poderia ter sido muito maior, já que desde outubro último o mercado desacelerou acentuadamente em decorrência da crise mundial. "As construtoras postergaram lançamentos e os consumidores, a decisão de compra", afirmou Machado, ressaltando que esse ânimo permanece neste início de ano. Contudo, o grupo prevê repetir em 2009 o mesmo volume do ano passado. O crédito imobiliário é um dos instrumentos mais eficazes de fidelização de clientes, já que a relação é de longo prazo, e gera muitas possibilidades de negócios. O executivo afirma que os clientes desse segmento, geralmente, também consomem diversos produtos da instituição. "O cliente que faz crédito imobiliário oferece rentabilidade superior em comparação aos outros tipos de clientes, e isso descontando o financiamento [as receitas geradas] do imóvel."O desempenho do grupo no ano passado ficou acima do crescimento do mercado imobiliário em 2008, que cresceu 56% em relação a 2007. Os novos negócios somaram R$ 30 bilhões, mesmo valor que o executivo estima será movimentado este ano com recursos provenientes dos Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Em 2008, no total foram 300 mil unidades financiadas, entre aquisição e construção.   
BSB, 31/1- As vendas de imóveis novos nos Estados Unidos recuaram 14,7% em dezembro quando comparado com o mês anterior, o pior nível desde que o levantamento começou a ser feito pelo Departamento de Comércio dos Estados Unidos em 1963. De acordo com o órgão, as vendas de novas residências atingiram uma taxa anualizada de 331 mil em dezembro, ante 388 mil moradias, registradas em novembro (dado revisado).   
BSB, 29/1- O IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), usado no reajuste de contratos de aluguel, teve deflação de 0,44% em janeiro, menor índice mensal desde setembro de 2005 (quando a deflação foi de 0,53%). Nos últimos 12 meses, o indicador acumulou alta de 8,15%. os dados foram divulgados nesta quinta-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas). Em dezembro, o índice já havia encerrado com deflação, de 0,13%. O IPA (Índice de Preços por Atacado) caiu 0,95% neste mês, contra uma deflação de 0,42% um mês antes. O índice relativo aos Bens Finais caiu 0,44%, contra queda de 0,41% em dezembro. O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) subiu 0,75% em janeiro, contra alta de 0,58% um mês antes. Já os grupos Habitação (0,45% para 0,30%), Vestuário (0,58% para 0,22%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,71% para 0,49%) desaceleraram, com destaque para os itens tarifa de eletricidade residencial (0,52% para -0,09%), roupas (0,76% para 0,25%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (1,06% para 0,57%). O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou, em janeiro, alta de 0,26%, acima do resultado de dezembro, de 0,22%. Os grupos Serviços e Mão-de-Obra aceleraram, de 0,75% para 1,02%, e de 0,03% para 0,17%, respectivamente. O grupo Materiais apresentou redução em sua taxa de variação, de 0,31% para 0,20%.   
BSB, 29/1- O mercado imobiliário brasileiro, que anda ressabiado por causa da crise financeira mundial, é apontado por investidores estrangeiros como o mais atraente entre os países emergentes em 2009. A pesquisa foi realizada no fim de 2008 pelo Centro James A. Graaskamp para o Mercado Imobiliário, da Universidade de Wisconsin (EUA), com membros da Associação de Investidores Estrangeiros no Mercado Imobiliário (Afire, sigla em inglês). Os quase 200 entrevistados, de 21 países, possuem aproximadamente US$ 1 trilhão no mercado imobiliário mundial, e US$ 371 bilhões só nos Estados Unidos. Segundo a pesquisa, o volume de investimentos este ano deve ser maior do que em 2008. O plano é aumentar 54% dos investimentos globalmente e 58% nos Estados Unidos. É surpreendente a colocação do Brasil, que só perde para os Estados Unidos, com 37% dos votos, como país que apresentou o melhor cenário para apreciação do capital investido em 2008. O Brasil, com 16% dos votos, pulou 10 posições e ultrapassou a China, que caiu para a terceira colocação. A Índia, outro país emergente que faz parte do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), também perdeu posições: de terceiro para quinto. Por outro lado, o Reino Unido subiu para quarto lugar - saindo do nono -, devido à revalorização do setor no país.   
BSB, 28/01- A Standard & Poor's informou hoje que os preços de imóveis residenciais nos Estados Unidos registraram mais uma vez queda recorde dos preços. Em novembro, o índice S&P/Case-Shilleri - que considera os valores em 10 regiões - caiu 19,1% nos últimos doze meses acumulados. Em igual período, o S&P/Case-Shilleri - que leva em conta 20 regiões norte-americanas - recuou 18,2%. Segundo a S&P, o estado que apresentou maior declínio anual foi Phoenix, com desvalorização de 32,9%. Já Dallas reportou o menor percentual de queda, com 3,3%.   
BSB, 28/01- Os preços das casas no Reino Unido tiveram em janeiro a maior queda desde pelo menos 2001 com o agravamento da recessão e a restrição de crédito bancário, disse a Hometrack Ltd. A média do custo de uma unidade residencial na Inglaterra e em Gales caiu 9,4% neste mês em relação a janeiro do ano passado, para £ 158,3 mil esterlinas (US$ 216 mil), disse a empresa de pesquisa imobiliária londrina em relatório divulgado hoje. A queda mensal de 1% foi puxada por Londres, onde os preços de janeiro recuaram 1,1% em relação a dezembro. O primeiro-ministro do país, Gordon Brown, prometeu na semana passada empregar "todas as armas de que dispomos" contra um aperto do crédito que atacou os mercados de crédito imobiliário residencial. No quarto trimestre o problema causou a maior contração da economia desde 1980, empurrando o Reino Unido para uma recessão.   
BSB, 27/01- O governo não vai anunciar novas medidas econômicas ainda este mês, nem mesmo aquelas destinadas à área de construção civil que estavam previstas para esta semana. Segundo fontes do Palácio do Planalto, em uma reunião realizada na última quinta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliou que as medidas estudadas pelo governo ainda não estavam maduras para serem anunciadas e seria necessário que o Ministério da Fazenda as trabalhasse mais. Não há previsão de novas datas. Em dezembro, Lula chegou a afirmar que novas medidas de incentivo à economia seriam anunciadas até o dia 20 de janeiro.   
BSB, 26/01- Apesar das perdas nos últimos meses, 2008 foi bom para a construção cívil. Quem mostra isso é a indústria de material para construção, que vendeu no ano passado acima das expectativas. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Matériais de Construção (Abramat), nem mesmo a queda de 9,94% nas vendas em dezembro, frente novembro, foi capaz de ofuscar o faturamento do setor que cresceu 33,22% em 2008 se comparado ao ano anterior , superando a expectativa de faturar R$ 46,2 bilhões que resultaria em aumento de 28% face 2007. Já o faturamento com exportações caiu 12,95% no ano, sendo que somente em dezembro a queda foi de 6,72% em relação ao mesmo mês de 2007. De acordo com a Abramat, em 2008, houve crescimento de 8,51% no contingente de trabalhadores da indústrias de materiais para construção, entretanto, em dezembro houve uma queda de 0,43% no quadro de funcionário em relação ao mês anterior. No geral, o resultado é considerado positivo, mas pode não ser repetido em 2009. Segundo o presidente da entidade, Melvin Fox, em 2009 o setor poderá sentir mais fortemente os reflexos da crise financeira mundial. "As previsões da Abramat apontam que a partir do segundo semestre o setor deverá ter um crescimento em ritmo bem menos intenso, de cerca de 6%, sobre o elevado resultado alcançado em 2008", disse.   
BSB, 26/01- O município de Pequim suspendeu provisoriamente as restrições de compra de imóveis impostas aos estrangeiros, em uma tentativa de revitalizar um setor chave para a economia, que está em plena desaceleração. As autoridades locais suspenderam até o fim do ano uma lei que, entre outras coisas, obrigava os estrangeiros a morar em Pequim por mais de um ano para poder comprar um imóvel, desde que fossem os principais ocupantes e adquirissem apenas um be imobiliário. As limitações foram impostas em 2007, quando o governo estava preocupado com os efeitos negativos do 'boom' imobiliário e decidiu limitar os investimentos estrangeiros no setor. No entanto, no contexto atual de crise econômica e queda da Bolsa, o mercado registra uma forte desaceleração. Atualmente, segundo dados oficiais, apenas 0,5% das transações imobiliárias em Pequim são realizadas por estrangeiros, contra 7 a 8% antes das limitações.   
BSB, 26/01- O número de início de construção de casas e de permissões para construção caiu ainda mais em dezembro nos Estados Unidos, batendo novos recordes de baixas em meio século de publicação destes indicadores, informou ontem o departamento de Comércio de Washington. As autoridades concederam 549 mil alvarás de construção em dezembro em ritmo anual e em dados corrigidos das variações sazonais, ou seja, 10,7% menos que no mês anterior, e acima das previsões.   
BSB, 26/01- A instabilidade do mercado de capitais está atraindo grandes investidores ao mercado imobiliário em São Paulo. A administradora de imóveis Lello registrou, no final de 2008, aumento de 40% no número de consultas feitas por pessoas desejando comprar imóveis e disponibilizá-los no mercado de locação. Com alto poder aquisitivo, a maioria dos investidores busca unidades com valores entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões, especialmente casas e galpões para locação comercial. Além de ter rentabilidade mensal com o recebimento do aluguel, os investidores apostam na valorização do patrimônio no médio e longo prazos. Hoje o rendimento de um imóvel alugado gira em torno de 0,7% de seu valor de venda, superior à caderneta de poupança e alguns fundos de renda fixa. “Historicamente o imóvel representa, no Brasil, alternativa segura para investidores. Nos últimos anos, entretanto, houve intensiva migração de investimentos para o mercado de capitais, que está passando por um momento de muita volatilidade. Alguns grandes investidores já passaram a buscar alternativas menos arriscadas”, afirma Roseli Hernandes, gerente de Locação e Vendas da Lello. Ela alerta, no entanto, que para ter retorno competitivo no mercado imobiliário é preciso, antes de tudo, comprar bem, observando a vocação de cada região e do imóvel desejado, potencial de rentabilidade e condições de conservação da unidade, dentre outros quesitos. “Uma opção interessante é adquirir imóveis já alugados, evitando o risco de ter que arcar com despesas como IPTU, condomínio e conta de água enquanto a nova locação não for fechada”, diz Roseli.   
BSB, 24/01- A Caixa Econômica Federal começou a operar a segunda redução do mês nas taxas de juros de modalidades de crédito comercial para pessoas físicas e jurídicas. No entanto,uma das modalidades mais usadas pela clientela bancária, o cheque especial, terá redução só em 1º de fevereiro. O banco antecipou que o custo do cheque especial, que era de 7,98% ao mês, em dezembro, e caiu para 7,49% no início de janeiro, será de 7,35%. Com isso, a diretoria da Caixa espera manter o primeiro lugar no ranking da Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP), que há 11 meses constata ser o cheque especial da instituição o que tem os juros mais baixos do mercado. As reduções que já estão em vigor, no caso de pessoa física, são as do crédito consignado em folha de pagamento, cuja taxa de 2,5% ao mês até ontem (22) caiu para 2,39%; do crédito pessoal, que baixou de 4,98% para 4,85% ao mês; e do crédito direto ao consumidor (CDC), que cobrava 4,44% e agora está em 4,39%. Nas operações com empresas de médio e grande portes (com faturamento anual acima de R$ 7 milhões), os empréstimos para capital de giro cobravam taxa prefixada de 2,80%, que agora cai para 2,70% nas operações de seis meses e de um ano. No caso de empréstimos com taxa pós-fixada de 12 meses cai de 2,40% para 2,30%, e quando for de 24 meses reduz de 2,80% para 2,70%. As micro e pequenas empresas (com faturamento anual até R$ 7 milhões), que pagavam taxa de 3,99% no desconto de duplicatas e no cheque eletrônico, têm custo agora de 3,05%; o cheque especial empresa caiu de 1,79% para 1,74%; e nos empréstimos para capital de giro as taxas baixaram de 1,53% para 1,43% ao mês.   
BSB, 23/01- - Desde 8 de janeiro, a Caixa está autorizada a operar como agente do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para emprestar R$ 3 bilhões às construtoras em 2009. A informação consta de circular publicada pela Caixa no Diário Oficial naquela data. A Caixa está autorizada a comprar cotas de Fundo de Investimento Imobiliário (FII), Fundo de Direitos Creditórios (FDIC), debêntures e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), a taxas que variam de 7% a 9% mais a variação da TR. Para isso, os empreendimentos deverão ser enquadrados na legislação do Sistema Financeiro Habitacional (SFH). A operação, anunciada pelo governo em novembro e aprovada pelo Conselho Curador do FGTS em dezembro de 2008, é a primeira desta natureza. Os recursos devem ser aplicados pelas empresas obrigatoriamente na construção de unidades residenciais enquadradas na legislação do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Uma das modalidades de crédito pode antecipar até 20% do custo da obra, com carência de 18 meses, período no qual serão cobrados juros e correção monetária, e retorno previsto para até 24 meses após período de carência. A outra é com base na carteira de recebíveis de imóveis e o limite de financiamento é de até 70% da carteira, com prazo de até 60 meses. Paralelamente, continua em vigor, até 29 de março, a autorização para que as instituições financeiras destinem 5 pontos percentuais da exigibilidade de 65% dos depósitos da Poupança ao financiamento de empreendimentos imobiliários que tenham sido lançados até outubro de 2008. Podem ser financiados até 20% do custo do empreendimento e/ou até 70% dos recebíveis, a juros de 10% a 11% mais TR.   
BSB, 22/01- O consórcio imobiliário e financeiro estatal alemão Hypo Real Estate Holding AG conseguiu mais 12 bilhões de euros em garantias do Governo, informou hoje o Fundo de Estabilização dos Mercados Financeiros (SoFFin, na sigla em alemão). Com esta nova facilidade, o Hypo Real Estate, que em o banco do mesmo nome, acumula garantias estatais no valor de 42 bilhões de euros. O Hypo Real Estate, primeira vítima na Alemanha da crise financeira internacional, recebeu no final do novembro passado garantias estatais de 20 bilhões de euros, quantia ampliada no início de dezembro pelo SoFFin em mais 10 bilhões de euros. As ajudas recebidas pelo Hypo Real Estate, de cujo resgate participam outros bancos, somam ao todo 90 bilhões de euros. Os problemas do consórcio Hypo Real Estate começaram com as perdas ocasionadas pelas atividades especulativas de sua filial irlandesa, Depfa, no mercado imobiliário americano.   
BSB, 21/01- A contínua queda dos preços no atacado garantiu um recuo mais acentuado do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) na segunda prévia de janeiro, mostraram dados divulgados nesta quarta-feira. O indicador, que é utilizado como referência para reajuste de algumas contas públicas e de aluguéis, registrou uma deflação de 0,58% na segunda prévia de janeiro, ante queda de 0,31% na abertura do mês, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pelo cálculo. No mesmo período de dezembro, o IGP-M tinha subido 0,05%. O Índice de Preços por Atacado (IPA) caiu 1,09% no segundo decêndio de janeiro, depois de ter recuado 0,15% no mesmo período de dezembro. Mais uma vez o comportamento dos preços do segmento de veículos e acessórios foi determinante para a queda acentuada dos preços no atacado. De acordo com a FGV, os preços deste subgrupo ficaram 8,31% mais baratos. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), por sua vez, subiu 0,59%, ante aumento de 0,54% no mês anterior. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por outro lado, subiu 0,15%, uma desaceleração frente ao ganho de 0,25% apurado no mesmo período de dezembro. A segunda leitura do IGP-M de janeiro foi calculada com base na variação dos preços entre os dias 21 de dezembro e 10 de janeiro.   
BSB, 21/01- Aí vai um grande abacaxi para o presidente Obama descascar logo após a sua posse. O número de pedidos de execuções hipotecárias por falta de pagamento nos Estados Unidos deu um salto de 81% no ano passado, uma vez que a queda nos preços das moradias, o aperto no financiamento de imóveis residenciais e a mais longa recessão em um quarto de século afetou os mutuários, disse ontem a RealtyTrac , empresa especializada em dados sobre o setor imobiliário. Os mutuários de mais de 2,3 milhões de imóveis receberam notificações de inadimplência ou de que o imóvel seria levado a leilão ou foram desapropriados pelas instituições de crédito, segundo a empresa, sediada em Irvine, no estado da Califórnia. É o maior número da série histórica da RealtyTrac, que monitora esses dados há quatro anos. Os pedidos cresceram 41% em dezembro, em relação ao mesmo ano de 2007, para 303,410 mil.   
BSB, 19/01- A Caixa Econômica Federal prepara uma nova rodada de redução de taxas de juros dos empréstimos aos seus clientes. O pacote com taxas mais baratas, que será anunciado no prazo de 15 dias, vai incluir também um novo corte de spreads bancários (diferença entre o custo de captação e o custo do empréstimo) em alguns produtos. A medida faz parte da estratégia de política econômica do governo de estimular a concorrência e reduzir o custo do crédito para as empresas e pessoas físicas com o objetivo de estimular o crescimento econômico este ano. A redução dos juros dos bancos oficiais será complementar ao novo pacote anticrise que o governo prepara ainda para este mês. O vice-presidente de Finanças da Caixa, Márcio Percival, antecipou à Agência Estado que os estudos para o cálculo das novas taxas levam em conta cenário de taxa Selic traçado pela área econômica do banco federal, de 10,75% ao ano no fim de dezembro de 2009. Esse cenário está condicionado a uma queda de 3 pontos porcentuais da Selic - hoje em 13,75% - até o fim do ano. “Nós reprecificamos uma nova curva de juros”, disse Percival. “É uma decisão interna da Caixa, que está em linha com a política econômica do governo.”   
BSB, 17/01- Depois de ocorrer uma queda de 26,36%, no mês de outubro, auge da crise financeira global, o mercado de imóveis usados da cidade de São Paulo reagiu e fechou novembro com queda significativamente menor, de 1,68%.Os apartamentos foram os campeões de venda, com 68,75% do total negociados pelas imobiliárias. A pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECI-SP), com 504 imobiliárias da Capital apurou que foram vendidos em novembro, 160 casas e apartamentos. Esse número fez o índice de vendas baixar de 0,3229 em outubro para 0,3175 em novembro, representando uma queda de 1,68%. “É uma boa notícia, porque mostra que um número muito menor de pessoas se deixou abater pelas informações que pareciam indicar estarmos próximos do final dos tempos”, afirma o presidente do CRECI-SP, José Augusto Viana Neto. “Ideal seria termos tido em novembro uma alta expressiva nas vendas, mas considerando o clima de preocupação que havia e as condições estruturais do mercado, esse desempenho não pode ser considerado um desastre.” Augusto Viana afirma ser necessário esperar a apuração dos números de dezembro para ver se a recuperação se confirmará como uma tendência. “Pode ser que dezembro apresente queda maior, por ser um mês de férias e festas, o que interfere nas vendas, mas, em janeiro, o mercado já apresenta um estímulo”, pondera. O presidente do CRECI-SP ressalta a redução de juros que passou de 6% para 5% ao ano - nos financiamentos para famílias com renda mensal de até R$2 mil. Quem tem ainda saldo em conta no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) há mais de três anos terá ainda uma redução de 0,5 ponto percentual nas condições de financiamento habitacional, atingindo 4,5%. No ano passado os juros eram de 6% para quem possuía renda familiar em até R$1,875 mil, e para quem tinha carteira assinada os juros cobrados eram de 5,5%, portanto as taxas foram reduzidas com o objetivo de estimular o mercado imobiliário.   
BSB, 17/01- A inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) caiu 0,31% na primeira prévia de janeiro. O resultado ficou abaixo do registrado no mesmo período de dezembro, quando houve alta de 0,14%. De acordo com dados divulgados hoje (12) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no ano o indicador acumula queda de 0,31%. Já nos últimos 12 meses, o IGP-M acumula acréscimo de 8,29%. O IGP-M é usado como balizador em reajustes de aluguel e tarifas de energia. Entre os componentes do IGP-M, o Índice de Preços no Atacado (IPA), responsável por 60% da taxa global, caiu 0,56% no primeiro decêndio (período de dez dias) de janeiro, depois de ter subido 0,04% no mesmo período do mês anterior. A taxa relativa aos bens finais passou de -0,16% para -0,02%, com destaque para os alimentos in natura (de -3,15% para 4,54%). O item bens intermediários passou de -0,64% para -0,61% e foi influenciado pelo comportamento dos preços de suprimentos (de -3,85% para -1,05%). Já as matérias-primas brutas passaram de alta de 1,31% para deflação de 1,08%. Contribuíram para o resultado o tomate (de 62,06% para -10,50%), os bovinos (de -0,89% para -6,43%) e os suínos (de 2,14% para -11,52%). A FGV também registrou desaceleração no Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que teve taxa de 0,24% no primeiro decêndio de janeiro depois de ter apresentado elevação de 0,36% no primeiro decêndio de dezembro. O movimento do IPC foi influenciado pelos decréscimos observados em cinco das sete classes de despesa que formam o índice.   
BSB, 16/01- Após uma freada brusca nas concessões de crédito em outubro e novembro, a economia brasileira vai recuperar aos poucos o ritmo de empréstimos em 2009, mas não voltará ao forte ritmo de crescimento verificado em 2007 e primeira metade de 2008. A avaliação é de Rubens Sardenberg, economista-chefe da Febraban (Federação Brasileira de Bancos). A última pesquisa da entidade com seus associados mostrou que os bancos brasileiros estimam que o total de crédito em circulação no país (incluindo os novos empréstimos e aqueles já em andamento) tenha crescido 26,79% em 2008. Para este ano, a projeção é que esse ritmo de alta caia para 18,19% (veja gráfico acima). O crédito para compra da casa própria está entre os segmentos que mais devem ser atingidos pela crise internacional, segundo Sardenberg. "Numa situação como essa, com um aumento grande da incerteza, as operações de maior valor tendem a sofrer um pouco mais." No entanto, ele lembra que há um grande volume de operações de crédito imobiliário já em andamento. O volume total de crédito em circulação para pessoas jurídicas deve aumentar em 20% neste ano, na previsão dos próprios bancos. Trata-se de uma desaceleração considerável, uma vez que os mesmo bancos estimam que o aumento do crédito tenha ficado em 33% em 2008. Sardenberg chama atenção para o fato de que, com a crise internacional, muitas empresas brasileiras que costumavam tomar crédito no exterior passaram a pedir empréstimos no mercado interno, aumentando a demanda pelos serviços de bancos nacionais - e, consequentemente, pressionando para cima o custo do dinheiro.   
BSB, 15/01- O número de pedidos de hipoteca nos EUA teve um crescimento de 15,8% na semana encerrada no último dia 9, com o indicador de atividade nesse segmento do mercado imobiliário chegando a 1.324,8 pontos. Trata-se do maior nível desde a semana encerrada em 11 de julho de 2003, quando o indicador chegou a 1.358,2 pontos. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (14/01) pela MBA (Associação dos Bancos de Hipoteca, na sigla em inglês). Segundo a associação, o indicador é formado pelos pedidos tanto de financiamento para a compra do imóvel como de refinanciamento de um imóvel já adquirido. A parcela referente aos pedidos de refinanciamento correspondeu a 85,3% do total, contra 79,8% uma semana antes. Trata-se da maior proporção desde que a MBA passou a compilar os dados, em 1990. Os juros das hipotecas de 30 anos com taxas fixas ficou em média em 4,89%, uma redução de 0,18 ponto percentual em relação ao visto uma semana antes. Essa foi a menor taxa já registrada pela associação. Há um ano, a taxa média era de 5,77%. Os juros dessas hipotecas têm caído desde que, no fim do ano passado, o Federal Reserve (Fed, o BC americano) anunciou que irá empregar até US$ 500 bilhões na compra de títulos lastreados em hipotecas que haviam sido garantidas pela Fannie Mae, Freddie Mac e Ginnie Mae - as três empresas hipotecárias que contam com apoio do governo. De acordo com a executiva-chefe da Manhattan Mortgage Company, Melissa Cohn, o volume de pedidos teve um crescimento acentuado nas últimas semanas, com a queda dos juros. "Estamos trabalhando dobrado para dar conta do volume maior [de pedidos]", afirmou.   
BSB, 11/01- A redução do ritmo da construção civil contribuiu para o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em convênio com a Caixa Econômica Federal, registrar alta de 0,62% em dezembro, uma queda de 0,19 ponto percentual em relação a novembro. Apesar disso, a inflação no setor quase dobrou em 2008, passando de 6,08%, em 2007, para 11,73%, elevando o preço do metro quadrado para R$ 676,78. Os materiais foram os principais responsáveis pela aceleração do índice, já que ficaram 13,78% mais caros, significativamente acima dos 5,25% registrados em 2007. A parcela do custo referente à mão-de-obra aumentou 8,97% e também ficou acima da registrada no ano anterior (7,21%). Segundo o IBGE, em maio, houve uma importante alta do custo influenciada pelo aumento salarial dos trabalhadores da construção civil da cidade de São Paulo. "Mas a partir de outubro a tendência declinante deveu-se, em grande parte, à participação dos materiais, cujos preços mantiveram-se em níveis próximos de janeiro a maio, tendo sofrido significativa elevação a partir de junho, até atingirem o pico no mês de setembro (aumento de 2,03%), para, em seguida, caírem linearmente até dezembro", aponta nota técnica.   
BSB, 9/01- A venda de casas na Espanha caiu 27,7% em outubro de 2008, ante o mesmo mês de 2007, informou o Instituto Nacional de Estatísticas (INE) do país. Segundo o instituto, em outubro, foram vendidas 42,9 mil casas na Espanha, 52,2% do total foram de casas novas, segmento que apresentou queda de 8,7% nas vendas, índice bem abaixo da média do setor. Já as vendas de casas usadas tiveram queda de 43%, bem acima da média. De acordo com o governo, a queda no volume das vendas é resultado da crise econômica que provoucou recessão e aumento do desemprego, impedindo o crescimento do setor imobiliário, que registrou queda tanto nas vendas, quanto nos preços. No terceiro trimestre de 2008, o preço das casas caiu 3%, na comparação com o mesmo período de 2007, informou o INE. Atualmente, a Espanha dispõe de aproximadamente 1 milhão de casas desocupadas, número que pode aumentar em 2009, segundo o Banco da Espanha.   
BSB, 9/01- O número de solicitações de empréstimos hipotecários recuou 8,2% na semana encerrada dia 2 de janeiro, ante o mesmo período da semana anterior, já com ajustes sazonais realizados no período. O número passou de 1245,7 pontos para 1143,8 pontos. Quando comparado com o mesmo período da semana anterior e, sem ajuste sazonal, o índice sofreu decréscimo de 8,9%. Se levar em consideração a média das últimas quatro semanas, o índice apresentou avanço de 7,9%. As informações são da Mortgage Bankers Association (MBA), que faz a análise de novos pedidos hipotecários e refinanciamentos de empréstimos imobiliários semanalmente. A entidade representa a indústria de financiamento imobiliário dos Estados Unidos.   
BSB, 9/01- Está na edição de segunda-feira (5) do Diário Oficial da União a circular da Caixa Econômica Federal que dispõe sobre o orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para 2009. No total, R$ 14 bilhões serão distribuídos por área de aplicação e unidade da federação. Em programas de habitação popular deverão ser aplicados, no mínimo, R$ 4,5 bilhões, dos recursos destinados a pessoas físicas e jurídicas, para atendimento de famílias com rendimento mensal bruto de até R$ 1.875. Além disso, segundo a Circular n.º 457, no máximo R$ 2 bilhões deverão ser destinados a famílias com rendimento mensal bruto superior a R$ 3,9 mil, na área habitacional.   
BSB, 8/01- Os índices de escritórios vagos em prédios comerciais ultrapassaram 10% em praticamente todas as principais cidades dos Estados Unidos e estão subindo rapidamente - um sinal da deterioração da economia que pode levar a uma nova onde de problemas às instituições de crédito que já passam por dificuldades. Devido ao corte de postos de trabalho e diminuição do volume de negócios, haverá cada vez mais espaços desocupados em grandes centros urbanos como Nova York, Chicago e Los Angeles em 2009. Desta forma, os rendimentos provenientes de aluguéis devem sofrer uma queda, assim como os preços dos imóveis. O Urban Land Institute estima que este ano será o pior para o mercado de imóveis comerciais "desde a crise que atingiu o setor nos anos 1991 e 1992". Os bancos e outras instituições financeiras não enfrentaram com os imóveis comercias os problemas que tiveram com os imóveis residenciais. Entretanto, o número cada vez maior de salas livres e queda de ganhos com aluguéis forçará muitos proprietários de prédios de escritórios a refinanciar suas hipotecas comerciais ao longo deste ano. A persistente escassez de crédito deve ser um problema, mesmo para aqueles que estão com seus pagamentos em dia, levando a casos de inadimplência. Analistas de mercado acreditam que os imóveis comerciais serão a próxima bomba relógio para os bancos, que já receberam centenas de bilhões de dólares em ajuda do governo federal. Grandes bancos - como o Bank of America, JP Morgan Chase e Morgan Stanley - possuem centenas de bilhões de dólares em títulos imobiliários de imóveis comerciais. Os bancos também investiram diretamente em propriedades. Os prospectos são desanimadores para bancos, fundos de pensão, companhias de seguro, fundos de hedge e outras instituições que têm em mãos empréstimos ou parte deles que foram negociados na forma de títulos.   
BSB, 7/01- O custo unitário básico (CUB) da construção civil paulista subiu 10,96% em 2008, segundo o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). No ano passado, a principal preocupação do setor foram os aumentos de preços de insumos, como cimento, concreto e aço, conforme o Sinduscon-SP. Os preços do aço lideraram as altas em 2008, com variação positiva de 32,14%, seguidos por pedra brita (29,99%), massa pronta para reboco (27,78%), cimento CPE-32 (26,24%), da areia média lavada (22,21%) e concreto (21,21%). Em dezembro, houve retração de 0,04% no CUB ante novembro, para R$ 825,88 por metro quadrado. A queda foi puxada pela redução de 0,1% nos preços dos materiais comprados pelas construtoras, nessa mesma base de comparação. Foi o único mês do ano em que o Sinduscon-SP registrou queda nos custos dos insumos. No ano de 2008, os preços dos insumos tiveram alta de 12,51%. Em dezembro, o custo da mão-de-obra subiu 0,02% e, em 2008, acumulou alta de 10,04%. O custo administrativo, representado pelo salário dos engenheiros, ficou estável no ultimo mês do ano e subiu 1,46% no ano.   
BSB, 7/01- O valor médio dos aluguéis na capital paulista apresentou alta acumulada de 4,82% em 2008, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (6/01) pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), por meio do Índice de Preços ao Consumidor (IPC). A elevação, apesar de ficar abaixo da inflação geral de 6,16%, foi a mais expressiva desde 1997, quando a variação foi de 10,22%. Em 2007, a alta havia sido de 2,34%. Em 2006, de 1,11%. Em dezembro do ano passado, a alta do aluguel foi de 0,42%, conforme apuração da Fipe. O aumento foi também mais expressivo que o de novembro, de 0,39%. De acordo com o coordenador do IPC, Antonio Evaldo Comune, a variação mais forte no preço dos aluguéis tem ligação com o comportamento do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que é utilizado como base para o reajuste do aluguel no País. Desde a segunda metade de 2007, o indicador, que tem grande participação dos preços do atacado, captou diversos choques de alta sofridos pelas matérias-primas nos mercados internacionais. Em 2008, o IGP-M acumulado em 12 meses chegou a ultrapassar a marca de 15% em julho, mas chegou ao final de dezembro com uma taxa acumulada de 9,81%. Mesmo assim, foi repassado integralmente para vários contratos durante o segundo semestre. Comune lembrou também que os proprietários de imóveis também aproveitaram o momento de aumento de renda da população e de grande aquecimento do mercado imobiliário para obter um ganho maior. Questionado se, para 2009, haveria a possibilidade de uma queda no valor dos aluguéis, ele praticamente descartou esta hipótese, já que, apesar das expectativas de redução na atividade econômica nacional e, consequentemente, na renda da população, há uma maior dificuldade de os inquilinos negociarem contratos mais baratos.   
BSB, 7/01- O IGP-DI (Índice Geral de Preços Disponibilidade Interna) acumulou em 2008 uma alta de 9,10%, contra 7,89% vistos em 2007. Em dezembro, no entanto, o indicador teve deflação de 0,44%, contra ligeira variação positiva de 0,07% em novembro. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pela FGV (Fundação Getulio Vargas). A metodologia aplicada na apuração do IGP-DI é a mesma do IGP-10 e do IGP-M --usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel--, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-DI de dezembro foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 31 do mês de referência. O IPA (Índice de Preços por Atacado) teve deflação de 0,88% em dezembro, ampliando o recuo visto em novembro, de 0,17%. NO ano, o índice teve alta de 9,80%. O índice relativo a Bens Finais apresentou deflação de 0,36% no mês passado, contra deflação de 0,15% um mês antes, com destaque para o subgrupo alimentos processados (de -0,55% para -1,86%). Excluídos os alimentos in natura e os combustíveis, o índice teve deflação de 0,44%, contra ligeira variação positiva de 0,01% um mês antes. O IPC (Índice de Preços ao Consumidor) teve alta de 0,52% em dezembro, pouco abaixo do 0,56% visto em novembro. No ano, o indicador acumulou alta de 6,07%. Também desaceleraram os índices dos grupos Habitação (0,52% para 0,36%) e Vestuário (0,61% para 0,52%), com destaque para tarifa de eletricidade residencial (0,64% para 0,29%) e calçados (0,26% para -0,66). O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) subiu 0,17% em dezembro, abaixo do 0,50% em novembro. No ano, o índice acumulou alta de 11,87%. Os grupos Materiais e Mão-de-Obra desaceleraram, passando de 0,77% para 0,23% e de 0,22% para 0,00%, respectivamente. O índice do grupo Serviços subiu, de 0,50% para 0,79%.   
BSB, 6/01- A partir de janeiro, a Caixa Econômica Federal cobra juros menores para famílias com renda mensal de até R$ 1.875. A taxa caiu de 6% para 5% ao ano. Quem ganha de R$ 1.875 até R$ 2 mil também tem direito a financiamento com juros mais baratos. O valor baixou de 8,16% para 7,16% ao ano. Não é qualquer imóvel que pode ser comprado com os juros mais baratos. A Caixa só libera financiamentos que comprometam no máximo 30% da renda com a prestação da casa própria. Isso significa que o valor financiado para quem ganha pouco mais de R$ 1.800 não pode ultrapassar R$ 68 mil. O economista José Dutra Vieira Sobrinho fez os cálculos de quanto o comprador pode economizar ao final do contrato. Para um financiamento de R$ 68 mil em 25 anos com juros de 5%, a prestação seria de R$ 510,23; o custa final do empréstimo seria de cerca de R$ 110 mil. “As prestações começam a decrescer a partir da segunda parcela, e a última prestação vai ser menos da metade da primeira”, explica Sobrinho. É bom lembrar que sobre o financiamento incidem outras taxas, como o seguro obrigatório e a TR, que é a Taxa Referencial. Segundo o economista, a TR tem registrado valores baixos, de cerca de 2% ao ano.   
BSB 4/01- A partir do dia 2, o trabalhador da iniciativa privada que recebe o pagamento em conta-salário e quiser que o dinheiro seja transferido automaticamente para outro banco deve fazer um comunicado formal à instituição financeira, informando banco e número de conta para onde o valor desve ser transferido. O banco precisa transferir o pagamento do trabalhador no mesmo dia em que for depositado pelo empregador e sem custos. Normalmente, em transferências entre bancos, são cobradas tarifas pela realização das transações como o Documento de Crédito (DOC) e a Transferência Eletrônica Disponível (TED). As orientações sobre a conta-salário estão em resolução do Banco Central (BC) que passa a valer a partir daquela data. Pelas regras, editadas pelo BC, o salário será obrigatoriamente depositado numa conta-salário em banco escolhido pelo patrão, mas o trabalhador passa a ter essa opção de transferência sem pagar qualquer taxa ou imposto. Ele também não tem a obrigatoriedade de abrir uma conta corrente no banco escolhido pelo empregador, mas sim naquele de sua preferência e que oferecer melhores tarifas. A conta-salário é diferente da conta corrente por ser destinada ao pagamento de salários e aposentadorias e se tratar de um contrato firmado entre a instituição financeira e a empresa empregadora e não entre o banco e o empregado. Essa conta não tem taxa de manutenção, nem de emissão de cartão de débito. No entanto, o cliente fica sem direito a talão de cheques e não pode receber outros depósitos além do salário. A resolução do Banco Central que trata da conta-salário é de 2006, mas a primeira fase de implementação atingiu apenas quem tinha contrato de trabalho mais recente. Agora, os contratos firmados antes de 21 de dezembro de 2006, também passam a ususfruir do direito de transferir os recursos, sem custos, para instituição financeira da escolha do correntista. Os servidores públicos só terão acesso à conta-salário em 2012.   
BSB, 3/01- O ano de 2009 traz grande preocupação para o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado do Rio de Janeiro (Sincor/RJ), Henrique Brandão. Brandão, diz que o cenário é de muita dificuldade, contrariando estimativa da Confederação Nacional de Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), segundo a qual 2009 ainda será um ano de crescimento, embora num ritmo menor do que 2008. “Sou empresário do setor há 43 anos e acho que vamos ter um ano muito difícil. Quem estiver apostando que o mercado no ano que vem crescerá vai cometer um erro muito grande”, disse Brandão. O presidente do Sincor/RJ afirmou que a recessão nos Estados Unidos, que representam 30% do meio circulante mundial, provocará um freio na economia internacional.“E o mercado de seguros do Brasil vai sofrer muito. Acho que a sociedade vai passar muita dificuldade em 2009. Quem operava o crédito de longo prazo vai ter muita dificuldade, o mesmo ocorrendo com as pequenas seguradoras, os pequenos bancos. Só vai passar por esse túnel quem tiver muita responsabilidade, muito juízo e muita consciência do que está acontecendo no mundo”, analisou. Para Brandão, o cenário de dificuldade deverá se estender até 2010. Ele espera uma desaceleração na carteira de automóveis. A queda prevista varia em torno de 3% a 4%. O mesmo deverá ocorrer em relação aos seguros de previdência complementar, avaliou. Segundo Brandão, 2009 será marcado por muitas fusões e incorporações de empresas de seguros. Ele acredita que nos próximos dias será divulgado um grande negócio no setor, que envolverá duas das cinco maiores seguradoras brasileiras, uma das quais seria a Bradesco Seguros.   
BSB, 1/01- As taxas de juros das hipotecas concedidas nos Estados Unidos a 30 anos se reduziram durante nove semanas consecutivas e se encontram já em seu nível mais baixo dos últimos 37 anos, informou hoje o grupo hipotecário Freddie Mac. Segundo os dados desta empresa, as hipotecas concedidas durante na semana passada a prazo fixo tinham taxas de juros de 5,1%, contra 5,14% da semana anterior. "As taxas de juros das hipotecas a prazo fixo caíram por nove semanas, o que representa um novo recorde desde que a pesquisa da Freddie Mac começou a ser feita em abril de 1971", assegurou seu vice-presidente, Frank Nothaft, através de um comunicado. As taxas de juros hipotecárias desceram de forma contínua nos Estados Unidos desde que o Federal Reserve anunciou no mês passado sua intenção de comprar até US$ 500 bilhões em dívida hipotecária.   
BSB, 31/12- Há cerca de um ano as empresas brasileiras de capital aberto comemoraram, pela primeira vez na história, a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado. Um recorde destruído ao longo de 2008 pela crise financeira mundial. No último dia 26, o valor havia caído para cerca de US$ 600 bilhões. Em reais, a queda foi de 41,5% e as 323 companhias presentes durante todo o ano na bolsa passaram de um valor de mercado de R$ 2,09 trilhões em 31 de dezembro de 2007 para R$ 1,22 trilhão em 26 de dezembro, perda de R$ 871,27 bilhões. Das 58 empresas que compõem o Ibovespa, apenas sete elevaram seu valor. "É como se duas Petrobras (ao final de 2007 valia R$ 429,92 bilhões) ou dois setores bancário (27 bancos valiam R$ 407,21 bilhões) tivessem virado pó", diz Einar Rivero, gerente da Economatica, que elaborou a pesquisa. Nominalmente, a Petrobras registrou a maior perda, de R$ 209,32 bilhões. Percentualmente, a maior queda foi da Rossi Residencial, com 80,6%, para R$ 690 milhões. As ações da Rossi refletem o conjunto da área de construção, que registrou a maior desvalorização setorial: de 72,4%. A Nossa Caixa é o único banco no seleto grupo das sete empresas cujo valor de mercado subiu. Em função da compra pelo Banco do Brasil, valorizou-se 188,2% e alcançou R$ 7,28 bilhões.   
BSB, 30/12- As taxas dos juros de financiamento hipotecário nos EUA, que já estão nos níveis mais baixos desde que a instituição de crédito imobiliário Freddie Mac começou a monitorar esses dados, em 1971, ainda têm muito espaço para cair, de acordo com a tendência histórica. A taxa fixa média para um financiamento de 30 anos de um imóvel residencial ainda é relativamente cara em comparação com o retorno das notas do Tesouro norte-americano de dez anos, que é um dado referencial para os empréstimos para a compra da casa própria. Essa diferença, ou spread, entre os dois números foi superior a 3 pontos percentuais na semana passada, pela primeira vez desde 1986. O spread foi, em média, de 1,64 ponto percentual durante as duas últimas décadas. Somando-se esse dado ao retorno dos títulos do Tesouro norte-americano, que é um referencial, de 24 de dezembro, tem-se uma taxa de financiamento hipotecário de 3,82%, bem abaixo do dado da semana passada, de 5,14%. É possível que o spread caia para 1,25 ponto percentual porque o governo dos EUA está "absolutamente obcecado" em tornar os financiamentos de imóveis residenciais mais acessíveis, segundo um relatório assinado por Don Hays, estrategista de investimentos da Hays Advisory, apresentado neste mês. Hays projetou que a taxa fixa de 30 anos cairá a até 4,25% até março, talvez antes. "Isso realmente vai inflamar os espíritos dos compradores de casa própria", escreveu ele.   
BSB, 29/12- O IGP-M (Índice Geral de Preços Mercado), índice de inflação usado para reajustar o aluguel, registrou variação negativa de 0,13% em dezembro, divulgou nesta segunda-feira (29/12) a FGV (Fundação Getúlio Vargas) -- em novembro, a taxa havia alcançado 0,38%. No ano, a inflação medida pelo IGP-M ficou em 9,81%, a maior taxa desde 2004 (12,41%). Em 2007, o IGP-M havia subido 7,75%. O IGP-M, calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência, é dividido ainda em IPA (Índice de Preços por Atacado), que recuou 0,42%, IPC (Índice de Preços ao Consumidor), que subiu 0,58%, e INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), que variou positivamente em 0,22%. Dentro do IPA, que em novembro havia sido de 0,30%, o índice relativo aos Bens Finais variou -0,41% em dezembro. Contribuiu para a desaceleração o subgrupo alimentos processados, cuja taxa de variação baixou de -0,20% para -1,11%. Já o Índice de Preços ao Consumidor apresentou variação de 0,58% em dezembro. No mês anterior, a variação havia sido de 0,52%. Cinco das sete classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimos em suas taxas de variação. A principal contribuição veio do grupo Transportes (0,09% para 0,50%). Também aceleraram os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (0,42% para 0,71%), Despesas Diversas (-0,07% para 0,22%), Vestuário (0,53% para 0,58%) e Educação, Leitura e Recreação (0,34% para 0,40%). Em contrapartida, o grupo Alimentação (0,97% para 0,82%) registrou decréscimo. Já o Índice Nacional de Custo da Construção registrou variação de 0,22%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,65%. Os grupos Materiais e Mão-de-Obra apresentaram redução em suas taxas de variação, passando de 1,07% para 0,31% e de 0,24% para 0,03%, respectivamente. O grupo Serviços foi de 0,66% para 0,75%.   
BSB, 28/12- O número de casas que começaram a ser construídas no Japão declinou 7% em novembro, em relação ao mês anterior, para o menor nível deste ano. Já os pedidos de construção caíram para menos 12,5% em novembro, em relação ao mesmo período do ano anterior, caracterizando também o patamar mais baixo deste ano. Os resultados refletem a desaceleração da atividade econômica durante os últimos meses, e apontam para uma contração abrupta no Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre deste ano, após os últimos declínios levarem o Japão para uma recessão.   
BSB, 27/12- A Caixa Econômica Federal bateu novo recorde de financiamento imobiliário, registrando um crescimento de 60% em 2008. Segundo o banco, no acumulado até 28 de novembro, foram assinados 446 mil contratos, o que representa um montante financiado de R$ 20,4 bilhões – aumento de 60% sobre o total registrado no mesmo período do ano passado (R$ 12,7 bilhões). A instituição também destacou que a estimativa é chegar ao final do ano com até 500 mil contratos assinados, em um montante total de R$ 22,8 bilhões. Segundo a Caixa, o desembolso do banco para financiamento imobiliário no ano gerou benefícios a 413 mil pessoas e foi responsável pela geração de 561 empregos. O vice-presidente da Caixa, Jorge Hereda, afirmou que o banco projeta um crescimento de 20% no financiamento de imóveis em 2009. Ele assegura que a inadimplência vem caindo, em uma prova irrefutável de que a crise financeira não atingiu a renda dos brasileiros. Hereda afirmou ainda que a Caixa deve manter as mesmas condições de financiamento e não pretende aumentar os juros cobrados pelo crédito. O executivo justificou essa afirmação dizendo que os contratos são de até 12 anos (no caso do FGTS) e de oito anos (no SBPE). Portanto, não justificaria uma correção em função do ano de 2009, quando a economia deve retrair.   
BSB, 26/12- Foram negociados 300 imóveis novos na capital gaúcha em novembro, divulgou ontem o Sindicato da Indústria da Construção do Estado (Sinduscon/RS). No acumulado do ano, chega a 5.370 unidades, um aumento de 41,39% na comparação com igual período de 2007, quando foram vendidos 3.798 imóveis. Os negócios envolvendo apartamentos de dois dormitórios puxaram as vendas em novembro, representando 38% do total.   
BSB. 26/12- A Caixa Econômica Federal promoverá uma redução de suas taxas de juros, a partir de janeiro de 2009, para ampliar suas operações de crédito para pessoas físicas e jurídicas. Ao todo, o custo de 21 linhas de empréstimo para pessoas físicas e jurídicas será reduzido pelo banco, motivado pela redução do custo de captação previsto para 2009. A meta inicial do banco era elevar em 30% suas operações em carteira de crédito em 2008. Mas, segundo divulgou a entidade, o aumento neste ano ficará em torno de 40%. Com isso, a Caixa decidiu promover uma redução na taxa de penhor, que passará de 2,99% para 2,25% ao mês. A taxa mínima mensal do cheque especial diminuiu de 1,47% para 1,37%; e a máxima reduziu de 7,98% para 7,49% ao mês. Algumas operações destinadas a pessoas jurídicas reduzirão as taxas de juros em proporções superiores a 12%. As taxas do BNDES Automático e o Finame passaram de 6,7% para 5,84% ao ano, na máxima, acrescidas de Taxa de Juros de Longo Prazo. Já no CRED Frota, as taxas foram de 1,36% para 1,28% (mínima) e de 1,93% para 1,85% (máxima). A redução é de 5,88%. Direcionado para compra de bens de consumo durável, o BCD Investimentos reduziu as taxas maiores, de 4,07% para 1,95%. E as menores, de 3,18% para 1,10% – um ajuste que chega a 43,58%, com a inclusão da taxa básica referencial dos juros. Na Conta Garantida para Micro e Pequena Empresa, que funciona como um cheque especial, as novas condições apresentam uma alteração de taxa de juros máxima de 3,10% para 2,60% ao mês. Até o final de novembro recursos da ordem de R$ 64 bilhões em crédito comercial já haviam sido liberados, indicando um crescimento de 32% em relação ao mesmo período do ano passado. Os recursos dirigidos a pessoa física somam R$ 30,6 bilhões. Um crescimento de 23% em relação a 2007, que foi de R$ 24,9 bilhões. A meta, segundo a entidade, é fechar o ano com R$ 33 bilhões em empréstimos.   
BSB, 26/12- As concessões de crédito caíram de R$ 157,177 bilhões em outubro para R$ 142,391 bilhões em novembro, o que representa uma redução de 9,4% no mês. No ano, a redução é de 4,9%. Para as empresas (pessoas jurídicas), a redução foi de 10,1% no mês, com valor total de R$ 96,113 bilhões. No caso das pessoas físicas, o recuo foi de 7,8%, no valor de R$ 46,278 bilhões. Os dados foram divulgados hoje (23) pelo Banco Central. No entanto, a média diária de concessões de crédito em novembro teve alta de 4,2% no mês, com um total de R$ 7,120 bilhões. No acumulado do ano, a média diária apresentou queda de 4,9%. Para as empresas, o aumento das concessões foi de 3,3% no mês, chegando a R$ 4,806 bilhões em novembro. No ano, houve redução na concessão de crédito de 4,2% para as pessoas jurídicas. No caso das pessoas físicas, as concessões diárias em novembro (R$ 2,314 bilhões) tiveram alta de 6% e redução de 6,3% no acumulado do ano.   
BSB, 26/12- O crédito a ser concedido em 2009 pelos bancos deverá ficar abaixo dos números registrados em 2008, de acordo com estimativas da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). Segundo os dados da Pesquisa de Projeções e Expectativas de Mercado, divulgada pela entidade, as operações de crédito devem ficar em 18,19%. O crédito para pessoa física deve ficar em 17,86% e para pessoa jurídica, 20,59%. A taxa de inadimplência deve ser de 4,88%. A pesquisa foi realizadas com 33 instituições financeiras ligadas à Febraban, que deve rever suas expectativas para dezembro, após a divulgação dos números do Banco Central, também feita hoje. Os dados da pesquisa apontam ainda que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - deve ser de 5,6% neste ano e de 2,56% em 2009. A produção industrial deve fechar 2008 com crescimento de 5,23% e para 2009, a expectativa é de 2,74%. As exportações devem atingir US$ 200,05 bilhões neste ano e US$ 178,74 bilhões em 2009. A estimativa para as importações é de US$ 175,59 bilhões em 2008 e de US$ 164, 44 bilhões no ano que vem. O investimento estrangeiro direto deve ser de US$ 36,21 bilhões este ano e de US$ 22,43 bilhões em 2009. A taxa básica de juros (Selic), atualmente em 13,75%, deve ficar em 12 % no próximo ano. Segundo o economista-chefe da Febraban, Rubens Sardenberg, a expectativa para o ano que vem está em linha com a piora do cenário econômico internacional, já que a economia mundial também deve crescer menos. Ele destacou que o crescimento menor das concessões de crédito também está associado ao que ocorre mundialmente. “Mas estamos falando em cima de uma base muito alta, porque vamos fechar esse ano com crédito crescendo acima de 30% e o crédito está na faixa dos 40% do PIB. Para o próximo ano há uma expectativa de ajuste para baixo”, explicou.   
BSB, 24/12- As vendas de imóveis novos nos Estados Unidos recuaram 2,9% em novembro quando comparado com o mês anterior. De acordo com o Departamento de Comércio dos Estados Unidos, as vendas de novas residências atingiram uma taxa anualizada de 407 mil em novembro, ante 419 mil moradias, registradas em outubro (dado revisado). Se comparado com novembro de 2007, a queda é ainda mais acentuada: 35,3% Já o preço médio dos imóveis novos vendidos em novembro foi de US$ 220 mil, enquanto que a média de preço das vendas foi de US$ 287,5 mil. Já a estimativa sazonal ajustada para a venda de novos imóveis à venda, ao final de outubro, foi US$ 374 mil.   
BSB, 2412- A construção de novas residências na Coréia do Sul recuou 79% em outubro deste ano, em comparação com o mesmo período do ano anterior, para 21.746 unidades. O resultado é atribuído a diminuição dos projetos por parte de construtoras, afetadas pela falta de liquidez no mercado local e pela crise na economia mundial. Nos meses anteriores, a construção de novas residências na Coréia do Sul caiu 66% em setembro e 54% em agosto, em comparação ao mesmo período de 2007. O governo sul-coreano agora estima por uma redução nos preços dos imóveis, principalmente por conta deste resultado. Os preços de residências na Coréia do Sul caíram 0,1% em outubro, registrando a primeira quedda mensal em quatro anos, de acordo com o Kookmin Bank. Neste mesmo período, o governo sul-coreano injetou 8 bilhões de wons (US$ 6,06 bilhões) para adquirir terras e residências de construtoras e minimizar os efeitos da crise sobre o setor imobiliário local.   
BSB, 22/12- As taxas de juros das hipotecas com prazo de 30 anos caíram nesta semana para o menor nível desde 1971, ano que em que a refinanciadora Freddie Mac começou a fazer levantamento semanal sobre o custo do crédito para compra de imóveis nos Estados Unidos. A taxa das hipotecas caiu para 5,17% ao ano nesta semana, ante 5,47% na semana anterior e 6,14% um ano atrás. Segundo divulgou a Freddie Mac nesta quinta-feira (18), foi a sétima semana seguida de queda na taxa. Corte dos juros. Isso significa que as ações do Federal Reserve (Fed), que reduziu os juros a praticamente zero e está comprando no mercado títulos de dívida de longo prazo lastreados em hipotecas, começam a fazer efeito nas taxas para novos empréstimos imobiliários. A dúvida do mercado, agora, é saber se o consumidor vai reagir a esta queda dos juros ou se vai continuar receoso, diante do cenário incerto para a economia em 2009.   
BSB, 21/12- O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) aprovou no último dia 2 de dezembro, durante reunião extraordinária, uma linha de crédito no valor de R$ 3 bilhões para 2009. O objetivo é fomentar o mercado secundário de títulos com base imobiliária. Desta forma, a partir de janeiro de 2009, a Caixa Econômica Federal poderá adquirir Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), Fundos de Investimentos Imobiliários (FII) e debêntures de empresas que utilizarão esses recursos para a produção de empreendimentos. As taxas de juros para essas operações serão de 7% ao ano + TR para empreendimentos com valores de unidades populares e 9% ao ano + TR para imóveis acima de R$ 130 mil, porém enquadráveis no Sistema Financeiro da Habitação (SFH). O CCFGTS decidiu também reduzir as taxas de juros dos financiamentos de 6% para 5% ao ano para famílias com renda mensal de até R$ 2 mil.   
BSB, 21/12- Após ampla ação da CBIC junto ao governo foi publicada nesta terça-feira (16) no Diário Oficial da União a Medida Provisória 451/2008, que prorroga até 2010 o prazo da cobrança do PIS/Cofins na forma cumulativa para o setor. A MP permite que a cobrança da Cofins decorrentes da execução por administração, empreitada ou subempreitadas de obras de construção civil permaneça no regime cumulativo. De acordo com o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, esse era um pleito urgente do setor, uma vez que a Lei que permitia ao setor continuar pagando o imposto de forma cumulativa extinguiria neste mês de dezembro. "O acordo com o governo é pela prorrogação por dois anos. Neste período, trabalharemos numa fórmula de transição para o modelo não-cumulativo", explicou Simão.   
BSB, 20/12- Os Estados Unidos viveram os últimos anos sob uma euforia consumista. A incapacidade de poupar, aliada à falha dos agentes financeiros em cobrar comprovação de renda ao conceder crédito, desencadearam um processo que, segundo especialistas, é o pior desde a quebra da Bolsa de 1929. No Brasil, mesmo com o estímulo aos financiamentos, muitos brasileiros preferiram um caminho alternativo. Segundo dados do Banco Central sobre consórcios de imóveis, de janeiro a outubro deste ano, houve um crescimento de 10,8% de ativos em relação a 2007. São mais de 512 mil consorciados e 50 mil contemplados, número 19% superior ao mesmo período do ano anterior. De acordo com Rodolfo Montosa, presidente da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac), o consórcio é uma forma segura de programar a compra, algo como um sistema de autofinanciamento, com recursos próprios e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Até o momento da contemplação, o consorciado é um credor, e só depois se torna devedor. Segundo dados da Abac, o número de participantes do sistema de consórcio cresceu 135%, de 1999 a 2008. "A tenacidade é fundamental para os negócios", alerta. Montosa dá o exemplo de duas pessoas que começaram a poupar R$ 996, em 1998, com a meta de atingir R$ 100 mil em 10 anos. Um deles investiu na caderneta de poupança enquanto o outro, em consórcio. Em 2007, o consorciado, contemplado depois de 120 meses, tinha R$ 212 mil, sendo R$ 34 mil de rendimento. Já aquele que poupou no banco recebeu R$ 261 mil, dos quais R$ 83 mil eram de rendimento. "Na hipótese de o consorciado ser contemplado em apenas 50 meses, ele receberia R$ 312 mil, sendo R$ 134 mil de rendimento", calcula. Ao todo, os 120 consorciados acumularam de patrimônio R$ 36 milhões, montante 14% maior do que se tivessem colocado o dinheiro na caderneta. No caso do primeiro contemplado, o ganho individual pode ser de até 144% maior do que aqueles que pouparam na caderneta.   
BSB, 18/12-- O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu apenas 0,05% no segundo decêndio de dezembro, uma retração de 0,44 ponto percentual em relação ao mesmo período de apuração de novembro, informou nesta manhã a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Na primeira prévia do mês, o IGP-M havia registrada alta de 0,14%. No ano, o indicador acumula inflação de 10%. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou alta de 0,54%, no segundo decêndio de dezembro, ante 0,41%, em igual período de novembro. Seis das sete classes de despesa componentes do índice apresentaram aceleração. O principal destaque foi o grupo Saúde e Cuidados Pessoais (0,33% para 0,65%), nesta classe de despesa, vale citar os seguintes itens: artigos de higiene e cuidado pessoal (0,28% para 0,84%) e salão de beleza (0,07% para 1,28%). Ainda houve expansão nas despesas com Habitação (0,35% para 0,45%), Transportes (0,12% para 0,33%), Alimentação (0,68%para 0,76%), Despesas Diversas (-0,12% para 0,16%) e Educação, Leitura e Recreação (0,27% para 0,38%). Apenas o grupo Vestuário (0,82% para 0,72%) apresentou decréscimo, com destaque para o subgrupo calçados (0,50% para 0,02%). Mantendo desaceleração, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) recuou de 0,71% para 0,25% no período, refletindo o índice relativo a Materiais e Serviços que recuou de 1,16%, na apuração de novembro, para 0,38%, em dezembro. E o índice que capta o custo da Mão-de-Obra que passou de 0,18% para 0,1%.   
BSB, 18/12- O plano habitacional que o governo vai lançar no início de 2009 para erradicar em 15 anos o déficit habitacional, estimado em 8 milhões de moradias, contém medidas de redução de impostos de material de construção e ampliação do volume de crédito disponível para a compra de imóveis novos. Entre as medidas de consenso está a de elevar o limite de valor do imóvel para uso do Fundo de Garantia, hoje em R$ 350 mil - novo patamar ainda não está definido. Os estudos consideram outras medidas ainda sem consenso e com implicações no gerenciamento do estoque do FGTS. Por exemplo, há propostas para mudar as regras de uso do FGTS, como a possibilidade de compra de um segundo imóvel na mesma cidade com dinheiro do fundo, o que é vedado atualmente. Existem dúvidas sobre a conveniência desse tipo de interferência no uso do FGTS, diante do quadro de incertezas sobre o impacto da crise no emprego. ?Se houver demissões, e algumas já estão ocorrendo, não se pode lançar mão dos recursos do Fundo?, disse uma fonte. O alcance das medidas depende do tamanho da crise e da situação do caixa federal. O novo plano habitacional está estimado em R$ 170 bilhões em recursos do Tesouro, na forma de subsídios para que as famílias com renda de até cinco salários mínimos possam comprar a casa própria.   
BSB, 17/12- Apesar de contar com um orçamento de R$ 25 bilhões previsto para destinar ao crédito imobiliário, a Caixa Econômica Federal crê que a demanda do próximo ano deve estar aquém do previsto, e consumir apenas 80% disso, um montante de cerca de R$ 20 bilhões. A expectativa da entidade é terminar 2008 com uma carteira de financiamento imobiliário na ordem de R$ 22,8 bilhões. Segundo o gerente nacional da Gestão da Carteira Habitacional da entidade, Fernando Silveira, "o mercado já dá sinais de preocupação, mas vamos alocar no mínimo R$ 20 bilhões nessa linha no próximo ano. Vamos atender a todas as demandas, porém creio que haverá uma desaceleração do mercado", avalia o gerente, que completa dizendo que a demanda existe, porém obras podem ser adiadas e não concluídas no próximo ano. Em relação à inadimplência, Silveira garantiu que continua estável.. Em relação aos juros, o banco estatal também não projeta um aumento das taxas atuais. Além disso, o banco não pensa em reduzir os prazos de suas linhas para compra de habitações, que hoje chega a até 30 anos. O problema que o banco vê para o próximo ano é em relação à confiança. Para isso, dentro do orçamento previsto, estão calculados R$ 3 bilhões para aumentar o limite de exposição da instituição. "Se mantivéssemos o patamar anterior, não conseguiríamos atender a toda demanda das construtoras por capital de giro." Além disso, dentro desse orçamento estão previstos também recursos adicionais para obras em andamentoOutro problema de confiança foi enfrentado em relação a investidores, explica Silveira. Segundo ele, graças ao grande número de Ofertas Iniciais de Ações (IPO, da sigla em inglês) ocorridas no ano passado, muitos investidores ainda têm dúvida se haverá funding para cobrir o crédito imobiliário e medo da pressão da Selic sobre esses fundos. "Temos fundos de capital cativos, que é o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), e a poupança, não há correlação entre a Selic e esse capital".   
BSB, 17/12- Os preços ao consumidor não registraram varição entre a primeira e a segunda semana de dezembro, de acordo com sondagem realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em 15 de dezembro o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) subiu 0,73%, o mesmo resultado apurado com base na coleta encerrada em 7 de dezembro. Dos sete grupos componentes do índice, três apresentaram acréscimos em suas taxas de variação e quatro decréscimos. Contribuirão para variação positiva os gastos com Transportes (0,24% para 0,39%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,54% para 0,62%) e Despesas Diversas (0,17% para 0,21%). Nestes grupos, vale destacar os avanços registrados pelos itens: Tarifa de Ônibus Urbano (0,08% para 0,38%), Salão de Beleza (0,79% para 1,12%) e Cerveja (-0,58% para 0,67%), nesta ordem.   
BSB, 17/12- Os preços ao consumidor nos Estados Unidos caíram novamente em novembro e a construção de novas moradias mergulhou para um patamar recorde de baixa, à medida que a economia atingida pela recessão perde ainda mais força, mostraram relatórios nesta terça-feira. Os mais recentes sinais de dificuldade econômica foram divulgados horas antes de o Federal Reserve (FED) anunciar sua decisão sobre o juro básico. As expectativas são de nova redução. Os dados ainda devem alimentar a especulação de que o FED pode cortar a taxa em mais de 0,50 ponto percentual para afastar os riscos de deflação. O Departamento de Trabalho divulgou que o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) caiu 1,7%, após queda de 1% em outubro - recordes seguidos de queda desde que o departamento iniciou o acompanhamento mensal, em 1947. O núcleo dos preços, que exclui alimentos e energia, ficou estável em novembro, após recuo de 0,1% em outubro. O Departamento do Comércio informou que o início de construção de moradias caiu 18,9%, para a taxa anual ajustada sazonalmente de 625 mil unidades, frente a 771 mil unidades em outubro. Trata-se do menor patamar desde que o departamento iniciou os registros mensais, em 1959. Analistas esperavam 740 mil unidades. O relatório imobiliário também ressaltou uma desaceleração prolongada do setor. Os novos alvarás para construção, um indicador dos planos futuros dos construtores, caíram 15,6%, para 616 mil frente a 730   
BSB, 15/12- As vendas de imóveis na China recuaram 19,8% entre janeiro e novembro deste ano, para 1,926 trilhão de iuanes (US$ 281 bilhões), em relação ao mesmo período de 2007, segundo dados divulgados hoje pelo Departamento Nacional de Estatísticas do gigante asiático. Considerando somente as vendas de imóveis residenciais, a queda observada foi de 20,6% no período.   
BSB, 14/12- O governo estuda ampliar em aproximadamente 50% o número de residências financiadas pela CEF (Caixa Econômica Federal) e pelo setor bancário privado. Neste ano, devem ser financiadas cerca de 600 mil moradias, tanto novas como usadas, no valor de aproximadamente R$ 30 bilhões. O projeto é ampliar esse número para 900 mil residências. Até novembro, só a CEF já havia fechado 446 mil contratos de financiamento no valor de R$ 20,4 bilhões. A estimativa é atingir 500 mil contratos até o fim de 2008, somando um total de financiamento de R$ 22,8 bilhões.   
BSB, 14/12- Barack Obama, escolheu Shaun Donovan, para ocupar o Departamento de habitação e Desenvolvimento Urbano. Donovan foi comissário de Habitação da cidade de Nova York e comissário federal de Habitação durante o governo de Bill Clinton (1993-2001). Segundo o presidente eleito, o departamento que estará a cargo de Donova é essencial para que o governo venha a lidar com a crise das hipotecas, que "não apenas abala os fundamentos de nossa economia, mas os fundamentos do sonho americano". Obama destacou que Donovan é arquiteto e compreende como as casas são desenhadas e construídas. "Ele sabe que podemos colocar o sonho de possuir uma casa mais ao alcance das famílias, contanto que façamos os empréstimos da forma correta, e contanto que aqueles que comprem uma casa estejam preparados para as responsabilidades de possuir uma casa", afirmou. Donovan ocupou o cargo de comissário de Habitação de Nova York em 2004, mas pediu licença do cargo neste ano ao prefeito da cidade, Michael Bloomberg, para integrar a campanha de Obama e atuar como conselheiro do então candidato à Presidência dos EUA. Ele também foi diretor-gerente da companhia hipotecária Prudential Mortgage Capital, encarregando-se da carteira de investimentos que incluía títulos da Fannie Mae e da Administração Federal de Habitação.   
BSB, 13/12 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu hoje (12) que os bancos baixem os juros para amenizar os efeitos da crise financeira internacional no Brasil. “A economia brasileira é sadia, temos dinheiro no Tesouro para financiar o crédito, os bancos têm que baixar os juros, a indústrias tem que baixar os preços dos produtos, o número de prestações tem que caber no bolso do consumidor”, disse. Lula afirmou que todos, governo, empresários e trabalhadores, terão que fazer o “sacrifício” necessário para que as perdas sejam as menores possíveis. “Todos nos teremos que trabalhar de forma harmônica, cada um fazer o sacrifício que tiver que fazer para que todos percam o menos possível”. o governo anunciou a criação de mais duas alíquotas na tabela do Imposto de Renda para pessoa físicas: uma de 7,5% e outra de 22,5%. Atualmente só existem duas alíquotas: de 15% e de 27,5%, com direito a descontos no cálculo final. "Acredito que as pessoas já podem fazer seu cálculo e ter expectativa de um aumento líquido de renda", afirmou.   
BSB, 13/12/08- O trabalhador brasileiro pagou 35,31% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de tudo que o país produziu no ano passado) em arrecadação de impostos, contribuições e taxas nos três níveis de governo. Houve, portanto, evolução de 1,27 ponto percentual em relação aos 34,04% de 2006. Os números foram divulgados pelo secretário adjunto da Receita Federal, Otacílio Cartaxo. Segundo ele, a carga tributária brasileira está na média, comparada à de outros países, uma vez que a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) considera a média de 36,73%. Países como Suécia e Dinamarca arrecadam 50,1% e 49% do PIB (números de 2006) em impostos, respectivamente, mas oferecem serviços considerados de Primeiro Mundo. Há também países desenvolvidos que arrecadam menos que o Brasil, em proporção ao PIB, como Japão (27,4%), Estados Unidos (28,2%), Suíça (30,1%) e Canadá (33,4%). De acordo com dados da Receita, o PIB brasileiro somou R$ 2,558 trilhões em 2007, com evolução de 9,6% em relação aos R$ 2,332 trilhões arrecadados no ano anterior. Enquanto isso, a arrecadação de R$ 903,64 bilhões cresceu 13,8% na comparação com os R$ 794,12 bilhões de carga fiscal em 2006. Do total arrecadado 70% foram de responsabilidade da União, 25,6% dos estados e 4,4% dos municípios. O crescimento foi por conta dos tributos federais, uma vez que houve leve redução de arrecadações nos estados e estabilidade nos municípios. No cômputo geral, a evolução foi de 3,91 pontos percentuais nos últimos cinco anos, comparando-se os 35,31% de 2007 com os 31,4% de 2003.   
BSB, 11/10- A bolha do mercado imobiliário no deserto dos Emirados, lar dos edifícios mais altos do mundo, dos hotéis mais caros e das maiores ilhas artificiais, está estourando com o crédito escasso e com o preço escorregadio do petróleo que levou os investidores internacionais a se apressarem em se desfazer de suas propriedades. Isso pode destruir os planos de criar uma economia sustentável através da transformação do Golfo Pérsico em um centro turístico e financeiro, forçando uma dependência de seu vizinho rico em petróleo, Abu Dhabi. "Dubai está mais precária do que nunca", diz Christopher Davidson, autor de "Dubai: A Vulnerabilidade do Sucesso" (2008, Columbia University Press). "Se o mercado imobiliário de Dubai entrar em colapso estará tudo terminado. A autonomia relativa de Dubai será abruptamente interrompida". O empurrão do Emirado no desenvolvimento de imóveis de luxo e atrações turísticas se transformou em areia, disse Davidson, um professor de negócios do Oriente Médio na Universidade de Durham, no Reino Unido. Os preços dos imóveis podem cair 20% ou mais, segundo análise feita em um relatório da EFG-Hermes Holding SAE, um dos maiores bancos do Egito. Nakheel PJSC, empresa responsável pelas ilhas em forma de palmeiras, disse que está revendo alguns de seus projetos de US$ 30 bilhões, incluindo o Trump International Hotel & Tower.   
BSB, 10/12/08- O total de pagamentos atrasados e a taxa de execuções de hipotecas nos Estados Unidos atingiu um recorde no terceiro trimestre, ameaçando subir ainda mais à medida que a recessão corta empregos e piora as condições dos proprietários de imóveis, afirmou uma associação de bancos de hipotecas na sexta-feira passada. O número de imóveis entrando em processo de execução de hipotecas seria ainda maior sem os diversos programas para alterar condições de empréstimos. Porém, uma forte taxa de desemprego, que aponta para o que muitos economistas temem ser uma profunda recessão, sinaliza maiores inadimplências e taxas de execuções hipotecárias em 2009. A parcela dos contratos de crédito imobiliário com atraso de pagamento de 30 dias ou mais subiu para 6,99%, corrigido sazonalmente, enquanto os financiamentos já em fase de execução de hipoteca subiram para 2,97%. Ambos os percentuais representam altas recorde numa pesquisa cujo início remonta a 29 anos atrás, informou a Associação dos Bancos de Crédito Imobiliário dos EUA em relatório divulgado na sexta-feira passada. "Nós não entramos em recessões passadas com o mercado imobiliário tão ruim", disse Jay Brinkmann, economista chefe e vice-presidente sênior de pesquisa e dados econômicos da Mortgage Bankers Association, em entrevista. A entidade estima que 2,2 milhões de lares entrarão em processo de execução hipotecária este ano, antes que os grandes esforços dos Estados Unidos para conter estes números comecem a ter efeito. "O maior problema será dar base para a economia", afirmou Brinkmann.   
BSB, 8/12- Há apenas dois meses no mercado de financiamento imobiliário com recursos da poupança, o banco quer mais funding, agora do FGTS, para emprestar R$ 1,5 bilhão em 2009 O Banco do Brasil pleiteia, junto à Caixa Econômica Federal, o repasse de recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para uso em crédito imobiliário. Segundo Rogério Caffarelli, diretor de Novos Negócios da instituição, "a expectativa é que esse pleito será aceito e que deveremos receber os recursos ainda no primeiro trimestre de 2009". O Banco não reivindicou um volume fixo para a carteira, que deverá ser estabelecido conforme a execução de financiamentos. A decisão pela aprovação do repasse será de responsabilidade do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador Codefat, que estabelece diretrizes e critérios para transferências de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador/FAT aos estados, municípios, organizações governamentais, não governamentais ou intergovernamentais. Se aceito, o pleito aumentará o potencial de participação do Banco Brasil na concessão de financiamentos a imóveis residenciais, que há apenas dois meses ingressou no mercado imobiliário. Hoje, 10% dos recursos da poupança da instituição, cerca de R$ 5 bilhões, podem ser destinados ao crédito à pessoa física e jurídica na área imobiliária. O Banco movimenta atualmente uma carteira de R$ 120 milhões para o setor e espera operar R$ 1,5 bilhão no próximo ano. "Há muito espaço para crescer e muito crédito para conceder", diz Caffarelli, para quem o propósito da instituição é "ter um produto extremamente competitivo e até 2012 estar entre os três maiores players desse mercado". Na próxima edição da revista Construção Mercado, o diretor do BB fala, em entrevista especial, sobre os planos do banco para o mercado de crédito imobiliário para pessoa física e jurídica.   
BSB, 7/12- O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, anunciou a redução dos juros para empreiteiras e pessoas de baixa renda que buscam adquirir a casa própria em 2009. Por decisão do Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), pessoa física tomadora do empréstimo que tenha salário de até R$ 2 mil mensais brutos, pagará juros de 5% ao ano mais Taxa Referencial (TR). Hoje, a taxa cobrada pela Caixa Econômica Federal é de 6%. De acordo com o governo, os assalariados com este perfil de renda são cerca de 60% de todos os que financiam imóveis junto à Caixa e, em geral, buscam empreendimentos de até R$ 80 mil. Também pelas novas taxas aprovadas, os cotistas (quem têm cota do FGTS) terão juros anuais de 4,5% mais TR. As construtoras terão recursos extras de R$ 3 bilhões vindos do Fundo de Garantia e taxas de juros menores. Serão de 7% ao ano mais TR para a construção de casa consideradas populares (de até R$ 130 mil) e de 9% para imóveis acima deste valor. "Estamos acompanhando a política de redução de juros e preparando o aquecimento do mercado para 2009", explicou Carlos Lupi. "A nova linha (de R$ 3 bilhões) foi decidida tendo em vista a asfixia do setor", completou o ministro.   
BSB, 6/12- O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), calculado com base nas despesas de consumo de famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos mensais, registrou inflação de 0,38% em novembro, ante alta de 0,66% no mês anterior, informou nesta quinta-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O principal responsável pela desaceleração do indicador foi o grupo alimentos, que teve variação de 0,6% no mês passado, ante alta de 1,01% em outubro. A desaceleração fez com que o IPC-C1 tivesse variação menor no período pesquisado do que o IPC geral, que teve inflação de 0,56% em novembro. Mesmo assim, destacou a FGV, o índice da baixa renda ainda acumula alta de 6,76% no ano e de 8,04% em 12 meses ante avanço acumulado de 5,53% e de 6,27% no geral. Segundo a fundação, contribuíram também para o recuo da taxa do IPC-C1 os grupos vestuário (1,89% para 0,42%); despesas diversas (0,54% para -0,23%); saúde e cuidados pessoais (0,29% para 0,16%) e transportes (0,01% para 0%). "Em contrapartida, os grupos educação, leitura e recreação (0,20% para 0,47%) e habitação (0,33% para 0,34%) registraram acréscimos em suas taxas de variação", informou a FGV em nota.   
BSB, 5/12- A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou na última semana de novembro em quatro das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Entre elas, está São Paulo, que tem o maior peso na formação do índice. Em comunicado divulgado hoje (2), a FGV informa que em relação à semana encerrada em 22 de novembro, os preços apurados até 30 de novembro subiram com menos intensidade em Brasília (de 1,01% para 0,80%), Salvador (de 0,34% para 0,22%), São Paulo (de 0,51% para 0,42%) e Porto Alegre (de 0,91% para 0,87%). Em contrapartida, houve aceleração da inflação em Recife (de 0,26% para 0,39%), Belo Horizonte (de 0,72% para 0,74%) e Rio de Janeiro (de 0,71% para 0,85%). Na média das sete capitais, o IPC-S de 30 de novembro ficou em 0,56%, 0,01 ponto percentual abaixo da taxa apurada na semana anterior. O recuo, segundo a Fundação Getulio Vargas, foi puxado pela desaceleração dos preços dos alimentos e de itens do grupo educação, leitura e recreação, como ingressos para salas de espetáculos (de 0,63% para –0,16%). Para calcular o IPC-S, a Fundação Getulio Vargas coleta preços de aproximadamente 450 produtos e serviços usados por famílias com renda mensal de um a 33 salários mínimos residentes em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.   
BSB, 4/12- O mercado imobiliário deixará de injetar na economia nacional, até o fim do ano, mais de R$ 7 bilhões em negócios com novos imóveis residenciais cujos lançamentos foram suspensos ou adiados. As incorporadoras estão revisando também suas metas para 2009. Mesmo assim, o setor nacional de construção civil deverá fechar 2008 com crescimento de 10% sobre o ano passado e, para 2009, a expectativa é de crescer até 4,5%, segundo Sérgio Watanabe, presidente do Sinduscon-SP. Na capital paulista, o número de casas e apartamentos lançados no ano poderá terminar com uma queda de 10% sobre 2007, segundo estimativas do Secovi-SP.   
BSB. 3/12- Enquanto o governo define como intocáveis a área social e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o relator de infra-estrutura do Orçamento 2009, deputado Carlito Merss (PT-SC), decidiu hoje (2) propor um corte linear de 20% em seu relatório, que será apresentado esta semana à Comissão Mista de Orçamento (CMO). O corte atingirá inclusive as obras nas áreas de comunicação, transportes e de minas e energia previstas no PAC. O governo aposta no PAC como forma de combater os efeitos da crise econômica mundial e, mesmo diante da revisão de parâmetros, feita na semana passada, para adequar o orçamento a uma realidade de crescimento da economia menor que nos últimos anos, afirmou que não mexeria no programa. A revisão dos parâmetros provocou uma necessidade de se cortar R$ 15 bilhões na previsão de gastos para o próximo ano, mas, de acordo com o relator geral do Orçamento, senador Delcídio Amaral (PT-MS), há como realizar esse corte apenas no custeio e em obras que não estão dentro da área social e do PAC. Para o PAC são previstos R$ 21 bilhões, no entanto, o relatório setorial de infra-estrutura abarca cerca de R$ 9 bilhões desse montante. Há ainda uma grande parte dos recursos, que estão previstos para a área de Integração Nacional, com obras como a transposição do Rio São Francisco, e outra parte na área de infra-estrutura de cidades, com obras de saneamento básico.   
BSB, 2/12- Os gastos nos Estados Unidos no setor de construção tiveram uma queda de 1,2% em outubro, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (1º/12) pelo Departamento do Comércio. O resultado superou as expectativas dos analistas, que previam uma queda menor, de 0,9%. O dado de outubro também representa uma queda de 4,6% em relação a outubro de 2007. De janeiro a outubro os gastos em construção tiveram uma queda de 5,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Os gastos em construção no setor privado tiveram queda de 2% em outubro na comparação com setembro. No segmento residencial, a queda registrada em outubro foi de 3,5% em relação a um mês antes, e no segmento não-residencial a queda foi de 0,7%. A atividade de construção de imóveis residenciais nos Estados Unidos bateu recorde de baixa no mês de outubro, com um recuo de 4,5%, segundo dados do departamento divulgados na última quarta-feira (26/11). O governo mantém registro da atividade de construção de imóveis residenciais desde 1959. Já no setor público, houve queda de 0,7% em outubro, na comparação com setembro. No segmento de Educação, os gastos tiveram um crescimento de 1,2% sobre setembro; no setor de estradas, no entanto, houve uma queda de 0,9%, na mesma comparação.   
BSB, 2/12- O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta segunda-feira (1°/'12) a criação de uma nova linha de capital de giro para empresas brasileiras, de até R$ 6 bilhões. A nova linha visa a recuperar a concessão de crédito para as empresas, que segundo o Banco Central, começou a se recuperar, ainda que em patamares tímidos. O prazo da linha vai até 30 de junho de 2009. O presidente do banco, Luciano Coutinho, ressaltou que as condições da linha de capital de giro são "substancialmente" mais baixas do que as praticadas no mercado. Os R$ 6 bilhões fazem parte de um total de R$ 10 bilhões recentemente liberados ao banco para ajudar a atenuar os efeitos da crise financeira. Os outros R$ 4 bilhões foram destinados aos chamados empréstimos-ponte, que são os financiamentos para a fase preparatória de um projeto. O BNDES não costuma liberar dinheiro para essa fase, e começou a disponibilizar esse empréstimo a partir do leilão de linhas de transmissão, ocorrido na semana passada. "O BNDES está buscando com essa nova linha suprir a escassez do crédito diante do cenário econômico das últimas semanas", afirmou Coutinho.   
BSB, 30/11- A crise financeira tem representado vendas maiores no segmento de consórcios de imóveis. De acordo com os resultados registrados em setembro deste ano, o setor no Brasil atingiu o número de 506 mil participantes. A quantia é 10,9% maior do que a registrada no mesmo mês de 2007 (456,2 mil). São dados da ABAC – Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. No mercado do Paraná e Santa Catarina, não é diferente: a Ademilar Consórcio de Imóveis registrou nos últimos 30 dias vendas de R$ 19,8 milhões (créditos a serem retirados pelos consorciados durante o período do grupo), cerca de 42% mais do que no mesmo período do ano passado, quando foram vendidos R$ 13,9 milhões. O valor médio das cotas é de R$ 77 mil. A empresa tem sede em Curitiba, filiais em Maringá (PR) e Joinville (SC), e representações em Santos (SP), Blumenau (SC) e Balneário Camboriú (SC). “O consórcio traz tranqüilidade para quem quer investir, pois o imóvel representa um investimento seguro diante da instabilidade do mercado financeiro”, ressalta Tatiana Reichmann, superintendente da Ademilar. "No ano passado, os consórcios representaram 20% do volume total comercializado pelo Sistema Financeiro Habitacional, confirmando que o sonho da casa própria pode ser planejado a partir da adesão em grupo consorcial", complementa o presidente nacional da ABAC, Rodolfo Montosa.   
BSB, 26/11- O Federal Reserve (Fed, BC dos EUA), em mais uma forte intervenção no sistema financeiro, anunciou um programa de US$ 600 bilhões para comprar dívida relacionada a hipotecas e ativos e US$ 200 bilhões para comprar ativos ligados a dívida de consumidores. O banco central norte-americano vai comprar até US$ 100 bilhões em dívidas emitidas por Fannie Mae, Freddie Mac e pelo Federal Home Loan Banks. O Fed também irá comprar até US$ 500 bilhões em ativos hipotecários garantidos por Fannie Mae, Freddie Mac e Ginnie Mae. O plano tem como objetivo atingir o centro dos problemas econômicos dos Estados Unidos, o problemático mercado imobiliário. "Esta ação está sendo tomada para reduzir o custo e aumento a disponibilidade de crédito para compra de moradias, o que, por sua vez, deve dar sustentação aos mercados imobiliários e contribuir para a melhora das condições financeiras de modo geral", destacou o Fed em comunicado. O Fed também lançou um instrumento de US$ 200 bilhões para apoiar empréstimos ao consumidor, incluindo estudantes, automóveis e cartão de crédito, além de empréstimos garantidos pelo órgão federal Small Business Administration. "Um dos maiores problemas que temos é que há falta de demanda por dívida. Vimos o mercado para dívida securitizada como cartões de crédito ou financiamento a estudantes secar completamente. Acho que isso [o programa do Fed] deve ajudar a desbloquear os mercados de crédito", avaliou Scott Brown, economista-chefe da Raymond James & Associates, na Flórida.   
BSB, 26/11 - O estoque total de crédito no País, incluindo os recursos livres e os direcionados, aumentou 2,9% em outubro, ante setembro, e alcançou R$ 1,187 trilhão - ou 40,2% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, apontou o Banco Central (BC). Em 12 meses, a alta é de 34,6%. Apesar da expansão, segundo a autoridade monetária, os financiamentos têm apresentado arrefecimento no que diz respeito às novas contratações. A autoridade monetária afirmou ainda que as incertezas no cenário, motivadas pela crise, causaram uma retração na oferta de crédito em linhas específicas, como os adiantamentos a exportadores, além de endurecer as regras para novos empréstimos. "Nos financiamentos e arrendamentos de veículos a pessoas físicas, esse posicionamento resultou na redução de prazos de contratação e na exigência de maior aporte de recursos por parte dos tomadores", explicou o BC. Com o crescimento de 2,9% no volume de crédito ofertado em outubro, o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, observa que o País já se encontra quase no mesmo patamar que o cenário antes da crise financeira mundial. "Não se pode dizer que já atingimos as taxas pré-crise, mas estamos próximos disso", avaliou. Na segunda-feira, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, havia afirmado que o volume atual de crédito já atinge 80% do patamar em que vigorava antes do estouro da fase aguda da crise financeira mundial.   
BSB, 25/11- O ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o governador de São Paulo, José Serra, apresentaram a proposta de postergação do pagamento do Simples por 30 a 60 dias. Segundo o ministro, o assunto foi discutido durante a reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto. Como o Simples é compartilhado com estados e municípios, além da União, o governo busca apoio dos governadores e prefeitos para aprovação da medida pelo Conselho de Gestão do Simples. Uma das propostas era dar aos micro e pequenos empresários a possibilidade de escolher entre três datas para o recolhimento do imposto - na forma como é feito hoje, o pagamento acontece no último dia da quinzena do mês, ou mesmo fazer um alongamento do prazo para o pagamento em até 60 dias. Segundo Mantega, a medida pode ajudar as micro e pequenas empresas com capital de giro e, se aprovada, poderá ser implementada rapidamente, já em dezembro, bastando apenas a decisão do Conselho de Gestão. "Nossa idéia é no sentido de postergarmos o pagamento do Simples, de modo que os empresários possam ter um capital de giro", explicou o ministro da Fazenda. O governador de São Paulo disse que a proposta é "perfeitamente viável" e vai melhorar as condições de capital de giro das empresas no final do ano e início de 2009. Segundo ele, essa é uma medida anticíclica e está na direção certa. De acordo com Serra, o Simples arrecada por ano R$ 23 bilhões.   
BSB, 23/11 - As mudanças econômicas geradas por uma crise de confiança e credibilidade associada a momentos de pânico no mercado financeiro já impactam efetivamente no desempenho do setor imobiliário brasileiro. De acordo com o Sindicato de Habitação de São Paulo (Secovi-SP), a capital paulista contabilizou a venda de 2.544 imóveis residenciais novos em setembro, o que representa uma queda de 38,6% na comparação com agosto. Em relação a setembro de 2007, houve redução de 46,8% (de 4.789 para 2.544 unidades). De acordo com o Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, responsável pela Pesquisa sobre o Mercado Imobiliário, o desaquecimento refletiu no indicador de desempenho Vendas sobre Oferta (VSO) em porcentagem, que foi de 13,8%. "Esse ritmo ainda é muito bom. Basta lembrar que, na década de 90, o VSO médio foi de 8,4% e que, em 2005 e 2006, atingiu a média de 8,8% e 12,1%, respectivamente", destacam os analistas em nota. No entanto, no ano, o mercado imobiliário acumula a venda de 28.464 moradias, um crescimento de 17,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. O ritmo de comercialização médio nos nove primeiros meses deste ano foi da ordem de 16,1% ao mês, ficando muito próximo do índice médio percebido em 2007 (16,2%) e superior aos 15,1% do período entre janeiro e setembro do ano passado. Em setembro, o Secovi estimava que fossem vendidos entre 33 mil e 34 mil imóveis residenciais em São Paulo neste ano. Em 2007, foram 36 mil vendas efetivadas.   
BSB, 23/11- A crise financeira internacional já começa a ser sentida pelos industriais brasileiros e não apenas nas questões relativas ao crédito, mas, principalmente, no que se refere à queda da demanda. Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) entre os dias 6 e 14 deste mês junto a 385 indústrias mostra que 88% das companhias consultadas se dizem impactadas pela crise econômica. A queda da demanda foi mencionada como o principal efeito das turbulências, seguida do aumento do preço dos insumos e equipamentos importados. Segundo a CNI, 57% das empresas que se dizem atingidas reduziram suas projeções de vendas para 2009. Os investimentos no próximo ano também tendem a ser reduzidos. Dentre as empresas que tinham intenção de investir em 2009, 71% disseram que a crise afetou seus planos. A situação do crédito continua preocupando os empresários. A CNI revela que 61% das empresas que participaram do levantamento afirmaram que a disponibilidade de financiamentos foi afetada pela crise. Dentre as empresas que tiveram essa percepção, 49% relataram que o crédito de curto prazo (usado, principalmente, para capital de giro) é o que está mais prejudicado. Para 21% das empresas que notaram dificuldade nos empréstimos a obtenção de financiamento de longo prazo é o maior problema. As ações do governo para combater os efeitos domésticos da crise, principalmente para irrigar o mercado de crédito, foram bem avaliadas pelas empresas: 52% dos entrevistados disseram que as medidas estão sendo efetivas, ainda que de forma moderada. A medida contra a crise mais desejada pelos empresários na época da pesquisa - citada por 59% dos entrevistados - é a ampliação do prazo para recolhimento de tributos. O governo federal atendeu a essa solicitação dos empresários na segunda-feira passada, por meio de Medida Provisória (MP) que aumentou em dez dias o prazo para o pagamento de alguns impostos federais.   
BSB, 18/11- O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) teve inflação de 0,49%, no segundo decêndio (prévia) do mês de novembro, puxado pelos preços no atacado que tem maior representatividade na composição do indicador, informou nesta segunda-feira a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Para o mesmo período de setembro, a variação foi de 0,86%. O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência. A taxa ficou abaixo das expectativas do mercado financeiro. Entre os componentes do IGP-M, o Índice de Preços por Atacado (IPA) subiu 0,48% na segunda leitura deste mês, bem abaixo da elevação de 1,11% no mesmo período de outubro. O IPA agrícola teve recuo de 0,83% depois de subir 0,71% na leitura anterior. O IPA industrial avançou 0,95% na segunda prévia de novembro, abaixo da elevação de 1,25% anterior. As principais quedas individuais de preços no atacado foram de naftas para petroquímica (-24,22%), bovinos (-2,11%), feijão (-14,31%), milho em grão (-6,17%) e aves abatidas e frigorificadas (-7,60%). Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) avançou 0,41%, seguindo a alta de 0,13% na segunda leitura do mês passado. As maiores altas de custos no varejo foram de mamão papaia, limão, alcatra, leite longa vida e material para reparos de residência. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) aumentou 0,71%, contra subida de 0,89% na leitura anterior.   
BSB, 17/11- Na edição deste ano, a organização do 3º Salão WImóveis e de Crédito Imobiliário inovou e trouxe para os consumidores de imóveis uma oferta de crédito ampliada, diversificada e muitas facilidades.Para atrair o consumidor, os bancos criaram condições especiais. Clientes do Banco Real que adquirirem imóveis de R$ 120 mil a R$ 350 mil poderão contar com taxas de 10,5% ao ano. Acima desse valor, a taxa sobe para 11,5%. A instituição financia até 80% do valor do imóvel pelo prazo de até 30 anos. Já a Caixa, criou um plano diferenciado para servidores do GDF. "Financiamos 100% do imóvel em até 20 anos", diz o gerente regional, Marcelo Ferreira. No BRB, as taxas de financiamento para servidores giram em torno de 10,50% ao ano para imóveis de até R$ 245 mil. "Financiamos 80% do valor total. É só vir ao nosso estande e fazer a simulação", orienta o analista de crédito do Banco, Rodrigo Vilanova.   
BSB, 15/11- O consumo das famílias brasilienses é o principal fator para o crescimento da economia na capital federal. Segundo pesquisa apresentada na sexta-feira (14) pela Companhia de Planejamento do DF (Codeplan), em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os últimos dados referentes ao ano de 2006 apresentam o DF com a renda per capita mais elevada do País, com cifras de R$ 37,6 mil. O rendimento médio dos brasilienses assalariados cresceu 25,07% de 2005 para 2006. Outro dado importante é que dentre as unidades da Federação, o Distrito Federal mantem a mais alta esperança de longevidade com 75,1 anos. De acordo com os dados estatísticos do DF, o consumo das famílias estimulou os investimentos e fez o dinheiro circular na economia. A capital se mantem como a 8ª economia do Brasil e pelo 2º ano consecutivo a maior renda per capita. O Produto Interno Bruto (PIB) passou de R$ 80.517 bilhões em 2005 para R$ 89.630 bilhões em 2006. O crescimento local foi de 5,4%, 72,8% maior do que o brasileiro (3,97%) e quase duas vezes maior que o da região Centro Oeste (2,83%), sendo responsável por 43,43% da riqueza produzida na região. O PIB do Distrito Federal é quase três vezes maior que o PIB per capita brasileiro e 241,7% maior que o PIB da região Centro-Oeste. Supera com folga metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro, sendo três vezes maior do que cada um dos dois estados. Em 2005, a renda média do brasiliense assalariado era de R$1.951, em 2006 esse valor passou para R$ 2.440. A maior média salarial continua sendo do setor público, que passou de R$ 2.862 para R$ 3.924, no setor privado, a média foi de R$ 1.302 para R$ 1.424 no mesmo período.   
BSB, 13/11- O varejo de materiais para construção está animado com a ampliação do limite de financiamento anunciado pela Caixa Econômica Federal para quem vai construir ou reformar. Segundo o presidente da Dicico, Dimitrios Markakis, essa linha de crédito atinge principalmente os consumidores que desejam reformar a casa, o que deve impactar positivamente as vendas da rede. "Cerca de 61% das nossas vendas é para reforma e os outros 29% para construção, ou seja, esse aumento de crédito vai ser muito importante para o nosso negócio", avalia. A Caixa Econômica Federal ampliou o acesso à linha de crédito Construcard, para aquisição de material de construção. O limite de financiamento passou de R$ 7 mil para até R$ 25 mil. O empréstimo tem juros de 6% a 8,16% ao ano, de acordo com a faixa de renda do tomador. Atualmente, o limite de renda para este produto é de R$ 1,9 mil. Dimitrios Markakis acredita que sua rede será mais beneficiada que algumas concorrentes, pois ele ataca diretamentente a população de baixa renda. "Esse financiamento é voltado para famílias com renda abaixo de R$ 2 mil. É a cara da classe média, que é a nossa cara", se anima. Do outro lado, mais dirigida para as classes A e B, a C&C Casa e Construção não revela o volume de vendas, mas de acordo com o diretor de marketing, Mauro Florio, o faturamento continua dentro do projetado pela empresa. Para Florio, a iniciativa da Caixa vai incentivar o consumo, fazendo com que o comércio de material para construção "gire mais rapidamente as mercadorias". "Não sentimos uma redução, mas certamente a iniciativa vai evitar que as vendas caiam junto com a confiança do consumidor", disse.   
BSB, 12/11- O banco norte-americano Citigroup informou hoje que ajudará clientes que tenham problemas para pagar as promissórias de hipoteca e concederá a eles uma moratória, na tentativa de conter os despejos de casas que há meses não param de aumentar nos Estados Unidos. A instituição financeira afirmou em comunicado que a medida, similar às já tomadas por muitos de seus concorrentes, será oferecida a aproximadamente 500 mil clientes, sob as condições de que se trate da primeira residência, que colabore com a entidade e tenha renda suficiente para efetuar determinados pagamentos. Cerca de um terço dos clientes que têm hipotecas com o Citigroup receberão a oferta nos próximos meses, por se encontrarem no grupo de pessoas que estão em dia com seus pagamentos, mas que poderiam necessitar de ajuda para manter essa fidelidade, como um rebaixamento das taxas de juros ou um aumento do prazo do empréstimo. O Citi também estuda ampliar este programa para que se possam acolher titulares de hipotecas que, embora não tenham sido concedidas pelo banco, sejam administradas por ele. Para implantar esta iniciativa, a entidade financeira deve destinar cerca de 600 empregados para entrar em contato com os clientes nos próximos seis meses e revisar hipotecas no valor US$ 20 bilhões.   
BSB, 11/11 - O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) começou o mês apresentando alta de 0,8%, um avanço 0,13 ponto percentual em relação a primeira prévia de outubro, informou há pouco a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Este foi o maior resultado desde a terceira semana de julho de 2008, quando o índice registrou variação de 0,67%. Entre os componentes do IGP-M, o Índice de Preços por Atacado (IPA) avançou 1,01% na primeira apuração de novembro, ante alta de 0,71% em igual período de outubro. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) aumentou 0,22%, depois de ter recuado 0,08% na primeira leitura do mês anterior. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,7%, abaixo da alta de 0,97% no mesmo período de outubro.   
BSB, 9/11- As famílias com renda de um a seis salários mínimos sentiram mais o peso da inflação no bolso em outubro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mês passado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) subiu 0,50%, ante setembro. No ano, o índice acumula alta de 5,77 % e em 12 meses, de 7,26%. Em outubro de 2007, o INPC havia sido de 0,30%. Os produtos alimentícios apresentaram alta de 0,67% em outubro, enquanto os não-alimentícios aumentaram 0,43%. As regiões de Goiânia e Fortaleza apresentaram a maior variação (0,69% cada uma) seguidas do Rio de Janeiro (0,68%). O menor resultado ficou com a região metropolitana de Belo Horizonte (0,11%).   
BSB, 8/11 - Depois dos anúncios de revisão de planos de lançamentos, o mercado começa a receber notícias de redução de quadro de funcionários de empresas do setor imobiliário. Abyara Planejamento Imobiliário e Plano & Plano, uma subsidiária da Cyrela Brasil Realty, já anunciaram demissões e não será surpresa se no segundo semestre de 2009, em conseqüência de um esfriamento da economia brasileira, o número de contratações de trabalhadores no setor registrar uma queda, segundo avaliação do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-SP). A redução do quadro de funcionários, anunciada ontem pela Abyara em comunicado ao mercado, é, no entanto, apenas uma parte de uma série de medidas adotadas pela empresa. O objetivo, segundo a companhia, é melhor posicioná-la no "cenário presente da economia doméstica e internacional". Inclui, além das demissões, a venda de participação em empreendimentos já lançados em parceria com outras incorporadoras e de terrenos ainda não incorporados e a suspensão de lançamentos, segundo a empresa, até que a demanda por "novos produtos imobiliários e a disponibilidade de linhas de crédito sejam restabelecidas. Em balanço referente ao segundo trimestre deste ano, a empresa anunciava uma redução em R$ 13 milhões dos estoques de terrenos naquele período como resultado da estratégia de revisão de projetos a serem lançados, priorizando os de alta rentabilidade. O comunicado não dá detalhes sobre o número de demissões ou quantidade de lançamentos suspensos.   
BSB, 7/11 - Até setembro, já com o agravamento da crise financeira em marcha, a Caixa Econômica Federal acumulou um lucro líquido de R$ 3,26 bilhões, valor 90% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. O crescimento expressivo do crédito, principalmente para as pessoas jurídicas, impulsionou o resultado, de acordo com a presidente da instituição financeira estatal, Maria Fernanda Coelho. Especificamente em setembro, a Caixa bateu seu recorde na concessão de crédito para empresas, com a liberação de R$ 4,5 bilhões. O recorde anterior foi em julho desse ano, com R$ 2,8 bilhões. "Vínhamos investindo no melhor relacionamento da Caixa com esses clientes, e isso, de alguma forma, culminou no sucesso. Isso, associado aos problemas de liquidez de alguns bancos, resultou nos bons números", resumiu o vice-presidente de Finanças da Caixa, Márcio Percival. O vice-presidente analisou ainda que o crescimento dos desembolsos da Caixa para as empresas em momento de crise se deve à manutenção das taxas e prazos oferecidos aos clientes num cenário de crédito escasso. De acordo com Percival, a Caixa concentrou suas ações na busca de empresas de médio e grande portes que tiveram dificuldades em tomar crédito de outras instituições. A concessão de crédito como um todo dentro da Caixa subiu 33% em doze meses, até setembro, para R$ 7,8 bilhões. Por conta da forte elevação a Caixa Econômica Federal revisou sua projeção para a expansão do crédito comercial neste ano, de 31% para 34%. Somente no crédito a pessoas jurídicas, a estimativa é de crescer 37% neste ano, em relação ao ano passado.   
BSB, 6/11- Mesmo depois de o governo federal acatar o pedido das empresas de injetar R$ 3 bilhões para o mercado crescer e voltar a liquidez, a previsão do setor de construção civil é de uma mudança de cenário, em que a expectativa, no melhor dos casos, é de até 2010 o segmento sofrer um enxugamento forte, em que o número de empresas seja reduzido pela metade e as grandes companhias, listadas na Bolsa de Valores (Bovespa), passem de 25 para no máximo 12. Um indicativo dessa movimentação, que agora será acelerada por conta da crise, é que, de setembro do ano passado a setembro deste ano, a Inpar, por exemplo, teve perdas de 93,7% em lucratividade. A Abyara perdeu 89,8% e a Tenda, 86,8%. Logo, o dinheiro do governo para ajudar o setor, previsto em programa que deve ser divulgado hoje, poderá até financiar a venda de imóveis e acelerar o processo de fusões e aquisições das 25 empresas do segmento listadas na Bolsa. Para João Crestana, presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), a crise deve ser responsável pela aceleração das fusões e aquisições. "Em lugar algum do mundo existem 25 grandes incorporadoras, como temos na Bovespa. Independentemente da crise, elas devem somar seis ou oito grandes grupos. Sem o pano de fundo da crise, acredito que este processo levaria entre três e quatro anos. Agora, dois, devido ao baixo preço das ações e à falta de caixa de algumas empresas." Crestana lembra ainda que o processo já vinha ocorrendo no setor. "Há pouco tempo, antes da crise ser deflagrada, a Gafisa incorporou Tenda, Company e Brascam. A Tricury e Incossul se fundiram e formaram a Trysul. Há o caso da Cyrela, que comprou investimentos da Agra, entre outros casos."   
BSB, 5/11- De acordo com pesquisa realizada pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) em imobiliárias da capital, investir em apartamentos usados é mais lucrativo do que a poupança. A pesquisa indicou que os preços médios em 13 de 15 tipos de apartamento tiveram valorização superior à de investimentos financeiros considerados conservadores. No período de janeiro a setembro deste ano, CDB e poupança tiveram rendimento médio de 6,64% e 5,64%, respectivamente. Os apartamentos usados, por sua vez, sofreram aumentos que variaram de 6,21% a 187,97%.   
BSB, 4/11- A boa maré da poupança — em setembro foram abertas 315 mil contas na Caixa Econômica Federal — já se reflete no mercado imobiliário. Desde o início do ano foram utilizados R$ 6,1 bilhões no crédito para a casa própria, atendendo 125 mil famílias brasileiras com recursos da caderneta. A marca, em relação a 2007, cresceu 62%. De acordo com o superintendente regional da Caixa, José Domingos Vargas, os números devem subir ainda mais até o fim do ano, graças ao pagamento do 13º salário: “A tendência é continuar assim, pois, com mais dinheiro circulando, as pessoas tendem a guardar mais”. A preocupação com a segurança em um momento de turbulências financeiras é apenas um dos fatores, segundo Domingos Vargas, que contribuíram para o aumento do volume de aplicações. As campanhas de publicidade também ajudaram a recuperar a imagem da poupança. Hoje, os jovens vêem na caderneta uma boa forma de guardar as suas economias, diz o superintendente da Caixa. Além disso, os pais voltaram a abrir contas para as crianças, pensando nas despesas futuras.   
BSB, 4/11- Os gastos com construção nos Estados Unidos recuaram em agosto, com baixa de 0,3%, totalizando US$ 1,060 bilhão, ante US$ 1,063 bilhão. O indicador também reportou queda de 6,6% ao comparar com agosto de 2007, somando US$ 1,134 bilhão. Nos nove primeiros meses desse ano, os gastos com construção foram US$ 807,3 bilhões, representando 6,2% inferior, ao analisar igual época do ano passado (US$ 860,5 bilhões). Os gastos com construções privadas avançaram 0,1%, enquanto que os gastos com construções públicas recuaram 1,3% em agosto, quando comparado com o mês anterior. As informações foram divulgadas pelo Departamento do Comércio dos Estados Unidos.   

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